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Um Ano de Blog no IG

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 .          (Antes do Blog, em Paris)                                      (Depois do Blog)

 

New York – Miami: Cinco anos e meio de Blog corrente, de conta corrente que não se esgota, graças a vocês! Hoje, exatamente hoje, esse Blog comemora um ano aqui no IG.

E, no entanto, os espelhos!  Estejam lá onde estiverem (os espelhos), são somente humanos. Retratam nossa dor. Retratam nosso humor. Retratam nossa estima. Meu medo? Quem estaria ou estará atrás desses espelhos! Quem nos vê da maneira que ninguém mais nos vê. Ou seja: Quem enxerga MESMO, de verdade, nossa alma?

Alma, aquilo que poucos conseguiram até hoje retratar.

Esse ano passou como uma flecha! Foi um ano devotado, praticamente todo ele, á eleição de Barack Obama. Foi, de minha parte, uma tensão doida!

Tem um corpo morto no chão, aqui do meu lado, enquanto escrevo. Sou eu mesmo. Não me reconheço mais. Parte de mim se foi. E não estou tentando brincar com palavras, não estou tentando fazer joguinho com as parolas. Sim, morri de várias formas. Fui traído por vários amigos. Ainda não sei muito bem por quê. Talvez um dia saiba.

Blog traz dessas coisas: em teatro temos um mundo muito EXPLOSIVO. Ele se mostra na hora. O aplauso ou a vaia são ali mesmo, no final, quando cai o pano! Sabemos dos cochichos, sabemos do veneno, mas “sabemos”. Nossos inimigos, por assim dizer, se tornam nossos maiores amigos assim, da noite pro dia, como se nada jamais tivesse acontecido. E aceitamos isso.

A Decadência dos tempos de hoje, com tanto artista legal fazendo tanta bobagem, me choca! Deixa-me triste! Meu corpo morto aqui do lado ainda não foi achado pelo time de “Law & Order Special Victims Unit”. No momento em que encontrarem esse meu corpo em decomposição, constatarão que ele foi molestado, espancado, torturado por tanta, mas tanta burrice, tanta besteira e tanta pobreza cultural que ele leu nesse último ano. E o médico legista não terá um diagnóstico! Aliás, não há!

É de se questionar tudo mesmo: em que ponto de nossa cultura estamos? Como nos vemos? Quem nos vê? Como somos enxergados? Se Richard Wagner nos visse hoje (seu aniversário, by the way), como ele nos veria?

Obama tenta imprimir nessa linda terra nossa uma proposta de um NOVO SISTEMA LEGAL em que terroristas  poderiam ser presos ou detidos por um tempo prolongado DENTRO dos USA (sem julgamento em vista). Qual a diferença entre isso e Guantánamo? É que aqui dentro eles teriam acesso ao sistema judicial. “Ou se prova que são culpados, ou deixa-os andar”.

A Arábia Saudita está conduzindo um programa de reabilitação de ex-membros do Al Qaeda. Entre erros e acertos, a margem é de 80 por cento.

Meu corpo morto aqui do lado, infestado de Kafkas, de Becketts, de Orwells, de uma literatura praticamente obsoleta quando olho essas estantes (retornei pra casa ontem e ainda olho tudo numa ressaca terrível), vejo esses volumes de Joyce, de Gertrude Stein, de sei lá quem. Não nasci com um nome bom. Quem dera. Deram-me um nome vulgar.

Sim, agradeço muitíssimo aos meus mestres! E como! Eles têm nomes sonoros. Mas na autópsia desse corpo não sairão sons. Nunca sai som, a não ser o som do vento armazenado nas entranhas, nos intestinos, o som dos gases, o som gutural do tempo perdido de Proust, o som de certa amargura por não ter sido entendido por A, B ou C.

