Monthly Archives: September 2013

Ruth Maleczech: died peacefully last night: a GODDESS in the experimental theater world (word came from Philip Glass just now.

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Rest in peace my love

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Ruth Maleczech

Ruth Maleczech (January 8, 1939 – Sep 30 2013) is an American avant-garde stage actress, whose most notable role may have been as King Lear, portrayed as an imperious Southern matriarch (1990). Maleczech met her artistic partner, Lee Breuer, at UCLA in the late 1950s, where she arrived via via Cleveland, Ohio (where she was born to Yugoslavian immigrants) and Phoenix, Arizona (where her steelworker father moved for his health).

Ruth my love- your were our utmost pioneer. Mabou Mines is up there with the Gods! And so are you.
God bless you.
LOVE
Gerald

Mabou Mines is a collaborative, avant-garde theater company based in New York City. Founded in 1970, the company took its name from an old mining town in northern Nova Scotia, near where founding members JoAnne Akalaitis, Lee Breuer, Philip Glass, Ruth Maleczech, and David Warrilow, developed The Red Horse Animation, the group’s first original performance piece. Since then Mabou Mines has produced scores of plays, collaborated with well-known writers, musicians, visual artists, and filmmakers, garnered heaps of critical praise and awards, and performed around the globe, cementing its reputation as an innovative force in the theater world.
Lee Breuer and Ruth Maleczech met studying theater at UCLA in the late 1950s. Around 1960, the couple hitchhiked to San Francisco to participate in the city’s active theater scene. Working at the San Francisco Actor’s Workshop and the San Francisco Mime Troupe they met Bill Raymond, and at the San Francisco Tape Music Center they met JoAnne Akalaitis. In 1964 Akalaitis moved to New York City but left for Paris soon after with composer (and future husband) Philip Glass. The following year Breuer and Maleczech left San Francisco for Europe. The two couples met again while traveling in Greece and returned to Paris. With actor David Warrilow, they began work staging Samuel Beckett’s Play, which premiered at the American Cultural Center in 1967. It was also in Paris that the group first met actor Frederick Neumann. In 1969, back in New York with Glass, Akalaitis wrote the others in Paris to suggest they form a theater group in New York.
Influenced especially by Jerzy Grotowski’s teaching and Beckett’s work, Mabou Mines went on to produce experimental theater pieces like Breuer’s Red Horse Animationpieces that resulted from intense collaboration and improvisation, and incorporated elements of visual art, dance, mime, puppetry, and music. Arc Welding Piece (1972), for example, featured an artist using an arc welder to make cuts in a large piece of metal, while actors expressed various states of emotion, their faces enlarged by magnifying lenses. In 1974, Fred Neumann joined the group to work on Breuer’s second “Animation,” The B. Beaver Animation. Bill Raymond joined shortly thereafter.

Philip just told me. I’m still in shock

related articles: http://theater.nytimes.com/2012/12/07/theater/frederick-neumann-actor-and-director-dies-at-86.html?_r=0

http://www.huffingtonpost.com/christopher-murray/queen-lear-ruth-maleczech_b_4020299.html

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Betrayal and the social media IDIOTS

PROTECTING ONESELF FROM ONESELF

PROTECTING ONESELF FROM ONESELF

BETRAYAL

I seem to be assaulted (on a daily basis) by verbal and / or written atrocities and abuse. It’s easy nowadays in the world of social media.

Someone posts something like “I just don’t care” and that makes me wonder if this someone is plainly stupid or alienated by the nightly drugs, cigarettes – and soda they take and suck on like a pacifier, or by the lonely life they lead together with their cats and their flaccid skin.

Yes, you guessed it right! The post is accompanied by a picture of a vast Julie Andrews with open arms – in the Alps – screaming to the world “I don’t give a fuck about it all”.

– “What?” you wonder for a second. “what”?

Wow. …And this person poses as a writer, an intellectual.

And I wonder…How can any humanitarian (and the majority of intellectuals do follow this compassionate line) NOT CARE about the recent events in:

– Syria
– Egypt
– The Mall in Nairobi
– Today’s attack on the students in Nigeria
– The daily bombings in Pakistan
– Or in Iraq..
– The constant spying (ongoing and getting stronger) of the NSA
– The Stupidity of the Republicans
– The UTMOST arrogance and decadence of the country which never works and will never become anything other than a tamed dwarf: Brazil

How can one live a life inwardly and NOT CARE about the 1 million refugees created by Bashar Al Assad?

Yes, ignoring such things is ignoring ones own presence within a community – be it a global or local. Bah! How disgusting and embarrassing!

I’ve learned some great lessons in life!

