O Reality Show do Woodstock + materia do G1

 

 

New York – Pois é! Quarenta anos se passaram. Mas quarenta anos se passaram desde o homem na Lua, desde que os Beatles isso e aquilo, desde o assassinato de JFK, desde…

 

Quando é que vamos parar de contar ou contabilizar numericamente as coisas, os eventos? Daqui a pouco serão 50 anos.

 

Então, voltando  a Woodstock, sim, peguei o último dia. A maior parte já estava voltando e eu ia na contramão. Com 15 anos de idade nas costas (mas me sentindo maduro como uma Susan Sontag) subi a colina e coloquei os pés na lama e… e o quê?

 

Encontrei um lugar sereno, com menos de meio milhão de pessoas, onde “tudo era permitido”.

 

E esse “tudo era permitido” não é uma questão tão simples. Pelo menos não era. Um ano antes, 68, foi pauleira. As polícias do mundo inteiro pegaram estudantes e manifestantes do mundo inteiro de PORRADA!

 

“Como pode então uma polícia passiva?”, pensava eu, vendo todo mundo fumando seus joints e tanta gente nua, muitos trepando ali, em tendas abertas.

 

E hoje? Como estamos?

 

Estamos bem? Bem, não tivemos ainda nenhuma GUERRA MUNDIAL, então, por esse termômetro, estamos… razoavelmente bem.

 

Mas, culturalmente, estamos PÉSSIMOS! Duchamp, que morreu em 68, e que já havia ironizado a pintura e arte em geral, não podia prever que em 2009 estaríamos com 2000 (dois mil) canais a cabo mostrando merda. E qual merda? Reality shows do PIOR NÍVEL ou então, o que é mais triste ainda, quando comparado a Woodstock, o tal “Vale Tudo”, the Ultimate Fighting, onde homens enjaulados se atracam e partem pra cima dos outros com toda espécie de golpes e sangue e quebras de tudo que seria um avanço, aos urros do público! Uau!

 

Ficamos mais cínicos, mais hipócritas e mais imbecis: claro, os demographics do mundo duplicaram! A maior parte do mundo encaretou! E nem sabe direito que Woodstock não foi somente uma grande festa e celebração de uma geração que levava porrada por PROTESTAR contra a guerra do Vietnam e lutar pela PAZ. PEACE, Man, Peace! Não se tratava simplesmente de um conglomerado de meio milhão de pessoas celebrando a paz (e em paz), debaixo de chuva ou sol, ao som de Hendrix, do Who, de Crosby, Stills, Nash and Young e Joplin e Santana e Country Joe and the Fish e tantos outros: tratava-se de uma afirmação! Estávamos mudando o rumo do mundo.

 

Mudamos?

 

Nada.

 

O ser humano mata golfinhos, esses seres que falam conosco.

 

O ser humano mata racoons (espécie de cães: os dois posts abaixo) e lhes arranca a pele enquanto VIVOS, ao som de Hendrix.

 

Se mudamos o rumo do mundo, mudamos esse mundo por três dias. Ou nos nossos sonhos, assim como numa peça de Shakespeare. O encantamento dura enquanto o espetáculo dura. E foi somente isso. O resto? É a glorificação do passado. Somos, como sempre fomos, um Weapon of self Destruction. E isso não poderemos medir em quarenta anos.

 

 

Gerald Thomas

 

 

 

 

(Vamp na edição)

 

Matéria do G1: Gerald Thomas em Woodstock: ‘melhor show foram 8 violões e uma lata de lixo’

Dramaturgo diz ao G1 que esteve no festival quando tinha 15 anos.
Brasileiros que viveram a época refletem sobre efeitos na contracultura.

O diretor e dramaturgo Gerald Thomas (Foto: Agência Estado) 

 

 

“Cheguei no último dia, algumas pessoas estavam indo embora, mas eu encontrei muita gente ainda lá. Hoje se fala entre 400 mil e 500 mil pessoas. Na época, a gente não pensava assim – pensava: ‘meu Deus, quanta gente, que loucura!’”.
 
A recordação é do diretor e dramaturgo Gerald Thomas, que diz ter estado em Woodstock no último dia do festival (domingo, 17 de agosto de 1969). Nascido em Nova York, em 1954, o diretor de “Um circo de rins e fígados” e “Príncipe de Copacabana” veio ainda bebê para o Rio de Janeiro com a família. Aos 13 anos de idade voltou para a Grande Maçã e tinha 15 anos quando pegou a estrada rumo ao festival em Bethel, comunidade rural no estado de Nova York.

“Uma das lembranças mais fortes que eu tenho, além da lama e do fedor, foi a passividade dos policiais diante de tudo o que estava acontecendo. Pouco tempo antes, a polícia espancava pessoas em Berkeley. [Woodstock] foi o momento em que eu – e, acredito, muita gente – pensei: ‘Caramba, o mundo está mudando’. A impressão era nítida, como nunca tinha sido antes”, conta Thomas em entrevista por telefone ao G1, de Nova York, onde mora atualmente.

Fã de Jimi Hendrix e The Who (que tinha esperanças de ver ao vivo – o que não aconteceu, uma vez que a banda se apresentou no dia anterior), Thomas diz que sua apresentação musical favorita no festival não aconteceu no palco principal, no centro da fazenda. “Foi de um grupo de pessoas sentadas no gramado, não foi no palco. Acho que eram oito violões e uma lata de lixo virada ao contrário usada como tambor. E era um som absolutamente impressionante. Nunca vou saber quem eram.”

O diretor lembra que a cena era comum. “Durante a troca das bandas, a gente não tinha muito o que fazer, demorava horas, às vezes quase duas horas. E as pessoas iam se aglomerando em volta desses pequenos grupos. Fiquei perto desse grupo e achei uma coisa incrivelmente linda.” 
 


Público no Festival de Woodstock (Foto: AFP/AFP)

Paz, amor… e brigas
Por outro lado, Thomas não acredita que houve em Woodstock tanta paz e amor quanto é lembrado por alguns dos frequentadores. Segundo ele, havia brigas acontecendo na plateia. Como exemplo, ele cita o caso do ativista Abbie Hoffman, que foi expulso do palco pelo The Who, no sábado.

“Não vi porque cheguei no dia seguinte, mas foi o próprio Hoffman quem me contou a história mais tarde. Ele havia subido no palco para denunciar o Who como ‘vendidos’ e começou a fazer um discurso. O Pete Townsend [guitarrista da banda], que é um cara imenso de grande, deu-lhe uma guitarrada e jogou o Hoffman para fora do palco. Em 1971 saiu o disco ‘Who’s next’ com a música ‘Won’t get fooled again’ e o verso: ‘Conheça o novo chefe/ É igual ao velho chefe’”.

Thomas se mostra, em certa medida, decepcionado e cético em relação às mudanças provocadas pela contracultura. “O que aquela geração se tornou? Um bando de loucos que jogam na Bolsa de Valores e transformam a bolsa nisso que você viu acontecer em setembro, outubro do ano passado. Um monte de companhias falidas, uma economia desastrosa. Ou seja, nada mudou, porque o ser humano é assim.”
 
‘Sabíamos que a dor estava lá fora’
Assim como Gerald, outros brasileiros que viveram a época lembram de Woodstock como um marco, um divisor de águas. Joel Macedo, escritor e correspondente da primeira versão da revista “Rolling Stone” brasileira, entre 1972 e 1973, morava na Califórnia em 1969 e não conseguiu atravessar o país para chegar a Woodstock, mas sentiu seus efeitos.
 
Macedo enxerga no festival um componente político importante. “Woodstock até foi sexo, drogas e rock‘n’roll, mas foi também o grito de uma geração contra o sistema capitalista (…). As pessoas quebraram as cercas que afastavam o festival do povo, invadiram a fazenda e transformaram um evento que teria um lado comercial numa mega e mitológica celebração tribal. Não foram os superstars que fizeram do Festival de Woodstock um mito, foi o povo”.
 
De Bethel à Mooca
Com a barra pesando na ditadura no Brasil e as mudanças significativas que ocorriam no exterior – com Woodstock à frente, mostrando a nova força do movimento hippie –, muitos brasileiros partiram para o exílio, imposto ou voluntário. Foi o caso do artista plástico Antonio Peticov, que, preocupado com o regime militar nacional se auto-exilou em Londres em 1970, em partes, inspirado por Woodstock.

“Na época as informações chegavam lentamente para nós no Brasil, era complicado. Então, para um garoto de classe média baixa da Mooca (bairro de São Paulo) saber que aconteceu um festival daqueles, programado para 50 mil pessoas e para o qual chegaram 500 mil, foi um estalo: ‘somos uma nação!’.”

Peticov acabou indo ao festival da Ilha de Wight na Inglaterra em 1970, onde encontrou os amigos Gilberto Gil e Caetano Veloso. “Foi uma coisa mágica”, define. Mas, apesar dos ótimos shows e de conhecer uma “nação hippie” maior ainda (o público total de Wight foi de 600 mil pessoas), o artista percebeu que o clima já havia mudado. “Lá já havia o grande problema da questão do comércio. Todo mundo ganhando dinheiro às custas dos hippies”.

Thomas também concorda que Woodstock foi diferente de outros festivais. “Foi um evento quase espontâneo, eu não sei o que reuniu aquelas pessoas. Porque foi único. Altamont não foi assim, Monterrey não foi assim, o festival da ilha de Wight não foi assim. Ele foi único na sua vontade de mostrar para o mundo que a nossa geração tinha força.”
 


Americanos reunidos para a posse de Barack Obama, em janeiro de 2009 (Foto: AFP)
 
‘Obamastock’
O diretor acredita que o festival não foi só um marco mas que é algo que precisa voltar a acontecer. “George Bush foi um retrocesso tão grande que voltamos à uma época pré-Woodstock. Agora com Obama no poder a gente vai avançar de novo no tempo. Teria que haver um novo Woodstock”.

A referência ao novo presidente dos EUA não é à toa – Thomas trabalhou por um ano na campanha do democrata. E acha que encontrou seu próprio “novo Woodstock”, maior e mais inclusivo. “Com a vitória do Obama eu desci para Washington no dia 20 de janeiro (dia da posse do presidente) e chegando lá eu disse, por alguns minutos: ‘isto aqui é Woodstock no inverno’. Um Woodstock com um p… frio, mas ninguém estava sentindo frio, estavam todos sentindo um enorme calor humano. E era quatro vezes Woodstock, porque eram dois milhões de pessoas”, compara.
 

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  1. Heckler

    No Rio de Janeiro, milhares de suburbanos vivem do tráfico de drogas. Jovens negros e pobres setornam fogueteiros ou soldados do morro, e recebem gordas somas dos narcotraficantes para manter a lei do silêncio e a ordem do mais forte nas favelas.

    Quantas vezes não ouvimos falar de ossadas humanas encontradas nos morros cariocas? Pois é, há seres desumanos que torturam, executam e carbonizam pessoas em troca de um punhado de reais e muito, muito poder sobre a vida alheia. Mas quem se opõe a esses costumes bárbaros da Cidade Maravilhosa? Quem se opõe a essa juventude que idolatra o crime organizada e entra para as facções criminosas no claro intuito de faze fama e fortuna na favela? Ninguém. Os Direitos Humanos não condenam os ritos de passagem do tráfico de drogas (matar um nóia e um policial), mas combatem toda ação estatal que pretenda reprimir a cultura da barbaridade que se instalou no Rio de Janeiro.

    A mesma sociedade que condena Suzane por ter matado os país, admite facções criminosas dominando as vidas de centenas de milhares de pessoas. A mesma sociedade que pede a pena de morte para crimes passionais, deseja indulto para bandidos pobres, como se a pobreza sancionasse a prática de crimes hediondos.

    Os morros estão vermelhos de sangue. Os morros são nódoas sangrentas nos cumes da ex-capital do Brasil. Tráfico, milícia e polícia torturam e executam, cada qual para fazer prevalecer a sua lei. E o que resulta dessa convergência de brutalidades e bestialidades é uma cultura da violência que preconiza a escolha individual por um dos lados dessa guerra de todos contra todos, havendo, inclusive, muito mais por parte do tráfico de drogas, o desenvolvimento de uma estética e de uma ética próprias, criadas para auxiliar na persuasão dos jovens favelados.

    Mas quem dirá algo de nossos costumes, quando nosso presidente da república, filho do povo, supostamente mais legítimo para o exercício do poder porque mais próximo das veias populares do próprio poder, é considerado um grande chefe de quadrilha? Quem se colocará contra nossos costumes pouco morais, quando o partido que se encontra na cabeça do Poder Executivo nada mais é do que uma grande família, com seus agregados e suas intrigas que se imiscuem nos problemas públicos como se tratassem de questões menores?

    Se antes justificávamos a deterioração dos costumes pela discrepância entre aqueles que estavam no Poder e aqueles se encontravam na massa controlada por esse Poder, hoje vemos a criminalidade justificando sua malandragem precisamente com os erros cometidos pelos responsáveis pelo Estado: se antes o PT afirmava categoricamente a inexistência de semelhança entre Fernando Collor de Mello e o povo brasileiro, derivando dessa dessemelhança a desigualdade social e a violência, agora o PT afirma o direito à corrupção que cada oprimido possui em virtude do histórico de desigualdades vivido pelo Brasil ao longo dos séculos.

    Se antes Fernando Collor de Mello e José Sarney capitalizavam os meios corruptos com que pudessem enriquecer e apoderar-se cada vez mas do Brasil, hoje Lula e sua quadrilha socializam o direito à corrupção, dando o exemplo de que qualquer um, sob a capa da pobreza pode, e deve, participar de uma quadrilha, para assim chegar à tão sonhada revolução. Revolução esta que, no caso, só pode ser a revolução dos bichos. Para que, de homens tiranos, o Brasil se torne reino de porcos bolivarianos.

  2. Azul

    Uau !!!
    *Cara la de cima leu meu comentario…ontem…
    Nova cronica sobre *Woodstock*….vou parar tudo…e deleitar nessa leitura….

    Beijos

    Happy *SEXY FEIRA*

  3. gthomas

    MÚSICA
    INVENTOR E GUITARRISTA LES PAUL
    MORRE AOS 94

    Inventor de algumas técnicas de gravação e de um modelo clássico de guitarra elétrica, o norte-americano Lester William Polfuss, mais conhecido como Les Paul, morreu ontem, aos 94 anos, em decorrência de complicações de pneumonia. Nas décadas de 40 e 50, Paul emplacou vários sucessos nas paradas ao lado da mulher, a cantora Mary Ford.

  4. Azul

    PORRA !!! , ..uma paulada , …
    Que coisa…texto MAGNIFICO !!!
    …fiquei sem falas / palavras / letras …

    Gerald , *MAGNIFICO*….

    *Um sacode..levanta poeira…sera que podemos dar a volta por cima? (..ainda)…

  5. Sergio

    se reunir com um monte de jovens utópicos inocentes, ouvir música e fumar uns baseados por três dias seguidos, como é que uma coisa dessa vai mudar o mundo?

  6. Azul

    .SOBRE * LES PAUL*

    Soube ontem atravez de um *documentario *…sobre ele que ele criou essa forma (usada ate hoje) de gravar cada instrumento num canal diferente (Gravacao em Studios)…
    Imaginem…super revolucionario, que ate hoje sao validos !!!

    Ai me pergunto *mais um GENIO se foi…sera que nasceram outros tao maravilhosos para ocupar o espaco…*vago*…???

    *****************

  7. Ekran

    Jimi Hendrix: “I Don’t Want to be a Clown Any More”

    ———–
    SHEILA WELLER
    Rolling Stone
    Posted Nov 15, 1969 12:00 AM

    Liberty, New York — Records, film, press and gossip are collectively ambitious in creating the image of a rock superstar. With Jimi Hendrix — as with Janis Joplin, Mick Jagger and Jim Morrison — mythology is particularly lavish.
    Unfortunately, it is also often irreversible — even when it’s ill founded or after the performer himself has gone through changes.

    Several weeks ago, Life magazine described Jimi as “a rock demigod” and devoted several color pages to kaleidoscopic projection of his face. Well, why not? The fisheye lens shot on his first album cover shows him in arrogant distortion: on the second album, he becomes Buddha. Lest anyone forget, Leacock-Pennebaker’s Monterey Pop has immortalized his pyromaniacal affair with the guitar. Rock-media bedroom talk makes him King Stud of the groupies. Stories circulate that he is rude to audiences, stands up writers, hangs up photographers, that he doesn’t talk.

    What Jimi’s really all about — and where his music is going — is an altogether different thing.

    For most of the summer and early fall, Jimi rented a big Georgian-style home in Liberty, New York — one of Woodstock’s verdant “suburbs” — for the purpose of housing an eclectic family of musicians: Black Memphis blues guitarists; “new music” and jazz avant-gardists; “Experience” member Mitch Mitchell; and — closest to Jimi and most influential — Juma Lewis, a multi-talented ex-progressive jazzman who is now the leader of Woodstock’s Aboriginal Music Society.

    The hilltop compound — replete with wooded acreage and two horses — was intended for a peaceful, productive musical growth period. But hassles did come, sometimes sending Jimi off on sanity-preserving vacations in Algeria and Morocco: local police were anxious to nab “big-time hippies” on anything from dope to speeding; the house was often hectic with hangers-on; pressure mounted from Jimi’s commercial reps to stay within the well-hyped image and not go too far afield experimentally.

    But with it all, growth, exchange and — finally — unity was achieved among Jimi and the musicians, whose work-in-progress was evidenced in occasional public appearances in the New York area (at the Woodstock/Bethel Festival, Harlem’s Apollo Theater, Greenwich Village’s Salvation discotheque, and ABC’s Dick Cavett show) and has been recorded for Reprise on an LP which will be released in January. The name of the album, Gypsies, Suns and Rainbows, epitomizes the new Hendrix feeling.

    With close friends of Jimi, I drove up to Liberty on a quiet September weekend. The melange of musicians and girls had departed. In a few weeks, Jimi himself was to give up the house, woods and horses for less idyllic prospects: a Manhattan loft and a November hearing on the narcotics possession charge he was slapped with in Toronto, May 3rd [1969].

    Photographs have a funny way of betraying his essentially fragile face and body. He is lean. Almost slight. Eating chocolate chip cookies on the living room couch in this big house furnished straight and comfortable — he seems boyish and vulnerable.

    He offers questions with an unjustified fear of his own articulateness that is charming — but occasionally painful. “Do you, uh — where do you live in the city?” “What kind of music do you li… — would you care to listen to?” He is self-effacing almost to a fault: “Do you ever go to the Fillmore? No? — that was a silly question, sorry.” “I’m sorry, am I mumbling? Tell me when I’m mumbling. Damn . . . I always mumble.”

    It becomes uncomfortable, so one says: “Jimi, don’t keep putting yourself down. There’s everybody else to do that for you.” He attaches to that statement, repeats it slowly, whips out the embossed Moroccan notebook in which he jots lyrics at all hours of the day and night, and scribbles something down.

    Fingering through his record collection (extensive and catholic; e.g., Marlene Dietrich, David Peel and the Lower East Side, Schoenberg, Wes Montgomery), he pulls out Blind Faith; Crosby, Stills and Nash; and John Wesley Harding. The Dylan plays first. Jimi’s face lights: “I love Dylan. I only met him once, about three years ago, back at the Kettle of Fish [a folk-rock era hangout] on MacDougal Street. That was before I went to England. I think both of us were pretty drunk at the time, so he probably doesn’t remember it.”

    In the middle of a track, Jimi gets up, plugs in his guitar, and — with eyes closed and his supple body curved gently over the instrument — picks up on “Frankie Lee and Judas Priest,” riding the rest of the song home with a near-religious intensity.

    He talks intently to Juma and his girl. He cherishes real friends and will do anything for them. They, in turn, feel protective toward him. “Poor Jimi,” one says. “Everyone’s trying to hold him up for something. Those busts … Even the highway patrol exploits him. They know his car: they stop him on the road between New York and Woodstock and harass him. Then they have something to gloat about for the rest of the day. Once a cop stopped me on the highway and started bragging: ‘Hey, I just stopped Jimi Hendrix for the second time today.'”

    On the bookcase is a photograph of a Fifties Coasters-type R&B group: processed hair, metallic-threaded silk-lapel suits, shiny shoes. The thin kid on the far left in a high-conked pompadour, grinning over an electric guitar: is it — ? “That’s okay,” Jimi smiles at the impending laughter. “I don’t try to cover up the past; I’m not ashamed of it.” But he is genuinely humble about the present. For example, he’d been wanting for some time to jam with jazz and “new music” avant-gardists, but worried that such musicians didn’t take him seriously enough to ever consider playing with him. “Tell me, honestly,” he asked a friend, “what do those guys think of me? Do they think I’m jiving?”

    We are listening now to the tape of such a session, the previous night’s jam: Jimi on electric guitar, avant-garde pianist Michael Ephron on clavichord, Juma on congas and flute. A beautiful fusion of disparate elements, disjunct and unified at alternating seconds. Now chaotic, now coming together. “Cosmic music,” they call it. Ego-free music. Not the sort of stuff the waxlords make many bucks off. Not the kind of sound guaranteed to extend the popularity of a rock superstar.

    “I don’t want to be a clown anymore. I don’t want to be a ‘rock & roll star,'” Jimi says, emphatically. The forces of contention are never addressed but their pervasiveness has taken its toll on Jimi’s stamina and peace of mind. Trying to remain a growing artist when a business empire has nuzzled you to its bosom takes a toughness, a shrewdness. For those who have a hardness of conviction but not of temperament it isn’t a question of selling out but of dying, artistically and spiritually. Refusing to die yet ill-equipped to fight dirty, many sensitive but commercially lionized artists withdrew. I watch Jimi quietly digging the pictures of faraway people and places in a book, The Epic of Man (“South America . . . wow, that’s a whole different world. Have you ever been there?”) and I wonder just where he will be and what he will be doing five years from now.

    We crowd into Jimi’s metal-fleck silver Stingray (“I want to paint it over — maybe black”) for a sunrise drive to the waterfalls. (“I wish I could bring my guitar-and plug it in down there.”) The talk is of puppies, daybreak, other innocentia. We climb down the rocks to the icy brook, then suddenly discover the car keys are missing. Everyone shuffles through shoulder pouches and wallets. “Hey, don’t worry,” Jimi says. “They’ll turn up. No use being hassled about it now. Jimi’s taking pictures and writing poetry. “I want to write songs about tranquility, about beautiful things,” he says.

    Back at the house, he pads around, emptying ashtrays, putting things in order. “I’m like a clucking old grandmother,” he smiles. “I’ve just gotta straighten things out a little.” It’s 7 AM and he has to be at the recording studio in Manhattan at 4 in the afternoon. Everyone’s exhausted.

    After a few hours of sleep, Jimi floats into the kitchen looking like a fuzzy lamb unmercifully awakened and underfed. He passes up the spread of eggs, pork chops, crescent rolls and tea; breakfast, instead, is a Theragran and a swig of tequila in milk. “Jimi, you never eat…” Juma’s girl worries aloud.

    We pile into the car for the two-hour drive into Manhattan. Passing two Afro-haired guys in an Aston-Martin, Jimi turns and flashes a broad grin, extending his fingers in a peace salute. We turn up the radio on Stevie Wonder’s “My Cherie Amour”; groove on Neil Diamond, Jackie DeShannon, the Turtles. Everything is everything: We’re playing with a puppy, grateful for clear skies, clear road, clear AM station. What more could a carload of travelers in an inconspicuous blue Avis ask?

    We pull into a roadside stop. No giggly bell-bottomed young girls in sight, Jimi gets out and brings back chocolate milk and ice cream for everyone. Truckers pay no attention. Middle-aged couples glare disdainfully.

    The talk is of the session. They’ll record at a studio on West 44th Street, then go somewhere else to mix it — maybe Bell Sound of A&R — because Jimi says the recording studio they’re going to “has bad equipment … likes to take advantage of so-called longhair musicians.”

    Downtown traffic on the West Side Highway is light at rush hour. The fortresses of upper Riverside Drive are handsome in the sun, but the air has lost its freshness. Getting off the highway at 45th Street, it’s 4:45. The session, costing $200 an hour, was booked to begin at 4:00. But delay couldn’t be helped; no hassle. A car full of teenagers alongside us — has the radio turned up loud on “If Six Was Nine” — the cut being used as part of an advertisement for Easy Rider, I ask Jimi if he’s seen the film; he doesn’t answer.

    Turning around, I find him stretched out on the back seat, legs curled up embryonically, hands clasped under his cheek. Sleeping soundly.

    [From Issue 46 — November 15, 1969]

    http://www.rollingstone.com/news/story/7513456/jimi_hendrix_i_dont_want_to_be_a_clown_any_more/2

  8. Sandra

    “E esse “tudo era permitido” não é uma questão tão simples. Pelo menos não era.”

    Acho que… ainda não é…

  9. Adriano Rotting

    Pois é..

    O woodstock foi um marco na história da música e dos jovens.

    Um comportamento que não mais encontro na juventidade atual.

  10. juliano

    Sou um pouco mais otimista, a própria eleição de Obama é uma conquista daquela geração. Eu acho que o mundo evolui sim, mas sempre haverá os retrogrados, os atrasados, os nazistas, não podemos achar que eles são a maioria, ao menos espero que não,rs.

  11. Sandra

    “Mudamos?

    Nada”

    Mudar também é um aprendizado, com idas, voltas, novos caminhos,… Uma peça é produzida no dia da estreia? Todo tempo de ensaio, todos os erros, adaptações,… tudo é um desperdício? O relógio é ligado na hora em que tudo “dá certo”?

  12. Sandra

    Você não mudou ao pisar naquela lama, Gerald?

  13. Sandra

    Lindíssimo post, Gerald…
    Triste… Cheio de luz e saudade.

  14. Sandra

    Saindo agora! Beijos!

  15. tok . tok .
    who is it ?
    new post !
    thank god !

    lúcio junior , quem sai na frente ? hahaha .
    aproveita que eu tô ainda ocupado .
    mas amanhã ,
    hype G-diet turns hippie .

  16. ZE

    Na minha opiniao positiva a cultura ocidental potencializou a selvageria intrí­nseca do Homem. E tudo mais piorou com as sucessoes de equivocos do olhar torto(que ve tudo invertido) das pessoas sem norte, sem referencias, sem esperancas numa terra desesperada, multiplicando aquele que `e parte do problema e nao da solucao.

  17. Oi, Cláudio. Eu já postei sobre Woodstock lá, sobre o room of debate no NYtimes.

  18. Rio Maynart

    “Somos, como sempre fomos, um Weapon of self Destruction. E isso não poderemos medir em quarenta anos.”

    Isso não se pode medir nem em UM MILHÃO de anos, Gerald.

    Eu tb vivi o Woodstock!… 20 anos depois e numa tela de cinema numa cidade da Bahia (o próprio filme já estava bastante defasado. Hahaha!!! Mas para mim era como se fosse um lançamento. Com direito a tapete vermelho e tudo)… Eu no meu sonho de juventude tb cantei, gritei, toquei guitarra, tomei banho de lama e dormi no sleep-bag… Eu tb VIVI O SONHO dentro daquela tela de cinema!!!… E o sonho já tinha acabado há mto tempo anunciado pelo hoje etéreo beatle John Lennon.
    Mas o Gerald pôde viver isso ao VIVO e a CORES um ÚNICO dia… É como se vivesse a eternidade inteira… Um momento HISTÓRICO, BRILHANTE, MÁGICO, ENCANTADO!!!… A eternidade TODA dentro deste momento.

    PARABÉNS, GERALD!

    Apesar do Woodstock, das cores, do belo, da alegria, do perigo, das viagens, dos sonhos etc., etc, etc… cantados pelos nossos ídolos de todo o planeta, é triste constatar que o belo ideal de mudança, não funcionou. Continuamos os mesmos bárbaros, selvagens de sempre. E que esse ideal só serve hoje – como bem frisou Gerald – para glorificar o passado.

  19. Filipe Gabriel Silva

    A algumas tardes, leio seus textos de grande teor crítico sobre o ser humano e suas características. Os continuarei lendo, não por achá-los interessantes, mas por perceber que o blog em si trata sempre das mesmas “mesmices”. Afinal, o mundo é uma “mesmice” mesmo, merece ser criticado continuamente? Sim, o homem mata animaizinhos fofinhos ainda vivos. Sim, o homem também inventou um gás que praticamente derrete seus semelhantes. Sim, o capitalismo se personifica a cada crise que passamos, 1929, 1973 e 2008. Eu sinceramente acho que a resposta não é apontar o dedo no que fizemos, e sim no que vamos fazer.
    Um exemplo: A Ponte Estaiada, novo cartão postal de São Paulo é linda. E a favela ao lado? Será expulsa, ou já foi expulsa, com um cheque despejo de valor de R$5.000,00 reais. Pra onde vão? Ninguém sabe. A região está supervalorizada com a chegada da ponte, e segregou muita gente. Novos prédios! Agora, de vez apontarmos o dedo no que São Paulo tem de ruim, ou executou de maneira capitalista neoliberal, porque não apontamos no que pode ser feito? Existem dois caminhos, o do “Reality Show” que, evidentemente, tratará da pior maneira o ocorrido (especulação) , e o diferencial, que propõe uma solução eficaz a situação.
    Somos movidos pela desgraça do nosso semelhante. Somos movidos pela mídia sensacionalista que nos motiva cada dia que passa a acreditar nas besteiras que ela diz. Somos todos um só. Engolimos e regurgitamos os mesmos “shows” do mundo. No meu ponto de vista, você não pode criticar sem fazer a diferença do um todo. Digo isso porque estou farto de ler em todos os blogs as mesmas coisas todos os dias. Até este meu comentário é meio piegas, porque se trata disso! De uma mesmice.
    A questão é, o que fazer para não ser igual a qualquer um. E isto é difícil numa sociedade alienada. Afinal, somos todos alienados procurando uma notícia boa para entretenimento! Bom devia ser o tempo de Charles Chaplin. Ele sim sabia fazer uma boa critica sobre o ser humano. Era inteligente, fazia uma piada construtiva sempre que podia. Tempos modernos. Tempo pós-moderno…

  20. Ekran

    Jimi Hendrix songlist em Woodstock:

    1.Message To Love
    2.Getting My Heart Back Together Again
    3.Spanish Castle Magic
    4.Red House
    5.Master Mind
    6.Here Comes Your Lover Man
    7.Foxy Lady
    8.Beginning
    9.Izabella
    10.Gypsy Woman
    11.Fire
    12.Voodoo Child (Slight Return) / Stepping Stone
    13.Star Spangled Banner
    14.Purple Haze
    15.Woodstock Improvisation / Villanova Junction
    16.Hey Joe

    http://www.woodstock69.com/Woodstock_songs.htm

    Letra de Hey Joe , a ultima musica a tocar em Woodstock…

    Hey, Joe, where you goin’ with that gun in your hand?
    Hey, Joe, I said where you goin’ with that gun in your hand?
    I’m goin’ down to shoot my old lady
    You know I caught her messin’ ’round with another man

    Yeah, I’m goin’ down to shoot my old lady
    You know I caught her messin’ ’round with another man
    Huh, and that ain’t too cool

    Hey Joe, I heard you shot your woman down
    You shot her down
    Hey Joe, I heard you shot your old lady down
    You shot her down to the ground, yeah

    Yes, I did, I shot her
    You know I caught her messin’ ’round
    Messin’ ’round town
    Yes I did, I shot her
    You know I caught my old lady messin’ ’round town
    And I gave her the gun and I shot her

    Alright
    Shoot her one more time again, baby
    Yeah
    Ah, dig it
    Ah, alright

    Hey Joe, said now
    Where you gonna run to now, where you gonna run to?

    Hey Joe, I said
    Where you goin’ to run to now, where you, where you gonna go?
    Well, dig it
    I’m goin’ way down south, way down south
    Way down south to Mexico way

    Alright
    I’m goin’ way down south
    Way down where I can be free
    Ain’t no one gonna find me baby

    Ain’t no hangman gonna
    He ain’t gonna put a rope around me
    You better believe it right now
    I gotta go now

    Hey, hey, hey Joe
    You better run on down
    Goodbye everybody, ow

    “Hey Joe”

    This was originally recorded by Los Angeles band The Leaves in 1965. Their lead singer was bassist Jim Pons who joined the Turtles just before they recorded their Happy Together album.

    It is unclear who wrote this song. Many people believe it was written by Chester Powers (aka Dino Valenti of Quicksilver Messenger Service), but Hendrix himself – and also The Leaves – attribute it to William (Bobby) Roberts. No one has been able to copyright it, so the song is considered “traditional,” meaning anyone can record it without paying royalties.

    The version that inspired Hendrix to record this came from a Folk singer named Tim Rose, who played it in a slow arrangement on his 1967 debut album. Rose was a popular singer/songwriter for a short time in the Greenwich Village scene, but quickly faded into obscurity before a small comeback in the ’90s. He died in 2002 at age 62.

    In an early demo version, Hendrix is caught off guard by the sound of his voice in the headphones, and can be heard on the recording saying, “Oh, Goddamn!” Then telling Chas Chandler in the booth, “Hey, make the voice a little lower and the band a little louder.” Hendrix was always insecure about his vocal talents, but thought if Dylan could swing it, so could he.

    This was the first single for his newly formed group, The Jimi Hendrix Experience.

    Jimi played this for the first time at the 1967 Monterey Pop Festival. It was the first time the group performed in America.

    This was released in Britain with the flip side “Stone Free,” which was the first song Hendrix wrote for The Jimi Hendrix Experience.

    Dick Rowe of Decca Records turned down Hendrix for a record deal, unimpressed with both this and “Stone Free.” Rowe also turned away the Beatles 4 years earlier.

    Hendrix, performing under the name Jimmy James in the group Jimmy James and the Blue Flames, was seen playing this in a New York cafe by former Animals bass player Chas Chandler, who knew instantly that Hendrix was the man to record it.
    Chandler became a producer and manager for Hendrix.

    A popular female trio, the Breakaways (Jean Hawker, Margot Newman, and Vicki Brown) were brought in by producer Chas Chandler for backup vocals.

    This was one of 5 bonus tracks added to the album Are You Experienced? when it was re-released in 1997. The only song on the album not written by Hendrix, it is credited to Billy Roberts.

    This was the last song performed at Woodstock in 1969. The festival was scheduled to end at midnight on Sunday, August 17 (the third day), but it ran long and Hendrix didn’t go on until Monday around 9am. There weren’t many attendees left, but Hendrix delivered a legendary performance.

  21. Amigos ( as ).

    Eu deveria estar muito contente com o tema do post atual.
    Não foi uma nem duas e sim diversas vezes nas quais eu sugeri ou tentei encaminhar os debates para o tema:- “ESTAMOS NOS AUTODESTRUINDO”.
    Há dois anos freqüento e gosto muito de comentar blogando.
    Primeiro no RA e depois e até agora aqui com vocês.
    Sei com é dificultoso abrir uma frente que não tenha origem direta do dono do pedaço.
    Quando muito em uma chamada você terá três ou quatro respostas e olhe La.
    Também sei que textos longos quando enviados pelos que comentam não são inteiramente lidos. Pior é quando são totalmente ignorados.
    Você prepara e envia a tua opinião disto ou daquilo e ficando sem resposta fica igual merda n água.
    Não é fácil usar os tags sugeridos e sair martelando isto e mais aquilo.
    Neste caso, por exemplo, em que Duchamp é novamente citado e eu pouco sei deste artista. Sei o mínimo possível, pois a curiosidade por assuntos gerais deixa em que Le muito assim com eu faz no mínimo familiaridade com certos nomes. deste Duchamp se não me engano sei que foi um cara inovador ou renovador.Talvez um pouco anarquista pois sei que ele colocou bigodes na Mona lisa.
    E isto é tudo que sei de Duchamps.
    Woodstock sabe também apenas o que li na época e posteriormente.
    Para o grande publico brasileiro assim com eu que era na ocasião um mal informado. E alheio ao real motivo da famosa e estrondosa reunião; tudo não passou de um festival de hippies que se reuniram para fumar maconha. .Beber e fuder à vontade. Esta era a imagem de Woodstock que agora lembro sem fazer nenhum juízo de valor.
    Vivendo em navios e sendo militar meu universo era outro. O que tento dizer é que eu sabia de Woodstock e de hippies talvez exatamente o que uma dona de casa ou um feirante, digamos sabia por noticias de televisão revistas e jornais. Para a grande massa ser hippie era sinônimo de ser vagabundo sujo e cabeludo alem de fumar maconha beber e fuder à vontade comendo-se uns aos outros. Pode parecer exagero, mas não é. Era assim mesmo que tudo era visto na época. Passados tantos anos hoje eu sei de outros valores e considerações que fizeram aquele movimento, alguns dos quais até muito nobres. Eu diria que para muitos foi o ponto culminante de jovens revoltados com os hábitos e costumes da época sendo que o grito contido no desfio era o de LIBERDADE..ROMPER grilhões que os sufocavam.E para uns foi apenas negócios.Promoções.Eventos.espetáculos e LUCROS.
    Vários artistas marcaram posições e dali partiu para carreiras magníficas e outros também partiram para o fim deles mesmos.
    Mudaram sim muita coisa. Fizeram a cabeça de muitos e o choque fez com que conceitos rígidos fossem abalados.
    Hoje ser cabeludo é normal. Meu neto Gabriel ostenta seus cabelos loiros em corte similar aos dos Beatles o que na época dos 60 seria considerado algo de anormal.
    Tanto que no inicio pouco de chamada de Beatles por aqui se ouvia. Diziam OS CABELUDOS.
    Mudaram roupas. Musicas danças, e acima de tudo mudaram o papo de que sexo era tabu. Virgindade deixou de ser condição ferrenha para casamento em muitos lugares do mundo. Estou falando de um modo geral.
    Nunca esqueço aminha surpresa. Quando moço comecei a viajar pelo nordeste e soube em recife que não virgens não arrumavam emprego nem mesmo com serviçais domestica e só lhes restava o caminho da prostituição se de origens humildes. E isto pouco mudou ate hoje salvo algumas exceções de empresários e empregadores mais esclarecidos.
    Não acredito em choque de gerações.
    Acho que o mal de sempre reside no fato da ausência de diálogos e na intolerância para com o próximo. A falta do amor.
    E os verdadeiros hipies se não me engano cultuavam flores e o Amor. Eram pacíficos. AMOR ERA A BANDEIRA.
    Também não tenho duvidas que se eu não fosse militar desde 58 eu teria sido um cabeludo e hippie. Teria ido a Woodstock.Não fumaria maconha porque na única vez que fumei não gostei.

    GRAÇAS A DEUS.
    Os últimos movimentos de jovens no Brasil foram os dos Caras-pintadas que deram resposta ao Collor.
    Estes dias uns poucos estudantes vem tentando entregar pizzas no senado. Eles têm sido sistemática e brutalmente repelidos.
    Talvez porque os corruptos saibam a força de um movimento jovem.
    E o amanhã é incerto.
    Vocês sabem que eu não tenho conseguido terminar o meu livro-net por causa de tanta bagunça que tem acontecido no senado. Um dia é assim e no outro já é assado. Quem estava aqui já esta do outro lado. No meio do bando só tem descarado.
    Eu sonho menos e menor que Luther King, mas vibraria se o meu pequeno livro terminasse com uma grande entrega de pizzas por um milhão de jovens diretamente em Brasília. Tantos jovens e com tanta força que não restaria aos ratos senão correr.
    E não voltarem nunca mais.
    É isto.

    Obrigado.

    Pacheco.

    Quem sabe um hippie frustrado.
    Hein…?

  22. O Vampiro de Curitiba

    Dos ideais de 68 só nos restaram a suruba e as drogas.
    Bom, melhor que nada.

  23. Ana Paula

    GUITAR-HERO de todos os lugares,

    Um cara que inventou a guitarra e morreu aos 94 anos merece ser celebrado, né não?

    Show demais!

    Abraços.

  24. targinosilva-DELENDA EST SENADO

    Estamos mais uma briga entre a TV Globo e TV Record.
    No meio do fogo cruzado estamos, nos, crentes, descrentes, ateus, agnósticos, etc.
    A duas emissoras esquecem que temos inteligência, sabemos discernir.
    A Record, para se defender, fugiu do foco.
    O que esta em jogo, não é o monopólio da informação mas a origem do dinheiro.
    Qualquer pessoa que saiba somar 1 mais 1 sabe que a Record não tem renda própria para fazer o que esta fazendo.
    Nenhuma televisão tem essa saúde financeira, todas estão penduradas no BNDES.
    Contraem dividas com a obrigatoriedade de devolver o capital com juros.
    Se devolvem ou não devolvem é um problema do fisco.
    Dinheiro de igreja não deve ser utilizado em atividade comercial.
    Dinheiro de igreja é doado, não é preciso devolver, não tem custo financeiro.
    É fundo perdido.
    É crime, da mesma forma que um empresário em vez de comprar materia prima, a preço de mercado,
    resolve contrabandear para oferecer produtos a preços que seus concorrentes, agindo de
    forma licita, não podem acompanhar.
    Dessa forma , o desvio de dinheiro da igreja para TV Record também é crime,
    É uma concorrência desleal. Tem que ser punido.
    Do contrario, estará estabelecido no Brasil, o regime da esperteza, da safadeza.
    A Record que publique os seus balanços e demonstre as origens das suas receitas.
    Estou cansado de ouvir o Maluf dizer que suas contas pelo Tribunal de Contas.
    Tribunais também erram, são vitimas de apadrinhamentos e nepotismo.

  25. Azul

    Nossa VAMP…voce esta CRUEL ……

    14/08/2009 – 15:24

    Enviado por: O Vampiro de Curitiba

    ****************************

    So para lembra:

    * SO POR HOJE NAO……*

  26. targinosilva-DELENDA EST SENADO

    errata:
    Estou cansado de ouvir o Maluf dizer que suas contas forma aprovadas pelo Tribunal de Contas.
    Tribunais também erram, são vitimas de apadrinhamentos e nepotismo.

  27. Ana Paula

    Woodstock permanece um mistério para mim.
    A parte de quebrar a estrutura da manutenção da guerra eu compreendo.
    O ritual bacante também entendo.
    O GRAAAANDE legado é que eu ainda estou procurando.

    Tive uma professora de História da Arte que, em uma das suas teorias da conspiração, dizia que em Woodstock haviam helicópteros do governo (sic) jogando drogas. Para todos ficarem calminhos. Procede uma bobagem dessas?

    Talvez o legado de Woodstock seja o mito.
    E quem participou dele, muito sortudo (embora não seja minha área).

  28. Ana Paula

    SUE BLUE-GIRL,

    Happy sexy feira para todos nós!!!!

    Beijão!

  29. O Vampiro de Curitiba

    Sue, não, cruel, não. Um pouquinho cínico, no máximo.
    Mas não é verdade?

    (Só por hoje!)

  30. targinosilva-DELENDA EST SENADO

    Não vos esqueçais que nos criamos a ética.
    Ela não uma lei natural.
    Da mesma forma que a criamos, nos a mutilamos com os nossos interesses.
    A forma mais comum de mutilar a ética é pela mídia.
    Usam formas sutis para criar, introduzir, novas regras novos costumes.
    Hoje ouvi na TV: Fulano esta usando droga leve. (apologia da droga leve).
    Alguns defendem liberdade total.
    Lembram festivais, movimentos, entoam canções e hinos, propagam filosofias.
    Querem a liberdade soprar fumaça na sua cara, gritar no seu ouvido, defecar na sua sala.
    Qualquer reação é censura. Esquecem que o direito, primeiro é coletivo, depois individual.
    Um por todos, todos por um.
    Fazer arte de qualidade é difícil, fazer porcarias, aberrações, qualquer idiota faz.
    Do outro lado, uma boa idéia, uma obra perfeita, so é perfeita se a platéia tem condições de absorve-la.
    Assim é mais fácil nivelar por baixo.
    Eu tive o prazer de assistir televisão de qualidade.
    Não assisto “A grande família”, não pelos atores, mas porque conheci a original.
    Essa não tem conteúdo, é festival de mesmice.
    Existem bons programas na televisão. Existem, mas são raros.
    A televisão piorou, o nível intelectual do povo baixou com a pregação religiosa na televisão.
    Deixamos de acreditar na penicilina para acreditar na água benta, na fogueira santa.

  31. Ekran

    Li que uma das razões para Hendrix escolher “Hey Joe” no encerramento do festival foi o fato de que essa era a expressão que o povo local das Filipinas (umas das bases dos EUA durante a Guerra do Vietnam) usava para se dirigir aos soldados norte-americanos.

    – Hey Joe?

    Hendrix mandou o seu recado para todas as tropas, sem precisar ir ao front.
    Genial!

  32. Persildo

    Reality é o Sarney e Cia. Ltda. Acesse : blog do garotinho e conheça a verdade!!

  33. Glorinha

    Pacheco…(15:20)

    li tudinho do seu comentário…
    [[[]]]

  34. Glorinha

    Gerald…

    lindo post… linda lembrança…
    [[]]

  35. Heckler

    Filipe Gabriel,

    não se esqueça de que os traficantes estão ameaçando cada morador que se atrever a sair da favela ao lado da ponte estaiada…

    Ou será que você não leu isso nos jornais? Famílias e mais famílias estão sendo perseguidas e ameaçadas de morte, porque aceitaram o cheque do governo….

    Cuidado. Melhor aceitar o cheque do governo municipal do que as ordens da bandidagem. O bandido ordena a permanência pela arma, o governo pede a retirada com um cheque e de acordo com a legalidade…

    Olha o Rio de janeiro, olha o Rio…

  36. Ekran

    Lendo o seu texto, Gerald, ouvindo Hendrix enquanto se tira a pele de um animal ainda vivo me faz imaginar o que não se passava na cabeça dos soldados norte-americanos dizimando (e sendo dizimados) no Vietnam, tambem ouvindo Hendrix.

    Em Woodstock, a musica dele era uma mensagem de paz.
    Em outro contexto, soa como um Woodstock as avessas.

    Algo que ainda não conseguimos explicar, apenas ficar perplexos e seguir ouvindo Hendrix, numa especie de canto tragico atemporal, de um tipo de humanidade que cinicamente permanece (se) destruindo, ignorando tudo a sua volta.

    Hendrix se cansou de ser rock-star, “another clown”.
    Talvez já antecipasse o que se passaria 40 anos depois.

    É como se Hendrix tivesse sintonizado em seus acordes a sintonia do bizarro em cada um de nós.
    ———————
    Mudamos?
    Nada.

    O ser humano mata golfinhos, esses seres que falam conosco.

    O ser humano mata racoons (espécie de cães: os dois posts abaixo) e lhes arranca a pele enquanto VIVOS, ao som de Hendrix.

  37. Azul

    Falando em TVs :
    Quando nao eh *Reality Show* ,…, eh TV INTERATIVA ,.. , aonde voce escolhe o fim da historia…votando na A B ou C…
    Poxa ,…, nao quero votar …quero ter o prazer de VER UM BOA HISTORIA…com comeco , meio e fim….
    Fora essa votacao muito chata repetitiva , dos numeros de telefone , page…txt msg…e caramba a 4 !!!

    ************************

    Sempre falei que nasci no * Seculo errado..* eu nao sou desse mundo ,…, queria ter vivido numa *era* mais romantica , com ideais mais definidos…
    Aonde achavamos que poderiamos *mudar o mundo com idealismo* e objetivos concretos…..

    *************************

    Meu tempo aqui , ja acabou !!!
    (Madrinha do meu filho fala sempre…)
    Que eu Ja estou fazendo hora extra !!!!

    **********************

    Muito bom ouvir / recordar historias , … , mesmo tristes , nostalgicas…do qual nao pude viver , vivenciar…..

    *********************

  38. Vamp (15:24)

    “Dos ideais de 68 só nos restaram a suruba e as drogas.
    Bom, melhor que nada.”

    kkkkkkkkkk MTO BOM!! to rindo um monte!!! Mas ainda temos Sartre para ler, como vc sabe, menos “As Palavras”, que pra mim é muito chato, apesar de ser um marco, e até genial, para outros. Afinal, cadum, cadum.

    WOODSTOCK:
    Sou apenas 5 anos mais novo do que o Gerald, de modo que minha adolescência também foi regada a muito Jimi Hendrix, Janis Joplin, Led Zeppelin, Deep Purple, Uriah Heep, pra citar alguns, entre vários outros grupos geniais que pudemos curtir adoidado (no sentido q quiserem!!) enquanto a vida ia rolando.

    Do tempo em que o Nelson Motta apresentava o programa SÁBADO SOM, com apresentações recentes dessa turma pauleira toda, e a vida era mto mais rock and roll do que hoje em dia. Sem saudosismo, é claro. Mas, oh tempo bom!!

    A raça humana melhorou nesses últimos 40 anos?? Sem maiores comentários, ratifico o ponto de vista do Gerald, em parte, pois mta coisa boa tb aconteceu, e ele sabe disso, mas paro por aki, senão vou acabar me estendendo demais.

    Abrç.

  39. nao tenho nada declarar , mas woodstock foi uma tentativa de recriarmos o paraíso aniquilado pelos europeus quando chegararm com suas caravelas fedorentas e exterminaram a cultura indigina onde se andava nú na floresta encantada,
    a musica era primitiva , nem Leo fender nem les paul tinham nascidos muito menos Dodo e Osmar , nao haviam tomadas eletricas so as mulheres eram eletricas naquela época graças a Deus continuam eletricas ate hoje tanto que hendrix fez eletric lady landy provando isso mais uma vez

  40. Sandra

    Em Alice no País das Maravilhas, quando Alice provou um bolo, espantou-se porque nada aconteceu, apesar de ser isso o que geralmente acontece quando comemos bolo.

    Normalmente, shows de rock não mudam o mundo. Se estamos reclamando que Woodstock não acabou com as guerras e a fome, não é por que ele foi tão além das expectativas que passou do patamar show de rock para paradigma humano do século? E aí, como paradigma humano do século, ele deixou mesmo a desejar, se comparado a Cristo, Maomé, Moisés e Buda, Gandhi, Martin Luther King,…

  41. Azul

    14/08/2009 – 16:52

    Enviado por: Ribeva

    Complementou a *era* que queria ter vivido…alias …queria ja ser Adulta nessa epoca!!!

  42. Glorinha

    mas creio que estamos mudando,…sempre…
    algumas vezes mudanças parecem tão longe, estamos dispersos, distantes uns dos outros…desejamos algo bom, para um mundo melhor, sob uma ótica individual e posteriormente coletiva, cada um em um ponto…isso demora a encontrar-se…
    se não mudamos o que estamos fazendo então? sentados assistindo o mesmo filme repetidamente?! acho que não…
    construímos muitas coisas em alicerces deixados por pessoas do passado…
    construímos mudanças que possam ser úteis em algum momento, em qualquer lugar…para hoje e para o futuro que pode não ser mais o nosso…
    não estamos em estado morto…
    somos seres vivos! vivos e operante!
    embora tudo o que vemos sinalize justamente ao contrário…
    acredito muito em “sinais”, mas não em todos!
    [[]]abraços diferentes e mutantes para todos!

  43. Sandra

    “Mas, culturalmente, estamos PÉSSIMOS! Duchamp, que morreu em 68, e que já havia ironizado a pintura e arte em geral, não podia prever que em 2009 estaríamos com 2000 (dois mil) canais a cabo mostrando merda.”

    Uma coisa foi Duchamp e o choque que provocou. Mas hoje, muito picareta pendura uma tela vazia com um título: O Vazio Humano – e acha que é Duchamp. Ou escreve: XYWT num muro e acha que é artista. Muita gente passa noites em baladas com roupas da moda sustentada pelos pais e acha que está em Woodstock. E chama quem tem de ralar de careta.

  44. Glorinha

    o espetáculo está sempre por um fio do tempo
    esse tempo que não podemos e não devemos (creio) prender… talvez esteja ai uma nota do encantamento…. uma só nota no meio de tantas outras
    []

  45. COLLOR 2010 - VICE - KATIA ABREU

    Quase 05 meses sem aparecer e hoje lendo o blog me deparo com a obra prima que vc escreveu sobre o bebum 51, simplesmente vc disse tudo, é um desqualificado.

    Abraços Sangue-suga ainda estou correndo da marolinha mas já estou vendo o final do tunel me aguarde que volto logo logo.

  46. COLLOR 2010 - VICE - KATIA ABREU

    Sobre o festival, não digo que foi um marco ou não da liberdade humana pois não tinha idade para comparecer a suruba, então vou me contentar com meu Pink Floyd, mutantes e Rita Lee dos anos dourados (70), onde Caetano cantava que o pais está bom como 2 e 2 são cinco.

  47. Ana Paula

    Durante quarenta anos não aconteceu nada…
    Não aconteceu mesmo.
    Mas não acontece uma revolução cultural a cada cinquenta anos?
    Falta pouco! 🙂

    Acho que vivemos em tempos de ressaca, porque:
    1 – Não somos obrigados a casar e o divórcio também é uma m… de solução;
    2 – A educação deveria salvar o mundo da ignorância e no entanto temos povos *civilizados* estripando animais;
    3 – A era da informação causa mais desestabilidade do que quando precisávamos de espionagem para entender mais ou menos o que estava acontecendo, ou seja, muita informação, mas muita informação ruim;
    4 – Isso sem mencionar a democracia, que iria mudar o mundo!

    Li uma vez um material da BBC que, em pesquisa descobriram que os ingleses eram mais felizes na segunda guerra que agora.

    Tempos de ressaca difíceis, esses…

  48. Sandra

    Acho que qualquer crescimento disciplina e coragem. Como os nossos amigos que estão deixando de fumar. Como qualquer pessoa que estuda um assunto novo, ou muda hábitos alimentares.

    Muitos jovens escolheram ser presos por protestar contra a guerra do Vietnã. Os protestos pacifistas de Luther King…

    É diferente de não estudar, não trabalhar, não pensar e depois protestar: exijo minha vaga numa universidade famosa num curso de medicina, um empregão e que o estado sustente meus filhos.

    Rebeldia que dá menos trabalho do que a caretice não é rebeldia, é FOLGA.

  49. Glorinha

    Sandra…

    Woodstock é uma estrela, ponto no meio desse universo…
    entre todos os que você escreveu…tem mais esses e muitos outros…
    e tem nós… hoje…
    nós todos os dias! até o dia se acabe para nós…
    isso é o que também muda…
    [[]]

  50. Glorinha

    Por que a busca de referências passadas para ilumidar ou destruir aquilo que somos hoje?
    Por que mantemos matrizes?
    []

  51. Glorinha

    “quando a gente acha que sabe todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas. ” Luiz Fernando Verissimo

  52. Valeu, Azul!!

    Tinha lido seu comment (16:48).
    “…Muito bom ouvir / recordar historias , … , mesmo tristes , nostalgicas…do qual nao pude viver , vivenciar…..”

    Legal. Por certo, vc deve ser uma boa leitora, e, como diz o Ferreira Gullar (desafetos presentes à parte), quando se lê poesia, acrescenta-se um mundo à própria vida.

    Claro q o tema aki não é poesia, mas sei q vc já entendeu. Bacana!

    (17:06) “Complementou a *era* que queria ter vivido…alias …queria ja ser Adulta nessa epoca!!!”

    Que bom. Grato pelo comment.

    Abraço
    http://www.myspace.com/ribeva

  53. targinosilva-DELENDA EST SENADO

    Ana Paula.

    Como é que um bando de drogados pode deixar um legado para humanidade?

    O estudantes de Paris (1968) queriam liberdade sexual,
    dormir com as colegas nos alojamento da universidade.
    Uma verdadeira maison de meretricious.

  54. Ana Paula

    Targino,

    Eu realmente não sei responder muito sobre Woodstock, mas o movimento não funciona se você retirá-lo do contexto.
    Tinha a guerra do vietnã…
    Woodstock foi um “acorda” muito doidão, acho.
    Libertação ideológica através de música e repúdio do comportamento vigente. Pessoas nuas dançando, celebrando, ignorando regras, se “sujando”.
    Mas eu confesso, que se você daquela época, era mais fácil estar com um caderninho do Mao tomando porrada de “pulíça” e chamando os caras de filisteus porque, ficar nua na frente de estranhos, nem à pau, mano!

    Abraços.

  55. Aninomyous

    Boa Tarde! eeeeeeehhhhhh, yeeeeaaahhhh…oh yeeeeaaaahhhh…!!! 😀

    Les Paul? o veinho tava vivo? pô, o kra morre assim, sem a gente saber nem que ele ainda tava vivo? que coisa!!! 😦

    Gosto muito de Guitarra, bom eu primeiramente era fan de Contra-Baixo e nem sabia (achava que era parte da guitarra), mas aí eu percebi que havia uma bateria, até hoje acho um instrumento primordial, a percussão mas não puramente e simples percussão, na bateria tem diversos tons e bumbos além dos pratos, da condução, etc. formando um ‘conjunto’ dentro da percussão, principalmente a bateria, tipo eu gostava da barulheira, mas quando fui experimentando os instrumentos individuais eles mesmos foram abrindo horizontes novos na minha percepção, acho que por último eu comecei a gostar mesmo da guitarra, perceber os solos e suas tecnicas, até conseguir perceber os arpegios e a música dentro das distorções…atualmente consigo perceber todos ao mesmo tempo, logico que num áudio espacial, tridimensional onde possam haver as divisões de frequencias de um bom equalizador, ou simplesmente um computador rodando áudio 7.1

    Mas a música, de linguagem universal (…de Contatos Imediatos aos sons tribais indígenas…), caminha em direção à atitude, e Woodstock não somente foi um marco nos estilos musicais, mas uma mudança em atitudes.

    O mundo reconhece o Rock, curte o Rock, entende o Rock muito por causa do Woodstock e seus festivais, que viraram a formula para Shows, assim como futebol é algo reconhecido e entendido, o rock também é…eu sou mais o Rock.

    Não deu certo porque muitas coisas foram se degenerando, o LSD foi descoberto como uma droga perigosissima, o Sifilis e outras DSTs foram largamente disseminados pelo ‘amor livre’, o estilo ‘paz e amor’ foram por água abaixo com coisas assim que retiravam a força do movimento que eles desejavam manifestar.

    MUITA liberdade que temos hoje devemos a eles, assim como os conhecimentos citados sobre drogas e sexo, outras coisas surgiram, e virão a surgir, mas com certeza algo parecido precisa sempre estar acontecendo…eles querem copiar com Raves e tal, mas no Woodstock muitas coisas eles não sabiam ser drogas, eram ‘portas para a mente’, enquanto as Raves são algo totalmente já entregue à droga e prazer meramente superficiais, o Woodstock tinha misticismo, Ravi Shankar, Yoga, união não apenas de Hippyes mas também do mundo todo, Oriente e Ocidente.

  56. Contrera

    desanimado.
    contrera

  57. Felipe

    Em minha opinião, pouca coisa mudou desde então. Pelo que o Gerald escreveu, a polícia realmente descia o CACETE nos que protestavam, sem dó. E hoje, continua descendo!! A diferença são as maquiagens – novelas, jogos de futebol, Big Brothers da vida – todos em manchetes, como se tivessem real importância na nossa vida.

    Agora vá lá protestar no planalto!!! Serás escurraçado, como sempre são os que se atrevem a dar as caras. Mas lá vão poucos, perto da quantidade que gostaria de ir: o fato da capital do Brasil ser num lugar longínquo da grande massa populacional foi mais um golpe bem sucedido contra a evolução da nação. Eu costumo dizer aliás que o Brasil é um país dos golpes bem sucedidos. E assim caminhamos… qual será o próximo?

    Vejo Woodstock como um festival que marcou época porque foi único. E, embora com suas ideologias intrínsecas, não vivi aquele momento para julgá-lo especial. Me pareceu um grande show com muita sujeira, sexo, drogas e rock. Algo do tipo do que seria uma RAVE hoje, talvez?

    Eu costumava jogar com meu irmãozinho, quando em Santos, um joguinho de browser intitulado “Racoon Racing”. Tem um visual bem no estilo desenho animado, num game bem no estilo Mario Kart. O personagem principal? Um cãozinho EXATAMENTE como o da primeira cena do terrível vídeo, só que em versão cartoon, e claro, sem sangue. Assim que o GT disse o nome da espécie associei nesse jogo. Nunca mais verei este joguinho com os mesmos olhos. Incrível como a verdade liberta, mas ao mesmo tempo, incomoda demais. Meu consolo é saber que meu irmão ainda é muito garoto pra ver uma barbárie daquelas. Deixe ele com os joguinhos, deixe ele aproveitar a melhor fase da vida. NEM QUEIRA ELE SABER o que ele verá na internet quando estiver mais velho…

    Abraços a todos!! Muita paz, saúde e amor!!

  58. Sandra

    Targino, Hendrix tocava MUUUUUUUUUUUITO.

    Eu não acreditei quando ouvi aquela música cinematográfica. Eu podia ver os soldados partindo para a guerra, os helicópteros e as bombas, tudo saindo daquela magnífica guitarra. Ele era um gênio. Eu, se usasse drogas (além do cafezinho e do chá), não tocaria como ele (nem jogaria como o Maradona). Ele era mais do que drogas. E, infelizmente precisamos de 40 anos para descobrir que elas foram um péssimo legado, mas não foram o único. Acredito que a proposta era a possibilidade de escolha: escolher drogar-se, escolher fazer sexo, e SUSTENTAR E ASSUMIR SUAS ESCOLHAS. Em escala mundial, nem tudo deu certo.

  59. Por certo que mudou o mundo.
    Este ai hoje bem mais imundo
    Mulher hoje não fica pra tia
    Passando o homem ela assobia
    Coisa que antes nenhuma fazia
    Repare hoje no nosso dançar
    Bem separado do nosso par
    Antigamente era diferente
    Ate parecia que ia colar
    Tudo agarrado exceto valsar
    Quando ficava no rodopiar
    Com outros pares a observar
    Tendo cuidado e não tropeçar
    Tem-se saudades isto nem sei
    De um passado que muito amei
    Hoje em dia é tão diferente
    O modo rude que tratam a gente
    Vendo criança preste atenção
    Em cujo lar não existe união
    Faltando tudo ate de montão
    Não tendo ao menos um pão
    Tampouco livros de educação
    Que futuro se espera mermão
    Com esta triste situação
    Tendo um senado covil de ladrão
    E um presidente de omissão
    Que diz que o passado é perdoado
    Se o ladrão for um aloprado
    Não diga que isto não sei
    Olhe o que faz o tinhoso Sarney
    Manda e desmanda faz o que quer
    Nomeia parente amigo e mulher
    Tampouco liga pra quem quiser
    E muito menos pra quem o culpe
    Isto ocorrendo lhe salva o Duke
    Que mais parece uma serpente
    Sendo apenas suplente de suplente
    Estamos nas mãos de tantos bandidos
    Que na verdade estamos fudidos
    Apelo então pra QUEM é capaz
    Quem pode nos ajudar e ao chegar
    Que vade retro o Satanás
    E nos deixe em PAZ
    Aquele que tudo nos prometeu
    E em oito anos só nos fudeu
    Que saia correndo com mala e tudo
    E vá para cuba o sapo barbudo
    Levando consigo quem ele estima
    Sumindo também com a tal de dilma
    A quem leu embora cansado
    De um fumante inveterado
    De um marujo apaixonado
    Eu o Pacheco digo:- Obrigado.
    Envio ao blog e serei moderado
    Na certa serei aqui publicado
    Então para o Gerald e para o Vampiro
    Sem frescura e nem suspiro
    Segue bem ca no fim Um LOVE
    Pra eles oriundo de mim
    E para a Baby envio beijinho
    Sem esquecer do nosso cachorrinho.
    XX au au AUCABOU

    UFA! 😀

  60. Ana Paula

    Contrera, VOLTA!

    Não aceito seu desânimo. 🙂 Vem confabular com a gente.

    Abraços.

  61. Sandra

    “Então, voltando a Woodstock, sim, peguei o último dia. A maior parte já estava voltando e eu ia na contramão. Com 15 anos de idade nas costas (mas me sentindo maduro como uma Susan Sontag) subi a colina e coloquei os pés na lama e… e o quê?”

    Momento invejinha:

    Meu: ISSO! TRIPUDIA!!!!!!!!!!!
    Do Chefe: Garanto que ele nem lembra, tá?

    Saindo! Beijos em todos!

  62. Não sei se posso comentar – sou “caretésima” e não acredito que o Festival de Woodstock tenha “tantos méritos assim” (rs). Apenas opiniões pessoais minhas, ok? Não me “sacrifiquem”, por favor! Não estive lá e nem poderia, mesmo que quisesse, porque era muito garotinha e nem meus pais o permitiriam (rs).

    Foi um fiasco financeiro? Foi! Tickets ao preço de US$ 18.00 baixaram para US$ 10.00 e a moçada acabou entrando e participando de graça – só na base do “sexo, paz, amor, músicas e drogas”, sem violencia ou repressão policial, é claro!
    Organizadores do evento previam algo em torno de 40 ou 50.000 -apareceram 400.000 de todas as partes do mundo (a maioria era de lá, USA) e …? De qualquer forma, a “cultura” dos mega-festivais de música de hoje deve muito aos “idealizadores” do de Woodstock, não é fato?

    Território sem leis e sem preconceitos, onde “valia tudo” e, tenho lá minhas dúvidas se a moçada estava protestando contra a Guerra do Vietnã mesmo … Pelo menos esse não era o objetivo principal deles – “me parece”. Oba-oba e folia, acho que foi essa a motivação geral; curiosidade talvez e “motivação política” devem ter levado para lá um número reduzídissmo de participantes.