Escreve o leitor “José Augusto Barnabé”: 

“O Gerald, chegou a hora definitiva de a arte e a criação representar pelos seus meios, o futuro.Acho que Da Vinci foi o último, nos seus escritos e desenhos, que geram até hoje controvérsias e discussões.Não há mais espaço para Inquisições, que se mostrou uma fraude política.O Artista tem que achar forças para se desvincular do Sistema, ser um pouco Iluminatti, escancarando até essas próprias sociedades secretas, também fraudulentas, e criar.Na imaginação está o nosso gene, e o artista que tem o dom da sensibilidade, a aplica melhor.O Planeta está mudando rapidamente, e não é coisa para 500 anos como na época do Da Vinci. É coisa para já.Se os artistas não perceberem, vão deixar de existir e continuar sendo os BOBOS DA CÔRTE.Ficção? não sei. E o Sistema não o é?Você não tem nada para comentar, porém tem muita coisa a fazer, se não desocupa a moita, meu caro”.

Difícil, muitíssimo difícil responder qualquer coisa que coloque Leonardo Da Vinci no meio. Até Shakespeare, em sua última peça, “A Tempestade” (praticamente autobiográfica), se viu num espelho e enxergou um futuro não sangrento. Foi a única tragédia desse magnífico gênio não sangrenta: Prospero, o personagem principal, era um Leonardo. Mas era também um Duque deposto. Era um ILHADO, era alguém que tinha o poder da mágica reduzido aos confins do palco.

Tudo é sempre uma metáfora.

Há um ano, nesse blog, escrevo parte em metáforas, citando meus mestres, citando minhas angústias. Criei um enorme e lindo círculo de amigos. Vocês, os leitores.

Mas as metáforas estão fadadas a ter um limite, a esbarrar na moldura do espelho ou refletirem a luz que vem de fora e, portanto, ofuscarem a imagem real que o espelho deveria estar mostrando. Sim, escapismo.

Escreve o “Capitão Roberto Nascimento”:

Gerald Thomas meu querido cabeludo, que beleza esse texto rapaz! Não é um texto de moleque, de fanfarrão!!É UM TEXTO PARA QUEM USA FARDA PRETA E COLETE; MAS É PARA SE REFLETIR SOBRE O QUE ESTÁ ACONTECENDO.Eu penso: no BOPE, a gente não pode pensar muito NA HORA; mas devemos pensar antes, no treinamento, para que a ação seja EFICAZ COMO O SILÊNCIO DO FUNDO DO MAR.Nossa missão é subir o morro e deixar corpo de narcotraficante no chão. Pode parecer nazismo, mas, para mim, NAZISMO É DEIXAR OS NAROTRAFICANTES DOMINAREM O MORRO, OPRIMINDO CENTENAS DE MILHARES DE POBRES FAVELADOS.O teu silêncio, Gerald, chega como um abraço. O teu silêncio é o silêncio do preto da minha farda, do frio do meu fuzil, antes da ação.E nós agimos em silêncio Gerald. Quem faz festa é bandido. Quem solta rojão é traficante.A lei é fria e silenciosa. COMO O TSUNAMI QUE NASCE NO FUNDO DO MAR.”

Tudo é sempre uma metáfora. Nem tudo sempre é uma metáfora. Muitos de vocês, leitores, lidam com a vida REAL. E isso, muitas vezes, me assusta. Por quê? Não sei.

Ontem, ainda em Miami, a caminho daqui, um velho, obviamente cubano, enrolado na bandeira americana, trazia, trêmulo, a sua bandeja com um croissant, café, um ovo, etc. Sua cara marcada pelo tempo e sua elegância deixavam claro não tratar-se de um “daqueles” milhões de cubanos que povoam Miami (pra onde eu vou 3 vezes ao ano). Tive uma enorme vontade de cobrir-lhe de perguntas. Muitos milhares de perguntas. Ele me olhava. Eu o olhava. Estamos em pleno feriado de “Memorial Day”, dia dos caídos em combate, em guerras passadas. Os USA em guerra constante!

