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Time Stops. Cannes: rainy, windy and we’re anchored…. down below in PS:

Time Stops.

There seems to be a Rodin moment in our lives when we oyster ourselves and our fists-to-forehead become a shelf of sad memories. And we panic.

Panic.

The wind outside blows, the depth of the water is unimaginable and the sphere we live on is far too vast to understand. The sound all of this makes is a nervous sound. Today we are in Cannes.

I find myself in a ridiculously painful moment. Yes, painful. Was it Barcelona? It is Cannes? Obviously NOT.

The very idea of survival is ridiculous. The idea of having to justify, justify and justify becomes a parable of the unjustifiable: Gaudi may well represent the justification of the inexplicable. Why? Must there always be a WHY?

“Why is this?” “why are you…?”

“Who was that?” “who IS that?”
“When was this and that?”

There seems to be a Warhol moment in us when the WAR fills the Hole and we are nothing but multiples of ourselves or mobiles of our souls floating or hanging as if in a Calder piece or  a Calderon character.

When we realize that the oyster in us has gone on to become a seafood platter, then all is gone.

It is all in a can. No, I can’t.

Time Stops.

It does. But the clocks go on ticking whilst our internal hands and fingers do the walk to reflection or reflexion and we end up where we always end up: nowhere and with a question: what is all this for?

Malaga. Algiers. Tunis. Sicily where I….No. Where I nothing!

To spend a lifetime answering the most stupid and banal questions is not why I’m here. Yet! I’m here on a ship, sailing the waves of Britannia and the Mediterranean letting the wind tell me that we’re moving ahead. La Nave Va.

But I live back there, remember? Remember where I live?

Remember where my mind was built or coined as if a Tower of Pisa and where no antioxidants will ever keep me from getting old. Old. Old.

I see no point in jogging, fitnessing, sweating, steaming, rowing, foaming and looking for the fountain of youth.

Gibraltar.

Malta.

Altar.

We thin our bloods. We take blood thinners, mood stabilizers when this Queen Victoria doesn’t seem to be able to cope with tiny waves.  But sinners and thinners in our system to prolongue life. But prolongue what?  This incredible STAGE of illusions? I cry because I cannot laugh when people still approach me with questions such as: what was this, or that, and who was he, of she and what did they do 300, 200, 100 years ago?

There’s a Goethe moment in all of us when time has stopped and we simply realize that we are nothing but a speck of dust and…

All this information!

All this historical knowledge!

All this education!

All this curiosity!

All this erudite something….hinders. Yes, it hinders what we are because it will not further us from where we are NOW.

We do, indeed, rust. There is no cream or ointment of antioxidant pill that will ever stop this ridiculous mental cycle. Mental cycle.

There is a Duchamp moment in all of us and there is a Picasso moment in all of us and there is a John Cage moment in all of us where silence. Yes, simply where silence. As the silence that prevails after the sound of a bomb blast.

We exist in order to eat or satisfy the unsatisfiable HUNGER!

We exist to digest and shit.

We exist in order to fulfill the DARKNESS of the universe we float in just as we exist in order to sail or sell our souls, or sail on in these vast waters as nothing but a tiny speck of dust or ash, yes ash, while looking up at the stars while this ship sails on: La Nave Va.

In Barcelona, Christopher Columbus is better known as Colon. Theatro Colon, Buenos Aires. Ha! Certain things in the old world such as in Cartagena make sense. Others take time. Colon is the most beautiful Opera house I know.

Yes, and there is OUR moment in all of us.

And I cry.

(In memoriam of Samuel Cunard, Einstein, John Fante and Sergio Vieira de Mello.)

Gerald Thomas

Mediterranean off the coast of Spain.

May 17, 2010.

EL PAIS has President Lula all over the front page. Once for having formed the Mercosul Group which will trade with Europe. And once again for: “Iran firma un pacto nuclear con Turquia y Brasil para evitar sanciones: EE UU y sus aliados rechazam el acuerdo.

Si, estoy de acuerdo con las sanciones!

THE INDEPENDENT (London) bought at a news stand in Barce: US OUTFLANKED IN BID TO BRING SANCTIONS AGAINS IRAN.

And again, Lula shaking hands with (oh my Gull) …Ahmadinejad! (what are they thinking????

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"Apocalipstick" – Quinta-feira: Conversa em Washington Falha: "TEATRO POLÍTICO", diz Chefe do Senado!

