“NIGHT SIEVERS” por Fátima Vale (2017)

AL REBÉS DE LA BÉSTIA

fátima vale

19 de Janeiro de 2017

NIGHT SIEVERS

o espírito dele estava no corpo de um nascituro no ventre da montanha. ele no espaço em que se encontrava, dormia. ela era a montanha e o seu espírito dormia num leito algures. o amor estava-lhe em topologia aberta desde o momento em que passaram a viver nos muitos mundos. este corpo síntese, reunia-se no desdobramento de viagens longínquas. tenros são os tempos que carregamos no sangue quando a montanha engravida de nós. lambemos a superfície para transcrição do ponteiro em espaço sumário. arfamos ao despertar do avanço, é o oxigenial da vida! o glaciar do abandono derrete e ferve-se lava para a boca do infinito. eram 3 e 37 de amanhã no esternocleidomastóideu de cada um. o vulcão aquecia e nasciam rosas dentro dos vidros. o espinho era o ponto mais alto da rosa.

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(lindo presente de Fátima Vale: obrigado!)

Email da Fátima hoje (June 14, 2019)

Amado Gerald,
Sobre a paz redendora com as pedras, já nesse texto havia o sinal xamânico, pela terceira voz do silêncio (a escrita).
Dei o teu beijo ao Fernando Lemos. Dei muitos outros. Ele entrou-me vida adentro, foi um escândalo para o imaginário dos presentes, andarmos de mãos dadas, esses dias por Lisboa, inaugurando exposições e livros.
É tempo de nos livrarmos – de fazer livros com o fruto colhido. Pó disperso não alivia caminho.
Sempre presente, nesta máscara fé ausência,
Roma ao espelho, 
Da face,
f
v
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Comovido, como sempre fico:

Gerald

Bahamas

 

 

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