    Foi um divisor de águas, um marco musical? Parece-nos que sim e aqueles que se foram deixaram aí o seu legado, para os amantes desse genero (rock). O movimento hippie mudou a história do rock, sabemos! Revolução comportamental? Hum,, hum mas o movimento hippie “não cola” mais (rs). Aliás, penso que nunca “colou” em termos mais significativos, pelo mundo todo. Afinal, não só vivemos de paz e amor, né mesmo, bicho? Temos que estudar, trabalhar, produzir e consumir, sim.

    Já no final do Festival, quando Jimi Hendrix tocou o Hino Nacional dos USA, reproduzindo sons de bombardeios em sua guitarra, num claro protesto contra o Governo Americano, sua platéia estava bem reduzida (muitos já haviam se retirado do local) e boa parcela daqueles que ali estavam, “chapadões ou
    não” … nem mesmo entenderam o porque daqueles “acordes”.

    Resistiram “bravamente” a tres dias de chuva, lama, falta de instalações sanitárias, água, comida, etc… etc… num clima de confraternização geral, tipo assim, garotões e garotonas classe média (a maioria) experimentando “sabor aventura”.

    Antes que me esqueça, ainda: Em 1967 ou 68, se não me engano, o cantor italiano Gianni Morandi popularizou, pràticamente em todos os cantos do mundo, a música “C’era un ragazzo che come me amava Beatles i Rolling Stones”. O som de metralhadoras que reproduzia a música já era, antes do Festival de Woodstock um autentico protesto da moçada (“careta, quadrada”) à Guerra do Vietnã e “otras cositas mas” – 1968 que “o diga”!

    Beijão!
    Susan

  63. Ana Paula

    Boa noite.

    A revolução cultural em tese já esta andando.
    Hoje uma pessoa como eu que busca por conhecimentos consegue aqui via internet conversar de igual para igual com outras de níveis superiores no tocante a formação e estudos.
    No passado eu muito me calei intimidado por sentir que um ou outro participante tinha mais formação do que eu.
    Sentia vontade de encarar, mas gato escaldado sempre teve medo de água fria.
    Havia a barreira do:
    -Sabe com quem está falando.
    Quem usava esta frase eu sabia que era apenas mais um estúpido diplomado.
    E engolia.
    Hoje aqui posso discutir de igual para igual.
    Não é um progresso!
    Acho que sim.
    E também aprendemos que um presidente e outros dirigentes não podem jamais serem despreparados.
    Se um lixeiro tem que provar escolaridade porque aos meliantes e marginais que se candidatam nada é exigido?
    Não que diploma de atestado de honestidade.
    Mas ao menos não teremos mais que engolir o famoso:
    EU NÃO SEI DE NADA.
    Porque quem afirma que não sabe de nada e é o chefe da nação já está atestando sua incapacidade para o cargo.Neste caso deveria renunciar ou ser impedido

    Não creio que eu possa estar errado pensando assim

    Obrigado.

    XXX 😀

    Pacheco.

  64. Acabei de ler...

    A música já é conhecida por ser utilizada para mensagens de protesto e reivindicações, sempre teve o poder de atingir as massas e mudar o curso da História.
    Bob Dylan foi um dos primeiros artistas a escrever letras mais sérias, politizadas num período pós Segunda Guerra, num país onde as pessoas estavam acordando para um mundo mais real, depois da euforia da vitória. Letras que contestavam a atitude do povo, do governo e da mídia. Ele inspirou e ainda inspira várias gerações, não só nos Estados Unidos, mas em todo o mundo. A música era muito ingênua antes de Bob Dylan, era inofensiva.

    Os Beatles, principalmente John Lennon, tiveram o “aval” de Bob para falar e expressar suas ideias, filosofias e opiniões. Nos anos 60, protestos contra a Guerra do Vietnã, no EUA, e pela Paz, no mundo, espalharam-se pelo planeta, mudando a forma como a mídia iria cobrir as futuras guerras dos norte-americanos.

    Jimi Hendrix fez o seu protesto no festival Woodstock, que neste fim de semana completa 40 anos. Foi um marco, a performance mais lembrada e citada do festival. Ele “falou” com sua guitarra. Antes de começar “Purple Haze”, ele improvisou o hino nacional norte-americano, incluindo efeitos especiais com a alavanca e pedais delay, wah-wah e o famoso Big Muff, imitando ataques aéreos e de bombas Napalm – que era usadas na guerra do Vietnã – caindo. Foi inesperado, intenso, pesado e muito inspirador. O mundo não foi mais o mesmo depois de Woodstock.

    Mas além destes exemplos de música com teor de protesto, o que me instigou a escrever este texto foi um vídeo que eu vi esta semana. Um exemplo espetacular de como a música pode atingir lugares inimagináveis. O vídeo é um clipe de uma banda de country contando uma história baseada em fatos reais, aliás, é a história propriamente dita contada em detalhes.

    O clipe conta que como é difícil para uma banda viajar de avião hoje em dia, sendo músico e tendo que despachar os instrumentos no check-in. Instrumentos únicos, caros e que sempre têm um valor sentimental, são quase como filhos, manejado com todos os mimos e atenção. Enfim, o violão do vocalista, Dave Carroll, chega ao destino totalmente destruído, isso porque estava em um estojo duro, geralmente resistente a leves pancadas. A compania aérea não cuidou do violão como um item frágil, com todo o cuidado que merece. Atiraram o estojo como se fosse um saco de batatas, não tiveram o mínimo respeito ou preparo para lidar com o estojo.

    Dave lutou pelos seus direitos e por uma indenização por meses, acho que mais de um ano, pelos caminhos certos, legais e claro, muito burocráticos, até que no fim disseram que não podiam fazer nada e que ele teria que arcar com o prejuízo de U$ 3500.

    Dave resolveu então contar a sua história através de uma música e um clipe. Postou na internet e tem quase 5 milhões de hits. Incrível! A música é muito bem feita e executada, conta a história com clareza e humor. Depois deste sucesso, a companhia aérea entrou em contato com Dave querendo pagar todos os prejuízos e pedindo para que ele retirasse o video do ar. É claro que Dave não aceitou a proposta e pediu para que mandasse o dinheiro a uma instituição de caridade. Fantástico!

  65. Não sei se vou dizer algo que possa ser considerado uma tolice.
    È o sequinte

    Não considerando a parte de rocck,guerra e outras motivações eu acredito que um jovem influenciou com poucas e magistrais performances nas telas de cinemas de todo o mundo uma geração inteira da humanidade .Foi sim um estupendo ARTISTA.

    O gosto pela velocidade o fez se esborrachar literalmente.

    Seu nome?

    JAMES DEAN

    Yes! Este foi o cara que despertou a juventude e alertou os pais.
    Com ele e depois dele surgiram muitas mudanças.

    ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE.

    Obrigado.

    Pacheco.

    😉

  66. peter punk

    Ei Gerald.. belo texto , incrível como apesar de comemorarmos tantas datas , sempre nos lembram que nao temos memóriia… precisamos do museu ,do arquivo, do monumento.. Não podemos esquecer!! A parada me parece outra:o passado eh seguro.. ja o recriamos. Hoje h tudo vertigonosamente obsoleto.. Lixo e mais lixo tecnológico..Nós a beira do esquecimento, da obsolência., esqueceram de nós… O novo novo tá aí… Chega de Novo !!! Abrigo?De volta pro passado.
    Ou Gimme Shelter..
    Em Altmont onde Woodstock acabou.
    Eh isso..bjs.
    Saudades dos rocks do Vamp …

  67. O Vampiro de Curitiba

    Grande Peter Punk! Saudades de você, cara!

  68. ESSA NOÇÃO DE COMUNIDADE …

    Lembranças de Woodstock estimulam debate sobre gerações. Para jovem, sentido de comunidade, hoje, é Facebook e Myspace. Em vídeo do New York Times mãe conta para o filho como foi o Festival.

    Harriet Fier, que participou do Festival de Woodstock há 40 anos atrás, conversa sobre essa experiencia com seu filho Mantell, de 17 anos.

    Mãe: Acho que parte dessa magia foi a espontaneidade. Acho que eles não esperavam 400 mil pessoas. Anunciaram o show; a coisa saiu do controle, mas continuou em ordem. Isso fêz a diferença.

    Filho: A geração de hoje é muito diferente. Não sei se eles (de Woodstock) eram mais, ou menos, inocentes. Só acho que nos anos 60 tinha a música e a guerra contra o Vietnã. E agora a gente TEM O FACEBOOK E O MYSPACE – essa é a CULTURA DO JOVEM DE HOJE, analisa Mantell.

    Mãe: Entendo. Acho que é essa a NOÇÃO DE COMUNIDADE DE VOCES – uma espécie de WOODSTOCK VIRTUAL. A nossa noção de comunidade era estarmos todos juntos em um lugar só.

    Veja o vídeo (ingles/portugues; 4 minutos) ), por favor, caso se interesse:

    http://www.tvig.ig.com.br/144178/40-anos-de-woodstock.html

    Beijão!
    Susan

    PS.: maiúsculas minhas.

  69. Ana Paula

    Noooossa,

    Rock n´Roll é BOM DEMAIS!
    Rock n´Roll na veia tira qualquer EBÓ do ser humano!

    Pacheco amigo,

    Antes de James Dean, por favor…
    JOHNNY CASH…
    Porque quando mama Blues encontrou um sugar-dady chamado Country, só poderia dar esse tal de Rock n´Roll…

    That´s it, babe. 😉

  70. Sandra

    “sou “caretésima” e não acredito que o Festival de Woodstock tenha “tantos méritos assim” (rs). Apenas opiniões pessoais minhas, ok?”

    Susan, mas a idéia é essa: poder ser careta por opção! Aceitar que o outro não seja, DESDE QUE CADA UM SE BANQUE.

  71. O Primeiro Rock que eu ouvi.

    Rock around the clock

    Rock around the clock, Ao balanço das horas.
    Chegou ARRAZANDOOOOOOOOOOOOOOOOO.
    Como diria a Sandra se estivesse na época comentando com agora.
    Nunca me esqueci do impacto que a banda de Bill Halley and his Comets, causou tocando para as platéias do mundo.
    Em santos não foi diferente. Moleque com meus quatorze anos la fui eu mais a turma da rua todos já devidamente alertados pela mães para termos cuidado e não entrar no quebra quebra.
    Notem o detalhe. A divulgação do filme já direcionava os jovens a fazerem bagunça.e a bagunça acontecia de verdade.Alguns exibicionistas realmente chutavam as poltronas e berravam com se estivessem num ataque coletivo de histeria.
    Era comum a musica ser associada com algo do Diabo.
    Hoje se revisto o filme uma pessoa normal fica se indagando. Será que éramos tão bobos assim?
    E você que me le agora o que pensa?
    Para mim ao rever o filme anos depois nunca entendi a razão real de tamanha repercussão. será que já estávamos iniciando a era do consumo desenfreado?
    Afinal o Titio Bill nada tinha de violento e talvez se não fosse o tipo de divulgação seria apenas mais uma razoável banda de country que tocaria apenas nos USA e não com aconteceu de tocar e ser solicitado nos quatros cantos do mundo.
    Por esta e outras que digo que a pessoa é para o que nasce.
    E este Rock e seu cantor nasceram para brilhar
    E BRILHARAM.

    E COMO!

    Obrigado.

    Pacheco.
    😀

  72. Márcia

    Mudamos? Se mudamos foi pra pior na maioria dos aspectos. Hj o q conta é ter e ter muuuuito, não basta ter o suficiente pra uma vida digna não, precisa ostentar, figurar entre os 10 + da lista famosa, nem q pra isso seja necessário esfolar o outro vivo, tirar a pele (no caso de animais – literalmente). Hj quase ninguém se importa com o proximo, quase não há solidariedade, maioria das pessoas sem escrúpulos, óbvio q salva aí uns 10%.

    Dizem q vivemos tempos apocalípticos, q o q está acontecendo é a fase final dele e q apenas uma pequena parcela habitará a terra futura (talvez esses mesmos 10%).

    Quem viver, verá!

  73. Ana Paula.

    Falei no Dean pensando só em filme e influencia nos jovens.
    Não pensei em musica no momento.
    Sou muito fã do Willie Nelson.mas tenho vários CDs do Cash.
    E gosto muito mais do modo dele cantar agora estando coroa do que quando lançou Folk Prison.
    Surpreso em saber deste teu gosto. Ótimo.
    A minha Ana quando foi conhecer a Disneyland ( trocou pela festa de 15 anos ) me trouxe alem de um aparelho três em um. um CD do Willie que hoje é relíquia para mim.
    Eu e ela ficamos sempre emocionados ouvindo Georgia on my mind.
    Ironicamente deste mesmo disco uma faixa ajudou a que eu tomasse uma decisão drástica.
    A musical é: Home is very you happy.

    E eu parti
    E ela a minha melhor amiga ficou onde deveria ficar e hoje embora fisicamente separados sejamos mais unidos do que antes.
    Nós não me diminuímos.
    Mas ela virou um gigante.

    Understood?

    Good

    GOD

    Bless we all.

    And Baby
    Boby too au au

    XXX from me 😀 to>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>YOU 🙂

  74. Márcia

    14/08/2009 – 15:20 Enviado por: Pacheco

    Amigos ( as ).

    Eu deveria estar muito contente com o tema do post atual.
    Não foi uma nem duas e sim diversas vezes nas quais eu sugeri ou tentei encaminhar os debates para o tema:- “ESTAMOS NOS AUTODESTRUINDO”.

    Pois é Sr. Pacheco, estamos mesmo!

  75. Que tal um Woodstock em Brasília? Daria certo?

  76. 14/08/2009 – 20:00

    Enviado por: ANIBAL DOS SANTOS FILHO

    Que tal um Woodstock em Brasília? Daria certo?

    ANIBAL

    Correriamos dois riscos.
    um a possibilidade de sermos roubados devido gundo se confundidos como grupos anti-sarneyntos estariamos sujeitos a sermos agredidos pelos seguranças que nós mesmos regiamente pagamos para que assegurem o bem estar de…LADRÕES.
    resta-nos tentar um Ondetocas e ao som de:
    -Vai.vai,vai mas deixa o que é meu
    leva contigo as tuas maldades
    porqu nosso amor já morreu.
    eu vivi dois mandatos
    enganado acreditando em ti
    mas agora que sei da verdade
    pega tua mala e some daqui
    mas vai, vai não quero mais voce
    e não diga que de nada sabe
    e nem culpe FHC.

    Que tal!

    Acha legal?

    ANIBAL!

    Abraços

    Eu 😀

  77. Ana Paula

    Pois é Pachecão…

    Curto muito o country das antigas… Acho demais a cara do rock. E me dá essa sensação que você escreveu.. HOME.
    Acho que é porque meu pai também gosta.
    Falando em pai, aprendi a gostar de música com o velho. Ele tem um cd em especial, que sempre tocava de manhãzinha, do Elvis interpretando músicas Gospels… Lindo
    E ficou com cara de pai o tal do CD, sabe! 😀

    Abraços.

  78. José Duarte CR Dias

    Querido (e odiado) GT.
    Seu blog por vezes passou a margem na minha concepção. Tinha o colocado entre as chatices da internet e pseudo leituras que poderiam ser despresadas. Não agregavam valores aos desabores que precisa adoçar a vida de um homem de cinquenta anos, cansado de tantas babozeiras pós e pró internet. Muitos são os discursos repetitivos, políticos ou não que cansei de ver passar como um “reclame”, aquele velho anúncio que se repete, repete…e quem bebe grapate repete . Mas tenho que lhe confessar Thomas, que a partir do artigo sobre a censura a macaco Simão retomei a leitura do blog e tenho adorado seus textos. Na sinceridade me encontro neles, me emociono. E como woodstock são apenas alguns belos dias. Não desista, seus comentários poeticamente é que significam a globalização.

  79. Ana Paula

    Márcia,

    O mundo não acabou ainda não. Eu ainda vou tocar muito terror nele antes que isso aconteça então espero encontrar você no caminho, e não na janela.

    Abraços.

  80. Daniela.

    Boa noite.

    Alem de estarmos nos AUTODESTRUINDO estamos deixando que nos destruam.

    Mais mal do que já causaram?

    Tiraram a nossa dignidade e muitos ainda nem se tocaram.

    O DESPLANTE E A ARROGÂNCIA DE PROPALAREM OITEMNTE POR CENTO DE APROVAÇÃO.

    Se eles estão corretos então eu terei a certeza de que os meus nicks já me afetaram e sou realmente um senador.Sou o senador Doido varrido.

    Porque eu ainda creio que os loucos são os outros.

    Os loucos são esta cambada de hienas que se locupletam e nem ligam para a existencia de crianças que comem em lixões.

    Crianças.

    Eu disse crianças.

    Será que els sabem que alem dos seus lindos e bem nutridos filhotes existem seres iguais.

    Ou acham que filhos de misérias são ratos?

    verdade que muitos miseráveis fazem filhos sem o minino conhecimento das obrigações de uma paternidade.

    este é o ponto.
    ai que o governo falha.

    e um governo chegado a ser com promessas de futuro aos humildes jamais poderia virar as costas aos que acreditaram em suas promessas.

    esta é a razão principal da minha revolta.

    não odeio particularmente o homem lula da silva.

    odeio tudo que ele representou a ponto de nos iludir e mais ainda no que ele se tornou.

    um marionete do capital mundial que o recebe e finge bajular por intersses outros e o condenado nem se apercebe que esta fazendo papel de boo da corte.

    por isto eu digo que para ser chefe da nação tem que ter preparo sim senhor.

    não ´r qualquer lider de porta de fabrica que fala bonito que pode se transformar em um estadista.

    Hitler falava bonito para multidões.
    acabou falando sózinho.
    ele comia merda.

    e este que temos agora fala só MERDAS.

    e
    chega .

    por enquanto é claro.

    saindo para fum…desculpem Cintia Ana e Vampiro.

    SAINDO PARA FUMAR E NÃO ESTOURAR,,,DE RAIVA!

    PORRA.

    Desculpem todos mas ainda me resta um pouco de hombridade.
    mas tá dificil de aguentar.

    obrigado.

    Pacheco.

  81. Lisa

    Gostaria, primeiramente, de agradecer o comentário publicado de meu marido Persildo.Eu adoro ler este blog. Tenho profundo respeito pelo Thomas e pelo Vampiro. Um espaço que agrega diferentes opiniões. Muito obrigada por vocês dedicarem ideias para nós, leitores. Gostaria de dizer que moro no RJ e nossa família conhece o ex-governador Garotinho. Ele cometeu erros no passado, ele aceita críticas e vem desenvolvendo uma ação social formidável. Gostaria de divulgar o blog para que todos que gostam de questionar aproveitassem o momento. Obrigada e felicidades Gerald e Vampiro. è de coração. Saúde a todos!
    blog do garotinho

    http://www.blogdogarotinho.com.br

  82. Ana Paula.

    Para a minha ana e a Dudinha o cd que elas acham a minha cara é um de musicas natalinas cantadas por Ray Charles.Alem do White Cristmas com o Bing Crosby que é insubstituivel.
    Era padrão e rotina.
    sempre fiz questão de comemorar com tudo o Natal.

    Eu mesmo tocava o bonde nos arranjos gerais.
    Tudo pronto lá pelas 20 00 horas era a hora de preparar meu Primeiro uisque com gelo e ligar o cdplayer para que as musicas invadissem nossos sentidos.
    N a hora dos troca presentes ( entre adultos ) ai entrava a tocar o Luis Bourdon e sua
    harpa.
    Então após todos dormirem eu mesmo comia os biscoitos ao meio e tomava meio copo do leite deixado para o papai Noel.

    Pela manhã a pequena Ana e o ( deixa pra la ) iam me acordar (eu fingia dormir) e viviamos um dia mágico.

    Bem vou para por aqui porque parece que vi o meu amigo Noel olhando por cima dos meus ombros.

    A VIDA É BELA APESAR DE TUDO.

    Fui
    Obrigado e desculpem minha emoção.

    Blog também é isto.

    Ou não!

    😀

  83. Tene Cheba

    Não te li, doidos em casa,
    flutuando,

  84. Tene Cheba

    Reinaldo Pedroso, Gente Boa.Gosto dele por aqui.

  85. Ana Paula

    Boa noite a todos,

    Fim de labuta… Me voy.
    Texto de música… Hendrix conduzindo nossos pensamentos.
    Lindos sonhos a todos que se atrevem!

    Abraços.

  86. Tene Cheba

    Teve um tempo, Baby,
    tempo frio, outros ares,
    corações e mentes.
    Teve um tempo,
    tempo passou,
    tempo de reis,
    reis sem tempos.
    Eu fumo, o que pintar eu fumo,
    fumo, para ver qual é, fumo,
    para amar, e, então.
    Viagens.

  87. Tene Cheba

    Pobres são os meus poemas, Luzes que não pintam, doidos e os cigarros.
    As vezes, o que pinta, pinta bem, doidos e doutores.
    Desconexidades, sem alfa, beta, gama, sem beijos, cem muito, milhões.
    Beijo-a-ti, beijo o chão, ti de ti.
    Meus doces dedos,
    meus pobres poemas,
    duas dores, cores,
    minha alma, solene,
    poética,
    minha alma,
    triste,
    surda e sonora,
    mudos, falas, surdos.

  88. Márcia

    14/08/2009 – 20:51 Enviado por: Ana Paula

    Márcia,

    “O mundo não acabou ainda não. Eu ainda vou tocar muito terror nele antes que isso aconteça então espero encontrar você no caminho, e não na janela. ”

    Não mesmo querida e nem vai acabar, apenas separar o joio do trigo.

    Ah! Engano seu pensar q fico na janela.

  89. Tene Cheba

    Não que pode, horrores,
    senhores, mas e muitos e nãos.
    Chuvas, e Sol,
    vidas sem mortos.
    Não que pode senhores,
    entretantos, ruas,
    lugares.
    Paralelos.
    Não q
    Antes porém, as loucas,
    naquele trivial, dos amos,
    ao norte, a noite,
    no leste e oeste

  90. Tene Cheba

    Não que pode, horrores,
    senhores, mas e muitos e nãos.
    Chuvas, e Sol,
    vidas sem mortos.
    Não que pode senhores,
    entretantos, ruas,
    lugares.
    Paralelos.
    Não que pode Senhor, pode e poderá,
    as vezes, dividindo, sou eu.
    Entre os mares, entre as ilhas, inocente,
    duas dores.
    Não que posso Semhor,
    devo,
    entre tantas dores,
    pequenas latitudes,
    rios pequenos também.
    Por que posso?
    Não posso,
    aposso, rei posto,
    aposso, poço,
    águas,
    a forquilha,
    poços e possos.

  91. Tene Cheba

    Pinturas covardes,
    sem cores.
    Ausentes,
    não e talvez.
    Ódios e o ser feliz.

  92. Tene Cheba

    Por ti o beijo, o número,
    as doidas ilusões,
    por ti, entre ti,
    algum,
    por ti, entre mim,
    as ondas,
    mares,
    distâncias.
    Entre mundos, imundos,
    dores e dois,
    baseados, não me motivo,
    caras, e os caras.
    Não fumo,
    apenas aperto,
    aperto, e, amarro,
    dores nuas,
    ruas nuas,
    derrubado, caio,
    o meu coração,
    incansável,
    coração.

  93. Tene Cheba

    Subo o Morro, compro,
    meus mundos,
    entre inocentes,
    desescalo as íngremes rochas,
    entretantos,
    não me noto,
    entre os rotos, sou,
    discreto,
    não me noto.
    Outros, entre tantos, virão,
    a provável água, doce,
    a mar e as Colinas,
    coladas e, roubadas.

  94. Sandra

    Quando assisti Hair, imaginei que não me tocaria, que o filme era datado.

    Mas foi lindo. Naquela música final, nem pisquei. Pensava: eu não acredito que isso vai acontecer, e que o filme vai acabar assim.

  95. Tene Cheba

    Duas mentes ,duas lentes,
    dois olhos, duas visões,
    duas cores, dores,
    três.
    Três e treze,
    quatros santos,
    dois e nove.
    Dois quânticos,
    Sânticos Salmos,
    dual, seres dúbios,
    o algoz, o atroz,
    armo-me,
    nacarmo-me,
    entre o silêncio,
    entre as falsas, ressonâncias.
    Zuixórx, zuirxórx, tim, zuuuuu, xuuuu…. !!

  96. targinosilva-DELENDA EST SENADO

    O que melhorou no mundo de pois desse tal de Woodstock?
    Nada. Os EUA saem de uma guerra entram em outra.
    Gastam fortunas com guerras, pesquisas espaciais e não tem, como o Brasil, um plano nacional
    de saúde publica. Quarenta e seis milhões de norte americanos não tem plano de saúde.
    Não tem atendimento medico, nem estatal nem particular.
    No Brasil, se o cidadão passa mal na rua chama o Corpo de Bombeiros,
    é resgatado levado a um hospital publico e não paga um centavo.
    O Presidente Obama esta enfrentando dificuldades para criar um plano nacional de saúde.
    Não tem verbas, precisa aumentar impostos, criou um movimento reacionário.
    Se sair do Iraque e do Afeganistão, sobrara dinheiro para saúde.
    Na guerra do Vietnam, os americanos jantavam, vendo, pela tv, o seus filhos morrendo na guerra.
    A historia se repete; hoje muitos, desempregados, endividados, doentes sem assistência medica
    assistem as mesmas cenas na tv.
    O que sobrou do Woodstock ?
    Nada. So guerras, violência e drogas.

  97. Sandra

    Se Woodstock fosse “apenas” um show, já estaria de bom tamanho.
    Que showzão!!!!!!!

    AQUILO É QUE ERA ROCK!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  98. Tene Cheba

    Não gosto do Reinaldo Pedroso. Mas precisamos dele.
    Vamos admitir, o urânio não é tão amarelo assim..
    Ou será que gostamos?
    Chato sou eu.

  99. Carta dirigida ao Senado Federal
    e demais Senadores, Deputados e todos os politicos brasileiros…
    + 496 ATOS SECRETOS DESCOBERTOS HOJE… 13/08/2009!!!

    “Senador Pedro Simon,
    Estou me dirigindo ao senhor – com cópia para todos os seus comparsas – porque a idéia geral que o senhor tenta transmitir para o distinto idiota povo brasileiro é a de que o senhor é um político sério, honesto, patriota. Por isto, e só por isto, estou me dirigindo ao senhor diretamente.

    Mas poderia me dirigir também aos Senadores Arthur Virgílio, Heráclito Fortes, Kátia Alves e alguns outros que tentam vender para o idiota eleitor brasileiro uma ficha limpa acima de qualquer suspeita.

    A carreta carregada com toneladas de denúncias que o PT acaba de despachar sub-repticiamente para o distinto imbecil público brasileiro, por ordens do senhor Lula da Silva, estava carregada há décadas e transitando sem nota fiscal e na maior tranqüilidade pela auto-estrada da imoralidade política brasileira. Sua Excrescência senador José Sarney vem fazendo, desse parlamento maior, uma banca de negociatas com o dinheiro público desde que ai chegou, assim como fez do palácio do Planalto um balcão de negócios escusos e imorais durante o tempo em que foi presidente da república desta republiqueta de bananas.

    Apesar de tudo, nenhum dos senhores que tenta iludir o distinto idiota público brasileiro se colocou contra este lamentável estado de putrefação em que sempre esteve mergulhado este prostíbulo chamado pomposamente de Senado da República. Sempre que uma crise – e são constantes as crises entre os senhores – surge, o senhor e alguns outros prestidigitadores vêm à público com cara de santa puta fingindo se colocar numa posição contrária ao estado permanente de imoralidades em que esse maldito parlamento, que custa tão caro à nação, sempre esteve mergulhado.

    Ou será que os senhores senadores, que se auto denominam acima de qualquer suspeita, não sabiam que têm um plano de saúde imoral como este descrito abaixo, ou quanto ganha o seu motorista, a exemplo do senador José Sarney que não sabia que em sua conta era depositado o auxílio moradia, e de sua filhinha sem vergonha que utilizava um deles como seu mordomo com salário de R$ 12.000,00?

    Será que nenhum dos senhores que se dizem a fina flor da honestidade desse senado vagabundo sabia de toda esta coleção de falcatruas, agora vinda à público graças a um gesto de vingança do PT, por ordem de quem já disse acima?
    Se não sabiam são todos idiotas. Se sabiam são todos cúmplices dos mesmos crimes. Eu prefiro acreditar na segunda hipótese.

    Agora vejam com que cara os senhores vão ficar quando os mais bem informados sabem que toda esta campanha para desmoralizar o senado da república de bananas não é obra da mídia, como quer fazer crer o senador Sarney, e sim, da víbora que os senhores não tiveram condições morais de eliminar do cenário político brasileiro, quando do episódio do escândalo do mensalão.

    A víbora chama-se PT-Partido dos Trabalhadores, cujo chefe, o senhor Lula da Silva, sabe até a composição química das fezes que os senhores cagam. Vejam só: um primata semi-analfabeto encurralou todos vocês como se fossem criancinhas assustadas.

    Eu pergunto só por curiosidade: por que os senhores não levaram a sério a CPI dos cartões corporativos, já que o festival de falcatruas ali existente é muito pior do que o que os senhores promovem no senado? Por que não conseguem instalar a CPI da Petrobrás, quando se sabe que esta empresa está colocada à serviço e a benefício da quadrilha que dela se apossou com fins criminosos? Será porque firmaram um pacto de silêncio, uma omertá à la máfia siciliana?

    Se é isto, acho que está na hora de lavar a roupa suja em público, já que o PT, por ordem do chefe, violou a omertá. Ou os senhores não sabem disso?

    É muito triste para mim, um cidadão brasileiro de 66 anos de idade, ter que me dirigir aos senadores da república da sua pátria em termos que, aos arrogantes e prepotentes, podem ser considerados ofensivos. Mas não são.
    Apenas utilizei os termos apropriados para me dirigir, como sempre o fiz, a homens sem caráter e sem noção de decência e do cumprimento de uma missão.
    Os senhores senadores e senhoras senadoras deveriam ter vergonha de si próprios.

    Otacílio M. Guimarães

    O Otacilio M Guimarães é sim um grande BRASILEIRO e merece todo nosso apoio na divulgação desta carta.
    Ao menos não fiquemos omissos.

    Obrigado.

    Jose Pacheco Filho

  100. Sandra

    Lembro-me quando um vizinho me deu umas revistas antigas, e havia uma Manchete especial sobre Woodstock. Eu tinha uns 9 anos e nem sabia o que eram hippies. Eu fiquei encantada com a dimensão daquilo. Aquele mar humano, as barracas… Três dias de paz e amor. Será que aquelas pessoas tinham noção de que participariam de algo que seria comentado 40 anos depois, e até questionado se mudou ou não o mundo?
    Claro que mudou, senão seria comentado, no máximo, como um bom show de rock, e, certamente, não por 40 anos.

  101. Jorge

    Eu, que sou OTIMISTA na maioria das vezes, ateh iria dizer que SIM, talvez possamos acreditar num mundo melhor, se cada um de nos, bla, bla, bla,

    MAS QUANDO VI UMA PESSOA AQUI , no blog do Gerald, defendendo e deixando O ENDERECO DO BLOG DO EX GOVERNADOR DO RIO, GATORINHO.

    DESISTI,

    REALMENTE SOMOS TODOS UNS MERDAS!

    Matamos golfinhos, caes, baleias, criancas, esperancas, etica, honestidade.

  102. Sandra

    “E nem sabe direito que Woodstock não foi somente uma grande festa e celebração de uma geração que levava porrada por PROTESTAR contra a guerra do Vietnam e lutar pela PAZ. PEACE, Man, Peace! Não se tratava simplesmente de um conglomerado de meio milhão de pessoas celebrando a paz (e em paz), debaixo de chuva ou sol, ao som de Hendrix, do Who, de Crosby, Stills, Nash and Young e Joplin e Santana e Country Joe and the Fish e tantos outros: tratava-se de uma afirmação! Estávamos mudando o rumo do mundo.

    Mudamos?”

    CLARO QUE SIM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Isso te marcou para sempre, Gerald, e agora você nos marca. Com seus posts, peças,… É a semente de Woodstock que foi plantada em você.

  103. Tene Cheba

    Flutuo sobre os mares, cheiro as maresias. Amo este mundo, enormes sumidouros.
    Vou levando, arrastado, vou levando, entre dores e marolas, vou indo, entre noites e geadas, comprimo-me, nadando ofegante , desafiando o gelo, penso, detonado, câimbras, sigo, mantenho aceso, os olhos, um pouco morto, necrosado, acendo, olhos, nados, nado, vou indo, pesco, vou indo, pesco, ando.

  104. Sandra

    Targino, nós morremos de dengue, gripe suína, e olha a febre amarela voltando aí, minha gente.

    E fazemos talas com papelão.

    Não pagamos (a não ser com um terço de nossos salários), mas também não levamos.

    E Woodstock não é responsável pelas guerras, assim como o vegetarianismo não gera genocidas. Coincidência, não relação de causa-efeito.

  105. Pedro Alvarez Cabral descobriu um Brasil

    O Targino esta descobrindo outro.

    e eu fico perdido sem saber que brasil é este.
    Parece piada.
    Aqui mesmo em Vitória todos os dias pessoas não conseguem nem falar com médicos no Serviço publico de Saude,quanto mais serem atendidos.
    Concordo que se os bombeiros encontrarem alquem caido na rua eles atenderão mas toda regra tem exceção e se os valentes soldados do fogo tiverem que ser usados para atender os doentes ai então quem apagará os incendios.
    Se manca Targino.
    E por favor retire este negocio de senado ao lado do teu nome.
    Ficou lelé da cuca ou estas nos gozando?

    Ja passa da hora de termos de aturar ainda quem se dipoem a defender esta putaria que nos governa e infelizmente planejam manter o poder inclusive apoiados por idiotas que acreditam em propaganda falsa,mentirosa e ,,,,i…2…3..4…5..6..7..8..9..
    Porra.

    BASTA.

    CHEGA

    É INCRIVEL!Quase me convenço que só pode ser pesadelo.

    Fui

    😉 lho

  106. Tene Cheba

    Não li o post, mas vou ler, se não cair, e o colapso me abraçar, na queda, os fragmentos não se juntarem. Então, não tem piso, sem colapsos, sigo, caindo.
    Que me importa?Se não tenho portas?
    Ando derrapando, ando derrapado, continuo andando, em pé, tombando,fugindo, ando derrapando, derrapado, ando, derramado, derramando, derrapando, derrapado, derramando, derramado, chorando, entre colapsos,as precisas inexatidões.
    Ando.

  107. Sandra

    Condenam os americanos pelo Afeganistão, mas não o Afeganistão pelo ataque às Torres Gêmeas?

    Ser da paz não quer dizer morrer em paz enquanto o adversário o massacra.

    Mas o Iraque foi uma grande bobagem mesmo.

  108. D E S I S T O.

    FIQUEM COM DEUS.

    VOLTAREI QUANDO PERCEBER QUE ESTOU SENDO LIDO E ENTENDIDO.

    OU ATÉ AGORA SÓ ESTIVEMOS BRINCANDO!

    A COISA TODA ESTA PARA EXPLODIR E FICAMOS SÓ NO BLA E NMAIS BLA?

    POIS FIQUEM SABENDO QUE JÀ SE PREVE UMA POSSIVEL…….

    – O que foi?

    -Porque não posso falar aqui o que sei?

    -Sim eu sei que o GT é americano,! E dai?Ele não é comunista é?

    -Bem,realmente eu não desejo que lhe tirem do ar.Ele é muito estimado.Muitos gostamdele e a prova é que aqui sempre estamos.

    -Claro que não tenho medo! Vou ter medo de que?pela minha vida?Ora se isto fosse preocupação eu já teria parado de fumar a muito tempo? rsrsrsrs

    Caçoando não!estou rindo da minha burrice.

    -Tambem estou falando sério!

    – O que?
    -Eles podem fazer isto?

    -Bem.assim as coisas mudam de figura.fique tranquilo.estou convencido.Se voces podem esperar eu tambem posso.obrigado pela ajuda.
    E com estão os da tua familia?

    -Passou?já esta la?Que maravilha!Voce deve estar muito orgulhoso dele não é?parabens e diga-lhe qque mandei um abraço

    -A Ana sempre fala comigo.O outro nem quero saber,

    Pois !A vida é assim mesmo.

    -ela esta bem.Toda contente com a sua nova e simples casinha.e agora temos um cachorrinho tambem.Uma beleza de poodle.

    – Deixa comigo direi isto para ela.

    -Até outro dia.Recomendações a Dona Marta.

    -Tchau.

    Amigos do blog e amigas principalmente.

    Até outro dia.desculpem qualquer erro ou palavra mal colocada e obrigado por tudo.

    FOI MARAVILHOSO ESTAR COM VOCES.

    Fiquem com DEUS.

    OBRIGADO

    Jose Pacheco Filho

    😀

  109. Daniela

    É Gerald,
    Duchamps, realmente não previu tantas emissoras de tv a cabo e tantos realitys shows, mas Warrol, disse: No futuro, todo homem terá sesus 15 minutos de fama.

    É o que acontece hj. A Massificação do ser humano só precisa do ‘molho’ – Campbells”.

    A quarenta anos atrás as pessoas tinham mais cultura, e tb um ideal, o pq lutar, pela liberdade.

    Mas hj não passamos de uma massa cheíssima de nada, sem répertório, sem cultura nenhuma, e não existe um pq, um ideal.
    Assim fica dificil, contra quem vc vai se rebelar?
    Contra o que?

    Notou que ´´e bem mais fácil se rebelar contra, a matança e maustratos a animais do que contra o que acontece no senado?

    Ou contra as crianças que vivem de revirar lixoes diputando filé podre com urubu?

    É meu caro, rapadura é doce mas não é mole não;

    Vou te acontar o que vejo daqui que esta acontecendo no Brasil – Senado.

    1. Sarney foi para na corda bamba. Mas Coronel que se preze não cai;

    2. Arquivaram todos os processos contra o fulano, sem ao menos terem sido julgados

    3. Censura

    4.Collor pondo as manguinhas de fora.

    5. Lula saiu ileso mais uma vez (incrível)

    6. Outra batida numa loja de griffe para abafar o caso

    7. Como a batida na loja de grife não abafou a Globo começou a brigar com a record para mudar o foco da notícia.

    8. Gripe suína, caprina, ovina e o pior existe a vacina, mas mortes tb ajudam a abafar o caso.

    9. Crianças continuam a revirar lixo para viver, lógico as mães delas não deram sorte de arrumarem emprego no senado em alguma cessão oculta!

    10. A Dilma será eleita! Ai meu querido seguresse quem puder. Pq a mulher é louca e terrorista de tudo.

    E o povo ainda sentirá saudades dos pileques do LULA.

    11. Woodstok me deixou um sabor amargo, o sabor da mentira contado pelas drogas.

    12. Hj no centro da cidade de SP, na cracolândia a polícia passa nas madrugadas frias e joga craque e depois de 5 minutos joga facas para que os dependentes briguem e se matem.
    Uma forma de acabar com o ‘problema.

    PS : Não sou nem simpatizante mas me pergunto o que o Bispo tem com isso?

    Acho que no planalto o presidente não entende muito de metáforas e levou ao pé da letra a frase:
    Vá perguntar ao Bispo.

  110. Sandra

    Saindo! Me deu vontade de assistir ao DVD de Hendrix. De novo!!!!!!

  111. gthomas

    Warhol, 15 minutos de fama e eu estou de luto.
    coisa pessoal,

    Amanha eu explico.

    agora vou dormir

    LOVE
    Obrigado a todos
    G

  112. 10 RAZÕES PELAS QUAIS WOODSTOCK SERIA IMPENSÁVEL ATUALMENTE
    por Bruno Medina, portal da Globo

    1. Um evento em que se padece por falta de banheiros, tendas de alimentação, atendimento médico, local apropriado para camping e por engarrafamentos quilométricos pode ter despertado compaixão em 1969; em 2009, suscitaria reclamações e processos judiciais.

    2. Considerar que um festival de rock atrairia público estimado em meio milhão de pessoas sem recorrer à escalação de bandas de apelo radiofônico e artistas cujo carisma supera o talento é utopia maior do que acreditar na viabilidade da paz e do amor.

    3. E o que dizer do Motel El Monaco, única hospedaria da região? Sem sala de ginástica, heliporto, wi-fi zone, telão de plasma, jacuzzi, cama king size… duvido que as estrelas de hoje topariam passar sequer uma noite lá.

    4. Quatro jovens se conhecem, a partir de um anuncio de jornal, e resolvem tocar um projeto que se torna o maior encontro musical da história. Bonito, mas sem se associar a um grande patrocinador, daqueles que metem uma logo-marca gigante da empresa atrás do palco? Impossível.

    5. Isso sem mencionar que reunir num mesmo festival um elenco a altura de Jimi Hendrix, Janis Joplin, The Who, Crosby Still, Nash & Young, Gratful Dead e Creedence Clearwather Revival seria, no mínimo, bastante improvável.

    6. Complicado, também, seria encontrar hoje em dia uma plateia disposta a acreditar que um festival de música pode chegar a transformar o mundo para melhor.

    7. Os hambúrgueres eram vendidos por U$ 1, o que nem na época representava muito dinheiro, e ainda teve gente que reclamou de exploração. Mal sabiam eles como isso iria piorar.

    8. Apesar de ser idealizado como um evento comercial, quando a organização percebeu que o público atraído superava em muito a estrutura disponível ordenou que as cercas fossem postas abaixo. Todo mundo entrou de graça e tudo certo. Quem duvida que, fosse agora, centenas tomariam cacetada ou parariam no xilindró?

    9. Aliás, em 2009, que corpo de bombeiros, defesa civil ou similar liberaria um evento para 500 mil pessoas muito loucas numa fazenda lamacenta no meio do nada? Apesar da necessidade de se declarar calamidade pública na região, uma catástrofe maior foi evitada e apenas 2 pessoas morreram. Isso sim é sorte.

    10. Woodstock, tal como foi, não seria possível nem no ano seguinte, quiçá 40 anos depois. O trauma na cidade que abrigou o festival, Bethel, foi tamanho que logo após o encerramento os moradores aprovaram uma lei que impedia qualquer iniciativa semelhante no futuro. Paz e amor, nos olhos dos outros, é refresco!

    Caindo na real seu dotô, caindo na real!

  113. Márcia

    14/08/2009 – 23:51 Enviado por: Pacheco.

    Carta dirigida ao Senado Federal
    e demais Senadores, Deputados e todos os politicos brasileiros…
    + 496 ATOS SECRETOS DESCOBERTOS HOJE… 13/08/2009!!!

    Sr. Pacheco, copiei pra retransmitir aos meus contatos.

    Coisas horripilantes acontecendo…
    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/jornal-diz-que-hezbollah-teria-bases-na-venezuela-com-intencoes-de-atacar-ate-o-brasil/

  114. Um grande empresário marca audiência com o Lula, em Brasília.
    Enquanto aguarda encontra o Presidente do Senado (Sarney) que o recebe com muitos abraços.
    Quando é recebido, sente falta da carteira e resolve levar o fato ao presidente:
    – Não sei como lhe dizer, presidente, mas minha carteira sumiu ! Tenho certeza de que estava com ela ao entrar na sala de espera. Tive cuidado de guardá-la bem, após apresentar o RG. Não quero fazer insinuação, mas a única pessoa com quem estive foi o Presidente do Senado que esta aqui na ante-sala aguardando audiencia com V..Sa..
    O presidente se retira da sala. Pouco tempo depois, retorna com a carteira na mão.
    Reconhecendo sua carteira, o empresário comenta:
    – Espero não ter causado problema entre o Senhor e o nobre Senador.

    Ao que Lula responde:

    – Não se preocupe ! Ele nem percebeu !

    😀

  115. ACHTUNG.

    DUAS LUAS EM 27 DE AGOSTO

    “Vale a pena”

    O Planetario Internacional de Vancouver, da British Columbia – Canadá, calculou a precisão em que Marte estará orbitando perto da terra. Será
    no dia 27 de agosto de 2009.

    Todavia, o mais interessante de tudo é que isto estava previsto em um código Maya, encontrado na piramide ao lado do Observatorio Estrelar
    em Palenque, Chiapas -México.

    Com este cálculo matemático Maya, agora os Mayas estão sendo vistos como os gregos da America, e orgulho da Guatemala.

    Pelo menos, quatro ou cinco gerações da humanidade não voltará a ver este fenomeno natural, e poucas pessoas sabem até o momento, embora
    tenha sido noticiado em 11 de maio de 2009.

    Duas Luas no Ceu

    No dia 27 de Agosto, a meia noite e meia, olhe para o ceu,

    O planeta Marte será a estrela mais brilhante do ceu, e será tao grande quanto a lua cheia, e estará a 55,75 milhões de kilometros da terra.

    Não perca!!

    Será como se a terra tivesse duas luas, e este acontecimento só se produzirá no ano de 2287.

    😉

  116. Sextas-feiras eu não posso

    Marido e mulher vão a uma terapia de casais após 20 anos de matrimonio.
    Quando são perguntados sobre qual era o problema, a mulher tira uma lista longa e detalhada de tudo o que a incomodou durante os 20 anos de matrimônio: pouca atenção, falta de intimidade, vazio, solidão, não sentir-se amada, desejada, enfim, a lista era interminável.

    O terapeuta,então, se levanta, aproxima-se da mulher, toma-a em seus braços e a beija apaixonadamente enquanto o marido, calmamente, a tudo observa.

    Dois minutos depois, mulher, completamente muda e ruborizada, senta-se aturdida. O terapeuta se dirige ao marido e lhe diz com voz pausada e ar
    circunspecto: – Isto é o que sua esposa necessita, ao menos, 3 vezes por semana. O senhor estaria disposto a fazê-lo?

    O marido medita um instante e então, no mesmo tom, responde: – Bem, trazê-la aqui nas segundas e quartas não tem o menor problema, mas às sextas eu tenho futebol!!!…

    😀 Minha cota de tres acabou.

    Volto depois.

  117. O Vampiro de Curitiba

    Bom dia, meus amores!
    Tenham todos um ótimo final de semana.

  118. OK Vampire!

    E de cigarrinhos com vamos indo hein…..?

    Se não saiu para fumar unzinho nas caladas da noite eu boto fé que realmente chegarás a largar este maldito vicio de merda.

    é DURO A JOGADA mas com força você vai conseguir.

    E teu exemplo de perseverança servoirá de estimulo para outros tentarem tambèm.

    Vigie seus passos e receba estas recomendações com apoio de quem deseja o teu sucesso.

    Abraços de nós.

    😀

  119. 15/08/2009 – 05:09

    Enviado por: Márcia

    MÁRCIA.:

    -Agradeço muito teu valioso apoio.Se cada um de nós fizer divulgação para seus contatos breve seremos milhões e provaremos a grande mentira que nos querem fazer engolir afirmando que eles os corruptos tem garantido oitenta por scento de aprovações.
    ISTO É UM ABSURDO.

    Com tantos erros e corrupções com é que a maioria do povo poderia estar apoiando.
    verade que temos infelizmente muitos compatriotas que desconhecem atpe as letars.mas não é possivel e nem imginavel que ao menos não saibam de todo errado que acontece no dia a dia e nas merdas ( desculpe ) que este governo salfra comete justamente contra o povo.
    devagar poderemos ir bem longe.
    Até 2010 temos de tomar posição.
    isto se antes não acontecer o pior.

    JÁ É DEMAIS .

    O abuso envergonha a todos.

    Não sei não…fico imaginando como devem sofrer homens que tem capacidade e meios de acabar com toda esta bandalheira e ficam parados por profundo respeito a nossa Constituição e ao que ela manda que eles façam.
    Já entraram numa fria no passado e agora na atualidade só agirão se O POVO assim determinar.
    E O POVO só pode falar atravéz do VOTO.

    Desta vez não podemos nos dar ao luxo de errar novamente.
    estamos perdendo dia a dia a nossa dig idade com Nação e nós mesmos amarramos o Dragão.
    E é bom que ele fique amarrado.
    É bom que ele só apareça se for chamado por nós.Nós o POVO.

    Tive uma carreira feliz na marinha.
    Entrei Aprendiz e sai Suboficial.
    Adimirei grandes chefes.
    Mas não gostaria de ser nenhum deles pois devem sofrer muito quando olham seus filhos e mais ainda quando os seus filhos os olham.

    Todos somos Brasileiros.
    Contudo existem maus brasileiros.
    Infelizmente hoje estamos nas mãos deste crápulas.
    Pois foi escolha do povo e a qual um ilustre e mal entendido General disse:
    -SE GANHAR LEVA.

    E o sapo barbudo levou.
    E continua levando
    E tem planos de levar mais ainda.
    Vamos assistir passivamente? Cordeiramente.idiotamente?

    por mim:

    -NEM QUE A VACA TUSSA.

    Obrigado.

    Pacheco.

    😉

  120. Pois é Vamp.

    SSe não relaxamos um pouco tamos f….!
    Brincar é bom.
    Desopila.

    Infelizmente tem nego ai que para dar uma de superioridade fica reclamando até do piadista.
    Parece até que alguns gostam mesmo é de sofrer.
    Que sofram mas que no permitam ao menos rir um pouco já que a nossa situação esta mais para chorar.
    E dos cigarros não vai comentar nadinha?
    Tem algo a ocultar.
    Deu uma baforada escondida?

    Olha o velho ditado:

    – QUEM CALA JÁ FUMOU!

    hahahahahahahahahaha

    Confessa.Confessa…

    Ou negue

    Aqui e AGORA.

    Hein…? 😀

  121. USA – NASA – URGENTE.

    Apos exaustivas reuniões em conjunto com as mais altas autoridades e com aprovaç~~ao por unanimidade dos participantes a NASA liberou uma foto que vinha sendo mantida como TOP SECRET.
    Nesta foto agora finalmente liberada é mostrado para assombro do mundo uma area cercada encontrada e fotografada pelo primeiro astonaunta que pisou na lua.O que por si só demonstra que a lua já havia sido pisada anteriormente.

    A area em tela é imensa e durante todos esrtes anos passados diversos estudos não concluiram com as cercas foram levadas para o solo lunar.

    Desde o inicio uma placa indicava que havia dono da area cercada pois um enorme cartaz certificava isto.

    Em correto portugu~es o cartaz tem escrito:

    PROPRIEDADE DA FAMILIA SARNEY.

    Para confirmação esta foto foi enviada para alguns participantes do blog do gerald Thomas que é publicado na net no Brasil

    Desculpem mas isto não é uma piada.Embora pareça é bem possivel.de ser mesmo alias se voce duvida é porque em sendo até pode não ser.Mas como então pode ser imaginado que não é,mas poderia ter sido pois tudo agora é papo de Doido Varrido neste Brasil mais que fudi…*

    Foca
    Foca News 😀

  122. Alan

    CHEGA…………
    SANTA CIRCUNFERÊNCIA UMBILICAL!!!
    QUANTOS HOLOFÓTES TENTANDO SER VOLTADOS PARA DETERMINADAS HISTÓRIA DEPRIMENTES….
    E O TEXTO???
    NEM TUDO É ENGRAÇADO,NEM TODOS SÃO PALHAÇOS!!!

  123. O Vampiro de Curitiba

    Pacheco, não fumei e nem vou fumar. A Ana Paula e a Cintia estão me ajudando muito, são duas guerreiras.
    Ahh, e também não estou comendo carne, nem de aves. Apenas peixe e frutos do mar.
    Obrigado pela força!

  124. 15/08/2009 – 10:12

    Enviado por: O Vampiro de Curitiba

    ÓTIMO.

    E X C E L E N T E.

    Vou direcionar tentativa apoio para as duas guerreiras.

    Não ha nada qu um vampiro não faça que duas muleres não possam não fazer tambem.

    P* meu assim até eu me confundo!
    Mas acho que com incentivo valeu.

    😀

  125. targinosilva-DELENDA EST SENADO

    Pacheco.
    Porque eu tenho que aturar você e você não quer me aturar? Hein?
    você é quem diz, nesse blog, quem pode quem não pode.
    O que pode o que não pode?
    Muda o nome do blog para Pacheco.
    Futurólogo, piadista, sociólogo, economista, cientista político, filosofo.
    Os hospitais vivem cheios porque o sistema atende todo mundo e a população é pobre..
    Não tenho culpa se você é estrábico e senta no cabresto.
    Eu mesmo, tenho plano particular de saúde e recebo remédios do governo com receita
    de medico de convenio. Ninguém me pergunta se eu posso ou não posso pagar os remédios.
    Ando de graça no metro e nos ônibus.
    Duvido que um americano, na minha situação financeira, tenha o atendimento medico que eu tenho.
    O Brasil é muito grande, tem 191 milhões de pessoas que podem entrar em num posto medico
    e solicitar atendimento, sem ter que pagar um tostão.

    A professora pode entender muito de matemática mas é fraca em historia.
    É muito parcial nos seus juízos.
    Antes dos asiáticos chegarem a América para derrubar as torres gêmeas,
    sofreram séculos e séculos de colonização e exploração.
    O mundo é feito de causa e efeito.
    Não se pode, simplesmente, condenar os efeitos sem analisar as causas.
    Falta autocrítica, ela não convém.
    Agora, eles estão colocando o seus pezinhos militares na América do Sul.
    Por que?
    Por que na América do Sul tem um pais que apesar dos desmandos, aponta par o futuro.
    É preciso criar um clima, a discórdia, para atrasar a concorrência.

    traduzindo….
    Sentar no cabresto quer dizer “Não aceitar obstinadamente uma coisa ”.

  126. Alan.

    O que exatamente não te agradou?

    Do modo que comentou não entendi lhufas nem bulhufas!

    Tens algo a reclamar?

    RECLAME.

    Comprensivelmente.

    Sabemos ler e aqui o espaço é democratico.

    Temos ainda dois meses e dias até para malhar o que desejar.

    Depois disto não sei mas saberemos.

    😀

  127. Cintia

    bom dia!

    bom dia Vampitcho, Ana!

    Post: lembrei de Hair.
    When the moon is in the seventh house and Jupiter……..
    Aquarius……!
    Tá lá o clip no G-diet, muuuito legal!
    Minha irmã foi hippie ‘light’.
    O que eu observei ao longo das décadas é que os ‘hippies’ foram sendo postos à margem, e terminou que hippie passou a ser aquele sujeito que ‘não toma banho, anda descabelado, usa roupa furada, se droga’, e não trabalha, se muito, de algum tipo de artesanato…
    ‘O sistema’ tratou de distorcer e ‘pulverizar’ a ‘filosofia hippie’.
    Mas acho que deixou legados importantes sim; nenhum movimento acontece sem deixar marcas.

  128. Cintia

    Após 40 anos, cenário de Woodstock se distancia dos ideais hippies – UOL

    da France Presse, em Nova York

    “Bem-vindo a Woodstock”, afirma um cartaz que pode ser visto no local onde, há 40 anos, foi realizado o lendário festival do amor, drogas e rock’and’roll. “Este é um ambiente livre do cigarro”, avisa outro cartaz.

    O museu Bethel Woods funciona no parque onde aconteceu o festival, em Sullivan County, norte do Estado de Nova York. Apesar da famosa colina que forma um anfiteatro natural não ter mudado quase nada, o cartaz de boas-vindas deixa claro que o local –como muitos hippies– evoluiu para algo completamente diferente.

    “Proibido utilizar drogas em público, proibido instalar guarda-sóis ou barracas de acampamento”, diz um aviso. “Não tocar música em alto volume.”

    Neste sábado (15), haverá música, mas este será um concerto com alguns dos sobreviventes de 1969, tocando para um público limitado e sob controle.

    Outros eventos do aniversário incluem um filme de Ang Lee, “Taking Woodstock”, que estreia este mês, assim como inúmeros livros e CDs.

    O que ninguém tenta reproduzir é o evento original, o maior concerto rock da história, uma extraordinária manifestação de esperança e de protesto no coração dos EUA nos anos 60.

    Fazer um show do mesmo porte foi uma ideia recorrente. Os organizadores originais, incluindo um dos principais, Michael Lang, esboçaram inclusive um projeto para montar um para comemorar a data, mas o plano não prosperou.

    O show pelo 30º aniversário em 1999 ainda é lembrado como um grande fracasso e terminou em confusão. Tudo isso deixou os hippies nostálgicos e os jovens longe do venerado e agora estranhamente limpo Bethel.

    Parque de diversões

    O museu do parque conta a história do evento e os distúrbios da época, desde o assassinato do líder negro Martin Luther King e a guerra no Vietnã, passando pela chegada do homem à Lua.

    Com lendas como Jimi Hendrix e Janis Joplin cantando em telões, os visitantes podem interagir. Eles também podem entrar em ônibus com decoração psicodélica, parecidos com os quais os jovens chegaram a Bethel.

    O ambiente se parece com um parque de diversões, mas o diretor do museu, Wade Lawrence, 54, defende as atuais características do lugar.

    “As pessoas agora vão para o museu e esperam um certo nível de conforto”, diz ele. O diretor explica ainda que a ênfase é nas atrações interativas para os jovens, segundo ele obcecados por acessórios eletrônicos.

    “Se não tivermos o lado interativo, perco os visitantes”, afirma.

    O passeio leva ainda a uma loja onde são vendidas camisetas com o logotipo original por US$ 24,95, pôsteres do show por US$ 129,95 e copos por US$ 12,95.

  129. Targino.

    Tens direito a dizer o que queres.
    E eu tambem
    Se eu te aturo.
    O que ha de errado em me aturares?

    Não te incomodes.
    Estou esperando posicionamento do tal de Silvinho.
    Muito provavelmente estaras livre de mim e do que eu em comentando possa estar indo de encontro aos teus posicionamentos e crenças.Muitas das quais me parecem absurdas .Contudo são tuas e se eu quando não as contradigo ao menos nunca as rejeitei.Ou estamos juntos no blog ou não sei o que fazemos aqui.
    O que te parece que seja pretensão minha de ser dono da verdade não passa do que esta na midia diariamente.E caso não saibas tenho prazer de te informar que um blog é ressonancia do que a midia publica e divulga.
    Talvez que para uma pessoa que é do tempo do COBOL certas novidades ou modificações sejam dificeis de srem entendidas de imediato.mas isto é um problema só teu.

    Targino,ultimamnte tenho acompanhado tuas entradas e permanecido calado.

    Não podes calcular a que custo.

    MAS EU SEI.

    Hahahahahahahahahahah ( desculpe mas o Louco achou engraçado )

    Eu….NÃO. 😉

  130. Targino.

    Só mais um detalhe.

    Pequeno porem importante.

    Tudo que um HOMEM pode pedir ao mundo, eu já tive e tenho.

    Não estou em blog por vaidade.

    Não te ocorreu que podes julgar erradamente.
    por normal tens o habito e isto aqui tem sidi por ti demonstrado de criticar o que fazes.
    Igualzinho o teu idolo.
    É um caso interessante esta comparação.
    Até meio esquisito.
    Sem duvidas que é.

  131. 10 RAZÕES PARA WOODSTOCK SER VIÁVEL ATUALMENTE :

    Primeira : Amar ao Criador sobre todas as coisas .

    Segunda : Não invocar o santo do Criador em vão .

    Terceira : Santificar os Domingos e festas de guarda .

    Quarta : Honrar pai e mãe , e os outros legítimos superiores .

    Quinta : Não matar , nem causar outro dano , no corpo ou na alma , a si mesmo ou ao próximo .

    Sexta : Guardar castidade nas palavras e nas obras .

    Sétima : Não furtar , nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo .

    Oitava : Não levantar falsos testemunhos , faltar à verdade ou difamar o próximo .

    Nona : Guardar castidade nos pensamentos e desejos .

    Décima : Não cobiçar as coisas alheias.

    SIMPLES ASSIM .

  132. targinosilva-DELENDA EST SENADO

    Pacheco.
    Eu sou vaidoso.
    Estou aqui por vaidade.
    Quero falar ao mundo o que penso.
    Ja tentei em outros blogs e não consegui.
    Agradeço ao Mr. Thomas a oportunidade.
    Agradeço o convivio de voces.

  133. O Vampiro de Curitiba

    Pronto, já cortei o Silvinho, o Pacheco, o Targino e eu mesmo.
    Tá satisfeito Targino?

  134. gthomas

    Nossa! O G Diet do Claudio esta uma delicia de ver: So de revisitar o Richie Heavens cantando Motherless Child me deu arrepios.

    Obrigado querido

  135. Sandra

    Targino, se fosse assim, os americanos estariam pagando coiotes para virem ao Brasil escondidos em porta-malas.

    E Obama que sabe, mas eu não sairia do Afeganistão tão cedo.

    E quanto às relações causa-efeito, gostaria de relacionar Woodstock às guerras? Para mim é mais fácil fazer a relação Al-Qaeda e guerra.

  136. gthomas

    O Blog do Lucio tambem esta legal, mas bem literario

    O G Diet esta com cenas de woodstock mesmo.

    uma bitter sweet lembranca

  137. Sandra

    Verdade, Claudio. Depois de três (ou quatro dias) mal conseguindo comer, nada como três dias de paz e amor!

    Acho que nunca mais vou conseguir comer carne na vida.

  138. Sandra

    Ontem assisti ao Hendrix DE NOVO. Caramba… Ele emendava uma música na outra sem parar. Era um misto de Bach com o som hipnótico do Kodo. Entrei em alfa com Purple Haze.
    E o hino americano… dava para ouvir os gritos, as ambulâncias, os helicópteros… QUE ARRASO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  139. Cintia

    “Depois de três (ou quatro dias) mal conseguindo comer, nada como três dias de paz e amor!”

    Sandritcha,

    Tirou as palavras da minha boca, rs!

    beijos!

  140. Sandra

    Que arraso…

    Que pena não ter dividido o tempo e o espaço com ele…

    Quantas coisas eu perdi…

    Ainda bem que te conheci, Gerald!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  141. Sandra

    Cintia, e eu que achei Kafka uma porrada!

    O blog do Gerald deveria vir com um aviso: Não nos responsabilizamos por efeitos colaterais causado em leitores.

  142. gthomas

    Eh Sandra: mas eu tambem vi o lado “depre” do Hendrix. The Band of Gipsies aqui no Filmore East. Ninguem quis que ele saisse da banda com Mitch Mitchell e Noel Reading. MAs, como Hendrix, ele resolveu abandonar aquela coisa distorcida toda e experimentar uma coisa mais jazz e blues.

    O publico ficou PUTO.
    Alias, so tinham umas 150 pessoas, em pe
    e muitas sairam no meio, Porque? Queriam ouvir os velhos sucesos como Hey Joe, Watchtower, Are you experienced, Foxylady, etc,,,

    Fique chocadissimo

  143. Sandra

    Saindo! Beijos em todos!

  144. O Comissário do Polvo

    “Ficamos mais cínicos, mais hipócritas e mais imbecis”.

    Que coisa, hein, Geraldo?

    E tem gente que ainda agradece…
    hahahahahah!!!

  145. mnc

    Caro Pacheco,
    Minha solideriedade a vc e meu repúdio a esse aí que está lhe assediando moralmente, qualquer coisa é só rastrear IP p indentificar o sacana.
    Sou testemunha que vc tentou levar de boa mas o cara é sem noção e muito desrespeitoso mesmo.
    Ia falar sobre o post maravilhoso do GT mas no way now.
    Abçs.

  146. Cintia

    “O blog do Gerald deveria vir com um aviso: Não nos responsabilizamos por efeitos colaterais causado em leitores.”

    Sandritcha,

    Com certeza, rs…
    Sugiro darmos uma pause temporária no tema ‘protesto’ e falarmos de paz, amor, flores, música, constelações, planetas (rs), etc… pra dar uma refrescada na mente!

    beijos!

  147. Sandra

    Mais um chorinho, antes de sair:

    Gerald, isso é aplauso. Hendrix deveria se preocupar se bocejassem ou dormissem no show dele. Aliás, nem isso, porque suas músicas eram hipnóticas. Ele tocava praticamente de olhos fechados. Achei que era por causa do cigarrinho, mas não, pois se eu viajei caretésima, imagine ele tocando aquele som maravilhoso.

  148. Azul

    Sandrissima….

    Bom Dia querida !! (Ai Boa Tarde)

    Voce falou de HAIR , .., ano passado , verao de NYC , assisti uma montagem de HAIR , fantastica…
    Foi num teatro Arena que tem no meio do Central Park…
    Ele eh aberto…

    E foi um SHOW / PECA , uma viagem MARAVILHOSA….estava lotado….quase no final , na ultima musica…comecou a chover , chovia MUITO…e nimguem *tirava , arredava o pe de la !!! Todos em pe , cantando…dancando e aplaudindo muito !!!
    Muito legal….

    Beijos

  149. Sandra

    Saindo agora! Beijos em todos!

  150. mnc

    Obrigado.

    Por mim eu até poderia tentar continuar chegar com o tal de Silvinho numa boa.
    Sou defensor que o blog deve ser tolerante.
    Mas em razão do que disse a respeito da Duda não tive outro meio senão de apelar para a ignorancia.

    De lá para cá recebi dois telefonemas.

    Um foi incisivo.;
    -Larga disto cara.voce não precisa desta merda de ser ofendido.
    O outro foi mais suave e quase infantil.
    -Vo,eu nem to ligando pra débil mental.Monta antes que ele fuja.cade o veio pimba rsrsrsrsr.

    Realmente a males que vem para o bem.
    reconforta saber que tenho amigo sincero e que a Dudinha tem mais de mim do que eu penso que tenha por genética.

