Monthly Archives: April 2016

Roberto Piva – um homem além da genialidade.

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MANIFESTO # 2 for workshop in MILAN

The huge coffee big bang (GT 2003 London)

The huge coffee big bang (GT 2003 London)

 

MILAN Workshop MANIFESTO

I wish it were enough to state that we are all lost (in space and in all directions) in the arts and all that “bla bla bla” (as I so often do!).Unfortunately, it is not. I mean, fortunately, it’s not.

“Fail. Fail again. Fail better” (Samuel Beckett).

-It’s also easy to keep on looking back into the past, into our tunnel of references and carry on repeating them without knowing that we’re merely creating a spiral of bestialities and eternal repetitions, doomed to resonate only within a smaller and smaller circle of people.

And that is, precisely that, what is happening with the experimental arts, experimental theater – and / or the avant garde in general.

So, within this context (knowingly awkward and especially difficult and from the very bottom of a deep hole), the question is :  what would be the adequate means to address the theater these days? I mean it in a very practical way. But in every praxis, there is a strong, strong, concrete and yet flexible philosophy in course behind.

We have been crying our eyes out and laughing our way through the centuries on the stages of the world.

Is this enough? NO, not enough!

In the ages of cynicism and cyber cynicism of the internet and the extreme cruelty of terrorism, we’re living a crossgender era of post this, post that – post/ post-hyper-modernism and people just can’t stand the breaking down of every particle of every atom of every icon of every “almost biblical” aspect of ‘post destructive’ and cynical art.

I believe it’s time TO REBUILD again.

What form of acting is it that represents us today? Do we have it? Do we need to find it?

Yes, we need to dig deep and find it be it through metaphors or a language we do not know yet.

We’re open.

Gerald Thomas

New York

April 28, 2016

DATES: https://www.facebook.com/events/553159424855172/

– Saturday 4 June 2016 time 11h-18h

– Sunday 5 June 2016 hours 11h-18h

– Saturday  11 June 2016 hours 11h-18h

– Sunday 12 June 2016 hours 11h-18h

– Saturday  18 June 2016 hours 11h-18h

– Sunday 19 June 2016 hours 11h-18h

 

 

 

 

 

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Bete Coelho in my adaptation of Kafka’s “The Trial” (1987) (seen here at the Wiener Festwochen, filmed by ORF)

Bete Coelho – como Josef K – na minha Trilogia Kafka (1987 – 1989 )em seus dias de Cia de Opera Seca (aqui em Vienna) Wiener Festwochen /

Actress Bete Coelho as Joseph K in my Kafka Trilogy, seen here at the Wiener Festwochen, Vienna as documented by the state TV ORF

 

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Versão atualizada em 28 Abril depois da recusa da Folha ! Meu deus do céu. A provincia a-BUNDA em Nelson de Sá e seu Shakespeare provinciano !!

SHAKESPEARE

 

Aqui está a versão que a Folha não irá publicar:

Razões dadas pela FOLHA : “Voce ja tinha publicado artigo semelhante em seu blog”
Eu; “Dois pesos, duas medidas. Fiz o mesmo na época dos ataques em Paris em Novembro do ano passado quando publiquei a “Carta ao presidente Françøis Hollande” 

Eis a nova versão:

No caderno especial da Folha de sábado passado, sobre Shakespeare e Cervantes, temos o Sr. Nelson de Sá, mais uma vez falando besteira. Poderia ter escrito um belo artigo sobre Shakespeare mas, infelizmente se guia por estatísticas.

Acho que, a essas alturas da internet, Google, etc, todos sabemos que números enganam, enquetes – sejam elas quais forem, raramente são realmente representativas daquilo que pretendem retratar. São, no mínimo superficiais, rasas e eu diria, falsas. Não importa a fonte. A Gallup erra e erra feio !

Mas o Sr. De Sá afirma – com base nessas esdrúxulas e miseras estatísticas (sabe-se lá porque), que o Brasil, a China e a India acham o Shakespeare mais “relevante” que a própria Inglaterra ou o Reino Unido !!!

