Tag Archives: Vigário Geral

Wrong information!!!!

This tiny note says that I will be the curator of Afro Reaggae’s theater or cultural center in Vigario Geral, Rio. It’s not quite that way. They did get in touch with me and I replied: I live in London and in New York and how am I expected to be the curator (virtual, perhaps?)  of a theater in Rio? But the press publishes anything they want, without running it by me. They all have my email addresses and/or phone numbers.Is it really so difficult to make a goddamn call?

not quite true

Gerald ThomasLondon 18 April 2010

PS: in Jornal do Brasil, this Sunday, MORE …

JB online
Em 2008, Gerald Thomas se arriscou em formato híbrido No Brasil, em 2008, Gerald Thomas lançou mão das possibilidades da rede para produzir e veicular uma linguagem teatral híbrida que denominou “blog novela”. A experiência ficou no primeiro episódio, O cão que insultava mulheres – Kepler, the dog (2008), encenado no Sesc Avenida Paulista e transmitido em tempo real no blog que o diretor pilotava no portal Ig. A tentativa de criar uma dramaturgia interativa, esculpida a partir dos comentários que os internautas postavam em seu blog, era motivada por uma insatisfação pessoal. “Teatro é chato pra burro. Blog tá meio chato. Jornal é chato. A internet tem essas possibilidades. Resolvi então criar um híbrido”, comentou o autor sobre a ideia à época. Tempos depois, em setembro de 2009, ao longo de uma série de entrevistas em que anunciava o seu afastamento por tempo indeterminado do teatro, Thomas, um tanto quanto desencantado com a produção artística contemporânea, tomava partido contrário, e insurgia com ceticismo ante à convergência de mídias. “Teatro não é tecnologia, é algo para que o público esteja na presença do ator, a metros dele. Se você tenta transformar em tecnologia, fica pretensioso. Essa integração de mídias é a maior mentira que já houve”, disse. Procurado agora pela reportagem do Jornal do Brasil, Thomas foi sucinto: – Vamos ver se tenho saco para isso. Melhor perguntar para os “outros diretores”. Boa sorte – respondeu, por e-mail.

UPDATE , April 20

Correction was made by Gente Boa:

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Vem aí o Inferno anual e o Império da Manipulação das Emoções. Quem sofre mesmo? Quem viveu DE FATO o 11 de setembro?

Contagem anual:  9, 10, 11… de setembro dos INFERNOS!!!!

E a cada ano fica pior. Eu achava, lá no inicio, digo, em 2002, 2003, que iria melhorar. Nada. Essa merda só piora! Vem mais um aí. A data está dobrando a esquina. E a lista de pedidos de entrevista são os mesmos ou um pouco diferentes, mas o martelo bate como se fosse o personagem Clov na cabeça de Hamm em “Fim de Jogo”, de Beckett. Som de lata! Sim, aquele dia foi um final de jogo, um fim de mundo, um final das contas, o holocausto ao vivo. O holocausto dentro dos EUA. Para aqueles que não estiveram em Kosovo, ou no Vietnam, ou em Sarajevo, Uganda, Ruanda, sim, esse aqui foi o que nos atingiu. Não me falem em Hiroshima, Nagasaki, Dresden, Auschwitz, Dachau, Buchenwald porque os ossos de meus parentes estão em cinzas lá. Sem lágrimas. Na boa!

Também vi Vigário Geral!

11 de setembro e as ruínas onde fui trabalhar e, ao voltar empoeirado, massacrado e sem fibra, escrevia meu depoimento para a “Folha”.

Mas o que veio depois foi ainda pior: A política de Bush. Não posso acreditar que estou em 2008 escrevendo isso. Leiam o que quiserem e acreditem em quem quiserem, juro que não agüento mais discutir como estrelar um ovo. Você agüenta? Não, não agüenta. Tenho aqui na minha frente todos os livros de Woodward e o 9/11 Commission Report e o livro de George Tenet e o de Frank Rich e uma pilha de livros que nem eu mais agüento ver ou ler. Náusea. Não, nada a ver com o Sartre, não.