    Lércio e Duda:

    V A L E U.

    😀

  151. obrigado a todos , mas … ja to achando o blog careta .
    acho que vou mudar pra … G-riot !

    muita bibliotecagem demais . tá faltando mais interação . palavras cruzadas , jogo dos sete erros , essas coisas …

    “ralei a semana toda “, com diz o povo . o trabalho ficou bárbaro . e segue hj à noite para new york . quem me dera poder levar eu mesmo …

    dá licença de contar um pouquinho sobre . eu desenvolvi e produzi algumas dezenas de um novo instrumento cirúrgico : uma espécie de camisinha inflável para microcâmeras de ultrasom intra-traqueal , que vão auxiliar os anestesistas a encontrar mais rapidamente e sem erro , a veia ou artéria que precisem perfurar no pescoço .

    se até hj o maximo que eu conseguia com minhas ideias era divertir o pessoal , a partir de agora ajudo a salvar suas vidas . legal né ?

    para ajudar no bom humor do final de semana , minha audiência , na quarta , revertou o processo a meu favor . foi uma surpresa pois eu sou uma pessoa lógica (pero com ternura) e as leis não são . convenci o defensor do idoso que o idoso era odioso e cretino e o idoso acabou caindo na própria armadilha . foi uma performance incrível que parou a defensoria inteira . tenho que ser ator um dia .

    preciso confessar , e vcs devem ter percebido , depois daquele equívoco ao qual eu me submeti aqui , não recuperei ainda totalmente meu humor e instinto cariocas . nem falso eu tenho conseguido ser …

    G-diet . G-riot .

  152. 😉 —————v cachimbo da paz.

    Targino.

    Dá uma baforada virtual no cachimbo da paz.antes que O Vampiro nos mande deixar de frescuras.

    Targino O X Pacheco O EMPATE.

    E de quebra informo que defendo a professora.

    loucos sempre digo:
    -São os outros.

    Segundo um velho ditado:

    QUEM DEFENDE A PROFESSORA PASSA DE ANO.

    Ou não!

    😉

  153. Alan Viola

    Gerald, Vampiro e cia. Tenho observado alguns comentários de Alan no blog. Não escrevo para o blog, às vezes o Gerald coloca algum texto meu aqui – no link do meu blog. Porque gosta dos textos.
    Estamos com um projeto relacionado ao blog, por isso não participo dos comentários. Fique claro que esse Alan não sou eu. Jamais escreveria um comentário desse nível, nem com esses erros gramaticais nem com esse anúncio de reclamação.
    Valeu.

  154. Ekran

    Woodstock foi O Reality Show antes dos reality shows da TV.

    Como Mozart foi O musico antes dos superstars da musica que disputam o ranking da Billboard.

    Como Hendrix foi uma especie de para-raios que captou toda a eletricidade em sua volta e canalizou tudo o que acontecia naquele mundo em transe pros seus acordes em sua guitarra abençoada por deus e encapetada pelo coisa-ruim. Tudo ao mesmo tempo, numa catarse.

    E desde então ficamos mesmerizados na TV e na internet , nós que abdicamos de sair de casa pelo medo, e evitamos dizer o que pensamos pelo lugar-comum que ocupamos nas nossas vidas confortaveis.

    A lama de woodstock foi transformada na argamassa usada na terraplenagem feita pela vida ordinaria, pequena, sem grandes perspectivas. Como Kafka anuncia na sua vida enclausurada, como nas bulas dos antidepressivos ou nas piadas que gostamos de repetir infinitas vezes e rir nos mesmos trechos em que nossa performance atinge o apice, falsa plenitude.

    Falou e disse, Gerald!
    A lama de woodstock te abençoou e te amaldiçoou. A benção de ver o divino em transe e a maldição de viver uma vida sem nenhuma coisa que se assemelhe a essa divina aparição.

    “Como regredimos. É como se os deuses tivessem levado muito a sério os planos utópicos de uma geração e os tivessem gratificado com uma realidade semelhante aos seus ideais. Da utopia caiu-se numa drasticidade social incapaz de ser administrada. Da utopia ao sequestro.”

    G.Thomas, trecho de “Let it Bleed”, in: Um encenador de si mesmo. Ed. Perspectiva.

  155. Chato Feliz

    Elis estava errada, não fazemos como nossos pais, em geral fazemos pior. Bom, André Dahmer sintetizou esse sentimento numa de suas ótimas tirinhas. Está aqui:

    Pena que não se soubesse que isso já se verificava desde algumas gerações para traz…

  156. Ekran

    – Hey Joe!
    mr. Hendrix, 1969:

  157. 15/08/2009 – 12:00

    Enviado por: claudio diet

    10 RAZÕES PARA WOODSTOCK SER VIÁVEL ATUALMENTE

    Estas dez razõez do claudio poderiam inclusive servirem de obrigações de desempenho para todos politicos eleitos .Sob pena de perder o mandado quem transgredir um só dos artigos.
    Sem conselho de etica diga-se de passagem.
    Errou.Denunciado.Provado,Julgado e…….OLHO DA RUA SAFADO.

    Que tal hein….?

    😀

  158. Ekran

    Que coisa linda , Gerald, associar Woodstock, Duchamp, Hendrix…tirar a massa cinzenta da inercia em que se encontra boiando em nossas cabeças.

    God bless you, man!

    PEACE!
    (era isso o som de Woodstck e de 1969 que até hoje ecoa no planeta)

    2009 é uma palida sombra de 1969.
    Somos sombras…the dark side of the moon que jamais soubemos como encarar.

    O resto é nada.
    Temos que voltar no tempo e ler nas entrelinhas o que se passou, decifrar os enigmas, Hendrix, Duchamp, esses humanos que foram alem, e desde então lá do além nos sinalizam com sua arte o que o podemos ser como humanos.

    See you, G!

  159. Alan Viola

    Em tempo: erros de digitação são normais, mas mensagens cifradas não.
    Gerald; respondi a seus e-mails sim, a todos. Não sei então para onde estão indo – mas foram.

  160. Ekran

    Mr. Hendrix interview, 1969, after Woodstock:

    God bless you, Hendrix!

  161. Azul

    Nossa…super *lindo* o que

    (15/08/2009 – 14:10 Enviado por: Ekran )

    Escreveu…adorei….

    2009 é uma palida sombra de 1969.
    Somos sombras…the dark side of the moon que jamais soubemos como encarar.

    O resto é nada.

    Beijos

  162. Não é preciso exagerar tanto!

    Presumo que a lama de Woodstock tenha apenas sujado o calçado e as calças do Gerald.

    Uma puxadinha de saco sutil e enrustidamente inserida vai lá.Mas dizer que as lamas causaram tanto barato no Gerald….
    não é por ai.Tão querendo EKrancar o GT?

    Que eu saiba o nome do que levava alquem pros espaços ao som de guitarras e suspiros ..tinha outro nome.
    e lama sempre será lama.mesmo cheia de caras e bundas e até sendo piso de plateia de hippies dançantes.
    Não ekranquem a analise de Woodstock.

    Woodstock hoje é saudades.
    Woodstock já foi.
    Woodstock
    era
    E
    Jamais havera outro igual.

    Se metade dos participantes está no ceu.
    A outra metade está dançando nas brasas
    E os filhos de Woodstocks estão pelo mundo.

    Só deus e o Diabo sabe o que andam fazendo

    Salve a lama aniversariante.

    Salve o Rock

    Salve a guitarra elétrica.

    E salve o maior e inigualavel ( se o Ekran pode eu posso também ) o maior tocador de guitarra depois do Hendrix o FABULO e magnanino dono da Lucile.
    O campeão de tomar caipirinha.
    O amercinao que aprecia uma feijoada e que declarou ( pudera )
    o cara qu deveria tocar uma audição para o Obama.

    Senhores e senhoras falo de :

    The Bad Boy

    King

    B B K I N G

    Uau

    The blues man 😀

  163. Ekran

    Gerald, se precisar que alguem puxe o seu saco, let me know!

    E que seu trabalho “speak by itself”.

    E que tenhamos “olhos para ver e ouvidos para ouvir”.

    See you, man!

  164. Uma brasileira,natalense agora cidadã do U,K. por casamento com piloto ingles de sobrenome Andersen a senhora se viva ainda de nome NELSINA ANDERSEN que me hospedou em XXX
    Road-Fawley-Southampton. Foi quem me presenteou com o long-play que deu incio a minha paixão pelo artista.

    Gosto de tudo que é musica depois do velho King.
    Sei as letras de quase todas as musicas por ele gravadas.
    procuro em lojas e de quando em quando sou premiado.
    Encontro raridades.ao menos no meu juizo de valor.

    Criança é pura verdade e nos ensina muito.

    Um dia eu em cas todo empolgado aionei o toca cd para reprisar o King.

    E a Dudinha chegando na sala disse de pronto:

    -Vo…de novo!

    E naquele de novo fiquei desarmado e entreguei os pontos:
    -Tá certo querida pode colocar o disco que gostas.
    E o uisque não me desceu tão bem escutando a Sandy e o junior.
    Mas vo tem que aguentar o tranco.

    Por falar nisto onde amdam a Sandy e o Junior?

    Obrigado.

    Pacheco.

    😀

  165. Ekran

    UM A ZERO PARA VOCÊ

    Parabens.

    Humor é bom.

    Humor e veducação juntos é OTIMO.

    Obrigado.

    Abraços.

    Pacheco.

  166. Ekran

    Reading Gerald speaking about us…

    “Para lutar contra essa apatia é necessário criar. Mesmo contra as situações mais adversas, é preciso continuar. E assim, continuando muito divertidamente, um outro filme independente, Living in Oblivion, lota as salas de cinema. Este não lida com identidade propriamente, e sim com o que fazer com ela. O filme é uma engraçadissima versão de Noite Americana de Truffaut, e a crise do cineasta está contida entre dois pólos específicos. Primeiro, a precária circunstancia em que realiza as filmagens e a extensão de sua criação dentro desses limites. Segundo, o quanto a identidade do autor pode ser filtrada através do personagem, já que o personagem principal é um diretor de cinema tentando realizar um filme. Então, Living in Oblivion é uma batalha contra esse bando de gente que anda pra lá e pra cá sem nada a dizer, que povoam os outros filmes. Living in Oblivion é sobre o quê? Sobre um bando de gente andando pra lá e pra cá, tentando dizer algo através de um filme, sem consegui-lo.

    Esses filmes ecoam o “Hey Joe” do Jimi Hendrix, com 25 anos de atraso. Ecoam também o mundanismo de Seattle, do Nirvana e Pearl Jam. O desespero de sobrevivencia contra a massificação e o discurso da decada de 60 deu no “politicamente correto”, que deu nessa nulidade. O que fazer? Pedir para que os franceses ou a Susan Sontag escrevam mais um livro contra a interpretação? O ser humano precisa de uma “falta de discurso” para poder manter sua alma livre? A metamorfose desse discurso é incrivel. Kerouak, Burroughs e Ginsberg foram os primeiros a sofrer o efeito “Kids”. Criado com a intenção de alertar a classe media moralista de que existe um satã em cada pessoa, e “iluminar” os “quadrados” sobre os perigos do progresso, do armamento, da guerra, do consumismo, esse discurso se transformou num lugar vazio culturalmente, hamado de “sociedade politicamente correta”, onde as minorias são tratadas com igualdade, onde a ecologia é entendida como unico meio de sobrevivencia entre as especies, onde não há cigarros e se anda de bicivleta. A essencia é maravilhosa, mas ninguém imaginou que a natureza daria tremenda rasteira na historia, deixando o discurso vazio de emoções.”

    G.Thomas, trecho de “A Diluição da Identidade do Homem Globalizado”, in: Um encenador de si mesmo. Ed. Perspectiva.

  167. O Comissário do Polvo

    ILUSIONISMOS NARCÍSICOS

    “A doença pulmonar que Hitler sofreu ao aproximar-se dos 16 anos obrigou-o a abandonar a escola durante um ano. (…)
    Tornou-se abstêmio, não tocava em fumo e era perfeito vegetariano, a princípio por necessidade, quando era um vagabundo sem dinheiro em Viena e Munique, e, depois, por convicção.”

    ( William Shirer, in Ascensão e Queda do Terceiro Reich, Vol. I,
    p. 34, Agir Editorial, 2008)

  168. Amigos ( as ) blogeraldianos..

    Peço vossa atenção.

    Sinto-me no dever de fazer um comentário importante.
    Sabem todos que eu uso diversos Nicks atpé mesmo em razão de que não me escondo nem faço uso indevido. Tudo é uma grande brincadeira.esta é a intenção.
    Mas brincadeira tem hora.
    Agora não estou brincando.
    Nem querendo alarmar ninguém.
    Eu tenho e mantenho contatos que me possibilitam aqui e ali saber de coisas que normalmente são de círculos restritos.
    Para os que têm duvidas do que eu falo de comunistas nos aprontando ou querendo aprontar eu tenho um pedido.
    Procuram ler as ultimas declarações do líder dos sem terras o stedile.
    O globo é acessível e tem matéria na net de hoje.
    Leiam com muita atenção.
    Reparem nas colocações deste bufão que já devia ter sido expulso ou preso há muito tempo. Notem com que freqüência ele se refere a lutas de classes.Leiam o que ele fala da FARC .Sintam contra o que se lutou no passado.O stedile de então era um deputado de nome francisco julião.E entendam de uma vez porque estão deixando e até desejando acabar com o senado.tudo calculado TIM TIM por tim
    O tempo passa.Woodstock fica distante E a Lusitânia nem roda mais.Mas lama sempre será lama e os porcos ai estão novamente.Só mudam os nomes ,mas as táticas são as mesmas.
    Leiam e tirem suas conclusões.
    Espero que ninguém amanhã ou depois necessite dizer.
    -Bem que o Pacheco vivia dizendo que isto poderia acontecer mesmo..
    Ainda é tempo.
    Acordem.
    Acordem o nosso Brasil
    Antes que aconteça um puta dum Woodstock sem guitarras sem flores e sem amor.

    A lama que estão cobrindo nossas instituições bnão é a lama que serve para movimentos pedindo a paz.
    E eles não amam os beatles nem tampoco os Rolling Stones.

    Eles ainda choram a queda do muro da vergonha.

    Understood?

    Good

    G O D,

    Amem.

    Pacheco.

  169. Amigos ( as ) blogeraldianos..

    Peço vossa atenção.

    Sinto-me no dever de fazer um comentário importante.
    Sabem todos que eu uso diversos Nicks atpé mesmo em razão de que não me escondo nem faço uso indevido. Tudo é uma grande brincadeira.esta é a intenção.
    Mas brincadeira tem hora.
    Agora não estou brincando.
    Nem querendo alarmar ninguém.
    Eu tenho e mantenho contatos que me possibilitam aqui e ali saber de coisas que normalmente são de círculos restritos.
    Para os que têm duvidas do que eu falo de comunistas nos aprontando ou querendo aprontar eu tenho um pedido.
    Procuram ler as ultimas declarações do líder dos sem terras o stedile.
    O globo é acessível e tem matéria na net de hoje.
    Leiam com muita atenção.
    Reparem nas colocações deste bufão que já devia ter sido expulso ou preso há muito tempo. Notem com que freqüência ele se refere a lutas de classes.Leiam o que ele fala da FARC .Sintam contra o que se lutou no passado.O stedile de então era um deputado de nome francisco julião.E entendam de uma vez porque estão deixando e até desejando acabar com o senado.tudo calculado TIM TIM por tim
    O tempo passa.Woodstock fica distante E a Lusitânia nem roda mais.Mas lama sempre será lama e os porcos ai estão novamente.Só mudam os nomes ,mas as táticas são as mesmas.
    Leiam e tirem suas conclusões.
    Espero que ninguém amanhã ou depois necessite dizer.
    -Bem que o Pacheco vivia dizendo que isto poderia acontecer mesmo..
    Ainda é tempo.
    Acordem.
    Acordem o nosso Brasil
    Antes que aconteça um puta dum Woodstock sem guitarras sem flores e sem amor.

    A lama que estão cobrindo nossas instituições bnão é a lama que serve para movimentos pedindo a paz.
    E eles não amam os beatles nem tampoco os Rolling Stones.

    Eles ainda choram a queda do muro da vergonha.

    Understood?

    Good

    G O D,

    Amem.

    Pacheco.

    😉

  170. Vampiro.

    Amigo.

    Recordo-me que no início e por metáfora havia um trem.
    O Gerald era o maquinista disposto a deixar a condução.
    Você me embarcou com um pontapé na bunda.
    Durante trajetos da viagem fui um dos que pedira ao maquinista para ficar e ser mais tolerante deixando seguir viagem os passageiros que o agrediam. Assim como deixar que embarquem todo pretendes a viajar conosco. Sem distinções de qualquer tipo de linguagem que usariam.
    E assim temos percorridos diversos post s de paradas mudando de assuntos à medida que vejamos nesta fantástica corrida pelo mundo netiano.
    Faço esta introdução par deixar claro que não tenho razões para pedir que o tal de Silvinho seja impedido de embarcar. Se ele se sujeitar como os demais a não ser ofensivo com uso de inverdades. podemos e devemos sim brincar uns com os outros.Até pode ser aceito uma ou outra discussão mais acalorada.mas mentiras e atribuições caluniosas não são desejáveis.
    Veja como o Ekran se saiu bem depois de uma provocação que fiz.
    Assim é que deve ser.
    Antes o Claudio havia mostrado isto. e terminamos jogando pôquer numa boa.
    E eu ainda me interessei particularmente pelo Claudio, pois senti e não errei que tínhamos algo em comum.
    Não somo obrigados a gostar de todos. Assim com não pretendo que todos gostem de mim. Se eu um dia ultrapassar os limites da tolerância de alguém ficarei agradecido se me alertarem
    Para isto estamos juntos no trem.
    E assim sendo teremos uma jornada tranqüila.
    É isto

    All on Board.

    Piuuuuuuuu

    Saindo.
    Próxima parada

    FUMACÊLAND. Parada de dez minutos.
    😀

  171. Ekran

    Oh, Allen Ginsberg…
    Once upon a time, angels fallen in America.

  172. Ekran

    Allen Ginsberg´s America, 1956…

  173. Ekran

    Trecho de “America”, de Allen Ginsberg, que pode ser ouvida na leitura do proprio Ginsberg, no post acima.

    Genial!
    Woodstocked!
    ——————————————

    “America I’ve given you all and now I’m nothing.
    America two dollars and twenty-seven cents January 17, 1956.
    I can’t stand my own mind.
    America when will we end the human war?
    Go fuck yourself with your atom bomb
    I don’t feel good don’t bother me.
    I won’t write my poem till I’m in my right mind.
    America when will you be angelic?
    When will you take off your clothes?
    When will you look at yourself through the grave?
    When will you be worthy of your million Trotskyites?
    America why are your libraries full of tears?
    America when will you send your eggs to India?
    I’m sick of your insane demands.
    When can I go into the supermarket and buy what I need with my good looks?
    America after all it is you and I who are perfect not the next world.
    Your machinery is too much for me.
    You made me want to be a saint.
    There must be some other way to settle this argument.
    Burroughs is in Tangiers I don’t think he’ll come back it’s sinister.
    Are you being sinister or is this some form of practical joke?
    I’m trying to come to the point.
    I refuse to give up my obsession.
    America stop pushing I know what I’m doing.
    America the plum blossoms are falling.
    I haven’t read the newspapers for months, everyday somebody goes on trial for
    murder.
    America I feel sentimental about the Wobblies.
    America I used to be a communist when I was a kid and I’m not sorry.
    I smoke marijuana every chance I get.
    I sit in my house for days on end and stare at the roses in the closet.
    When I go to Chinatown I get drunk and never get laid.
    My mind is made up there’s going to be trouble.
    You should have seen me reading Marx.
    My psychoanalyst thinks I’m perfectly right.
    I won’t say the Lord’s Prayer.
    I have mystical visions and cosmic vibrations.
    America I still haven’t told you what you did to Uncle Max after he came over
    from Russia. ”

    http://www.writing.upenn.edu/~afilreis/88/america.html

  174. O Vampiro de Curitiba

    Pachecão, eu havia liberado o tal do Silvinho porque achei que você estava achando graça daquelas brincadeiras. Confesso que eu quase morria de tanto rir.
    Vamos tocando a vida que o trem não pode parar.

    (eu não respondi antes porque estou numa correria louca aqui)

  175. Sandra

    Pacheco, acho que a lama de Woodstock fez mais que sujar a roupa do Gerald.

    Ele tem alma hippie.

  176. Ekran

    Kerouac, On the Road…

    No coração da “America” de Kerouac
    http://xroads.virginia.edu/~UG00/lambert/ontheroad/taking.html

  177. Sandra

    Sei que o heavy metal é meio pirotécnico, mas imaginei, e depois tive a confirmação, que grande parte dos componentes de bandas de heavy metal tinham formação clássica.

    E a gente vê umas criaturas posando de hippie, de punk, com visual produzido em shopping, achando-se os re-bel-des…

  178. Sandra

    Sue, Hair, com a música final debaixo de chuva,…
    QUE INVEJINHA!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  179. Sandra

    Aliás, está difícil achar o link do artigo com a foto do Gerald hippie.

  180. Ekran

    A America de William S. Burroughs no seu memoravel “A Thanksgiving Prayer”…

    Pure woodstocked moment!

    “To John Dillinger and hope he is still alive.
    Thanksgiving Day November 28 1986”

    Thanks for the wild turkey and
    the passenger pigeons, destined
    to be shat out through wholesome
    American guts.

    Thanks for a continent to despoil
    and poison.

    Thanks for Indians to provide a
    modicum of challenge and
    danger.

    Thanks for vast herds of bison to
    kill and skin leaving the
    carcasses to rot.

    Thanks for bounties on wolves
    and coyotes.

    Thanks for the American dream,
    To vulgarize and to falsify until
    the bare lies shine through.

    Thanks for the KKK.

    For nigger-killin’ lawmen,
    feelin’ their notches.

    For decent church-goin’ women,
    with their mean, pinched, bitter,
    evil faces.

    Thanks for “Kill a Queer for
    Christ” stickers.

    Thanks for laboratory AIDS.

    Thanks for Prohibition and the
    war against drugs.

    Thanks for a country where
    nobody’s allowed to mind the
    own business.

    Thanks for a nation of finks.

    Yes, thanks for all the
    memories– all right let’s see
    your arms!

    You always were a headache and
    you always were a bore.

    Thanks for the last and greatest
    betrayal of the last and greatest
    of human dreams.”

    http://academic.brooklyn.cuny.edu/modlang/carasi/thanksgivingprayer.htm

  181. Sandra

    Nem na home???? Cadê aquela foto linda????

    Se bem que a home é uma viagem!!!!

    Mais tarde procuro mais!!! Saindo!!!!

  182. Azul

    Amor…fica nao !! Mas foi magico…
    Estava com minha mae e uma amiga (que trabalhava com um dos atores * Will Swenson*)…
    E a cena de todos *nus* no palco…loucura loucura total…
    Hipinotizou a plateia !!!!

    Depois de tudo isso ainda teve festa no * Castelinho* do Central Park , …, muito legal !! Ate Wood Allen estava la de bengala e com esposa / filha dele !!!

    Bom….

    Boas Lembrancas…..

    Beijos

  183. Azul

    CLAUDIO….G – Diet…..esta DEMAIS !!!
    Caracoles…BOMBOU !!!

    Parabens….

    Beijos menino do BEM !!!

  184. Azul

    Vamp…

    *SO POR HOJE NAO…* estou de *olho* em voce!!!

    ************************

    O *Amor de cima ai , foi para Sandrinha …

    Beijos Galerinha…

    Otimo sabado de Verao…. (pelo menos por aqui…risos)

    Fui…..

  185. Sandra.
    Que tipo de alma hippie tem o Gerald?

    Existem diversos tipos e personalidades de hippies.

    Até hippie fajuto tem.
    Tinha, tem e provavelmente terá ainda por anos.
    Pessoas que se acostumam a viverem quais ciganos de terceira categoria.
    Sujos e maus cheirosos. Andam pelo mundo ao Deus dará.
    Vendem bugigangas que geralmente fabricam. Alguns até entendem do que fazem.
    Comem quando aparece e defecam onde lhes apetece fazer. Já vi muitos destes pelo mundo. Não só aqui, mas abroad também.
    Se forem felizes não sei.
    Talvez que saiam de uma condição e penetrem em outra.
    Também tem falso hippie e ladrão disfarçado de.
    Recentemente em Belmonte dois foram surpreendidos assaltando uma casa e quase iam desta para melhor. Omitirei a nacionalidade para não ferir suscetibilidades. Eram da America do Sul.
    Já conversei com muitos deles. Não raro no inicio pedem cigarros. Tentam te vender algo e não conseguindo pedem ajuda na base da apelação para nosso lado caridoso.
    Em contrapartida já conheci hippies autênticos. A mais realista de todas foi uma marinheira que prestes a ser promovida a cabo por namoro e paixão se mandou com o escolhido.
    Pouco depois em quase um ano eu os reencontrei no Ceará. Eram felizes e pensavam em fixar residência em Paribe e abrir loja de artesanato.
    Existem também e sabemos disto pessoas de cultura e diplomados e que resolvem levar uma vida descompromissada e livre. Saem pelo mundo e vivem o que conseguem viver.
    É o livre arbítrio se manifestando. Cada um é dono de si.
    Quanto ao Gerald talvez ele seja um hippie mais de sentimento no que toca a liberdade, mas quanto a viver fora de certos padrões eu não sei.
    Repito que se quando jovem eu não tivesse amarras com a marinha talvez eu tivesse sido um hippie também. uma escapadas quando menino eu andei cometendo.E vivi e sofri alguns dias com mim mesmo.mas sempre voltei.Talvez porque no fundo no fundo sempre precisei de me sentir seguro ou amparado por outra metade.
    Hippie mesmo para mim é o cara que querendo chupar mel morde logo a bunda da abelha disponível. não sei se o
    Gerald é bom de mordida.
    Pois o departamento de mordida é negocio de Vampiro.

    XXX

    Lembranças e abraços para o chefe zap e para a Sandrinha também.

    Obrigado.

    Pacheco.

  186. Vampiro.

    Eu estava pronto inclusive para criar com nicktraveca a a Dona Jubemangote.
    Ia de leve aconselhar o Silvinho aos poucos e poderia ser ótimo o entretenimento.
    Tudo bolado e pronto.
    Mas o cara botou tudo n´agua.
    E realmente foi lido e causou indignações
    Kraio.mentir tem limites. Ficção não pode ultrapassar o mínimo aceitável civilizadamente.
    Confira o que ele afirmou. Ele não foi sutil. Poderia ter insinuado. Ele afirmou repito.
    Se eu tivesse sexualmente que pegar de bico certamente não seria em mangote.
    SEM DUVIDA ALGUMA.
    Portanto o tal de Silvinnho EXTRAPOLOU.
    Mesmo assim caso ele tenha a hombridade de sem se humilhar, mas apenas reconhecer que foi grosso terá um amigo disposto a começar do zero.
    Ele não é perfeito.
    Eu não sou.
    Ninguém é.
    Nem mesmo o Targino que pensa que é ( Rsrsrsr ).
    Ou o lula que afirma que é mesmo.
    Ademais errar é humano.
    Pedir desculpas é divino.
    Insistir no erro é BURRICE.

    SEJA BEM VINDO SILVINO.
    De certo modo sem duvida de minha parte somos IRMÃOS>

    OU não hein…?

    Obrigado.

    Pacheco.
    😀

  187. Para um amigo especial falo aos ouvidos:

    Embora sofrendo e remoido procura.

    Aceitar nas maiores como nas menores decepções da vida humana, por mais estranhas os desconcertantes que sejam, a manifestação dos Desígnios Superiores atuando em favor do aprimoramento espiritual.

    Deus não erra.

    E a vida continua.

    E o show não pode parar.

    Lieb

    Jose Pacheco Filho.

  188. Sem condições de continuar por hoje encerro agradecendo a todos.

    Boa noite

    Fiquem com Deus.

    Obrigado.

    Pacheco.

  189. Sandra.

    Acabo de ter uma certeza.

    A alma hippie do Gerald é maior do que a lama de Woodstock.

    Obrigado.

    Pacheco.

  190. mnc

    Olá, paz e amor todo mundo.

    Woodstock uma mega celebração como bem colocou o Gerald, escancarou p o mundo um desafio ao stablishment ….
    Ali estavam meio milhão de insurgentes, faça amor não faça a guerra, repercute até hoje…
    Vamo combinar que o mundo era muito careta pré-Woodstock…e tava precisando de um psicodrama psicodélico coletivo.

    Um recado claro aos donos dos rumos do mundo…Aí , tem uma parte da população mundial , que não vai ser massa de manobra…que não está nem aí p sua guerra suja, que se recusa a ser manada.

    Seviu também para desenvolver uma nova postura contra o consumismo exarcebado, a ambição desenfreada, volta às raízes da mãe terra, as relações pátrio-poder enfim um big-bang que tirou a parelha de cordeirinhos e jogou por terra vários tabús.
    Coragem para transgredir a caótica ordem mundial vigente.

    Cheguei atrasada a Woodstock….pena , era pirralha, conturbados tempos, minha tia em 68 estudava na Sorbone e testemunhou a primavera de Paris… chegando em 1970, com uma boneca réplica da Brigithe Bardôt que detestei, me achava adulta demais aos 10 anos p brincar de bonecas….o que me interessava mesmo era estar ouvindo as news do new world, “Seja realista, peça o impossível”….aquelas histórias da rebeldia jovem me fascinavam e me influenciram vida afora.
    Abçs.

  191. mnc

    Pacheco,
    Esses aí são os micróbios…
    Tranqueira mesmo.
    Denigrem a imagem dos verdadeiros hippies.
    São Francisco de Assis foi o primeiro Hippie da História….os verdadeiros Hippies são como ele.
    Hoje é dia de Nossa Senhora d”Ajuda, que ela nos abençoe.

  192. Cintia

    “São Francisco de Assis foi o primeiro Hippie da História”

    mnc,

    Podes crer! 😀
    A Sandra falou em ‘alma de hippie’, é isso aí. Pra ser hippie de verdade tem que ter ‘alma de’; desprendimento, um grande e genuíno senso do significado de liberdade principalmente.
    Há pessoas que se vestem, moram, etc etc, tudo ‘nos conformes’ da maioria, mas têm dentro de si uma alma hippie de verdade. Conheço pelo menos 2 assim.

  193. Cintia

    Gentemm, Woodstock não morreu!
    Vendo os vídeos lá no G-Diet, só pude chegar a uma conclusão, rs: a alma de Woodstock continua ‘alive and kicking’ e bota kicking nisso, rs, todo ano, no Carnaval de Salvador!!
    É ‘tarr e quarr’! 😀
    Mundaréu de gente, fuzuê, drogas, muita música, energia sexual à flor da pele, sol e chuva, espontaneidade, improviso, ‘descompromisso’ total, …………………… , tudinho, bom, só não tem protesto… mas pra quê que baiano vai perder tempo protestando né?! 😀
    Cês pensam que eu tô brincando?
    É igualzinho!!
    😀

  194. T,MT

    Gerald,

    ”Estávamos mudando o rumo do mundo.

    Mudamos?

    Nada.” (Gerald)

    Eu entendo ser um exagero essa sua conclusão, Gerald.

    Woodstock tem um significado: a contestação de muitos valores que vigoravam. Muitos desses valores perderam força, sim. Exemplificando: para muito mais gente, hodiernamente, é inaceitável a submissão da mulher diante do homem. Elas têm direitos iguais garantidos( pelo menos no Ocidente)!

    A meu ver, Woodstock é a expressão do desejo de mudança de muitos. Inegavelmente, de lá para cá, houve mudanças nos costumes. Talvez não uma revolução cultural, mas muitos valores foram suprimidos em prol de outros.

    Para o bem ou para o mal? Não sei…

    T,MT

  195. Ekran

    Comentario publicado na New Yorker, em 30 de Agosto de 1969, sobre Woodstock:

    In its August 30, 1969, Comment on the event, The New Yorker quoted an unnamed college student, who rebuked the Times for assuming the worst of the attendees:

    “There were no fights, no hassles, no pushing, no stealing. Everybody shared everything he had, and I’ve never seen such consideration for others. People volunteered for all kinds of jobs—picking up trash, carrying stuff, doing whatever was needed….The Times wants to know what kind of culture produces this. In a broad sense, Christian culture produced it.”

  196. Sandra

    Boa noite!

    FELIZ ANIVERSÁRIO, WOODSTOCK!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Era de Aquário num sol de Leão.

  197. Sandra

    Pacheco, entendo alma de hippie uma cheia de:
    -paz;
    -amor;
    -liberdade;
    -sabedoria;
    -coragem.

    MNC, acho que Jesus Cristo foi o primeiro hippie da história.

  198. Sandra

    Pacheco, sobre a lama de Woodstock, hoje passamos perto da escola da minha filha, e ela disse que tinha saudades do playground.

    Eu disse a ela: Por que você não brinca no playground do prédio? Os brinquedos são os mesmos.

    Ela respondeu: Eu tenho saudades da areia.

  199. Ekran

    1969 mudou os EUA?

    •For the first time, gays fought back against the New York City police as they raided a gay bar called the Stonewall Inn in Greenwich Village on June 28.

    •Camelot lost its luster when Ted Kennedy drove off a bridge at Chappaquiddick on July 18. His young female passenger drowned.

    •Neil Armstrong walked on the moon July 20, the first man to do so.

    •Charles Manson’s followers killed actress Sharon Tate and four others in Los Angeles on Aug. 8.

    •Woodstock, the now-mythical music festival in upstate New York, began Aug. 15.

    •Lt. William Calley was charged on Sept. 5 for his role in the 1968 My Lai Massacre, in which American soldiers slaughtered more than 500 Vietnamese civilians.

    •In an effort to bolster his standing amid protests against the Vietnam War, President Nixon delivered his “silent majority” speech on Nov. 3.

    Nixon and the covert war in Cambodia in winter. The rise of the sexual revolution in spring. The innocence of Woodstock in the summer. The tragic Altamont concert in California (one homicide and three accidental deaths) on Dec. 6, where the Rolling Stones played before an unruly crowd as the Hells Angels acted as police.

    “People still point to Woodstock as the apex of ’60s counterculture but call Altamont, which happened just four months later, the ‘death’ of ’60s counterculture. It’s a fascinating concept: the heights and depths of a generational movement, all in one four-month period.”

    “the reason we remember 1969 is because of the twin poles of Woodstock and Altamont. The community of peace and love and the nightmare of chaos and disorder.”

    Jeremy Wallach, a cultural anthropologist with the department of pop culture at Bowling Green State University in Ohio, calls 1969 “the apotheosis and decline of the counterculture.” He, too, says the music of the day tells the story.

    “After (1969) you see the rise of disco, punk, alternative, indie rock, heavy metal,” says Wallach, 38. “What’s interesting is this was the beginning of all these styles. You see what was to come. Pop music got a lot darker.”

    “1968 didn’t drop from the sky, unattended by the years that preceded it. Neither did 1969. They were both extraordinary. Both were supercharged with tragedy and contention and desperate hope. The struggle to position one year on the shoulders of another one smacks of a desperate publicity strategy.”

    “The modern American society that we know today was just beginning. What followed in the ’70s proves his point: The end of the war in Vietnam. Nixon’s resignation. Roe vs. Wade. The “Me” decade. Even short hair.

    “I don’t think it’s even debatable. There’s an America before ’69, and an America after ’69.”

    in : “1969: The Year Everything Changed” (Skyhorse Publishing), Rob Kirkpatrick.

    http://www.usatoday.com/life/books/news/2009-01-25-1969-book_N.htm

  200. Ekran

    Filmes de 1969:

    Midnight Cowboy,
    Butch Cassidy and the Sundance Kid,
    The Wild Bunch,
    Easy Rider,
    Anne of the Thousand Days

  201. Sandra

    Lembro-me do filme Sem Destino, numa hora em que os agricultores fazem uma oração, pedindo uma boa colheita. Dizem algo como:

    “Senhor, plantamos coisas simples, para nossos gostos simples…”

    Chorei!!!!!!

  202. Sandra

    Saindo agora!

    Paz e amor!

  203. Roberto Carlos

    hippe q é hippe não bebe mé masca abêia… primeiro hippe brasileiro foi o baiano Gregório de Matos e a primeira foi Dona Olimpia q viveu em Ouro preto Minas…

  204. Ekran

    Jim Morrison (The Doors) gets arrested in Miami 1969

    (ou o começo do mundo politicamente correto onde somos felizes para sempre)

  205. mnc

    Tem razão Sandra, bem lembrado, Jesus, o maior ds avatares, ungido do Espírito Santo, veio em missão, resgatar nossa humanidade da ignorância, tinha a alma hippie mesmo, foi o primeiro

    Francisco de Assis, por renunciar a riqueza, ficar nu na praça e entregar até suas vestes ao seu pai e cair no mundo pregando a mensagem de Cristo, chamando tudo e a todos de irmãos, amando a natureza com todo reverência ao sagrado da vida…configura muito bem uma atitude hippie.
    Abraço.

  206. Ekran

    The Jackson 5
    (I Want You Back – The Ed Sullivan Show 1969)

  207. Roberto Carlos

    ninguem muda nada a realidade tem sua propria dinaminca e todo mito será sempre necessario para manter a ilusão (mola propulsora )e a utopia é a unica possibilidade q o “sero humano” tem de viver acima dele mesmo e é claro se fumarmos unzinho tudo pode ficar mais possivel colorido e relativo vc transcende e se liga numa conscienciencia cosmica trranscedente q desenbocará no nada daí a necessidade de acender outro e voltar naquela velha historia do eterno retorno de nichê….o me desculpem só queria dizer q” tudo vale a pena quando a alma não é pequena ou q distraidos venceremos”

  208. claro que todos os anos dos anos 60 , década fértil , tem seus hits . mas a coletânea publicada no G-diet impressiona pela diversidade de novas ideias e sonhos , um absurdo de energia criativa que pode , sim , ter possibilitado a ida do homem naquele momento , à lua .

  209. mnc

    Cíntia podes crer amizade…rsrrs.

    Na ilha de Camamú, perto de Itacaré, todo ano tem o Universo Paralelo, 10 dias de rave, acampados mais de 5 mil pessoas, o pessoal do Arraial freta ônibus p ir, só que é na virada do ano e sempre fico de chegar lá depois e aí penso que rave vai indo cansa meus ouvidos, até adoro dançar mais minha dose é uma noite até o o nascer do sol…se ao menos fosse rock …
    O massa é ouvir Histórias da viagens…e ver o estado que o pessoal chega de lá…vc identifica no ato… esse aí tá chegando do universo paralelo…
    Teve um maluco mesmo, jura de pé junto, que tinha um ET dançando no meio do povo, com um baseado diferente com led, que não acabava nunca…ele tentou uma aproximação em vão, queria dar uns tapas…o Et sumia toda vez que ele chegava perto…assim ele passou os 10 dias, atras do Et que tinha um baseado de led que não acabava nuca…mostrava p os amigos o ET e ninguém mais via, porque só ele tinha “mediunidade” suficiente p ver um ET….e por ai vai.

    Aliás colega, numa dessas reportagens dos 40 anos , um vôvozinho Hippie de Woodstock que lá mora até hoje, disse com muita propriedade:
    Não me lembro do que exatamente rolou.
    Alias quem se lembra do que aconteceu naqueles 3 dias, não esteve em Woodstock.
    A tal da aminésia lissérgica.
    Abraços e bom domingo.

  210. mnc

    I can try with a litle help from my friends.
    Joe Cooker.

  211. Ekran

    CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL – Proud Mary
    At JOHNNY CASH TV SHOW, 1969

  212. Ekran

    JANIS JOPLIN – Little Girl Blue
    From TV SHOW This is Tom Jones 1969

  213. REPETECO:

    O ALUNO JUDEU

    O pai judeu, Goshi, com a melhor das intenções, enviou seu filho Samuel para o colégio mais caro da comunidade Judaica. Apesar das boas intenções, Samuel não ligava para as aulas.

    O negócio dele era brincar e conversar.

    Notas do primeiro mês :

    Matemática 2

    Geografia 3

    História 3

    Literatura 2

    Comportamento 0

    Estas espantosas classificações repetiam-se mês a mês, até que o pai se cansou:

    – Samuel ouve bem o que te vou dizer, se no próximo mês as tuas notas e o teu comportamento não melhorarem, vou te mandar estudar num colégio católico muito rigoroso para ver se Vc aprende executar as suas responsabilidades.

    No mês seguinte as notas do Samuel foram uma tragédia e o pai não pestanejou e cumpriu com a sua palavra.

    Chamou o filho e determinou:

    – Samuel, seu filho desalmado, Vc vai para o colégio católico mais RIGOROSO que eu conseguir e vamos ver se Vc melhora ou não… vamos ver!

    Através de um rabino próximo da sua familia, entrou em contato com um bispo que lhe recomendou um bom Colégio Franciscano para o qual Samuel foi enviado.

    Notas do primeiro mês :

    Matemática 8

    Geografia 7

    História 7

    Literatura 8

    Comportamento 8

    Notas do segundo mês :

    Matemática 10

    Geografia 8

    História 9

    Literatura 10

    Comportamento 10

    O pai contente mas muito surpreso perguntou a Samuel:

    – Samuel, O que aconteceu para você ir tão bem na escola? Como é que se deu este milagre?

    – Não sei, papai. Não sei, mesmo…. mas assim que cheguei no colégio, apresentaram-me todos os colegas e todos os professores e mais tarde fomos obrigados a ir a uma igreja, lá dentro do colégio. Quando entrei, vi um homem crucificado, com pregos nas mãos e nos pés, com cara de ter sofrido muito e todo ensanguentado. Fiquei impressionado, muito Impressionado….

    Aí perguntei:

    – Quem é ele?

    E respondeu-me um aluno do curso superior:

    – Ele era um judeu como você.

    Então, disse para mim mesmo:

    – Puta Que Pariu!!!!

    Aqui não tem jeito, vou ter que estudar que os padres não estão pra brincadeiras.Vou ter que estudar pra caralho.

    😀

    brincadeira, não !!!

  214. mnc

    http://www.planetarave.com.br/universo-paralello-bahia/
    Tem um you tube aí no link acima do Universo-Paralelo.

  215. Ekran

    Bob Dylan and Johnny Cash duet
    Johnny’s first show in July 1969

  216. Repeteco tambem:

    FALÊNCIA DA JOHNSON & JOHNSON

    A CRISE =CONÔMICA MUNDIAL FAZ MAIS UMA VÍTIMA…
    FALÊNCIA DA =OHNSON & JOHNSON

    Fiquem atentos…
    Outra grande empresa indo pro buraco……
    Johnson & Johnson pode vir = pedir falência!
    A multinacional Johnson & =ohnson abriu concordata quarta-feira
    passada alegando problemas com seus produtos no mercado.
    A empresa está a beira =a falência! Os problemas alegados =oram:

    – O produto OB está no buraco;
    – As Fraldas estão sempre na merda;
    – O Sempre Livre não sai do vermelho;
    E o pior de tudo…
    – Colocaram a Jontex no pau.

    ASSIM NÃO HÁ EMPRESA QUE AGÜENTE!!!

    😀

  217. REENCARNAÇÃO

    Jenecrelza era uma daquelas moças feias. Feia com força ! Tão
    desengonçada que nunca tinha conseguido arranjar um namorado.
    Foi pedir auxílio a uma vidente :
    – Minha filha ! – disse a vidente. Nesta vida você não vai ser muito
    feliz no amor …. Mas na próxima encarnação, você será uma mulher
    muito cobiçada e todos os homens se arrastarão aos seus pés.
    Jenecrelza saiu de lá muito feliz e, ao passar por um viaduto, pensou
    : ” Quanto mais cedo eu morrer, mais cedo começará a minha outra vida
    “, e assim decidiu atirar-se lá de cima do viaduto na mesma hora.
    Mas, por uma dessas incríveis coincidências, Jenecrelza não morreu.
    Jenecrelza caiu de costas em cima de um caminhão carregado de bananas,
    perdendo, então, os sentidos.
    Assim que se recuperou, ainda atordoada e sem enxergar direito, sem
    saber onde estava, começou apalpar à sua volta e, sentindo as bananas,
    murmurou, com um sorriso nos lábios :

    – Senhores, por favor !!! Um de cada vez …..0

    😉

  218. Ekran

    ELVIS 1969 – INTERNATIONAL HOTEL, LAS VEGAS
    Elvis talks to the audience on opening night

  219. Ekran

    The Beatles – Don’t Let Me Down (1969)
    Apple Rooftop Concert The version recorded on 30 January 1969

  220. Ekran

    Ella Fitzgerald : One note Samba
    June 22, 1969 jazz vocalist Ella Fitzgerald
    with accompaniment by Ed Thigpen on drums, Frank de la Rosa on bass, and Tommy Flanagan on piano

    (meu Deus, que ano foi esse de 1969…)

  221. Ekran

    Richard Nixon speech on TV, November 3, 1969
    To the Great Silent Majority

  222. Ekran

    Rolling Stones play Honky Tonk Woman (“Country Honk”)
    in London Hyde Park , 1969

  223. Ekran

    Mrs Robinson – Simon And Garfunkel (1969)
    version of “Songs of America – Simon & Garfunkel TV Special” aired on 1969 nov 30

  224. Ekran

    Led Zeppelin – Dazed and Confused (London 1969)
    (Staines Studio, London) March 25, 1969

    (que ano foi 1969 para a musica…ainda ecoamos aquela nova sonoridade que explodiu no rock, no jazz, no pop, na cena artistica…)

    God bless you, Gerald, por esse post de Woodstock!

    We still woodstocked by 1969…

  225. Ekran

    James Brown – Mother Popcorn (1969)

  226. Ekran

    Yukio Mishima – 1969 Interview
    In English to Canadian television

    (e o Japão nunca mais foi o mesmo com o “abalo sismico” causado por ele)

  227. gthomas

    Mileny Mileny meu amor

    como ne? Como eh que eu vou te explicar esse enorme vazio? Como? Como justificar essa repentina / brusca retirada dela da tua e da nossa vida?

    Nada parece real meu amor.

    Eh tudo um absurdo.

    Enquanto vc tambem nao consegue entender que eu nao teria chegado em tempo, pois no Brasil enterram-se logo no dia seguinte.

    Meu amor: tente ler alguns comentarios aqui e veja que nao estamos sozinhos.

    E assim que nos nos vermos, cairemos aos prantos juntos num abraco eterno.

    Te amo te amo muito

  228. evandro

    Querido gerald,

    Sabe, vc sofre tanto e me dá tanta pena e inveja por saber que vc participou disso tudo… Mas acho que vc tem uma certa culpa por tudo e por tanto que vc representa. Talvez po isso a razão do seu sofrimento… e da minha pena…
    Mas voltando ao texto, “encaretou” é um termo novo para a minha enciclopédia… não seria mais audível “careteou”?

  229. targinosilva-DELENDA EST SENADO

    O que ha de tão interessante num hippie?
    São poucas as musicas de rock que são boas.
    Geramente, as antigas.
    O resto é um bando malucos berrando, pulando.
    Bota uma fantasia, sobe em um palco, arrepia os
    cabelos e acha que esta contando.

    Caruso.

    Qui dove il mare luccica,
    e tira forte il vento
    sulla vecchia terrazza
    davanti al golfo di Surriento
    uno uomo abbracia una ragazza
    dopo che aveva pianto
    poi si schiarisce la voce,
    e ricomincia il canto

    Te voglio bene assai
    Ma tanto tanto bene sai
    É una catena ormai
    Che scioglie il sangue tinto vene sai…
    ….

  230. Ekran

    Joan Baez- We Shall Overcome
    (Woodstock 1969)

  231. Ekran

    Stevie Wonder – “I Don’t Know Why”
    1969

    (esse ano é a trilha sonora do resto dos 40 anos, que ainda estão rolando…)

  232. Ekran

    Nina Simone – Turn! Turn! Turn!
    Appears on “To Love Somebody” (1969)

  233. Ekran

    Pink Floyd (Live 1969) – Sleep “Instrumental”
    from “The Man and the Journey” performance

    (a ser decifrada ainda…)

  234. Ekran

    Sarah Vaughan & Trio – And I Love Her
    November,9th 1969

  235. Ekran

    Bhakti – Shiva
    un ballet de Maurice Béjart créé en 1969
    La danseuse Maïna Gielgud interprete de la divinité Shakti et le danseur Germinal Casado interprète la divinité Shiva

  236. Reinaldo Pedroso

    16/08/2009 – 01:32 Enviado por: gthomas

    Gerald
    Pelo que entendi, o assunto é pessoal, familiar, mas o comentário está aqui no blog. O que aconteceu?
    Reinaldo

  237. Ekran

    John Lennon & Yoko Ono stage a ‘bed-in’ (1969)
    Yoko Ono and John Lennon staged their non-violent protest against wars by having a week-long ‘bed-in’ at the Amsterdam Hilton Hotel.

  238. Ekran

    Velvet Underground – New Age [69 live version]
    From The Album ”1969 – Velvet Underground Live With Lou Reed,Vol. 1” (released 1974)

    (wonderful video!!!!!!!!!!!!!)

    Waiting for the phone to ring
    Diamond necklace on my shoulder
    Waiting for the phone to ring
    Lipstick on my naked shoulder
    It seems to be my fancy to make it with
    Franky and sue ann

    Over the bridge we go
    Looking for love
    Over the bridge we go
    Looking for love
    I’ll come running to you, hey baby if you want me
    I’ll come running to you, baby if you want me

    Looking at my hands today
    Look to me that they’re made of ivory
    I had a funny call today
    Someone died and someone married
    You know that it’s my fancy to make it with
    Franky and sue ann

    Over the bridge they go
    Looking for love
    Over the bridge we go
    Looking for love
    I’ll come running to you, hey baby if you want me
    I’ll come running to you, baby if you want me

    Something’s got a hold on me
    And I don’t know what

    Something’s got a hold on me
    And I don’t know what

    It’s the beginning of a new age
    It’s the beginning of a new age

    It’s new age

  239. Reinaldo Pedroso

    15/08/2009 – 13:33 Enviado por: claudio diet

    “(…) eu desenvolvi e produzi algumas dezenas de um novo instrumento cirúrgico : uma espécie de camisinha inflável para microcâmeras de ultrasom intra-traqueal , que vão auxiliar os anestesistas a encontrar mais rapidamente e sem erro , a veia ou artéria que precisem perfurar no pescoço .

    se até hj o maximo que eu conseguia com minhas ideias era divertir o pessoal , a partir de agora ajudo a salvar suas vidas . legal né ? (…)”

    claudio
    Não é possível entender por essa descrição simples, como a tua criação vai auxiliar na precisão daquele procedimento médico. Mesmo assim, parabéns pela contribuição objetiva, positivamente consequente para o ser humano. É legal, sim.
    Reinaldo

  240. Ekran

    enquanto isso, no Brasil…
    1969 – Eliminatórias – Maracanã – Brasil 1 x 0 Paraguai

    (31 de agosto de 1969, foram 183.341 pessoas ao estádio)

  241. Reinaldo Pedroso

    13/08/2009 – 12:28 Enviado por: Pastor Alfred E. Newman

    “Contra – (…) e enche o saco se lemos tudo o que o Reinaldo Pedroso escreve rss.”

    Alfred
    Fui informado e catei isso aí no post anterior. Faz o seguinte, não lê tudo o que escrevo.
    Reinaldo

  242. Ekran

    Paulinho da Viola – Sinal Fechado (1969)
    V Festival da MPB

  243. Ekran

    Cena do primeiro duelo de “O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro” (1969)
    Antônio das Mortes, Cena do duelo

    (porque nem tudo se resumia a futebol e festivais da Record )

    God bless you, Glauber!

  244. RIAM ou CHOREM mas a mentira tem pernas curtas:

    Não era verdadeira a camisa que Lula deu a Obama

    Não era verdadeira a camisa que Lula deu a Obama

    Por Toinho

    Agora é grave, Lula foi longe demais, depois dos diplomas falsos de Dilma e Celso Amorim, surge a camisa falsa entregue ao presidente americano, esse governo não leva a sério nem a Seleção Brasileira !?

    Foto: Ricardo Stuckert / PR

    Fontes: Blog do Noblat, Blog do Marcelo Rubem Paiva

    O Blog do Marcelo Rubem Paiva, foi o primeiro a perceber que a camisa da Seleção Brasileira, que Lula entregou a Obama, como sendo do time que vencerá de virada os Estados Unidos na final da Copa das Confederações não era verdadeira.

    “O autógrafo que se vê em primeiro plano é de Wagner Love, que não estava na disputa e, por sinal, não é convocado há tempos” observou Rubem Paiva.

    “Examinando com mais cuidado, veem-se autógrafos de Cicinho, Fred, Daniel Carvalho, Edmilson, que não frequentam mais a lista de convocados. Está até o Dudu Cearense, lembra dele?”

    “Pô, compañero “the-guy”. Deu uma camisa velha pro brô?”

    “Se era para dar uma camisa antiga, que desse uma com autógrados de Pelé, Garrincha e Didi, ou de outro time imbatível, Pelé, Tostão, Rivelino, Jairzinho, Gerson, ou uma com Zico, Sócrates, Falcão, Júnior e Cerezo.”

    Até uma com Bebeto, Romário, Dunga e Branco, que ganharam a Copa lá, na terra de Obama, teria mais valor” Encerra o blogueiro escritor.

    Ricardo Noblat comentou: Depois que flagraram o currículo falso da Dilma, e também o do ministro Celso Amorim, não é surpreendente que Lula cometa a mesma travessura – um pouco pior, já que envolve a Seleção Brasileira e o presidente mais importante do mundo …

    Tinha razão a minha nona:

    -Zezino a Verdade sempre aparece.`BATATA capice?
    -Sim senhora vovó.
    -Vá Bene Va via He !

    Grande nona.
    Pequena mulher
    Enorme persona.

    😉

  245. O líder do PMDB e aliado de Sarney, Renan Calheiros (PMDB-AL), não quis comentar a decisão judicial que botou o Estado sob censura. O senador apenas reafirmou que o presidente do Senado não cogita renunciar ao cargo nos próximos dias. “O presidente Sarney está firme. Não interessa ao governo, nem ao partido, a sua saída. Isso só interessa à oposição”, disse.

    Não é uma piada.
    Alias várias em uma.Senão vejamos:

    1-este renan gado que moral tem para defender outro ladrão?
    2-como é que esta hiena continua senador?
    3-Não interssa ao governo nem ao partido disse ele.E o interesse do povo onde está?

    É mais que piada.O próprio já é uma e das grandes.

    I N F E L I Z M E N T E …………. 😀

  246. Heitor

    Vivemos numa MATRIX, todas as vezes que procuro a justiça tenho sensações de Dejavue. Eu descobri uma falha na MATRIX. Cuidado, não procure a lei se você não for forte. Me perseguem por toda a internet procurando uma falha para me pegar. Se você assistir o Globo News ao vivo sobre barulho, verá a falha. Eu descobri, agora a todos os momentos eles tentam me pegar, mas uso a lei da MATRIX contra eles. Alguns tentam me ajudar, mas eles também estão presos a rede. Não se exponham, corram o mais rápido que puderem. Falei com o arquiteto em pessoa.

  247. Gerald Thomas.

    Quando minha avó nos deixou.

    Todos têm ou tivemos avó
    A que tive foi de coração. E como!
    Eu era criança e pouco entendia da vida e da morte. Ainda hoje tenho pequenas duvidas.
    Na ocasião em que fui coroinha de igreja católica aprendi ensinamentos que me confortaram e ainda confortam. Afirmativas que uns aprendem e acreditam nelas.Ha quem duvide pois religiosamente falando vários são os caminhos que levam ao SENHOR.

    O que muito me confortou e ainda conforta foi o credo que reproduzo abaixo.
    Com ele e rezando junto acredito ou me convenço que aquela que hoje é saudades subiu e está ao lado DELE.
    Comento a respeito porque este foi meu primeiro pensamento ao saber da passagem da avó da MILENY.

    Carta aberta para MILENY.

    MILENY QUERIDA.
    Caso leias estas linhas saiba que nós que freqüentamos o blog do teu pai te conhecemos virtualmente. Teu pai sempre te elogia. E sabemos que és uma doce menina e muito amada. Agora estamos sabendo da passagem da tua avozinha. E manifestamos nossos pêsames.
    Não sei a tua preferência religiosa. Seja qual for todas são valorosas.
    Pode ser que lendo você deduza onde esta agora a tua avó.
    E eu penso que ela foi para onde a minha já esta há muito tempo.
    La aonde um dia nós iremos também.
    E nos reuniremos para compensar o tempo no qual ficamos separados.
    Deixo contigo a leitura e envio um beijo com todo carinho.

    CREIO NA ASSUNÇÃO DE MARIA.

    Creio na Assunção de Maria ao céu, em corpo e alma, mesmo nas vésperas do ano 2000, na era da cibernética triunfante e no tempo em que tudo me fala de progresso científico, de divinização da matéria e de escalada às estrelas.

    Creio na Assunção de Maria porque creio na Palavra de Cristo, a nos prometer um corpo glorificado, semelhante ao que ele mesmo ganhou, depois da morte.

    Creio na Assunção de Maria porque creio também na palavra da Igreja, depositária da fé proclamada pelos Apóstolos, mensageira daquela esperança que lançou raízes no túmulo de Cristo e, graças à ressurreição do mesmo, se transformou em certeza para nós.

    Creio na Assunção de Maria porque creio na beleza e no valor do corpo humano, criado à imagem e semelhança de Deus, bem sabendo que a imagem de Deus não pode ser engolida pela escuridão de um sepulcro, nem apagada para sempre das páginas da criação.

    Creio na Assunção de Maria porque creio no destino final do ser humano, santificado pela graça do pai consagrado pela aliança com ele e purificado pelo sangue de Cristo. Destino final que não pode ser um cemitério ou um forno crematório – mas o de contemplar o rosto de Deus e o de estar com Cristo, onde Cristo estiver.

    Creio na Assunção de Maria porque creio na exaltação dos pequeninos humilhados, dos pobres esquecidos, dos injustiçados sem voz, dos sofredores sem vez, dos abandonados sem proteção, dos misericordiosos descartados, dos mansos violentados…

    Creio na Assunção de Maria porque creio na justiça de Deus, que jamais deixa sem resposta e sem prêmio nossa fé e nossa esperança, nosso serviço e nosso sofrimento, nossa dedicação e nosso amor.

    Creio na Assunção de Maria porque aguardo também a minha, a tua e a nossa “assunção”, na Casa e no Coração do Pai!

    MILENY.

    Se aceitas pode me considerar teu avo virtual

    Obrigado.

    Pacheco..

  248. Errata:

    Ao final do credo acima solicito acrescentar em tempo o nome de:

    Virgilio Ciaccio

    Obrigado.

    Pacheco

  249. A VINGANÇA
    Nada como ser inteligente…
    Um cara foi ao Bingo com 100 reais. Sobraram só 5 reais e ele precisava voltar pra casa de táxi, pois àquela hora da madrugada não tinha mais ônibus.
    Dirigiu-se a um ponto de táxi e perguntou ao taxista que era o primeiro da fila:
    – Só tenho 5 reais e preciso ir até Copacabana, pode me quebrar o galho?
    O motorista não deu a mínima e respondeu:
    – Não trabalho pra sustentar vagabundo!
    Foi ele então gastar o resto no Bingo. Teve sorte e ganhou 5.000 reais.
    Voltou para o ponto de táxi e viu o motorista mal educado na última posição da fila. Chegou para o primeiro da fila e disse:
    – Te dou 200 reais se você me levar para casa e mais 200 se você der a bundinha pra mim…
    O taxista ficou puto e mandou ele pra puta que o pariu…
    Foi até o segundo e fez a mesma oferta. Quase entrou na porrada.
    O cara foi de táxi em táxi, sempre recebendo a mesma furiosa resposta, até que chegou no taxista mal-educado.
    Entrou direto no carro e falou:
    – Agora eu arranjei grana pra te pagar a corrida. Aliás, te pago dobrado se você sair buzinando e dando tchauzinho pros teus colegas de ponto…

    A imaginação é mais importante que o saber

    😉
    (Albert Einstein)

  250. …….vi tudo daqui do Brasil…..minha mae nao deixou eu ir….rsrsrsrsrs

    levei porrada aqui mesmo….peace and love so de longe….

    a coisa aqui tava braba….MUDAMOS???? ……NADA.

    Exelente texto Gerald…

    Beijossss

    Helo.

  251. Liberdade demais escraviza. Já ouvi essa frase.
    Hoje estamos somos escravos da maldade.
    Claro que não sou nenhum imbecil de imputar a doença da violência do mundo aos utópicos sonhadores de Woodstock…
    Contudo, achar que três de liberdade desenfreada muda o mundo é algo que supera qualquer utopia.
    De toda sorte, falo de Woodstock, ainda que poeticamente, em meu romance de ficção “A CIDADELA DOS FELIZES”.

    Um grande abraço, continuo a admirar todo o que você escreve (ainda que possa nao concordar com tudo)

    Walfrêdo

  252. O texto com correção:
    Liberdade demais escraviza. Já ouvi essa frase.
    Hoje somos escravos da maldade.
    Claro que não sou nenhum imbecil de imputar a doença da violência do mundo aos utópicos sonhadores de Woodstock…
    Contudo, achar que três dias de liberdade desenfreada muda o mundo é algo que supera qualquer utopia.
    De toda sorte, falo de Woodstock, ainda que poeticamente, em meu romance de ficção “A CIDADELA DOS FELIZES”.

    Um grande abraço, continuo a admirar todo o que você escreve (ainda que possa nao concordar com tudo)

    Walfrêdo

  253. Edward

    Sei não, acho que o assunto deste post deveria ser Globo vs Record. Woodstock aconteceu e eu nem era nascido!

  254. Edward

    Woodstock não nos ensinou nada! ou a gente não assimilou nada! Putaria e drogas sempre existiram, vejam na Roma antiga! A única diferença é que woodstock foi televisionado, não está só nos livros de história. Não tenho menor saudade de woodstock. Pelo contrário, tenho mais saudade do ano de 3009, 3010, 3011 e etc.

  255. Edward

    Poxa, mas olhando bem a foto, tem uma gostosa alí…minha nossa! Acho que woodstock não seria pra mim. Sou muito tímido, acho que eu não comeria uma mulher dessas, mas bem que eu queria!

  256. Márcia

    Recebi por e-mail como sendo de autoria de:
    João Mellão Neto

    No início dos anos 1700, quando a revolução comercial já
    era um fator determinante do progresso e do desenvolvimento das
    nações, um pensador espanhol teria escrito um ensaio defendendo a
    tese de que o seu país não deveria entrar naquela competição,
    porque seria um esforço desnecessário. A Espanha, na época,
    possuía reservas em metais preciosos suficientes para comprar tudo o
    que seu povo necessitava. Esse mesmo argumento poderia ser válido, um
    século depois, nos anos 1800, para não embarcar na aventura
    industrial.

    O resultado é que o império espanhol ruiu, as suas
    decantadas reservas se dissiparam e a outrora pujante nação
    ibérica amargou mais de dois séculos de decadência. Está voltando
    ao proscênio agora, quando nem o seu governo nem o seu povo se pautam
    mais por aquela enganosa opulência do passado.

    De certa forma, é esse mesmo problema que inviabiliza o
    progresso e o desenvolvimento de muitos países que vivem,
    atualmente, da riqueza fácil gerada pela extração de petróleo.
    Para que, afinal, arregaçar as mangas? O ouro negro supre todas as
    carências…

    Não é à toa que entre os países mais pobres da África
    figuram – em aparente paradoxo – os que possuem as maiores reservas
    mundiais de diamantes e pedras preciosas. A posse de recursos
    naturais abundantes e de fácil extração já causou a desgraça de
    muitas nações, através dos tempos.

    O que dizer, então, quando a falsa abundância não provém
    de riquezas reais, mas de programas assistenciais promovidos pelos
    governos locais? Os analistas isentos e imparciais seriam unânimes
    em afirmar que, nesse caso, o caminho da perdição seria ainda mais
    curto.

    E se tais políticas paternalistas estivessem sendo
    promovidas num país pobre e desprovido de maiores recursos? Aí,
    então, seria suicídio – afirmariam os estudiosos -, uma nação
    deliberadamente atirando em seus próprios pés.

    Pois é esse exatamente o caso do Brasil e do seu programa
    Bolsa-Família. Segundo se vangloria o próprio governo, o programa
    já contempla 11 milhões de famílias, alcançando, assim, entre um
    quarto e um terço de toda a população brasileira.. Trata-se de um
    exemplo ímpar: em toda a História universal, somos o único povo
    que logrou escapar da miséria com mesadas.

    Argumentos para defender o Bolsa-Família não faltam. O
    difícil é acreditar que o programa seja viável para sempre.
    Pode-se argumentar, a favor dele, que, em termos imediatos é uma
    forma eficaz de combater os malefícios causados pela miséria. Sem
    dúvida. Mas trata-se de um paliativo – um remédio que cuida dos
    efeitos, e não das causas da moléstia. Assim sendo, o seu efeito
    não é duradouro e tampouco definitivo.

    Há pelo menos três aspectos cruciais que estão eivando a
    iniciativa:

    – não se está exigindo, na prática, nenhuma contrapartida
    dos beneficiários;

    – não se está fixando um prazo máximo para a concessão do
    benefício; e

    – o valor do benefício pago está-se revelando muito
    elevado.