LET’S SAY IT ALL STARTS ON THE DAY MY MOTHER EXPLAINS TO ME THAT THE ONLY REAL THING THERE IS IN LIFE IS BETRAYAL – SO BE CAREFUL, They will get you, sooner of later they will come back and point the finger right up your nose and accuse you, denounce you, snitch you and have you arrested. Sounds like Kafka? Yes, just like Kaflka . And this is why I have lived a life in panic, 59 years in the open, afraid of nothing – apparently – making a SHOW of myself because I knew all along that they would come and get me anyway just like my mother’s gardeners in her infancy who , one given day, turned around and came back the next day, dressed in the Nazi uniform and gave the family the Hitler salut and said: YOUR house is now OUR house and NOW, GET THE HELL OUT BEFORE WE BURN YOU TO DEATH.

I was born burnt to death.

And that is why I CARE!

Gerald Thomas,

Sept 29, 2013

If you want to be dumbfounded – please read THIS (by Seymour Hersh) http://www.theguardian.com/media/media-blog/2013/sep/27/seymour-hersh-obama-nsa-american-media

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Brazil’s make-up is melting/peeling ! With HUGE economic problems, Dilma uses the NSA spy program as an excuse…

Por Eliane Cantanhede (Folha)

Cada dia, sua agonia; cada ano, sua criatividade. Pode-se dizer sobre a visita de Dilma a Nova York e o seu discurso de hoje na Assembleia-Geral da ONU, para cerca de 190 países.

Os presidentes brasileiros abrem a assembleia anualmente. No seu primeiro ano, Dilma capitalizou o fato de ser a primeira mulher a fazer o discurso inaugural, mas isso não é mais novidade. No segundo, vangloriou-se da política econômica dos governos do PT, mas a economia não está essa maravilha toda e ela já falou tudo sobre dólar na Rússia. Agora, no terceiro, Dilma vai é de espionagem.

Ela vai abordar a questão sob a ótica dos direitos humanos, defendendo que os serviços de inteligência não são apenas aceitáveis como existem em toda a parte, mas daí a bisbilhotar e-mails dos cidadãos, documentos de empresas e até a Presidência da República são outros quinhentos. O direito à privacidade é um direito fundamental e universal.

Dilma acertou o tom com a Alemanha (que também não gostou nenhum pouco de ser espionada pela maior potência) e pretende destacar duas coisas. Uma é que a espionagem norte-americana não atingiu um só governo, um só país, um só continente, mas expandiu-se mundo afora. Outra é a grande surpresa de que não foi coisa de países fechados, autoritários, mas, sim, de um país que se arroga a condição de maior democracia do planeta.

Além dessa investida em busca de afirmação e liderança na ONU, Dilma vem tendo vários encontros paralelos com empresários e investidores e, aí, o objetivo é de ordem bem mais prática. Os empresários e os grandes grupos precisam acreditar que os leilões são apetitosos, as regras são cumpridas, a remuneração privada é respeitada, a ideologia não contamina.

Dilma tem de convencer os grandes grupos de que vale a pena investir no Brasil. E essa é uma missão bem mais difícil do que falar grosso com os EUA no microfone da ONU.

Eliane Cantanhede – da Folha

would YOU invest in this face?

would YOU invest in this face?

Editorial: Brasil fora da moda

Não é segredo que o Brasil está entre os piores países do mundo quando o assunto é custo, burocracia ou infraestrutura. É notório que empresas globais, ao se instalarem por aqui, encontram nessas dificuldades um obstáculo ao desenvolvimento de seus negócios.

Tome-se o caso da Zara, companhia têxtil espanhola que se internacionalizou com coleções de giro rápido e custo acessível, o que demanda eficiência na gestão de estoques e na distribuição em escala mundial. Presente em 86 países, a empresa teve que repensar seu modelo para poder operar no Brasil.

Percebeu, para começar, que a burocracia nos portos e os altos impostos tornavam impossível gerir a distribuição centralizada na Espanha. Por isso, teve que nacionalizar 40% de sua produção.

Pela criação de empregos no Brasil, tal solução parece boa. É preciso considerar, porém, que o custo de produção interna mais alto, somado aos impostos, deixa os preços até 76% maiores. Marca popular em outros países, a Zara se fixou em um nicho mais rico no Brasil.

Esse é o padrão. A americana GAP, popular mundialmente, acaba de abrir sua primeira loja no país com produtos entre 30% e 40% mais caros que nos EUA. A diferença, segundo a empresa, decorre de elevados custos de importação e logística. No fim das contas, o consumidor paga mais, e o empresário lucra menos.

Tais exemplos evidenciam outro problema grave: o isolamento das empresas brasileiras. A competitividade passa pela integração às cadeias globais de produção, o que demanda tarifas de comércio baixas, logística eficiente e simplicidade tributária.

Nada disso existe no modelo atual. Como a competitividade é baixa, busca-se proteger a indústria com mais isenções pontuais –que pouco adiantam– e barreiras tarifárias –que terminam prejudicando o consumidor.

A questão dos impostos assume lugar central na lista de problemas. Não só pelo nível elevado, mas sobretudo pela complexidade. No ano passado, a indústria de transformação gastou R$ 24,6 bilhões somente com burocracia para pagar tributos –o dobro do que investiu em inovação.