Mas pensei e pensei. Não, melhor não. De repente, assim como já foi com tantos outros seres interessantes, ele vai vir com uma dessas “verdades universais” ou com a “ordem do universo” e despejar tudo isso sobre a minha bandeja. Isso me aconteceu no Arizona com indígenas que “ouviam deus” ou na Chapada da Diamantina e mesmo na Cornualia.  São seres simples e que tremem, elegantes. Mas que quando perguntados, são verdadeiras “torneiras da verdade”. E eu não suporto mais a quantidade de verdades que existem por aí.

Tive medo de fazer perguntas a um simples ser que poderia ter me contado a sua história de vida. Mas tive medo. Arreguei.

Como pode ser isso? Medo de seres místicos? Eu? Medo de ouvir sobre Eric Von Denicken e os deuses que eram astronautas? Logo eu? Quem te viu e quem te vê, Gerald!

Já ouvi que a minha cara era o mapa de Hiroshima. Então, do que ter medo?

Exaustão chama-se isso. Falta de espaço aqui dentro. E isso me preocupa.

Sim, assim como no texto anterior: “Sinto-me como uma massa, como uma pasta, irregular, inexplicável, triste, vazia, ruidosa, sem nada a declarar e, no entanto, querendo dizer tanta, mas tanta coisa e… sem conseguir dizê-lo.”

Nem tudo sempre é uma metáfora. Às vezes esse corpo morto aqui do meu lado tentou atravessar o espelho vezes demais ou tentou atravessar espelhos espessos demais.

Faz parte da minha profissão: o risco. Como me sinto? Esgotado. Acabado. Esse (que ainda vive) olha praquele que está morto e pensa: será esse o meu futuro? Caramba!

Parece mesmo um conto de Poe! Ou um Borges mal escrito. Somos tantos e não somos porra nenhuma. No texto anterior, “NADA A DECLARAR”, fiz uma declaração de amor a tudo que sinto, de verdade, ao vazio, ao TUDO a Declarar, como o Pacheco detectou.

Mas e agora, José? Um ano e não sei quantos artigos. A partir de hoje estamos sem contrato. Como diria meu mestre Samuel Beckett: “Não Posso Continuar: Hei de Continuar!”

Em inglês soa melhor:

I Can’t Go On. I’ll Go ON!

Muito Obrigado por tudo!

Coberto de emoção e lágrimas vendo o mundo numa relativa paz e, no entanto, atravessando o maior período de mediocridade em décadas, se desmanchando num milk shake insosso e azedo, esperando um Moisés que ainda nem subiu o Monte Sinai, porque lá nada existe!

O deserto está realmente repleto de areia mesmo. E ela está em nossos sapatos.

 

LOVE

Gerald

 

Gerald Thomas, 23/Maio/2009

  

(O Vampiro de Curitiba na edição)

 

 

 

 

 

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Conversa virtual com blogueiro Marden Bretas: homofobia parte 2 EXTRA EXTRA: machos ultra machos pegos em flagra num resort brasileiro numa orgia homo exclamando "oh my god!"

O nascer do sol sobre Seul, oh, desculpe, Sao Paulo. O Carrasco Karalzic pego trepando com homens. A Homofobia deu tres passos a frente: os pitbull boys estao a 120 por hora e agora sera a vez de Roberto Carlos: E que tudo mais va pro Inferno! Conversa DU Karalzic!

Conversa virtual com Marden Bretas:

Marden: A baderna homofóbica começou por causa de uma abordagem,vamos dizer assim,pessimista em relação à arte moderna:Duchamp e o fim da arte.Qual é o fundo disto e que leitura minuciosa,nas entrelinhas,podemos tirar desse fato.Ora bolas!Existem centenas de homofóbicos com ilustrações de obras de Duchamp penduradas na parede do quarto ou gente apaixonada pelas instalações,happenings e outras manifestações modernas a ponto de perder as estribeiras e partir para a baixaria!

