Monthly Archives: December 2015

2016 has arrived ! (at least in my mind it has !) so…..

Have a great year!!!! and just laugh all the way through this tragedy !!!

Gerald

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2015 ! Get the hell away ! ALL STRANGE AWAY !!! And all things considered…..

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English:

London – What a year , this…2015 ! Man!!! I even started this odyssey by slitting my wrists just after the Charlie Hebdo attacks last January and almost did it again right after the Paris massacres of November 13th !!! Wrote an open letter to President François Hollande asking him to reconsider “This is not a War, Mr Hollande, it’s Terrorism!”, published in the Guardian and in Folha de São Paulo but….what the hell! This 2015 also brought some (shall I say…) good stuff, albeit, most of it, virtual. Beautiful friendships, beautiful people. People who came and went (disappeared and reappeared, all like a tango all like a choreography of enormous deja-vu. And now? No idea. Every moment, a surprise.

Oh yes. I did manage to finish and hand in my autobiography (not a laughing matter – perhaps more of a crying matter!), “AND DEAD, WE WALK”. Oh yes. I also did manage to finish but NOT hand in my novel, “THE LOST CASE OF A BRIEF OF A BRIEF CASE” . Oh, yes. Managed to hand in a compilation of my preferred 12 best plays and, who knows, they will – one day – become a book. Who cares ! This all goes to say: MISSION ACCOMPLISHED. (By a half!) Yet, accomplished. (By a half!)

I always ask myself: are these books really ever going to be published? (but then again, I have always asked the same question before every other book I did publish or before every other play I opened and before any other painting I hung and before any other love affair I had and before every time I had to open the door and face the world outside thinking the world would END ON THAT PARTICULAR DAY BECAUSE …. Well because it did end on one particular day for my relatives at Auschwitz or for us, on that September 11th day, say… I asked myself then as I do now: WILL IT EVER ???

I walk around London more so than in New York because more memories…well…yes, memories….on every corner smells on every corner and books and love affairs and well, let it just fucking STOP. 2015, get the fuck away.

That, in itself, will be quite an achievement.

Gerald Thomas

Portugues:

Londres – Que ano! Esse sim, esse 2015 ! Até eu comecei essa odisseia cortando os pulsos logo após o ataque ao Charlie Hebdo e quase o fiz de novo, depois dos ataques a mesma Paris em 13 de Novembro. Mas tive ganhos imensos, quase todos virtuais. Pessoas lindas que vieram e foram (e voltaram e se foram de novo: parece um enorme deja-vu …e hoje? Não sei! A cada momento, uma surpresa!).

Ah sim. Terminei a minha autobiografia “And Dead, We Walk”, e entreguei. Terminei a minha ficção “The Lost Case of a Brief Case”, e entreguei e o livro com as 12 peças está pra sair (mas sempre me pergunto: “será que está pra sair mesmo? Hmmm…..)

Pronto! Uma “espécie” de missão cumprida. Pela metade, mas cumprida (pela metade), mas cumprida. Pela metade.

Fico andando por essa cidade que mais amo (sim, Londres, bem mais que NYC) e onde me vem memórias de adolescente e onde cada esquina tem um cheiro e cada cheiro um livro e cada livro um amor e cada amor um romance e

…Bem, chega disso: feliz 2016 pra todos e que seja …. bem, que seja … que não seja 2015 ! Isso, em si já é alguma coisa!!!!

LOVE

Gerald

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Esse é o DEPOIMENTO MAIS EMOCIONANTE que já li e recebi de uma pessoa que amo, respeito e espero que vocês leiam com a mesma emoção: por WILLIAM OLIVEIRA

William Oliveira

William Oliveira

...e William Oliveira

…e William Oliveira

Gerald,

Por favor, acalme-se. Eu não tô fugindo de você. Tô apenas isolado sim com minha família, que funciona totalmente em outra frequência — parece que colocaram fotos no Facebook e me marcaram, então você pode ter uma ideia. Não estou me queixando; estou bem aqui, na medida do possível.