    Benefício concedido sem reciprocidade é esmola. E esmola
    não cria cidadãos ativos. Cria, isso sim, mendigos.

    Benefício concedido para sempre não é uma ajuda, mas sim
    um privilégio. E privilégios não geram indivíduos independentes.
    Geram, quando muito, um massa disforme de parasitas.

    Benefício com valor elevado não complementa o trabalho, mas
    o substitui. Não gera trabalhadores, mas desocupados. Em vez de
    pessoas ativas, uma multidão apática de ociosos. Um exército de
    pensionistas totalmente dependentes da boa vontade dos governantes.

    Se o objetivo final de Lula e do PT é criar um gigantesco
    curral eleitoral, eles estão sendo muito bem-sucedidos. Os
    “bolsistas” do famigerado programa estarão sempre dispostos a
    sufragar os candidatos que o governo recomendar. Mas se o que se
    pretende é emancipar as pessoas, então o Bolsa-Família está se
    revelando uma grande excrescência.

    Como está escrito na porta do Inferno de Dante, “abandonai
    todas as esperanças, vós que entrais”, aqueles que se inscrevem no
    “Bolsa-Família” hão de saber que dele jamais sairão. As suas
    virtudes ativas, a sua independência, a sua cidadania, tudo isso,
    enfim, é impiedosamente moído tão logo se ingressa no programa. A
    ética do trabalho e do esforço como a única forma legítima de
    prosperar na vida deixa de existir já na soleira da porta.

    Como reza o ditado, montar num tigre é fácil, o difícil é
    desmontar dele depois.

    O Bolsa-Família é um programa que, uma vez implantado, não
    há mais como descartá-lo. Os milhões de beneficiários já estão
    acostumados com o aporte mensal do dinheiro fácil. Como dizer a eles
    que dali em diante deveriam suar o rosto para obtê-lo?

    Tanto para o governo como para a oposição, propor o fim do
    Bolsa-Família seria eleitoralmente desastroso. E o programa, assim,
    se impõe como algo definitivo. Aqueles que trabalham hão de votar
    na oposição, já aqueles que não trabalham votarão sempre no
    governo. Como estes últimos se estão tornando maioria, o
    continuísmo parece ser um prognóstico evidente.

    Como é economicamente impossível pôr a totalidade dos
    brasileiros sob o guarda-chuva do Bolsa-Família — alguém tem de
    pagar a conta –, teremos no País, doravante, duas classes de
    cidadãos: a dos que sustentam e a dos que são sustentados pelo
    Bolsa-Família.

    Quanto a você, que está lendo este artigo, a recomendação
    do governo é a seguinte: “Trate de trabalhar duro! Além da sua
    família, há mais 11 milhões de famílias que dependem de você!”

    BRASIL ACIMA DE TUDO…!!!

  257. Edward

    Clturalmente o Brasil é um saco: é tudo muito regionalista. Glauber rocha, hoje eu percebo, é um saco! Aprendi a não gostar da cultura brasileira porque é tudo muito bairrista. Me identifico mais com um bukowisk constantemente bêbado e procurando emprego do que com a cultura do nordeste, de são paulo, ou do rio grande do sul.

  258. 16/08/2009 – 10:23

    Enviado por: Edward

    Sei não, acho que o assunto deste post deveria ser Globo vs Record. Woodstock aconteceu e eu nem era nascido!

    Jovem Edward.

    Permita-me uma pequena colocação.
    Alquem no passado,certamente mais experiente que nós ensinou que:

    Conhecendo o passado moladmos nosso presente visando melhorar o nosso futuro.

    Ou melhor

    Estudando o passado vivemos o presente planejando o futuro.

    Que tal tentar-mos cumprir este ensinamento?
    Abraços.
    Obrigado.

    Pacheco.
    😀

  259. Oposição sem discurso

    Em reunião-jantar na última quarta-feira (12) com as cúpulas do PSB e do PT, no Palácio da Alvorada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse achar que a oposição “não tem discurso”, e avalia que o tucanato levará ao palanque a plataforma da “ética”, que não vai colar. A informação é do blog do Josias.

    Repetindo as afirmações de lula:

    “não tem discurso”, e avalia que o tucanato levará ao palanque a plataforma da “ética”, que não vai colar. A informação é do blog do Josias.

    Em outras palavras a petulãncia é tanta que lula ja acredita que somos alheios a falta de etica que seu governo tanto comete.

    O PODER CEGA.

    Não sei quem ou se isto foi dito por alquem.Se não foi está!

    Começou o desespero.
    Começou a pensar no dia seguinte.

    -E se me pegam?
    -E se investigam a fortuna do lulinha?
    -E se começarem a colocar na midia mesu acordos com o macedinho?
    -E se………………..

    Dai por diante existem mais de cem possibilidades de bandalheiras.

    A MENTIRA TEM PERNAS CURTAS.

    Ora se não!

    QUEM RI POR ULTIMO RI MELHOR.

    E como!

    Onde estão os oitentinhas?

    Tomaram DORYL ?

    Se tomaram viva o BRASIL.

    😉

  260. Edward

    acabei de ver agora no globo esporte: “o maior fracasso da seleção brasileira completará 60 anos em 2010”. Mas que saco, hein!

  261. Woodstock teve lama.

    Na casa da Dinda teve lama também

    Se você não enxerga a lamareira do lula.

    Nem vem que não tem.Acorda nenem

    Não sei se o Serra é o ideal. Tem gente que isto afirma.

    Mas em sendo o tal que tira a rapadura da dilma

    Leva meu voto com grande estima

    Estou cansado igual a voce.Foi muito roubo que fez o pt

    E ainda diz não ver nada de mal.O sapo CARA de pau?

    Nunca mais ele me engana.Enganou uma vez o sapo sacana.

    Prometeu a moral pro nosso Brasil, E só assalto é que se viu.

    Sempre afirmando que nada vê.Botando a culpa no FHC.

    Apoiado por todos sem distinção.Só apoiando quem é ladrão.

    Ainda assinando qualquer papel.E as ideias velhas do Fidel?

    Veio de longe o nordestino.E ao importante não deu atenção.

    Poderia com mais dedicação deixar seu nome nesta nação

    Como bela referência de honestidade e benemerência e compaixão.

    Mas ouviu o chifrudo que lhe assoprou tanta maldade no ouvido

    Que agora corre o risco de ser do planalto corrido.

    Que fique pra todos uma lição.tudo é possivel até exceção.

    Mas no planalto preste atenção.Analfabeto não pode não.

    Nem pra varrer e limpar todo o chão.

    Diploma não atesta honestidade.

    MAS ATESTA CAPACIDADE.

    Obrigado

    😀

  262. Cintia

    Para a fofa (não a conheço, mas sei que vc deve ser!!)
    MILENY,

    Uma oraçãozinha com carinho.

    Anjo
    de Deus,

    meu protetor
    e amigo,
    ilumina,
    guarda, protege
    e governa
    a minha vida.

    Amém.

    ♥ ♥ ♥
    com beijinhos, Cintia.

  263. Cintia

    Cientistas descobrem que animais usam dialeto para se comunicar – UOL

    Da Efe
    Em Berlim

    Alguns animais utilizam “dialetos” para se comunicar, como as baleias, os golfinhos, as abelhas e as aves, afirmou a revista alemã de divulgação científica “P.M. Magazin” em sua edição de setembro.

    Este é outro aspecto mais em comum entre a forma de comunicação humana e dos animais, descoberta recentemente pela comunidade científica.

    Um exemplo dos diferentes dialetos ocorre com o estrelinha-de-poupa (Regulus regulus), um pássaro de pequeno porte caracterizado por ter uma mancha amarela na cabeça, e cujo piar difere no tom de seus congêneres da China.

    No caso dos golfinhos, animais que teriam uma inteligência parecida com a dos homens, os cientistas comprovaram que inventam diferentes assobios para se comunicar.

    Um grupo de pesquisadores da Universidade de St. Andrews, na Escócia, demonstrou que os golfinhos têm a capacidade de conversar sobre um terceiro animal que não está presente.

    O corvo ou o tuim-da-colômbia (Forpus conspicillatus), por exemplo, usam nomes personalizados para se chamar entre si.

    Além dos acústicos, alguns animais também utilizam outros meios de comunicação.

    É o caso das aranhas-macho, que usam a rede tecida por uma fêmea para perguntar se podem se aproximar dela, já que se, dependendo do ritmo como andam pelos fios, podem ser confundidos com uma presa.

  264. targinosilva

    A vida imita a arte.
    Ha quem negue a ma influencia da arte (midia) na vida dos jovens,
    Quando Roberto Marinho morreu deixou milhoes de orfãos de maes solteiras.
    Uma noticia ruim, na televisão traz a lembranças de outras mais.
    As drogas, o sexo e as religiões sãos os produtos mais vendidos na televisão.

    Quando Hollywood acende um cigarrinho.

    O cigarro e a indústria cinematográfica andam juntas faz tempo. Estrelas de Hollywood como Cary Grant, Gary Cooper, John Wayne, Clark Gable e Bette Davis recebiam dinheiro dos fabricantes de cigarro para promover o produto. Apesar de contribuirem para a associação do tabaco com o glamour hollywoodiano, John Wayne e Gary Cooper morreram de câncer em 1979 e 1961, respectivamente

    Ao longo do clássico “Casablanca”, Humphrey Bogart raramente é visto sem um cigarro. No filme de 1942, quase todos os homens aparecem fumando. Humphrey Bogart morreu em janeiro de 1957, também vítima de câncer.

    O rebelde sem causa James Dean não largava o cigarro – a atitude, combinada com o topete, as jaquetas de couro e a camiseta branca, lhe valeu o posto de símbolo da rebeldia juvenil.

    Em várias cenas em “A Primeira Noite de um Homem” (1967), Mrs. Robinson (Anne Bancroft) aparece fumando. No filme, ela é uma mulher madura que tem um caso com inexperiente rapazote interpretado por Dustin Hoffman.

    Recentemente, o filme “Boa noite e Boa Sorte” (2005), indicado ao Oscar, recebeu críticas pelo número de cenas em que o âncora Ed Murrow (David Strathairn) aparecia fumando ou segurando um cigarro.

    Em “Closer – Perto Demais” (2004), as personagens de Natalie Portman, Clive Owen e Jude Law se revezam em cenas de amor e de cigarros. Apesar de também fazer parte do elenco, a atriz Julia Roberts não fuma em “Closer”, mas aparece fumando em “O Casamento do Meu Melhor Amigo” (1997).

    De acordo com a Organização Mundial de Saúde, existem atualmente 1,1 bilhão de fumantes em todo o mundo. Estudos indicam que adolescentes expostos a cenas envolvendo cigarros nas telonas tem mais chances de se tornarem fumantes no futuro.

  265. O Ekran nos lembra as 11 09 a copa de 50.

    Comemoramos antes da final.E perdemos na final.

    Mal li e me veio a mente as figuras da desolação do Barbosa e do choro do Julio Botelho ( Julinho )
    E o silencio do Maracanã.Silencio sepulcral

    Eu tina pouco mais ou menos de oito anos.
    Estes jogadores ai citados e outros da seleção eram figurinhas carimbadas nos álbuns infantis.
    Barbosa carregou magoas a vida inteira. Foi o bode expiatório de uma derrota coletiva,
    Estava escrito.
    Ficou-se alguma lição deve ter sido a da HUMILDADE hoje tão esquecida. Talvez não em certos esportes. Ou quem sabe em nenhum esporte.Adversário tem que ser respeitado seja qual for.
    Dizia Nelson Rodrigues que sempre existe o imponderável do Souza.
    Ekram muito bem lembrado.
    Gostaria de acrescentar também que no mesmo ano de 2010 poderemos comemorar o maior erro eleitoral do Brasil para aqueles que acreditaram que o PT traria mudanças. assim como tudo indica também o termino de um governo que se destacou por corrupção em grau maior do que todos os anteriores .apesar de sustentado por uma rica e constante propaganda enganosa.

    Muito bem lembrado mesmo Ekram

    Abraços.

    Obrigado.

    Pacheco.

    Saindo.
    😉

  266. mnc

    Mileny,
    O vovozão virtual das nossas crianças e mocinhas Pachecão disse tudo…
    Que sua voinha descanse em paz num lugar lindo no céu.
    E você encontre consolo e dela tenha as mais doces lembranças.
    Guarde-a no seu coração, sem tristeza.
    Deus seja em você e console a todos que choram a perda de sua querida.
    Deus levou p viver com ele no céu.
    Abraços.

  267. Targino.

    Muito boa tua associação a respeito de cigarros e astros do cinema.

    Pequena ressalva.

    Que me lembre jamais vi o Duke fumar nas telas.

    Devo ter perdido algum filme.

    A morte mais relacionda e comentada que a causa foram os cigarros foi a do Yul Bryner.Chocou o mundo pois ocorreu no auge da fama e levou o artista ainda na meia idade.
    Foi a minha primeira tentativa de para.Parei
    Infelizmente não mantive a parada.

    Por isto estou aqui torcendo para o nosso trio de LARGANTES.

    O Vamp.
    A Cintia e a Sue.

    O NEGÓCIO É NÃO RETORNAR NUNCA.

    RETORNANDO O CONSUMO AUMENTA E O VICIO FICA MAIS FORTE.

    Obrigado.

    Pacheco 😀

  268. Milton

    Se nesta “festa” era um meio dos jovens se livrarem das porradas, das guerras, que os incopetentes fizeram, eram um meio de se livrarem naquele fim de semana, antes que alguem se suicidassem.
    No BRasil muitos se suicidam por ver a sacanagem, malacrutaia, corrupcao que existe no Congresso.
    As vezes me da vontade de me matar, mas sei que muitos resistem ainda, e eu ainda estou com eles.

  269. Errata,

    O Vamp a Cintia e a Ana.

    A Sue fuma?

    Se fumar entra e teremos um belo quarteto!

    Acho que ela não fuma.

    Não sei como fui me enganar.

    😀

  270. Daniela

    Gosto tanto de poder desabafar e ser ‘ouvida’ e ‘ouvir’ de volta tudo que esta intalado nas gargantas de pessoas que como eu estão curtindo o blog do Gerald por um bem comum além do nosso prórpio bem é claro!
    Mas é Incrível o bem que me faz.
    Os 15 minutos de fama previstos pelo Warrol estão ai, para quem quiser curtir por dias e horas e horas, e horas…..
    Mas infelizmente o estudo da quarta dimenção de Duchamps parou com sua morte. E ele levou consigo esta sua vontade de desenvolver novas formas de ver o mundo.
    Temos todo o tempo do mundo na mídia e absolutamente nada para preenche-lo.
    Ao menos nada de útil, de realmente revigorante.
    Ainda quero descobrir algo que seja util e revigorante que possa preencher este espaço, talves quando o fizer eu não queira compartilhar. Imagine quanta gente sabe exatamente o que fazer e como fazer coisas mirabolantes, realmente boas, e não compartilham….
    Aliás compartilhar para quê?
    É gente boa to pensando…
    E acho que vou fundir…
    hahhahhahhahaha
    Gerald apareça e nos traga luz cherie, a mesma que ilumina suas brilhantes idéias e compartilhe conosco pobres mortais, e nos ensine a ter idéias brilhantes tb.
    Somos a massa e portanto perfeitamente adestráveis.

    DG

  271. gthomas

    DO PORTAL G1 (que da mais bola pra gente do que o IG)

    (mais tarde entra como post)

    Gerald Thomas em Woodstock: ‘melhor show foram 8 violões e uma lata de lixo’
    Dramaturgo diz ao G1 que esteve no festival quando tinha 15 anos.
    Brasileiros que viveram a época refletem sobre efeitos na contracultura.
    Amauri Stamboroski Jr.
    Do G1, em São Paulo
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    O diretor e dramaturgo Gerald Thomas (Foto: Agência Estado)
    “Cheguei no último dia, algumas pessoas estavam indo embora, mas eu encontrei muita gente ainda lá. Hoje se fala entre 400 mil e 500 mil pessoas. Na época, a gente não pensava assim – pensava: ‘meu Deus, quanta gente, que loucura!’”.

    A recordação é do diretor e dramaturgo Gerald Thomas, que diz ter estado em Woodstock no último dia do festival (domingo, 17 de agosto de 1969). Nascido em Nova York, em 1954, o diretor de “Um circo de rins e fígados” e “Príncipe de Copacabana” veio ainda bebê para o Rio de Janeiro com a família. Aos 13 anos de idade voltou para a Grande Maçã e tinha 15 anos quando pegou a estrada rumo ao festival em Bethel, comunidade rural no estado de Nova York.

    “Uma das lembranças mais fortes que eu tenho, além da lama e do fedor, foi a passividade dos policiais diante de tudo o que estava acontecendo. Pouco tempo antes, a polícia espancava pessoas em Berkeley. [Woodstock] foi o momento em que eu – e, acredito, muita gente – pensei: ‘Caramba, o mundo está mudando’. A impressão era nítida, como nunca tinha sido antes”, conta Thomas em entrevista por telefone ao G1, de Nova York, onde mora atualmente.

    Fã de Jimi Hendrix e The Who (que tinha esperanças de ver ao vivo – o que não aconteceu, uma vez que a banda se apresentou no dia anterior), Thomas diz que sua apresentação musical favorita no festival não aconteceu no palco principal, no centro da fazenda. “Foi de um grupo de pessoas sentadas no gramado, não foi no palco. Acho que eram oito violões e uma lata de lixo virada ao contrário usada como tambor. E era um som absolutamente impressionante. Nunca vou saber quem eram.”

    O diretor lembra que a cena era comum. “Durante a troca das bandas, a gente não tinha muito o que fazer, demorava horas, às vezes quase duas horas. E as pessoas iam se aglomerando em volta desses pequenos grupos. Fiquei perto desse grupo e achei uma coisa incrivelmente linda.”

    Público no Festival de Woodstock (Foto: AFP/AFP)
    Paz, amor… e brigas

    Por outro lado, Thomas não acredita que houve em Woodstock tanta paz e amor quanto é lembrado por alguns dos frequentadores. Segundo ele, havia brigas acontecendo na plateia. Como exemplo, ele cita o caso do ativista Abbie Hoffman, que foi expulso do palco pelo The Who, no sábado.

    “Não vi porque cheguei no dia seguinte, mas foi o próprio Hoffman quem me contou a história mais tarde. Ele havia subido no palco para denunciar o Who como ‘vendidos’ e começou a fazer um discurso. O Pete Townsend [guitarrista da banda], que é um cara imenso de grande, deu-lhe uma guitarrada e jogou o Hoffman para fora do palco. Em 1971 saiu o disco ‘Who’s next’ com a música ‘Won’t get fooled again’ e o verso: ‘Conheça o novo chefe/ É igual ao velho chefe’”.

    Thomas se mostra, em certa medida, decepcionado e cético em relação às mudanças provocadas pela contracultura. “O que aquela geração se tornou? Um bando de loucos que jogam na Bolsa de Valores e transformam a bolsa nisso que você viu acontecer em setembro, outubro do ano passado. Um monte de companhias falidas, uma economia desastrosa. Ou seja, nada mudou, porque o ser humano é assim.”

    ‘Sabíamos que a dor estava lá fora’

    Assim como Gerald, outros brasileiros que viveram a época lembram de Woodstock como um marco, um divisor de águas. Joel Macedo, escritor e correspondente da primeira versão da revista “Rolling Stone” brasileira, entre 1972 e 1973, morava na Califórnia em 1969 e não conseguiu atravessar o país para chegar a Woodstock, mas sentiu seus efeitos.

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    “Sem dúvida, foi um episódio de juventude. O medo estava fora, a dor estava fora, e dentro de nós só havia espaço para prazer e curtição. Nós sabíamos que a dor estava lá fora, ela era visível. Isso tornava as coisas bem mais fáceis”, filosofa.

    Macedo enxerga no festival um componente político importante. “Woodstock até foi sexo, drogas e rock‘n’roll, mas foi também o grito de uma geração contra o sistema capitalista (…). As pessoas quebraram as cercas que afastavam o festival do povo, invadiram a fazenda e transformaram um evento que teria um lado comercial numa mega e mitológica celebração tribal. Não foram os superstars que fizeram do Festival de Woodstock um mito, foi o povo”.

    De Bethel à Mooca

    Com a barra pesando na ditadura no Brasil e as mudanças significativas que ocorriam no exterior – com Woodstock à frente, mostrando a nova força do movimento hippie –, muitos brasileiros partiram para o exílio, imposto ou voluntário. Foi o caso do artista plástico Antonio Peticov, que, preocupado com o regime militar nacional se auto-exilou em Londres em 1970, em partes, inspirado por Woodstock.

    “Na época as informações chegavam lentamente para nós no Brasil, era complicado. Então, para um garoto de classe média baixa da Mooca (bairro de São Paulo) saber que aconteceu um festival daqueles, programado para 50 mil pessoas e para o qual chegaram 500 mil, foi um estalo: ‘somos uma nação!’.”

    Peticov acabou indo ao festival da Ilha de Wight na Inglaterra em 1970, onde encontrou os amigos Gilberto Gil e Caetano Veloso. “Foi uma coisa mágica”, define. Mas, apesar dos ótimos shows e de conhecer uma “nação hippie” maior ainda (o público total de Wight foi de 600 mil pessoas), o artista percebeu que o clima já havia mudado. “Lá já havia o grande problema da questão do comércio. Todo mundo ganhando dinheiro às custas dos hippies”.

    Thomas também concorda que Woodstock foi diferente de outros festivais. “Foi um evento quase espontâneo, eu não sei o que reuniu aquelas pessoas. Porque foi único. Altamont não foi assim, Monterrey não foi assim, o festival da ilha de Wight não foi assim. Ele foi único na sua vontade de mostrar para o mundo que a nossa geração tinha força.”

    Americanos reunidos para a posse de Barack Obama, em janeiro de 2009 (Foto: AFP)

    ‘Obamastock’

    O diretor acredita que o festival não foi só um marco mas que é algo que precisa voltar a acontecer. “George Bush foi um retrocesso tão grande que voltamos à uma época pré-Woodstock. Agora com Obama no poder a gente vai avançar de novo no tempo. Teria que haver um novo Woodstock”.

    A referência ao novo presidente dos EUA não é à toa – Thomas trabalhou por um ano na campanha do democrata. E acha que encontrou seu próprio “novo Woodstock”, maior e mais inclusivo. “Com a vitória do Obama eu desci para Washington no dia 20 de janeiro (dia da posse do presidente) e chegando lá eu disse, por alguns minutos: ‘isto aqui é Woodstock no inverno’. Um Woodstock com um p… frio, mas ninguém estava sentindo frio, estavam todos sentindo um enorme calor humano. E era quatro vezes Woodstock, porque eram dois milhões de pessoas”, compara.

  272. gthomas

    Edward: mais um comentario seu daquela grossura (passando o que eu estou passando) e te VETO de vez dessa merda, seu imbecil

  273. gthomas

    Quem vc acha que eh? Vc acha que trabalhamos pra vc?
    Respeito seu FDP!

  274. WILSON AZANHA

    Tudo o que aconteceu na época serviu para mostrar que existia musica e cantores, pois as aparelhagem era precária, mas as letras das musicas e os cantores sabiam cantar o que estavam passando para seus ouvintes tudo que de fato era realidade, se falam das drogas do sexo e outras coisas que aconteceu na época, mas tudo isto ja acontecia antes e hoje é pior, na época usavam as drogas apenas para curtir, e hoje se usam para necessidade de ser o maioral e assim roubar, matar e outros coisas que não é necessário dizer, mas todos nós sabemos, mas não são todos que usam para estes fins pois todos que usam com este pretesto é por que ja tem pacto com o mal, mas voltando a falar do WOODSTOCK, todos que ali se apresentaram eram todos da PAZ e tinham só um propósito que era de estar passando para o publico o melhor que na época eles tinham que era a musica, se comparando com as musicas de hoje que se não tiver uma bunda e peitos no palco fica difícil de fazer sucesso sem contar que nas maiorias delas só depravam as mulheres e mesmo assim fazem sucesso; Más os poderes moiores não estavam e não estão nem ai com nada e só penssam em ter cada vez mais pois a GUERRA só tem um propósito que é de PODER sem se importar com nada, ou melhor (DEUS VENHA A NÓS E NOSSO REINO NADA).

  275. Ana Paula

    Daniela,

    “5. Lula saiu ileso mais uma vez (incrível)”

    Pois é, menina. Eu fiz essa pergunta antes: quem é o Larry Flynt do Lula? Mas ninguém arriscou responder. É um mistério.

    Abraços.

  276. Ana Paula

    Márcia,

    QUERIDA. Você não dá conta. Desista.

  277. Daniela

    Ana Paula,
    Já notou que quando a coisa começa a esquentar pros lados do Planalto o Bispo dança? A Daslu dança?
    Pois é cherie, eles botam o de qualquer um na reta que é pra se livrar, e essa briguinha tosca da Record com a Globo pra encher o horário nobre e não mostrar a podridão feita por eles ali no planalto.
    Hj vi resultado de uma pesquisa qq que diz que o Serra ganharia.
    Deixa a Dilma investir todo dinheiro que ‘ganhou’ trabalhando honestamente como chefe apache comandos em ação da casa civil, que vc vai ver aqueles programas fantásticos que tem o poder de encantar qualquer ser humano abestalhado e sem poder nenhum de raciocínio (impressionantemente que é justamente o qua mais tem no Brasil)
    Ai é que vc vai ver todo seu rico dinheirinho pago a impostos enchertado em muito botox, e tintura, bons cortes, melhores dentistas e pronto ela vai ser a Salve salve presidenta do Brasil.
    e Vamos todos brasileiros a PQP.
    hahahhahhaha
    Melhor morrer antes….
    Isso me dá uma depressão profunda só de pensar

    Gerald, cherie, respira verde e solta vermelho, faça isso umas tres vezes e deleta este imbecil que esta te enchendo os pacovas e conversa com a gente.

    Beijão meus queridos
    DG

  278. gthomas

    Daniela
    ta certo
    Obrigado

  279. Joana Dark

    Ola queridos,

    Entao…consegui escapar da Italia , estou morando em Hong Kong e estou adorando.

    Dei uma lida no The Economist de 15 de agosto.

    Vi tambem que ta todo mundo no Brasil preocupado com o Sarney… Por um lado acho super legal essa campanha contra a corrupçao, mas esse problema è o menos importante agora…

    Brasil, o sul do mundo ta se unindo. O sul do mundo se encheu.
    O sul do mundo nao è bobo. A China e a India estao investindo na Africa pesantemente.

    Os EUA daqui a pouco vao começar uma guerrinha contra a Corea do Norte…

    Cuidado gente . O nosso governo esta com um problema delicado de diplomacia, contra os interesses de muita gente(sera que sao os mesmos que descobriram so agora os podres do Sarney!?

    O Brasil è uma peça fundamental no desenho dessa nova repartiçao de poderes no mundo.cuidado.

    O Brasil hoje è um jovem de woodstock, sacanagem, suruba mas uma voz importante para a paz mundial.

    Todo brasileiro hoje deveria se chamar Sergio Vieira.

    Essa loucurinha diversificada que è o brasileiro nos livrou da impostaçao mental estragada que existe em boa parte da Europa. Isso è otimo!

    Paz amor e bjos

  280. Sandra

    Gerald, muito carinho para todos vocês.

    Você é mais forte do que imagina. A lama de Woodstock não marcou apenas suas roupas, mas batizou sua alma com coragem e amor.

    Chore muito, pois chorar não faz ninguém mais fraco. Amor não faz ninguém mais fraco. AO CONTRÁRIO.

    Sua filha crescerá forte, cercada de amor. Sua avó olha por ela do Céu.

    Beijos nos seus corações.

  281. Sandra

    “Thomas diz que sua apresentação musical favorita no festival não aconteceu no palco principal, no centro da fazenda. “Foi de um grupo de pessoas sentadas no gramado, não foi no palco. Acho que eram oito violões e uma lata de lixo virada ao contrário usada como tambor. E era um som absolutamente impressionante. Nunca vou saber quem eram.””

    Woodstock foi especial para quem teve olhos para vê-lo.
    Como o auto-retrato de Rembrandt.

  282. Sandra

    A vida é especial para quem tem olhos para vê-la.

  283. Glorinha

    Mileny,

    você não me conhece pequenina grande menina
    te conheco (só um pouquinho) pois houve vezes em que o Gerald falou de você aqui…sempre com carinho.
    pensei em dizer para você:
    a vida é uma sementinha linda
    cresce, em flor, em frutos em magia
    e segue algumas vezes para outros lugares que nossos olhos
    abertos não conseguem enxergar…
    mas acho que você sabe que pode visitar as suas lembranças
    sempre que quiser, devem estar guardadas ai no seu coração…
    que guarda para sempre o que é bom, com um calorzinho gostoso que nunca nos deixa…
    [[]]abraço com carinho você!

  284. Daniela

    Desde pequena sempre fui na contramão do mundo.
    aos onze anos de idade ouvi pela primeira vez de que tenha me lembrado a música Starway to haven por incrível que possa parecer numa novela global, algo que hahahah, fazia parte de minha vida de garotinha pobre do subuio de SP, vila Brasilândia.
    Nossa enlouqueci!!!! Gravei uma fita que repetia o dia todo, a novela perdeu totalmente o sentido e comecei a procurar com os ‘adolesscentes mais velhos outras coisas do Led, e descobri além do Led o Hendrix que me deixava absolutamente incomodada pela sua performance alucinada e sem fim,eu não entendia uma música nãoter início meio e fim, o Handrix nunca teve isso, hahahhahha
    Vcs não podem imaginar o que era isso no meu mundo, uma lufada de ar fresco. Eu ouvia só funk! Rip Rop americano, samba rock, samba, pagode, forró, sertanejo e olha eu odiava tudo isso, inclusive os vizinhos que teimavam em fazer todo o bairro ouvir o que lhes parecia agradável e de gosto duvidoso.
    Quando meus pais se separaram eu pirei de vez e comecei a ouvir punk, curtia o movimento anarquista, ouvia ratos de porão, Garotos podres, e por ai vai, minha revolta durou dois anos e voltei ao normal, a ouvir o bom e classico rock, legal foi que a música que embalou minha vida cheia de mensagens de luta , de liberdade ao final de tudo fizeram algo por mim.
    De uma família de 5 irmãos, eu a unica menina, não entrei para triste estatística de mais uma fuaninha grávida no morro.
    Cresci, estudei,. saí do morro com 18 anos, falo ingles, aprendi um tiquinho de alemão, viajei bastante mas ainda não o suficiente, quero aprender frances será minha proxima empreitada, quero falar frances com meu amor,acredito que seja a língua dos amantes, dos aristocratas, da diplomacia, depois acho que volto a estudar alemão, pois ainda sonho estudar filosofia, acreditem se quiserem, talvez depois das ieladot’s (meninas em hebraico) estiverem maiores, filosofia precisa tempo e maturação.
    As músicas embalam minha vida de forma maravilhosa.
    Quando estou bem para exaltar minha felicidade , quando estoumal para suprimir minha agonia, me faz pensar, viajo fico leve e sonho muito através da música.

    Quem pensa que música não pode fazer nada. Sou a prova viva de que faz sim.

    Beijo pro ceis
    DG

  285. SUE

    Mileny…

    So quem ja passou ,.. , pode imaginar o que passa na cabecinha de uma crianca de 8anos…
    Mas unica coisa dizer ,.., que o tempo , o tempo CURA tudo….a dor passa , agunia passa , o vazio passa…e ficam somente as saudades e as Boas lembrancas e historias para serem contatas e lembradas !!!

    Forca Baixinha querida….tens um pi e um mae que estaram sempre ao seu lada lhe amando MUITO !!!

    E ela la aonde esta…orando , e cuidando de voce , para o seu dia a dia ser cada vez melhor e seu futuro brilhante…
    Saibas que tena aqui uma Tia / amiga(virtual)…que podes contar sempre !!!

    Beijos

    Que o cara la de cima faca esse tempo passar rapido…para que o que eh dor hoje ,.., sejam apenas saudades e boas lembrancas !!!

    BEIJOS

    Mesmo sem te conhecer pessoalmente TE AMO

    Sue

  286. Ekran

    1969, morre Cacilda Becker encenando Esperando Godot…

    Materia do JB, 21 de junho de 1969

    “Cacilda morreu. O teatro, aqui mais do que qualquer das outras artes, é ingrato, pois não nos oferece sequer a possibilidade da retrospectiva que o cinema usa para honrar seus mortos. A cada um de nós, individualmente, a lembrança de Cacilda no palco poderá enriquecer ainda, e por muito tempo. Mas não poderemos oferecer às novas gerações a mesma experiência. E elas serão mais pobres por isso…

    Não nos será mais possível, em nossos momentos de luta, contar com seu entusiasmo, com o brilho de seu olhar ou com o calor de sua emoção, ou a força de sua coragem. E nós seremos mais pobres por isso”.

    Barbara Heliodora

    O teatro brasileiro perdeu um de seus maiores expoentes de todos os tempos. A atriz paulista Cacilda Becker Yáconis, 48 anos, saiu prematuramente de cena, no auge da sua capacidade criadora, quando tudo levava a crer que ultrapassaria, nos futuros desempenhos, tudo que havia feito até então. Morreu após 38 dias de internação num quadro irreversível de derrame cerebral.

    Quando tudo parecia definitivo, Cacilda Becker surpreendia com uma atitude inovadora, uma posição vanguardista, uma interpretação inesperada. Assim firmou-se fazendo da sua vida o teatro, e do teatro a sua vida. Exemplo de coragem, lucidez e intrépido espírito em defesa da cultura brasileira, atuou incansavelmente. Nem tudo foi fácil, nem tudo foi certo. Apenas verdadeiro. Se para o grande público o reconhecimento advinha da excelência da sua interpretação, ela foi decisiva para o amadurecimento da consciência profissional da classe teatral. Colocou-se aguerrida a serviço da arte dramática. Desgastou-se fisicamente, prejudicou-se economicamente, mas foi audaz até o fim na integridade e na dignificação do teatro brasileiro.

    O súbito fim do último espetáculo

    Uma Cacilda Becker maltrapilha, ou Estragon, personagem de Samuel Beckett, olha para seus pés machucados e geme, e a dor que quer transmitir parece ser sentida por todo o público. Walmor Chagas, ou Wladimir, também um mendigo, aparece, e se une a ela para juntos fazerem o que a platéia do teatro sabe ser absurdo, mas que não deixa de comovê-la, todas as noites: Esperar Godot. No fim do primeiro ato do espetáculo, no dia 6 de maio de 1969, Vladimir pergunta: “Então, vamos?” Estragon responde: “Vamos”. E a luz se apaga. Cacilda sai de cena para o intervalo, sente-se mal, e não volta mais aos palcos

    http://www.jblog.com.br/hojenahistoria.php?itemid=8845

  287. SUE

    Mily..

    Minha avo morreu quando EU tinha 14anos….ela era Portuguesa e eu me parecia fisicamente muito parecida com ela(eu era o xodo dela)….na epoca era bailarina,…ela adorava quando eu ia na casa dela colocar os *LPs de Chopin e me ver dancar…ficava horas nas sapatinhas dancando para ela !!!
    ( Sempre que me dava / da saudades dela….danco danco muito como se ela estivesse ali rindo e vendo eu dancar para ela)

    Pegue alguma das coisas boas que voces faziam juntas….e guarde com muito carinho…quando a saudades apertar mais…vai la e repita essa coisa como se ela estivesse junto…ameniza a saudades !!!

  288. SUE

    Pachequito menino do BEM…

    Voce pirou??? deve ser a maresia…

    NUNCA FUMEI na minha vida…sou filha de pai e mae fumantes inveterados…(ops minha mae deixou de fumar ja fazem 4anos)…mas meu pai ainda eh uma chamine de *Hollywood* ainda , mata rato mesmo !!! (E ja teve cancer ,.., mas nao se conserta mesmo)…

    SEMPRE FUI MUITO CARETA….

    Digamos que depois dos 38anos…resolvi deixar de ser um pouco careta….e deixar a vida me levar…de uma forma mais *leve*….

    Mas cigarro nunca fez parte da minha praia…
    Meus vicios sao outro…chocolate , comer…(para manter meu corpinho de baleia)…..,…etc etc…que sao proibidos pelo horario que esta o *blog* (risos)

    Mas enfim Pachequito…devias estar pensando em mim !!!

    Por isso saiu meu nome….

    TCHE ADORO , saudades !!!

    Beijos na familia…

    *****************************************

    E ai VAMP , a luta continua….

    ** SO POR HOJE NAO…..***

    Beijos

  289. AZUL

    Gerald,

    Materia do *G1* …ficou muito boa…
    Apesar do seu momento…voce arrasa sempre , ….,
    quando escreve ou / e da entrevistas….
    Adorei analogia de Woodstock e da ERA Obama….

    Muito bom…parece que as esperancas SAO AS MESMO (cada um na sua decada no seu estilo) mas as mesmas…

    Parabens pelo G1

    …..

    Fica Bem…

    Beijos

  290. Ekran

    Janis Joplin – Woodstock performance
    Interview, 1969

  291. Valdério

    Ué, você já voltou??? Pensei que você ainda estava lá.

  292. Ekran

    pra quem questiona a importancia de Woodstock e a cena artistica na virada dos anos 60 e 70, é só imaginar como seria Janis Joplin como uma funcionaria publica de uma cidadezinha no interior dos EUA, ou Jimi Hendrix como mais um balconista do KFC, ou ainda Ella Fitzgerald como ascensorista de algum predio em Manhattan…MAS tem muita gente que festeja justamente isso, como nossas vidas se mantem sob controle e seguem no piloto automatico.

    Pra esses, Woodstock foi um crime.

    Como aqueles garotos na TV denunciando Jim Morrison por atentado ao pudor no show de Miami dos Doors em 1969…
    Eram os mesmos da “massa silenciosa” a quem Nixon se dirigia na TV em 1969 para obter apoio na ofensiva ao Vietnam…

    O artigo do Gerald no G1 manda bem justamente nisso, na importancia de “woodstocks”, seja em 1969 numa fazenda, seja em 2009 em Washington…

    because we ought to be woodstocked…

  293. fotografou tem atestado com firma reconhecida e uma foto com o palco atraz e jimi hendrix com a guitarra branca e vc logo na ftrente ?
    vc de calça vermelha e cabelo black pawer fazendo o sinal de paz e amor ? ( direto da escolinha do prof raimundo)
    tirar o terno e escorregar na lama me pareceu alem de chegar junto em quem voce ama, uma boa atitude ja nao se pensa mais assim , woodstock ficou pra poucos e quando essa gerçao morrer vai ficar so a lenda os discos e dvds a atitude se perdeu basta ver o resultado da juventude pós woodstock .
    a geraçao de woodstock se dissolvel como leite em pó nossa musica era harry belafonte beatles elvis e a bossa nova pipocando pra quem estivesse a fim e a molecada de hoje nasceu morta musicalmente tem 3 geraçoes nos ouvidos de ilailaie de xuxas de angelicas lindas por sinal nao é a toa que ointou mamonas assasinas uma releitura masculina e roqueira das meninas loirinhas e lindas hoje beirando os 40 e e 50 cada uma sao 3 geraçaoes que as ouviram every day se vc é musico vc é o que escuta disse keith richard nao se faz mais rock basta ver as bandas de hoje os moleque sao horriveis nao tem linha como diz mick jagger graças ao stu nao nos afastamos do blue nunca , e agora hofman sobe no placo pra dizer que vc é um vendido e quer ficar la sem levar uam guitarrada na cara mas que cara folgado ….

  294. Ekran

    porque eles foram florentinos e venezianos, e hoje queimamos seus manuscritos como se fossemos da santa inquisição…somos Torquemadas, somos Bernardo Gui, somos os representantes dos Borgia.
    —————–

    “Visto da plataforma insossa e inóspita de 1995, o fim da década de 60 era o “ânus douradus” do Renascentismo. O ser humano estava sendo re-inventado, desnudado, desestruturalizado, desconstruido e vestido novamente, sem o ranço do modernismo que foi contaminando as proximas décadas. A informação, o deslumbre com cada gesto, chegava a ter conotações antropologicas, que até hoje estão dormentes ou ignoradas quando se descreve esse época. Hélio (Oiticica) era “Hélio da Vinci”. Inventou a maquina de voar pelos morros, pintou varias Monalisas metalinguisticas, e sua última ceia eram os ninhos “enter and fuck”, empilhados no Brasil, empilhados no loft da Segunda Avenida, empilhados no seu apartamento na Christopher Street.

    Nasci uns dez anos atrasado. Nao é a toa que escrevo este posfácio, pois ele está na mesma proporção da minha aterrissada no ambiente mais deslumbrante da arte inteligente, da arte ainda romanticamente intelectual, mas ainda salva de um intelectualismo auto-analitico, freudiano, castrador, self-conscious, que a destruiu por dentro. A poeira atômica deixou uma certa nuvem negra para as próximas gerações e hoje, 1995, ainda não dá muitos sinais de estar se dissolvendo. Os ninhos de Helio eram o amálgama que hoje se chamaria, com frivolidade e canibalismo jornalistico, de pós-modernismo. Eles compreendiam um ciclo quase aristotélico de princípio, meio e fim, contendo o processo de constituição, os meios de realização e seu objetivo estrutural. Mas os ninhos de Helio compreendiam também uma sexualidade e um humor que transcendiam a seriedade e a importância do objetivismo que a arte tomou como rumo para se justificar. Aquela era a adolescência dos filhos de uma vertente do modernismo, aquela que tinha Duchamp como pai, Malevich como mãe, Pollock como tio e Clement Greenberg como avô. Nasci atrasado, pois já encontrei esse filho do modernismo em estado de euforia, o que deveria significar, segundo as melhores tragédias gregas, que logo, muito logo, estaria se afundando em trivializações, imitações e continuidades. E assim foi.”

    trecho de “Menino, você esteve com ele?”, in: Gerald Thomas, Um encenador de si mesmo, Ed. Perspectiva.

  295. Daniela

    Quem mais além de mim mora fora do Brasil?
    Gente fico passada com a cara das pessoas ao saberem que sou do Brasil!
    Abrem um sorrisão e dizem Footbol player! Carnaval! You samba?
    Não necessáriamente nesta ordem.
    Já me causou muita revolta, hj me acostumei e respondo sempre de forma positiva, coisas do tipo adoro sambar.
    Amo futebol, o carnaval é o maior espetáculo da terra. E as pessoas continuam a ser felizes.
    No fundo, no fundo eu rabugenta penso, meu negócio é rock, futebol é para maria chuteira e, não é o meu caso, sempre viajei para as montanhas no carnaval.
    Mas enfin se les enfin, este é o Brasil que o mundo conhece.
    Beijo pro ceis
    Fui que vou dormir, amanhã meu dia começa cedinho , cedinho.

    Vamp, to orgulhosa pela brava resistencia ao vicio.
    Bons sonhos pro ceis,

  296. Sue.

    Minha confusão na hora de teclar os nomes do trio passa fumaça talvez tenha sido o subconsciente lembrando ao cérebro para enviar ao coração o que transmitir aos dedos para que estes procurassem as letras do teclado que formam o nome SUE ( 😉 aio que bonito ficou!).
    Recordações arquivadas dos teus enviados “Pachequito fumo zero”
    Foi um grande apoio.
    Por fraqueza pessoal minha foi-se a batalha.
    Se haverá nova guerra não sei.
    Meu exercito já cansado de tantas derrotas seguidas tem em mente adotar o sábio e antigo conselho: “Se não podes derrotar o inimigo junta-te a ele.”
    E assim terei a certeza que um dia o enterrem junto comigo.
    E levarei o maldito para os quintos do inferno seja La onde for isto.
    Na esperança que eu consiga ter bilhete de ida e volta. farei a viagem apenas para entregar o baixinho ao fogo eterno que ele merece por ter passado toda a minha vida me enganando e sempre ficando do lado oposto da boca que o maldiz mas sempre o beijou e amou em longa e agradáveis baforadas.
    Sim. O miserável irá comigo.
    Infelizmente seus similares ficarão neste mundo até que os humanos percebam que influenciados pelo departamento de vícios e males a saúde do Drácula criaram o tubo branco covarde e maligno para a sua própria destruição devagar e sempre
    Despeço-me de ti agora nobre chocólatra noticiando que aqui em Vitoria a tradicional fabrica de chocolates Garoto esta sendo vendida para a Nestlé e muito em breve terás por ai os deliciosos Sonhos de Valsa em qualquer drugstore que entres em NY.
    Faça bom proveito e saibas que temos mais este ponto em comum.
    Abraços ao meu amigo fumaceiro que adora uma amiga virtual que tenho. tenho certeza absoluta que ele considera esta minha amiga uma princesa mesmo sendo ele uma cheinha chocolateira igual a princesa minha.
    Abraços ainda para toda família e

    XXX para as crianças do vo.

    Pacheco.

    😀

  297. mnc

    Pelo testemunho do Gerald podemos concluir também que a platéia presente em Woodstock estava ali também como parte-agente, o que marcou em Woodstock além dos grandes músicos foram as pessoas, milhares de anônimos interagindo entre si.

    Na ECO 92, Forum Global, de 2 a 14 de junho de 1992, fui contratada da vice-prefeita como intéprete/assessora.
    Em 86 desenvolvemos um ousado projeto em T.Otoni, que divulgamos lá no forum, plantamos com ajuda de vários segmentos da sociedade, 25 mil árvores na área urbana da cidade, para amenizar o intenso calor.
    Me meti em várias ONGS, nas diversas tendas que apresentavam variadas propostas e experiências para frear a desrtuíçõa do meio ambiente, aprendi muito, conheci pessoas incríveis.
    O planeta fêmea, a maior das tendas onde as mulheres discutiam o papel da mulher na sustentabilidade do planeta e ações para salvar nossa mãe terra,aprendi, veja vcs até a lavar vasilhas de maneira ecologicamente correta, a fazer sabão ecológico, a não tratar lixo como lixo, a sensibilizar despertando o amor a natureza dos que estão a nossa volta, parentes, vizinhos, efeito multiplicador…e por ai indo.
    Cada figura que tinha por lá, o mendigo Gentileza, foi o que mais me encantou, ficamos amigos naqueles 12 dias.
    O ato mais transgressor que aconteceu por lá foi de uma ONG de jovens da pavirada, planejaram uma intervenção artística e subersiva…3 meses antes do evento, uma menina da ONG disfarçada, foi trabalhar no hotel que o Bush iria se hospedar, como camareira, ela num ato de Heroica ousadia, confiscou um só pé do sapato do Bush pai iria usar p ir a conferência.
    O caso foi abafado pela imprensa…mas fizeram a farra …
    O sapato foi amarrado a uma vara, como uma bandeira , o pessoal formou um cordão humano numa tremenda batucada exibindo o sapato de Bush pai como um troféu.
    E a música que rolava, mágica, quase tudo no improviso, gente que nunca havia tocado junto antes se encontrava e pronto formava maior harmonia….
    Inesquecível.
    Pena que não foi ainda dessa vez que conseguimos.
    Mas dali daquele encontro histórico, saiu a Carta da Terra, na qual partcipamos e o tratado de Kioto, que finalmente Obama vai assinar ou já assianou? Não era sem tempo.
    Abraços.

  298. Daniela.

    Foi com carinho e emoção que li o teu comentário onde narras parte da tua luta.
    Dedicada aos estudos você serve de referência. muitos e muitas se acomodam com varias desculpas.a mais freqüente é a da falta de recursos.
    Nada é impossível para quem vai à luta. E quem acredita nos sonhos que constrói certamente os realiza.e ai saboreia a vitória.
    Parabéns.
    Que deus te conceda saúde porque o restante certamente alcançara mais ainda do que já suplantou.
    Nas próximas aulas que aparecerem tenha a certeza que o instrutor Pacheco dirá aos seus alunos futuros que:
    Uma menina simples e de família com poucos recursos acreditou em sua capacidade e partiu com vontade para conseguir o que desejava na vida e consegui. Hoje ela fala até línguas e não parou estará sempre buscando galgar mais um degrau.é isto que os senhores devem ter em mente e não ficar escutando as besteiras que fala o nosso desastrado presidente lula.E o nome da menina que eu falei é DANIELA.Assim mesmo com letras maiúsculas.
    Muito obrigado. Encerrada a aula de hoje.

    E Daniela me desculpe ter enfiado o sapo ai na tua apresentação. Irresistível para mim poder malhar o lula .
    Qualquer chance e. bem por enquanto é só.
    Mais uma vez MEUS EMOCIONADOS PARABENS.

    Abraços a todo da tua família.

    XXX.

    Tens crianças não é?Então do

    Vo

    Pacheco.

    😀

  299. Azul...

    Pachequito…depois desse lindo texto que me *deixou cair umas lagrimas do rosto* , estas desculpado !!!
    Hum aqui ja temos com *fartura* , os sonhos de valsa e serenata do amor ,…nas deles , e lojas localizadas , digamos , em *guetos* Brasileiros e Espanicos….

    Mas minhas paixaos sao os **Lajotinhas da Kopegnhagem , e os chocotes amargos da NESTLE DO BRASIL…(Tem que ser Nestle do Brasil) …pois os outros chocolates Nestle…tem muito gosto de leite…e pouco gosto de chocolates!!!

    Hum…me deu uma vontade agora…acho que terei que correr para casa….

    Os Suicos (amargos ) e trufas…Linds , ou Codiva…tambem SEMPRE CAEM muito bem….

    Beijos amado…
    as criancas estao chegando da casa do pai e sera SO FESTA essa noite !!!

    Beijocas em voce ( e familia)

    Fui…..

  300. Azul...

    Daniella…moro em NYC , sei bem (conheco bem o que voce fala).
    Quando trabalhava em Queens – astoria (Um bairro grego com muitos Brasileiros) , quando pegava taxi…o sotacao (nao tem jeito) logo perguntavam E DO BRASIL?? Daonde…ai comecava a ladainha…futebol, mulher bonita , carnaval…falavam uma porcao de nomes de jogadores de futebol que nem em mesmo conhecia, Rio de Janeiro…bla bla bla…quando nao olhavam pelo retrovisor com aquela cara de hum essa deve ser *Go Go *…masis na epoca a maioria das meninas que trabalhavam como *dancarinhas* de Go Go Girl em astoria eram Brasileiras …

    Era um inferno….

    Ai na epoca,…, meu marido falava…tai , voce Branca , olhos claros…diga que es de Portugal….

    Pronto depois que passei usar essa tatica de dizer que era de PORTUGAL…nem mais continuavam o pao…no maximo perguntavam de qual cidade…..

    Mas realmente essa CULTURA Brasileira que o mundo ve…chega a ser patetica !!!

    Ah quando nao perguntavam (principalmente os descendentes arabes)…se no Brasil ainda tinha indios , e se andava de cavalo…

    Acho que era devido a Floresta Amazonica…. (Isso nos anos de 1999 , 2000 ….bem rescente…)

    Mas um dia mudamos a *percepcao* do mundo …ao olhar o Brasil…

    Daniella, voce escreve de qual Pais???

    Boa Noite a voce !!!

    Beijos

  301. Sandra

    Lembrei-me dos Reis Magos. Quantos não ignoraram a estrela de Belém e continuaram normalmente suas vidas, talvez ignorando o sol, o prazer de dar um beijo nos filhos, e foram passando pela vida, passando, passando…?

    Muitos devem tê-la visto maravilhosa no céu estrelado. E os reis foram algo além disso.

    Penso naquelas pessoas, vindas de vários lugares, e o Gerald para sempre marcado pelo momento de amor que um grupo que nunca mais veria repartiu com ele, através de sua arte.

    Será que perceberam o olhar encantado daquele menino? Será que sabiam que, naquele momento, estavam mudando o mundo, marcando aquele garoto?

    Será que o Gerald percebe como o amor que ele tem pela sua filha o transforma? O faz crescer?

  302. Sandra

    Daniela, que Deus abençoe seu espírito hippie. Que você cresça além de onde a vista alcança.

  303. mnc

    É sempre prazeroso ler tuas narrativas.carregadas de calor.Descrições de gentes e fatos que sente-se o ambiente lido.
    Hoje com uma única palavra do teu comentário viajei novamente.
    Já tinha recordado bastante da minha avó hoje pela manhã e agora depois de ler o teu comentário tudo voltou,
    -Zezino questo bambino é da pá virada.
    Sinto com se ela estivesse aqui no quarto e me olhando teclar do mesmo modo que fazia estando eu fazendo os deveres escolares de casa.Como em sintonia eu a olhava e ela levantava os olhos do crochê e abria aquele sorriso que só as nonas tem.
    Mariene quer matar o veio?
    Licença que vou La na varanda.
    Fazer o que não devia.
    Afinal sou mesmo da PA VIRADA não é!

    Abraços
    Para todos da casa.
    Lembranças para nossa amada sanfoneira papa doce e gente boa da vida.

    Com tanto elogio já garanti em uma futura visita um franguinho com quiabo e polenta no mínimo. Rsrsrsrsr.

    😉

  304. Sandra

    Sue, o Gerald olhando os anônimos de Woodstock tocando violão e batucando numa lata de lixo lembrou-me de você fotografando flores em NY.

  305. Sandra

    Um domingo cheio de coisas simples para os gostos simples de todos vocês.

    Beijos!

  306. ‘Obamastock’
    O diretor acredita que o festival não foi só um marco mas que é algo que precisa voltar a acontecer. “George Bush foi um retrocesso tão grande que voltamos à uma época pré-Woodstock. Agora com Obama no poder a gente vai avançar de novo no tempo. Teria que haver um novo Woodstock”.

    Este trecho da entrevista do Gerald serve para o que desejao comentar agora.
    No meu entender tivemos com lula somente atrazos no que tange os mais necessários itens de importância.
    O trio:
    Saúde-Educação e Segurança.
    Estas sim atribuições e responsabilidades do governo.
    Não este papo furado de bolsa- rias.
    Sem mais delongas espero que tenhamos umratotoca maior do que a posse de barack Obama nos USA.

    Um ratotoca para correr a rataria de Brasília e deixar assegurado que não voltem nunca mais.
    Fora com costumes antigos e novos aonde o descaramento chega ao ponto de um chefe de nação falar para sua quadrilha que não teme o possível discurso da oposição que irá falar em ética.
    Então já chegamos a ponto tão rasteiro?
    Senhor lula:
    Em boca fechada mosca não entra.
    O Zé não lhe disse isto?
    Pois Zé não é?
    É mesmo!
    Então zero é e será.

    Que assim seja
    Amem.

    Obrigado.

    Pacheco.
    😀

  307. Octavio Accioly

    É impressionante a falta de informação confiável sobre o que foi o woodstock, o movimento hipe, a contra cultura. Outro dia vi uma propaganda do green peace que dava a entender que o mundo estava assim com a poluição e toda essa degradação do ambiente por causa do movimento dos que queriam “mudar o mundo”, a juventude hipe. Na reedição do filme “E.T.” substituiram o termo “terrorista”, que acharam muito agressivo depois do 9/11, por hipe. Sou da geração pós 70 e assisti o filme aos 13, e pensando bem, com 51 anos, foi a última manifestação de humanidade que nossa sociedade proporcionou. Para mim era a confraternização do ser humano, no respeito ao indivíduo e no amor ao próximo. Embora não soubesse, nunca iria chegar tão perto de acreditar que o mundo pudesse dar certo.

  308. targinosilva

    Pacheco.

    Voce continua sentado no cabresto.

  309. targinosilva

    Pacheco.

    Da uma olhada aqui. É um prato feito para voce.

    pega na mentira.
    http://escutaze.blog.uol.com.br/index.html

  310. mnc

    Zezinho da pá virada!!!
    Vc foi a missa hoje não foi?
    Ia já -já comentar com você que linda aquela meditação sobre a
    Assunção de Maria por você lindamente escrita.
    Quando era adolescente, o único lugar permitido de ir sozinha era na missa de domingo das 19´horas…ficávamos com namoradinho do lado de fora, coisa inocente, de mãozinha, selinho, uma vez meu pai, no retorno da missa, me perguntou o que que o padre tinha falado , qual tinha sido a leitura do evangélho, dancei. Zezinho…uma sova daquelas de ficar sem vestir saia bem uns dias.. o véio…era pirão de onça…que Deus o tenha.
    Um grande abraço de nona que sou desde os 36 anos.

    PS: Só não faço crochê mas solto papagaio e brinco de navio dos piratas até hoje com os netinhos….ah e frito ovo cada um gosta de um jeito, 3 netos 3 modos diferentes de fritar ovo, mimo de vó.

  311. mnc

    No mais,Pachecão nada como num domingo frio e chuvoso ficar aqui blogueando e trocando experiências, vivências, viagens…
    Espairece e alenta….

  312. mnc

    Ekram, fiquei deveras impressionada, Cacilda Becker , esperando Godot , no intrevalo da cena passa mal…suas últimas palavras em cena…vc é um garimpeiro virtual e tanto.

  313. mnc

    Pacheco meu rei,
    A praga no Brasil é o tal do Patrimonialismo descrito por Sérgio Buarque de Holanda (será mesmo o Sérgio, estou confundindo nomes?) há tanto tempo.
    Os políticos se apoderam da coisa pública como se fossem patrimônio deles por direito, ao seram eleitos.
    Criam-se clãs que vão se perpetuando no poder, taí os Collors, Renans e Sarneys, etc da vida para comprovar.
    Enquanto não se mudar essa postura, vai ser isso aí, atoleiro só.

  314. Meu comentário final de Woodstock;

    Tudo o que é imaginado sempre é mais bonito do que o real.
    Mal comparando podemos dizer que o cheiro de churrasco de algum modo promete mais do que sentimos mastigando as carnes.
    Pelo que vivi e agora lendo do assunto Woodstock fica mais certo de que os que não foram valorizam mais os três dias do que os participantes.
    Quando a invasão do Iraque foi mostrada nos televisores do mundo tivemos uma falsa impressão do que realmente é o palco de lutas. O cenário sujo e imundo.
    TV em cores mostrando coloridos bombardeamentos. parece filme de estúdios.
    Mas La no real a situação de pânico e corpos despedaçados não eram mostradas. imagine um cenário horroroso e ainda mais em preto e branco.Medonho.de vermelho somente o sangue derramado e talvez um colorido amarelão das fezes espalhadas.não imagino se pedaços de cérebros tenham matiz de destaque.
    Então fiquemos com estas cores. Preto e branco, Vermelho e cor de caganeira. Tanto as cagadas a mostrar com as ocultas pois é fácil prever as cagadas dos covardes que sempre existem.
    E tem ainda as cagadas dos que usando o azul de canetas expedem as ordens para as carnificinas. O s bushes da Vida.
    Estes sim os verdadeiros MERDAS.
    Já sabemos que tudo tem o seu lado bom e o lado ruim.
    Woodstock não foi nem seria diferente.
    Para uns valeu tudo e para outros de nada valeu.
    Mas fato inegável é que foi um marco.
    E o mundo não foi o mesmo depois do lamaçal de drogas, amor e muita bebida.
    A musica foi o pano de fundo. A vontade de liberdade foi o motivo.
    Uns se revelaram e outros se acabaram.
    Hendrix executando o hino dos estados unidos certamente deixou uma mensagem que só sendo norte americano para dizer o que foi dito no som da guitarra e na voz do artista
    Pode ser que ali naquele instante seus acordes estivessem dizendo WES WE CAN.
    E de We CAN em WE CAN as coisas realmente foram mudando e continuam ainda.
    O rock já não é o mesmo.
    O SONHO ACABOU disseram uns Beatles. Mas a qual sonho ele se referia?
    QUAL sonho acabou?
    O meu?
    O teu?
    O nosso?
    O meu garanto que não.
    Não sei qual é o teu! Deveria?
    Então conte. Pode ser que eu concorde contigo. Pode ser que outros se juntem a nos.
    E teremos o nosso sonho.
    Novo.
    Ou revivido.
    E se for o que eu penso que possa ser então valeu a penas termos lembrado o marco de quarenta anos atrás.
    Valeu termos debatido o grande e desorganizado festival que embora seja mostrado belo e colorido deve ter sido um chiqueiro onde porcos não entraram e os que entraram saíram ou fudidos ou cheirando a flores. ou sem ter entendido porra nenhuma.
    Escolha a versão destas duas possibilidades que são apenas sonhos de quem nunca esteve La e, portanto sou livre para imaginar o que possa ter sido.

    Bom rock amigos e amigas.

    Obrigado.

    Pacheco.

    É isto ai Rock me baby 😀

  315. mnc

    Sandra valeu!!!
    Prá vc também.
    Uma segunda tranquila.

  316. Cássio Pandolfi

    Once upon a time…

  317. Ekran

    Chinese Woodstock?

    Stuart Franklin’s Tiananmen Square
    Intially, a Chinese Woodstock
    A photographer recalls how benign the protests seemed in late May of 1989, and how unpredictable death was in early June

    http://audiovideo.economist.com/?fr_story=aa1b1efe0b00c3c5f2faef42a6a2207a151b9a1a&rf=bm

  318. FRANCINY CHEQUER

    Liberdade, foi a geração que impos a liberdade, para as futuras gerações eu sou um dessas que vieram logo após pois sou 1974, a geração do amor livre, a liberação sexual, e muitas outras coisas.
    Sim eles queriam a paz e o amor, isso e lindo, mas foi tudo feito sem responsabilidade, hoje as novas gerações pagam por isso, criamos em nossas mentes que aquele era o ideal, de amor felicidade, de liberdade, e muitos procuram isso, ainda, infelizmente, pois vejo a minha volta pessoas, que acham que fumar um basiado, falar tudo o que pensa, se portar de qualquer forma está certo, dormir com um em um dia, outro em outro, está certo isso e ser feliz, para muitos e até para o Gerald, pode ser que eu seja antiquada mas não e isso, sei que tudo que faemos com nossos corpos e mentes, quando jovens iram refletir no futuro, Sei que esse foi o incio de uma liberdade que não existia, mas perguntem para os filhos dos hippies da epoca, e filhos de mãe solteira, e de pais drogados, o que eles acham de tudo isso, sabem dizem que foi a coisa mais linda do mundo mas ela sempre, e vista e descrita de pondo de vista, romantica, e sem o romantisco como ela e vista de verdade, complicou agora, e também outra coisa sempre achei complicado administrar toda essa liberdade, amor livre, significa transar sem sentimentos, ver coisas, e estar chapado, sabem eu quero ou gostaria de ter mais da vida e das pessoas, e pedir muito, eu entam estou falando um monte de besteira

  319. Ekran

    Caetano em Londres, Outubro de 1969
    ————————–
    Caetano Veloso on Hélio Oiticica in London
    http://www.tate.org.uk/tateetc/issue10/helio_inlondon.htm

    I arrived in London in October 1969 and lived there until January 1972. It’s true that the display of a work of Hélio Oiticica’s at one of our concerts was a factor in our harassment by the military dictatorship, which eventually forced us to leave Brazil. That particular work consisted of a flag showing a picture of a notorious outlaw from Rio lying on the ground, shot dead by the police, and the words “Seja marginal, seja herói” (“Be an outlaw, be a hero”). Gilberto Gil, Os Mutantes and I displayed it on stage. Left-wing artists, students and journalists would boo us for being too receptive to rock sounds, while right-wing supporters of the government wouldn’t accept popular musicians who presented their songs underlined by such provocative visual elements. One evening somebody in the audience – we heard it was an attorney or a judge – left the night club where we were playing, assuring whoever could hear him that we were going to be punished. A few days later the club was forbidden from opening its doors. Eventually, we were put in jail: the authorities had heard we had disrespected the Brazilian flag. The word flag reached our inquisitors’ ears in a distorted story, but the fact is that Hélio’s rebellious attitude echoed in everything we did.

  320. Ekran

    Hélio Oiticica conta que quando inventou o conceito de Tropicália (1966-67) não imaginava a repercussão que teria, embora objetivasse o que afinal aconteceu: a redefinição do panorama cultural e a interrelação das manifestações artísticas (teatro, música, cinema, artes plásticas).

    Textos originais, escritos em Londres:

    Sobre Helio Oiticica, mais em:
    http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia/ho/home/dsp_home.cfm

  321. Francyni

    Boa noite.

    Querida. Leia devagar o meu comentário das 19 40,

    Fui claro abrindo duas possibilidades.

    Para uns foi importante o mesmo que nada valeu para outros.

    O que você comentou longe de ser um monte de besteiras é sim um pensamento d linha correta.

    Existe amor e amor.

    Os sexuais alem do prazer só pode e só deve ser praticado com responsabilidades.

    Entre parceiros dispostos a se darem um ao outro depois de terem concluído que seus anseios estão dando inicio a um relacionamento seguro e firme dos dois lados.

    Fora destes conceitos seria uma relação de bichos que a fazem por impulso e instinto.

    Os pais de antigamente hesitavam em abordar com seus filhos qualquer assunto com a palavra SEXO. Era tabu. Era vergonha.
    Muitas meninas pagaram preço alto por terem se desviado do que era considerado padrão. Aprendiam mais nas ruas e por palavras das mais antigas as que deveriam ter aprendido em casa ou nas escolas.
    Algumas escolas avançadas para a época ainda ensaiavam o tema em aulas, E era apenas uma demonstração de definição do órgão sexual e suas finalidades. Uma aula sexual de 1960 se reproduzida hoje levaria os alunos a gargalharem.
    Natalie Wood protagonizou um filme com Warren Beatty que foi de enorme impacto ao abordar as implicações de amor e sexo. Marcou toda uma geração este lindo filme que se não me falha a memória foi o Splendour in the Grass ou algo assim parecido.

