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Gerald Thomas fala ao GLOBO

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VERSÃO IMPRESSA

jornal o globo

(O Vampiro de Curitiba na edição)

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GERAÇÃO CARETA

GERAÇÃO CARETA

Tem uma espinha de peixe entalada na minha garganta”, me conta uma atriz. “Já fui várias vezes no otorrino e ele diz que não tem nada ali… mas eu sinto ela lá”. Já um dos atores, quase quieto ou cabisbaixo, diz que gostaria de dizer tanta coisa , mas tanta coisa, mas não sabe como e nem por onde começar.

Olha só que loucura! Estou cercado de gente na faixa dos 25 pra 30 anos. Nunca me senti cercado por gente tão careta em toda minha vida.

Careta? Como definir?

Sim. O artista tem que merecer estar no palco. Tem que merecer estar ali no foco de luz enquanto a platéia está escura. E, para isso, tem que ter experiências de VIDA que gente da platéia não tem, não tem CORAGEM de ter (barreiras de todas as formas, tabus, sexualidade mal resolvida, etc).

Hoje em dia as coisas mudaram. A PLATÉIA parece ser mais interessante que o pessoal do palco. Não é difícil entender porquê. Numa sociedade disfuncional como a de hoje, onde cada um vem se rastejando de um canto e se segurando onde pode, atores e gente de palco deveriam estar SEMPRE léguas na frente. Experiências na frente. Para poder contar ou contra-propôr esse “algo” que está proposto pelo status quo.

Não é o caso. Os atores se chocam com as mesmas coisas que a Da. Maria do Interior das Pratarias se choca. Se despedem com a mesma distância que Da. Maria se despede ao sair da Igreja aos domingos e encaram a vida no palco como se fosse uma ciência: não é!

Existem MUITAS E VÁRIAS crises no teatro. Ás vezes não se tem o que dizer mesmo. Ás vezes não nos deixam dizê-lo. Ás vezes existem tantas coisas para serem ditas que é necessário acionar um freio de mão para que a coisa não se torne hemorrágica. E agora, nesse instante, EU SINTO, que estou batendo com a cabeça na parede criando galos que não cantam, galinhas que não chocam, ovos que não estalam. “Eu tento, entende Gerald? Eu tento chegar… mas não consigo.”

GT: “Tenta chegar? Mas como? Você já não está aqui?

Tento chegar a essa coisa proposta” , me conta uma outra atriz, “mas ela está longe de mim”.

Medo. Muito medo. Medo de se arriscar. O pior é que a arte nunca existiu sem RISCO. Melhor ainda: a arte vive do próprio RISCO!

O resto, o mundo lá fora resolve.

Ou não, como sempre foi o caso.

Gerald Thomas

Num engarrafamento existencial de São Paulo

(Vamp, com saudades, na edição)

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TOLERÂNCIA ZERO

TOLERÂNCIA ZERO – possivelmente um último artigo TEXTO REVISADO (elogiando os dois comentarios escolhidos para ilustrar o texto: o do Carlos e o do Anonimyous)

“’Terra de maluco’, você quer dizer, o Blog”?- indago a uma amiga que me escreve indignada.

 Mas, caramba, qual é o nível de tolerância que se quer ou se exige de uma legião de pessoas que interagem e discordam sobre temas? “Você quer um “designer blog”, feito só para você? “Sim, muitos blogs são pura “self promotion”, muitos são somente sobre UM assunto e muitos são sobre aquele assunto específico.

 Ontem mesmo, o IG quis me classificar como “aquele que escreve sobre teatro”. Reclamei dizendo que posso até ver o mundo e suas (idiot)sincrasias a partir de referências teatrais. Afinal, as grandes obras de grandes dramaturgos olhavam para o palco do mundo e faziam dele uma maquete para o seu pequeno microcosmo.