O Banco Mundial põe o Brasil em 156º lugar, entre 185 países, no quesito da dificuldade para saldar impostos. Uma empresa típica gasta nada menos que 2.600 horas por ano para quitar as obrigações tributárias, contra 176 horas na média dos países mais desenvolvidos.

O Brasil jamais será competitivo se não se integrar ao mundo. O desafio é gigantesco, e não parece haver nos formuladores da política econômica determinação para alcançar esse objetivo.

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Ney Latorraca – Gerald Thomas e Edi Botelho: leitura / ensaio de ENTREDENTES no Rio (estreia depois do Carnaval – 2014)

Protestos lindos e justos esvaziados por COVARDES como os Black bloc - movimento endossado por idiotas como Caetano Veloso

Protestos lindos e justos esvaziados por COVARDES como os Black bloc – movimento endossado por idiotas como Caetano Veloso

Ney Latorraca and Gerald Thomas - text in hand

Ney Latorraca and Gerald Thomas – text in hand

Edi Botelho amd Ney

Edi Botelho amd Ney

– estou derrotado pelo Brasil. Derrotado! Essa “merda” horrivel que se promove atraves de suas praias , praias , praias – e mais praias – mas continua sendo a MAIOR ROUBALHEIRA – pobreza – um horror!!! (não precisa ir muito longe – não precisa filmar o sertão – nordeste: BASTA FILMAR UM PONTO DE ONIBUS NA RUA BARATA RIBEIRO EM COPACABANA!!)

– CHEGA !

CAETANO VELOSO QUE VA A MERDA ENDOSSANDO OS BLACK BLOC (canalhas – idiotas e covardes!)

AQUI ESTA A OTIMA (MARAVILHOSA) CRONICA – DE NELSON MOTTA – hoje no O GLOBO

“Parei minha moto no shopping, roubaram a tampa da válvula do pneu. Tinha uma ótima tesoura Tramontina para tosar meus cachorros, mas alguém a trocou por uma de pior qualidade. O médico me mandou tirar radiografia desnecessária só para gastar dinheiro do plano de saúde. Minha revista semanal sumiu na portaria do prédio…”
A prosaica semana de um leitor carioca de um bairro de classe média, tão banal e parecida com a de milhões de brasileiros, mostra como o roubo e a sem-vergonhice estão arraigados na nossa cultura, atrasando o crescimento do nosso IDH, por mais que se invista em educação, tecnologia e infraestrutura. Mas não estamos condenados a essa cultura que privilegia a mentira e a fraude, que aos poucos vai cedendo aqui e ali por força da lei, da policia e da Justiça, e aos trancos e barrancos o Brasil vai melhorando.
Há quem acredite que o Brasil está rico, poderoso, soberano, solidário, mas 43% dos alfabetizados não sabem ler, mais da metade das cidades não tem esgoto tratado, 1/3 das Câmaras Municipais, Assembleias Estaduais e Congresso Nacional estão nas mãos de processados ou condenados pela Justiça. O que esperar dessa gente ?
Ao contrário da cultura legal anglo-saxônica — baseada no pressuposto que o cidadão está dizendo a verdade e sabe que vai sofrer graves consequências se não estiver —, no Brasil a ideia básica é que, em principio, todos podem, e devem, estar mentindo, daí a necessidade de tantas exigências de provas e documentos e assinaturas e autorizações e controles e fiscalizações, que aumentam a burocracia e, com ela, a corrupção. Somos o país do “minto, logo, existo”.
Só aqui há documentos que precisam de “firma reconhecida” e outros que exigem a presença física no cartório, como se umas fossem “sérias” e outras não, mas as fraudes não diminuem. Por essas e outras abrir uma empresa no Brasil leva vinte vezes mais tempo do que nos Estados Unidos ou no Chile.
A verdade, caros leitores, é que são vícios crônicos inspirando uma crônica chata, resultado de muito trabalho vão e de um grande esforço para não falar do mensalão. Paciência, semana que vem melhora.

Nelson Motta é jornalista

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Suggestion for a Syrian-Argentinean barbecue restaurant: Bashar al ASSADO !

NO CHARCOALED meats or ANYTHING, NOTHING BROILED, NOTHING FRIED ONLY “GASSED – served with a delicious damascus sauce.

Suggestions: take plenty of NEXIUM, PLEXIUM, SEXIUM (read Henry Miller beforehand to be on the safe site) and “have a good meal”.

Bon Appétit!!!!!

Sarin: the deadly history of the nerve agent used in Syria
The UN has confirmed that the chemical used in Damascus last month was sarin – a lethal poison with no taste, no smell and no color. Which makes it one of the most murderous weapons in modern warfare

http://www.theguardian.com/world/2013/sep/19/syria-chemical-weapons-bashar-al-assad-tv-interview

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21 million people going insane in São Paulo – poor infrastructure! yet beautiful in its own way

from my hotel window in Sampa

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9/11 -(Give Peace a Chance): to all the victims all over the world of government LIES ! “one man at work”.

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September 11, 2013 · 1:45 pm