    Leia o que disse a mariene. A rigidez do pai que a amava mas aplicava o que ele próprio havia aprendido.Ninguém ensinava a ninguém a ser pai.Até hoje acredito que não ensinam.cada lar tem seus métodos.Cada cabeça é uma sentença.A liberalidade sem a devida responsabilidade vira bagunça e ai sem dúvidas a VACA VAI PRO BREJO em todos os sentidos.
    Longe de parecer besteira ou caretice o teu ponto de vista está corretíssimo.

    Já para pais omissos basta um balançar de ombros e deixar que a vida ensine seus filhos. Ai esta o grande perigo cometido por quem fez leitura do que foi Woodstock pelo avesso.

    Procurei transmitir aos meus filhos exatamente as partes que eu encontrei e aprendi pelo errado. Eles sempre foram alertados por mim que sempre frisei a responsabilidade de cada um. e dai pra frente cada um tomou conta do seu nariz.
    Se estiverem felizes ou se sentem frustrações eu nunca soube. Demonstram contentamentos
    Mas acredito que tudo esta bem com eles, pois sempre tiveram liberdade de diálogos e nunca reclamaram de nada.
    Parabenizo tuas colocações e saibas que se eu fosse transmitir a Dudinha algum conselho seria nesta tua linha. Mas sou defensor que avo e avó não devem mudar o que seus netos aprendem com os pais deles, do contrario vira bagunça. todo navio somente pode e deve ter um comandante.E um imediato.tem lares que o comandante é masculino assim com tem lares com mulher no comando.e o outro passa a ser o Imediato ou segundo em comando.
    E a nos avós velhos Almirantes compete apenas aplaudir as navegações de bons rumos e ventos, participar das comemorações e ficar calado em qualquer batalha naval.

    XXX

    Boa noite e tenha bons sonhos.
    Minha querida neta virtual.
    Vo
    Pacheco.
    😉

  322. Cansado de tanto entrar
    E como vo comentar
    Acabei por me cansar
    Estando fora do lar
    Aonde vim me hospedar
    Em quarto de solidão.
    [Tendo cama e cadeira]
    Para dormir ou sentar
    E assistir televisão
    Olho o frigobar
    Não quero bebericar
    Nem gastar mais isto não.
    O que posso fazer
    Neste anoitecer
    Cercado de solidão
    Tendo como opção
    Assistir o fantástico
    Depois do Faustão?
    Isto também Não.
    Então tomo esta decisão.
    Encerro minha participação
    Boa noite a todos de coração
    Vou me esticar em um colchão
    Sonhando que baby esta ao meu lado.
    E que não sou um velho abandonado
    Ate amanha quando estarei bem despertado
    Agradeço a todos mandando um sincero muito obrigado.
    De um velho marujo agora reformado e um blogueiro bem remoçado

    Eu era assim 😉 e muito blogando fiquei assim 😀

  323. Ekran

    Trechos de “Verdade Tropical”, livro de Caetano Veloso em que ele explica a genese da Tropicalia e a participação de Helio Oiticica no movimento.
    ————————

    O movimento que, nos anos 60, virou a tradição da música popular brasileira (e sua mais perfeita tradução – a bossa nova) pelo avesso, ganhou o apelido de “tropicalismo”. O nome (inventado pelo artista plástico Hélio Oiticica e posto como título em uma canção minha pelo homem do Cinema Novo Luís Carlos Barreto) Tropicália, de que o derivaram, me soa não apenas mais bonito: ele me é preferível por não se confundir com o “luso-tropicalismo” de Gilberto Freyre (algo muito mais respeitável) ou com o mero estudo das doenças tropicais, além de estar livre desse sufixo ismo, o qual, justamente por ser redutor, facilita a divulgação com status de movimento do ideário e do repertório criados. No entanto, é com esse rabicho que a palavra aparecerá mais freqüentemente nas páginas que se seguem, uma vez que tudo isto aqui não passa de um esforço de divulgação internacional do gesto. De qualquer forma, apesar de algum protesto íntimo, há muito tempo que nós já admitimos o termo tropicalismo como eficaz operacionalmente.

    Sou brasileiro e me tornei, mais ou menos involuntariamente, cantor e compositor de canções. Fui um dos idealizadores e executores do projeto da Tropicália.

    ………………….
    Num almoço na casa de não sei quem em São Paulo ao qual suponho que Mário Schemberg compareceu, me pediram que cantasse algumas das músicas que eu estava gravando. Luis Carlos Barreto, um fotógrafo jornalístico que tinha se tornado produtor de cinema depois de magníficos trabalhos como diretor de fotografia (devem-se a ele as imagens da obra-prima Vidas secas e do próprio Terra em transe), impressionou-se com essa canção (o que é perfeitamente coerente) e, ao ser informado de que ela não tinha título, sugeriu “Tropicália”, por causa, dizia ele, das afinidades com o trabalho de mesmo nome apresentado por um artista plástico carioca, uma instalação (na época ainda não se usava o termo, mas é o que era) que consistia num labirinto ou mero caracol de paredes de madeira, com areia no chão para ser pisada sem sapatos, um caminho enroscado, ladeado de plantas tropicais, indo dar, ao fim, num aparelho de televisão ligado, exibindo a programação normal. O nome do artista era Hélio Oiticica, e era a primeira vez que eu o ouvia. Eu naturalmente disse que não, que não poria o nome da obra de outra pessoa na minha música, que essa pessoa poderia não gostar. O que eu não disse, é que esse nome de “Tropicália” não me agradara muito, embora a descrição que ele dera da instalação me atraísse. “Tropicália” parecia reduzir o que eu entendia de minha canção a uma reles localização geográfica. A palavra era pregnante, contudo, e nós não a esquecemos. Guilherme Araújo gostou. Manuel Barembein, a quem eu cai na asneira de contar a sugestão feita por Barreto, agarrou-se a esse nome e, para todos os efeitos, enquanto eu não encontrasse um nome melhor, a canção se chamava “Tropicália”. Nas caixas de fitas, nas fichas de gravação, nas conversas, o nome Tropicália se impôs. O único outro titulo que me tinha ocorrido “Mistura fina” – era evidentemente insatisfatório. Tratava-se de uma conhecida marca de cigarro, O que estava de acordo com o método de referências publicitárias – e ainda não era uma expressão tão gasta quanto hoje -, mas a palavra mistura enfraquecia a canção. Como eu não achasse nunca um outro melhor e o disco já estivesse pronto, Tropicália ficou e oficializou-se.
    ——————————

    O pessoal do Cinema Novo é que melhor reagia às nossas experimentações: tendo, por um lado, que lidar com o fato industrial e, por outro, mantendo uma convivência internacional cosmopolita – além, é claro, de conhecer de perto o desenvolvimento do embrião tropicalista em Glauber -, eles estavam preparados para dialogar com o que fazíamos. Assim também uma facção da juventude carioca que, sem ser conservadora, não se identificava com o modelo do estudante nacionalista de esquerda. Os artistas plásticos, talvez até mais do que os cineastas, estavam próximos de nós – Gerchman inspirara “Lindonéia”, Antônio Dias fizera a capa do livro de Zé Agrippino, e Hélio Oiticica, que involuntariamente dera nome ao nosso movimento,estava presente naquele próprio evento, com uma obra exposta perto do palco, complementando a mensagem de nossa atitude frente ao FIC, a MPB, a cultura brasileira e a realidade em geral: sua homenagem ao bandido favelado Cara de Cavalo, morto a tiros pela policia, na
    forma de um estandarte em que se lia, sob a reprodução da fotografia do corpo do personagem estendido no chão, a inscrição “SEJA MARGINAL, SEJA HERÓI”. Muitos desses pintores estavam às voltas com variações da pop art ou com as questões surgidas depois dela, e Hélio Oiticica vindo do grupo “neoconcreto”, orientava suas pesquisas então para a criação de ambientes e peças para vestir (mas no pólo oposto, fosse da moda ou da decoração). Moças grã-finas também apareciam com seus noivos e maridos, amantes e namorados, e as platéias eram em geral simpáticas.

    Uma noite, um juiz de direito que, não sei por que cargas-d’água foi à Sucataver o nosso show, indignou-se com o estandarte de Hélio. Sob uma ditadura militar, uma reação moralista contra uma obra que glorificava um marginal tinha tudo para crescer. Mesmo desproporcional como essa: o estandarte devia ter um metro quadrado e não ficava no palco nem era destacado pela iluminação. Só um fanático se ateria a esse detalhe com tanta tenacidade. Sem embargo, o juiz conseguiu não apenas suspender o show como fechar a boate. Ricardo Amaral ficou tentando negociar a reabertura, enquanto nósesperávamos, sem muito otimismo, reestrear.

    O episódio foi muito falado e teve, a médio prazo, terríveis conseqüências.

  324. Antes de tentar dormir fui conferir o que o targino recomendou acima.
    gostei tanto que copiei e trouxe para colar para vocês:

    Pega na mentira

    Pega na mentira sem acento é o nome de uma música do Erasmo Carlos que poderia muito bem servir de fundo para este comentário.

    Pêga na mentira com acento (apenas na pronúncia, já que o novo desacordo da nossa língua suprimiu os diferenciais) pode ser o caso da ministra Dilma Roussef.

    Depois daquela história do diploma que não tinha, agora a grande pergunta é a seguinte: estará ela faltando com a verdade novamente ao dizer que não se encontrou com a ex-secretária de Receita Federal Lina Maria Vieira?

    Os próximos lances dessa novelinha política prometem ser bem interessantes, pois, ao final, uma das duas estará desmoralizada.

    Lina Maria, cujo poético nome parece pertencer a uma canção da última fase de Chico Buarque, tem uma testemunha a seu favor: sua ex-chefe de gabinete declarou que houve sim esse encontro, agendado por ela, a pedido da secretária da ministra.

    Do lado de Dilma, tem o testemunho de ninguém mais ninguém menos do que o presidente da República. Mas cá entre nós, se o cara nunca viu nada, não iria notar um encontro reservado no andar de baixo do Palácio do Planalto.

    O que me intriga é que até agora, no momento big brother em que vivemos, não tenha aparecido nenhuma câmera de segurança mostrando Lina Maria entrando na garagem, andando nos corredores, sentada na sala de espera de Dilma. Nem um filminho de celular, nem uma fotinho, nada.

    Sorte da ministra se esse diz-que-diz-que acabar na base da palavra dela contra de sua inimiga. Mas se de uma maneira ou de outra for comprovado que ela mentiu, sua candidatura pode sofrer um abalo muito grande.

    Na penúltima eleição presidencial, Ciro Gomes estava em primeiro lugar nas pesquisas até que foi pego (com acento circunflexo no e) na lorota de que havia estudado a vida inteira em escola pública.

    Seus adversários provaram no horário eleitoral que ele havia frequentado escolas particulares – e das caras. Depois desse episódio, sua candidatura foi caindo até chegar aos últimos lugares.

    Acho que se for comprovada a mentira de Dilma, essa história – com o perdão pela mesóclise – repetir-se-á.

    Não a bem que tanto dure nem mal que nunca se acabe.

    Tudo indica que o periodo da GRANDE MENTIRA esta proximo do fim.

    Muito agradeço ao Targino.

    Confesso que pocurei o assunto meio desconfiado.
    Não sabia o que seria encontrado.
    E fico até emocionado
    Afinal esta provado
    Que não sou odiado
    Tenho certeza enfim
    Que o targino
    gosta um pouco
    de

    MIM 😀

    Um grande abraço SENHOR TARGINO SILVA.

  325. Sandra

    Passada rápida.

    Achei o post com a foto do Gerald hippie, aos 15 anos:

    http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/2008/12/18/nada-prova-nada/

    Linda foto!

  326. Sandra

    Lembro-me que minha filha tinha adorado a foto. Perguntou se não era uma pintura. Parece mesmo.

    Boa noite a todos.

    Coragem a você e a todos de sua família, Gerald.

  327. Sinto pena de mim mesma por nao ter vivido isso.
    Pena dessa minha geraçao, totalmente orfa desse poder que sentiram em Woodstock.
    Pena da pequena força, q soma todos que ainda sintam isso.

    Mas ainda sim, juro fazer d tudo pra q o mesmo q sentiram e posso sentir viva.

    Gerald, como queria ouvir mais sobre isso!Poderia escrever um livro, sobre o movimento d Woodstock, ou dos anos 60 nao é mesmo?

    Fica com Deus.

  328. targinosilva

    Pacheco.

    Eu acho que o Lula não leva essa.
    Não por a Dilma ser mulher.
    Acho que ela não simpatica, não é carismatica.
    Ela denota uma certa arrogancia.
    Eu escoheria o Tarso Genro.
    Acho tambem que o Sarney, o Collor e Renan vão
    atrapalhar mais que ajudar.
    Tambem acho que não da Serra.
    Havera uma terceira via.

  329. Capa

    Woodstock ??? Se não falasse na Internet nem saberia que faz tanto tempo e que isso existiu. Pra mim é o nome do pássaro amigo do Snoopy…

  330. Alfred Delatti

    Eu também tinha 15 anos quando aconteceu Woodstock. Não pude ir por absoluta falta de grana mas em Outubro de 1970 eu e meu primo Fabio assistimos no cine S.José em Recife-PE o filme do festival. Foi quando conheci Richie Heavens, Joe Coccker, The Who, Crosby,Stills e Nash, Janis Joplin e todos eles dos quais sou fan até hoje e que acabaram definindo meu gosto musical. Comprei até o famoso album triplo com a trilha sonora do festival onde tem a foto daquele casal se abraçando que fiquei sabendo para minh alegria que estão juntos até hoje.
    Na época era apaixonado por uma garota de Recife e a gente olhava a foto do casal e se imaginava no lugar deles. Tiverem ais sorte que nós que acabamos nos separando para sempre, mas a trilha sonora do Woodstock embalou nossa paixão.

  331. Daniela

    Poxa vida professor Pacheco,
    Assim fico emocionada, relaxa pois em minha caxola louca não fiz mais que a obrigação de estudar até não poder e inclusive quando não podia, meus quatro irmãos dois fizeram o segundo grau completo, e dois nunca terminaram o primeiro grau, e nem te conto a história deles, muito pior.
    Isso se chama luta pela sobrevivencia, com honestidade é claro.
    Agora em Israel, recem chegada estou a aprender hebraico, não imaginas o desafio, mas vamos lá atéo final do ano estarei afiadinha.

    Sandra falou bem meu espírito tem vontade louca de crescimento mas não encherga fronteiras, ainda quero ao longo de minha vida morar em outros lugares, como Paris, Londres, Munik, Praga, passar temporadas, e curtir a cutura, o modos vivende destes povos.

    Azul, e não é verdade? Essa ‘cultura’ pobre que o Brasil vende como se fosse a única coisa que existisse em nosso país é pavorosa. Sou moreninha, piorou, com corpinho típico, piorou mais ainda, já perguntaram algumas vezes se eu era mulher de jogador de futebol. Mudo na hora a feição e afirmo com força, meu marido é advogado. Ai o engraçadinho se coloca no devido lugarzinho dele.
    Pois a imagem que as pessoas pelo mundo tem é que as mulheres brasileiras estão abertas a receber qq elogio digamos assim.
    Nem deixo passar daí, já fico bem séria ao dizer que sou brasileira.
    Mas é triste!
    Tanta menina bonita achar que o melhor da vida é desfilar quase nua em escola de samba. Só vai dar nisso mesmo.

    Gente estou em Israel a 5 meses. Muito doido tudo aqui. Já tinha vindo pra cá a quase sete anos atras como turista, até me convidaram para ficar e estudar aqui, mas eu não quis, não era o momento, mas sei lá minha história e meu destino são muito loucos.

    Beijo enorme pro ceis tudo ai! 😉

  332. Bom dia.

    claudio.

    Pedi a Baby para enviar um video anti-tabagista para você.
    Verifique se é possivel incluir no G-diet.
    Meu mail não carrega o volume e a intenção é dar apoio aos nossos amigos do blog e outros que acessem teu link ( é isto ?)

    Trata-se de uma paródia com a musica We are the world produzida por um grupo Goiano.

    Fica ao teu critério.

    Obrigado.

    Abraços.

    Pacheco.

    😀

  333. Sue.

    Estou indo consulta hospital ortopedia.Nada que assuste.Torção pé direito motivo pisada em falso.Regressando cuidarei fotos recebidas e enviarei outras.Agrdeço tua atenção .A mensagem ( emocionante ) da tua amiga reenviei para os mesmos contatos.
    Com alterações que presumo já leram.Espero que tenham entendido.Fiz com emoção.

    Muito obrigado.

    A VIDA É BELA.

    Embora existam os malditos cigarros nela.

    Hahahahahahahah ( não sei porque o Doido ri de vez em quando )

    XXX

    Pacheco. 😀

  334. Notei que entraram agora.

    Rapidinhas e depois retorno.

    Daniela.

    Meu reconhecimento fioi JUSTO pelo teu MERECIMENTO.

    Sei exatamente o que deves sentir.

    Eu sou branco e do tipo que o lula diz que somos culpados nem sei de que.Talvez ele tambem não saiba pois suspeita-se que fala o que lhe sopram.

    A Baby é negra.

    E isto não nos faz diferentes.
    Mas sabemos como certos FDP nos olham e comentam.
    E cagamos e andamos numa boa deixando os incomodados que assim fiquem.
    Os mais gozado é sentir que restrições são notadas de ambos lados.
    E o lado negro é o mais tolerante.E compreensivo.
    Nada que não possamos lidar.
    Na Bahia ha mais suavidade nesta questão de racismo.No sul………..Vixe Maria.Embora existam exceções.

    XXXX

    Para o advogado e para os futuros tambem 😀

    Targino.

    Anote ai.
    Depois conferimos.

    Deve ser o Serra o proximo presidente.
    O xuxu leva em São Paulo.
    Já tudo indica que salvo o imponderavel assim será.

    Não é a minha escolha tida com ideal.

    Quanto a dilma já sabes o que penso.Por mim:

    – NEM QUE A VACA TUSSA.
    Ela mesma a VACA que terá sim o apoio da Galinha e dos ratos liderados pela ratazana mor que recebe algumas instruções ainda do El RATON mumificado em vida e se junta para debates sul-americanos com o trio cocaleiro-petrolifero-indiano.

    Todos merecendo um grande movimento de encontro as sua torpes e mesquinhas ASPIRAÇÕES DE REERGUEREM UM SIMILAR muro DE Berlim para proteção deles mesmos pois sabem que ainda nesta vida um dia serão julgados.
    tenho com certo que serão.

    Tanto a mentira tem perna curta com a justiça tarda mas não falha.
    e
    sempre para os que escapam:

    RESTA A JUSTIÇA DIVINA.

    Que assim seja.

    Abraços.

    Pacheco 😀

  335. Ekran

    15/08/2009 – 08h50
    Músicos brasileiros falam sobre a influência de Woodstock; ouça
    da Folha Online

    Woodstock, um dos mais famosos festivais da história da música, completa 40 anos neste sábado. O evento, que ocorreu entre 15 e 17 de agosto de 1969, ficou famoso por reunir no mesmo palco 32 apresentações do quilate de Janis Joplin, Jimi Hendrix e The Who. A plateia era composta por mais de 400 mil pessoas espalhadas pela fazenda Bethel, em Nova York.

    Alguns músicos brasileiros falaram à Folha Online sobre suas impressões a respeito do festival. A história de Fernanda Takai, vocalista da banda Pato Fu, é bastante curiosa. “A banda que eu mais gostava, ‘The Mamas and the Papas’, acabou não se apresentando. Daquelas bandas todas é a que eu mais gosto até hoje”, conta.

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u609472.shtml

  336. TARGINOOOOOOO!!!!!!

    TARSO GENROOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!

    Este é vermelho desde criancinha cara.
    E teve o descaramento de querer dar uma de TENE CHEBA E GLORINHA sem o minimo bom senso.

    Fez uma MERDA na qual em prosa ou verso afirma ter derramado esperma pensando na mulher amada.

    Em another words UM PUNHETEIRO.

    Nem imagino comp pode olhar os seus..

    Papagaios me mordam!!

    Desejas um tipo assim na presidência?

    Tá me gozando não é?

    Só pode ser isto.

    Conseguiu.

    Fui

    Abraços.
    Apertados.MUY AMIGO.

    😀

  337. Ekram

    Mamas and Papas estouravam a boca do balão.
    Eram e são ainda ótimos quando ouvidos em gravações.

    Um dos membros morreu estupidamente.Estavam eles a comer hamburgers quando o dito caiu em convulsôes e demonstrando asfixia.Um pedaço do sanduba lhe entupira a garganta.Ninquém dos presentes soube identificar e lidar com primeiros socorros.
    Incrivel mas aconteceu.
    Bastava alquém ajuda-lo.

    O QUE TEM DE SER SERÁ.

    Não duvidem

    Aprendam e ensinem seus filhos parentes e amigos.
    na duvida enfie os dedos na goela do acidentado e forcem para que expila o possivel corpo obstrutor das vias respirátórias.
    Se necessário cortem no lugar e insiram um tubo.Serve até em emrgência estojo de caneta BIC.
    Treinem.
    Não se sabe o dia e a hora seguinte.

    Seu conhecimento pode ser a diferença.

    Obrigado

    Pacheco

    Saindo de verdade agora.

    😀

  338. Ekran

    woodstock after woodstock
    ———————-

    Homem que ajudou a tornar Woodstock realidade conta a experiência em livro e filme

    Publicada em 14/08/2009 às 09h56m,
    O Globo online
    Gilberto Scofield Jr., correspondente

    WASHINGTON – O roteirista e produtor Elliot Tiber tinha 34 anos quando Woodstock aconteceu, em agosto de 1969. Apesar de não ter sido um dos organizadores do festival ou de sequer ter feito parte da plateia de meio milhão de pessoas, Woodstock não teria acontecido sem ele. Foi para salvar o hotel El Mônaco, que seus pais haviam comprado em 1955, em Bethel, Nova York, que Tiber ofereceu o terreno do hotel para o festival. Ele soube que os produtores de Woodstock haviam perdido a licença para realizar o show em Wallkill e entrou em contato com Michael Lang, produtor do evento, e com o vizinho, o produtor de leite Max Yasgur, para oferecer o enorme terreno.

    O resto é História, e ela pode ser lida na biografia de Elliot Tiber – “Aconteceu em Woodstock” (BestSeller, R$ 34,90) -, escrita por ele e pelo jornalista Tom Monte. Foi com base neste livro que o cineasta Ang Lee filmou “Aconteceu em Woodstock”, que foi exibido em maio no Festival de Cannes, estreia dia 28 nos EUA e chega ao Brasil em janeiro de 2010.

    O senhor já viu “Aconteceu em Woodstock”? Achou o filme fiel ao livro?
    ELLIOT TIBER: Já vi o filme oito vezes e acho a história engraçada, leve e ao mesmo tempo apaixonada e fiel ao momento daquela época. É óbvio que a linguagem cinematográfica pede algumas mudanças: minhas três irmãs, por exemplo, acabaram virando uma só no filme, para simplificar. Mas o Ang Lee fez um trabalho ótimo, conseguindo reproduzir, por exemplo, aquela cultura judia nova-iorquina dos meus pais. Aliás, os atores que fizeram meus pais são mesmo muito parecidos com eles.

    E o que achou do trabalho do comediante Demetri Martin interpretando o senhor?
    TIBER: Bem, eu era bem mais bonito que ele na época, mas o trabalho dele é excepcional, mostrando com clareza o gay que eu era na época, um sujeito que havia participado das manifestações de Stonewall mas era incapaz de se assumir para a família judia. Ang e James queriam que eu me sentisse feliz com o filme, e eu estou felicíssimo com ele.

    Muita gente acha que faltou falar mais dos artistas que se apresentaram no festival.
    TIBER: Mas o filme, assim como o livro, não foi feito para falar dos artistas. Sobre isso já temos muitos documentários, livros e estudos. Minha ideia, e acho que a de Ang Lee, era mostrar os bastidores daquela festa, como ela se tornou possível, e nessa tarefa eles foram muito bem.

    As comemorações dos 40 anos de Woodstock parecem maiores do que os eventos dos 20 anos do festival…
    TIBER: E estão sendo mesmo. Eu acho que só mesmo o tempo faz a gente ter uma dimensão exata da importância de determinadas coisas ou pessoas em nossas vidas. A geração que viveu Woodstock está hoje nos seus 60 ou 70 anos, muitos já morreram. E o impacto hoje, na nova geração, é maior.

    Como assim?
    TIBER: A realidade americana hoje é de uma crise econômica sem precedentes, duas guerras e um constante sentimento de sobressalto em relação às ameaças terroristas. Viramos um país com medo. Daí, quando se percebe que, em 1969, apesar da Guerra do Vietnã e do presidente Nixon, era possível ser livre e feliz, isso tem um impacto e traz uma nostalgia e uma surpresa imensas. Éramos capazes de ser libertários, de interagir, de brigar pela paz sem vergonha disso. As drogas eram maconha e ácido, drogas gregárias, nada das drogas sintéticas egocêntricas de hoje. A gente se divertia em rolar na lama. Essa simplicidade e alegria de viver meio que se perderam hoje.

    E o principal legado de Woodstock, para o senhor, é um legado comportamental, cultural ou musical?
    TIBER: Eu não tinha a menor noção de como o festival mudaria a minha vida e a vida de toda uma geração. Foram três dias de rock e mensagens em defesa do amor livre e da paz no mundo como nunca mais se repetiu. Afinal, era meio milhão de pessoas em Bethel e outras tantas presas no engarrafamento a caminho da festa. Eu levei três anos escrevendo o livro e dois negociando a produção do filme com Ang Lee. E o que eu percebi, nesse meio-tempo, foi que Woodstock mudou a forma como víamos o rock, os jovens, a guerra e até o sexo. Tudo passou a ser olhado com mais seriedade.

    E as suas mudanças pessoais? Woodstock o ajudou a se assumir como gay?
    TIBER: Completamente, e isso está claro no livro e no filme. E é bom que seja assim, porque o processo de assumir-se não é o mesmo para todo mundo. Estou cansado de filmes com gays estereotipados, e “Aconteceu em Woodstock” conta a história de uma pessoa que pode ser um exemplo de vida, por achar o seu caminho e sua identidade. E essa é a lição de otimismo e fé na vida que o livro e o filme passam, de forma divertida.

    O senhor acabou não assistindo a um show sequer do festival.
    TIBER: Não assisti porque o nosso hotel virou o quartel-general dos organizadores de Woodstock, e nós tivemos um trabalho enorme para viabilizar aquela festa. Mas eu ouvia os artistas do lago ao lado do hotel. E o que eu ouvia era excepcional. O rock produzido e exibido ali era uma mensagem libertária, com letras geniais, bem diferentes do desabafo violento e preconceituoso do hip hop ou do rock pesado atuais. A trilha de Woodstock ficou comigo, ainda que minha cantora favorita seja mesmo a Judy Garland.

    E as críticas sobre as drogas e de que aquilo era um evento para hippies?
    TIBER: Era a voz dos conservadores da época, muito parecida com a dos conservadores de hoje. Nosso hotel acabou funcionando como uma espécie de posto de saúde, e o que se via eram casos de gente bêbada ou muito doida de ácido. Ninguém morreu, coisa que seria impensável hoje num festival com 500 mil pessoas.

    A cultura americana ficou melhor depois de Woodstock?
    TIBER: Não tenho a menor dúvida. Os eventos daquele verão em Nova York já foram reconhecidos como uma virada na vida cultural americana. E foi tudo tão por acaso…

    O senhor agora trabalha na realização do Gaystock? Pode explicar do que se trata?

    TIBER: É um festival de música com bandas de gays e lésbicas para um público homossexual. Há um enorme mercado consumidor para este público que não é bem atendido. Eu não falo só das músicas, mas do pacote musical completo, que inclui as letras e o comportamento das bandas. Deve ser em Miami, onde moro parte do ano. E até sobre isso eu preciso agradecer a Woodstock, porque foi com a visibilidade dos 40 anos do festival que alguns estúdios se interessaram em montar o festival comigo. Ainda não tem data marcada.

    Seu livro está sendo lançado em português. O senhor conhece o Brasil?
    TIBER: Fui ao Rio há 20 anos e adorei. Achei magnífico, apesar das recomendações que todos fazem para que os turistas tomem cuidado com a violência. Eu até aprendi umas palavras em português, mas a esta altura já não me atrevo a falar nada.

    http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/08/13/homem-que-ajudou-tornar-woodstock-realidade-conta-experiencia-em-livro-filme-757391124.asp

  339. Ekran

    Mautner woodstocked
    ———————-
    O Woodstock de Jorge Mautner
    Por Anna Virginia Balloussier
    Revista Rolling Stone
    16 de agosto de 2009, 13h21

    “Era muita gente, todo este clima de nudismo”, relembra o músico brasileiro, que passou poucas horas no festival

    Reza a lenda que, se você se lembra de ter estado em Woodstock, provavelmente nunca pisou os pés no festival. Iniciada há exatos quarenta anos, a mais vigorosa romaria da história da música pop abriu alas, afinal, ao estouro da manada lisérgica e à exaltação do “espírito livre”. Simplifiquemos: sair de lá com a memória intacta era tão difícil quanto Richard Nixon, então presidente dos EUA, declarar o fim da Guerra do Vietnã, ou Jim Morrison posar de garoto-propaganda.

    As lembranças de Jorge Mautner, é verdade, não são lá muito claras. Mas o cantor e compositor, marinheiro na mesma barca que Caetano Veloso, Gilberto Gil e cia., garante que foi bom garoto no festival – em comparação ao resto da galera, claro. A explicação é fácil: não durou mais que algumas horas, carregado por amigos norte-americanos.

    Eram tempos de auto-exílio para o rapaz de 28 anos. No Brasil, a linha-dura, praticamente um tanquinho de halterofilista de tão rígida, levou muitos a passar temporada “na gringa”. A maioria foi para Londres – Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jards Macalé. Mautner durou algum tempo na capital inglesa, mas ficou alguns anos nos EUA. E foi justamente o status de exilado que moldou sua experiência na fazenda em Bethel, comunidade rural que recebeu as hordas hormonais para três dias de sexo, drogas e rock ‘n’ roll em porções de atacado.

    “Era muita gente, todo este clima de nudismo. O que mais me marcou foi a multidão. Que multidão! Mas, na condição de exilado, minha atenção ia para o protesto. Meu olhar era o político”, contou, em entrevista à reportagem do site da Rolling Stone Brasil. Guerra do Vietnã, conflitos raciais, regimes militares pipocando no planeta inteiro. O mundo de 1969, definitivamente, não estava para brincadeira.

    Seis anos depois, os ventos de Woodstock sopraram no cangote brasileiro. Na fazenda Santa Virginia, em Iacanga, cidade paulista a 400 km da capital, o Festival de Águas Claras nascia com promessa de encarnar o espírito libertário do evento norte-americano. De João Gilberto a Novos Baianos, Mutantes a Raul Seixas, Wanderleia a Gilberto Gil: todo mundo deu um jeito de se enfiar lá, ainda que só para dar uma passadinha, num total de quatro edições (1975, 1981, 1983 e 1984).

    “Aqui não teve muita nudez”, Mautner começa sua lista de contrapontos à folia riponga dos EUA. “Woodstock teve um contexto peculiar. Teve seu Vietnã. Aqui éramos nós contra o regime militar.”

    Mas tudo dava na mesma: “Rock ‘n’ roll, claro. E o bom era que dava para tocar bem mais tempo do que em qualquer outro show! E num lugar com aquele clima de sacralidade…”. Só o aspecto lisérgico não ganhou comentário do autor de “Maracatu Atômico”, que viraria hit com Chico Science e sua Nação Zumbi. “Sobre drogas eu não comento.”

    Assim como em Bethel, o público ia de mala, cuia e barracas de acampamento para Iacanga – já os artistas ficavam na fazenda (“mas não rolava espaço para todos”) ou num hotel próximo, “só a 20 minutinhos”. Nesses trajetos, feitos em carroça mesmo, a trupe artística sempre esbarrava com um vendedor de leite e seu jumento. Benditos sejam. “Era a salvação! Todo mundo com aquela ressaca e aquele leite fresco!”, lembrou o músico. Até que certo dia… “E não é que aparece um cantor, de quem não lembro o nome agora, e grita, ‘nãããããão, cara! Não tomem isso! É veneno!’. Todo mundo caiu na gargalhada!”

    Assim como em Woodstock, não dá para lembrar na integralidade tudo o que rolava naqueles festivais na Santa Virginia – ou você “nunca esteve lá”. Os bons tempos com Itamar Assumpção, Moraes Moreira e tantos outros eram, ao memso tempo, “encontros de liberdade que prenunciavam a democratização” e a semente “dessa ideia de ecologia, lá, naquela fazendinha”. Bem perto da natureza. Mas perto mesmo. “Me lembro que o Hermeto Pascoal ficou fascinado por um chiqueiro. E começou a tocar com os porcos! Isso é interessantíssimo.”

    http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/6097/

  340. Ekran

    once upon a time em Bethel, a cerca de 160 km de Nova York …

    ———————–
    O Festival de Woodstock
    Por Greil Marcus

    Greil Marcus foi até Woodstock – e relatou suas experiências na edição 42 da Rolling Stone EUA, em setembro de 1969

    Era uma tarde de domingo e Joe Cocker and the Grease Band haviam terminado seu show poderoso quando, de repente, o céu ficou preto e todos souberam que a chuva cairia novamente. E caiu. O chão onde 200 ou 300 mil jovens estavam sentados implorava para voltar a virar lama e teve seu desejo atendido, o que não fez a menor diferença para ninguém. O vento também começou a soprar; parecia vir de algum apocalipse bíblico meio esquecido, mas ninguém estava preparado para o Julgamento Final, então transformamos a calamidade em celebração.

    “Cortem a energia, cortem a energia”, gritavam no palco, e os jovens bradavam “Dane-se a chuva, dane-se a chuva”, mas, na verdade, foi apenas outra chance para um novo tipo de diversão. Bênçãos incomuns dos elementos, nossos próprios santos dos últimos dias apareceram do nada. Em frente ao palco, um rapaz negro e outro branco tiraram a roupa e dançaram na lama e na chuva, girando em um círculo que ficava cada vez maior à medida que mais pessoas se juntavam a eles.

    Moon Fire, um mago gentil, pregava para uma pequena multidão que se abrigava sob o palco. Um homem alto com barba castanho-avermelhada e olhos brilhantes, descalço e vestido apenas com um roupão, ele viajou até o festival com sua amante, uma ovelha (“chame-a de ‘Sunshine’ se você for vegetariano, ‘Chops’ se não for”, pede). Em um canto estava seu cajado, com uma caveira humana no topo, e o bastão com a mensagem: “Don’t Eat Animals, Love Them/the Killing of Animals Creates the Killing of Men” [Não coma os animais, ame-os/A matança de animais cria a matança dos homens]. Ele explicou detalhadamente como ovelhas foram abençoadas com a maior capacidade de amar entre todos os animais, como uma ovelha realmente pode ficar grávida de um humano, embora, tragicamente, talvez por causa de alguma maldição esquecida, os filhotes estavam condenados a morrer no nascimento. Albert Grossman, com o rabo de cavalo encharcado, estava parado ali perto. Moon Fire foi até ele para dar sua bênção e Grossman gostou disso. A chuva significava simplesmente que era um bom momento para conhecer novas pessoas.

    Agora a chuva já está caindo há muito tempo, mas parecia seguro, e a equipe de palco colocou um disco para tocar. “Born On the Bayou” do Creedence Clearwater tocava no imenso sistema de som para a multidão enorme e, de repente, a Battle of the Bands [Batalha das Bandas, antigo programa de TV] da noite anterior se tornou o Palco Americano [American Bandstand, outro programa de TV]. Trezentas mil pessoas pularam na lama e começaram a dançar. Sacudindo o corpo e balançando a cabeça com a batida, saltando sobre e dentro de novas poças de lixo e lodo.

    O impacto de mais de um quarto de milhão de pessoas sentadas tinha sido uma visão e tanto, mas isso era praticamente mais do que qualquer um conseguisse acreditar. Frisbees começaram a voar sobre a multidão em direção ao palco, e os técnicos de som pularam para frente para jogá-los de volta. Depois, houve uma bola de futebol americano, laranjas, sanduíches, o que estivesse mais à mão e pudesse ser jogado em outras pessoas sem machucar ninguém.

    Country Joe and the Fish estavam agendados para tocar em seguida, e Barry Melton encurralou o organizador anunciando que a banda queria tocar. “Vocês não podem tocar agora, serão todos eletrocutados!” “Queremos tocar, bicho, queremos tocar agora, não precisamos de eletricidade.” “Eles querem tocar”, disse um membro da equipe para outro. “Diga você a eles que não podem. Eu não vou dizer”. O Fish tocou. Na chuva torrencial, o bom e velho Country Joe and the Fish subiu ao palco e apresentou sua música para a plateia que havia atiçado a banda. Barry agarrou um microfone sem fio, Mark Kapner levantou seu pequeno ukelele e Joe lidou com as bolas de futebol que continuavam quicando no palco. Greg Dewey, o novo baterista, trouxe seu kit, sentou e fez um solo de bateria alto, rápido e dançante que manteve a audiência se mexendo e dançando. Com certeza foi o único solo de bateria que já curti e, quando três ou quatro outros músicos se juntaram a Dewey nos címbalos, ele estava totalmente imerso naquilo, um músico fazendo música para as pessoas à sua frente.

    Um cara alto pulou no palco e começou a dançar na beira dele enquanto todos aplaudiam. Então, tirou as calças e dançou nu na chuva, sorrindo como um louco, de braços abertos em um amplo gesto de boas-vindas. Alguém passou uma garrafa de champanhe para a plateia e, depois, toda a comida que pudesse ser encontrada no palco, e o Fish continuou tocando e Joe continuou sorrindo. Eles me lembravam dos palhaços valentes de rodeio que correm para a arena quando um peão é ferido e o touro está pronto para pisoteá-lo. Eles vieram, mas ninguém estava com medo.

    O último congestionamento

    Sexta-feira, 15 de agosto de 1969, foi o primeiro dia da Feira de Música e Arte Woodstock, agora em White Lake, perto de Bethel, NY, a cerca de 160 km de Nova York e 80 km da Woodstock em si. A intrépida trupe da Rolling Stone pensou que livrar-se do trânsito era uma ideia brilhante, então saímos da cidade no início da manhã. Quando chegamos a Monticello, uma cidadezinha a 13 km do festival, o tráfego era pequeno. Então, chegou nossa vez: treze quilômetros de uma estrada de duas pistas congestionados com milhares de carros que mal se moviam. Os motores ferviam, as pessoas desmaiavam no acostamento da estrada e todos sorriam.

    Automóveis quebrados pareciam esqueletos dos cavalos que morreram na Trilha do Oregon. As pessoas começaram a improvisar, dirigindo nos acostamentos de terra até chegarem aos milhares que haviam pensado a mesma coisa e pararem novamente. Finalmente, as duas pistas se transformaram em quatro, mas mesmo assim nada se movia. Turistas gordos e inchados (pois estas eram as montanhas Catskills, a terra dos judeus, cheia de fígado picado e maus comediantes) olhavam para os carros, os esquisitões e os bons moços, com o estômago aparecendo na estrada. Era uma combinação de Weekend e Goodbye Columbus. Aqui estávamos nós, tentando chegar à terra de Hendrix e do Grateful Dead, sob os olhares brilhantes dos fãs de Montovani.

    Não havia nenhum controle de tráfego. Ficamos sentados no carro e pensamos todo tipo de solução genial para o problema do transporte, de estradas de pista única a aluguel de ônibus (um plano que falhou no último minuto), mas não havíamos ido a lugar nenhum e já haviam se passado quatro horas. Esta era a estrada no mapa, certo? Nenhum outro jeito de chegar lá? Muitos moleques estacionavam e começavam a andar pelos campos. Jovens que voltavam cansados nos disseram que nada andava mais adiante e que ainda havia 9,5 km para percorrer. Era um congestionamento cósmico, onde todos os carros se encaixam como peças de um quebra-cabeça e ficam ali para sempre.

    A polícia estimava que havia um milhão de pessoas na estrada naquele dia tentando chegar ao festival. Um milhão de pessoas. 186 mil ingressos tinham sido vendidos e os promotores achavam que, no máximo, 200.000 pessoas compareceriam. Isso parecia de outro mundo, mas crível, só que ninguém estava preparado para o que aconteceu, nem poderia estar.

    Talvez um quarto de milhão nunca tenha conseguido chegar. Eles desistiram e voltaram, ou estacionaram na estrada, armaram barracas na faixa divisória e ficaram por lá. Caramba, eles vieram para acampar por três dias e era isso o que iam fazer. Muitos haviam andado 24 km na chuva e na lama para desistir apenas 1,5 km antes do festival e voltar para trás, mas estavam se divertindo. Acampados na estrada sem ter ideia de onde ficava White Lake ou o que estava acontecendo, eles estavam curtindo, fazendo amigos, dançando com o rádio do carro e fazendo sua própria música em suas próprias guitarras.

    “Não é lindo aqui, todas as árvores e campinas? E sempre que fica quente demais, vem a chuva e refresca todo mundo. Uau.” “É, claro, mas você pagou 18 dólares, dirigiu desde Ohio e nem consegue chegar ao festival. Está decepcionado? Ou com raiva?” “Não, bicho. Todos são tão simpáticos, é como ficar preso no elevador com alguém quando acaba a força, mas aqui é muito mais legal do que um elevador.”

    Era uma visão impressionante, a estrada para White Lake: parecia, como alguém disse, o exército de Napoleão se retirando de Moscou. Ficou assim por três dias. Por todos os lugares, havia barracas e fogueiras, carros presos em valas, pessoas andando, deitadas, bebendo, comendo, lendo, cantando. Os jovens estavam dormindo, fazendo amor, caminhando com dificuldade nos pântanos, tentando ordenhar as vacas locais e tentando cozinhar o milho local. O exército da estrada estadual de Nova York Quickway 17B estava em manobras.

    Uma visão do segundo dia
    Quando penso naquele sábado, uma imagem se fixa em minha mente, e duvido que ela seja compartilhada por muitas pessoas, mas nunca esquecerei. Música folk tocou na noite de sexta, com Joe Baez, Arlo Guthrie, Sweetwater e Ravi Shankar, mas na manhã seguinte, o futuro era incerto e os boatos de que a área havia sido declarada um desastre oficial pareciam bastante críveis. Muitos foram embora na manhã de sábado, sufocados pela falta de água, o calor de 32 graus, os 99% de umidade e a multidão de corpos.

    “Amo todas essas pessoas”, diz uma garota, “elas são lindas e nunca achei que fosse ficar incomodada com tantas pessoas lindas, mas estou, e vou para casa”. Os rostos estavam caídos e cansados, olhares distantes, pernas se moviam lentamente em bolhas e pés doloridos. A falta de água, comida e banheiro estava se tornando difícil, embora todos dividissem e muitos simplesmente andavam pela área com mantimentos com o único objetivo de doá-los. Só que fazia cada vez mais calor e um garoto corria em pânico em direção ao lago, aninhando um cachorrinho nos braços. O animal estava inconsciente, com a língua para fora da boca, e não se movia. O garoto achou que o cão fosse morrer e estava com medo. Ele continuou correndo, eu o mirei e, então, saí do festival e decidi voltar para casa. Não consegui um voo e tive sorte de ficar, mas aquela cena assustadora era real e também fazia parte do festival em White Lake.

    Crosby-Stills-Nash & Young
    Todos nos EUA haviam visto fotos da multidão. Era maior do que parecia? Quem já tinha visto tanta gente no mesmo lugar com a mesma ideia? Bom, Hitler, o General MacArthur e Mao já tinham, mas esta era uma ocasião um tanto melhor. Elas vieram ouvir a música e ficaram para aproveitar a cena, as pessoas e o campo e, a qualquer momento, independentemente de quem estava tocando, era possível ver milhares se movendo em todas as direções, e mais gente acampada em cada colina e pelas matas. A música se tornou algo que estava acontecendo ali, e era maravilhosa, mas de nenhuma forma era todo o show. O sistema de som magnífico era claro e audível muito além do ponto de onde já não era mais possível ver as bandas, e alguns discutiam sobre o baixista na banda de Janis mesmo sem ter a menor ideia de como era fisicamente.

    Pouparei o leitor de uma análise detalhada e crítica sobre apresentação de cada grupo e sobre a validade e o impacto de seu som, música, show no palco e atitude. O impressionante era o peso impensável dos grupos que tocaram. Tomemos como exemplo a noite de sábado e a manhã de domingo (a música deveria ter começado às 13h e continuado por doze horas, mas começou à 15h ou 16h e foi até o meio da manhã seguinte). Veja a programação: Joe Cocker, Country Joe and the Fish, Ten Years After, Band, Johnny Winter, Blood Sweat & Tears, Crosby-Stills-Nash & Young, a Butterfield Blues Band, Sha Na Na (uma banda arrasadora de Nova York que faz versões lindas de sucessos dos anos 50) e Jimi Hendrix. É como assistir Deus durante a Criação do mundo. “E para Meu próximo número…”

    A cena no palco na noite de domingo era curiosa. Três bandas estavam ali se apresentando, montando os instrumentos, curtindo os outros músicos: Band, Blood Sweat & Tears e Paul Butterfield. Não havia dúvida nenhuma de que, em termos de prestígio, o Band era o rei da noite, se não para o público, para os outros músicos. Enquanto Helm, Danko e Robertson se sentavam nos amplificadores, ouvindo Johnny Winter, astros do passado e do presente vinham dizer um “oi”, apresentar-se e prestar seus respeitos artísticos. David Clayton-Thomas, o jovem vocalista canadense o BS & T, dava um sorriso enorme e um aperto de mão vigoroso – um homem a caminho do topo, com seu grupo líder de vendas no país e impressionando a plateia muito mais do que o Band tinha conseguido naquela noite, mas ainda bastante à sombra dos homens do Big Pink, que tocam música real que vem de histórias verdadeiras.

    E então, Paul Butterfield veio. Independentemente do que se pode pensar sobre a qualidade ou a relevância da música de Butterfield no ano de 1969, seu impacto sobre o rock é incalculável e ele é uma espécie de pai da cena moderna, tão crucial para o surgimento de San Francisco ou Bob Dylan quanto qualquer um nos EUA. A primeira banda de Butterfield e seus primeiros álbuns romperam barreiras e trouxeram centenas de músicos que agora são famosos e, se sua estrela está perdendo o brilho e seus álbuns têm vendas modestas, o respeito jovial que o grupo Band mostrou por ele naquela noite era simplesmente uma prova a mais de sua dignidade. Ele é um cara digno – sapatos finos, jaqueta amarrotada, cabelo cortado no estilo do gueto pobre de Chicago. Ele era, na verdade, o único blueseiro no palco, e a maneira como se portava dava uma noção do que essa palavra realmente significa.

    Perto das quatro da manhã, a equipe de palco começou a montar o aparato para a banda mais desconhecida do festival, Crosby, Stills, Nash & Young. Esta não era exatamente sua estreia – eles haviam tocado uma ou duas vezes antes, mas esta era uma plateia nacional, em termos de composição factual da multidão e da imprensa e graças à concorrência musical impressionante que enfrentavam. Eles seguiram Band, Winter, e Blood Sweat & Tears.

    Demorou muito para que tudo ficasse pronto, e as pessoas no palco se juntavam em volta dos amplificadores, das nove ou dez guitarras, das cadeiras, dos microfones e do órgão, mais empolgadas com a expectativa do que tinham ficado com qualquer outra banda naquela noite. Um semicírculo largo de equipamentos protegia os músicos do restante das pessoas. A banda estava muito nervosa – Neil Young andava a esmo, beijava a esposa, tentava afinar a guitarra em um canto, beijava a esposa de novo, com o olhar perdido, distante da plateia. Stills e Nash andavam para lá e para cá testando o órgão e os microfones e o baterista Dallas Taylor brincava com seu kit e tentava deixá-lo mais que perfeito. Finalmente, começaram.

    Crosby Stills e Nash abriram com “Judy Blue Eyes”, esticando-a por bastante tempo, explorando as figuras da música para a multidão, fazendo sua música tranquila e fazendo caretas um para o outro quando algo dava errado. Eles desafinavam e retomavam seu caminho pelas outras músicas e começaram a trocar de lugar, Crosby cantando com Stills, depois Nash e Crosby, para um lado e para outro. Eles tinham a plateia nas mãos o tempo inteiro. Muitos comentaram que sua música era perfeita, mas estéril – naquela noite não foi tão perfeita e foi tudo, menos estéril. Eles pareciam ser várias bandas em vez de uma só.

    Depois de cerca de meia hora, Neil Young abriu caminho na banda e se sentou com Steve Stills, e os dois se uniram para uma versão acústica extraordinária de “Mr. Soul”. Stills tirava um blues pungente de sua guitarra e a voz de Young estava perturbadora e atraente como nunca. A partir daquele ponto, eles simplesmente decolaram, mudaram para o rock e uma eletricidade grata – Nash, Stills, Crosby e/ou Young na guitarra, Young e Stills se revezando no órgão e dois coadjuvantes incríveis, Dallas Taylor na bateria e Greg Reeves no baixo.

    Visualmente, é uma das bandas mais empolgantes que já vi, todos os seis membros. David Crosby finalmente se parece exatamente com Buffalo Bill, seu cabelo esvoaçante e bigode torcido brincando com a luz. Steve Stills, do Canadá (era a noite dos canadenses), parecia tão californiano quanto um rato de praia, com cabelo loiro em estilo pajem, usando um poncho mexicano com as ondas Baja Peninsula de que gosta tanto. Graham Nash parecia um desses garotos ingleses vindos de uma infância mal-nutrida, pesando talvez 34 kg, e Neil Young, como sempre, parecia uma foto do livro Let Us Now Praise Famous Men, de Agee, meio gótico, pele e osso, tudo moldado por aqueles olhos esquisitos e penetrantes que têm calor embora mostrem medo. E Taylor! Este sim é um baterista. Ele toca como P. J. Proby canta, balançando a cabeça violentamente, o baterista mais cataclísmico que já vi. Bom, eles conseguiram. Bem em “Long Time Gone”, uma música para uma estação, se houvesse uma, com Stills no órgão, gritando os refrões, Neil mandando ver na guitarra solo, Crosby apontando sua guitarra elétrica de 12 cordas para a beira do palco, mordendo as palavras e as esticando, as letras tão fortes quanto qualquer uma que ouvimos:

    There’s something, something,
    something
    Goin’ on arrrround here
    That surely, surely, surely
    Won’t stand
    The light of day
    Oooohhhh!
    And it appears to be a long
    time…
    [Há alguma coisa/Acontecendo aqui/Que com certeza/Não suportará/A luz do dia/oh/E parece ser muito tempo…]

    Nunca vi um músico tão envolvido com sua música. Em um momento, Crosby quase caiu do palco em sua empolgação.

    Eles estavam no meio da noite de Nova York, na madrugada de domingo, no escuro após três dias de caos e ordem, e parecia ser a última das mil e uma noites americanas. Duzentas mil pessoas cobriam as colinas de um grande anfiteatro natural, fogueiras queimando à distância, as luzes brilhando das enormes torres nos rostos da banda. Crosby Stills Nash & Young foi apenas uma de muitas neste festival e, talvez, não chegaria ao topo se comparada com Hendrix ou Airplane ou Creedence Clearwater ou Who ou a Band, mas esta foi sua noite. Sua apresentação foi uma prova brilhante e assustadora da magnificência da música, e não acho que poderia ter acontecido com tanta potência em nenhum outro lugar. Este foi um festival que triunfou sobre si mesmo, enquanto Crosby e sua banda conduziam o caminho em direção a seu final.

    A transfiguração de Blind Joe Woodstock
    O grande clichê do festival, ouvido mais antes de seu início do que depois, era este: se Monterey era o começo, Woodstock era o fim. Al Aronowitz, escrevendo no New York Post, falou por muitos quando chamou o festival de “uma vigília”. Mas Woodstock/White Lake não foi uma vigília, e sim uma descoberta caótica e confusa de algo novo, algo com o qual nosso mundo agora deve achar um jeito de lidar. Os limites mudaram, foram expandidos, as prioridades foram reorganizadas e ideias novas e “impraticáveis” devem ser levadas a sério. É muito para a cabeça.

    O festival constituiu a terceira maior cidade do Estado de Nova York. Declarar seu fim foi como dizer que toda a população de Minneapolis tinha de fazer as malas e ir embora, agora mesmo. Para transmitir seu significado, é necessário buscar metáforas essencialmente inúteis sobre estrelas no céu ou pessoas na China. Bom, se você colocasse todos em uma fila, eles iriam e voltariam da linha do Equador cinco vezes. Entendeu? Mas todos ali eram fãs de rock, sabiam dançar, tinham suas bandas favoritas e pediam suas músicas preferidas. Todos andam com pessoas como essas, mas, desta vez, parecia que todas elas estavam em um só lugar ao mesmo tempo. Só que não estavam – ainda não.

    Os problemas logísticos que teremos de enfrentar nos próximos anos do rock são, essencialmente, emocionais. Havia centenas de milhares de pessoas, privadas entupidas, lixo e comida insuficiente principalmente porque a música é emocionante e porque o estilo de vida que alguém pode ter por alguns dias nas montanhas Catskills é mais atraente para uma quantidade imensa de jovens e adultos em retiro do que qualquer outra forma de existência.

    Janis Joplin e Creedence Clearwater são mais importantes do que se pode pensar não porque defendem alguma mensagem política misteriosa, e sim porque, quando as pessoas os ouvem, ficam empolgadas e extasiadas e se sentem mais vivas. Esta sensação é uma que as pessoas devem ter, e para chegar a isso, centenas de milhares delas aguentarão todo tipo de provação e sofrimento que considerariam intolerável nas circunstâncias normais da cidade ou de bairros afluentes. E a música e aqueles que a tocam para platéias enormes agora são tão bem estabelecidos, tão impressionantes e tão magníficos que quem vem ver e ouvir não precisa mais descontar suas raivas e frustrações nos outros – agora as pessoas podem levar as estrelas como referência, fechar fronteiras e construir suas comunidades instantâneas. Por um fim de semana, ou alguns dias, elas podem viver sob suas próprias regras sem pensar em rebelião.

    Acho que este é um ponto importante. No festival, milhares podiam fazer coisas que normalmente seriam consideradas rebeldes, nos termos de alguma teoria sociológica absurda que alguém pode querer adotar. Vender e usar todo tipo de droga, dançar aqui, ali e em todo lugar, nadar, fazer canoagem ou correr por aí nu e, acredite se quiser, ficar acordado a noite toda – era possível fazer tudo isso simplesmente porque era divertido, não porque esses atos representam pontos ganhos contra os pais, Richard Nixon ou o Seleções do Readers’ Digest.

    O festival de Woodstock ofereceu um ambiente e um contexto nos quais todas essas coisas e muitas mais eram naturais, sedutoras e óbvias. O agora famoso Dope Supermarket é um exemplo disso. No meio da mata, na encruzilhada entre a “Groovy Way” e a “Gentle Path”, ao lado de uma cara loja de contas, vários comerciantes de drogas chamam a atenção para sua mercadoria. “Haxixe? Ácido? Mescalina realmente boa?” “Quem tem ópio?” “Ele tem, ele, o cara de jaqueta vermelha.” “Quem tem erva?” “Só resta uma, bicho, vem pegar.” E assim por diante, o sonho de Robert Crumb realizado. Era um espetáculo impressionante simplesmente porque fazia muito sentido – muitas pessoas queriam aquilo, então um ponto central de negociação foi montado onde tudo estava disponível.

    Um fotógrafo chegou. “Ei”, gritou o homem com o ópio, “tire uma foto minha”. Não havia uma sensação de tirar de policiais a chance de uma apreensão. Garotos que tiveram seu primeiro gosto de drogas, sexo ou nudez em Woodstock podem se lembrar, mais tarde, de que pelo menos alguém acharia que esses atos eram errados, mas no festival era algo tão natural quanto atravessar a Main Street ou pegar o metrô.

    Isso não é dizer que a repressão sumiu da noite para o dia, totalmente, e sim que o festival criou e ofereceu um lugar de liberdade. Os promotores abriam o caminho, levaram a música, construíram um sistema de som do jardim suspenso da Babilônia e os jovens fizeram o resto. O problema agora é encontrar uma forma de esses festivais continuarem, com um conhecimento claro de que o público não pode ser limitado por vendas de ingressos ou algo assim.

    Poderíamos reduzir o tamanho, fazer festivais com uma ou duas “atrações principais” em vez de festivais onde todo mundo e ninguém é o artista principal. Poderíamos categorizá-lo, com “festivais folk” e “festivais de jazz” e “festivais de blues” e festivais locais. Todas essas possibilidades são boas e acontecerão, mas, depois de Woodstock, devem ser vistas, pelo menos até certo ponto, como meros dispositivos para conter o número de pessoas que queremos que estejam ali. O real desafio é reconhecer que Woodstock foi verdadeiramente a Terra de Oz, que quem estava lá desejará encontrar uma maneira de voltar e que quem ouviu sobre ela desejará ir para lá.

    Woodstock iniciou a série de concertos que duram a noite inteira com uma sequência impressionante de bandas – um festival verdadeiramente nacional, hemisférico, na verdade, pois o Canadá contribuiu com muito do que houve de melhor. Ótima música da tarde até a manhã, como os concertos na Índia, só que aqui era possível ver praticamente todos de uma só vez. Alguém podia se sentar e curtir os melhores grupos do mundo, e se Ike e Tina, B.B. King, Aretha, Sam, Dave e Blind Faith não estiveram ali, estarão, e se Bob Dylan, Stones e Beatles não estavam ali, estarão, se um festival desses puder ser realizado várias e várias vezes.

    Os problemas logísticos são os menores. Todos sabem agora que as pessoas devem ser levadas de ônibus desde estacionamentos-satélite, que o festival dever durar uma semana – talvez dois ou três dias antes e depois de cada show principal, que tem de haver dois ou três palcos em vez de um, com entretenimento simultâneo em cada um deles. Além de lixo, água, comida, etc. Esses problemas são pequenos não porque não será necessário um esforço tremendo para lidar com eles, e sim porque eles são essencialmente simples. O problema real é o público.

    Nos Estados Unidos e no mundo, os jovens curtem rock ‘n’ roll. É a coisa mais importante de suas vidas – o novo álbum de Janis Joplin é mais importante do que a chegada à Lua. Se dois terços dos EUA podem assistir à aterrissagem na Lua, alguma produção equivalente deve ocorrer para permitir que os roqueiros ouçam rock ‘n’ roll. Planeje um festival como Woodstock para 150 mil pessoas e você atrairá quase um milhão. Planeje o ano seguinte para um milhão e você conseguirá dez milhões. Continue planejando e você vai se afundar cada vez mais no buraco. As vendas de ingressos não serão suficientes. Conseguir que as bandas toquem de graça não será suficiente. Para o bem ou para o mal, estamos além desses tipos de soluções. Também não podemos recorrer a cercas eletrificadas, cães policiais, gás lacrimogêneo e o restante da parafernália norte-americana contemporânea para manter o público “legítimo” separado do restante da população rock ‘n’ roll.

    Provavelmente, uma tentativa terá de ser feita para conseguir que as gravadoras financiem o próximo festival nacional, seja ele realizado em Woodstock, Mill Valley ou Toronto. Ele deve ser considerado com a mesma atenção dada aos Jogos Olímpicos, o que é exatamente o que este festival foi, só que mais parecido com os Jogos de 2500 anos atrás do que com os atuais. Se diminuirmos o tamanho, para um festival que consiste de pouco mais de três atrações do Fillmore East ensanduichadas, também reduziremos as maiores possibilidades do rock ‘n’ roll.

    Trezentas mil pessoas absorvendo o que acontecesse em volta delas e um novo desafio a suas entranhas e sua ingenuidade, sentadas em uma montanha a noite inteira para ouvir seus artistas favoritos tocarem, trabalhando para eles, fazendo novas descobertas sobre os outros e a terra dia após dia, curtindo, agora Janis! Sly Stone! O Airplane! O Dead! The Who! A Band! Hendrix – este é só o começo – ou o final – e agora temos de sentar e descobrir como fazer isso funcionar.

    Neste domingo você confere entrevista com Jorge Mautner – o músico relembra as poucas horas que passou em Woodstock e fala sobre o festival de Águas Claras, a versão tupiniquim da maratona. E ainda: depoimentos de Carlos Santana, integrantes do Jefferson Airplane, Graham Nash e outros.

    http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/6098/

  341. Ekran

    falando em woodstock …
    —————
    Woodstock,
    de Pete Fornatele

    O radialista e escritor esteve no festival e neste livro, recém-publicado no Brasil, reúne depoimentos de nomes que tocaram na maratona, entre eles Carlos Santana, Janis Joplin e Joan Baez; confira um trecho

    Desde o momento em que o Santana começou a tocar na tarde de sábado, o som foi ficando mais alto e os artistas, mais conhecidos – tanto literalmente quanto figuradamente. Dá vontade de contar as piadas peso-pesado sobre o Canned Heat e o Mountain, mas isso diminuiria o impacto real dos dois grupos no mundo da música. No entanto, se o porte de peso de Bob Hite serviu como teste para a solidez do palco de Woodstock, um teste maior de resistência para aquela madeira fresca aguardava na lateral. Grupo relativamente novo, o Mountain, com Leslie West e Felix Pappalardi, estava para subir ao palco. Era apenas a quarta aparição deles juntos, mas ambos tinham currículos bastante impressionantes.

    Felix é mais lembrado hoje como produtor do Cream e membro fundador do Mountain – em última análise, e como o Cream, um power trio frequentemente considerado um dos criadores do heavy metal, então um gênero nascente do hard rock americano. (O termo “heavy metal” saiu da letra de “Born to Be Wild”, grande sucesso de 1968 do Steppenwolf.) As credenciais de Pappalardi vêm do boom do folk no início dos anos 60. Nascido no Bronx em 1939, ele estudou literatura musical, orquestração, regência, trompete, viola e baixo na Universidade de Michigan antes de voltar para a efervescente cena musical do Greenwich Village em Nova York. Ele disse à revista ZigZag em 1971:

    Felix Pappalardi: O que me levou de volta para lá, em primeiro lugar, foi que os melhores músicos que ouvi eram de lá e moravam dentro de uma área de 20 a 30 quarteirões. No início, ia nos finais de semana, depois passava a noite e, por fim, acabei me mudando. Comecei só tocando violão e cantando, depois toquei um baixo mexicano de seis cordas chamado guitarrón acompanhando gente como Tom Rush e Tom Paxton. Conheci John Sebastian e muitos outros, e nos tornamos músicos de estúdio para a Elektra e a Vanguard, além de acompanhar gente como Fred Neil nos clubes. Foi uma ótima época para mim, adorei.

    Felix testou sua mão como produtor e, sem grande surpresa, descobriu que era muito bom naquilo. A joia da coroa foi ser escolhido para produzir dois dos mais inovadores e bem-sucedidos álbums do hard rock de meados dos anos 60 – Disraeli Gears e Wheels of Fire, do Cream. A reputação como produtor lhe valeu a oportunidade de trabalhar com vários outros artistas, incluindo os Youngbloods, para quem produziu o hino hippie “Get Together”. Ele também fez a produção de algumas canções para um grupo de Long Island chamado Vagrants. A banda tinha alguma popularidade na região e girava em torno de Leslie West, um “homem-montanha” no sentido literal do termo.

    John Morris: O canário psicodélico de 150 quilos. Era assim que ele era conhecido. Leslie e eu remetemos a um dos primeiros shows que fiz. Produzi um lance em Long Island, no Mineola Playhouse, e eles estavam atrasados. Eu já estava no palco avisando que não vinham e que sentia muito, quando de repente vejo aquela massa de 150 quilos entrar correndo cheio de plumas – numa camisa de couro -, se ajoelhar, colocar os braços em torno das minhas pernas e dizer, “Cara! Sr. Cara! Por favor nos deixe tocar, sr. Cara, estamos atrasados mas queremos tocar!” Gary Kurfurst, empresário deles naquela época, era um bom amigo, e, claro, Felix Pappalardi era um músico surpreendente e boa gente. E a música deles era muito boa.

    Leslie West é tão bom em contar histórias como é bom na guitarra. E que história ele tem para contar.

    Leslie West: Alguns anos se passaram. Meu irmão Larry e eu estávamos no Vagrants. Aí tivemos esse produtor chamado Felix Pappalardi, que produziu nosso single, e meu irmão disse, “Quer saber? Ouça esse grupo”. Eu olhei no verso da capa do disco e dizia, “Cream produzido por Felix Pappalardi”. Falei para o meu irmão, “Espera aí. O mesmo cara que produziu os Vagrants é o cara que produziu esse grupo?” Ele disse, “O mesmo cara”. “Como é que a gente não tem o mesmo som do Cream?”. Ele respondeu, “Porque somos uma porcaria! Você não ensaia quando a mãe diz para você ensaiar”. Falei, “Você está totalmente errado. Eu ensaiei cinco, seis, sete minutos por dias durante três semanas!”.