Não posso acreditar que estou em 2008 me vendo diante de John McCain e Sarah Palin e sua pequena vila pentecostal no Alasca. Essa radical quase fundamentalista que transborda “pecados” por todos os lados. Transborda? Como assim? Sim. Marido bêbado que é pego dirigindo “sob a influência”… “DUI”, chama-se isso aqui.

Deus quis”… Ai, meu deus! Qual deus? Qual deus? “Deus é o maior problema, não a solução”, dizia um grafiti numa calçada em Brooklyn, nos dias após os ataques.

Não. Esse jogo de novo, não. Sou de teatro, mas odeio a repetição!

Será que escrevo sobre os ingressos do show da Madonna na Argentina que esgotaram em questão de horas? Digo, a mesma Argentina que vaiava Madonna por interpretar Evita Perón na sacada da Casa Rosada… Não, não irei entrar nessa de falar sobre a Madonna. Vou tentar me distrair com a ótima entrevista concedida por Alec Baldwin ao “60 Minutes” de domingo último, em que demonstrava ser  “outrageous”. Um cara de coragem singular por ter se “excluído” de Hollywood. Sim, e por quê? Porque sim! Porque George Bernard Shaw diria que ele seria um caso muito “peculiar” e que pertenceria ao equivalente a Fabian Society ou que ele atrairia muito mais atenção sendo um excluído! Faz sentido. Pouco. Tanto quanto Palin, Deus, Jews for Jesus ou campanha eleitoral onde VALE TUDO, ou seja, nada!

De volta a realidade, Gerald! Volta!  O ex-pastor, ministro, sei lá como se chama isso, da igreja de Sarah Palin (a Wasilla Assembly of God) falam em jivês, em gírias. Não, gírias, não. Falam como se fala no candomblé. Ou seja, quem é de fora não entende. É para não entender. É que nem o meu teatro. Epa! O ex-pastor de lá, o tal de Brickner, dos Jews for JESUS (Judeus por Jesus) acha que os ataques a Israel são justificados pelo seguinte: Ouçam bem: porque os judeus não procuraram por JESUS!!!

OLHEM o NÍVEL de loucura em que está metida a nossa potencial VICE presidente! E eu, tentando fazer o meu anual memorial sobre o 11 de setembro que vem sombrio, sóbrio, frio, estúpido, como todo setembro vem! ESTÚPIDO!

Olhem o potencial nível de loucura ao que chegou o Jihad propagandístico da políticaÉ um deus contra o outro.

O que eu vi da minha janela na Kent Avenue em Williamsburg, naquela terça-feira de manhã? Os aviões batendo no WTC, os prédios em chamas, os prédios caindo… muita gente morrendo e eu indo trabalhar em GROUND ZERO por VINTE E UM DIAS. Foi o que eu vi e vivi. Mas o que foi que aconteceu, por trás das paredes políticas dos que escrevem o DRAMA?

E, fora o petróleo, e a indústria bélica e a indústria do lucro, qual outra intenção? A de estabelecer uma nova ordem religiosa, a new religious RIGHT no mundo, usando Bin Laden (ex Cia nas Afghan mountains contra os russos)… Será? Não, estou sendo um Hamletzinho. Agora que o Musharaff nem “está” mais no Paquistão e o marido da Benazir pegou o poder… o que será? Caos total? A ordem é essa?

Para que liberassem um bando de mentiras?

E que construíssem uma CONSTITUIÇÃO paralela, mentirosa, ilegal… Não, não foi para isso que engoli kilos de asbestos, de amianto. Não foi para isso que segurei sapato com um pé dentro ou camisas… Chega!

