TODO O APOIO A DAVID E SEAN GOLDMAN: A JUSTIÇA BRASILEIRA TEM DE REUNÍ-LOS!

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Em 16 de Junho de 2004, David Goldman se despediu de seu filho Sean, no Aeroporto de Newark. Ele não sabia que naquele momento sua esposa Bruna estava sequestrando Sean e o levando ao Brasil, sem intenção de retornar. De acordo com a Convenção de Haia, a qual Estados Unidos e Brasil são ambos signatários, este é um caso claro de rapto internacional de criança, também conhecido por sequestro, realizado por um dos pais. Durante os últimos 4 anos, David vem lutando incessantemente no Sistema Judiciário Brasileiro para recuperar a custódia de Sean e trazê-lo de volta para sua casa em Tinton Falls, Nova Jersey.

David está lutando a batalha de sua vida e tem batido de frente contra uma família poderosa e influente no Brasil, que tem feito tudo para evitar que ele e Sean vivam juntos novamente. David já tentou todas as opções legais disponíveis para ele tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos, a um alto custo emocional e financeiro. Após a inesperada e trágica morte de Bruna em 22 de Agosto, todos esperavam que David iria finalmente ver Sean e trazê-lo para casa. Infelizmente, ele está novamente no meio de uma batalha pela custódia de Sean, desta vez com o novo esposo de Bruna, João Paulo Lins e Silva.

Estes últimos quatro anos tem sido longos e dolorosos para David Goldman. David foi e é, em todos os aspectos, um pai carinhoso e zeloso que não merece este tratamento. É cruel e injusto, uma verdadeira afronta a um ser humano. Basta: precisamos da sua ajuda para garantir que o Sistema Judiciário Brasileiro aja corretamente corretamente e devolva Sean de volta para casa e para seu pai. BringSeanHome.org foi fundado pelos amigos de David; toda ajuda e esforço será unicamente focada no objetivo de trazer Sean para casa. Esperamos que vocês se juntem a nós, por carta, email ou telefonando para uma ou mais pessoas na lista que se encontra na seção Como Ajudar?

Convidamos a todos que leiam a carta de David explicando tudo sobre o sequestro, as partes envolvidas, e os eventos mais recentes. A História de David nos foi enviada do Brasil em 20 de Setembro.

O caso de Sean e David
National Broadcasting Company
The Today Show

David foi entrevistado por Meredith Vieira no Today Show, no canal NBC, quarta-feira dia 24 de Setembro. A texto da entrevista está “Dad battles for son taken to Brazil four years ago” no site do Today Show.

“Até que você tenha seu próprio filho…você nunca conhecerá o prazer, o amor atrás do sentimento que ressoa no coração de um pai ao olhar seu filho. Você nunca conhecerá o senso de orgulho que faz um homem querer ser melhor do que ele é e passar algo bom e cheio de esperanças para seu filho.”

Kent Nerburn

 

“From: “Senator Obama”
To: XXXXXXXXXX@comcast.net
Sent: Wednesday, October 29, 2008 2:29:30 PM GMT -06:00 US/Canada Central
Subject: Message from Senator Barack Obama

Dear Christopher:

Thank you for contacting me regarding David Goldman’s efforts to return his son, Sean, to the United States. I appreciate having the benefit of your perspective on this matter.

As a father of two young children, my heart goes out to the Goldman family. As you know, Mr. Goldman’s son, Sean, and his Brazilian wife travelled to Brazil in 2004 to visit with the maternal family. Once in Brazil, his wife decided to remain in the country with Sean without Mr. Goldman’s consent and filed for divorce. According to the Department of State’s Office of Children’s Issues and the U.S. Embassy in Brazil, the United States is working closely with the Brazilian Central Authority to pursue Sean’s return under the Hague Convention on the Civil Aspects of International Child Abduction. As this matter develops, you may rest assured that I will keep your concerns in mind.

Thank you again for writing. Please stay in touch in the days ahead.

Sincerely,

Barack Obama
United States Senator”

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 (O Vampiro de Curitiba na edição)

 

327 Comments

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327 responses to “TODO O APOIO A DAVID E SEAN GOLDMAN: A JUSTIÇA BRASILEIRA TEM DE REUNÍ-LOS!

  1. Tene Cheba

    O Brasil está cometendo equívocos e mais equívocos.Agora o quebra cabeças está montado, João Paulo de Lins e Silva, não sabia, que vergonha.É, é isso aí.Imprensa livre, onde cara pálida?

  2. Ekran

    Pacheco,

    não é facil para a criança ficar nesse “cabo de guerras” entre familias, nem é facil para os adultos desvincularem-se dos problemas passados, MAS a vida segue e com a chegada dos meus filhos naturais tudo fluiu numa paz e carinho impressionantes.

    Eu APRENDI a ser pai com a minha enteada (que é a mais velha) e ganhei maturidade nesse processo. E ela ganhou uma familia com irmaos menores para curtir e ajudar a cuidar, foi uma alegria só.

    Certas adversidades não acontecem por acaso e são oportunidades raras de aprendermos com a vida como se vive, sem teorias.