    Depois veio uma daquelas epifanias que fundem a cabeça e mudam a vida:

    Leslie West: Bom, eu fui ao Fillmore para ver o Cream, e meu irmão deu uma ideia brilhante, “Vamos tomar um LSD”. Era um ácido legal, mas quando a cortina abriu e eu ouvi o Cream, falei, “Que merda! Nós realmente somos uma bosta”. Aí comecei a praticar e praticar. E a razão porque acabei tocando guitarra da maneira como toco foi porque estava apaixonado por Eric Clapton. Para mim ele era o máximo, ele e Jimi Hendrix, mas Clapton era o meu favorito. Eu vi o Cream e fiquei, “O que é a guitarra? O que é a voz? O que é a guitarra? O que é a voz? Isso é incrível!” Aquilo mudou a minha vida de uma maneira que acabei tocando com gente com que nunca tocaria na vida.

    Com certeza, Felix Pappalardi era um deles. O relacionamento que começou com os Vagrants continuou quando Leslie decidiu seguir carreira sozinho. Felix foi convidado para produzir o álbum solo de estreia, chamado Mountain. No verão de 1969, Felix começou a tocar baixo nos shows, com Leslie na guitarra solo, N. D. Smart na bateria e Steve Knight nos teclados. Este foi o quarteto escalado para tocar em Woodstock, e o grupo não decepcionou. A razão que alegaram para ter um tecladista foi que não queriam uma avaliação desfavorável em relação ao Cream. Existe também uma história, que não consegui confirmar, de que o nome da banda foi sugerido pelo companheiro e ex-aluno de Woodstock Bert Sommer. Verdade ou não, Mountain foi o nome adotado, e o primeiro álbum da banda, intitulado Mountain Climbing, foi lançado meses depois de Woodstock, quando tocaram juntos apenas pela quarta vez. Logo após o festival, o tecladista foi demitido e N.D. Smart foi substituído por um amigo canadense de Leslie, Laurence “Corky” Laing, fechando o trio que até hoje é conhecido como Mountain.
    O repertório deles em Woodstock incluía as seguintes músicas: “Blood of the Sun”, “Stormy Monday”, “Long Red”, “For Yasgur’s Farm” (então sem título), “You and Me”, “Theme from an Imaginary Western”, “Waiting to Take You Away”, “Dreams of Milk and Honey”, “Blind Man”, “Blue Suede Shoes” e “Southbound Train”.

    “For Yasgur’s Farm”, que obviamente refletia a experiência em Bethel, foi retrabalhada e recebeu um novo título para entrar no disco de estreia. Embora não tenha alcançado o status de hino – como a canção de Joni Mitchell ou “Lay Down (Candles in the Rain)”, de Melanie -, se tornou presença constante nos shows e teve uma execução significativa nas FMs de rock. Na entrevista à ZigZag em 1971, Pappalardi respondeu sobre a canção:

    Felix Pappalardi: Foi escrita por um longo período de tempo… Tocamos em Woodstock e, pelo impacto emocional que teve na gente, tivemos que mudar a letra para marcar a ocasião.

    Aqui está uma amostra:
    Happy dreams and somehow through the day
    We haven’t come so far to lose our way

    Muitas recordações de Woodstock estão totalmente misturadas aos cinco sentidos. Uma das lembranças mais vivas de Leslie West envolve o seu olfato tarde da noite e no começo da manhã:

    Leslie West: Estávamos na noite de sábado justo quando as luzes acenderam pela primeira vez, porque na noite de sexta choveu e eles só tiveram artistas acústicos. A noite de sábado foi linda. Quer dizer, como Jimi era a atração pricipal – na verdade ninguém era, mas ele era o maior nome -, nos divertimos muito. No começo estava um caos. Inclusive fizeram eu me esconder até escurecer, porque era uma questão de, “Quem está pronto? Quem vai entrar?” Nós fomos no nosso próprio helicóptero – éramos espertos, alugamos um. Infelizmente, como eu era mais pesado na época, o piloto do helicóptero não quis fazer só uma viagem. Então ele levou três caras e mais dois depois. E, eu lembro disso claramente, a mulher de Bud Praeger, Gloria, lhe deu seis galinhas assadas e ele não queria levar. Ele falou, “Eles têm comida lá, eles têm tudo para os artistas – eles têm bagels”. Bom, isso acabou na primeira hora. Janis Joplin comeu tudo. E, de repente, lá pras duas ou três da manhã, depois que Sly and the Family Stone entraram, estávamos mortos de fome. Estávamos sentados atrás do palco – não tinha nada lá, e Bud sacou aquelas galinhas. E as pessoas começaram a chegar perto porque cheirava bem demais. Glória, se você está escutando, Deus te abençoe, porque alimentamos umas quarenta e oito pessoas naquela noite.

    Em 1972, por brigas internas, o Mountain acabou. Houve reuniões posteriores e novas rupturas ao longo dos anos e, na verdade, existe uma encarnação do Mountain, com West e Laing, que ainda toca de vez em quando no século XXI. Mas um tipo diferente de tragédia do rock – um que não tem a ver com drogas, álcool, carros, quedas de aviões ou doenças fatais – pôs fim a qualquer possibilidade real de juntar os três “montanheiros” para tocar de novo.

    No dia 17 de abril de 1983, Gail Collins-Pappalardi, mulher, parceira de composições e diretora de design visual, matou o marido a tiros no apartamento deles em Nova York. Ela foi culpada por homicídio doloso por negligência, com sentença de até quatro anos de prisão, depois dos quais sumiu da vida pública e nunca mais foi vista. Pappalardi está enterrado no cemitério de Woodlawn com outros grandes músicos no lugar onde nasceu, o Bronx.

    Em 2007, o Mountain fez parte de uma turnê chamada HippieFest, e uma das paradas foi no novo centro de artes performáticas no local do Festival de Woodstock original. Leslie disse à revista Modern Guitars:

    Leslie West: Tocamos naquela turnê, tocamos nos bosques de Bethel e o novo anfiteatro de lá, que é perto do lugar original. Fomos ver o monumento com todos nossos nomes nele. Foi uma boa sensação, e é uma pena que Felix não estivesse por perto.

    Perguntado se Woodstock foi tudo que ele tinha esperado, Leslie respondeu com sua habitual sinceridade grosseira:

    Leslie West: Não esperei nada. Eu não tinha a menor ideia do que se tratava. Acho que ninguém esperou nada, pensando bem. Todo mundo foi para ficar doidão e ouvir música.

    http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/6100/

  342. Ekran

    some woodstocks…

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    Woodstock 40 anos: saiba o que aconteceu com os principais nomes do festival
    15/08/2009 – 8:10

    Muitos desses artistas já morreram ou não estão mais na ativa, mas alguns deles foram catapultados para o sucesso, seguindo suas carreiras até os dias de hoje.

    Para celebrar os 40 anos de Woodstock, selecionamos 10 artistas que se consagraram durante o festival e buscamos saber o que aconteceu com cada um deles após entrarem para a história durante os três dias de celebração em Bethel. Confira:

    Joan Baez

    Joan Baez se apresentou no primeiro dia de Woodstock, grávida de seis meses. No ano em que o festival aconteceu, a cantora, que depois viraria símbolo do movimento hippie, tinha lançado um álbum com canções de Bob Dylan, “Any Dau Now”. Após o festival, Joan Baez continuou sua luta contra a Guerra do Vietnã, com o álbum “Come From The Shadrows” (1972). Baez continuou fazendo shows e lançou discos durante as décadas de 80 e 90, mas sem alcançar o grande êxito dos tempos de Woodstock. Em 2008, Joan Baez celebrou 50 anos de carreira com uma turnê por EUA e Europa. Seu último álbum, “Day After Tomorrow”, foi lançado em 2008.

    Creedence Clearwater Revival

    O Creedence Clearwater Revival se apresentou no segundo dia de Woodstock. O grupo californiano liderado por John Fogerty fez um show composto com hits como “Bad Moon Rising”, “Proud Mary” e “Susie Q”. O grupo se separou em 1972 e John Fogerty iniciou uma bem-sucedida carreira solo. Seu irmão, Tom Fogerty, faleceu em setembro de 1990, enquanto os outros integrantes, Stu Cook (baixo) e Doug Clifford (bateria), formaram o Creedence Clearwater Revisited, tocando antigos clássicos do grupo em turnês ao redor do mundo. John Fogerty foi eleito o 40º maior guitarrista de todos os tempos pela revista “Rolling Stone”, em 2003.

    The Who

    Os ingleses do The Who se apresentaram no segundo dia de Woodstock com um set de 25 músicas, como os clássicos “My Generation” e o álbum “Tommy” inteiro, na ordem original. Em setembro de 1978, o grupo perdeu parte de sua força com a morte do baterista Keith Moon. Em 1989, o The Who promoveu uma turnê de reunião para comemorar os 25 anos da banda e 20 do álbum “Tommy”. Em 2002, tiveram uma nova baixa com a morte por overdose de John Entwistle (baixo). O último disco de inéditas do grupo, “Endless Wire”, foi lançado em outubro de 2006.

    Sly and The Family Stone

    Representantes da black music, o Sly and The Family Stone tocou no segundo dia de Woodstock e colocou as milhares de pessoas presentes para dançar ao som de hits tirados do álbum “Stand!” (1969), como “Everyday people”, “Dance to the music” e “I want to take you higher”. O grupo liderado por Sylvester “Sly Stone” Stewart se manteve na ativa de 1967 a 1975.

    Santana

    Quando se apresentou no segundo dia de Woodstock, Carlos Santana estava no começo de carreira. Após o sucesso de sua apresentação no festival, Santana se consagrou, tornando-se um dos maiores guitarristas do mundo. Em 1970, lançou “Abraxas”, um dos principais álbuns da história do rock. Santana gravou diversos álbuns nas décadas de 70 e 90. Em 2000, o guitarrista ganhou nove prêmios Grammy pelo disco “Supernatural”, de 1999. O álbum foi um dos maiores sucessos comerciais de Santana e contava com participações de Rob Thomas, Eric Clapton e Lauryn Hill. Seu último disco é “All That I Am”, de 2005.

    Janis Joplin

    Janis Joplin foi um dos maiores nomes do Woodstock. A cantora se apresentou no segundo dia de festival acompanhada de sua banda, a Kozmic blues Band. Pouco depois de gravar o álbum “Pearl”, que seria lançado somente em 1971, Janis morreu aos 27 anos vítima de uma overdose, em outubro de 1970.

    Jimi Hendrix

    Ao lado de Janis Joplin, Jimi Hendrix pode ser considerado outro símbolo do festival Woodstock. O guitarrista tocou no terceiro dia de festival e levou o público ao delírio com clássicos como “Purple Haze”, “Foxy Lady” e “Voodoo Child”. Assim como Janis, Hendrix morreu de overdose aos 27 anos, em setembro de 1970.

    Joe Cocker

    Joe Coker abriu os shows do terceiro dia de Woodstock em uma das performances mais viscerais de sua carreira e do festival. Seu show teve como base as canções do disco “With a little help from my friends”. Além da música dos Beatles, Cocker tocou clássicos como “Just like a Woman” e “I shall be released”, de Bob Dylan. Cocker está na ativa até hoje, mas na década de 70 teve problemas com drogas e álcool. Em 2007, Cocker participou do longa-metragem musical “Across the Universe”. Seu último disco de estúdio, “Hymm for My Soul”, foi lançado em 2007 e traz canções de Stevie Wonder, George Harrison, Bob Dylan e John Fogerty.

    Crosby, Stills, Nash & Young

    Formado por David Crosby, Graham Nash, Stephen Stills e Neil Young, o Crosby, Stills, Nash & Young estava recém formado quando se consagrou no último dia de shows no festival Woodstock. Em 1970, Neil Young deixou o grupo para ingressar numa bem-sucedida carreira solo que perdura até hoje. O grupo voltou a se reunir com a formação original para seu aniversário de 25 anos, em 1994, que contou com o lançamento do disco “After the Storm”. Em seguida, eles excursionaram novamente para promover o álbum “Looking Forward”.

    The Band

    Formado por Rick Danko (baixo e vocal), Levon Helm (bateria e vocal), Garth Hudson (teclado), Richard Manuel (piano e vocal) e Robbie Robertson (guitarra e vocal), a The Band se apresentou no terceiro dia de Woodstock. Antes de virarem um grupo, os integrantes faziam papel da banda de apoio de Bob Dylan. No ano em que se apresentaram no festival haviam lançado seu segundo álbum, “The Band”.

    O grupo encerrou suas atividades em novembro de 1976 com um show intitulado “The Last Waltz”, com participação de gente como Neil Young, Eric Clapton, Ringo Starr e Bob Dylan. O último show do grupo virou um documentário dirigido por Martin Scorcese e disco triplo. O grupo chegou a se reunir sem o guitarrista Robbie Robertson em 1983, mas sem muito sucesso. Levon Helm vai se apresentar neste sábado (15) no show em comemoração aos 40 anos de Woodstock.

    http://www.abril.com.br/noticias/diversao/woodstock-40-anos-saiba-aconteceu-principais-nomes-festival-492154.shtml

  343. Sandra

    Bom dia!
    Amei a entrevista do Gerald. O Woodstock que ele viu.

  344. Sandra

    “Hoje se fala entre 400 mil e 500 mil pessoas. Na época, a gente não pensava assim – pensava: ‘meu Deus, quanta gente, que loucura!’”

    “Uma das lembranças mais fortes que eu tenho, além da lama e do fedor, foi a passividade dos policiais diante de tudo o que estava acontecendo.”

    “Foi de um grupo de pessoas sentadas no gramado, não foi no palco. Acho que eram oito violões e uma lata de lixo virada ao contrário usada como tambor. E era um som absolutamente impressionante. Nunca vou saber quem eram.”

    “Foi um evento quase espontâneo, eu não sei o que reuniu aquelas pessoas. Porque foi único”

    “Pois é! Quarenta anos se passaram”

    “Mudamos?

    Nada.”

    “Com a vitória do Obama eu desci para Washington no dia 20 de janeiro (dia da posse do presidente) e chegando lá eu disse, por alguns minutos: ‘isto aqui é Woodstock no inverno’”

    “Amor da minha vida,

    Quando o ponteiro do relógio da sala da tua casa aí no Rio (ironicamente ela fica na Avenida Dr. Martin Luther King Jr.) apontar 3 da tarde, aqui em Washington DC estará sendo meio dia, o homem mais inteligente e glorioso deste planeta estará se transformando no nosso 44 presidente.

    Mileny: aos quase oito anos de idade você tem a linda sorte de se enxergar pequena, linda e negra, exibir esses cabelos de trancinhas e notar que todos olham pra você com enorme ternura e carinho. Mas, quando você estiver com seus 18 anos, talvez lerá essa carta em outra perspectiva e terá uma conversa em perspectiva comigo.”
    (http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/2009/01/20/washington-faltam-3-horas-carta-pra-mileny-8-anos-ba-rock-obama/)

    Parabéns pelos 40 anos de Woodstock, Gerald (17/8).

  345. Sandra

    “Mudaram as estações e nada mudou
    Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
    Está tudo assim tão diferente
    Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar
    Que tudo era pra sempre
    Sem saber
    Que o pra sempre,
    sempre acaba!
    Mas nada vai conseguir mudar o que ficou
    Quando penso em alguém
    Só penso em você
    E aí então estamos bem
    Mesmo com tantos motivos pra deixar tudo como está
    nem desistir, nem tentar
    Agora tanto faz
    Estamos indo de volta pra casa”
    (Renato Russo)

  346. Sandra

    Saindo agora. Beijos em todos.

  347. Ekran

    Money!
    —————-
    Peace, love and profits
    BY ROB COX AND YOREE KOH

    Woodstock: For most rockers and aging hippies the 40th anniversary of Woodstock this weekend will mark a happy occasion. Those who still can may recall love freely given, heads sprouting with muddy but flowing locks of hair and the notes of Jimi Hendrix’s electric rendition of the “Star Spangled Banner”. But for the rock and roll industry itself, the anniversary elicits more mixed sentiments.

    That’s because the music business currently finds itself in a sort of Alice in Wonderland version of the reality that emerged after the 1969 music festival. The three-day concert, which attracted more than 350,000 people, was actually a financial disaster. Yet through the subsequent release of a live album and an Oscar-winning documentary, Woodstock’s architects were eventually able to make a profit.

    Today, the economics of rock and roll are reversed. Yes, record music groups like Warner Music, EMI, Sony and others still ply their trade by signing aspiring artists, convincing radio stations to play their tunes and then selling them in stores or on the web. But the spoils are increasingly accruing to those who handle the mechanics of concert tours and festivals like the one that took place four decades ago this weekend.

    Consider the arithmetic of Woodstock. The event was organised by Woodstock Ventures, whose principals were Michael Lang, John Roberts, Joel Rosenman and Artie Kornfeld. For a ticket to all three days of the festival held on a farm in Bethel, New York, the promoters charged $18 in advance. When adjusted for inflation, that would be about $106 in today’s dollars.

    Now compare that to the price of admission to Bonnaroo, the jam-band festival held every June in Tennessee; or Coachella, the alternative music extravaganza that takes place in April near Palm Springs. Threeday passes cost $250 and $269 respectively. Moreover, both festivals attract rich sponsors, such as Budweiser, Heineken, AT&T, Whole Foods and others looking to hawk their wares to a hip clientele.

    Famously, few of Woodstock’s groupies actually paid to get in – a tenth of them according to the event’s promoters. And as many as 18,000 of those who did shell out for advance tickets were actually later given refunds because they were unable to reach the venue after the roads were closed to traffic. With the festival costing $3.4m – including Hendrix’s relatively modest $18,000 fee – Woodstock Ventures was in debt to the tune of $1.6m after all the litter was picked up from Max Yasgur’s farm.

    And here’s where the music industry, then entering its heyday, swooped in for the kill. Warner Brothers received exclusive distribution rights to the documentary Michael Wadleigh shot for just around $100,000. In exchange for the rights, the concert’s promoters took a $1m flat fee, plus a small take in the back end. Within a decade, the film took in over $50m in worldwide box office receipts and Warner Brothers earned $16.4m in rentals. It also won the 1970 Oscar for best documentary.

    Concert-goers no longer clamour for slickly-produced documentations of their musical experiences. Why would they when they can record concerts on their cellular phones or their handheld Flip video cameras? They are all bootleggers now. And even those who’d rather enjoy a concert outside the lens of their telephones can find multiple versions of most events uploaded and broadcast for free on YouTube.

    All of this has conspired to push more of the financial pie to the concert itself, a fact not lost on the industry. It explains why, for example, Warner Music has been acquiring stakes in companies like Australia’s Peppermintblue Entertainment, which offers a wider array of services to artists than those traditionally peddled by labels.

    It’s also the reason Ticketmaster and LiveNation are trying to merge, creating a vertically integrated promoter, ticketing service and artist management group. Of course, with economics gravitating to these parts of the rock business, it is also why legislators, rivals and even artists like Bruce Springsteen are amassing heavy opposition to the deal. So much for peace, love and rock and roll.

    http://www.breakingviews.com/2009/08/13/woodstock.aspx?sg=nytimes

  348. Daniela

    AH Pacheco,

    Meu marido é judeu neto de alemães, vindos pouco antes do start da segunda guerra para o Brasil.
    O povo é a nata de tão brancos, e daí cheguei eu com meu borogodó. Fazer o que? Nos amamos.
    Vc não tem idéia do choque.
    Taí uma boa sugestão para outro post do Gerald.
    A dificuldade das pessoas se aceitarem, e aceitarem as escolhas dos outros.
    Hahahhah
    Esta é uma história ótima do mais puro e genuíno amor com todo egocentrismo que me cabe a descrição pois só quem ama de verdade pode ser tão egoista a ponto de ficar cego.
    Um dia te conto esta história de minha vida.
    Beijão Pacheco.
    DG

  349. targinosilva

    Pacheco.

    Me aponte um homem, viril, que nunca se masturbou.
    Eu avalio um homem pelo o que ele pensa, pelo o que
    faz com a cabeça, não com o penis.
    Por que é tão importante um festival de música?
    É mais importante que um congresso de medicos,
    cientistas, ecologistas, etc?
    Este, sim, mudam o mundo.
    É como dizia um velho amigo, Jose Carlos Bortot:
    é muito tempero para o chuchu (Trepadeira herbácea).

  350. targinosilva

    erro de concordancia.
    Estes, sim, mumdam o mundo.

  351. targinosilva

    a errata da errata.

    Estes, sim, mudam o mundo!!!!!!!!!

  352. Daniela.

    Contaremos as nossas historias.

    Contaras a tua e eu a minha.

    Ja despontam pontos convergentes.

    Minha origem genética é alemâ ( pai ) e incubdeira humana cabocla de origens lusas.Depois pai mãe e tudo mais de coração oriundos de Calabria e Cremona.
    Sem mafia na parada ao que eu saiba.
    Um enredo para novela mexicana,
    E aqui estou com saude Graças a Deus e tentando melhorar meu saldo com o Divino.
    Tambem………….ops!
    Depois conversamos.
    Teremos tempo.
    Pergunte ao teu amigo de casa se ele conheceu familias germanicas de Itapolis SP.

    Será que o Destino nos está aprontando?
    Seria o MAXIMO.
    Sempre tudo é possivel.

    XXX

    Pacheco. 😉

  353. Nunca imaginei que quarenta anos depois eu veria tudo de Woodstock.

    Posso até sentir as musicas.

    E os respingos de lama.

    E tudo de graça!!!!!!!.

    FANTASTICO!!!! EXTRAORDINÁRIO!!!! FENOMENAL!!!!!!.

    E tudo graças ao nosso amigo!

    E K R A N.

    VIVA!!!!.

    😀

  354. TODAY

    WOODSTOCK REVIVAL.

    BY EKRANROCK NEWS.

    SOLD OUT.

    MAKE RESERVE FOR TOMOROW.

    Call Vampire fro Curitiba.

    DO IT.

    NOW.

    Rock me Baby 😀

  355. claudio.

    Baby ligou e CONFIRMOU que te enviou o video.

    Espero que o aproveites com estimulo aos não tabagistas.

    O critério é teu.

    Me arde o oio.
    Entope ouvido
    O fumcê deste trem fedido

    Cantado com sons de WE ARE THE WORLD.

    É hilário.

    Mostre a todos please.

    Obrigado.

    Pacheco. 😉

  356. Targino.

    Nunca menti.
    Nem pretendo.
    Na juventude eu comia a Maria das Palmas.
    Se a Baby demorar comerei novamente.
    Fui de manã ao médico ortopedista.
    Doia o dedão do pé.
    Se a dor aparecer la onde não queremos boladas eu mesmo me receito e curo.
    O que é muito diferente de fazer poesia se eu tivesse ambição de governar o Rio Grande do Sul que é o que o tarso vem anunciando.
    Problema do gauchos dizerem se concordam ou não.
    NÃO CONFIO NO POSSIVEL CONTEUDO DA CABEÇA DE UM MINISTRO QUE BRIGA PARA DAR ASILO A UM NOTÓRIO CRIMINOSO
    I T A L I A N O.

    Já julgado e foragido do pais amigo.

    ISTO È UMA VERGONHA.

    Embora alguns brasileiros julguem que não.

    Não sei se médicos,ecologistas e cientistas mudam o mundo.
    Mas tenho absoluta certeza que o mundo os muda.

    PERIODICAMENTE SOMOS TODOS MUDADOS.

    E estamos neste assunto conversados.

    Ou não ! Hein?

    😀

    FUI

    Até mais.

  357. Daniela

    Ih Pacheco,
    hahhahahah
    Dou risada pois sempre tive uma queda absurda por homem germanico.
    Sempre namorei o alemãzinho da turma, até que conheci o maridão através do meu melhor amigo, o irmão dele, que é como irmão para mim tb. O meu amigo irmão e xará, disse um dia:
    Sabe Daniela vc precisa conhecer meu irmão, vcs dão certinho.
    Quero ver a luta de egos!
    Foi o que aconteceu no primeiro encontro nos detestamos, nos odiamos, e no segundo encontro simpatizamos um com o outro, fomos ao show do ‘Lord of the dance” Foi mágico.
    Conclusão juntos até hj e lá se vão nove anos.
    Pena que o irmão dele foi a unica pessoa da família que gostou da nossa união.
    Bom o Meu amor por parte de mãe é alemão geral. Por parte de pai israelense.
    Eu mulata, mistura de negro e alemão por parte de mãe, e indio por parte de pai.
    Minha trizavó alemã perdeu todos os direitos a herança por ter se casado com um negão, a família virou as costas para ela e seus descendentes. Triste! Mas ela foi corajosa e comprou a briga, pagou caro e viveu seu amor
    Já viu que sou uma menina com tudo para ser doidona mesmo, a mistura é bem louca.
    Coisas do Brasil!

    Vou perguntar ao amado se ele conhece seu povo.
    Aliás vc tb é judeu?

    Judeu tem um apego com a mãe que nem froid explica ou resolve sabia?

    heheheh
    DG

  358. targinosilva

    Tudo que eu havia dito era suposição, agora é verdade.
    O Chaves que se cuide.

    Nixon e Médici discutiram como derrubar Allende

    WASHINGTON – O presidente americano Richard Nixon e o general e presidente brasileiro Emílio Garrastazu Médici discutiram, em dezembro de 1971, como cooperar para derrubar o presidente chileno Salvador Allende, segundo documentos oficiais da Casa Branca que eram confidenciais e foram liberados nesta segunda-feira.
    · Leia o documento divulgado pelo governo dos EUA na íntegra (pdf em inglês)

    Em um encontro na Casa Branca em 9 de dezembro de 1971, Nixon perguntou ao presidente brasileiro se os militares chilenos eram capazes de derrubar Allende.
    Médici respondeu que na sua opinião eram e “deixou claro que o Brasil estava trabalhando com este objetivo”, completa o memorando, que deixou de ser confidencial em julho, como obriga uma lei de documentos oficiais americana.
    Nixon deu seu consentimento à suposta desestabilização política brasileira no Chile, onde Allende assumira o poder há pouco mais de um ano.
    O golpe de Estado liderado pelo general Augusto Pinochet aconteceu quase dois anos depois, no dia 11 de setembro de 1973.
    “O presidente (Nixon) disse que era muito importante que Brasil e Estados Unidos trabalhassem estreitamente neste campo”, acrescenta o memorando.
    Nixon pediu a Médici, general presidente da ditadura militar brasileira desde 1969, que contasse como poderia ajudar. “Se precisa de dinheiro ou outra ajuda discreta, talvez possamos colocar a sua disposição”, disse Nixon.
    Estados Unidos e Brasil, afirmou Nixon ao convidado brasileiro, “devem tentar e prevenir novos Allendes e Castros e evitar, onde for possível, inverter estas tendências”.
    “O Brasil, como país sul-americano, pode fazer muitas coisas que os Estados Unidos não podem na região”, comentou Nixon durante o encontro.
    O golpe de Pinochet contra Allende acabou com o primeiro governo de tendência marxista que chegou ao poder pelas urnas na América Latina e deu início a uma ditadura que deixou, oficialmente, mais de 3 mil vítimas, entre executados e desaparecidos (1973-1990).
    Nixon renunciou em 1974 para evitar um impeachment iminente por parte do Congresso, em meio ao escândalo de Watergate.

  359. targinosilva

    Pacheco.

    O Italiano viveu na França, que faz fronteira com
    a Italia, não foi extraditado, por que o Brasil
    tem que extraditar?

  360. Sandra

    Targino, porque ele é um assassino e não é brasileiro.

    Por que os cubanos foram extraditados?

  361. Daniela

    Gente sobre o caso Batistti.
    Terrorista que nem a Dilma que explode bancos, defendido sim pelos PT’s da vida, não existe apenas um sequer nexo causal que mantenha este guerrilheiro ITALIANO no Brasil.
    è só mais uma prova de que o poder do Planalto extrapola completamente todos os limites.
    O judiciário está tomado, não confio em uma só decisão empregada pela justiça brasileira e olha que de direito eu entendo pois trabalhei por oito anos com advocacia.
    Nada funciona mais como deveria, seja no caso Batistti, ou no caso do Sean, ou em meus próprios casos de ações que estão pendentes a anos no Brasil.
    Isso acontece quando uma besta iletrada assume o poder, com uma pseudo formação comunista, pausa para cuspir, não dá para falar dessas coisas sem ter absoluto nojo.
    É gente rapadura é doce mas não é mole não…
    DG

  362. Daniela

    detalhe:

    Froid, Sigmund Froid.

    Piada para amenizar:

    Estavam tres mães judias conversndo num café.
    A primeira diz:
    Minha filhinha Abrahaam, me ama tanto que me deu de presente uma viagem de seis meses pelo mundo toda.
    A segunda diz :
    Ih vc não sabe nada, minha filhinha Moshe é muito melhor me deu uma quinta em portugal, com vinhedo lindo, lindo passo as féra de verão lá todos os anos agora!
    A terceira mamale diz:
    Vcs são minhas amigas desde Alemanha, de antes de guerra, gosto de vcs, mas tenho que dizer que minha filhinha David émuito melhor que suas filhinhas….
    As duas indignadas perguntam o p^q.
    e ela responde;
    David minha filhinha gasta todos osdias em NY US$ 500, quientas dollares com analista, e pra falar de quem???
    Da mamale dele clarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrroooo!!!!

    Fui DG

  363. Daniela

    hahahah
    Sandra mandou muito!
    O coitados dos cubanos são boxeadores, e ao que me cabe saber nunca matram ninguém!!!

  364. Sandra

    O que muda o mundo? O que nos muda?

    Quando fizemos 10 anos de casados, íamos sair para comemorar, mas meu marido ficou 3 horas preso no trânsito, e tivemos de desistir. Minha filha fez uma mesa com seus copinhos, tacinhas, pratinhos,… e cantou Parabéns a Você para nós. Se me perguntarem como comemorei meu aniversário de casamento esse ano, talvez não me lembre, mas nunca esquecerei daquele aniversário.

    Lembro-me quando fui ao Rio de Janeiro e me perdi no centro. Tinha separado o dinheiro para a condução, pois não queria abrir a bolsa e revirá-la no ônibus. Mas havia um conjunto tocando violão e um rapaz cantava lindamente. Ele percebeu que eu parei e voltei para ouvi-los. Percebeu meu encanto. Eles passaram recolhendo dinheiro, e eu dei o da condução. Pensei: hoje vou ser assaltada. Hoje durmo na rua. E ri. O rapaz conversou comigo e disse onde se apresentavam, para que eu fosse vê-los… mas eu já estava com os dias contados para voltar a Sampa. Ele percebeu que tinha ARRASADO!!!!!!!! Naquele dia, resolvi andar mais umas voltas pelo centro, e ele me encantou mais do que as lindíssimas praias. Talvez pela música, talvez pela sensação de liberdade.

    O que tocou o Gerald? Talvez o mal-cheiro da lama, a música improvisada em latas de lixo, as brigas entre as bandas, além dos magníficos artistas.

    Às vezes, o que nos muda, é algo muito simples.

  365. Sandra

    Sei que Woodstock ganhou outro sabor visto pelos olhos dele. E olha que eu já estava encantada com o clássico, principalmente com Hendrix.

  366. Silvinho

    Gerald, numa coisa eu concordo com voce: Quando se refere ao Blog como “Essa merda…” numa resposta ao Edward. Quero acrecentar: Essa merda censurada!
    Pois meu ultimo post de resposta ao Pacheco foi censurado!
    Desafio voces a publicarem esse post.
    Silvinho

  367. Ana Paula

    Daniela,

    Pois é, minha amiga, o negócio tá feio e escandaloso aqui no Brasil. Mas uma hora a gente aprende. O meu medo é ficar pesado, triste, encostado, meio abandonado como os europeus. Isso eu não quero também não.
    Sua estória de vida é linda e corajosa! Obrigada por compartilhar!

    Uma vez um israelita me disse: balance qualquer árvore genealógica e irá cair um judeu dela!

    Então… Somos todos um?
    Se chegarmos a esta conclusão eventualmente, será uma felicidade.

    Abraços.

  368. Ana Paula

    Lama (16:26)

    Desculpa aê Lama,
    Mas o que toca na minha casa é rock da década de 70, além de um monte de coisas, porque amamos música.
    E quem ensinou meu pai a gostar de Bob Dylan foi minha irmã caçula!
    Rock bom de verdade não MORRE, colega! Só vai ficando melhor!

  369. Ana Paula

    Ow,

    Essa foto do Mr. Thomas com 15 aninhos de idade está uma graça!
    😀
    Adorei!

  370. Ana Paula

    Enfant terrible! 😀

  371. Silvinho.

    Se impediram teu comentário pode ser que tenhas usado de termos inconvenientes.

    Tente dizer por metaforas.

    Se depender de uma aprovação ou manifestação minha já esta feito.

    Seria interessante termos a chance de te ler.

    É isto.

    Fica a critério dos moderadores.

    Obrigado.

    Pacheco

    😉

  372. Sandra

    Daniela, veja a diferença entre as mães italianas e judias:

    Mãe italiana: Se você não fizer isso, eu TE mato!!!!!! (Gesticulando, para o bambino captar melhor a mensagem)

    Mãe judia: Se você não fizer isso, eu ME mato!!!!!!

    Eu estava lendo no Antigo Testamento que quando os soldados iam para a guerra, primeiro o comandante dispensava os recém-casados, afinal, não era justo que outro ficasse com a mulher dele. Depois, dispensava quem ia fazer a colheita, porque não era justo que outros fossem comer o que ele tinha plantado com tanto trabalho. Depois, dispensava quem estivesse com medo, porque lá era lugar para macho, e não para frouxo, e quem estivesse com medinho deveria pedir para sair que não faria falta.

    E a gente gastando o cérebro com Piaget, em vez de aprender com essa sabedoria milenar: praticidade e chamada na moral!!!!

  373. Sandra

    Silvinho, aqui é a casa DELE, e as regras são DELES.
    Na casa dos outros, pedimos licença para entrar e, se, quisermos criticar e formos autorizados a isso, fazemos com educação.
    Mas você tem liberdade de expressão na Internet, dentro de seu PRÓPRIO espaço.

    E se esse blog é uma merda, por que não procura outro espaço?
    E o Gerald pode chamar o blog dele do que quiser, porque é DELE.

  374. Silvinho

    Sandra deixe de ser bobinha e entenda o obvio: O blog nao seria NADA sem NOS os autores dos posts! Esse jogo se MEU/SEU/DELE nao passa de puro ego, uma coisa ilusoria.
    O blog na verdade nao e de ninguem, o blog e de quem ler e conseguir entender ou decodificar o que nele esta escrito. Claro que ele passa pela pessoa do Gerald, e se eu quiser concordar com ele de achar o blog uma merda, qual o problema? Nem ele acha ruim, pois tem outros referenciais culturais alem disso e sabe que no fundo, no fundo mesmo isso aqui nao passa de uma brincadeira! Ufa, falei demais

  375. K d

    o claudio ?

    a Ezir ?

    craudioooooooooooooooooo!

    Ezireeeeeeeeeeeeeeeeeeee!

    oceis num vaum intrá ?

    tamu tudim isperandu ceis dois UAI!

    mnc

    i oce muié?

    oi u moçu di ropa branca mando radigrafar meu pé i disse qui tá tudu bão.
    inda mando ieu man~hã vortá sem tuma u café pra faze ixami di sangui.
    eli falo qui podi se acido urico qui tá mi doendu nus dedu.

    ieu to mai nimadu purque pensava qui tinha ossu quebradu.num tem.

    mode disto oce fala uma pranta bão mode faze um chá.
    u moçu iscreveu um nome i eu disse pra ele qui eu num gostu usa remédiu pru modi que avicia.e ddi aviciadu já me basta u cigarrim i isto di blogar.
    num é qui u moçu rissou?
    i quandu eu entri na sala du home ele preguntou pra mim:
    -Tudu bão sinho pacheco?
    Ai ieu respostei:
    -ce acha qui si ta tudu bão eu ia ta aqui esperandu i asofrendo dor di pé.
    nois rimo juntus.

    i ieu gostei muito ndessi medicu di ropa branca.mas preferia te ido nu centru du pai juaquim toco di caravelas qui arresorvia na hora sem assina um monte di paper qqui elis manda nois assiná pra adispois cobra du planu.O meu patrão dá pra nois u planu bradesco.
    magina se eu nunum tinha planu ninhum.Nem intrava nu hospitar.
    adispois u targinu fica logiando e falandu qui a saude tá bão.
    tá bão só prus safadus que mete a maum im tudu.
    inte no dinheirim pra compra remediu.
    é tudu uma vrgonheira cumadri.
    baum ce dá licença qui tá um cherinho di café i eu num arrsistu.Vo tomá e da ums pitadas num cigarrim qui

    Mi ardi o oio.
    mi intopi u ovido
    esta fumaça du trem fidido

    to cantandu gurazinho o mike jackson cantava

    ui ar di ord
    ui ar di pipol

    I vamu qui vamu

    NUM è MERMO CUMADRI!

    ETA TREM BÃO DI BROGA NUM IÉ.

    hahahahahahahahahahahahahahahahahahah 😀

  376. Sandra

    “se eu quiser concordar com ele de achar o blog uma merda, qual o problema?”

    Problema nenhum. Só não entendo o que você faz num lugar que acha uma merda.

  377. Sandra.

    Infelizmente não são todas as pessoas que sabm o que significa democracia.

    DEMOCRACIA.

    Por isto que eu digo que estudar não é só dever e obrigação.

    è ESSENCIAL

    assim como RESPIRAR.

    Tem gente com diz o Reinaldo Azevedo que le e escreve com as quatro patas na grama.

    Repito.

    INFELIZMENTE.

    Gerando:

    mal entendidod.
    intolerancias
    incompreensões
    vaidades

    que podem descambar para coisas incontroláveis e terminarem em REGIMES DE EXCEÇÕES que por sua vez podem se transformar por mais ignorãncias em DITADURAS~

    Capice?

    Vá benne tuti quanti.
    paroli di nona Zézino.guardate Dio. E va. Presto va via.

    Ou algo parecido a velhinha dizia.
    Não é que desde ontem ela tá que tá!!!!!

    Vou rezar um pouco.

    MAMA MIA!

    😀

  378. Sandra

    Pacheco, irmano-me em suas orações.

    E vou desencanar do tal Silvinho. Quem entra num lugar de salto alto, achando que não tem nada a aprender, também não tem nada a me ensinar.

  379. Sandra

    Saindo! Beijos!

  380. Ekran

    Documentarios de rock festivals…
    —————–
    Folha de São Paulo, quarta-feira, 09 de abril de 2003
    “Gimme Shelter” enterra sonho hippie

    LÚCIO RIBEIRO
    DA REPORTAGEM LOCAL

    Talvez o mais importante documentário de música jovem de todos os tempos, “Gimme Shelter” era para ser apenas o registro de uma turnê americana do Rolling Stones. Mas o filme, que será exibido no canal pago HBO, tornou-se o mais intimidante documento sobre o rock desde sempre.

    Foi no show de encerramento dessa turnê, em 6 de dezembro de 1969, no autódromo de Altamont, na Califórnia, que morreu o jovem negro Meredith Hunther, 18. Ao som de “Under My Thumb”, ele foi espancado e esfaqueado na frente do palco por motoqueiros dos Hell’s Angels, escalados para fazer a segurança do evento.

    O pesado clima que paira sobre a turnê neste “Gimme Shelter” vinha se acumulando naquele 1969. Em julho, o guitarrista Brian Jones -que havia deixado o grupo pouco antes- foi encontrado morto afogado na piscina de sua mansão. Dois dias depois, com Mick Taylor como substituto, os Stones fizeram um histórico show para 250 mil pessoas no Hyde Park, em Londres. No mês seguinte, viria Woodstock, o sonho hippie (sepultado em Altamont).

    Para fazer o documentário, a banda contratou os irmãos David e Albert Maysles. Em dez dias, eles captaram os Stones tocando e relaxando em hotéis. Quando chegou a vez de Altamont, na frente de 350 mil pessoas, os Hell’s Angels aprontaram no show de abertura, do Jefferson Airplane: agrediram o vocalista Marty Balin.

    O assassinato de Hunther interrompeu o show dos Stones, que tiveram de sair do local de helicóptero. Até hoje, mesmo comparado a eventos como Roskilde (quando oito pessoas morreram durante o festival em 2000), Altamont continua chocante.

  381. Silvinho

    Entao so para um desencargo de consciencia vou falar a verdade:
    O Pacheco nao e Gay e nunca tivemos relacionamentos. Achei engracado o jeito como ele caiu de pau em cima de mim quando fiz uma critica a forma SPAMMER com

  382. Sandra.

    Sempre existe a possibilidade de que o Silvinho possa estar certo.

    Seria o caso de ele ser apenas um brincalão e no meio de tudo houve desentendimento generalizado.

    Lendo-o agora restringe o numero de possiveis suspeitos dos quais procuro tentar identificar o tal de Silvinho.

    Deve ser um frequentador e dos assiduos pois demonstar conhecer particularidades aqui descritas anteriormente.

    Estou quase arriscando dizer quem é.

    Será quem eu penso?

    Será?

    😀

  383. Ekran

    woodstockhausen!
    ———————————-
    Folha de São Paulo, domingo, 17 de junho de 2001

    Augusto de Campos

    O poeta e crítico analisa as principais obras do compositor alemão Stockhausen e relembra sua importância para o grupo concreto

    Stockhausen, multimúsico

    Não é difícil mensurar hoje, quando já célebre e celebrado o compositor Karlheinz Stockhausen, o significado que teve, para nós, do grupo concreto, a sua descoberta nos anos 50. Contemporâneo nosso, um ano mais moço que Pignatari, suas primeiras composições de choque foram aparecendo ao mesmo tempo em que as nossas no campo da poesia, ao longo daquela década. Boulez e ele nos pareceram, desde logo, especialmente a partir da escuta de “Le Marteau sans Maître” (O Martelo sem Mestre, de 1952-54) e “Gesang den Jünglinge” (Canto dos Adolescentes, de 1955-56), as estrelas maiores de uma constelação de florescentes talentos musicais que incluía Nono e Berio, Pousseur, Ligeti, Xenakis e outros compositores jovens de magna expressão. Boulez, ademais da música, por seus escritos de crítica musical, notáveis não só pela implacável lucidez como pela beleza estilística, quase mallarmaica, de sua linguagem. Por isso mesmo -e pela sintonia que tinha a nossa poesia com as propostas musicais que formulavam- foram eles muito invocados por nós e postos, emblematicamente, em lugar de honra no “Plano Piloto para a Poesia Concreta”, de 1958.

    De todos os compositores daquela extraordinária geração que emergiu na Europa na segunda metade do século 20, Stockhausen foi talvez aquele que mais ostensivamente ilustrou a passagem do universo pré-serial weberniano para o da nova música serial eletro-eletrônica (refiro-me, evidentemente, ao uso abstrato, não-referencial e não-imitativo dos recursos das novas mídias sonoras). Boulez, concentrado e perfeccionista, seguiu polindo e repolindo seus diamantes. Stockhausen, multimúsico, mais aberto e desmesurado, explorou praticamente todas as linguagens sonoras abertas pelas mídias eletroacústicas.

    Tendo-me ocupado tanto de música contemporânea, não cheguei a escrever detidamente sobre ele, embora sempre o referisse com destaque, talvez porque o brilho de sua obra fosse tão evidente e sua notoriedade tão precocemente reconhecida que eu tenha preferido tratar de outros compositores menos difundidos ou mais questionados, dando por óbvia a sua identificação como protagonista principal da renovação da música contemporânea na segunda metade do século 20.
    Mas nunca é demais relembrar a sua relevância, ao se anunciar a segunda visita do compositor, já septuagenário, ao Brasil para uma apresentação de suas obras, ainda mais quando se considera a desconsideração com que é tratada a música erudita moderna entre nós, sonegada de programas e concertos, rejeitada por regentes e intérpretes tão timoratos quanto carreiristas e servida sempre em doses medidas e homeopáticas. Stockhausen é compositor prolífico e não vou fazer aqui a análise de todas as suas obras, sempre brilhantes e inovadoras, que já no fim dos anos 70 abrangiam nada menos que 40 LPs só no catálogo da Deutsche Grammophon. Destacarei algumas, dentre as que mais me tocaram, além do já citado “Canto dos Adolescentes”, peça fundante, que combina com admirável harmonia sons vocais cantados e produzidos eletronicamente, transformando o texto bíblico em que se baseia, atomizado e espacializado, num novo alfabeto sonoro no qual as palavras flutuam, ressensibilizadas, como que pronunciadas pela primeira vez, em diversos graus de inteligibilidade.

    Até o limite

    Da primeira fase ainda, “Zeitmasze” (Medidas de Tempo, de 1955-56), para quinteto de sopro, que distende até o limite as durações dos instrumentos e inclui marcações como “tão rápido ou tão lento quanto possível”, perturbando a noção de temporalidade sonora. “Carré”, 1959-69, para quatro orquestras e quatro coros, investigando ao máximo a espacialização e a interação dos grupos instrumentais. “Kontakte”, 1959-69, uma das primeiras, mais convincentes e mais consequentes peças eletrônicas jamais elaboradas, incorporando ademais, na segunda versão, percussão e piano num intercâmbio rico de consequências entre o elétrico e o acústico. As peças para piano (“Klavierstücke”), as mais difíceis e indigestas, com seu ápice na 11ª (1956), arquipélago-móbile de ilhas sonoras, uma resposta às provocações da indeterminação de Cage (na partitura, uma única folha de 53 x 93 cm, 19 grupos de notas distribuídos irregularmente ensejam a escolha aleatória do desenvolvimento e alguns parâmetros sonoros por parte do intérprete), composição que, no dizer de Kyle Gann, faz o piano emular o sintetizador. “Ziklus” (1959-60), para percussão, com o executante em movimento aleatório no centro de um círculo de instrumentos, expandindo as pesquisas de forma aberta iniciadas com “Klavierstück 11”. Suma de todas as pesquisas anteriores, “Hymnen” (1966-67/1969), obra concreto-eletrônica, incorpora hinos de inúmeros países, da Internacional e da Marselhesa (até oito vezes mais lenta que o original) a hinos africanos, tornados menos reconhecíveis ou irreconhecíveis pelo tratamento sonoro, com intervenções dos mais variados sons e ruídos (aves, avião, navio, flamenco, vozerio coletivo, conversas, respiração), numa pasta distorcida de sons fugidios (“algaravia internacional de rádio em ondas curtas”, na expressão do compositor) misturados a sons eletrônicos. Na primeira parte, dominada pela Internacional, uma litania em torno da palavra “vermelho” em várias línguas, de arrepiar. No mais, uma arrebatadora viagem sonora em que eletronia pura e sons/ruídos do cotidiano se interpenetram com uma consistência que não encontramos nas colagens lineares da “musique concrète” de marca francesa. Consciente ou inconscientemente, Jimi Hendrix, no Festival de Woodstock, “desafinando” e arrebentando aos uivos lancinantes de sua guitarra elétrica o “Star Spangled Banner” (Sousândrade, antes: “Em farrapo “Bandeira Estrelada” se viu”) deu uma bela resposta intuitiva à provocação dos “Hymnen”. De uma carta a Caetano, então em Londres (15/10/ 1970): “Comprei o “woodstock” no dia da morte de jimi. estava ouvindo aquelas coisas todas sem grande entusiasmo quando cheguei no jimi. tive aquele choque de emoção. pois o antihino de jimi era a réplica barbárica do pensamento popbruto aos hymnen stockhausenianos corroídos pela microfonia e pelas ondas de estática do rádio. woodstockhausen! estava nesse contentamento de redescoberta, eram umas 8 da noite, quando meu filho mais moço veio dizer q a TV estava noticiando a morte de jimi”.

    Outras obras magníficas: a pré-espectral “Stimmung” (palavra polissêmica, sentido principal: afinação, mas também disposição, humor), para seis vozes (1968), explorando os harmônicos superiores em mágicos acordes improvisados à invocação de palavras-chave -divindades como Vishnu, Rea, Urano, Ísis, Viracocha, Varuna- e embutindo em sua textura belos poemas sonoristas como “ruseral” (veja ao lado), em cuja espiral gráfica se inscrevem as instruções partiturais para a leitura e o canto. “Mantra” (1969-70), para dois pianos e címbalos, de colorido sonoro tão peculiar, multiplicando-se numa gama profusa e inesperada de combinações a partir de uma única célula-mater de 13 sons. “Musik im Bauch” (Música no Ventre) e “Zodíaco” (1974-75), em que o compositor joga com a delicada sonoridade dos címbalos, sinos, marimbas e até caixas de música. “Sirius” (1975-77), obra complexa na qual os vôos eletrônicos de “Kontakte” se projetam em escala teatral, pré-operística, associando-se a trompete, clarinete-baixo e vozes de soprano e baixo para proporcionar insólitas fusões eletrônico-vocais-instrumentais.

    Coro de buzinas

    Pode-se questionar a prolixidade da polêmica macroópera “Licht” (Luz) -compósito de sete óperas- iniciada na década de 80 e ainda não terminada, o projeto principal de Stockhausen nas últimas décadas. Quanto a mim, não me arrisco a julgá-la, já que não a ouvi na íntegra nem com o necessário empenho, sendo confessa a minha inapetência por óperas e megaobras. O que posso dizer, com segurança, é que “Licht” tem momentos sensacionais, como aquela imprevista irrupção de um coro de buzinas e motores de motocicleta, na cena “Der Jahreslauf” (O Curso dos Anos), de 1977, que saiu em disco isolado -uma idéia musical que repercutiu depois, nitidamente, nos prelúdios de buzina de carros da ópera “Le Grand Macabre”, de György Ligeti.

    A última composição de Stockhausen que ouvi, o “Quarteto dos Helicópteros” (1993), em execução do quarteto Arditti, onde os rotores fazem um pedal sônico para as intervenções dos instrumentistas do quarteto de cordas, cada um postado em seu helicóptero, comunicando-se com os outros e com a assistência por câmaras de vídeo, microfones e circuitos auditivos, mostra, pelo menos, que ele não arredou pé do caminho exploratório das vanguardas históricas. O que não tem pouco significado para um compositor que, tendo atingido a celebridade, poderia facilmente se acomodar nos louros da fama e seguir por caminhos menos ásperos e mais palatáveis para o grande público. Não.

    Stockhausen permanece Stockhausen. Se o grande (quantitativo) público ainda o desconhece, Stockhausen também é grande (qualitativo). O adjetivo, tão profusamente desvalorizado pela leviandade do seu uso, mas que reservamos para poucos como Schoenberg ou Stravinski, Webern ou Varèse, não parece demais para ele.

    ——————————————————————————–
    Augusto de Campos é poeta, tradutor e ensaísta, autor de “Expoemas” e “Despoesia” (ed. Perspectiva), entre outros.

  384. Silvinho

    como eu dizia, a forma SPAMMER com que ele usa o blog, entao criei o Silvinho, o amante Gay do Pacheco em Caravelas. Agora, a coisa ia indo bem, ate que ele fez a piada da salchicha e eu fiz um post respondendo que foi censurado, o que confirma uma velha teoria minha: As pessoas sao democraticas ate terem algum poder, quando obtem o poder, por menor que seja, o usam de uma forma
    anti-democratica.

  385. BINGO.

    É ELE MESMO.

    Alo Silvinho.

    Agradeço teu reposicionamento.

    O errado foi teu exagero afirmando que eu pagava boquete.

    ASSIM NÃO DÁ.

    NEM QUE A VACA TUSSA.

    TANKS A LOT

    Rock you 😀

  386. Ana Paula

    Pacheco,

    Eu acho que ele faz parte da seguinte legião:

    1 – Comissário do Polvo;
    2 – Abade de Sier;
    3 – Fucked.

    Que pessoalzinho show de bola, não?

  387. Sandra.

    O Silvinho é o cara que você pensou que ele era,mas como ele não se apresentou como sendo então o Silvinho apesar de entrar com Silvinho é o cara que entrava como não sendo nenhum Silvinho.Ai quando o cara que se dizia Silvinho entrou como Silvinho mesmo então eu não gostei do Silvinho.Mas agora que o Silvinho demonstrou hombridade este é o Silvinho que nos atacamos então ele é o……….SILVINHO>

    Ou não..heim?

    Silvinho.

    Jamais imaginei no inicio que fosse você.

    Grande jogada SILVINHO.
    Melhor eu não faria.
    UAU
    😀

  388. Ekran

    Jabor clamando pelos hippies, faz 10 anos…
    ————————-
    Folha de São Paulo, terça, 24 de novembro de 1998
    Onde estão os hippies, agora que precisamos deles?

    ARNALDO JABOR
    da Equipe de Articulistas

    Onde estão os hippies? Melhor dizendo, onde estão os movimentos alternativos neste mundo careta? “Será que a vida vai ser sempre estes “cappuccinos frappés’, estas opções na Bolsa, estes fluxos de capital, estes implantes de seios, por toda a eternidade?”, pergunta na Internet R.U. Sirius, o fundador da ciber-revista “Mondo 2000”. Isso despertou a “boneca filosófica” em mim. Ou pare ou leia até o fim.

    Eu estava em Londres em 1967, quando saiu o disco dos Beatles “Sgt. Pepper’s”, e lembro que havia em Kings Road uma espécie de comício dissolvido nos olhares, nos sorrisos das pessoas, uma palavra de ordem flutuava no vento, “blowing in the wind”, como cantava Bob Dylan.

    O mundo careta tremia, ameaçado de um lado pelo perigo do comunismo e, de outro, pela alegre descrença que os hippies traziam. O capitalismo rosnava de humilhação, condenado por fora e por dentro, como sistema injusto de produção e repressor da sexualidade.

    Hoje, mudou tudo. Que aconteceu afinal no mundo, já que só nos restou esta muralha corporativa, este exército de executivos globais vorazes que, aqui em Nova York, ficam mais visíveis?
    O que houve no mundo foi o fim do sonho da unidade, o fim da possibilidade de uma “grande narrativa” -como dizem os pós-modernos, cínicos e felizes com o alívio da obrigação de qualquer grandeza.

    O que acabou foi a idéia de “um”. Acabou o anseio totalizante de achar uma única resposta, desejo antiquíssimo de tudo reduzir a um símile do corpo humano, de modo que a sociedade funcione como um organismo sob controle.

    Isso se deu não só com o socialismo real, mas com o próprio capitalismo. Depois da queda do Muro de Berlim, a arrogância dos EUA, sua crença de que uniriam o mundo todo numa grande “mcdonaldização” da vida também caiu por terra, com o vexame neoliberal na Ásia, Rússia etc.

    O “american way” esbarrou nas diferenças culturais, na inércia da miséria, na solidez das superstições, na tradição teocrática de tantas culturas, no ódio racial entre balcânicos, na infinita fragmentação do mundo, no crescimento populacional. O que morreu não foi o socialismo nem o hippismo, o que morreu foi a racionalidade de planejamento.

    O paradoxo é que o mundo se globaliza em economia, mas se “balcaniza” em ilhas culturais e psicológicas; melhor que “ilhas”, que dão idéia de unidades celulares, o mundo se “desunifica” em esponja, em vazios, em avessos, em buracos brancos que vão se alargando à medida que o tecido da sociedade “contínua” se esgarça. Não são “células de resistência”, mas “buracos de desistência”.

    Temos a sensação da caretização do mundo, mas já há uma virtualização das reações alternativas, há uma revolução melancólica, muda, rolando nas bocas do mundo.
    Já existe um “neo-hippismo cibernético” visível na Internet. Se acessarmos, exemplo, o site http://www.disinfo.com, veremos que a desesperança de mudar o mundo já está parindo seus filhos alternativos.Milhões de “manos” cibernéticos acessam irreverentes e excêntricos “webzines”, que têm mais sofisticação e inconformismo que o festival de Woodstock.

    Esses movimentos não têm líderes utópicos, como nos anos 60. Nesses sites, podemos ver “chats” de psicodélicos alquimistas falando de biotecnologia, profetas de religiões comparadas e textos de literatura visionária, escondidos ali no coração da América “corporativa” e usando seus aparelhos.

    Todos esses movimentos (seria melhor dizer “espasmos”?) -todos esses espasmos de defesa contra a corporativização do mundo são afásicos não por ignorância, mas por escolha.
    Odeiam o lero-lero ideológico e não se explicam nem a si mesmos; não têm manifestos e, no entanto, todos se “unem” (oh, desejo de tudo englobar do qual não me livro!…) na recusa a levantar bandeiras, de garantir certezas, de se conciliar com uma razão organizacional.

    Diante deles, os heróis dos anos 60 ficam com cacoetes “de época” dos pioneiros ingênuos. Eles trabalham com o humor, com o ceticismo visceral, com a paranóia organizada em teorias conspiratórias inverossímeis, mas não fazem isso com desejo de convencer ninguém.

    Há uma tribalização de grupos, sem proselitismo, há uma recusa ao mundo sem o denunciar, mas aceitando-o como algo irremediável.

    Por dentro de seu luto, as tribos se desenham. O que os “slackers”, ou os “tothicos”, ou os “rastas”, ou os “ravers” querem é alcançar uma identidade alternativa. Como diz o R.U. Sirius, na Internet: “Este tribalismo a-político é autoperpetuante. Quando você está querendo derrubar a “Amerika’, o seu grito era: “Marche conosco!’. Mas, quando você quer manter uma identidade original, a popularização pode ser até uma ameaça ao seu segredo”.

    As tribos não querem a adesão de todos, pois elas não almejam o poder, almejam não o ter. Se antes a idéia de alienação era condenável, hoje a alienação é aquilo que se deseja alcançar.
    Mas, você pode perguntar, ingênuo sessentista, por que então eles não mudam o mundo? Bem, primeiro eles não são burros e sabem que a sociedade hoje, com sua delirante complicação, não se presta a oposições simplistas ou otimismos fáceis.
    Diz Sirius: “Se, antes, havia a polarização de ideologias em oposições binárias, pretos contra brancos, socialismo versus capitalismo, isso vinha da idéia de “sistema e contra-sistema’, de cultura e contracultura”.

    Tudo era banhado pela luz vertical e orwelliana das televisões massificadas, de uma “média” centralizada, buscando uma narrativa única. Vemos hoje que a distopia iluminista de Orwell foi depassada pelos restos podres do mercado e pela anomia (e anemia) de qualquer projeto totalitário.

    Que teremos no futuro? Na boa? Acho que teremos os terrorismos islâmicos, bombas de destruição em massa que cabem nos bolsos, escassez econômica, extermínios e um vai-e-vem de fascismos nas nações emergentes.

    No mundo central, teremos fria competência no “mainstream” e “esponjas alternativas” na periferia. As novas tribos de jovens pagãos não têm deus de esquerda ou de direita.
    Se antes eles professavam subculturas totalizantes, por meio de orientalismos bobos ou “holismos” diversos, hoje eles foram substituídos por brilhantes programadores de computação, “hackers” e plantadores de vírus, antropólogos de um absurdo que divulgam por meio, por exemplo, das “TAZ” ou “ZTA’s” (“Zonas Temporárias de Autonomia”).

    Eles têm festivais “secretos”, como o Burning Man em Nevada ou o Lollapalooza. Essas tribos estão partindo para uma prática “nietzschiana” espontânea, pela produção de uma “arte-de-vida” (ou “vida-arte”), dividindo-se em dois grupos aparentemente antagônicos, mas absolutamente coincidentes: nos que acreditam em tudo por escolha, em gnomos, em deuses, conspirações e alienígenas, e naqueles que não acreditam em absolutamente nada.

    Dizia Borges: “A esperança é o mais sórdido dos sentimentos”. Hoje, a desesperança total está parindo novas formas larvais de sobrevivência neste mundo decepcionante.

    Os “neo-alternativos” são como os miseráveis, que têm de inventar formas de sobrevivência, são como os índios, são como os loucos. É o que nos restará: os buracos esgarçados por entre a solidez paranóica das corporações globais, estragando, como um terrorismo mudo, sua eficiência sinistra. Aquele abraço, se você me leu até o fim.

  389. Ana Paula.

    Eu acho o Silvinho muito GARGANTA.
    Jamais poderá ser um Vampiro.
    Porque sendo Comissário do Polvo
    Fucked him self sem dar um suspiro
    Imagine se fosse Abade de Sier
    E disfarçado exista mulher na jogada
    Seria uma coisa mais que engraçada
    Faria do blog intensa jornada
    Pautadas em aberrantes paradas
    Produzindo nada mais que PALHAÇADAS
    Então haveria injustiça
    Pois nada mais se teria
    Do que comentaristas
    Todos enchendo linguiça
    E falando nela
    Parente da mortadela
    Saio e vou pra janela

    Preciso me dar um tempo
    Para ler bem devagarinho
    Os EKRAN STOCKS postados
    Aqui com muito carinho
    O trabalho deste amigo
    Merece nossa atenção
    Afinal ele copia e cola
    Em nossa consideração
    Por ter tanto trabalho
    Saiba amigo EKRAN
    Eu o posso ser do car….
    Mas também sou teu fã

    THE END

    UFA

    DESCANSO.

    ————————–LI— 😀 —-LI

  390. Ekran

    Eu li a matéria do Jabour.
    No varejo eu aprecio o Jabour
    mas no atacado me pergunto.:

    Pera ai!
    O que este cara quer mesmo?
    Ainda não tive uma definição do rumo que o jabour tenta nos mostrar.

    Das duas uma:

    1- Ou o Jabour contraria a si mesmo de materia em matéria.

    2-Ou eu penso que entendo o Jabour mas não entendo Jabournada.

    E fico igual merda.Solta e perdida n água.

    Vou tentar novamente.
    Pois mais que tente
    Pode ser que de repente
    Clareie a minha mente
    E eu leia Jabour
    Diferentemente
    E ficarei finalmente
    C O N T E N T E
    Que tal minha GENTE?
    Alquém presente?
    Então ENTRE.
    Urgente.

    😀

  391. Ana Paula

    Pachecão,

    Você me mata de rir! 😀
    Você é muito bom, meu amigo.

    Abraços!

  392. Caramba!! Essa é daquelas que a gente nunca ouviu falar, não imagina que exista, mas que está por aí:

    “Câncer de pênis leva a mais de 1000 amputações no país”.

    Ui!! Essa é de assustar!!

    Pra quem quiser assistir a entrevista com o urologista Rodrigo Campos, falando sobre as causas da doença, “…que representa 2,5% de todos os cânceres masculinos no Brasil…”, é só clicar aki:
    http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/multi/2009/08/17/0402346ADC890366.jhtm?cancer-de-penis-leva-a-1000-amputacoes-por-ano-no-pais-0402346ADC890366

    Detalhe: umas das causas: CIGARRO!!

    Caro Vampiro, agora acho q vc larga de vez!! Espero. E as meninas tb, por todas as outras razões.

    Abrç

  393. Ana Paula.

    NUM é qui oce tá falandu guarzinho minha mama.
    Ela izagerava tantu qui inté mi avergonhava.
    ela dizia prus otrus qui ieu ia mi toirnar um homi BÃOZÂO
    I num é qui ieu criditei nela.?

    Berigadu
    ce é gentir

    beijin arrespeitado

    to ino

    Bai qui nen fala us mericanu

    Rsrsrsrsrsr 😀

  394. Tai embaixo

    Se o Ekran pode eu posso também.

    Toques digitais
    Primeiro Rock around the clock
    Publicado em 17.06.2009, às 16h44
    Nesta semana, assisti pela primeira vez ao filme Rock around the clock, de Fred F.Sears. Já havia visto Blackboard jungle (aqui Sementes da violência), de 1955, onde Rock around the clock estreia no cinema. Rock around the clock, ou Ao balanço das horas, chegou às telas em 1956, nos EUA e Inglaterra, primeiramente, e foi, literalmente, um arrasa quarteirão. Os adolescentes viam o filme e danavam-se a quebrar as poltronas dos cinemas, saíam pelas ruas fazendo algazarra, o escambau. Dizem que a rainha da Inglaterra pediu uma cópia para ver se descobria o que gota o filme tinha. Não se sabe a opinião de Sua Majestade. No Brasil a coisa foi igualmente tão séria, que o então governador de São Paulo, Jânio Quadros foi levado a escrever um dos seus famosos bilhetinhos, salvo engano, dirigido ao seu secretário de segurança pública (ou como lá fosse o nome do cargo à época): “Determine à polícia deter, sumariamente, colocando em carro de preso, os que promoverem cenas semelhantes. Se forem menores, entregá-los ao honrado Juíz. Providências drásticas”.

    Passados 53 anos, Rock around the clock tornou-se um filme inofensivo. Bill Halley, com aquele jeitão de tio bonachão incita, quando muito, o espectador a abrir uma cervejinha para aguentar o filmeco, e mais pela música (além de Bill Halley and his Comets, tem The Platters, Freddie Bell and the Bellboys, e Alan Freed). Não vi o filme antes porque não tive oportunidade. Esta cópia que tenho foi comprada nos bucaneiros da sétima arte lá na Dantas Barreto. O filme ficou datado, mas Rock around the clock continua uma grande música, que marcou muito a minha turma de adolescentes. Eu passava férias em Campina Grande, nos idos de 1972, por aí, quando descobri na coleção de discos da mãe de um amigo, Evanísio, o album com a trilha de Ao balanço das horas, com selo da Decca. Virou a coqueluche (sic) daquele verão, com o pessoal tascando o bicho em toda festinha. Era este, Look at yourself, do Uriah Heep, Through the past darkly, dos Rolling Stones, e Transa, de Caetano Veloso.

    Lá se vão mais de 20 anos que as ondas do rádio brasileiro foram invadidas por música da pior qualidade, e ainda não consigo me acostumar

    Nada como um dia atrás do outro, e uma noite no meio pra mudar um bregueço. Veja a senhora os Sex Pistols, por exemplo. Lembro que quando comprei Never mind the bollocks passei um bom tempo pra conseguir escutar o LP do começo ao fim. Pra todo nós,estudantes, que dividíamos uma república na Madalena, era uma barulheira ótima, mas tinha que ser digerida em doses homeopáticas. Dias desses dei uma escutada no Never mind the bollocks, que continua muito bom, mas é só música pop, como música pop deve ser, bonitinha e curtinha.