Palin mudou de igreja, mas, como pergunta Larry King, “o que nós temos a ver com isso?” Por que isso determinaria o futuro do Commander-in-Chief? Desde quando isso é assunto? Agora ela freqüenta outra pentecostal , mais parecida com uma pipeline (oleoduto), a coisa mais cobiçada pelo estado do salmão, dos esquimós e do bacalhau negro!

Ah, a igreja agora é a outra, do outro lado da rua, e os pastores mudam de nome, vão de Tim McGraw até Larry Kroon, mas são todos a favor desse abominarrável Jews for Jesus, Jesus for Cheese, Cheese for Jesus, Jesus for Cristus, I for Isus, Pumpkins for Ravolis, Ricotas for Veal and so on, e assim por diante e com essa CARTA BRANCA se entra em qualquer país, se destrói, se desmonta, se mente em nome do santíssimo. E se sorri marotamente, assim como Madonna (olha o nome, que ironia!) sorria nos balcões da Casa Rosada com um sorriso amarelo quando a população portenha queria expulsá-la porque a sua santíssima Evita Perón havia sido manchada de um sangue impuro, assim como Brunhilde havia sido manchada com o sangue dos planetas e no desmanchar do castelo de Walhalla… E a Sarah Palin ainda vai me pertencer a uma organização obscura????? (sim, ela existe) Que acredita  QUE O MUNDO ESTÁ PERTO DO SEU FIM!!!! E QUE O ALASCA SERÁ O ÚNICO LUGAR SALVO PARA AQUELES QUE ACREDITAM EM JESUS. Caramba! Está uma coisa muito… o que mesmo?

Isso ultrapassou os limites de uma campanha presidencial. Isso aqui virou uma verdadeira AMEAÇA!

Gerald Thomas

Sobrevivente. Contagem regressiva e ainda sofrendo de Post Traumatic Shock Syndrome!

 

(Na edição: O Vampiro de Curitiba)

09/09/2008 – 23:29Enviado por: Tene ChebaGerald Thomas, sinceramente, o Iraque foi uma disponibilidade que não poderia ser dispensada, na minha opinião.Também para mim, foi um consenso político entre os Democratas e Republicanos, não se gasta o PIB do Chile por ano com uma alçada apenas.No meu ponto de vista,(coisa mais antiga, propaganda de ótica, Ponto de Vista, a melhor), o Iraque serviu para três coisas, desmobilizar um estado com tendências muito perigosas, criar uma barreira geográfica para proteger Israel, Arábia Saudita e menores laterais, vizualizar o Irã mais proximamente.Eu não acredito, que com as poderosas ferramentas disponíveis para tomar decisões, o despropósito ocorreu.A Jordânia vendia petróleo iraquiano, furando o bloqueio da ONU, Kofi Anan, este sim, através do seu filho, deitou os cabelos, e depois foi réu confesso.Não sei, alguém teria que alterar aquele absurdo, 5.000 curdos, mais os xiitas, um motivador e tanto. Gostei, só para variar, do seu texto, incrível que seus textos sempre nos desorganiza, ficamos atordoados, as quatro estações, rir, chorar, feliz e triste, perplexos, no parágrafo final, beijamos a lona. Você é demais.

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Lula como Batman, Sarney como Robin: UM manifesto GUGU DADAISTA- a quem pensam que enganam?

“O Brasil numa boa”. Afirma José Sarney! Entramos na era atrasada do teatro (pago) do absurdo!

E: O que Bush e Batman têm em comum? (de um artigo inspirado no Wall Street Journal)

Um pedido de socorro numa cidade fudida pela violência e pelo medo: Ah, sim, aquele ‘sinal’ de luz nos céus, aquele FLASH, o símbolo dark daquele morcego projetado nas nuvens que passam….

Epa! Pérai! Um Segundo! Não se trata de um morcego e… sim de um enorme… uma espécie de…“W”.