Mas não escrevo sobre teatro e sim eu “fervo” sobre eventos do mundo atual. Atual? Não, que atual nada. Eu trago para a atualidade “coisas” como no texto de ontem, tipo o Muro de Berlin, ou levo para a perspectiva histórica a lenta e gradual morte de Amy Winehouse. Ou ainda falo de Cartola como se ele estivesse onipresente. Meto o pau na imprensa toda por ser um monólito – monobloco, monocordio,  incapaz de enxergar o homem LIVRE nesse labirinto de seres humanos em busca de uma identidade digna num mundo de regimes xenofóbicos e fundamentalistas. Ah, sim… Muitos estão para renunciar e muitos oportunizam a situação. Muitos, como o Sarkozy, são presidentes que são mera “photo opportunity”, mas como nada tenho a ver com a “Vive la France”, não serei eu a meter o pau nele. Dona Carla fará isso!

Não, não escrevo sobre teatro. Escrevo sobre a teatralização ou a bestialização do absurdo que as coisas tomam em sua dimensão quando nicknames e pseudônimos começam a travar uma guerra entre sí e o tema da matéria fica completamente esquecida: dedos em riste, os blogueiros me chamam de qualquer nome, me advertem com o indicador no meu nariz e dizem tudo aquilo que eu já sei e já vivi (mas que eles não têm noção de que eu já vivi), entende, dona Maria? Porque naquele momento o brio e brilho são somente DELES, ou melhor, de vocês. E ameaçam: “Nunca mais entrarei nesse blog!”

Eu ameaço de volta: “estou fechando o blog”. Criando, assim, uma típica e dupla e tripla  e volúptica relação passional ‘dramática e teatral” sim, só que não descrita por mim, mas pairando no ar. Alguns voltam, eu volto. Alguns jamais voltarão, pro bem de ambos. Nervos estressados, unhas roídas, mas todos com as portas entreabertas, ou semi-fechadas, ou olhos bem fechados e ouvidos bem abertos! Os egos estão feridos!

Vocês só querem ler aquilo que  acomode as banalidades  que lhes facilitam a vida? Mesmo? Tem tanto blog de auto-ajuda por aí… Tem tanto teatro que tem a fórmula do choro por aí, colocando gente pelo ladrão! E Tem-Tanto-Político-Enchendo-os-Bolsos-com-o-Teu-Dinheiro (TTPEBTD) fazendo isso descaradamente e impunemente… Eu, Mané? Tô fora!

Olhem só esses dois comentários do post abaixo, sobre Tio Sam: Isso sim da alegria de ler:

Carlos, EX-BLOGUEIRO:

“Como eu dizia mais acima: a facilidade de se opinar não significa que não temos que ter responsabilidade sobre o que é escrito!

A questão dos EUA, dos brasileiros, dos imigrantes, enfim, é muito, muito mais complexa do que dizer que um é melhor do que o outro, ou de atacar um país e defender o outro. Pela própria história dos EUA, desde seu princípio, a questão da liberdade e da ideologia americana é extremamente complexa!! Não dá pra analisar só o que é bom ou só o que é ruim!!
Vamos com calma nessas discussões.

Eu lia na Economist sobre aquele monumento em Mount Rushmore, aquele com as figuras de George Washington, Lincoln, etc, encravadas nas pedras no alto da montanha. Pois bem, para os índios que ainda vivem naquela região, o monumento é o próprio símbolo do total desrespeito e descaso contra eles. Isso porque era uma região que pertencia (e teoricamente ainda pertence) aos índios Sioux e que foi violentada (assim como ocorreu no Brasil…etc). E porque me refiro a isso??? Justamente pra mostrar a complexidade dessas questões!! De um lado, o ideal Republicano, a independência dos EUA, a essência de uma nova Nação, a liberdade do cidadão americano contra a exploração dos Ingleses, do outro os seres humanos que já estavam ali e que foram massacrados pelo homem branco em sua NECESSIDADE de criar um Mundo Novo. O fato de milhões de latinos terem “invadido” Los Angeles (olhem o nome da cidade, é inglês?) tem diversas causas que vão lá pro século XVIII!!! Em dez segundos, olhem o que achei nessa nossa internet: “In 1781, 44 settlers of mixed Spanish, Indian, and African descent staked out turf for the pueblo that would become Los Angeles”.
E depois disso teve a guerra entre México e EUA, onde o Estado do Texas foi anexado aos EUA…ou seja, CLARO que existem milhões e milhões de mexicanos nos EUA. FORA ISSO, a corrupção, a pobreza no México é ENDÊMICA. Assim como no Brasil. Oras…pra onde ir??? Claro que o caminho é os Estados Unidos!!! Daí origina os ilegais os muros, a polícia…etc,etc….VAMOS PESQUISAR sobre os assuntos ANTES de colocar frases feitas, antes de tomar posições maniqueístas sobre as coisas! Esse é o grau de complexidade de um pequeno sub-tópico: Estados Unidos e imigração!! A coisa vai longe!!
O blog pode ser uma grande ferramenta pra educar a todos.
Precisa calma…de todos os lados…”(fim).

