Simple things! and….a bit of plagiarism?

There is always a well-known solution to every human problem — neat, plausible, and wrong.

“Para todo problema complexo existe sempre uma solução simples, elegante e completamente errada”.

H. L. Mencken

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I have NO IDEA of who Vanessa Barbara is, but below is what she published :
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BUT from her recently published article in the New York Times, it makes me wonder if the structure of her article has not come from mine, published in 2009

Here it is:

JUNE 15, 2009 ·

Gerald Thomas

O Paraíso da Bandidagem
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New York – O episódio de “Law and Order, Criminal Intent”, com Jeff Goldbloom, girava em torno de um dono de uma mega companhia de segurança (prestadora de segurança até para embaixadas) e que tinha poder de voto pras próximas duas Olimpíadas. O nome Rio de Janeiro foi pronunciado inúmeras vezes. Fotos do Pão de Açúcar, do Cristo, etc., eram mostradas o tempo todo. Mas são vários Laws and Orders. Cada núcleo é diferente: o melhor ainda é o “SVU, o Special Victims Unit”: pessoas mutiladas, estupradas, aos berros, aos prantos. Assim.

Jay Leno está dando um basta. Chega! Vai criar uma “cruzada” contra tudo isso. Eu, que não gostava de Leno, estou começando a gostar.

Tenho notado, recentemente (mais que nunca), que o bandido da história “a essa hora já poderia estar num avião em direção ao Rio de Janeiro”. A série “CSI Miami” chegou a abrir um braço chamado “CSI Brazil” e assim por diante. Sim, onde quero chegar? Não é de hoje que se equaciona o Rio (não o Brasil) com o “paraíso da bandidagem”. Chegou lá, viveu bem pra sempre.

Hollywood sempre soube disso. Ronald Biggs também.

Nossa sociedade aqui é movida a armas. Nossa! Tudo aqui gira em torno delas. Não há seriado (exceto um, dois ou três) que não tem pistola, bazuca, anti-missel. O povo ama a polícia, ao contrário do povo brasileiro. Aqui, os heróis são os Marines.

Nao é à toa que o Superman, o herói kryptonictico, Batman, Homem Aranha e tudo isso, surgiram aqui. Somos doentiamente fascinados com a farda! Com os aviões supersônicos, com as bombas, com os computers que conseguem identificar (através de um fio de cabelo) alguém numa rua no Cairo.

Desde “Flashpoint” até NCSI, Cold Case, Burn Notice, In Plain Sight, 24 ou MILHARES de outros (a cabeça chega a doer) parace que o plano é assim: “TEMOS AS ARMAS, TEMOS OS INSTRUMENTOS BÉLICOS. Agora vamos armar a trama, o complô pra meter tudo isso dentro.”, pensam os produtores.

Kojak, Colombo, Shaft e até Beretta e Sarsky and Hutch eram violentos também. Mas, deus me livre! Nada parecido com o que se vê hoje: a bala penetrando como se fosse uma foda rápida, rasgando as artérias, o sangue manchando as paredes como se fosse um jorro de gozo, o corpo morto numa cama metálica do médico legista e isso TODOS os DIAS em TODOS os canais

Então não vamos bancar os hipócritas: quando o insano lá, aquele nazista, entra no Museu do Holocausto em Washington DC e acaba matando o guarda negro, o que ele esperava? Escapar e pegar um avião e ir para “a Rio de Janeiro” e viver os poucos anos que lhe sobram? Quem começou essa coisa de chamar o Rio de paraíso dos bandidos? Sinatra? Ginger Rogers e Astaire?

Orson Welles? Quem?

Amanhã à noite teremos uma vigília em Washington Square Park em memória de Sean Goldman. É a triste constatação de que terão se passado cinco anos que o menino foi seqüestrado down to Rio de Janeiro.

Gerald Thomas, 15/Junho/2009

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