    Quando lembro desta república, lembro de Lou Reed, do Rock and roll animal, e de uma empregada que trabalhava pra gente (pra gente significa, eu, Miranda, Expedito, vulgo Sabugo, Ném, irmã deles, Paulo e Zico, este precocemente falecido). Quando coincidia de eu ficar só em casa, mandava ver o som nas caixas. Quando o disco começava com o intro de guitarra que irrompe em Sweet Jane, essa empregada chegava perto da loucura. O nome dela, infelizmente, esqueci, mas lembro da figura: gordinha e baixinha, parecia Guram, o pigmeu Bandar, colega do Fantasma. Pois bem, ela não apenas fechava a porta da cozinha, como ainda por cima colocava panos de chão nas brechas da porta, que era pra se livrar da zoeira. Uma vez fiz uma covardia, meti, a todo volume, Sister ray, do Velvet Underground, a canção mais punk que conheço: durava quase um lado todo do LP, e não tem mais de três acordes. Ai também, era demais também, a coitada reforçava a barricada de panos de chão, e botava algodão nos ouvidos. Será que ela teria acostumado-se com Lou Reed e o Velvet Underground?

    Talvez não, porque lá se vão mais de 20 anos que as ondas do rádio brasileiro foram invadidas por música da pior qualidade, e ainda não consigo me acostumar. Pelo contrário, cada vez que ouço mais me irrito. Primeiro foi a axé, que era repetitiva, melodicamente pobre, porém decente (quer dizer, ma non troppo, tinha aquele negócio de “na boquinha da garrafa” e coisa e loisa). Quando se pensava que o nível poderia subir, veio dupla sertaneja a dar com o pau. E aí foi pior, porque o presidente Collor, pra fazer média com os descamisados, deu pra levar as duplas pra Brasília, e elas acabaram no horário nobre (nobre?) da Globo. E daí em diante ninguém segurou sertanejo, ou breganejo, que dividiam as paradas com axé, e pagodejos. O SPC vendeu três milhões de discos, e os ouvidos da gente viraram urinol, e pelo jeito para todo o sempre. Feito um virus mutante, a música de má qualidade não sai de cena pra dar vez a outra desgraça sonora. Une-se a esta. A fuleiragem music, de uns tempos pra cá virou fuleiraxé music, com Calcinha Elétrica, Saia Elétrica, Bichinha elétrica, todo mundo eletrizando e dando choque, junto com a new axé, organizando o movimento e fazendo o carnaval.

    Sei que muitos dos que lerão estas mal tecladas vão considerar que Sex Pistols ou Velvet Underground também são uma boa porcaria, que música mesmo é a Nordestina, a verdadeira, de raiz, telúrica, a cultural, a de Luiz Gonzaga. Também é. E aquela guitarra na abertura de O fole roncou (Nelson Valença), ainda hoje me causa mais impacto do que God save the queen, com Joãozinho Podre e Os Sex Pistols.

  395. Sobre:

    • 17/08/2009 – 09:39 Enviado por: Ekran

    Cara, fui a uma das edições do Festival de Águas Claras, e foi BOM DEMAIS!! Salvo engano, na de 1983. Do que me lembro, Hermeto Pascoal subiu ao palco por volta das 5:00 (cinco) da manhã!!!! Um frio de lascar na madrugada, enquanto de dia um sol de fritar. Coisas da região.

    O resto teria que meditar pra recordar – rsrs.

    • 16/08/2009 – 12:31 Enviado por: gthomas

    “… Gerald Thomas em Woodstock: ‘melhor show foram 8 violões e uma lata de lixo’
    Dramaturgo diz ao G1 que esteve no festival quando tinha 15 anos.”

    Também tinha lido por lá. Bacana!!

    • 15/08/2009 – 12:20 Enviado por: gthomas

    “Nossa! O G Diet do Claudio esta uma delicia de ver: So de revisitar o Richie Heavens cantando Motherless Child me deu arrepios.”

    Bicho, gostei pacas da dica (ops! – rs). O site do G-Diet é bacana mesmo. Vou indicar mto!!

    Quanto ao teu site http://www.geraldthomas.com/, o que que é isso companheiro!!?? Porrada, porrada, porrada!!

    Não vou nem comentar por enquanto, mas já lastimo por não ter conhecido antes. Bom demais!!

    Concluindo, Cíntia, ma baby, obrigado pela dica. And, at last, but not least, como é bom dar uma chute nos preconceitozinhos, hein?? Valeu!!!

    Abrç.

  396. mnc

    Olá boa noite!!!

    Pacheco meu rei,
    Deve ter sido uma torção muscular, está inchado (com x om com ch) e roxo?
    Nas primeiras horas seria bom uma bolsa de água gelada, agora que já passou 24 horas bolsa de água quente, vc pode comprar na farmácia por telefone, não force de maneira alguma o seu pé, mantenha ele suspenso, não fique muito tempo sentado ou em pé para não inchar, conforme o caso é bom até uma bengala.
    O médico lhe receitou algum anti-inflamatório+analgèsico, cuidado com os dicloflenatos de sódio, pois aumentam a pressão.
    Da boa recuperação da torsão depende dos cuidados que vc tenha agora ou poderá ter sequelas.
    Àcido úrico, caso esteja alto pode sim dar dores, mas se vc pisou o pé e sentiu a torsão… via de dívidas reduza frutos do mar.
    Se tivesse em Caravelas, aposto que a Baby iria preparar p vc um emplasto quente, de mastruz, farinha e nata do óleo de Côco.
    Nas lojas de material de construção vc vai encontrar: Bréu, madeira petrificada, pegue a mais regular que vc ver lave no sal gorsso, e cole no lugar da lesão com um band-aid, tiro e queda.
    Tem uma outra pedra mágica para ossos e nervos fraturados, coluna etc…a Cianita, tem na sua fómula uma sistema de cristalização rara em forma de crua e é a base de cálcio, fluor e sílica gema.
    No mais reforce no cálcio, leite e derivados.
    Não force seu pé ao caminhar arranje uma bengala, vai ser só p vc sarar mais rápido.
    Se cuida Zezino.
    Fique com Deus,
    Abraços.

    O Genaro ontem também jogando bola teve um corte enorme no pé…ficou no clube o dia todo sem tratar e quando chegou aqui já era noite, pé latejando e doendo, sinal de começo de infecção…dei-lhe um sabão daqueles e depois fui fazer o curativo, hoje ele volta p o Arraial…a cicatrização do sacana é fantástica, graças a Deus.
    Já estou com saudade… a casa vai ficar vazia sem meu gigante.
    Deixa ajudar o Gê a fazer as malas.
    Inté mais.

  397. mnc

    Em tempo:
    Pacheco é Brêu, não bréu…com Ê fechado.
    Tá enfaixado? Ou vc tá usando aquelas talas que põe e tira?
    Colocar o pé de molho na água do mar, andar dentro d’água e na areia fôfa, depois que desinchar, ajuda bastante.
    Procure um fisioterapeuta , conforme a lesão, é bom fazer umas sessões.
    Já torci meu pé e é soda mesmo.

  398. mnc

    Pacheco…Ah sim, manter o pé suspenso, deitado e apoiado com travesseiros, não esqueça de por também um no joelho p não forçá-lo e lesioná-lo, caso deixe ele suspenso sem suporte.
    Se persista a dor e vc não sinta melhoras, faça uma ressonância magnética, para investigar melhor a extensão da lesão.
    Não dá nem p pisar o pé no chão de dor?

  399. Sempre gostei e procurei assistir todos tele-jornais possíveis.
    Ultimamente este padrão tem me enojado.
    Parece incrível como as noticias parecem as mesmas. Os fatos se repetem mudando-se os personagens.
    E de tantas violências mostradas algumas delas vão parecendo menos trágicas se comparadas a outras de maiores proporções.
    Aos poucos e sem que nos apercebamos das gravidades estamos nos acostumando a aceitar contravenções como normalidades.
    Nada mais parece sensibilizar nossos corações e sentimentos. Aos poucos estamos perdendo a nossa própria vergonha na cara
    Estão nos roubando o nosso mais valioso bem e nada fazemos ou pensamos em fazer.
    Dos horrores da caixa de malucos de hoje com dizia ser a TV do ponto de vista de Sergio Porto comento três jóias da coroa. Coroa de lata se diga de passagem.

    Fato 1.

    Em Belém juiz federal agride esposa em publico.
    Interpelado por PMS se revolta. Diz-se acima da lei e empurra soldados.
    Os PMS o algemam e levam preso.
    Um cinturão humano de proteção ao merdentissimo é acionado.
    Reportagem impedida de entrar e registrar o preso o citado MERDENTISSIMO.
    Outra OTORIDADE fala aos repórteres que estava preservando uma OTORIDADE FEDERAL.
    E um divogado rasteiro tipo porta de cadeia vocifera:
    -É tudo invenção da muié.E os pulicia foram abusados.

    Previsão:

    Os corretos policiais serão afastado e talvez promovidos e srão enviados para trabalharem la onde o vento faz a curva.
    A muié vai entrar na porrada depois.

    E o JUIZ?
    -Vai bem obrigado. É candidato a DESEMBARGADOR.Vale a biografia de acordo com o lula não é.Se valeu pro sarneynto já é lei.Nem precisa de ato secreto.

    Fato 2

    Januario Rena é preso em motel com três menores. O cara é funcionário da prefeitura no interior de São Paulo. E…opa não é este o fato dois.
    Eu quero falar aqui do assalto que bandidos fizeram em cadeias de… Também não é isso. O famoso médico preso hoje embora denunciado há quinze dias sob acusação de abuso sexual contra pacientes já não é novidade.
    O fato dois é a denuncia do promotor que acusa o bispo Macedo.Colaram o promotor Roberto Porto com a rede GLOBO.
    Tem mais lama nesta história do que toda a área onde aconteceu o festival de Woodstock.E não vamos falar de Woodstock pois aqui atua com competência o esforçado EKRAN.

    Então vamos ao fato 3
    Já estamos de saco cheio dos capítulos da novela sarneynto no balanço das horas.O maribondo de fogo parece boneco inflável. Fabricado pelo nosso amigo claudio.Leva porrada da esquerda e da direita,Balança mas não cai.Nem toma Os Caminhos das Índias.Ficam lulando e renando sob olhares preocupados da galinha apaixonada.E quam mais devia saber de tudo afirmando que não sabe de nada.

    Só que:

    Aqui está a jóia da coroa de lata.

    Depois do balaio de gatos de hoje no senado o lula por repórteres a respeito indagado mandou:
    -Acho uma baixaria a política tratar disto. Ou algo parecido.
    Tem razão senhor presidente.Eu também acho.isto não é problema político.É problema no qual os políticos são marginais.Senhor presidente.

    C H A M E A P O L I C I A.

    E JUNTE -SE AOS PRESOS.

    O BRASIL LHE SERÁ ETERNAMENTE GRATO.

    Obrigado.

    Durmam bem,

    Fiquem com DEUS.

    Boa noite.
    😉

  400. mnc

    Carissima e amada amiga.

    Perdão.
    Conversamos amanhã.

    Mais que o pé me doi a alma.

    Mais que remédios anseio por soluções naõ para meu pequenos e intimos problemas.

    Soluções imploro pelo bem do nosso Brasil.

    Antes que acabem com ele.

    Boa viagem para o genaro.

    Que ele siga com o GRANDE COMPANHEIRO E NOSSO PAI.

    Amem.

    Obrigado.

    Pacheco

  401. Sandra

    Eu tive um professor que tinha os cabelos bem compridos. Um visual hippie. Quando o vi, pensei, cheia de preconceito: vou sofrer na mão desse professor. Ele vai acabar comigo.

    Eu era uma aluna muito disciplinada. Nerd total. Na minha época, muitos professores detestavam alunos assim.

    Muitos colegas pensaram justamente o contrário: com esse eu vou me dar bem. A aula dele vai ser a maior bagunça.

    Nos demos muitíssimo bem!!!!! Eu com meu jeito nerd, e ele com seu jeito hippie. Além da matéria, aprendi tolerância e respeito.

    ” Porque somos terrivelmente D I F E R E N T E S, D I V E R G E N T E S !!!! mas e dai? Mas e dai????
    Mas podemos viver sem matanca! ”
    (http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/2008/04/03/pacifismo/)

  402. Sandra

    Boa noite a todos. Beijos.

  403. Tene Cheba

    Dois montes,
    dois rios,
    um mar desares.

  404. Tene Cheba

    Fumo -te, aspirando nada,
    beijo-te,
    aspirando nada,
    aspiro-te o ar,
    cristais chorosos.
    Fumo-te,e,
    neste aperto,
    doloroso,
    bebo-te.
    Antes do caos,
    antes dos cães,
    ser marginal,
    couraças e ternuras.
    Amo-te, solene onda,
    amo-te, glória e os cascudos.
    Só, e dor,desbotada dor,
    desbotada cor,
    ser sem ser.
    Amo-te, amante, solene,
    amante.

  405. Tene Cheba

    Loucos que aspiram a vida,
    fumantes que esfregam, ondas,
    Vírgulas me falaram,
    que o prato era raso,
    vírgulas me disseram,
    que os pontos eram vírgulas,
    vírgulas sem expressão, pontos.
    Assim, falei assim,
    entre todos, fiquei ali.
    Vou fumando,
    fumando,
    ando,
    pirando,
    entre ás, entre juntas,
    rios e doidos,
    que navegam,
    dois doidos rebeldes,
    insalubres.

  406. Tene Cheba

    Texto trágico, sem poesia.
    Sempre leio, não sou incoerente.
    Você precisa acreditar no tempo,
    e, em seus lapsos.
    Minha lama, minha ama,
    minhas dores, minha seda,
    recheios,
    flores e fumaças.
    Dois quaisquer,
    elevados,
    entre issos, submissos,
    das cores e dos horrores.
    Enfim, para te dizer,
    que fumo,
    que amo,
    que ando,
    que pequeno,
    que fraco,
    meu pequeno pânico,
    entre antos,
    vou-me,
    indo,
    caindo,
    pedindo,
    meus ouvidos, flutuando, fumando, flutuando,
    caindo, sem colapsos.

  407. Tene Cheba

    Mary Anne,
    mar pequeno,
    Mary Anne, pequenos desenhos,
    mar,,
    mares,
    praias.
    Mary Anne, beijos
    Mary Anne abraços,
    entre os laços,
    entre os sóis.
    Mary Anne,
    e a brisa,
    os tantos,
    e os fumos.

  408. Tene Cheba

    Aquela Lama foi o lapso do tempo,
    naquele tempo, apagaram os ídolos,
    tempo improvável,
    Lamas sem Flamengo.
    Temo que fui, lá nunca fui,
    mas vejo,
    será que vejo?
    Será que tantos beijos,
    tantas dores, guitarras,
    secaram aquela lama,
    insisto em mim,
    o doido e as cores,
    aquele abraço,
    aquele aperto,
    o isqueiro,
    o careta,
    o alienado,
    o Poema.

  409. Tene Cheba

    Mary Anne,
    Mary e as areias,
    o som cortado,
    meu piso,
    espalhando,
    correndo e derramando,
    oh, Mary, Anne, vou subindo,
    avistando, lamas, seres azuis,
    os tons, o Sol,
    mantas de lamas.
    Mary Anne, afogo-me,
    vejo-te, toco entre cordas,
    viajo, entre noites,
    escuto-te,
    pisando,
    Mary Anne,
    fui-me indo,
    ando,
    olhando, você, Mary Anne,
    olhando você,
    Lua.

  410. targinosilva

    Começa fazer sentido a acusação de um uruguaio que
    João Goulart foi morto a mando dos generais da revolução.

    Brasil ajudou a fraudar eleição uruguaia de 1971, segundo Nixon
    17/08 – 22:24 , atualizada às 22:31 17/08 – AFP

    O regime militar brasileiro ajudou a fraudar a eleição presidencial de 1971 no Uruguai, vencida pelo Partido Colorado e questionada pelo Partido Nacional (Blanco), revelam arquivos do governo americano, que citam o presidente Richard Nixon (1968-1974).

    Nixon e Médici discutiram como derrubar Allende

    “Os brasileiros ajudaram a arranjar a eleição uruguaia”, disse Nixon ao primeiro-ministro britânico Edward Heath nas Bermudas, no dia 20 de dezembro de 1971, segundo um memorando da Casa Branca divulgado nesta segunda-feira pela organização não-governamental National Security Archives (NSA).

    As eleições, realizadas em novembro de 1971, foram vencidas pelo Partido Colorado com 41% dos votos, com uma vantagem de apenas 12 mil votos sobre o Partido Nacional, também conhecido por Partido Blanco.

    A conversa de Nixon com Heath ocorreu em plena Guerra Fria e girou em torno da suposta ameaça comunista na América do Sul, com o apoio da Cuba castrista.

    A suposta fraude e a ajuda concedida pelo governo brasileiro, liderado por Emílio Garrastazu Médici, não são explicadas por Nixon, mas duas semanas antes os dois líderes haviam se reunido na Casa Branca.

    No encontro, o general Médici garantiu a Nixon sua disposição de combater, de forma ativa, o comunismo no Cone Sul.

    Em outro documento, Nixon diz a seu secretário de Estado, William Rogers: “incidentalmente, no assunto uruguaio, ao que parece (Garrastazu Médici) ajudou um pouco lá”.

    Outros documentos, já divulgados graças à NSA, revelam como a embaixada americana em Montevidéu estava a par das relações entre os militares de Brasil, Argentina e Uruguai.

    Na eleição de 1971, o Partido Colorado, no poder, concorreu com Juan Bordaberry, que assumiu em março de 1972 e deu um golpe de Estado em 1973, apoiado pelos militares.

    Bordaberry seguiu como presidente de fato até 1976, e o regime militar no Uruguai se manteve até 1985.

    O candidato do Partido Blanco era o caudilho Wilson Ferreira Aldunate, que se exilou com o golpe de Estado, voltando ao país apenas em 1984.

    Após a eleição de 1971, o Partido Blanco apresentou um recurso formal sobre diversas irregularidades no processo, que a Justiça Eleitoral ignorou

  411. Tene Cheba

    Mary Anne, muitas abelhas, sobre flores,
    veja que seus desertos não foram tomados,
    Mary Anne, pense, que tudo não acaba naquele sábado,
    pense além dos seis dias, do descanso,
    do choro, do meu choro.
    Mas Mary Anne, pise, não afunde, na lama,
    não beba, não fume, não fume, mas,
    mantenha-se sóbria,
    desencane o cano,
    destaque as dores,
    deixe-as embutidas em você,
    Mary Anne, os holofotes estão apagados.

  412. ezir

    BOA NOITE, pessoal !!!…PACHECO FILHO, obrigada por se chamar, mas acompanho lendo no q posso tudo aqui…e me divertindo, atualizando-me c as INFOS, como as DO ECRAN, super PROVIDENCIAIS p eu ENTENDER A HISTÓRIA não só DO DIÁRIO de MR. THOMAS, mas CONTEXTUALIZADA na HISTÓRIA DA nossa CULTURA e ARTE no BRASIL!!!…

    Pacheco, COPIEI aquele texto-prosa poética em q vc fala de seu desejo de escrever com EU. Não consegui COMPREENDER em que PONTO vc estava se referindo…e como ADOREI …e percebo o quanto vc INTERAGE LITERARIAMENTE Comigo quando escrevo aqui e participo das discussões…precisava entender MELHOR.
    “12/08/2009 – 23:00 Enviado por: Pacheco
    O Tene disse
    Gostar de mim
    Que bom é ler
    Algo assim
    Gosto do Tene
    Só que lamento
    È como o Tene
    Eu não consigo
    Escrever tão bem
    Leio a Glorinha
    E fico na minha
    Recordo do que
    Disse-me a Ezir.
    Ir teclando após partir
    Sem pontuar
    E prosseguir
    Avante ir
    Sem se importar
    No que vai dar
    Sempre tentar
    Nunca parar
    Nem desistir
    E quando notar
    De repente
    O finalmente
    Então pontuar
    Dar um fim
    Assim.
    E
    Descansar.
    U F A.
    Ainda chego La qualquer dia. Ao menos tento.
    Obrigado.
    Pacheco.
    _________
    Me lembro de falar de minha escrita ao VAMP e q percebi q ESCREVER “ESPACIALMENTE” como nos créditos OU A INTRODUÇÃO de “guerra nas ESTRELAS”, c meu ESTILO GRÁFICO, eu fazia o LEITOR PARAR como nos SINAIS DE TRÂNSITO, porque o LEITOR ao invés de “ESCORREGAR OS OLHOS num ritmo AUTOMÁTICO ou CORRIDO demais”, AS CAIXAS ALTAS o faziam “ENXERGAR” diferente o RITMO o MOVIMENTO DE SEU OLHAR como numa jogada de POLO, ou “montanha RUSSA” (seg. o CLÁUDIO).
    _______
    Bom, aqui em seu VERSO LIVRE em prosa reflexiva EXCELENTE, vc diz q deslizo sem PARAR??????!!!!…”IR TECLANDO sem parar”…”se se importar no q vai dar” ???…ENTENDEU esta minha dúvida???…Vc está um excelente ESCRITOR.

    Aliás, SAIU na FOLHA DE SP q escritores antes AMADORAS agora têm diplomas DE PROFISSIONAIS como jornalistas, e nos EUA já fazem parte da ELITE das CLASSES ALTANEIRAS.
    Super retorno à NOSSA INTERAÇÃO por aqui, e SAUDAÇÕES a ANA LUIZA, BABY , ao BOBY…Francine CHEQUER, netinhos e netinhas…Ezir Miriam

  413. Tene Cheba

    Ontem as almas, vazados corações, incoerentes dissertações, entre tudos,hoje,discretas multidões.
    Duas cores, andando, mutilado.
    Assim me percebo, capto-me, cato-me.
    Ante e antes de tudo,estou aqui.

  414. ezir

    AHHH, PACHECO!!! …E TENE CHEBA!!! estava assistindo á peça DE mr. Gerald THOMAS “o cão q insultava mulheres, KEPLER: THE DOG” no dia DOS PAIS …e finalmente ouvi quando O SR. THOMAS nos alinnhava “NUM PLANO VAZADO” da NARRATICA da PEÇA…como na técnica de uma O-B-R-A ABERTA, Mr. THOMAS vai nos INCLUINDO enquanto BLOG-NOVELA, e ele diz “A TENE CHEBA”. Então, acho q desvendei este mistério q A TENE CHEBA conseguiu CRIAR super bem nos fazendo LER um TEXTO DE HOMEM PÓETICO, mm sendo ela UMA MULHER.

    ESTE TECIDO deste blog-diário DE mr. THOMAS está cada vez mais TEATRO INGLÊS RENASCENTISTA, em q HOMENS faziam papéis de MULHERES…Mas, nós, ( MEU NOME é FEMININO E MASCULINO tb) estamos fazendo ao contrário : MULHERES aqui c
    NICKS q nos REMETEM ao GÊNERO, masculino e feminino.

    De qq forma: PARABÉNS SURPRESOS , especiais Á VC TENE CHEBA.

  415. ezir

    …como a SANDRA saindo, tb digo “boa NOITE A TODOS”…bons SONHOS e SONO a todos!!!…e até amanhã!!! ezir

  416. Tene Cheba

    Neste período, ocorreu o lapso, pequeno tempo no tempo, entre as liberdades, suntuosas volupias, passos sem travas, saberes e sabores, as cores dos acordes, sem arranjos.
    Pequenas chuvas, Luas e três noites, três dias, três sonetos, muitas cores, acima, ali. posso viajar, ninguém , sem samangos, sentado, olho, as gotas, lágrimas ou chuvas, Lágrimas.

  417. Tene Cheba

    Julho foi um mês do caralho, choveu muito, passei encolhido, nunca passei algo assim, repito,encolhido,triste,tudo casava.Tanta chuva, tanto frio, parecia filme preto e branco. Foi-se, mesmo?

  418. Tene Cheba

    Últimos poemas,
    noites não sofisticadas,
    vazios preenchidos por vácuos,
    almas fartadas, obesas,
    a própria inércia.
    E eu te vi, ali,
    te vi, vejo-te,
    simples,
    vejo-te.
    E eu por aqui,
    nu, despido,
    completo ausente,
    caio sem pára- raios,
    aparo, vou-me, estou-me,
    storm, rodízio.
    Eis as paixões,
    o simples hábito,
    de andar,
    de poder andar.
    Eis tu, tatu,
    obeso intelecto, refém,
    das gorduras que o sistema derrama,
    do tacho, do conforto, da alma que não sente,
    o aparato, sublime da tua pobreza.
    Eis tu, tatu, que não cava, inglório silêncio,
    que te atormenta, hipócrito poeta,
    do que te adianta, estas quatro paredes?
    Réles, pobre refém.
    Teu orgasmo, tua concreta arte que não percebo.
    É isso aí, Ferreira Gullar, submisso ao seu conforto, eis o vendido.

  419. Tene Cheba

    Clara censura,
    clara ditadura,
    o que me determina,
    os falsos trovões.
    Clara transparência, clara ausência,
    de tudo, claro e comprado,
    faz-me falta, o ardor, o motivo,
    foi-se em mim, os tempos,
    outros tempos,
    cantos fúnebres,
    velórios velados.
    Outras coisas, outros outros, e, eu,
    permeando que sentidos?
    Compondo o quê?
    Sinto-me igual,
    à aquele dia que me mudei,
    sinto-me mais mudo,
    porque estou aqui,
    nas porras surdas,
    que antes bravavam.
    Choros e pesquisas,
    pócritas, porcas, portas,
    tudo fechado.

  420. Tene Cheba

    A liberdade é o erro de Einstein, esta é absoluta, não relativa.
    Que estranho tempo, este que eu vivo, tempo em que Fernandos, assustam, tempos de Dácios, ou Décios, novos falcões, novas facas, travestidas sob os coluios festivos. E eu? Bato em quem?
    Submisso a minha realidade, ao nojo supremo, dessa arte de ver, de ler, de me calar.
    Não sinto a minha cara, não pintada, transfigurada.
    Matam-me, por poucos tostões, seres baratos, minha posteridade triunfará, sobre seus nomes mortos. Meu Brasil, país, sem Lulas, e outros Collors.

  421. Daniela

    Ana Paula,

    ‘Uma vez um israelita me disse: balance qualquer árvore genealógica e irá cair um judeu dela!

    Então… Somos todos um?’

    è bem por ai mesmo começando pelos ‘primos’ que tanto guerreiam contra nós.

    Pois é cherie, esta história de politica no Brasil precisava começar denovo.

    Para início de conversa Brasília foi construída justamente para que as decisões políticas ficassem o mais afastadas o possível do povo.

    Mas vivemos uma nova era, e não existe barreira para tecnologia de informação. A era digital é muito rápida, rapida demais para que os velhos coronéis tenham tempo para se adaptar e descobrir nova maneira de agir.

    Seja escondendo a sujeira embaixo do tapete.

    Seja caindo na real e não fazendo mais sujeira.

    Infelizmente políticos letrados não perceberam isso ainda, imaginem os iletrados.

    A ignorancia da lama que rolava por Brasília, trazia felicidade ao povo.

    O conhecimento traz a vergonha…

    Né?!!!
    E nós caminhando e andando e seguindo a canção…..

  422. Reinaldo Pedroso

    Catando uma coisa em um post descartável encontrei esta outra.

    11/08/2009 – 05:57 Enviado por: Reinaldo Pedroso

    10/08/2009 – 10:00 Enviado por: gthomas

    por Leticia de Castro

    Caetano Vilela
    “Não confio em pessoas muito decididas e lineares. O artista é um ser contraditório por natureza.”

    Estou tentando entender essa afirmação.
    Reinaldo
    _____________________________________________________________

    Caetano Vilela
    “Não confio em pessoas muito decididas e lineares.” Por que não? Na melhor das hipóteses, “confio” não é a palavra certa. Mesmo com essa dúvida, te pergunto, não confias nem mesmo no comandante muito decidido do avião em que és passageiro? E quanto ao procedimento linear de uma determinação do controle de vôo, ou das instruções do manual? Ele não é artista, eu sei, mas não especificas. Ou então, não confias nem nos coadjuvantes muito decididos de tuas montagens teatrais? E quanto à linearidade no cumprimento de uma ordem convicta, objetiva, tua?
    “O artista é um ser contraditório por natureza.” Caso contrário, não é artista?
    Por último, eu me esforço para ser decidido, muito decidido; para não ser linear, muito linear; para não ser contraditório, muito contraditório.
    Reinaldo

  423. Reinaldo Pedroso

    17/08/2009 – 17:00 Enviado por: Silvinho

    “Entao so para um desencargo de consciencia vou falar a verdade: O Pacheco nao e Gay e nunca tivemos relacionamentos. Achei engracado o jeito como ele caiu de pau em cima de mim (…)”

    Silvinho
    Não és confiável.
    Reinaldo

  424. Reinaldo Pedroso

    Vamp the Kid
    Pelo menos um inimigo mortal já detonaste, o cigarro.
    Reinaldo

  425. Silvinho

    Mas afinal Pacheco, quem voce acha que e o Silvinho?

  426. * Ataque virtual derruba site do governo de Buenos Aires
    * Twitter sofre novo ataque em menos de uma semana
    * Facebook atribui ataque a blogueiro da Geórgia

    * Piratas virtuais invadiram e picharam o site da Record neste sábado (15). Mensagens de protesto …
    * mais um monte de casos do tipo …

    nada prova nada . mas eu aconselharia a começarem a guardar seus ricos dinheirinhos em casa .

    o pior fim do mundo não será o gigameteoro colidindo com a terra . um fim muito fácil e rápido . uns gritinhos aqui e ali . muito óbvio .

    o ” fim do mundo como o conhecemos ” , como se diz , será um fim de mundo contemporâneo , do mundo contemporâneo que terá um fim .

    o mundo do capital . principalmente o do capital virtual , o dinheiro virtual .

    coisa moderna é a ganância . o coitado do ganancioso de antigamente tinha que guardar a grana no colchão , no cofre no armário , fundo falso , o escambau .

    hj não . num quadradinho de plástico toda uma fortuna absolutamente irreal .

    mas isso terá um fim . 2012 . a pane geral , a sinfonia de ataques de hackers que paralizarão sine die os serviços de telecomunicação .

    dizem que , mesmo que não seja causada pelo homem , a catástrofe já estava escrita nas estrelas ,” tava sim ” . prevista , astronomicamente – cientificamente – para o final de 2012 , extremamente forte explosões solares podem queimar como palitos de fósforos os satélites em torno da terra .

    isso é que é caos .

    imagine que se possam recuperar depósitos milionários em bancos com pane geral e definitiva no sistema .

    imagine quando descobrirem que a grana , no papel , não existe ? ( nossa , me deu um nó no estômago !! )

    – sem satélites retrocederemos no tempo . lembra Gerald vc zoando quando ” eu ” disse que a terra iria andar para trás ?

    então , acho que é ISSO !

    …………………………

    me inspirei nisso : “George Bush foi um retrocesso tão grande que voltamos à uma época pré-Woodstock. Agora com Obama no poder a gente vai avançar de novo no tempo. Teria que haver um novo Woodstock ”.

    para bons entendedores , uma frase basta .

  427. ezir

    BOM DIA A TODOS, VAMP, PACHECO, SANDRA, TARGINO, ANA PAULA, SUE, SUSAN,ANINO,CLÁUDIO.LÚCIO JR, GLORINHA, CINTIA,DANIELA, todos e todas mesmo… e ao Sr. GERALD THOMAS!…

    Sou da geração ANOS 70. A gente sempre teve vontade de conhecer, ser intelectual e ter tido tantas vivências como a GERAÇÃO DA CONTRACULTURA. Minhas turmas do BROOKLIN em SP e CAMPO BELO tinham perfil bem de LEITORES influenciadíssimos pelos PAIS-CONTRACULTURA e conscientes politicamente(até conseguimos fechar 1 fábrica de químicos no bairro…).Mas, nosso estilo de vida era sempre o CONTRASTE: SHOPPING ,ESTÉTICA DA APARÊNCIA, ANTENADO c O EXTERIORe INTELECTUALIDADE, LEITURAS DE VÁRIOS GÊNEROS.

    Me lembro q tive até palestra sobre “paranormalidade” no colégio OSWALDO ARANHA por causa da onda de “Somewhere IN PAST”(Em algum lugar do PASSADO c O SUPERMAN Christopher Reeve), e havia sempre indicações das FICÇÕES CIENTÍFICAS de ISAAK ASIMOV, RAY BRADBURY. Eu não conseguia ler estas ficções , me envolvi c os TRABALHOS do colégio c LITERATURA PURA mesmo: um CHOQUE c a CLARICE LISPECTOR c “PAIXÃO segundo G.H”(nunca mais,mm tentando consegui Ler.Nem o “Perto do CORAÇÃO SELVAGEM”).

    A LITERATURA fundou-se em mim desde meu 1º livro c 1 POEMA-LIÇÃO sobre a ÁRVORE “PAINEIRA”…e finalmente comecei a LER LIVROS mm c 1 PROFA. APAIXONADA E EXIGENTE q NÃO NOS POUPAVA c TRABALHOS SIMPLES.ERA listas de LEITURAS …e “BRÁS CUBAS” de M.ASSIS q na LOUCURA do capítulo do DELÍRIO e as explicações sobre o HUMANITISMO me fez APRENDER A ADOOORARRR LER LIVROS …e fazer trabs. Longos,TER ORGULHO DE TER PÁGINAS , com esquemas de explicações , bem SÉRIOS p ganhar NOTA 10 e elogios, me sentir pertencendo às minhas turmas já avançadas de CULTURA BRASILEIRA por PAIS CONSCIENTES da geração de 60, dos anos de “CHUMBO”OU DITADURA.

    A gente tentava sempre “correr ATRÁS de TUDO q JÁ TINHA SIDO LANÇADO e LEGAL DEMAIS..IMPERDÍVEL DOS ANOS 60”: c-o-l-e-c-i-o-n-a-a-r THE BEST of tudo em TODAS ÁREAS DA CULTURA: Beatles, Stones,David Bowie, P. floyd,Emerson Lake and Palmer, C.Clearwater, A DEUSA do ROOOOCK “SUSY QUATRO”, CREAM-Eric Clapton, YES,Janis J, J.Hendrix, Bob Dylan, LED Zeppelin, Mamas and Papas,”OS IRMÃOS CARA DE PAU , de Belushi…tantos NOMES , principalmente na MÚSICA. E era UM PRAZER DE BOCA-A-BOCA…e ENTRADA NO TÚNEL DO TEMPO DAS REVOLUÇÕES CULTURAIS dos anos 60 porque O NAMORADO ou AMIGO indicava 1 NOME como NEIL YOUNG e a gente tinha q BUSCAR OUVIR os LPS da 1ª fase dele LINDA com NASH and YOUNG. GRANA POUCA p COMPRAR TUDO …AS FESTAS e os D.C.ES UNIVERSITÁRIOS serviam p ISSO, p compartilhar e Ouvir o q não DAVA P COMPRAR e TER-COLECIONAR na BIBLIOTECA de CASA.

    UMA super PENA com os BARES q abriam-se c UMA SELEÇÃO de MÚSICAS da ÉPOCA , e poucos se MANTINHAM.

    Sempre 1 reclamação minha , uma decepção CHEGAR em BARES , ouve-se as RÁDIOS q TOCAM só SOM DE cultura de MASSA…E SÃO “NEURÓTICAS, NEURASTÊNICAS” não sabem NÃO TÊM VISÃO da HISTÓRIA DA CULTURA e de TUDO, acabam perdendo CLIENTES , não sabem fazer MARKETING CULTURAL só de PADRÃO-CONVENCIONAL e “CURTO-CIRCUITADO” ( O sujeito só aprende a BATER O SOM na CABEÇA, e “descarregar a ADRENALINA” c BEBIDAS , fumos …e FISSURA q joga da EUFORIA à DEPRESSÃO e VAZIO ou RESSACA, CARÊNCIA da “REBORDOSA”total TODOS FINS DE SEMANA , “a NITE” é UMA ESTRADA SEM SAÍDAS, pois se REPETE o REFRÃO DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO desde “A BOHEMIA” ou “a TAVERNA” da BEBEDEIRA, “do AFOGAR-SE EM UM COPO…ou CHAFURDAR-SE em DROOOOGASSS e SEXO, DROGAS e…

    O ROCKN´ROLL não teve RAÍZES NO VÍCIO..NAS DROGAS, NOS REMÉDIOS , p o próprio Elvis PRESLEY, O REI MUNDIAL DO ROCKN´ROLL,q fez questão de mostrar isso em seu ACÚSTICO “ COMEBACK 68”( de RESSUSCITAR “MÚMIAS” …e MARAVILHOSAMENTE DIVINOOO!!!).

    Sr. Gerald THOMAS, passei adolescência inteira de minha GERAÇÃO “JOHN TRAVOLTA” e sempre c todas minhas relações OUVINDO “VC gosta do filme “Hair” …AH, então vc precisa OUVIR “THE WHO”,…assistir “Woodstock”, “opera THOMMY”, “FESTIVAL DE MONTERREY”…e me lembro deste filmes rolarem aqui no CENTRO DE SP , OLIDO, BRISTOL OU CENTER 3, e os Imprescindíveis CINECLUBES, os POINTS UNDERGROUNDS …ou CINEMATECAS como a do MUSEU LAZAR SEGALL, centro convenção REBOUÇAS c super MOSTRAS…o “CARBONO 14” no Bexiga…Cineclube da GV…

    AQUI no BLOG através desta sua ENTREVISTA ao G.1 sb WOODSTOCK e lá NO BLOG do CLÁUDIO MARTINS, o “ G-DIET”pude começar a CONHECER MELHOR e a COMPREENDER aquele MOMENTO como UM MOVIMENTO DOS JOVENS, pq p MIM tinha sido UM MEGA-SHOW onde ROLOU quase de TUDO…os RITUAIS do HENDRIX de QUEIMAR a GUITARRA e de outros depois DESAPROVEI TOTALMENTE pq ROCKN´ROLL CLÁSSICO DE RAIZ é ARREBATER…re-LIGAR nossas FORÇAS E ENERGIAS com A LUZ CELESTIAL , de nosso DEUS INTERNO ORGÂNICO VITAL …e não MANIFESTAÇÕES PRIMITIVAS …de DESTRUIÇÕES mm q FOSSEM “ATOS SIMBÓLICOS DE PROTESTOS”.

    Acho q a MAIORIA DO PESSOAL q foi p BETHEL, estava MAIS na ONDA de DES-ESTRESSAR …e “LARGAR MÃO DE TUDO” com TANTA PRESSÃO E REPRESSÃO …AMEAÇAS de “RECRUDESCIMENTOS” das FORÇAS POLÍTICAS NOS PODERES SUPREMOS das NAÇÕES MUNDIAIS…e A TOTAL “FALTA” E PLENO DESEJO de NÃO-SE-ENGAJAR em mais NENHUMA CAUSA …já q DE TODOS OS LADOS DA POLÍTICA só VIMOS SAIR FALTA DE CARINHO E ACOLHIMENTO DA ALMA …do SENTIDO DE SER HUMANO…de HUMANISMO contra a BRUTALIDADE, a SURDEZ…e INDIVIDUALISMOS ARROGANTES de uns contra os OUTROS…e a TOTAL INDIFERENÇA, FALTA DE SOLIDARIEDADE q assombram …e faz a GENTE REAGIR ou se DEFENDER , no caso de WOODSTOCK, MERGULHO TOTAL E irresTRITO na MÚSICA…na VIAGEM de TRÊS DIAS.

    VIAGEM DE LAZER mesmo…curtição DA VIDA, da ATMOSFERA de LIBERDADE de “QUEBRAR , ROMPER OS PADRÕES” …e ACABOU…deixem OS OUTROS pensarem O QUE FOR…no MÍNIMO , as pessoas ERAM PRESAS …e LIBERADAS depois …pq GOVERNO não PODE sair PRENDENDO todo MUNDO também…SENÃO , vai acabar DERRUBADO pq o importante p TODA A SOCIEDADE é SERMOS LIVRES, mas RESPONSÁVEIS pelos NOSSOS ATOS.

    Tanto é assim q uma CRIANÇA ,e todos q MORRERAM DE OVERDOSE , no fundo mesmo, DESEJARIAM NA HORA “H”terem-se recuado…e pensado “que VALE A PENA mesmo VIVER” … O GRANDE PROBLEMA é não PODER CONTAR c um OUTRO ACOLHEDOR…COMPARTILHADOR ou “LEDOR DA ALMA” naquelas horas para lhe“INDICAR” CULTURAS…OPÇÕES DE LAZER…SAÍDAS…p LHE CRITICAR …e ORIENTAR…dar POSSIBILIDADES de VER A VIDA sob UM OUTRO ÂNGULO …uma NOVA POSIÇÃO…dar tempo ao tempo…ALONGAR-SE …ser UM TEMPO DE TRÊS-DIAS(, pelo menos VAI!) …de DES-LIGAMENTO TOTAL c A ORDEM DE “PAZ E AMOR , e a BANDEIRA…e TUDO, TUDO q seja AMOR LIVRE ,sem exageros ou CONTRA-INDICAÇÕES…”.

    TEMPO de um WOODSTOCK…ou “CONCENTRAÇÕES” da VITÓRIA do POLÍTICO mais NOVO E DEMOCRÁTICO do PLANETA, finalmente NO TOPO DA POLÍTICA MUNDIAL, Mr. Barack OBAMA.( vi seu DIA A DIA na CASA BRANCA na TV A CABO GNT, ele como UM JOVEM FAMINTO pedindo SANDWICHES p almoço, cheio de trabalhos…).

    Então,imaginem, eu, Ezir,de MAMÃE CONSCIENTE E TEATRAL, mas “madame BACANÉRRIMA”no maior ensejo de EXPERIMENTAR …de tanta INVEJA …ou VONTADE de TER VIVIDO TÃO INTENSAMENTE, calor de FORÇA PRIMAL, a VIDA como o SR. GERALD THOMAS…e toda sua GERAÇÃO 60, fui ao FESTIVAL DE IACAaaaaaNGA-SP”(houveram 4 festivais).

    No segundo FESTIVAL, fiz TUDO E LÁ FUI, passagem de última hora, namorado LIGHT demais, desencontros…cheguei na FAZENDA 11:00 DA NOITE. Cadê administração ???O q realmente funcionava, quem eram os organizadores…NAAADA..SÓ no BOCA-A –BOCA…cada UM POR SI…peguei o final de 1 show, pós os melhores c ITAMAR ASSUMPÇÃO( acho!!!) …DIZIAM ia ROLAR “RAUL SEIXAS”…no domingão não rolou mais nada…rolaram outros mas nem fiquei sabendo mais.Havia UM LAGO C lama em q alguns TOMAVAM BANHO…eu NEM MORTA. BICHOO!!! Um FRIO de INTERIOR, super SOL , BARRACAS de CAMPING ..e cada UM na SUA MERRRMOOO, cara porque QUEM QUERÍAMOS havia dado SHOW RÁPIDO …ou CANCELARAM.

    Num frio de lascar , um monte de gente sentada na grama…enorme espaço de fazenda…eu meio perdida do namorado “aéreo”q resolveu vir de carona c os amigos…tudo q menos desejei, mas só de CHEGAR PERTO DO PALCO ENORME e ver OUVIR UM SONZAÇO q quando parecia q ia esquentar a NOITE FRIA …acabaram E não voltaram MAIS , cara!!!NEM UM BIS LONGO…!

    QUE decepção NUM FAZENDÃO c jovens , cada 1 com suas “ tchiurmas”, eu tive q ir fazendo amizade na HORA…CHEIRO DE “ERVA CASTANÊDA NO AR” …meu “SHANGRILÁ” q li em um dia FOI P ESPAÇO ETÉREO…NIHI, NADAAA nem o namorado q estava “no céu com DIAMANTES”, fui encontrá-lo no dia seguinte , SEM ALTO FALANTE merrrmo RODANDO …sabe comé???

    SR. Gerald THOMAS, então, posso IMAGINAR o quanto FOI INSUPERÁVEL chegar e de CARA ter uma“CANJA” de um SHOW LIVRE ali na grama mesmo… c “CARAS DA NATA”, MESMO não SENDO AS ESTRELAS , como TANTOS CARAS de BANDAS famosas HOJE q começaram NA RODINHA da festa de CASA , ou no quintal …OU NA PRAIA …ou no LUAU..na GARAGEM do carro…ou na CALÇADA mesmo como “Stanley JORDAN” e MILES DAVIS q vi AO VIVO, no ANHEMBI, de perto DE CARA num SPOTLIGHT DE AZUL NOTURNO sobre seu ROSTO E CORPO E TROMPETE “TIME AFTER TIME” , no FREE JAZZ FESTIVAL.

    Depois destas EXPERIÊNCIAS ÚNICAS só escrever LIVROS mesmos… e REGISTRAR sempreeee…sempre, mm q p MOSTRAR como álbum de fotografia p a FAMÍLIA …ou nosso AMOR ESPECIAL…ou NUMA GRANDE PEÇA LITERÁRIA p todo o PÚBLICO…ou neste BLOGÃO BIG-BANG LITERÁRIO!!!
    Bom dia a todos, até mais tarde!Ezir Miriam

  428. desde o ginásio quando aprendi sobre as fases da história , eu que sempre fui o chato da perguntação sobre tudo .

    se

    “” a História é dividida em Antiga (da invenção da escrita, mais ou menos 4000 a.C. até 476, queda do Império Romano do Ocidente), Medieval (de 476 até 1453, queda do Império Bizantino), Moderna (de 1453 até 1789, Revolução Francesa) e Contemporânea (de 1789 até hoje). “”

    quando é o HOJE da idade contemporânea ?

  429. qunado o HOJE acaba ?

    qual a próxima idade da História ?

  430. mnc

    Bom dia Comunidade!!!

    Pacheco, dor de alma …
    Dor doída sim meu rei…
    O que não tem remédio, remediado está.
    Agora vc precisa cuidar do seu pé!!!

    Não se descuide, p que ele se cure rápido e vc depois não tenha problemas originados de um lesão mal curada.
    Seus guias de cura estão aí com você e vão lhe conduzir ao tratamento.
    Torci o pé, exatos 30 dias depois que minha mãe operou de uma hérnia enorme formada na primeira cirurgia 2 anos antes em 2006, redsolvi sair em BH com minhas amigas p comemorar o data…coloquei um salto enorme e torci o pé ao pisar em falso na calçada irregular…o pior foi que não tive os cuidados nescessários, pois a sanfoneira ainda precisava de cuidados, aí só foi arruinando, tomava remédios mascarar a dor….até que me toquei, levou bem uns 6 meses p recuperar e mais de 1 ano até conseguir voltar a usar salto.
    Agora numa coisa me toquei, no cuidado ao andar p evitar outra dessa…osso.
    Muita dor, ainda mais se for no tornezelo.
    Juízo heim Pacheco.
    O Genaro foi e a Brisa também foi a trabalho com ele, eu tô aqui de vó em tempo integral…rsrrs…3 crianças, 3 mundos diferentes cada um jeito tem seu jeito de interagir.
    Um exercício de equanimidade e paciência, muita calma nessa hora…rsrrsr…ainda tem a sanfoneira….a roupa p lavar, o almoço p fazer que tem que estar na mesa até o meio dia.
    A tarde fazer brincos de esferas de pedras brasileiras e capim dourado, meu trunfo p a feira (FIPPE) desse ano.
    Um ofício aprendido e aperfeiçoado através do tempo. na era hipie pós-wood, artesanato, criar uns trampos e tirar leite de pedra.
    Tudebom!!!

  431. Glorinha

    Claudio diet…

    Bom dia!

    “qunado o HOJE acaba ? qual a próxima idade da História ?”

    Creio que o hoje começa a acabar quando colocamos idade na história…
    meu hoje, o seu amanhã, o nosso futuro… linha do tempo que ninguem vê mas quase todos acreditam que existe…
    não sei não… sinto-me menor que uma formiga diante do imponderável tempo que não sei…
    [[]]

  432. Glorinha

    Ezir…

    muito bom dia para você!
    [[]]

  433. Glorinha

    Bom dia para todos!

    Atos secretos

    É noite na casa
    penumbra e tintas atribuem valores
    Secretos atos
    atônitos lacaios…
    meia dúzia de gatunos, pingados
    meio milhão de pardais, aprisionados
    Tão secretos são os atos
    que de todos vão saber
    Não secretos são os atos
    que trabalham na batuta do cartão
    Que mistura envergonhada, vergonha aprisionada
    atos secretos em mentes vazias
    que se perdem em regalias
    na casa que era de todos
    a casa que não nos serve,
    de nada e para mais nada…
    []

  434. E falando platéias que aplaudem coisas de antigamente.

    Com muita alegria leio noticias que o saudoso artista Wilson Simonal
    Está sendo executado novamente e sendo conhecido por esta atual geração de jovens. Em diversas boates e clubes executam sucessos antigos com prazer e animação.
    O suingue e a batida irresistível do cantor empolgam a juventude dançante. Noticias em jornais aqui de Vitoria atestam isto chegando a divulgarem que já foram visto jovens com panos amarrados nas cabeças copiando o que Simonal fazia.
    Muitos sabem e leram o sucesso de Frank Sinatra. Sucesso e grande show no Maracanã lotado. Mas poucos têm conhecimento que no mesmo local Simonal literalmente botou a platéia a cantar Meu limão meu limoeiro e outras numa empolgação imensa.
    Aos poucos vai se resgatando a memória de quem merece. Simonal terá o merecido reconhecimento e seus filhos poderão olhar de frente a vida. Com orgulho do nome do pai
    Mantenho as palavras que disse aqui neste blog:
    -SIMONAL FOI DELATOR PORRA NENHUMA e ainda reafirmo e assino embaixo porque eu sempre soube do que afirmei e afirmo.
    Simonal foi sim vitima da incompreensão, da intolerância e do julgamento errado.
    E principalmente de falsos moralistas que lhe viraram as costas quando mais precisou ser apoiado. Teve um muito de racismo também no jogado. O sucesso do negro Simonal incomodava inclusive concorrentes no universo de artistas. Inclusive negros iguais a ele viraram o nariz.
    Não se chora leite derramado.
    O acontecido não tem reversão.
    Mas ao menos fica provado que:
    Tanto a mentira tem perna curta, quanto:

    ANTES TARDE DO QUE NUNCA.

    Assim sendo uma má estória da história esta sendo reparada.
    Um nome outrora difamado esta sendo revisto e inocentado
    E outros certamente virão.
    E quem viver verá.

    Cante Simona
    A platéia é tua.
    Já te julgaram
    E te adoram
    Bota pra quebrar.

    Uma vez skindo lele, outra vez skindo lalá

    Obrigado.

    Pacheco.
    😀

  435. Glorinha

    … não sei quem está ai… olhando tudo, algumas coisas que não podemos ver…libertanto nossos pensamentos…
    agradeço novamente!
    []

  436. mnc

    Partiu no braços dos anjos do céu, aos 78 anos nossa Heroína Irmã Zoé.
    Irmã da ordem das Clarissas Franciscanas, Durante 4 décadas revolucionou a ação social em T.Otoni, foi chegando e causando impácto, fundou o MMM (movimento da mulher marginalizada) que acolhe e reintegra prostitutas e vítmas de violência doméstica, foi um escândalo, quando deram notícias de Irmã Zoé na zona Boêmia, conversando com prostitutas, coisa completamente inimaginável, p os padróes caretérrimos da tradicional família cristã mineira.
    Ela construiu uma casa de reabilitação p elas e ensinava vários ofícios, tirou muitas delas da vida “Fácil”
    Criou também a casa das meninas e dos meninas, e a creche ninho p mãe trabalhadoras deixarem seus filhos menores de 7 anos em segurança.
    Ontem no seu velório, centanas de depoimentos emocionados, tanta gente que se dava por causa perdida, o amor e cuidado da doce Irmanzinha Zoé, resgataram da lama.
    O que mais me emocionou foram de 2 mulheres uma ex-prostituta, hoje cozinheira da creche e outra ex-menina de rua que fugiu do Recife aos 11 anos ia p São Paulo, foi interceptada num posto policial daqui, irma~Zoé cuidou dela e hoje é professora.
    Essa com certeza foi p o céu.
    Exemplo de como não se passar uma vida em brancas nuvens.
    Irma Zoé minha pedrinha preciosa, seja recebida no Céu com todas as honras.
    Sua vida não foi em vão.
    Abraços.

  437. Fala Glorinha
    Estamos a olhar
    Esperando
    Tua palavra entrar
    Carregada de amor
    E compreensão
    Dando a nós
    A sensação
    E por instante
    Uma ilusão
    De que
    Nem tudo
    É perdido não
    Basta
    Ler-te com atenção
    Leitura
    Feita de coração
    Trazendo
    Mensagem de devoção
    Esparramada
    Sem ilusão
    Verdade dita
    Ora se não
    Sobre fato
    Já ocorrido
    Algum
    Até muito comprido
    Tendo
    No meio o excluído
    Gente
    Que fica no esquecido
    De dirigente
    Mal agradecido
    Que
    Só nos quer
    Ver perdido

    É ele
    Um mal parido
    Que deve
    Voltar ao seu partido
    De onde
    Não deveria ter ser saído
    Tampouco votado
    Tal puto e veado
    Que tem
    Só enganado
    Que DESGRAÇADO

    😀

  438. mnc

    Na certa somarei em reza para esta maravilhosa irmã Zoé.
    Exemplo de vida.
    Por certo que outras almas dedicadas e bondosas existem.
    Quando em Belmonte andei, ou melhor, estive atuando em jornal net.
    Dentre os poucos comentários de minha autoria um me agrada sobremaneira pois fala de um lar para meninas.
    Vou abaixo copiar para que todos conheçam do que estou falando:

    J. Pacheco comenta sobre Vandalismo e sua ação destruidora.
    E também fala de MUITO AMOR.
    J. Pacheco – Quinta-Feira, 13 de Novembro de 2008 às 01h21min

    Dois exemplos.

    Um exemplo a ser evitado = Vandalismo

    Um exemplo a ser copiado Muito amor. Lar da Menina de Belmonte
    Vandalismo e amor em Belmonte.
    . Colabore com sua participação

    O vandalismo é um modo que certos jovens encontram para se expressarem, como muitas gangues fazem pichando, quebrando objetos públicos e muitas vezes agindo com violência. Na maioria das vezes isso acontece porque os alunos querem mostrar que são “bons” para as meninas. Mas isso não significa que as meninas não cometem esses atos, pois hoje em dia também elas estão entrando na onda do vandalismo. Esse tipo de atitude não leva a nada, porque o adolescente vai lá, estraga. Quebra e daí? O que ele ganha com isso? Nada. A não ser provocar destruição, violência e falta de respeito com as pessoas que estão no local.
    Segundo nos ensina a enciclopédia:
    Vandalismo é uma ação motivada pela hostilidade contra a arte de uma cultura, ou destruição intencional de bens e propriedades alheios.
    O nome deriva do povo vândalo, um dos povos bárbaros cujas invasões e ataques ao Império Romano provocaram a queda deste. A primeira referência à palavra vandalismo data provavelmente da Revolução Francesa, em cujo decurso, a 10 de Janeiro de 1794, o Bispo de Blois, Henri Grégoire, relata aspectos do comportamento do exército republicano, usando o termo. No entanto, a carga pejorativa era associada à palavra vândala já no século XVII, pelo menos nas línguas inglesa e francesa.
    Considerando o que foi até aqui lido eu me permito a indagar:
    Será que em Belmonte existe vandalismo?
    Está na cara que sim. Ou melhor, está nas praças para atestar o que estou afirmando.
    Praças são lugares procurados para paz laser e descanso. Praças funcionam idem assim como um cartão de apresentação de uma cidade os quantos a ela estejam em visita. Traduzem também uma representação do povo da cidade.
    O que pensam turistas ao notarem as praças de Belmonte do jeito que elas estão?
    Com certeza o que penso eu sei. Mas certamente turistas e outros não estarão tecendo elogios. A impressão é a pior possível. E por culpa de poucos, muitos pagam. Sem contar que nós próprios nos veremos privados de um lugar tranqüilo limpo arejado e bonito para descansar em um entardecer qualquer junto a familiares e ou amigos e nestas praças ficar com prazer ativando um papo sadio e gostoso.
    Não adianta ficar criticando a administração da cidade pelo estado de má conservação atual das praças de Belmonte (a maioria delas). Primeiro temos de evitar tamanho crime que são os vandalismos praticados por nossos jovens. Jovem. Faça sua parte, não participe de tais atitudes. Denuncie aqueles que destroem. Aconselhe aos errados. Faça o seu dever de cidadão. Preserve o que é de todos e, portanto também te pertence. Ame as praças. Ame Belmonte.
    Peça providencia ao vereador de seu bairro. Certamente que chegaremos a uma solução.
    Todos ficarão mais contentes. Do mais humilde cidadão ao nosso prefeito.
    E quando um dia notarem o sorriso de crianças brincando nas praças sinta orgulho por teres participado desta mudança. Praça limpa. Cuidada e ambiente de tranqüilidade. Esta é a Belmonte desejada. Esta é a Belmonte que queremos. Eu você e todos nós. Com a ajuda de Deus.
    Em contra partida desejo ressaltar como exemplo de atitude a ser copiado o trabalho incansável e proficiente desenvolvido por senhoras da sociedade belmontense. Estou falando das que mantém e cuidam da escola das meninas que até muitos cidadãos não sabem a amplitude e beleza do estabelecimento que esta cidade tem. Coisa de alto nível. Digna dos maiores elogios. Em passado recente estive percorrendo as dependências do citado estabelecimento. Duas jovens alunas me serviram de guias e explicadoras. As dependências e o asseio falam por si. Ressaltem-se ainda os recursos de tratamento de assistência médica e ambulatorial e odontológica e as oficinas de aprendizados artesanais alem da modernidade presente em aulas e pratica de computação. Funciona ainda um bazar onde o produzido em aprendizado pelas alunas é ofertado ao publico visitante e cujos preços bem abaixo do mercado servem para fortalecer o fluxo de despesas necessárias para manutenção do aparato como um todo. Nem era necessária explicação alguma considerando o visível e presente em todos os detalhes. Cuidado e organização reinante no colégio em tela. Contudo foi agradável estar na companhia de alunas bem preparadas e desembaraçadas sabendo elas exatamente o que responder ou explicar. Sem duvidas cabe aqui a afirmação de que Belmonte possui este estabelecimento como padrão em nível de primeiro mundo. Claro que dirigindo esta associação existem corações abnegados e firmes na busca de objetivos concretos. Não citarei nomes considerando que as responsáveis o que menos desejam é terem seus nomes em evidência. São o que são e por amor ao semelhante encontram forças necessárias para suportar as lutas e batalhas diárias. Destaco então o nome do estabelecimento que elas amam e que alem do enorme beneficio social que o colégio pratica é mais um motivo de grande orgulho para Belmonte e seus residentes. Até aqui estivemos falando da associação LAR DA MENINA. Que assim se define:
    È uma entidade filantrópica que atende meninas na faixa etária de 7 a 13 anos, em situação de risco social, violência e pobreza da periferia do município de Belmonte-Bahia. Também conhecida como:
    UM TRABALHO DE AMOR.
    Amigos (as) começamos a crônica com um mau. Encerramos com um belo e desejado exemplo.
    Escolham onde poderão melhor cooperarem. E realmente ajudem. Sejam voluntários. De algum modo participem.
    De qualquer maneira acima de tudo e de todo Ele estará te olhando.
    Fiquemos com Ele. Estaremos com Deus.
    Até uma próxima crônica. Meu muito obrigado.
    J. Pacheco.

    Nota: José Pacheco Filho é funcionário da MRB engenharia ltda. E colabora com a redação deste jornal compromissado tão somente com a verdade dos fatos da vida como ela é. Colabora ainda com outras publicações e atualmente comenta como leitor no blog do colunista e teatrólogo Gerald Thomas no IG.
    Contatos se desejados endereçados para: jose.pacheco retirado por cautela com.br ou na seção do leitor deste jornal

    Quanto ao meu pé ,estou melhorando.
    medicado e feito hoje banho de água quente e sal grosso.
    Agradeço tua preocupação e carinho.

    Obrigado.

    Pacheco.

    Recebeu uma sátira do Me arde o oio?
    Gostou?

    😀

  439. O jornal net no qual eu estive colaborando por solicitação do fundador ( Antonio ) encerrou temporariamente suas atividade por ordem de uma promotora de Porto Seguro.

    Não houve explicação convincente.

    Algo ligado a falta de diploma de jornalista.mas no fundo houve motivação politica.
    Recentemente o Antonio que hoje trabalha com o atual prefeito
    disse-me que breve retornaremos.

    O endereço era http://www.omunicipio,net eera um ótimo divulgador da cidade e de seus acontecimentos.

    Mas a politica sempre é conturbada seja onde for.

    Quem não tem jogo de cintura:

    DANÇA

    E não falo de ROCK nem de SAMBA.

    No caso falo de dança do verbo SIFU.

    😀

  440. Gostaria de ter estado nesse festival morrido de orvedose para não ver um dia meu país ser governado pro uma tal de Dilma

  441. Ekran

    Ainda sobre o “big bang” que foi o festival de Woodstock, não podemos esquecer que a politica nos EUA nunca mais foi a mesma.

    MAS esse blog é sobre arte e não politica…

    Nixon falando na TV em Novembro de 1969 pedindo apoio junto a “massa silenciosa” de eleitores para que ele continuasse com a ofensiva no Vietnam. Momento unico na historia em que o presidente de uma super-potencia busca se legitimar com a massa…talvez ecoando ainda os gestos de PEACE dos festivais recentes (sobretudo Woodstock).

    A Joan Baez cantando “we shall overcome”, momento gospel(?!) no palco do rock, numa fusão total de crenças e politica, com certeza isso chegou no front! Balançou os senhores da guerra ver seus recrutas pirando com duzias de granadas e rifles nas mãos dizimando vilas inteiras com mulheres e crianças, e depois napalm na cabeça de quem sobrou, tudo isso ao som de Woodstock.

    Era outra a guerra a ser vencida, só que nos EUA junto a opinião publica.

    No cinema vieram todos aqueles filmes epicos de contestação do Vietnam, sendo “Apocalyse Now” a obra-prima. A demencia de M.Brando como o coronel entrincheirado nos rios da Indochina, criando seu mundo particular a la Nixon. Os soldados surfando nas ondas da praia durante um bombardeio, sob o comando de um endiabrado tenente (R.Duvall) que quer apenas mostrar que a cultura local não vale mais nada. Que se danem, vamos curtir! E a viagem rumo ao inconsciente rio adentro no caminho suicida de M.Sheen que encontra corpos empilhados marcando o caminho , como os pedaços de pão deixados por João e Maria. O ápice não é o encontro com o mefistolico Coronel Kurz (Brando), mas o show das playgirs em plena selva, descendo de helicoptero para saciar os soldados bolados de drogas e testosterona.

    Nixonland for all.

    Então, woodstock não foi só aquela “lama”, mas uma outra coisa que 40 anos depois ainda precisa ser melhor definida, pois ainda experimentamos seus efeitos…

  442. bom dia glorinha

    em ‘blade runner’ , ‘inteligencia artificial’ , ‘eu robot’ fala-se de memória adquirida .

    um video recem publicado no G-diet diz que memória será objeto de consumo num futuro próximo . os facebooks e twitters se integram , todos são amigos de todos e suas memórias se interagem , por dispersão .

    deve ser o fim da contemporaneidade pela mistura de épocas . pra que isso vai servir não sei .

    sei que continuo sem futuro …

    …………………………………………….

    oi pacheco , depois da filosofia , de volta à baixaria . a vida real . surreal .

    seu pedido está no G-diet na página do post ” we are the worst ” do blog :

    http://blog-filho.blogspot.com/2009/07/o-rock-errou-14-julho-2007-chuck-berry.html

    só porque foi vc quem pediu . o video é de uma dupla caipira mineira . entendeu né ?

  443. Ezir.

    Bom dia.

    Não tenho sequer pretensão de ser diferente de ninguém. Vou logo dizendo que tuas palavras chegadas a um elogio são maiores do pouco que eu consigo produzir.
    Mas entram em meus ouvidos enchendo-me com alegrias tais que sem duvida alguma se correr ao espelho verá um sapo inchado.
    E orgulhoso.
    Nunca escondi que tenho apenas os conhecimentos normais a militar que fez carreira nas armas, Entrei na marinha tendo apenas concluído o primário. Cursos normais de carreira foram feitos. Um deles o de Aperfeiçoamento da Especialidade de Hidrografia e Navegação é registrado e reconhecido pelo MEC e me habilita a ser cartógrafo profissão de nível técnico. Também por ter cursado meteorologia posso quando desejar ser certificado como técnico em balizamento e navegação. Com direito ao CREA.
    E fora isto uma vontade enorme de aprender tudo que possa,
    Leio e muito. Qualquer coisa escrita que me apareça.
    Até revistas antigas.
    Sempre se garimpa algo de bom e interessante.
    Quando escrevo faço com que dirigido por compulsão. Teclando não gosto de ser interrompido. A ponto de ralhar com quem o fizer.
    Sai tudo de uma vez.
    Depois aplico o corretor. Ai sim lê o que foi produzido. Com calma e raramente mudo algo de minha vontade. Fica como esta depois de corrigido. E não é raro surpreender a mim mesmo.
    -EU FIZ ISTO!
    Portanto ter reconhecimento da tua parte me envaidece.
    Faz com que eu lembre segurar à soberba.
    O elogio deve ser encarado com estimulo para buscar melhorias. pois ninguém sabe tudo e restara sempre o que aprender.
    Noto que aos poucos encontro mais facilidades. Talvez como diga o ditado; O habito faz o monge eu esteja realmente no caminho certo.
    São muitas as pessoas que me estimularam.
    Desde uma velhinha frágil gigante que dizia:

    Studi di Zezino che gli effettuano bene

    Até uma senhora mestra que escreve assim:

    BOA NOITE, pessoal !!!…PACHECO FILHO, obrigada por se chamar, mas acompanho lendo no q posso tudo aqui…e me divertindo, atualizando-me c as INFOS, como as DO ECRAN, super PROVIDENCIAIS p eu ENTENDER A HISTÓRIA não só DO DIÁRIO de MR. THOMAS, mas CONTEXTUALIZADA na HISTÓRIA DA nossa CULTURA e ARTE no BRASIL!!!…

    Então só me resta dizer:

    Obrigado senhora EZIR MIRAIN DE PAIVA,

    Ha capito?