No inicio tive uma crise de risos porque, ai ai ai, o homem escreve tão mal, mas tão mal que a tal “linearidade” que ele tanto busca nas minhas encenações, talvez, quem sabe, ele devesse fazer uma imersão na ilha de Prospero e de Sycorax para checar se o português dele não está desfalecendo com a sua capacidade de escrever um texto realmente impactante (ou mesmo linear – já que se trata de um jornal…). Já a Sylvia Colombo escreveu com o coração e as vísceras sobre Cervantes, de forma linda e impactante, no mesmo caderno. Que contraste ! Nossa!

Ao ler o Nelson de Sá, a minha reação inicial foi a de gargalhar. Logo depois me deu raiva. Raiva dele não conseguir ter a paixão pra retratar o mais eclético mais poético dos autores de todos os tempos e, ao contrario disso, divido-lo, esquarteja-lo e expo-lo na prateleira das estatísticas, como se estivéssemos num morgue, num Instituto Médico Legal. Graças a Deus, nesse caso, a Folha não é lida pelo mundo afora. E, ao mesmo tempo, pena. Pena porque são justamente esses erros brutais – como se um médico legista primário não soubesse sequer dissecar um, corpo, que tornam a Folha um jornal de província.

Então, voltando ao lado absolutamente tragicômico do que foi cometido ali, que eu pergunto:

 Quer dizer que os brasileiros dessa tal “enquete” acham o Shakespeare mais relevante do que os ingleses? Será que esses brasileiros sequer “leram”, “ouviram” ou  “assistiram” (alguma vez na vida) alguma única peça de Shakespeare? Claro que não. Será que eles tem um único livro dos trabalhos completos de Shakespeare em casa? Ou uma única peça? Ou os sonetos? Duvido. É tudo da boca pra fora. O mesmo vale para os Chineses e os Indianos. Tudo da boca pra fora!

  • Existe aí no Brasil um Globe Theatre, como no South Bank do Thames de Londres ? Existem nesses países citados uma cidade equivalente a Stratford-upon-Avon que sedia uma tal de “ROYAL Shakespeare Company”??? Ah, me poupem !
  • Eu nem me meteria a discutir tudo isso não fosse o artigo de Nelson de Sá a aberração que foi. Mas foi.

 PS: Shakespeare em tradução, mesmo na tradução de sua eterna viúva – a Barbara Heliodora – ou as poucas de Millor Fernandes – nunca chegariam aos pés do original. Pode-se dizer que esse vem a ser o problema com qualquer coisa escrita em verso ou mesmo prosa. O mesmo ocorre com Goethe e assim por diante. Guimarães Rosa também soaria estranho em inglês. Até as tentativas de verter Nelson Rodrigues pro inglês, falharam.

Existe uma única exceção (parcialmente feliz) é o PANAROMA de Finnegans Wake, de Joyce, feita por Haroldo e Augusto de Campos. É um curto apanhado, uma visão geral sobre um amplo tratado linguístico, revolucionário, talvez o mais difícil escrito até hoje. (sim, é Pana-Roma mesmo!)

No fundo, fico com pena. Juro. Participei (e com muito orgulho) do caderno especial comemorando o centenário de Kafka. Foi lindo. É uma tremenda pena ver um caderno especial tornado nada especial por alguém que abusa dessa fraude que se chama de estatística como base para fincar suas frágeis estacas como resenhista, critico ou seja lá o que ele anda fazendo hoje em dia.

Gerald Thomas

New York – 25 de Abril de 2016

Jan Kott - Polones - o dramaturgo que influenciou Grotowski e Peter Brook a nada tem de Brasileiro, Chines ou Indiano

Jan Kott – Polones – o dramaturgo que influenciou Grotowski e Peter Brook a nada tem de Brasileiro, Chines ou Indiano

Harold Bloom - A invenção do Humano (parte de uma quebra cabeças interessantissimo proposto por Bloom - Cidadão Norte Americano)

Harold Bloom – A invenção do Humano (parte de uma quebra cabeças interessantissimo proposto por Bloom – Cidadão Norte Americano)

Até bons atores / atrizes como Bete Coelho precisam de um boa direção (ou condução) como essa, boas épocas de vasta produção nossa de Cia de Ópera Seca (1989) Hamlet, leitura

 

Shakespeare NYTIMES

 

 