Como ninguém é cerebral na minha família, é mais fácil pra eu me “adaptar” e não enfrentar tão fortemente as consequências de uma cabeça como a minha, quando imersa nisso a que chamam de racionalidade.

Não foi o XXXX que me deixou assim, Gerald. Eu já estava nesse processo de desistência muito antes. O que aconteceu no processo com o XXXXX é que eu enxerguei aquilo como uma miragem no meio dessa terra devastada. Numa esfera em que tantas vozes parecem desconectadas ou gladiando-se entre si, afogar-se numa paixão carnal e mental parece ser a saída mais adequada. E de certa forma covarde também. Ou de quem já está cansado demais.

Esse tipo de barbárie que assusta você e a suposta classe pensante do Brasil, como a que aconteceu com Cacá Diegues e Chico Buarque, é testemunhado por mim já desde que me entendo por gente. A diferença é que como vocês vivem num mundo rarefeito, de algum modo acabam se protegendo disso. Experimenta só ir a qualquer almoço de domingo num subúrbio. Ok, você me dirá das oficinas que ministrou em Vigário Geral e tantas outras atividades empreendidas junto à “população carente”. Mas cadê a continuidade disso? Não há continuidade porque não é apenas uma avalanche de conceitos sobre o despertar da subjetividade que irá ter alguma relevância significativa nessas pessoas que se afogam na barbárie.

E você sabe disso.

E ao mesmo tempo não tô desmerecendo o trabalho que você fez lá. O que tô tentando dizer é que eu mais do ninguém, como fruto desse meio, posso dizer que as ditas instituições civilizadoras estão muito longe de chegar aqui.

Um primo meu de vinte e poucos anos (esse que tirou foto comigo embaixo do guarda-chuva com meu padrasto) tá fugido do bairro em que mora, pois se envolveu com “amizades erradas” e, se ele aparecer de novo lá, os policiais locais o matam. Simples assim. E com a maior legitimidade possível. E sem o menor questionamento de ninguém da minha família, pois eles sabem que se recorrerem à “justiça comum” pra tentarem provar que esse meu primo é inocente, essa instituição vai rir da cara deles. Não é à toa que eles não acreditam nas instituições.

Esses mesmos policiais, aliás, que ameaçam matar meu primo caso ele volte à vizinhança, são também a garantia pra essa vizinhança (e também pra minha família) de que a violência inconsequente do tráfico não retornará pra lá. São os chamados milicianos, como você já deve ter lido a respeito.

Então minha família faz parte do jogo, como se isso fosse um preço a se pagar: calam-se diante da intransigência autoritária policial (inclusive apoiando o pagamento de taxas aos oficiais) e conformam-se com a barbárie organizada resultante disso.

Não por acaso vez ou outra os homens da minha família dizem, quando veem manifestações de rua a favor dos “grandes valores”: Tem que atirar logo em todo mundo pra acabar com essa bagunça!

E não por acaso as mulheres reproduzem o discurso da igreja evangélica: Bastam um pastor eficiente e muita fé pra que todos os problemas sejam resolvidos.

Isso é apenas uma parte do cenário, mas imagino que a partir daí você já forme uma vaga ideia.

E no meio disso tudo tem eu: o primeiro sobrinho/filho a ter entrado pruma universidade federal, blablabla, que hoje é editor e frequenta outras rodas que minha família jamais vislumbrou — ou, se o fez, foi de longe, atuando como serviçal ou coisa do tipo.

E é claro que por um bom tempo eu banquei o condescendente com eles e tentei “levar a civilização” a eles, como uma oficina de teatro em Vigário Geral (ou mesmo uma oficina de música clássica que ocorreu uns anos atrás numa favela de São Paulo chamada Paraisópolis).

Mas não dá pra se ter continuidade, Gerald. E digo isso não por preguiça ou desistência. É uma constatação triste na verdade — de que se as bases de um sujeito não foram “bem trabalhadas”, qualquer desenvolvimento no meio do caminho vai sempre ser canhestro.