Gerald: Eu sei mas era isso que eu queria te dizer naquele email que te mandei e que….

Marden: Pessoalmente,talvez com um pouco de ingenuidade oscilante na cabeça,eu não acredito no fim da arte.Não sei se o Gerald coloca no quesito arte todas as variantes artísticas,ou seja,literatura,teatro,poesia.O que perturba a vanguarda de hoje,talvez,seja seu rodopio permanente,sempre no mesmo paradigma.Realmente,não há avanço.Se,ao analisar uma pintura de Picasso,podemos enxergar a influência de Cézanne,é fácil perceber,além disso,o avanço,o passo a frente.E o teatro,hoje,querendo ser vanguarda,não consegue sair do paradigma Gerald Thomas.É difícil superar os grandes modelos.

Gerald – Marden: Não! A arte que se produziu e esta pendurada nos museus do mundo ainda pulsa e esta PROFUNDAMENTE VIVA, apesar de seus autores estarem de fato, mortos. Mas nada me emociona mais do que estar diante de uma tela de Bacon, Rothko, Pollock ou diante de uma peca de Duchamp ou uma tela de Ernst ou Klee, sei la quem….ficar numa passagem de ano na (ex) Paula Cooper Gallery ouvindo “The Making of Americans” da Gertrude Stein ou ter um bom Ernest Hemingway na minha bolsa (essa que rodo quando tenho que fazer miche, miche no Central Park junto com o Richard Quest da CNN)…..Nada como um pouco de “coisa boa” dentro da bolsa. Ah, tem que ser uma bolsa de couro. Não pode ser bolsa esmola!

Marden: Os trombadinhas da internet fazem barulho,tiram qualquer um do sério.

Gerald: Sabe que eu me diverti? Achei os machos orgiasticos homofobicos que nem o carrasco Du Karalzic, digo , do caralho!

Marden: Eu,da minha parte,acho até positivo como termômetro,como pesquisa instantânea:num passe de mágica,descobrimos ,com uma porcentagem quase precisa,o que anda pensando a imbecilidade coletiva.Hoje de tarde,lendo os comentários,de certa forma mais comedidos,fiquei perplexo que alguns tinham um texto articulado,com redação pronta e tudo.Um certo André,por exemplo,fez um verdadeiro manifesto de intolerância,de aberta burrice e espírito tacanho,mas num argumento razoavelmente bem escrito,claro,transparente em sua miopia.

Gerald: Claro. Tem muita gente boa. São eles, na verdade que me fazem continuar. O mantra Beckettiano (e não Beckettiniano como usam alguns desinformados) era “I can’t go on. I’ll go on”. (não posso continuar. Continuarei) Existem ali comentários memoráveis, tanto e que respondi a vários no sentido bom da palavra.

Marden: Teve um sujeito que teve a cara de pau de defender Hitler, de relativizar a barbárie do holocausto.

Gerald: Gostaria de ver seus antepassados fritos, assados em câmaras de gás, como os meus foram! Ha! ha! Aos pouquinhos virando farinha de trigo e entregue aos traficantes do “morro do alemão”. Ah Slobodan Milosovec, Agora que pegaram teu amiguinho hein? Havera um orgia de machos no ceu?????? Com uma pica de aco ou com regida pelo mestre Picasso?

Marden: Teve gente que lembrou do episódio da bunda na encenação do Tristão e Isolda e,portanto,tudo era válido,a língua podia andar solta e sem réplica.Até onde eu sei, voce só arriou as calças,num gesto reativo a um punhado de frases racistas, antijudáicas e tal,por um bando de wagnerianos nazistas.

Gerald: Justamente. A matéria do New York Times deixa isso muito claro (ah, esqueci que homofobico não sabe ler inglês!) sorry!

