This is what I do to relax !

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Conversas com a minha filha (eu aqui NYC ela lá (Rio)

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Novo livro de Jardel Dias Cavalcanti: “A Pintura Intempestiva de EGAS FRANCISCO”

JARDEL DIAS CAVALCANTI

Apresentação

Gerald Thomas

Nova York

Toda obra livre deve mostrar todo o constrangimento perante a civilização organizada. Para o artista a exigência de realismo é um porre. A grande arte sempre será uma “reinvent-arte”.

Para o artista interessa o desespero de intuir a arte, não afirmá-la. Quem não tem voz, portanto, deve fazer isto: “arte pura”. Quem tem voz deve errar, acertar, cochichar e berrar a que veio e tentar poluir ao máximo a falsidade perversa escondida atrás do terrível conceito de pureza. Existe uma coisa chamada hesitação. Criar isso é o trabalho do artista.

O processo criativo tem uma extraordinária beleza obscura. A arte vem daquele impulso misterioso e de gestos irreconhecíveis, canibalescos, devoradores e belissimamente intuitivos. Por isso, em arte, o conceito serve aos teóricos, aos jornalistas, e pouco tem a ver com os artistas, envoltos no desespero da vulnerabilidade, envoltos na nebulosidade do seu próprio significado. Arte é assim: não temos nem que saber do que se trata e embarcamos…

Ser artista é quase uma questão de maturidade, de tolerância. Não ser artista e ser careta é quase uma questão de seriedade, de compromisso com uma verdade. O artista já ouviu uma verdade, já a experimentou e já a multiplicou. O artista, portanto, não tem compromisso senão com a multiplicidade do seu ser e qualquer tentativa de encaixe de um ou outro aspecto desse ser nada mais é que um mero acaso. Esse acaso é caso de ódio por parte dos que são devotos de uma verdade, aqueles pobres coitados que creem na verdade da vida.

CAPA E CONTRACAPA

O artista é sempre um estrangeiro. É ridículo que tente ser outra coisa, pois pressupõe-se que o artista é, como de costume, um excluso, um outcast, alguém que se permite citações e ilustrações que vão muito mais longe que o olho nu permite.

Artistas talvez sejam homens de lugar nenhum, atormentados pela dor do mundo.

A arte deve existir sempre, longe desse momento atual, louco e ridículo, em que debilóides viram celebridades por não serem nada.

As artes? Os artistas? Somos poucos. E poucos os interessados. Estamos em plena época do gelo, literalmente. Enquanto o planeta Terra fica cada vez mais quente, as pessoas ficam cada vez mais frias. Nada prova nada e nada mais interessa a ninguém. A enorme empatia entre os textos cinza de Beckett e os dias de hoje não soa à toa!

Como artistas temos uma certa nostalgia dos tempos que separavam os “iluminados” dos “enganados”. Como artistas, temos de estar alertas para o cuidado da nossa arte não virar simplesmente um supermercado de demanda e entrega daquilo que a massa quer.

Arte no Brasil? O Brasil não se tornou um país pré-Medéia. Um país (de certa forma) Medéia estéril. Não consegue ter filhos e, quando consegue, não os mata exatamente, mas os coloca numa posição de limbo confuso…

O Brasil não consegue ver! Não consegue enxergar sua arte e seus artistas!

Gerald Thomas

Uma pintura de Egas Francisco –

 

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Arnaldo Bloch aqui em NYC escreve: “Papo com Gerald Thomas em Manhattan”

Arnaldo Bloch in O GLOBO – Brazil

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Our theater in Copenhagen: Dansekapellet. Such precious beauty!

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November 25, 2018 · 8:56 am

S.O.L.O. opened last night. Thank you Jørgen Teller. Thank you Lisa Giobbi and Peter Glatz.

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S.O.L.O. opens tonight in Copenhagen. Gerald Thomas and Lisa Giobbi (based on my autobiography Between Two Lines)

SOUNDFEST COPENHAGEN – opening of SOLO

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