O texto do Cacá Diegues, que você republicou em seu blog, expressa exatamente essa derrota que sinto já há muito tempo — com a diferença de que como vocês vivem num mundo rarefeito, essa sensação não é tão evidente todos os dias. E não adianta mobilizar a história da guerra, Gerald, dos pais refugiados, da perseguição ditatorial ao Chico e tantos outros — pois de algum modo, por mais que vocês tenham sido vítimas da barbárie (e lutado contra ela), de algum modo vocês atingiram uma posição social que os protege disso — por mais informados, engajados e bem-intencionados que sejam. Daí, quando são confrontados numa esquina do Leblon por essa barbárie que ainda sobrevive ferrenhamente, vocês se assustam e danam a escrever e gritar aos quatro ventos pelos valores outrora defendidos por vocês.

Convenhamos: essa barbárie esteve aqui o tempo todo, e a racionalidade de vocês foi incapaz de vencê-la.

A gente pode entrar aqui no jogo das energias humanas, de ying e yang, de Freud e Lacan, mas não é este o caso.

O caso é que no meio dessa comida envenenada, da sensação de fracasso e inadequação que me persegue (lembra que uma vez eu te falei que os livros que eu publicava não chegavam à favela onde minha prima mora?), surgem você e o XXXXX.

E daí eu começo a acreditar em alguma coisa outra vez. Em outra possibilidade de existência que não seja essa de “sorrow” e “wasteland”.

Em uma possibilidade de satisfação micro, e não mais macro como eu vinha defendendo e me frustrando sempre.

Com o Marty não demora muito pra eu perceber que tudo é uma cortina de fumaça, mas as energias já haviam sido direcionadas, e retornar ao estado anterior demora um pouco — daí eu me isolar. Daí eu pedir esse tempo a você.

E com você há essa demanda constante da sua parte e eu nunca sei afinal quando é o bastante. Eu não sou o Cacá Diegues, Gerald, que não precisou ir pra “barra da saia da mãe” pra chorar as pitangas. E por mais que eu entenda o meu ato de covardia (e narcisismo) em fazer isto, eu simplesmente não tenho o background que você, Cacá e tantos outros têm pra lidar com revezes parecidos. Eu posso ter lido o mínimo pra entender alguns mecanismos, mas não tenho a meu favor a vantagem da experiência de vida. Por mais que você diga que tô com 33…

Cada um tem seu processos, Gerald.

É uma pena que através dessa minha reação diante de tudo, você coloque no meio termos como “confiança”, “profissionalismo” ou coisa que o valha. Pra mim esses termos não têm nada a ver. Eu apenas fiquei vulnerável demais, mas isso não quer dizer que eu tenha deixado de te amar ou pensar em você.

Mas aparentemente tudo precisa ser do seu jeito.

E não, não estou brigando com você. E tampouco tentando fazer terapia reversa. Tô apenas tentando trazer um pouco de relativização pra cá.

Se depois disso tudo o que escrevi, depois de toda essa energia que despendi aqui na casa da minha tia em Campo Grande, você ainda continuar alimentando sua birra a meu respeito, será então mais um fracasso que terei de encarar daqui pra frente. Mais uma relação que ficou no meio do caminho; mais uma conexão significativa que se perdeu… (a menos é claro que pra você seja fácil conseguir isso que temos, pois pra mim definitivamente não é).

E não, ao lançar mão disso, não estou sendo um chantagista barato.

Por favor, repense, Gerald. E deixe de melindres. Quer que eu banque o Paulo César Pereio e grite “Eu te amo, porra!“?

Abraços,

William Oliveira

GT- Sim William: EU TE AMO PORRA! 

PS: quando recebi esse email, chorei, fiquei completamente desnorteado, no chão, aos prantos e sem saber o que fazer. Tenho um vôo hoje pra Londres mas pensei em cancelar pois, depois de um depoimento desses, NADA mais faz sentido. Nada. 