E tem mais esse:

Enviado por: Aninomyous

“Ser anti ou não ser é social demais para mim, intelectual demais para um insignificante ser humano como eu, so que dentro da minha lucidez quero falar um pouco de Deus, apenas na parte que me toca….na verdade, todos são responsáveis por seus atos, diferentemente de religião ou política que são SEMPRE eventos SOCIAIS, eu busco sim a Deus, só que isoladamente, confesso que também não sou totalmente AMOR como deveria ser ao me chamar de Cristão, ou se puder escolher eu encarar Deus na forma Humana, face a face, saber que ele sentiu na ‘pele’ o que é ser Homem e que talvez até ele tenha sofrido mais que eu, até pelos ‘meus’ pecados…sem ataques pessoais, nem qualquer tipo de agressões…afirmo que pude apreciar sempre e encontrar o centro de minha ignorância, não nego ter ela e que ela é tão infinita quanto o vazio que cerca minha existência! não me envergonho pois uso esse vazio para preencher com um pouco do que se manifesta em meus atos, meus objetivos e minha personalidade, consciente ou inconsciente…mais tolo seria eu querer me dizer responsável por mim, querer me ‘chamar’ de EU…Eu isso…Eu aquilo…se simplesmente não sou nada! 
Eu poderia ‘guardar’ comigo todos os elogios ou críticas, me encher de vaidade ou cair na maior deprê…só que…não sou nada! não vou reter mais do que as escolhas que eu mesmo fiz em meu caminho, e trato da mesma forma aos elogios e críticas…prefiro não tê-los, ser anônimo embora reconhecidamente individual…mas não é de mim que eu quero falar aos incredulos, mas de Deus! no pouco de experiência que eu tenho nesta busca, pelo que eu saiba, nenhum gênio da Humanidade se fez sozinho, sequer algum deles ou sua tão bajulada Ciência fez algo do nada, e de vazio eu entendo, porque nossas mães não tem o conhecimento para nos gerar, e mesmo assim o fazem (inicialmente no mó prazer, depois na mó paciência, pra finalmente nos conceber geralmente com grande dor) tudo bem, me chamem de FDP pois sou mesmo! mas minha mãezinha éra uma santa….eu sou, não ela! ok?
Pelo contrário, quanto mais ignorantes mais filhos elas ‘fazem’…tudo isso desde a mais remota era…independente de falar da teoria o sujeitinho x ou y, eu queria dizer que para ‘mim’ pessoalmente, mesmo eu sendo um FDP, tendo gente que eu simplesmente ‘esmagaria’ feito uma ‘barata’, ainda sim acho tudo isso sagrado…’amo muito tudo isso’ apenas pelo verdadeiro Rei, estes corpos são templos onde habitam nossos espíritos (de porco ou não) sagrados porém, embora quase sempre habitados por espiritos sem fé…já chego lá…calma…toda essa experiência para a infelicidade dos egoistas e materialistas não é voltada ao sujeito deles, mas sim para Deus e sua Obra…pobres tolos não sabem que estão na História Dele e não são nada, porque se ou quando Deus lhes retirar isso, nem isso eles poderão ter mais…porém outra revelação é que faz com que me toque a parte Cristã, e somente por Ele é que perco meu Sagrado tempo de vida em responder assim…é que aqueles que escolhem ser ‘pecado’ assim serão, serão um com o pecado, e os que escolhem ser ‘espírito’ assim serão, um com o Espírito…porém Deus é espírito, e aqui temos o Holy Gost (assim escreve?) Espírito Santo de Deus…o que retorna à questão, se vc não é nada e tem a oportunidade de ser, escolhe não ser? esse é o direito da livre escolha, e em seu livre arbítrio não dirás nunca ter sido avisado das consequências, pois antes este corpo não é teu, mas grava tudo que faz, pensa ou vê, é testemunha dos outros, mas mais ainda é mais testemunha de ti…pode ser ele a te julgar no teu fim! com tua imagem serás condenado pois teu corpo grava tudo o que vc pensa ser em suas atitudes esnobes.
Obrigado a quem ler isso…eu não quero converter ninguém e nem dizer essa ou aquela religião, só deixar um pouco da minha insignificância no ar se assim for permitido.” (fim).