Blog: quatro meses. Leia o UPDATE de QUINTA á Noite lá embaixo, nessa mesma coluna, *em ingles” do NYTimes, estou tentando dar um tempo… tentando relaxar… em Miami (obviamente não consigo). GT

Não, não é bem um blog e sim mistura de BlogHosting com BlogNovela. Não sou blogueiro ou bloguista ou blognauta. Sou autor e diretor teatral, uma arte em momento fundamental de se repensar, de se reapresentar e de se re-encenar. Assim como no magnífico prefácio de Alberto Guzik pro “Encenador de Si Mesmo” (uma coletânea que Haroldo de Campos, Jacó Guinsburg e Silvia Fernandes fizeram sobre o meu trabalho), a arte da encenação não pode bater na primeira e única tecla e não pode ficar na era do primeiro e último retorno. Ou seja, morremos todos os dias. No fechar do pano, no teatro, acabamos com as nossas vidas, as vidas de nossos personagens. Se o teatro pega fogo e o espetáculo não volta mais, acabou. Bem, mas até Hamlet já dizia isso. 

 

Anteontem, conversando com  a última beatnick do teatro livre, a Judith Malina, trêmulo de emoção por todos os motivos do mundo (a morte de seu companheiro Hanon há seis meses e a de Julian Beck há 23 anos) eu senti que estamos, nós do teatro, entrando num clima estranho. Mesmo o seu Living Theater – com esse nome – vive dias estranhos. Sinto que DEVERÍAMOS SER CAPAZES DE TROCAR DE NOME E DE IDENTIDADE pelo menos uma, duas, três vezes na vida. Vocês acham justo que “atacham” um nome e um número na gente e… that’s it?

 

Estranho!  Termo estranho esse termo… estranho. Pois! Mais e mais gente no mundo quer entrar para o teatro, mas… Entrar para quê? Entrar para dizer o quê? Naquela mini-entrevista no YouTube, em inglês, http://www.youtube.com/watch?v=kfZaz3s5VV0, eu falo sobre essa crise.

 

Essa gente tem o que dizer? São pensadores? São, em primeiro lugar, ARTISTAS? Não, não são. Esse Blog comemorou ontem 4 meses aqui no IG e foi além dos 178 mil hits e cada post vira um ‘hub’, um fórum de debates  com seus pra mais de 400 comentários e isso me deixa extremamente orgulhoso.

 

Mas e qual o pararelo entre Blog e Teatro? O Berro. A BlogNovela. O BlogHosting. A intensa interatividade que existe num tempo quase real de performance art que acontece aqui.

 

No próximo capítulo da BlogNovela estaremos remando de volta paro o CRASH novayorkino de onde eu  nunca saí. Encenador de si mesmo? Não, nada disso. Encenador do que está em minha volta. Um imenso barulho que Maureen Dowd chama de “apocalipstick” , se referindo ao batom no porco e ao apocalíptico mundo de mentiras editorias em que vivemos.

 

O que vem a ser um artista? O que dá a alguém o direito de ocupar o palco e estar na luz? Pois é, justamente! Tudo está turvo, tem gente demais querendo dizer coisas demais nesses reality shows. Gente que não tem passado, que não colocou um pé na lama e outro na merda, como diz um mestre do teatro. Mesmo assim, o ego do anonimato está crescendo dia a dia de uma forma apocalíptica. Os 15 minutos de fama de Warhol parecem ter se tornado uma eternidade e ninguém, digo, os do palco, consegue lidar com a crítica. Talvez porque a crítica não consiga mais lidar com eles.

 

Há um rombo imenso no diálogo na arte mundial. É disso que ria o Damien Hirst outro dia quando comprou sua própria obra…

 

Pena que nós não consigamos lotar os teatros com nossos próprios egos ou transformar os blogs em leitura casual. Para mim isso virou um caso visceral e eu queria agradecer a vocês todos por me darem essa chance.

 

LOVE

 

Gerald

 

 

 

(O Vampiro de Curitiba na edição)

 

Desta quinta, do New York Times:

 

It does no good, Mr. Dodd said, “to be distracted for two or three hours by political theater.”

The senator was apparently alluding to a growing revolt by conservative House Republicans against the proposed $700 billion rescue, and the fact that Senator McCain has not yet endorsed the plan, whose concept runs contrary to the policy positions he has taken for years.

Mr. McCain and his Democratic opponent, Senator Barack Obama, left the White House by a side entrance without commenting. The initial silence of the presidential candidates reinforced the impression that thorny issues still need to be addressed before an accord is achieved.

Shortly afterward, Mr. Obama said in an interview on CNN that he was confident that a deal would be reached “eventually,” but he said, “I think there’s still some work that needs to be done.”

 

 

WASHINGTON — With their first presidential debate awash in uncertainty, Senator Barack Obama interrupted his preparations in Florida and arrived here Thursday afternoon to join Senator John McCain for an extraordinary White House meeting intended to spark an agreement on the $700 billion government plan to bail out the nation’s financial institutions.

 

 

 

 

 

PS. do Vamp: Como vocês devem ter percebido, tivemos uns probleminhas no WordPress. Enquanto o Gerald está lá em Miami, se estressando com aquela paisagem maravilhosa, eu “estarei resolvendo” (gerúndio é foda, né?) o problema. Enquanto isso, mandem ver nos comentários.

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