    Eu aposto que o Sean é amado aqui no Brasil e será mais ainda nos EUA, de modo que amor somado é amor multiplicado. Deve haver algum problema de convivio entre os pais, como é muito comum entre ex-casais, MAS tem que prevalecer a consciencia de que as crianças são parte de nós e não um bem nosso, do qual dispomos.

    Esse aspecto a lei não capta, fica-se no viés de Salomão que sentencia a criança a ser fatiada em dois para ver qual a verdadeira mãe.

    No meu caso, houve um acordo amigavel perante o juiz entre a mae e o pai natural, com acerto dos dias de visita e pensão. Tudo correu naturalmente, pois houve dialogo e mediação entre as familias.

    Não vejo no noticiario as FAMILIAS, os avos, os tios, todos esses são fundamentais para envolver essa criança com amor e respeito.

    Infelizmente, a midia faz espetaculo demais e não apresenta os dois lados do problema, então corremos o risco de radicalizar nas analises.

    Abraços e fico na torcida pelo garoto, que vai poder dizer aos amigos no Brasil que é fera de beisebol e nos EUA que joga que nem o Kaká!

  3. Luciana

    O menino é uma graça.Sinto pela mãe que morreu .Se ela estivesse viva talvez tudo ficasse mais fácil.Que história triste.
    Espero que resolvam da melhor possível para o menino ficar bem.

  4. mnc

    .Dear Sir Cap GT,
    Meu coração tende p o lado d pai afetivo…sorry.
    Fiquei sua fã no dia que vc mostrou sua bunda branca na tv , pensei…o cara é um provocador, desafiador da ordem, amei.
    Aí não tinha acesso a sua obra, caí de para queda neste blog.
    o must agora conhecer a trilha onde linkar p seu universo tão ricamente múltiplo.
    Depois de assistir o you tube do Goldman…
    He’s not gonna me around.
    Abç.

  5. Tene Cheba

    A grande imprensa abafou este caso, vergonhasamente, quando citavam só falavam do padrastro, o padrastro.Eu estava achando tudo tão estranho, confuso.Caramba em um blog do O Globo, li vários posts sobre o caso, caramba e nada do padratro, aliás só padrastro.Estava achando tudo tão estranho.
    A solução de todos os seus problemas não passa necessariamente por uma megesena acumulada, não, claro que não. Não adianta neste país ter muita grana se não tiver um poderoso sobrenome associado.Liberdade ou morte.

  6. Ekran

    Segue o que saiu hoje na BAND aqui no Brasil, logo pela manhã no Primeiro Jornal.

    Acho que o “pacto de silencio” quebrou, após o Larry King Show (que aqui no Brasil é transmitido pelo canal 21, do grupo Bandeirantes, aos domingos a noite, pela TV aberta)

    – – – – –
    Sexta-feira, 06 de março de 2009 – 08h21
    Americano luta pela guarda de filho no Brasil e ganha apoio nos EUA
    da redação

    A luta do pai americano pela guarda do filho que vive no Brasil ganha destaque nos Estados Unidos. O ex-modelo falou sobre o assunto em um dos principais programas de entrevistas da rede CNN.

    No programa Larry King Live, David Goldman disse que quer o filho de volta. Ele falou sobre a dificuldade de estar há cinco anos longe de menino:

    “Ele me perguntou por que não fui vê-lo durante todo este tempo. E isso foi muito, muito doloroso. Eu o vi por dois dias, por um período de mais ou menos seis horas. Foi muito difícil. Eu não parava de dizer que o amava”.

    O ex- modelo americano foi casado com a brasileira Bruna Bianchi, com quem teve o filho, Sean. A família viveu no estado de Nova Jersey, até que bruna decidiu passar as férias no Brasil, ela deixou os Estados Unidos com a criança, desembarcou no rio, e nunca mais voltou.

    David pediu a guarda do menino, mas a justiça brasileira decidiu que a criança permaneceria com a mãe, no Brasil. Depois que Bruna morreu, em agosto do ano passado, o americano recomeçou a luta para ter o filho com ele. O caso ganhou repercussão internacional. A secretária de estado americana Hillary Clinton, interviu junto ao governo brasileiro.

    A décima sexta vara cível da Justiça Federal no Rio vai julgar duas ações: uma promovida pela União em defesa do pai norte americano, que pede a volta da criança para os Estados Unidos. A outra, proposta pelo padrasto, de paternidade sócio afetiva, por ter criado o menino. As duas correm sob segredo de justiça.

    Pelo telefone, o advogado do segundo marido de Bruna, que tem a guarda provisória de Sean, diz que a preocupação agora é com o bem estar da criança.

    O pedido de retorno do menino de nove anos foi feito com base na Conveção de Haia, um tratado assinado pelos dois governos para proteger menores de sequestro internacional. O caso já havia sido julgado antes da morte da mãe do garoto, mas agora a União pede um novo julgamento. De acordo com o presidente da Comissão de Direito Internacional do instituto dos advogados brasileiros, essa ação é legítima.

    http://www.band.com.br/primeirojornal/conteudo.asp?ID=130095&CNL=1

  7. Tene Cheba

    Agora, imagine você ter um filho, a mãe viaja para outro país, o dela casa-se de novo, ameaça sumir caso ele apareça naquele país, impede de você ver SEU filho, morre, o padrastro impede o resgate do SEU filho. Isto está muito além de William Shaskespeare, uma tragédia ainda não encenada. O Padrastro.