Existe, sim, um paralelo de orgulho e repugnância entre a política de “guerra contra o terror” que George Bush implementou no mundo. Isso está implícito no fime “The Dark Knight,”. As filas aqui em Leicester Square em Londres, como em Union Square em Manhattan, dão voltas em sí mesmas. Mas não digo isso à toa.

Dão voltas em si mesmas assim como José Sarney dá voltas em sí mesmo. José Sarney? Sim, ele mesmo.

Como assim, Batman, Bush e José Sarney? E tem mais. Marcel Duchamp e, se quiserem, ainda coloco Beckett e seu “Esperando NADA” e ninguém com seu Godot pairando pelas esquinas!

“W” significa Bush, “S” significa Sarney, “D” fica pra Duchamp e o resto a gente vai desvendando aos pouquinhos nesse mundo de ‘articulistas do absurdo’.

Vou tentar explicar: ainda estou me refazendo do artigo abaixo, “Fundamentalismo e Xenofobia”, que bateu nossos records (15 mil hits e os comentários mais interessantes! Com moderação!), mas já entro nessa discussão doida novamente: ou seja: numa sociedade LIVRE, os seres humanos tomam decisões erradas às vezes. E daí? Isso faz parte de nossos direitos e liberdades civis.

Mas corrupção não. Isso já está em outro território. Assim como o teatro do absurdo está para o naturalismo ou o dadaísmo está para o hiper-realismo, os articulistas que fazem a apologia de que tudo está OK com a “classe média” devem estar no meio de uma conspiração qualquer. Mas qual?

José Sarney diz que “notícias de crise no mundo inteiro, com os EUA comandando os receios de recessão, o Ipea e a Fundação Getúlio Vargas trazem as boas notícias de que a classe média já é maioria na população brasileira, chegando a 51,89% das pessoas, e que três milhões de brasileiros deixaram a faixa da pobreza absoluta.”

GT- Jura, Sarney? Jura mesmo? Estatística? Ainda existe mesmo isso? Já almocei muito bem na sua casa em São Luiz (foi uma delicia) e já tive o privilégio de ter seus números de telefones particulares. Mas… quer dizer que a maioria do Brasil hoje está na CLASSE MÉDIA?!

Quer dizer então que, quando eu viajo pelo Brasil e vejo a miséria que vejo… aquelas ENORMES favelas que ví a caminho de sua mansão, os garotos cheiradores de cola, o aumento do crime em todas as cidades brasileiras… Isso tudo faz parte da… classe média? Os barracões da Rocinha, do morro do alemão e de Vigário Geral estão sendo construídos pelo Adolfo Lindenberg ou pelo Gomes de Almeida Fernandes? Que doideira! Eu não notei aqueles triângulos piscando nos telhados dos barracos, sabia? Erro meu, vou trocar de óculos JÁ!

Bom, que seja dita a verdade: Entra governo, sai governo e Sarney está sempre lá. Ele tem a fórmula da ETERNA JUVENTUDE; deve ter sido concebido por médicos ortomoleculares na Suíça pela La Prairie.

Continua Sarney: “Lula agora colhe o que plantou”.
Fala-se numa “nova classe média”, a exemplo do que Clinton diagnosticou ao designar como “nova economia”, o advento da bolha das companhias pontocom. E então somos chamados a pensar o que essa mudança significa para o Brasil.
Primeiro, viramos um país de classe média, como sentenciou um grande jornal brasileiro. Segundo, a classe média sempre foi uma força social e uma alavanca para insatisfações e desejos. Seu primeiro sonho, ao ganhar mais dinheiro, é render-se ao consumismo hedonista e incorporar a seus hábitos celular, carro, viagens, grifes e toda essa parafernália milagrosa que é anunciada nas polishops.”

PÁRA, PÁRA, PÁRA, ZÉ Sarney! Pelo amor de deus, pára! Sei que você se ama, eu te amo, todos te amam, a Jordânia te Amam, mas como foi esse manifesto dadaísta?