Não sei muito explicar porque selecionei esses dois comentários (ou melhor: sei sim, Sao GENIAIS!!!), para explicar  o seguinte: Sinceramente não sei se vale a pena, para mim, dramaturgo e diretor (que não pára quieto,  pulando de país em país), reportando suas viagens, ponto e vírgula… e essas reportagens poderiam ser “ducacete”, mas não! PARECEM SER OFENSAS PESSOAIS a maioria de VOCÊS leitores e isso eu não entendo, pôrra! Plagiando Tom Jobim nesses 50 anos de bossa nova: “No Brasil, o sucesso alheio é OFENSA PESSOAL.”

Sim, o Brasil tem uma questão SERíSSIMA com a questão do “outro”. “Inveja” seria dizer pouco.

 Se sou feliz? Isso não é da conta de vocês. Meu erro foi contar muito da minha vida pessoal. O que vocês  acham é sempre PREconceituso. Se sou feliz? Vocês acham que estou por aí “TURISTANDO”?

Não preciso me justificar para vocês!

Mas uma coisa é séria: não acredito mais nessa forma de ser julgado. Aceito que o texto seja lido e, pra quem tiver tido alguma experiência relativa ao texto, ótimo: se manifeste. Mas não: “EU ODEIO os EUA!” (de gente que nunca pisou aqui e equaciona governo e política com vida: isso seria equacionar o período da DITADURA MILITAR BRASILEIRA COM A POPULAÇÃO DA ÉPOCA. FAZ SENTIDO?)

NÂO MESMO! Mas o clichê mais forte do PREconceito é o de criar uma máscara pronta e vestir o inimigo com a cara de um fantasma qualquer que odiamos!

Muito menos acredito nessa forma de ainda persistir em escrever pessoalmente para alguns amigos e amigas, para saber o que aconteceu, e levar uma esnobada! No way! Tem me acontecido isso nesse ano de 2008. Devem ser os planetas. Deve ser o Clarke Kent. Sei que sei muito as coisas que não sei ainda, mas nunca cansarei de ir atrás porque a internet não é e nunca foi a minha prioridade, e sim, o palco, a literatura.

Vou ficando por aqui. Confesso que não está sendo fácil ser racional, formular algo sóbrio num estado sóbrio. Não deve ter sido fácil se despedir em vida de alguém que ainda não morreu. Mas estou em luto ou de luto e num estado difícil de descrever.

Talvez a melhor maneira será mesmo a de não escrever. Dessa forma ficarei mais focado em meu trabalho teatral e o IG poderá, com orgulho, me classificar como um “escritor teatral”.  No meio tempo, esse “meantime”, que é “mean” enquanto também é “time”, malvado como ele, só esse tempo, me dará a chance de viver a Convenção dos Democratas em Denver, desenvolver os trabalhos de ópera e teatro que estão mais que devidos e parar de responder como um RÉU DIÁRIO as mais ridículas acusações.