    😀

  444. Cintia

    bom dia!

    Astrônomos encontram agente “formador da vida” em cometa – IG

    “Cientistas da Nasa (Agência Espacial Americana) encontraram o aminoácido glicina, fundamental na formação de proteínas por seres vivos, em amostras de um cometa. Esta é a primeira vez que se encontra um aminoácido neste tipo de corpo celeste.

    As proteínas são formadas por combinações de aminoácidos e, por sua vez, são usadas na formação de várias estruturas dos organismos vivos, de cabelos a enzimas.

    “Nossa descoberta sustenta a teoria de que alguns dos ingredientes para a criação da vida se formaram no espaço e foram trazidos à Terra pelo impacto de meteoritos e cometas”, disse Jamie Elsila, cientista no Centro de Voos Espaciais da Nasa em Greenbelt, no Estado de Maryland, e principal autor de um estudo sobre o assunto, a ser publicado na revista Meteoritics and Planetary Science.

    Para Carl Pilcher, diretor do Instituto de Astrobiologia da Nasa, a análise da equipe de Elsila reforça o argumento de que a vida no universo “pode ser mais comum do que rara”.
    …”

  445. ezir

    PACHECO,

    Jornais são informativos p preencherem os dias e as horas das populações das cidades grandes e metrópolis c OS FATOS.

    Jornais marcam O HOJE, o PRESENTE, e MORREM A CADA DIA DE PUBLICAÇÃO, a não ser q guardemos os CLIPPINGS selecionados de notícias aqui acolá, como eu FAÇO.

    É um super trabalho diagramar aqueles textos formatadinhos c UMA VARIEDADE de LETRAS, LETRINHAS …tudo tão CAPRICHADO e FORMAL…depois VIRA LIXOOOOOOO…e PAPEL UTILITÁRIO.

    O que faz o JORNAL é A ORDEM DO DIA, “O APINHADO” de leitores CAINDO DE BOCA numa SÓ NOTÍCIA …ou VÁRIAS.

    O JORNAL é uma COLMÉIA DE ABELHAS, ou MARIMBONDOS.

    Qualquer JORNAL pode “FECHAR” ou “voltar” A CIRCULAR, depende DOS ESCRITORES…e não da POLÍTICA.

    Raquel de QUEIRÓZ transitou e foi jornalista-escritora tradutora por execelência, como MACHADO DE ASSIS e OS JORNAIS se foram …e ELES FICARAM c seus LIVROS…

    Tudo depende do ESCRITOR, CRIADOR, entende? Bom dia!!! Ezir

  446. Cintia

    bom dia!

    Astrônomos encontram agente “formador da vida” em cometa – IG

    “Cientistas da Nasa (Agência Espacial Americana) encontraram o aminoácido glicina, fundamental na formação de proteínas por seres vivos, em amostras de um cometa. Esta é a primeira vez que se encontra um aminoácido neste tipo de corpo celeste.

    As proteínas são formadas por combinações de aminoácidos e, por sua vez, são usadas na formação de várias estruturas dos organismos vivos, de cabelos a enzimas.

    “Nossa descoberta sustenta a teoria de que alguns dos ingredientes para a criação da vida se formaram no espaço e foram trazidos à Terra pelo impacto de meteoritos e cometas”, disse Jamie Elsila, cientista no Centro de Voos Espaciais da Nasa em Greenbelt, no Estado de Maryland, e principal autor de um estudo sobre o assunto, a ser publicado na revista Meteoritics and Planetary Science.

    Para Carl Pilcher, diretor do Instituto de Astrobiologia da Nasa, a análise da equipe de Elsila reforça o argumento de que a vida no universo “pode ser mais comum do que rara”.

    …”

  447. EZ-EEERR … not easy

    , adoro quando ezir visita o diet e ilumina os posts com a luz das explosões da linearidade do nosso raciocínio .

    caraca .

  448. Glorinha

    Claudio diet…

    Sem futuro…
    foi assim que escreveu, vindo do passado, um amigo meu
    sim do passado, quando li eu e ele já estávamos no futuro
    escreveu antes de eu ler… isso não pode ser diferente
    não por agora, não por enquanto…
    talvez naquele futuro incerto, aquele que não existe
    que só existe quando se chega lá, e,
    quando finalmente chegamos
    chamamos de “presente”…
    [[]]

  449. Daniela

    hahahhaha
    morrer de overdose pra não ver a Dilma governar o Brasil…
    Muito bom!!!
    Eu hein!
    Mais fácil eu me mandar do que me entregar por causa da Louca da Dilma.
    hahhahhahahhahah
    como dizem os cariuócas é ruim hein!!!

  450. ezir

    PACHECO,

    os verdadeiros escritores EMERGENTES de HOJE já são PROFISSIONAL DE ALTA CATEGORIA , sem necessidade de diploma. Estou c uma matéria de domingo da FSP e vou te dizer + SOBRE ISSO. VOCÊ está ESCREVENDO como JAMAIS IMAGINAVA LER AQUI, uma ESCRITA BEM dentro de nossa TRADIÇÃO DA INVENÇÃO , desde EZRA POUND, STÉPHANE DE MALLARME, GUILLAUME DE APOLINAIRE.

    Fui numa MOSTRA DA POESIA EXPERIMENTAL,NOVA E DIGITAL na CASA de nosso MAIOR MESTRE DE TODOS OS TEMPOS , Haroldo de CAMPOSSSSS , q aniversaria AMANHÃ 19/08/09, e numa PALESTRA c O OUTRO MESTRE ARQUITETO POETA DÉCIO PIGNATARI e O MAIOR DE TODOS OS TRADUTORES do TRIO CONCRETISTA Augusto de CAMPOS, lá na CASA DAS ROSAS.

    A MOSTRA DA POESIA EXPERIMENTAL mostra poemas como ESTE TOM DE CRUZAMENTOS DE REFERÊNCIAS e VARIAÇÕES sobre o MESMO TEMA de UM ASSUNTO, que VOCÊ, PACHECO , já faz em SEUS POEMAS-PROSAS POÉTICAS ou FORMAS HÍBRIDAS.

    Este seu HIBRIDISMO é ÚNICO aqui dentro desta nosso MERCADO DE LETRAS e de uma NOVA ASCENSÃO DE ESCRITORES q estamos AJUDANDO a FUNDAR via este BLOG-BIG BANG de nosso MAIOR MESTRE DO TEATRO , Mr. Gerald THOMAS.

    Mas, vc não tocou exatamente no ponto a que me referi naquele seu POEMA-PROSA…………..!!!! BYE, Ezir

  451. Aninomyous

    Boa Tarde! 😀

    Eu gostaria muito de ter estado no Woodstock, musicalmente e também aquela utopia toda…realmente não é por ai, impossível vencer assim, mas foi uma grande mensagem, não sei se é bem isso, mas tipo o pessoal raspava a cabeça pra ir pra guerra (skinheads), os pacifistas eram cabeludos (hair), eu sou cabeludo neste sentido, mas nem tudo é paz e amor, é preciso de um mínimo de ‘defesa’ ou o mal se imporá pela violência, por isso acredito muito mais agora no Obamastock, não sigo ‘popularidades’ e pesquisas de nada, acredito nas atitudes, experiência e demonstrações que o Obama fez e esta fazendo, o Mundo ainda pode sonhar…

  452. gravei o video da tv senado , esta no Gdiet –
    dilma ta fu?

  453. momento cidadão indignado .
    dilma diz que não teve reunião com secretaria da receita .
    lula desafia secretaria a confirmar reunião .
    secretaria vai ao senado e confirma .

    R.A. diz que é o fim da dilma .

    quantas máscaras a cair …

  454. Sandra

    Onde está concentrada a energia? Quais os acontecimentos que marcarão o tempo?

    Só que se sabemos sobre a energia, não sabemos sobre o tempo. Uma informação destrói outra.

  455. Oi, GT e pessoal.

    Vi umas cenas da peça da Fernanda Torres no jornal da Globo ontem: Deus é Química. Gostei e acho q tem alguma coisa de GT. Tem tb Jorge Mautner estreando como ator.

    Vou fazer uns “quizz” no meu blog, como por exemplo:

    1) Todos os personagens abaixo são nicknames de Pacheco, EXCETO:

    A) Donald Duck
    B) Top Chef
    C) Piadista
    D) Fuck off the Shit
    E)crítico de arte

  456. Sandra

    A sensação que tínhamos quando a emenda pelas diretas-já foi rejeitada é que todas as manifestações lotando vales e praças foram inúteis. Foi uma frustração. Lembro-me da Folha de São Paulo com uma tirinha amarela: use amarelo pelas diretas-já. E do Estado de São Paulo com a página inicial toda negra: luto pela rejeição da emenda. Mas as diretas-já marcaram a vida da nossa geração. Como poderíamos, naquele momento, saber disso?
    Mas essa deve ser nossa preocupação? Canalizar nossa energia para o que ficará marcado no tempo? Se fizermos isso, perderemos nossa energia.

  457. gthomas

    Boa tarde todo mundo.

    Vou ler vcs um pouquinho.

    Obrigado pelos comentarios re: Mileny

  458. Fulgêncio Jr.

    Prá quem fala da incrivel popularidade de Médici,
    prá quem é fã da ditatura mundial,
    prá quem acha que Woodstock foi tudo.
    “em 1971, não havia nem acabado a marola do festival,
    Medici e Nixon reunidos na Casa Branca planejando derrubadas
    de governos sulamericanos”.
    Nixon dizia: “O Brasil desempenha um papel maior nos assuntos americanos e preenche qualquer vazio deixado
    pelos USA”.
    Cuidado eleitores que querem tirar ou deixar de colocar nossos
    “terroristas (rsrs)” no poder.
    Eles não têm mais moral pra isso, só se for no Oriente-MEDIO
    ou na Colômbia.

  459. gthomas

    Robert D. Novak, the pugnacious political columnist and cable television fixture whose scoops reached across five decades and whose nickname, “the prince of darkness,” was invoked with renewed fervor in 2003 when, acting on a tip, he revealed the name of a C.I.A. officer, setting the stage for a criminal investigation, died Tuesday morning at his home in northwest Washington. He was 78.

  460. gthomas

    Em Agosto, a cada dia, somos surpreendidos com noticias de morte
    Bob Novak. Nao que eu gostasse dele. Muito pelo contrario.
    Mas que loucura. Assim, de repente.

    Achado morto em sua casa, hoje, Terca.

    Foud dead at his home, today, Tuesday.

  461. gthomas

    Eunice Shriver (Kennedy): o memorial foi algo fantastico.

    De Oprah ate a propria filha (Maria, casada com o Schwarzenneger) …Eh outro tipo de cerimonia: onde se contam piadas e se lembram os bons momentos.

    e todos procuram rir.

  462. Oi, Cíntia!!

    Sobre:
    18/08/2009 – 11:18 Enviado por: Cíntia

    “…Para Carl Pilcher, diretor do Instituto de Astrobiologia da Nasa, a análise da equipe de Elsila reforça o argumento de que a vida no universo “pode ser mais comum do que rara”.

    Bacana. Definitivamente, gostamos da mesma praia.

    Essa notícia provavelmente tem a ver com a do Lúcio Jr.
    (13:24): “…Deus é Química…”. Ou não. Vou conferir.

    Quanto à idéia do “quizz”, ainda não sei se o Sr. Lúcio Jr. está mais para a ironia, cinismo ou brincadeira de amigo mesmo, pois não sei como ele lida com a “poética” do Sr. Pachedo.

    De qualquer forma, me parece engraçado. Vou ler mais o Sr. Lucio Jr. pra decifrar a charada.

    Abrç.

  463. Ekran

    woodstock memories
    —————–
    Woodstock: A Moment of Muddy Grace
    By JON PARELES , N.Y.Times
    Published: August 5, 2009

    BABY boomers won’t let go of the Woodstock Festival. Why should we? It’s one of the few defining events of the late 1960s that had a clear happy ending.

    On Aug. 15 to 17, 1969, hundreds of thousands of people, me among them, gathered in a lovely natural amphitheater in Bethel (not Woodstock), N.Y. We listened to some of the best rock musicians of the era, enjoyed other legal and illegal pleasures, endured rain and mud and exhaustion and hunger pangs, felt like a giant community and dispersed, all without catastrophe.

    A year after the riots at the Democratic convention in Chicago, expectations about large gatherings of young people were so low that this was considered a surprise. Although the festival didn’t go exactly as planned, it was, as advertised, three days of peace and music. That made Woodstock an idyll, particularly in retrospect, even though it was declared a state disaster area at the time.

    “Not withstanding their personality, their dress and their ideas, they were and they are the most courteous, considerate and well-behaved group of kids I have ever been in contact with in my 24 years of police work,” Lou Yank, the chief of police in nearby Monticello, told The New York Times.

    Yet for all the benign memories, Woodstock also set in motion other, more crass impulses. While its immediate aftermath was amazement and relief, the festival’s full legacy had as much to do with excess as with idealism. As the decades roll by, the festival seems more than ever like a fluke: a moment of muddy, disheveled, incredulous grace. It was as much an endpoint as a beginning, a holiday of naïveté and dumb luck before the realities of capitalism resumed. Woodstock’s young, left-of-center crowd — nice kids, including students, artists, workers and politicos, as well as full-fledged L.S.D.-popping hippies — was quickly recognized as a potential army of consumers that mainstream merchants would not underestimate again. There was more to sell them than rolling papers and LPs.

    A cynic might see the festival as a prime example of how coddled the baby boomers were in an economy of abundance. The Woodstock crowd, which arrived with more drugs than camping supplies, got itself a free concert, and when the people responsible could no longer handle the logistics, the government bailed them out. Some people took it upon themselves to help others; many just freeloaded.

    Still, Woodstock gave virtually everyone involved — ticketholders, gate crashers, musicians, doctors, the police — a sense of shared humanity and cooperation. Trying to get through the weekend, people played nice with one another, which was only sensible. Musicians performed for the biggest audience of their lives. Townspeople and the National Guard pitched in to keep people fed and healthy. No one, The New York Times reported, called the cops “pigs.”

    One lunatic with a gun could have changed everything. The Altamont Festival, marred all day by violence, took place only four months later. Miraculously, at Woodstock, there was none.


    When the hippie subculture surfaced en masse at Woodstock, two years after the Summer of Love, it was still largely self-invented and isolated. There were pockets of freaks in cities and handfuls of them in smaller towns, nearly all feeling like outsiders. For many people at the festival, just seeing and joining that gigantic crowd was more of a revelation than anything that happened onstage. It proved that they were not some negligible minority but members of a larger culture — or, to use that sweetly dated term, a counterculture.

    At Woodstock hippiedom simultaneously reached its public peak and opened itself to imitation and trivialization — one more glimmer of rebellion to be deflated into a style statement.

    For true believers Woodstock was about cooperation and mutual aid, and about making love, not war. (At a time when Vietnam had divided America into hawks and doves, that was a peace dove sitting on the guitar in the festival logo.) But Woodstock was also a whole lot of people getting stoned at a rock concert, which was much easier than working to change the world.


    There was antiwar fervor in some songs, like Richie Havens’s “Handsome Johnny” and McDonald’s “I-Feel-Like-I’m-Fixin’-To-Die Rag.” Joan Baez spoke about her husband, in jail for draft dodging, and sang “We Shall Overcome.” There was also, in much of the music, that particular late-1960s aura of imminent doom or enlightenment, in songs like “Wooden Ships” (performed by both Jefferson Airplane and Crosby, Stills, Nash and Young) and the Who’s “Amazing Journey.” And there was Jimi Hendrix’s “Star-Spangled Banner,” with its screams of feedback and its divebombing glissandos, brash and dire, angry and insistently American. But Woodstock was no earnest rally; it had love songs, blues and extended guitar jams.


    Since Woodstock I’ve been to more rock festivals than I can easily remember. Most, sooner or later, involve mud. Some have simply been like extremely long standing-room concerts; some have the comforting familiarity of ritual, like the annual New Orleans Jazz and Heritage Festival (which dates back almost as far as Woodstock; it had its 40th edition this year).

    A few, like Coachella and Bonnaroo, run in stretches like a smart disc-jockey set, segueing neatly through various bands. And a handful have felt like generational statements: the first Lollapalooza (in 1991) and Lilith Fair (in 1997) and, surprisingly, Woodstock ’94 (in Saugerties, N.Y.), which juxtaposed performers from the original Woodstock Festival with more contemporary bands, creating what was probably the only mosh pit ever to greet Crosby, Stills and Nash. But all of them have been consumer experiences: a planned entertainment package of scheduled music and convenient vendors.

    Woodstock was different. It was, particularly for a sheltered teenager, an adventure: sloppy, chaotic, bewildering, drenched, uncertain, sometimes excruciating, sometimes ecstatic. Although I was drug free, I had the feeling that the crowd was more than just an audience at a show, that something major was at stake, that Woodstock would prove something to the world. What it proved — that for at least one weekend, hippies meant what they said about peace and love — was fleeting and all too innocent; it couldn’t stand up to everyday human nature or to the pragmatic workings of the market. But 40 years later the sensation lingers.

    http://www.nytimes.com/2009/08/09/arts/music/09pare.html?_r=1

  464. Daniela

    Sandra a energia é e sempre foi concentrada pela mídia.

    Isso é notório em todos os lugares do mundo.

    Uma vez que Deputados, Senadores, Presidentes, tem emissoras de rádio tv e pasmem, atémesmo canais em internet, fica difícil canalizar qualquer tipo de energia, ainda mais quando até a GLOBO foi ”salva’ da falência pelo emprestimo Bilhonário feito pelo BNDES a perder de vista assinado pelo LULA.

    Detalhe o Collor rodou justamente por não querer dar dinheirinho ao Roberto Marinho.

    Não sei se lembra mas os caras pintadas foram faabricados pela GLOBO.

    Não o Brasil não tem energia para lutar contra a bandallheira do Planalto e da política em geral.

    Em compensação o Lula hj tem bala na agulha para vencer mais 20 mandatos fácil, fácil…

    Lamentável!
    Gente não posso pensar nisso preciso de um PROZAC urgente!
    DG

  465. Glorinha

    Sandra…
    a energia se vai / transforma de qualquer forma…
    será que então não é melhor darmos uma forma a ela?

    [[[]]]

  466. digo: …do Sr. Pacheco…

  467. gthomas

    Ator Miguel Magno morre de câncer, aos 58, em São Paulo
    Última participação em “Toma Lá Dá Cá”, como a Doutora Percy, vai ao ar hoje

    DA REPORTAGEM LOCAL

    O ator Miguel Magno, que atualmente fazia a personagem Doutora Percy no humorístico da Globo “Toma Lá Dá Cá”, morreu na manhã de ontem, aos 58 anos, em São Paulo.
    Segundo a assessoria de imprensa da TV Globo, Magno estava internado desde o mês passado no Hospital Paulistano, devido a um câncer. Ele já havia retirado o baço e esperava o resultado de uma biópsia no fígado. O velório estava marcado para ontem, no Teatro Bibi Ferreira, em São Paulo. O local e horário do enterro não foram confirmados até o fechamento desta edição.
    A última participação do ator no programa da Globo irá ao ar na noite de hoje. Ele fazia uma psicóloga que atendia as duas famílias do humorístico, protagonizado por Miguel Falabella, Adriana Esteves e Marisa Orth.
    Além da Doutora Percy, Magno também ficou conhecido pela interpretação de outras mulheres, como a misteriosa Dona Roma, na novela “A Lua me Disse” (2005), e diversas outras na peça “Quem tem Medo de Itália Fausta?” (São Paulo, 1979; Rio, 1983).
    Frequente nos teatros, Magno fez as peças “Hamleto” (1982), “O que Leva Bofetadas” (2004) e “Operação Abafa” (2006). No cinema, atuou em “Irma Vap – O Retorno” (2006).

  468. Fulgêncio Jr.

    No final do comentário das 13:39,
    Eles (na ultima frase) são os verdadeiros
    terroristas.

  469. targinosilva

    Esta em discussão retirar os símbolos religiosos das repartições publicas.
    Eu que não sou religioso, concordo.
    É muita patifaria praticar tamanha ignomínia debaixo de símbolos religiosos.
    Também acho que deveria tirar a “Deus seja louvado” das cédulas de dinheiro,
    criado no governo do Sarney. (logo o Sarney).
    Eu fico pensando, pensando quando é que Deus vai reagir?
    Já passou da hora de Deus reagir, distribuir infartos, câncer, pneumonia
    nessas caras que usam a fé para encobrir seus atos ilícitos.

  470. Daniela

    OI Gerald, saudades de sua participação ativa no blog.

    …………………………………………………………………..

    Li sobre Miguel Magno, fiquei perplexa, pois amava suas personas travestidas, mega e divertidissimo ator, grande perda.
    .

  471. gthomas

    Ja li muita coisa do Joao Pereira Coutinho que prestasse: mas essa eh completamente inocente (pra nao chamar de ridiculo, chamo de inocente)

    “Tudo começa pela elevação da mentira a dogma: o dogma de que “fumo passivo” é um perigo fatal para terceiros. O dogma não é apenas fantasioso; é também perigoso, porque estabelece de imediato uma divisão moral entre os agentes da corrupção (os fumantes) e as vítimas inocentes (os abstêmios). É só substituir “fumante” por “judeu”; e “abstêmio” por “ariano” para regressar a 1933.”

    Ta bom Joao: B-R-I-L-H-A-N-T-E analise. Putz!

  472. gthomas

    Entao, Daniela: estou aqui, “participando”

  473. Fulgêncio Jr.

    Hilário Targino, rsrsrs
    distribuir infartos, câncer, etc…
    kkkkkkkkkkk,
    tá demorando mesmo.

  474. Daniela

    Fulgêncio,

    Olha terrorista sim, a Dilma é o terror em pessoa.
    Mas se simpatiza tanto com a fofa, vai tentar agradá-la para ver se tu não vai levar uma SAPATADA 44 na orelha.
    Nadacontra mas ela deveria ao menos se assumir como realmente é para que o povo saiba quem vai subir a rampa.
    Se Victor ou Victoria.

    Sobre Oriente Médio, melhor vc não comentar, afinal de contas se tens esta tendencia a ver as coisas distorcidas daí de dentro do país onde vc mora imagine de umlugar tãoooooooooooooo distante.
    Comente só sobre o Brasil que ja vai dizer muita besteira.

    PS: O Brasil não é nada para os Estados Unidos.
    Mas em compesação para o IRÃ….

    Acorda filhote!!!

    AFF!!!
    DG

  475. Sandra

    Ahn?????????????????

    Deixe-me ver se entendi:

    -reclamar de um fumante a meu lado é o mesmo que reclamar de um judeu a meu lado.

    Portanto, se eu reclamar de alguém fumando no meu carro, já que isso não me mata nem me vicia (nisso eu concordo, senão eu não não teria chegado nem à adolescência), eu sou tão intolerante quanto um carrasco nazista.

    Ele deve ter lido seus dois posts anteriores, Gerald, e está em crise de abstinência de carne.

  476. Ezir

    Tentei dizer ali que estava teclando seguindo adiante sem preocupações de pontuar ou sinalizar o sentido das frases. isto é passando por cima da necessidade ou não de mostrar se estava indagando sugerindo ou afirmando cada sentença.Apenas indo a van- te e teclando conforme me vinha a cabeça.Sem nenhuma pontuação . Só usar o ponto final e após ele, DESANSAR.
    Foi no que entendi da tua ultima recomendação feita a mim já a um não longo tempo passado.
    Faz sentido?

    Depois de ter lido o teu comentário mais recente temo que o pequeno inchaço que ainda resta a ser tratado no dedão do meu pé seja mudado para inchaço geral do peito e da alma.
    Ai não decide se continuo a fazer tratamento contra excesso de acido úrico no sangue.
    Tampouco faria como atribuído ao português que na eminência de ser transformado em barco por índios furou o seu corpo com um garfo gritando:- FDP de selvagens de mim não farão barco nenhum.
    Tanto elogio só num dia e alinhar o meu nome a tantas celebridades deixa me alem de não saber se bato continência ou assue o nariz, em estado de tanta euforia que a vontade que m assalta agora é de subir na varanda mais alta do hotel onde estou em Vitória e La estando em frente ao mar que tem sido meu palco de lutas gritarem a plenos pulmões:

    – MAMA! ESTOU NO TOPE DO MUNDO

    Igualzinho as lembranças que tenho de um filme assistido na infância ao lado dela e que me impressionou tanto na época que até hoje e de quando em vez revivo a cena e a fala do ator James Cagney.
    O diabo é que na seqüência da cena ele se f. porque ele estava em cima de um tanque de combustível que PLUM.

    Então julgo melhor apenas imaginar e não subir em nada mais do que na minha imaginação o que por sinal já fiz.

    XXX

    😀

    -Zezino quanto maior se sobe maior é a queda.

    Porque minha avó estes dias está me recordando tudo que me dizia?
    Ou serei eu que estou pensando muito nela!
    Seja o que for é ÓTIMO.
    E melhor não poderia ser.

  477. Sandra

    Daniela, mas energia manipulada não marca o tempo. O que restou dos cara-pintadas? A UNE apoiando o Collor.

  478. Errata.

    Onde está DESANSAR leia-se DESCANSAR.

    Obrigado.

    Pacheco
    😉

  479. Daniela

    O João Coutinho sei lá das quantas é bem doido não é?
    Vamos logo firmar oatestado de loucura pra esquecer a pisada fenomenal que o fulano deu no TOMATE.
    Ou isso ou vou pensar que ta rolando um tiquinho de sentimento NAZI e ANTISEMITA naquele coraçãozinho do Coutinho sei lá das quantas.
    HUM! Isso não é nada bom.

    Só para lembrar, hahaha chega até ser engraçado sou ex-fumante e logo depois que deixei de fumar me converti ao judaísmo e eu seria o que na visão do boçal?

    Acho bom ninguém mais me atentar as idéias que hj a pomba ta virada do avesso!

    DG

    …………………………………………….
    Gerald querido sua presença no blog era tudo que eu precisava to até dispensando o PROZAC pela depre causada pela Misnistra da Casa Civil, QUASE Presidento do BRASIL.
    heheheh
    Te amo querido.
    DaniGold

  480. Sandra

    Glorinha, não sei… Talvez…

  481. Daniela

    É Sandra,
    Mas foi manipulada e objetivo conseguido com excelência.
    Lamentável, mas os caras pintadas não passavam de massa de manobra.
    O que ficou na história, é que o COllor primeiro presidente eleito pelo povo ap´´os a ditadura foi deposto por nada. Ninca se provou nada contra ele.
    Enquanto ta cheio de neguinho mais podre que vala de esgoto que não saí do poder nem depois de morto.

    Sabia que o MST dá bolsa de estudos aos montes ao povo de algumas universidades particulares?
    Em troca as pessoas tem que assistir as reuniões do MST e tornar-se membros do MST.
    ABSURDO!!!!
    Criam agora massa de manobra com diploma.
    Pergunto a ti:
    PQ?

  482. Glorinha

    …. voando…sempre….
    []

  483. Sandra

    Daniela, o Coutinho costuma fazer umas ótimas análises. Acho que, dessa vez, ele teve um momento de “inocência”.

  484. Respondo a pergunta do senhor Lucio numa boa.

    Opção D)

    Tem prêmio?

    Que tal uma viagem para a Bahia?

    Quac.

    😀

  485. Daniela

    Sobre meu coméntário sobre o Collor, não o apoio.
    Que fique bem claro que simplesmente expus os fatos como eles são.

  486. Fulgêncio Jr.

    Daniela,
    o tãooooooooooooooooo distante daí
    prá cá é o mesmo daqui para aí.
    Prefiro a opinião do Obama sobre o Brasíl,
    e quem tá tãoooooooooooooo pertinho do Irã
    é você, mamãe.
    Tá viajando é?
    è o Prozac, rsrsrs.

  487. Sandra

    Targino e Fulgêncio, deixem Deus se preocupar com coisas mais importantes, como criar o inferno para quem faz perguntas sobre o tempo, como: O que ele fazia antes de criar o Universo? (Santo Agostinho)

    Podem deixar que nós mesmos distribuímos infartos, mortes, fome, dor… ao confundirmos liberdade com egoísmo inconsequente.

  488. gthomas

    MANIPULACAO EH ASSIM MESMO, COMO GOEBBLES ENSINOU

    O Coutinho esta seguindo a formula como bom Portugues!

    a Cronica dele eh um tremendo absurdo!

  489. Daniela.

    Podes ter com certo que a ex-terrorista e atual mãe do inexistente jamais,digo JAMAIS subirá a rampa do palnalto.

    Ela mesma já não cre tanto nisto.

    Sabe que o seu mentor muda de lado de acordo com os ventos.
    Sabe que foi escolhida para ser pau mandado.
    E alem de varios senões ela sabe melhor que ninquém que Sabem quem ela é realmente.

    não lembro exatamente a ordem de colocção de palavras tão bem ditas por Winston Churchill no passao mas ao final ele dizia que:

    NÃO SE PODE ENGANAR A TODOS DURANTE TODO O TEMPO.

    E ela engana os que são enganados por lula e seus comparsas todos tambem enganados por um sonho de poder que é UTOPIA.

    O memo sentido UTÓPICO que mantem até hoje viva a lembrança de CHE GUEVARA não se aplica a covardes.

    Ser de esquerda por ideologia é uma coisa.

    Passar por esquerdista por economia é bem diferente.

    E quem não entender o que estou tentando dizer:

    STOP.

    NEM TENTE.

    Não vai entender e não entende de PORRA NENHUMA.

    Muito menos de Lama.

    Seja de Woodstock.
    da Dinda
    de galinheiro
    ou de chiqueiro.

    Cada lama tem o participante que merece.

    Entendeu?

    NÃO.

    PROBLEMA TEU.

    Hahahahahahahahahahahahahahahaah 😀

  490. Ekran

    Olha só, Gerald…eu não consigo responder a sua pergunta se mudamos ou não.

    Talvez essa seja uma pergunta daquelas que não se deve responder com pressa, mas conviver com ela por algum tempo, mesmo que seja incomoda, e experimentar hipoteses para esclarecer essas duvidas. Ou ainda, explodir em respostas falsas para ver se as duvidas ainda persistem.

    De certo modo , voce mesmo no texto inicial já deu uma pista…

    “Se mudamos o rumo do mundo, mudamos esse mundo por três dias. Ou nos nossos sonhos, assim como numa peça de Shakespeare. O encantamento dura enquanto o espetáculo dura. E foi somente isso. O resto? É a glorificação do passado. Somos, como sempre fomos, um Weapon of self Destruction. E isso não poderemos medir em quarenta anos.”

    40 anos é muito pouco tempo pra saber alguma coisa sobre mudanças tão profundas na sociedade (ao menos na Ocidental) como aquelas que se iniciaram em Woodstock.

    Abraços!

  491. Sandra

    Calma lá!

    O Coutinho não está atacando judeus, mas defendendo os fumantes, dizendo que a intolerância a ambos é baseada em mentiras.

    Só que errou na dose, pois cheiro de cigarro num espaço fechado não é facilmente tolerado por todos não-fumantes, enquanto que alguém de uma outra crença ou não-crença não nos afeta em nada.

  492. Sandra

    Acho que as pessoas deveriam pôr a mão na consciência e não ficarem toda hora achando que são tratadas como judeus em campos de concentração.

  493. gthomas

    Sandra: pra defender fumante nao se precisa voltar ao Terceiro Reich.

    2- Dizer que nao existe tal coisa como fumante passivo (second hand smoker) eh coisa de imbecil. Vastos documentarios ja foram feitos e divulgados sobre quem senta do lado de um fumante, especialmente uma crianca!

    3- Pus a mao na minha consciencia: sei que ele nao ataca judeus, mas a analogia foi pessima. Moro e me orgulho de morar nos Estados Unidos onde o fumo eh BANIDO em qq lugar publico e acho isso o MAXIMO!!!!!

  494. -DONALD!!!
    -Yes boss
    -Na minha lingua.Nada de truques.
    -Yes sir
    -DONALD não repetirei.Se insistir já pra dentro.
    -Mas o que foi ue fiz agora?
    -Que saiba apenas respondi uma pergunta.
    -Olhe acima.Veja o que causou.Percebeu?
    -Bem tem um comentário com o meu nome que eu não enviei!
    -EXATO.Este é o ponto.Voce tem que me alertar .Eu teclei e enviei sem notar que o autor estava alterado.
    -E o que tem de mais?
    -Muito porque pode passar a impressão que faço uso de nicks para não assumir o que digo.E não é por ai.Entendeu?
    -mais ou menos.
    -Corta esta.Não existe mais ou menos.Ou é ou não é.
    -Pacheco existe mais ou menos sim
    -Não existe.
    -Existe
    -Não.
    -Sim e posso provar quer ver?

    -QUERO.PROVE
    -DILMA.
    -O QUE!!!
    -DILMA OUVIU D I L M A.
    -Sai daqui pato .
    -QUAC QUAC

    Este pato vai acbar pagando o pato.

    Hahahahahahahahahahah 😀

  495. gthomas

    Alias, nao sei onde fica a minha consciencia! Menti pra vc quando disse que pus a mao nela.

  496. gthomas

    acho que minha consciencia foi diasporizada.

  497. Sandra

    Fulgêncio, será que sabemos qual a opinião de Obama sobre o Brasil? Uma coisa é o que um presidente, ainda mais dos EUA, acha, e outra é seu discurso protocolar. E olhe que até sobre as opiniões manifestadas nos discursos protocolares há divergências.

  498. gthomas

    …esta em todos os lugares: uma delas ainda esta olhando fundo nos olhos de Rembrandt

  499. Daniela

    Filhote, digo Fulgêncio.
    Tu é bem chatinho mesmo né?!!!
    Impressionante!
    Bom falou, falou e não disse nada!
    Começa que eu saí daí ao contrário de vc que nunca veio pra cá!
    Portanto falo do Brasil com muito mais propriedade que vc de falar do Oriente Médio!
    O Lula é amicissimo do ALmadnejad Presidente ‘IMPOSTO’ ao IRÃ.
    Quanto a minha proximidade com o Irã também não comente pois a sua ignorancia é tão grande que chega a doer.
    Mas mesmo assim vou explicar:
    1. A proximidade que tenho com o Irã é o fato de eu morar em Israel, Oriente Médio.
    2. Mais próximo está o Brasil do Irã por seus acordos que gente mesquinha que só sabe olha para o próprio umbigo como vc ~desconhecem.
    3. Mesmo depois de ter explanado a situação vc ainda não terá entendido pois não está disposto a abrir sua cabeça.

    Sobre o Prozac. Era uma brincadeira para quem é capaz de entender.
    Bem diferente do seu cigarrinho que deve ser da lata para conseguir pensar tanta besteira.

    Melhor ainda vai dormir e me esquece.
    D.

  500. Ekran

    pegando carona na ideia de “diaspora”: aquela geração de Woodstock se espalhou pelo mundo e ainda aposto que daqui a mais 40 anos estaremos falando do que houve naqueles 3 dias e como a combinação do “paz e amor” se espalhou, muito antes de qualquer tipo de marketing viral, internet ou twitter.

    E vendo algumas fotos do que foram as manifestações na Praça da Paz Celestial, 1989 em Pequim, woodstock foi lembrada ali também como simbolo de contestação.

    Que sejamos , enfim, woodstocked!

  501. Fulgêncio Jr.

    Falácias, coisas realmente
    difícil de entender, rsrs.
    Quanto a utopia (sistema que parece irrealizável)
    já vem durando um bom tempo, desde a primeira
    posse de Lula.
    Quac, quac, quac…

  502. Ekran

    E ainda te pergunto outra coisa, Gerald:
    Woodstock influenciou o teatro?

    (não me refiro aos musicais, a cena artistica Broadway e off-Broadway) mas a dramaturgia dos uiltimos 40 anos, como (se) reagiu ao “paz e amor”?

    Ou simplesmente Woodstock ainda é um daqueles mitos que não ousaram colocar na forma de personagens, dialogos e um palco?

    abraços

  503. Daniela

    18/08/2009 – 15:17

    Enviado por: gthomas

    acho que minha consciencia foi diasporizada

    Ai, ai, ai

    A melhor do dia.
    Posso dormir bem agora!!!!
    DG

  504. Ana Paula

    Boa tarde pessoALL,

    OPA, OPA, OPA,

    Esse negócio de caras pintadas… Você achavam que eles iriam salvar o Brasil? Não entendo vocês… Uma manifestação legítima é só mais um joguinho dos grandes? Uai! Então vamos lutar pra quê? Vamos tomar rivotril com cachaça e ficar reclamando na frente da televisão então.

    Mas Daniela…(13:53)

    “Não sei se lembra mas os caras pintadas foram fabricados pela GLOBO.”

    Na minha casa era proibido televisão depois do show da xuxa! 😦 E aí????
    Não faz isso com a cara pintada aqui não… Eu li O Capital, tá? Aos 16 anos!
    Nem todo mundo é pau mandado.

    TODO FUNDAMENTALISMO JÁ REVELA SUA PERICULOSIDADE NA PRIMEIRA FRASE.

    Abraços.

  505. gthomas

    Ekram, eh obvio que influenciou o teatro.
    Woodstock influenciou TUDO
    aquele festival foi um ANTES E DEPOIS

  506. Ana Paula

    Lúcio,

    Atrás da máscara, não tem nada. WYSIWYG.
    Quando aprendi isso, me libertei.

    Abraços.

  507. Ana Paula

    Ezir, um abração!

    Quando você não faz muita farofa pra escrever, a idiota aqui consegue te ler e fica muito, muito feliz com as coisas super-bacanas, criativas e inteligentes que você tem para compartilhar.

  508. Sandra

    “Sandra: pra defender fumante nao se precisa voltar ao Terceiro Reich.”

    Isso é INDISCUTÍVEL!!!!!!!!!!!!!!!! Pisada na bola total do Coutinho!!!!!!!!!!!

    Mas quanto ao fumo passivo, vou discordar com um contra-exemplo, enquanto ainda consigo, porque você me pega no emocional e eu acabo sempre em crise.

    Tive um problema na amamentação de minha filha. Ela não engordava. Meu leite não a sustentava. Opiniões:

    Médico A (neo-hippie) – as pesquisas mostram que o natural para um bebê é o leite materno. Não existe leite fraco. Até seis meses, nem água você deve dar a ela;

    Minha empregada – Você não está vendo que sua filha está passando fome? Que está sofrendo? Faça como todas: dê mamadeira e diga ao médico que você está dando só o peito;

    Médico B (posto de saúde) – dá logo comida para essa menina. Quatro meses já é para começar comer algo sólido!!!!

    Médico C (neo – hippie) Sua filha tem cólicas? É porque ela não está se acertando com o leite materno.

    Mãe A – Que bobagem! Milha filha gritou de cólica até 6 meses e eu só dava o peito!!!

    Então eu fico sempre com o pé atrás com as pesquisas, principalmente quando o assunto é Medicina.

    E eu fui fumante passiva a vida inteira. Eu, primos, vizinhos… Só quem eu vi morrer por cigarro, LENTA E DOLOROSAMENTE, foram os fumantes, e, entre eles, muitos que eu amava.

  509. Ana Paula

    mnc (09:00),

    Coisa linda essa estória da clarissa Zoé!

    Muitos beijos!

    (e vou parar de ficar mandando recado ou Mr. Thomas me dá um tóin).

  510. gthomas

    Sarney afronta – e ele é proprietário de rede de comunicação – a liberdade de comunicação, tachando “O Estado de S. Paulo” – é preciso repetir – de nazista. José Afonso da Silva explica o que é liberdade de comunicação: “Ela compreende – nos termos da Constituição – as formas de criação, expressão e manifestação do pensamento e da informação”. Remarca Afonso da Silva: “É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística”. Sarney faz ainda ataques econômicos ao jornal, ao chamá-lo de falido, exatamente no período de maior crise da imprensa mundial, afetada pela internet e pela depressão econômica. O fato revela que ele vê a mídia como ovelha de seus interesses “lobísticos” e não respeita sua independência e suas dificuldades empresariais, porque Sarney nunca as têm.

    Além da proibição de publicar determinadas matérias, imposta ao jornal por um Juiz de Direito (não quero entrar nessa discussão), Sarney instituiu a censura ideológica, desqualificando o “Estadão”. Sarney é membro do maior partido político do País e presidente do Senado brasileiro. Sua atitude pode tornar-se “paradigma” para outros políticos pouco afeitos aos princípios constitucionais da legalidade, publicidade, impessoalidade, moralidade e eficiência, que regem toda a administração pública.

  511. -Licença.Posso falar?
    -Fala Pateta,Algum problema?
    -É que não entendi o Donald falando que a dilma é + ou –
    -Pateta ele deve ter pensado na sucessão aqui no Brasil.Uma hora a dilma parece que está com tudo e outra hora com nada.Entendeu agora?
    -Não.Nadinha.Ficou mais complicado.
    -E porque.dei um bom exenmplo de comparação.
    -Sabe o pluto havia me explicado bem diferente.
    -Como assim diferente?
    -Bem ele disse que não sabia se a tal de dilma era pluta ou pluto.
    -E quando ele disse isto?
    -Quando o critico de arte estava falando que a senhora em questão era uma grande filha da pluta.Ai que nós ficamos falando deste assunto.
    -Caramba Pateta e eu sem saber de nada.Voces me surpreendem.Tem mais um detalhe.O que se passa no Brasil não deveria ser comentado por vocês ,não esqueçam que voces tem origens americanas,È quase proibido.
    -Ha é!
    -Claro
    -Então porque o TARGINO esta comentando do Nixon la por cima?-Onde?
    -La por cima.Eu li agorinha mesmo.Ele fala do Nixon e do Médici.
    Voce não leu.
    -Li rapidamente,E o que tem isto.
    -Ora se ele pode falar do Nixon então eu posso falar da dilma.Tá correto
    -Acho que sim?
    -Obrigado.
    -De nada.mais algo?
    -Sim.Quando vamos para o Rio?
    -Logo logo porque a pressa?
    -Vou procurar o Zé carioca e cair no samba.
    -Ta certo pateta.Certissimo.
    É mesmo!
    -Claro que sim
    -OBA!Até que enfim acertei! Viva!Bye.
    -Bye Pateta.Cuide-se.

    O Pateta esta ficando abrasileirado.cair no samba!

    hahahahahahahahahahahah 😀

  512. gthomas

    Poxa…
    o nazismo esta na moda!

  513. Cintia

    “…mas a analogia foi pessima.”
    (GT)

    Quem gosta dele que me desculpe, mas esse Coutinho é especialista em analogias péssimas e frases de efeito piores ainda.
    A crônica que ele escreveu sobre o Michael Jackson foi de chorar …
    de raiva!

  514. Ekran

    Gerald,
    acho que voce se refere diretamente ao LaMaMa e a Ellen Stewart, certo?

    E esse TUDO no mundo dos dramaturgos, eu te confesso que conheço muito pouco da dramaturgia mais recente (digamos os ultimos 40 anos, justamente o pós-woodstock).

    No seu trabalho há referencias a woodstock, sim, mas e os demais dramaturgos e diretores de teatro?

    E nos ultimos anos, ainda persiste essa influencia?

    Eu te pergunto isso, pois estamos numa era de desconstruções de tudo e até mesmo o movimento hippie tem sido desconstruido e me passa a impressão que ficamos ironicos pra tudo o que seja (ou se pareça) com o “paz e amor”.

    Talvez seja o caso de se revisitar esse momento de 40 anos atrás nos palcos, na literatura, como se fosse uma “crise de meia-idade” dos hippies e dialogarmos com isso.

    Why not?

  515. Sandra

    Não, Gerald. O que está na moda são as analogias irresponsáveis.

  516. Daniela

    Sandra,
    Realmente exagerei quanto ao Sr Coutinho.
    Mas ele tb pegou pesado, rememorando esta catástrofe que foi a segunda guerra, unica e somente para defender o prórpio direito de fumar, pq garanto que se ele não fosse fumante jamais teria feito tal analogia.
    Além do que eu avisei que hj eu tô que tô, uma dessa não ia passar em brancas nuvens por nadica de nada.
    Beijão Sandra, vou dormir.

    Beijo a todos que ficam pq aqui já são cinco para as dez da noite e eu vou me entregar ao soninho dos justos.
    DaniGold

  517. Sandra

    “acho que minha consciencia foi diasporizada.”

    “aquele festival foi um ANTES E DEPOIS”

    Ganhou!!!! Depois dessa lavada calo a boca!!!! ARRAAAAAAAAAAASO total!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  518. Cintia

    “Alias, nao sei onde fica a minha consciencia! Menti pra vc quando disse que pus a mao nela.
    acho que minha consciencia foi diasporizada.
    …esta em todos os lugares: uma delas ainda esta olhando fundo nos olhos de Rembrandt”

    Poesia PURA!
    Lindo!

  519. Sandra

    “…esta em todos os lugares: uma delas ainda esta olhando fundo nos olhos de Rembrandt”

    Que LIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIINDO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  520. Sandra

    Bom sono, Daniela!

  521. PARA ENTENDER WOODSTOCK.

    TEM GENTE QUE AFIRMA QUE WOODSTOCK MUDOU TUDO.

    TEM GENTE GARANTINDO QUE WOODSTOCK NÃO MUDOU NADA.

    OS PRIMEIROS ESTÃO CERTOS.

    OS SEGUNDOS NÃO ENTENDERAM NADA.

    NEM TODOS ENTEMDEM DE TUDO.

    POR ISTO MESMO VOU SAINDO PARA DAR UMA FUMADA.

    E SE VOCE NÂO ENTENDEU COISA ALGUMA.

    DESISTA.

    NUNCA ENTENDERA PORRA NENHUMA.

    É isto ai.

    Ou não?

    PRECISA TANTA DISCUSSÃO?

    Hein…? 😀

  522. Sandra

    Ana Paula, tenho certeza que você foi na manifestação por sua própria e legítima escolha.

  523. Sandra

    Cintia, não é?

    Já nem sei o que eu estava discutindo com o Gerald.

  524. Daniela

    AI gente postei e não aguentei tive que ler sobre o Sarney e O Estado de São Paulo.
    AI de matar de rir…
    Nazismo; Nada mais Nacional Socialismo.
    Depois o jornal O Estado de São Paulo nunca foi Nacionalista e muito menos Socialista.
    Afirmação esdruxula do senhor Sarney.
    Desespero de causa…
    Causa própria.

    Fulgêncio ´vai pentear macaco, pq na boa, cansei de vc.
    Fundamentalista é um pé no saco.

    Ana,
    Li muita coisa bem cedo, e sinceramente o livro do Marx não é uma leitura para uma jovem de dezesseis anos.
    Além do que este é um livro que jamais deveria ter sido escrito ou a idéia ter sido lançada.
    Talvez em uma época em que a humanidade fosse diferente, melhorada.
    Sabe acredito siceramente que não era uma proposta de Marx que o individuo vivesse e tão somente do Estado, e tivese que pegar filas enormes pelo papel higienico, ou todos ter de usar roupas bege, sem estarem presos de fato.
    A humanidade não esta pronta para a teoria de MArx.

    PS: eu gostava do Xou da XUXA.:)
    Fazer o quê?

    DG.

    Agora fui de vez.
    Xau

  525. Caro Gerald

    vc leu meus comentários de 17/08/2009 – 19:16, e 17/08/2009 – 19:49 ???

    Abrç.

  526. Ekran

    Lavada??
    ganhou?

    me desculpe, mas não entendi quem ganhou e o quê ganhou…

    ——–
    18/08/2009 – 15:59

    Enviado por: Sandra

    “acho que minha consciencia foi diasporizada.”

    “aquele festival foi um ANTES E DEPOIS”

    Ganhou!!!! Depois dessa lavada calo a boca!!!! ARRAAAAAAAAAAASO total!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  527. gthomas

    Sandra: nao era propriamente uma discussao: era uma conversa sobre….o que mesmo?

    ah, pouco importa..

    Como dizia Beckett: I can’t go on. I’ll go on.

    LOVE
    G

  528. Ana Paula

    Sandra,

    Não sei se você está me zoando… Você está me zoando?

    Quanto à questão dos cientistas EX alimentação, considerando que na última década:

    Ano sim, o ovo é horrível e vai explodir seu coração;
    Ano não, ovo é lindo e vai trazer muitos benefícios;

    Concordo com você. Não vale à pena levar muito a sério.

  529. gthomas

    Sandra, Gerald, Pacheco e Vamp

    Tai um otimo quarteto pra fazer Esperando Godot

    Fabi na direcao (estreia de direcao).

    e nos no palco: “mas ele disse que era pra esperar debaixo da arvore”

    Qual arvore?

    Voce ve alguma outra?

    Ahhhhhh…..

  530. Ana Paula

    Ah, o fundamentalismo… Ainda vai nos dar um #PUTAMERDA que o Pacheco fala. Deus nos ajude.

  531. Os caras pintadas casaram.
    Tiveram filhos
    Uns tiveram sucesso e entraram na onda.
    Outros estão até hoje tentando furar a onda.
    Todos garantindo os seus Status.
    Querendo mais e mais.
    Se escravizaram ao sistema que comateram.
    perderam a liberdade.
    E esconderam as tintas dos seus filhos.
    Portanto só nos resta ir alimentando o sonho de que pelo VOTO teremos em 2010 um grande RATOSTOCK.

    Movimento para CONSTITUCIONALiSSIMADAMENTE ( Ufa! ) expurgar de vez as ratazanas do cenário politio e oxala do Brasil.

    RATOSFORA.

    SIM NÓS PODEMOS.

    Pra não dizer WES WE CAN

    Portanto NÓS PODEMOS.

    SIM.

    Ou não seu medroso cagão( não se ofendam )

    Jose pacheco Filho.

    Voluntário de mala e cuia.
    Sem lenço e sem documento.
    Disposto a tudo
    Ninquém vai me segurar se necessário participar.

    NEM QUE A VACA TUSSA.
    Ou a galinha cacareje
    Ou o rato roa.

    São todos perfeitamente descartáveis.
    Com ou sem MST.
    Com ou sem bolsas e com o engodo do pac tambem.
    Pois na realidade.
    São as armas que eles pensam que tem
    Falavam que tinham mas nunca mostraram
    Nem poderiam de tanto que ROUBARAM

    😀

  532. Sandra

    “Alias, nao sei onde fica a minha consciencia! Menti pra vc quando disse que pus a mao nela.
    acho que minha consciencia foi diasporizada.”

    “Woodstock influenciou TUDO
    aquele festival foi um ANTES E DEPOIS”

    Que lindo…

  533. Sandra

    Ekran, seguinte: Eu estou em altas discussões, o Gerald escreve algo LINDÍSSIMO e eu não consigo mais me concentrar no que estava falando.

    E hoje ele está inspiradíssimo!!!!!

  534. Fulgêncio Jr.

    Mamãe, toma um prozac
    e vai dormir, tá muito nervosa.
    Tô gostando de ver, parece que
    o prozac tá fazendo sucesso ai
    na terra santa, tão permitindo até
    os jovens Palestinos tomarem
    banho de mar.
    Aqui a gente toma banho de mar,
    de rio, riacho, lago, etc…
    e ainda tem uns limpinhos.

    Saindo, como diz a Sandra
    durma bem.

  535. Sandra

    Estou voando no ANTES E DEPOIS de Woodstock, e no eterno presente de Esperando Godot.
    No chá maluco de Alice no País das Maravilhas.
    No tempo…
    No presente…

  536. Ribeva.

    Boa tarde.

    O importante não é saber se o Gerald leu.

    Porque se o Gerald ler como você escreveu, é uma coisa. Se o Gerald ler o que você não escreveu outra coisa será. Porque se você escreveu pensando em uma coisa, Sim,então será lido com você não escreveu.Mas no caso de você não ter escrito como você escreveu então a coisa será como se você tivesse escrito .De que o modo para ser entendidos exatamente com você escreveu.Agora se você escreveu de um modo a deixar o não escrito mais evidente. Mai evidente escrito do que realmente você pretendia escrever. Então não.Não será lido com você escreveu e sim com certeza do modo que deveria ter escrito no lugar do que esta la escrito.
    Assim não é difícil escrever e ser entendido no blog do Gerald Thomas colunista IG.Basta sempre que escrever lembrar que aqui com tantos leitores e comentaristas tudo pode e deve ser escrito exatamente com cada um pensa em escrever. E que será lido exatamente ao contrario do que o escritor pretendeu escrever. Depois de algum tempo terás a certeza de que tudo que você escreveu todos entenderam. menos o Gerald que Le do modo que ele escreve.
    Entendeu?
    Viu como é fácil;

    Abraços.
    🙂

  537. Cintia

    Sandritcha 16:10,

    Tira qq um do eixo, rs.

    beijos!

  538. ezir

    EKRAN:

    O cineasta japonês HARUMI MURAKAMI é um ORIENTAL q ASSIMILOU WOODSTOCK e tudo de bom q O OCIDENTE tem . Até fez o filme “Norwegian wood” da música dos BEATLES , adoooravaaaa JIMI HENDRIX, e J.P.SALINGER, TRUMAN CAPOTE E SCOT FITZGERALD…. ETC… ETC.

    O QUE não DÁ p entender é a FOLHA DE SÃO PAULO. No sábado passado ficou lán NA RÁDIO UOL dizendo: ” aERA ELETRÔNICA derrubou a ERA DE WOODSTOCK” . E uma semana antes LI UM ARTIGO enorme c LISTAGEM das inúmeras INFLUÊNCIAS DO JAPONÊS HARUMI , q tem demais de gosto p os DESTACADOS DE WOODSTOCK, JANIS JOPLIN e escritores q discutiam O JOVEM NA AMÉRICA , ….a CONTRACULTURA …!!! Ezir

  539. Cintia

    “Como dizia Beckett: I can’t go on. I’ll go on.”

    Ana,

    Isso tá perfeito pra gente que tá parando de *** .
    😀

    beijos!

  540. ezir

    Aliás, EKRAN e MR. GERALD THOMAS , O escritor japonês MURAKAMI adorAAAAA Franz KAFKA e escreveu o livro ” Kafka Á BEIRA MAR”, traduzido p português-brasileiro.

    Deve ser um KAFKA bem mais “bronzeado do SOL TROPICAL” , achoooo!!! Ezir

  541. Sandra

    Ana Paula, não estou te zoando.

    Acho que o importante é a postura e a motivação de cada indivíduo. Se você acredita no que faz, que importa se o seu vizinho faz o mesmo mas por razões que você condenaria?

    Ou, como você mesmo disse: nem todo mundo é pau mandado. Em nenhum movimento.

  542. Daniela.

    Querida.

    Não perca tempo com um.

    Dizem mas não provam que eles tem mais de oitenta por cento.

    Guardemos nossas munições.

    OS VOTOS.

    Não temos ainda um candidato que possa ser o ideal.

    Mas depois do que passamos e vemos no dia a dia.

    O MAIS IMPORTANTE SERÁ TOCAR OS RATOS PRA FORA DAS TOCAS.

    Algens construiram até castelos.

    Pode?

    VOTORATOEIRA JÁ.

    😀

  543. gthomas

    EH ISSO AI, PACHECO, PERFEITO NO PAPEL DE POZZO EM GODOT

    Ribeva.

    Boa tarde.

    O importante não é saber se o Gerald leu.

    Porque se o Gerald ler como você escreveu, é uma coisa. Se o Gerald ler o que você não escreveu outra coisa será. Porque se você escreveu pensando em uma coisa, Sim,então será lido com você não escreveu.Mas no caso de você não ter escrito como você escreveu então a coisa será como se você tivesse escrito .De que o modo para ser entendidos exatamente com você escreveu.Agora se você escreveu de um modo a deixar o não escrito mais evidente. Mai evidente escrito do que realmente você pretendia escrever. Então não.Não será lido com você escreveu e sim com certeza do modo que deveria ter escrito no lugar do que esta la escrito.
    Assim não é difícil escrever e ser entendido no blog do Gerald Thomas colunista IG.Basta sempre que escrever lembrar que aqui com tantos leitores e comentaristas tudo pode e deve ser escrito exatamente com cada um pensa em escrever. E que será lido exatamente ao contrario do que o escritor pretendeu escrever. Depois de algum tempo terás a certeza de que tudo que você escreveu todos entenderam. menos o Gerald que Le do modo que ele escreve.
    Entendeu?
    Viu como é fácil;

    Abraços.
    Pacheco

  544. Sandra

    Pacheco, você também está inspiradíssimo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  545. Sandra

    Saindo, antes da crise.
    Viajar em Esperando Godot é crise na certa, e eu estou me recuperando dos últimos posts.
    Beijos em todos!

  546. gthomas

    Pozzo eh quem comanda o Lucky (atraves de uma corda). Pozzo manda em Lucky. Lucky carrega banquinhos, cestas com pao, vinhos, etc. e usa um chapeu. Pozzo tambem usa um chapeu,

    Quando Pozzo tira o chapeu de Lucky, sai um monologo mais conhecido como o “monologo entre um jogo de tenis e o Bevilaqua”
    assistido por Didi e Estragon como um grande espetaculo mandado por Godot enquanto ele (Godot) nao chega.

  547. Azul

    Quem escreveu isso *esta com a cara do Pachequito..*…Que loucura loucura…
    Como disse a Sandrissima estas INSPIRADISSIMO…

    18/08/2009 – 16:49

    Enviado por: gthomas

    EH ISSO AI, PACHECO, PERFEITO NO PAPEL DE POZZO EM GODOT

    Ribeva.

    Boa tarde.

    O importante não é saber se o Gerald leu.

    Porque se o Gerald ler como você escreveu, é uma coisa. Se o Gerald ler o que você não escreveu outra coisa será. Porque se você escreveu pensando em uma coisa, Sim,então será lido com você não escreveu.Mas no caso de você não ter escrito como você escreveu então a coisa será como se você tivesse escrito .De que o modo para ser entendidos exatamente com você escreveu.Agora se você escreveu de um modo a deixar o não escrito mais evidente. Mai evidente escrito do que realmente você pretendia escrever. Então não.Não será lido com você escreveu e sim com certeza do modo que deveria ter escrito no lugar do que esta la escrito.
    Assim não é difícil escrever e ser entendido no blog do Gerald Thomas colunista IG.Basta sempre que escrever lembrar que aqui com tantos leitores e comentaristas tudo pode e deve ser escrito exatamente com cada um pensa em escrever. E que será lido exatamente ao contrario do que o escritor pretendeu escrever. Depois de algum tempo terás a certeza de que tudo que você escreveu todos entenderam. menos o Gerald que Le do modo que ele escreve.
    Entendeu?
    Viu como é fácil;

    Abraços.
    Pacheco

  548. Azul

    ….Tem lugar nessa *Montagem* de Becker para mim???
    Posso ser a **ARVORE**….

    ….nao nao nao…

    Ok fico na producao…como *continuista*…..para nao dar erro….

    Ops !!! Acho que teatro nao tem continuista…pois eh tudo *ao vivo* e ao morto*…

    Ok…fico como *assistente* mesmo da luz !!!

    Beijos

    Isso aqui esta *divertido* de ler….

  549. Azul

    Sandra ia te escrever…voce viu a *barbaridade* …Dr Roger , acusado preso por *Estupro*…assedio sexual….caramba…fiquei *bege* ontem com as noticias…
    Como pode alguem tao conseituado…
    Beijos na Juju

  550. gthomas

    Becker? Azul, quem eh Becker? A Caciilda Becker? O Ze Celso esta remontando.

    Perai que vou dar uma ligadinha pra ele.

  551. gthomas

    Estranho mesmo, pois Cacilda Becker morreu fazendo Esperando Godot.

    Muito ator com 13 ou 12 letras no nome morre durante a producao.

    Foi o caso na Irlanda. em Paris e em Londres.

  552. Gerald.

    Tanks a lot.

    Não estou reclamando.
    Mas já to de saco cheio de ficar na popa da nau 22 esquecido em nem sei aonde esperando o regresso de todos.
    Meu toca cd não tem mais pilha carregada.
    Os peixes estão fugindo, pois manchas vermelhas têm aparecido cheirando a golfinhos.
    Avistei uma noite o vampiro que não deveria ser o de Curitiba, pois nem ligou para os meus chamados
    Já recebi uma intimação da marinha uruguaia e os documentos da nau não estavam legalizados.
    Só me dispensaram porque eu espirrei e pensaram que eu poderia estar com a gripe suína.
    Já disse que não estou reclamando. mas se você lembra de dar um rumo para o destino final da viagem eu mesmo e até sozinho farei a pernada que resta da viagem interrompida.
    Só não escolha cuba, por favor. Porque existe a possibilidade de o fidel aparecer no cais e tentar me convencer a entregar uma caixa de charutos cubanos para o seu amigo brasileiro. Eles agora estão tendo mais cuidado depois que o Barack foi eleito pois sabem que o papo de terrorismo do bichento é coisa do passado e que o Barack mata mosca de uma certeira cacetada.
    Então se não for atrapalhar os teus serviços peço que digas somente-Pra onde vai esta nau?
    Ou entrei de gaiato no navio?

    E pensar que embarquei todo contente e até anunciei para todos os amigos que eu já era personagem de uma blog-novela.
    Fazer o que não é?
    Ao menos não fui embarcado a força com faziam os ingleses antigamente no tempo das caravelas.
    Aguardo noticia.
    O pior de tudo é que nem o BBKING eu tenha o prazer de ouvir.
    Senão ele já estaria cantando

    Rock me baby all night long

    E talvez eu ficasse mais tranqüilo.

    Love

    By the way

    O que é que o Stragon faz mesmo?
    Se for o cara atacado por corvos.

    NEM QUE A VACA

    hahahahahahahahahah 😀

  553. Azul

    Samuel Beckett

    Ok ok…sorry…errar na correria pode???

  554. Cintia

    Monty Python se reúne em NY para promover filme

    da Folha Online

    O grupo britânico Monty Python vai se reunir em Nova York para um evento que celebra os 40 anos da trupe. Um documentário sobre eles será lançado durante a comemoração.

    O evento, que acontece em 15 de outubro no teatro Ziegfeld, foi anunciado nesta terça-feira (18) pelo Independent Film Channel e pela Academia Britânica de Filme e Televisão, que organizam o evento.

    No comunicado, há a informação de que os fundadores do Monty Python –John Cleese, Terry Gilliam, Eric Idle, Terry Jones, Michael Palin e até Graham Chapman (que morreu em 1989)– estarão presentes para a exibição do documentário “Monty Python: Almost the Truth (The Lawyer’s Cut)”, cuja tradução é quase a verdade (a edição do advogado).

    Os comediantes vivos vão ainda participar de uma sessão de perguntas e depois receberão um prêmio da Academia Britânica. O grupo fez várias reuniões nos últimos anos, da aparição em 1998 no Festival de Comédia dos EUA, em Aspen, à estreia do musical da Broadway “Monty Python’s Spamalot”.

    Uma versão de seis horas do documentário vai estrear no Reino Unido em 18 de outubro.

  555. Eu!!!!

    Perfeito para oser o Pozzo?

    Não brinca.

    Verdade mesmo?

    E eu aqui pensando que estava escrevendo mais ou menos com falava o Mario Moreno ( o Cantinlas ).

    😉 lho meu.

    Soy jo?

    Catito catito catito mio
    pedaço de cielo que Dios me dió

    se adelita se fuera con otro
    la seguiria por tierra e por mar
    si em mar en um buque de guerra
    si por tierra em un trem militar

    quiero lhora
    non tengo lágrimas
    qui merolem nas faces
    pra mi socorrer
    si eu lhorasse
    talvez disabafasse
    o que sinto nel peio
    i no puedo dizer
    só porque
    nom tengo lágrimas io vivo a sofrer

    e vamos que vamos Nat King Cole cantando LATINO.

    PORQUE A VIDA É BELA.

    APESAR DO pt

    Eu disse pt

    Eu não disse PT

    Existe ai uma grande diferença a qual só idiota não vê.

    E VOCÊ O QUE VÊ.

    Hein….. 😀

  556. gthomas

    Pacheco: se remarmos pra Cuba e Fidel aparecer, nao se preocupe.
    Cortamos as barbas dele e vendemos no mercado Ver o Peso, em Belem.
    LOVE
    G

  557. gthomas

    Mas na verdade o destino dessa nau, dessa vez, seria justamente a escandinavia pra METER PORRADA naqueles que matam golfinhos, que so postei porque vc me mandou aquelas fotos.