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Lindíssimo artigo de Cacá Diegues: “AMOR a VIDA” (antes que o pau comeu, lá com ele e o Chico no Leblon, com os fascistas e neo-nazis que pregam a Krystalnacht!

Amor à Vida

Cacá Diegues

18 dezembro 2015

Eu sei que ninguém tem nada a ver com isso, que o problema é meu e eu que o resolva. Mas, para começo de conversa, devo confessar que estou de saco cheio desse mundo. Do mundo, não da vida. A vida, cada um cuida da sua e eu tento cuidar da minha o melhor que posso. O que não mais suporto é o mundo e o que acontece nele, aqui, ali e acolá.

Não aguento mais ouvir falar em Estado Islâmico; não adianta muito acabar com ele, outro fanatismo fundamentalista surgirá por aí, em qualquer canto do mundo onde exista um povo maltratado e faminto. Pouco me importa se Donald Trump for eleito presidente dos Estados Unidos; há muito tempo que sei que quem manda por lá é o capitalismo financeiro, onde o dinheiro só serve para comprar mais dinheiro, a Bolsa e a vida.

Que importa se o Irã tem ou não tem a bomba atômica, se as crianças iranianas são proibidas de cantar na escola e suas meninas não podem estudar? Que importa se Cuba alfabetizou toda a sua população e alcançou nível excelente de saúde pública, se eles não podem ler o que querem, nem levar seu corpo aonde bem entenderem? Que importa se a China cresce e se moderniza, se seu povo não consegue respirar nas ruas?

Também não quero mais saber de impeachment, de Eduardo Cunha e Renan Calheiros, da lama em Mariana e da lama no Congresso, da inflação e do desemprego, de PMs assassinos e PMs assassinados. Não quero mais ouvir o que já ouvimos desde tantos anos, o poder do pensamento mágico a nos falar de nossas palmeiras, sabiás e carnavais, a nos dizer que somos uma terra abençoada, o país do futuro. Já fizemos passeatas pela democracia, pelo clima e pela moralidade, pelo transporte barato, pelas baleias e pelos golfinhos. Agora, o mico leão dourado que se foda.

A linha reta não existe na natureza. O homem a inventou porque não consegue conviver com a curva e suas surpresas, não é capaz de entender o acaso, bênção ou maldição. Segundo Deleuze, o sentido de “Em busca do tempo perdido” não está na lembrança da madeleine, não é um esforço de recordação de um tempo que já passou. A procura de Marcel Proust é a do tempo que se deixa de usar para viver, como na expressão “perder tempo”. Ou o medo do que há de vir e a gente não sabe, o tempo mais perdido. O medo da vida.

Os humanismos todos nos enganaram com a promessa do happy ending triunfal do céu eterno, da sociedade sem classes, da mente sã, do domínio sobre a natureza. A história nunca terá fim, muito menos triunfal. Estamos condenados a um mundo de falhas, erros, defeitos e pecados. Só nos resta tirar, de nossas fragilidades, a nossa grandeza. Só nos resta conter a distância daquilo que, cheios de boa vontade, consideramos humano – Romain Gary diz que, o que havia de mais humano nos nazistas, era a sua desumanidade.

É à vida que devemos nos entregar regozijantes. A vida como um poema composto apenas de fenopeia (imagem) e melopeia (música). A vida onde a única regra é a do acaso, que pode ser graça ou desgraça. Não existe o Ser, só existe o Sendo, aquilo que as circunstâncias nos permitem ser ao longo de um tempo e assim sucessivamente. Se os Capuleto tivessem cremado Julieta, Romeu estaria a salvo e, mesmo amargurado, ainda viveria por muitos anos.

