NEPTUNE and all the flying sea creatures: Virginia Beach

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Pecans moles e Pecans duras !

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Mount Sinai, Virginia Beach style: Moses atop a mountain and Aaron promoting a decadent feast down below !

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“ANTROPOFAGIA” – Gerald Thomas’s version: Virginia Beach

MY NUDES: RENEWAL OF MY VOWS FROM LAST JULY

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De Niro BLASTS Trump ! Fantastic !!!!

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R.I.P. Jessye Norman – the greatest EVER !

R.I.P. JESSYE NORMAN , the GREATEST EVER VOICE and stage presence.

in her memoir, “Stand Up Straight and Sing!” (2014), she recounts meeting instances of racism. Jessye Norman: you are still and will forever be THE GREATEST

I met her in Stuttgart in 1990 but I saw her, heard here so so many times,

I am truly devastated

Gerald Thomas

NYC – Oct 1, 2019

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Um pais chamado …….

 

Beatrice Sayd – através dela (maravilhosa e, além do mais, atriz do meu DILUVIO) que consegui esse texto lindo.

O Brasil é um país formado por imigrantes e descendentes de imigrantes de todas as partes do mundo. Assim como o Seu Mamede, que veio com a família do Oriente Médio, ou o Seu Bóris e Dona Esther, que vieram do Leste Europeu fugindo de uma guerra que re-dividiu o mundo, fez desaparecer países e surgir outros novos. Aqui eles tiveram a chance de reconstruir suas vidas, criar seus filhos, seus netos, seus bisnetos… assim como os pais do padre Zoran, cujo filho hoje se dedica a cuidar de refugiados como eles. Ou os avós do nosso superdelegado Almeidinha que também não nasceram aqui. O avô era espanhol e a avó portuguesa. Até a Latifa que se converteu em Rebeca tem um avô árabe e uma avó alemã, de cabelos louros e olhos azuis. Santinha e Caetano carregam em seu sangue nordestino uma mistura de negro, índio, holandeses, franceses e portugueses. Rogério, Tomás, Marie e Martin trouxeram da África o sangue dos seus antepassados. Muitos vieram contra a vontade, na condição de escravos, mas hoje são cidadãos que vivem a sua liberdade. Que o Brasil continue sendo esse país acolhedor, com pessoas que praticam a empatia, a solidariedade, o respeito às diferenças e o amor. Que esse país, que é um grande caldeirão de raças, inspire o mundo e que não existam mais fronteiras fechadas, crianças sem pais, barcos sem portos para atracar, bombas que matam, incêndios que destroem memórias e culturas em nome da ganância e da intolerância. Que não existam mais gases lacrimogênios e sprays de pimenta que ardem, nos cegam e nos impedem de enxergar o outro. Que não se faça noite em pleno dia. Que angolanos, curdos, ciganos, bolivianos, tibetanos, palestinos, congoleses, indígenas, filipinos, sírios, cristãos, judeus, muçulmanos de Mianmar e de todo o mundo deixem de ser órfãos e possam todos ser filhos desta Terra.”

ÓRFÃOS DA TERRA
Escrita por Duca Rachid e Thelma Guedes
Direção artística Gustavo Fernandez

Nota minha: Eu não sei quem são: Duca ou a Thelma. Sei que esse texto comovente me chegou a alma via Facebook da Beatrice Sayd.

Congratulo Duca Rachid e Thelma Guedes pelo texto maravilhoso.

Gerald Thomas NYC Sept 28, 2019

O elenco de DILUVIO que inclue a Beatrice: ovação da estreia, São Paulo Nov 11, 2017

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