Desejo a vocês tudo de bom. E, do fundo do meu coração, eu agradeço. Mesmo! E, me autoplagiando (da peça “Ventriloquist”): “Vou sentir saudades. Vou mesmo!”

LOVE

Gerald Thomas

New York 15 de agosto de 2008

(Vamp, na última edição)

tres comentarios (2 a favor, 1 contra)

 

  1. Enviado por: Sergio FonsecaPrezado Gerald Thomas,
    Gostaria de fazer um apelo a voce para que continue articulando o seu blog. Voce é especial e seus textos são diferentes, contém algo de vivo, na verdade, vital para o nosso espírito pós-moderno de insatisfação total com tudo e todos. Não é só o “seu” teatro e a sua biografia, os seus pensamentos são um emaranhado de sentimentos fortes, contraditórios e vivos. Exatamente como é a vida pós-moderna. Não sei se voce vê algo na pós-modernidade ou se vê mesmo a pós-modernidade, de qualquer forma o seu itinerário intelectual e biográfico lhe põe no centro da pós-modernidade. Para nós é uma oportunidade magnífica de ver o grande autor teatral lidando com as questões atuais, mostrando nas entre-linhas como que é gestado no coração e na mente de um dramartugo as idéias e percepções das criações artisticas. Não vá Thomas, não nos deixe sós!
  2. 15/08/2008 – 11:03Enviado por: Jose Pacheco FilhoPessoal atenção.
    Vamos nos unir e solicitar ao maquinista que não deixe o nosso trem sem condutor. Já deu para notar que forçando a barra nós podemos conseguir uma reconsideração.Quem sabe poderemos ter mais lá na frente um:-diga aos blogueiros que fico.O maquinista toma seu lugar.O trem retorna seu caminho e damos o assunto por encerrado.E eu ficarei feliz continuando esta viagem que eu mal comecei a tomar gosto e de repente vi a ameaça de ter que ficar no meio do caminho.Vampiro você que é mais chegado em relacionamento faça um apelo de caráter pessoal.Ou outros ai que estão viajando a mais tempo do que eu.Apelem,apelem e apelem.Mais valem as lagrimas de não ter vencido do que a vergonha de não ter lutado(esta frase eu copiei em um bar de Santa Catarina e nem sei porque me recordei agora.Mas parece que ficou bacana e assim vou encerrando.Obrigado.
    Pacheco.
  3. 15/08/2008 – 11:14Enviado por: Rogério SimõesNa era do marketing tudo vira produto e se é um produto tem que ter um rótulo com as informações bem explicadas, quer dizer mastigadas.
    Não tem problema não, pessoas como você são extremamente necessárias, esse blog fecha aqui, mas já já estará aberto em outro lugar.
mais um (bem legal)
15/08/2008 – 12:41Enviado por: StefanoDa minha parte posso apenas dizer: debate! Acho que o que pegou mesmo foi que o texto de Gerald, seu texto sobre Tio Sam, acabou colocando você na defensiva no DEBATE. Eu, que não tenho contato nem relações aqui – só entrei umas 3 vezes, acabei citando Guantánamo e aí a coisa pegou fogo. Você se sentiu forçado a explicar o óbvio, como disse, é contra qualquer tipo de tortura . Cansativo manter um blog polêmico, com certeza há que se por na balança, prejuXbenefício. Não foi nada de bobeira, tipo você é isso, você é aquilo, foi a hiperexposição, como se você, Gerald, tivesse que justificar suas posições e firmá-las, mas e se você não tem a convicção da certeza das idéias? Obrigar-se a uma coerência cansa também. Espero que o blog continue, mesmo que eu apenas seja um leitor casual, há muita coisa mesmo para se fazer na vida. Abração GealdThomas e aos demais participantes.   

 

O CORVO (daqui a pouco te publico aqui, mas o espaco esta diminuindo)

marden bretas, cade tu?

 

 

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