Marden: Eu que descobri a possibilidade da beleza na música ao ouvir essa ópera,há bem mais de dez anos,na Rádio Mec,só posso sentir repugnância de quem é capaz de defender grupinhos nazistas e,ao mesmo tempo,de colocar o Liebestod no aparelho de som.Obviamente,conheço as posições antisemitas de Wagner,do Terceiro Reich,etc.

Gerald: Mas o problema de um pais onde não ha cultura mas o “sensasionalismo em cima da noticia ou do fato”, como o Caio Túlio explicava ontem no Roda Viva, eh que o publico so lembra da headline ou daquilo que lhe convem na hora de JULGAR, porque somos constantemente JULGADOS e condenados mesmo antes de passarmos pelo processo dito judicial (se esse tivesse sido o caso).

Marden: Gerald,obrigado pelas palavras de outro dia.

Gerald: Obrigado a você e, sinceramente não entendo porque você não respondeu meu email pessoal….

Marden: Depois do último comentário,eu tinha largado o computador e tinha ido por meu quarto pegar o livro e prosseguir na leitura da véspera. Estou no último volume do Em Busca do Tempo Perdido.

Gerald: Proust sempre passa a ser uma boa opção pra escapar dessa toilette publica desses recalcados!

Marden: Proust É a minha paixão do momento,fazendo do meu próprio tempo um prisioneiro contínuo.Só no outro dia li sua resposta:fiquei sinceramente emocionado.Por favor,não vai acabar com um blog tão crítico e diferenciado só por causa de uns recalcados e de gente com titica na cabeça.

Gerald: Acabar? Por causa de imbecis provincianos e xenofobicos? Jamais, nunca! Pra que eu acabe com o Blog teria que ser por uma razão muito forte como por exemplo……deixa me ver…..ah já sei: se alguém me desse um quadro de Portinari de presente. Acho que nem fecharia o Blog per se, mas de tanto vomitar, de tanto vomitar, eu ficaria desidratado e passaria alguns dias internado no Bellevue ou no Sírio ou no Miguel Couto ou no Royal Free ou…..

Enorme abraço querido e obrigado por essa conversa virtual,

PS: Em Tempo: acabo de receber a noticia por email que quatro MACHOS acabam de ser presos por agentes de segurança da “Masculine Police” num resort brasileiro. Estavam todos nus, pênis a meia bomba, naquela posição de “choque total’ de oh my god! Quando pegos em flagra.

Estavam fazendo sexo grupal entre si, los machos heteros. De baixo da cama os seguranças acharam um pinico. Tristemente dentro do pinico, um retrato estampado…….Era um certo presidente brasileiro…Tsk Tsk…..(Lula? Não, não era ele! Era outro. Bem mais antigo. Ah não, não chegou a ser presidente não, somente liderou uma parte da massa, tratava-se do integralista Plínio Salgado mesmo)

Gerald Thomas

comentario

Enviado por: Richard Fonseca

Acho que a “conversa virtual” esclarece bem o problema do texto “fim da arte”. A segunda resposta do G. Thomas deixa muito claro o que estava em questão. Foi assim que entendi o texto original e por isso, como disse ontem, não via ali qualquer doideira ou polêmica.
Claro que soa estranho quando um artista afirma o fim da arte; parece que está fazendo uma certa apologia….. quando, na verdade, está constatando e mostrando a dificuldade que é fazer (produzir e contemplar) arte nos dias de hoje. Qualquer um que tem um posicionamento menos careta com a sua atividade soa paradoxal ou polêmico. Enquanto que os paradoxos podem oferecer a possibilidade de pensar melhor a própria atividade. Quem assistiu o Roda viva ontem viu o quanto foi difícil para o Caio Túlio mostrar para a entrevistadora o posicionamento crítico que ele alimenta acerca da relação bem aceita entre o jornalista e o publicitário. Até o final, ela queira que ele julgasse, oferecesse uma solução, fosse mais claro e menos paradoxal quanto a essa relacao. Até o final ele foi categórico e disse: eis um fato, foi isso que pensei na tese e estou discutindo….

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