COMO FOI ESSE MANIFESTO DADAÍSTA, SARNEY?

Pro Geisel você falava uma coisa, pro Tancredo outra, na tua gestão você… Não, essa não! Lula o quê?

Alguém tem que ligar a LUZ e mandar aquele facho enorme e pedir que George Bush ou a Barack Obama que venham salvar a alma perdida de Sarney. Daqui a pouco ele estará ingressando nas Forcas Armadas Revolucionárias Colombianas (FARCs) dizendo que elas são o supra sumo da classe média Florestal! Sim, acho que lá em Brasília ou no DF tudo é possível.

Articulistas do Congresso e do Senado entendem que não existe nenhuma equivalência moral numa sociedade livre: é só chutar mentiras e usar a mídia pra que as propague! O resto vira uma enorme cena de destruição em massa, que se auto-nutre da própria carcaça que cria! Nojo!

Talvez no futuro veremos Lula no papel de Batman e Sarney como o eterno Robin.

Uma terra inventada por Duchamp, Lewis Carroll e Samuel Beckett, uma Triste Terra do Nunca onde se Espera algo prometido mas que nunca vem, algo extremamente fundamentalista mas fundamentado no NADA, assim como tratado surreal de Breton, o papa do surrealismo.

Mas quem sou eu para usar a máscara da verdade, não é mesmo? Vou andar um pouco em Parliament Hill Fields e ver se minha cabeça cabe num buraco e se minha tolerância ou nível de intolerância ainda caminha na medida da minha generosidade. Sim, porque me senti ofendido com esse artigo de José Sarney. Juro que sempre gostei dele, até hoje de manhã, horário GMT.

Afinal, artista não precisa ter compromisso com a verdade: político sim: quem destrói para construir é aquele que consegue transformar o mundo num abrir e fechar de olhos e deixar todo mundo de pé, plantado em seu próprio mijo, sem ter o que dizer. Não à toa o urinol de Duchamp foi um dos primeiros ‘ready-mades’, um combate contra a arte artesanal, a pintura e a escultura tradicionais… A política de Sarney está MORTA, sim (moribunda, pelo menos) (estou me plagiando: esse último parágrafo está sendo copiado de um texto meu sobre Duchamp aqui do Blog e pra Folha). E faz anos que eles, os políticos, fazem como o BATMAM: filminho de representação infantil em torno de seu funeral dark para nos salvar do TERROR de nossos PESADELOS, como o Coringa ou algum PINGUIM!. Não passamos é de canastrões de última categoria, governados por CANASTRÕES ainda piores, como Lula, Bush e, que me perdoem… vou vomitar: estou sem o meu estoque de anti-ácido! No céu somente um sinal de luz: um enorme H

Hiroshima?

Hemingway?

Hidrogênio?

GERALD THOMAS

(Vamp na edição)

PS 1- Obrigado a todos; obrigado Vamp por aguentar o tranco: tem sido puxado aqui na ilha dos Mad dogs! 11 e meia da manha aqui em Londres: daqui a pouco (digo, mais tarde) escrevo algo sobre o BOICOTE as olimpiadas – A  MAIS INACREDITAVEL OVACAO A VIOLACAO AOS DIREITOS HUMANOS JA VISTA!!! UM ESPETACULO MONUMENTAL DE COMO VALIDAR  A PRISAO PERPETUA , MORTE, TORRRRRTURA, ETC, EM NOME DA LIVRE EXPRESSAO!!!!! e… um artigo que escrevi e que o Arthur Xexeo (colunista e editor do Segundo Caderno do Globo) conseguiu resgatar (thanks Xexeo!) dos arquivos) de 1999 sobre o Livro do Ruy Castro “Ela eh Carioca”, que deu inicio a lenta degradacao moral e fisica e acabou levando minha mae ao tumulo! . LOVE G

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