Tampouco existe na vida homem que possa ser considerado feliz ou infeliz, o que existe são momentos de felicidade e infelicidade; temos a obrigação de valorizar a experiência dos primeiros e, sempre que possível, evitar os segundos. Se eu quiser, paro de trabalhar e vou para a praia, fico nas areias de Ipanema, sobrevivendo do que ganhar nos semáforos da cidade. Ou então morro de fome à beira do mar e ninguém tem nada a ver com isso. Meu sonho de vida é ser objeto de um milagre qualquer.

Deus é o que não sabemos, o que não conhecemos, o que não podemos controlar e atribuimos a Ele para evitar a depressão do sentimento de impotência. Mesmo que Ele exista, Deus também está portanto dentro de nós, agoniado com o que se passa. Conheço alguém que defende a tese de que o Juizo Final é para que Deus nos peça desculpas pela cagada que fez.

Como a vida real nem sempre é bela e minha fantasia não faz mal a ninguém, às vezes a troco por ela. E me dou bem. Os protagonistas de minha vida são meus amigos queridos (um deles me disse que minha filha vai acabar nos fazendo acreditar em Deus), minha companheira amada e os quatro filhos que temos, todos fortes e bonitos, capazes de resistir ao acaso, esse deus ou diabo, sol e escuridão em nosso caminho. Talvez a vida seja tão simples assim, “surpreendentemente bela, mesmo quando nada nos sorri”, como está numa nova canção de Lenine.

Enquanto isso, Adriano de Souza, o Mineirinho, montado em sua prancha de campeão, levanta as mãos para os céus e comemora, com seu parceiro Gabriel Medina, a eterna primavera do espírito. Quero ser um deles.

Cacá Diegues

Artigo originalmente publicado em O Globo.

carlosdiegues2015@gmail.com

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RESPEITO ! Respeito caralho! Respeitem o Chico Buarque e o Cacá Diegues!

RESPEITO, CARALHO ! Não se pode atacar o Chico Buarque assim (alias, não se pode atacar ninguém assim, por causa de suas convicções politicas!). Mas, pegar o Chico e o Cacá Diegues (autor da genial frase “patrulhismo ideológico”), na saída de um restaurante, e praticamente linchá-los pelas suas posições politicas beira o fascismo.

O Chico e o Cacá são aqueles que DEFENDERAM grande parte desses pirralhos (ou os pais desses pirralhos) contra a ditadura militar e a tortura, censura, exilio, morte. Ou então não. Então esses são justamente os FILHOS dos militares que sobraram e querem aquela MERDA de regime de volta.

Não vou entrar na questão de PT ou seja lá qual for o partido. A questão aqui É O RESPEITO !!! RESPEITO / DIREITOS HUMANOS por seja lá quem for. Nesse caso, ainda MAIS respeito por DOIS dos mais conscientes artistas brasileiros. Conscientes políticos e conscientes de alma e coração. Ou não teriam mexido tanto assim com a preciosa CULTURA BRASILERIA (e, muito provavelmente com a alma desses pirralhos que ali berravam! Não duvido!) , e o que ela tem de melhor, a sua música, o cinema novo.

Que NOJO assistir essa cena !!

Que tristeza !!!

Que pena ver o Brasil degringolar por esse angulo !!!

VIVA você, Chico. E viva você meu grande e eterno amigo Cacá Diegues!!!

LOVE

Gerald Thomas

NYC, December 22, 2015

UPDATE : January 17, 2016 – http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2016/01/1730326-chico-buarque-abre-processo-contra-comentario-em-rede-social.shtml 

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Fechando um ciclo: meus tres melhores espetáculos….(aos poucos)…

NIETZSCHE CONTRA WAGNER (year 2000), Cia de Ópera Seca

 

VENTRILOQUIST (year 1999 – 2003). Cia de Ópera Seca

 

NOWHERE MAN (1996 – 1999) Cia de Ópera Seca – Brazil, Copenhagen, Croatia, etc..

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Saved by Lenny Easter: THANK YOU MY DEAR. Your card came at the right moment (saved me from the horrible effects of the invasion I suffered a few days ago – as described below) LOVE YOU !

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