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Two of the most memorable (drawings, paintings) of mine – from the early 1980’s…

Drawing for the New York Times OpEd Page - based on Buckminster Fuller's Geodesic Globe -

Drawing for the New York Times OpEd Page – based on Buckminster Fuller’s Geodesic Globe –

"New York over two cups of coffee" - a poster which sold - and sold.... (all done with coffee and rubber stamps and pencil -

“New York over two cups of coffee” – a poster which sold – and sold…. (all done with coffee and rubber stamps and pencil –

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A tiny teaser of a tiny passage from my forthcoming novel: “The Lost Case of a Brief Case”

 

Gerald - photo by Marcos Rosa

Gerald – photo by Marcos Rosa

People really have no idea of what it means to be alone. I mean, to be famous and alone. I mean, to be a public persona and to have to suffer alone the endurance of being alone, of having your silent screams be unheard alone by the person you love alone and only love alone but have only loneliness to comfort you… People have no idea.

Is she coming to see me?

Will she come back one last time to see me? What will she look like? And what will I look like to her?

There’s a slight chance that she might. Just a slight chance. But, even if she does, what will it mean? Will it mean that she will stay or will it mean that she will just say hello and leave again and steep me further into this black hole I entered twenty years ago when she first left me?

So, if she’s coming to see me, who will she be? I mean, this time around?

If so, what will she say when she sees me like this?

Will she want to have sex? Will she want to fuck? Does she still have those daring tattoos on her or has she now turned into a man, a black man, after all these years?

Or won’t she say anything and just stare me in the eyes and look at me down on the ground as I’ve been for so long?

Yes, longing for that phone call that never comes, longing for that email that never comes. It means longing for a long time.

Twenty years is a long time by any definition. And it means, dealing with the pain that comes with longing, every year another measure for measure. And the unanswered questions that come with when one listens to Heitor Villa Lobos’s Bachianna’s Number Four… No, fuck Villa Lobos.

I met her when we were both very young. She was a pianist and a performer for Pina Bausch’s Tanztheater company in Wuppertal . She loved the adventures of flying through the air and falling. She loved getting injured. She loved falling and failing. And falling and failing again.

Yes, she loved getting injured.

She loved it when I injured her during sex and then held her, cuddled her and said a meager ‘sorry’. The sorry came with a mild strong mild and even stronger slap on my face almost too soft and too strong and too soon as if to admonish me… Oh you know, it’s all a prearranged soft core porn aimed at the middle classes. I never bought into that.

Okay, so here is how I see things: I am convinced that everyone (I mean, EVERY ONE) is obsessed with sex. I might have been one of them.

Screen Shot 2014-06-15 at 6.23.51 AM

I see it in human behavior and in how ‘classes, amasses, stashes of people, ‘human mountains’, so to speak, when sitting together and chatting, will end up surrendering their utmost fantasies and they are all sexual … sexual whispers. I see this extraordinary display of sexuality in women and men when taking a selfie or posting on Instagram or Facebook. Their apparent soliloquy is a sexual invitation to the invisible, the indivisible, the lavish thought of bathing in sperm – like Cleopatra and it was in such dark minded juice we were all conceived in.

I see it in wrestling. I see it in boxing and, especially in this….”ultimate fighting” thing (uh) All that blood is highly gay sex blood. Highly gay! HIGHLY CHARGED and almost arousing.

I see it when people look at each other, I mean the silent majority – stripping one another naked, nude, in the middle of the streets. Humans ‘lick’ one another while passing them by.

I see it in all the married ladies I’ve fucked and whose real pleasure was in being fucked up the ass to ‘get back’ at their spouses who, in turn, were doing the same. The entire world is at a ‘fornication point’ and intentional betrayal, intentional seduction, intentional  fetishes, from the Egyptian monotheists to the Greeks to Sade and to God knows what.

Yes, God knows what.

And she, who is due here at any minute, knows it better than anyone else I’ve known.

Gerald Thomas

April 21, 2016

Picture 9

The above is a scene from my play “Gargolios” – with my LondonDry Opera Company, 2011 / 2012 tour.

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My Historical and hysterical fight Fernando Arrabal (in 2006)

ARRABAL AND GT FIGHTING

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April 15, 2016 · 3:02 pm