About my imitators: “Peça falha ao homenagear o cinema”, says Folha de S Paulo

São Paulo, quarta-feira, 07 de abril de 2010


Crítica/ “Cinema”

Peça falha ao homenagear o cinema

Em espetáculo sem rumo e sem estilo, Felipe Hirsh perde-se entre o exagero e a representação que se quer realista

Nada contra as preferências do Hirsh cinéfilo, mas com essas incisões ele apequena a proposta e se revela sem rumo nem estilo, como se fosse mais importante soar genial do que servir à obra. Essa fraqueza fica explícita nos três momentos em que as luzes da suposta sala de cinema se acendem.

No mais provocativo, quando os atores permanecem olhando o público em silêncio por minutos, repete-se gesto de Gerald Thomas de vinte anos atrás, com menos brilho e mais afetação.
“Cinema” queria ser uma bofetada no gosto do público. Consegue ser chato, apesar de desempenhos vigorosos dos intérpretes, da linda iluminação e do cenário funcional de Daniela Thomas.

PS from GERALD: in the (s0 called) pause/frozen frame where the critic writes: “quando os atores permanecem olhando o público em silêncio por minutos, repete-se gesto de Gerald Thomas de vinte anos atrás, com menos brilho e mais afetação”, he is referring to M.O.R.T.E, (1990) where the actors STARE at the audience for SEVEN amazing minutes, bringing the audience into a frenzy: eventually, these SEVEN minutes became a “stage of exposure” for artists present in the theater as what we call “the public”, i.e. the theatergoer.

In Taormina, Italy, as well as in many other parts of the world, poets came on stage, dancers climbed onto the stage and the SEVEN minutes became known as a performance outlet for the lesser known….

BUT the imitator has never traveled with his pieces. He’s what we call a tapeworm or a provincial and ‘local’ frustrated non-author, doomed to die where he was born.

Gerald Thomas, London Aril 9, 2010

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