Monthly Archives: May 2019

Almost a pin up: GT Bahamas Day 7

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May 30, 2019 · 8:19 pm

Falando sobre Joseph Beuys – aqui em Bahamas (depoimento a Adriane Gomes)

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“A Bigger Splash” (Gerald Thomas / David Hockney) Bahamas Day # 6

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Steve Berg’s re-entry to Rio – from “Bruno…. Dante, Vico….Joyce”.

Steve and Robson

This was written the second I landed, from the taxi. Then I cried most of the way home.

Dolling,

First off, hope you were able to decompress in the Bahamas. The pix are lovely. 

And so on to the business at hand, namely what the fuck do I do with my life? (If any of this sounds even vaguely familiar, we are EXACTLY the same age: me? 65? INDEED!!!!!! I )

Re-entry was gruesome. A volta do aeroporto até a Urca só pode ser descrita como DANTESCA. Duas horas e meia de engarrafamento e, a cada cem metros, criaturas esqueléticas e descalças no meio da pista carregadas de garrafas d’água, latas de Coca Cola, cerveja, biscoitos e sabe-se lá mais o q, se comunicando aos gritos uns com os outros. Os negros ganhadores do Brasil escravagista.  Em algum momento, nosso taxista, desesperado, passou da linha vermelha para a linha amarela e, em seguida, para a Brasil, em sucessivas tentativas de sair daquilo, sem qualquer sucesso.

O próprio aeroporto (fantasma, por quanto infindáveis quilômetros TOTALMENTE vazios de distância entre o terminal onde aterrissam os voos e o controle de passaportes/esteiras de bagagens) o puteiro de sempre, com aquelas funcionárias dos táxis ditos especiais gritando “taxi senhor?” dependuradas de seus balcões de venda, qual putas, e mais as abordagens que nunca nem no Cairo de 30 anos atrás vi nada igual. 


Feeling much better today.

Off to my morning walk – air, blue skies, trees. 

LOVE 

Steve

 

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BAHAMAS !

MY EXPRESSION BEFORE ACTUALLY DEPARTING FOR THE BAHAMAS

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“A Tortura” por Guilherme Zelig

Guilherme Zelig, autor

A Tortura
Descrição:
Um casal de idosos. Ela, aproximadamente sessenta e cinco. Ele, sessenta e nove ou setenta. Ambos eram obesos mórbidos. Estavam com suas mãos atadas, às costas, completamente inertes e gélidos no momento em que foram encontrados. Estavam sentados sobre as pesadas cadeiras de madeira maciça da sala de jantar. Seus olhos estavam cerrados – ela havia pressionado as pupilas anteriormente, talvez por reação à dor que sentira. As bocas estavam sujas de pão, hambúrguer e molho.
Diagnóstico:
Morte por enfarte. Nos estômagos, espaço nenhum para a entrada de ar. Tampouco conseguiam produzir enzimas, vide a quantidade de comida e resíduos que ali estavam. Os médicos-legistas puseram-se nauseabundos ao fitar as condições que aquele casal falecera – sob requintes de crueldade.
A filha:
Magérrima, calma, em vestes negras, ela dirigiu-se à delegacia quando solicitada. Estava bastante firme, de olhos duros, a fitar os investigadores.
– Por que você fez o que fez?
– Por que eu quis – disse ela, iracunda, a soerguer os olhos ao responder.
– Como você o fez?
– Primeiro, os dopei…
– E? – inquiriu o outro, a interrompê-la. Ao vê-la irada, recuou.
– Então, conduzi-os e fi-los sentar sobre a mesa. Esperei o efeito do remédio passar e então comecei a torturá-los.
– Com comida?
– Pois sim! Eles que sempre quiseram fazer-me comer, tiveram seu dia de caça. As guloseimas mais gordurosas que existem estavam sobre a mesa: bolo de chocolate, hambúrgueres, sanduíches, presunto, queijo, etc. Tudo da melhor qualidade.
– E você os obrigou a comer?
– Eu os alimentei! Se engolissem uma só partícula de ar, eu os fazia arrotar para caber mais comida. Não sabia que resultaria em óbito, mas… – contou ela, a não tirar sorriso do rosto.
– Bem, por enquanto é isso – interrompeu o primeiro investigador.
Mais tarde, ela fora liberada. Por falta de provas, não podiam prendê-la nem preventivamente. Era uma assassina nata. Uma assassina que a si lhe apetecia matar as pessoas com comida. Os pais foram os primeiros. Três ou quatro outros obesos – entre namorado, primos e demais familiares – foram suas vítimas. Porém, sempre respondia à perguntas e era liberada.
Um dia, porém, Amanda engordou. Chegou a mais de cento e oitenta quilos. A moça magérrima tornara-se o triplo do que um dia fora. Não conseguia matar mais ninguém. Nem sequer levantar-se de uma cama. Já não tomava banho.
Morreu fétida, com o rosto cheio de gordura de guloseimas, na edícula da casa de seus pais.
Guilherme Zelig
São Paulo, May 2019

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ASTONISHING DIFFERENCE: 337 views in one day on Instagram – only a few on Facebook

MILENY AND 337 VIEWS in one day

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