  8. Uma das funções da justiça é dar (com rapidez e agilidade) uma resposta que satisfaça os anseios da sociedade, com efeito, e com respaldo da opinião pública, o garoto deve ser entregue aos seus familiares paternos, até mesmo porque o Pai é seu parente consaguineo de primeiro grau, o que o torne legítimo protetor e detentor da guarda de seu filho.

  9. O Vampiro de Curitiba

    Pessoal, assistam o video “O caso de Sean e David National Broadcasting Company The Today Show” que está aí nomeio do corpo do texto.

  10. mnc

    Antes de vazar…trechos de um poema que me guiam como mãe.

    Seus filhos n são seus filhos, são filhos da ansia da vida por si mesma…vem de ti mas não por ti…e embora tenha vindo de ti…n te pertencem….São flechas e vc é o arco,,,que sua curvatura seja para lançar a flecha…
    Kalil Gibran.

    Releva se n lembro ao pe da letra…
    Boa noite,

  11. O Vampiro de Curitiba

    Se a Ezir (tradutora oficial do Blog) não aparecer, alguma alma caridosa poderia traduzir o e-mail do presidente Barack Obama.

  12. Ekran

    E na revista EPOCA da editora GLOBO de 07/03/2009 (deste final de semana) tem materia sobre o caso também.

    Da-lhe Larry King! Nem os Marinho seguram essa barra!

    http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63217-15227,00-COMO+VIVE+SEAN.html

    Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegra na edição da revista Época de 7/março/2009.

    Sean Bianchi é um menino bonito, esperto e amoroso, com quase nove anos de idade e dupla nacionalidade: brasileira e americana. Nasceu em Nova Jersey, EUA, mas vive desde os quatro anos no Rio de Janeiro. Não desgruda da nonna (avó, em italiano), anda enganchado nela. Ambos são bronzeados, de cabelos e olhos castanhos. Orgulha-se de ser craque no basquete e “bamba” em Matemática e redação. Não gosta de estudar História. Quando consegue ficar parado, tem mania de mexer nas medalhinhas de seu cordão: uma tem a imagem de Iemanjá; outra, a inscrição Agnus Dei (“cordeiro de Deus” em latim); a terceira, um trevo de quatro folhas; e a maior, fina e delicada, o rosto da mãe.

    Sean perdeu a mãe tragicamente, em setembro do ano passado: Bruna, estilista carioca, morreu aos 33 anos, ao dar à luz Chiara. Desde então, Sean consulta uma psicóloga uma vez por semana. Vive em um apartamento de 250 metros quadrados em um condomínio de luxo no Jardim Botânico, junto à Lagoa, no Rio de Janeiro, com varandão, plantas, obras de arte e tapetes antigos. Mora com uma grande família: os avós maternos, Silvana e Raimundo, um tio que é quase um irmão mais velho, Luca Bianchi – ator, surfista e peso-pena faixa-preta de jiu-jitsu. Divide o quarto com o padrasto, a quem chama de pai, João Paulo Lins e Silva. Na verdade, Sean começa seu sono toda noite na cama de casal da avó, e depois João Paulo o encaminha, quase sonâmbulo, para o quarto colorido, com painéis de elefantes e outros bichos na parede. Não dá mais para carregá-lo nos braços, como antes. Jogos medievais no computador e vários esportes, conjugados com o surfe de fim de semana na Praia Rasa em Búzios, compõem a vida de Sean. Além das broncas que leva quando deixa roupas no chão do quarto, Sean é acompanhado nos deveres de casa por uma família que diz querer, acima de tudo, seu bem-estar. Tem sorte. É evidente, para quem passa o dia na casa, que ele se sente amparado mas não mimado, e que prefiriria continuar anônimo. Até a mãe morrer, ele era apenas “Shan”, “Sam”, “Shon”, um garoto popular entre os amigos, mas com nome esquisito.

    Se tivesse de superar apenas a perda prematura da mãe, Sean Richard Bianchi Carneiro Ribeiro Goldman (seu nome completo) seria um menino privilegiado. Mas ele está no centro de uma disputa judicial rancorosa entre duas famílias – e entre dois países, o Brasil e os Estados Unidos. Uma briga que transcendeu as paredes do lar e se tornou um imbróglio diplomático, um circo internacional, com o rosto de Sean e imagens de seu passado estampados na internet pelo pai biológico, o ex-modelo David Goldman, hoje sócio de uma empresa náutica que organiza passeios.

    A família de Sean no Rio só abriu a casa com exclusividade para a ÉPOCA depois de muito relutar, porque o caso adquiriu dimensões políticas e de mídia lá fora. E porque, segundo a versão do padrasto, dos avós e do tio de Sean, o pai biológico, David Goldman, se empenhou, desde a morte de Bruna, numa “campanha de calúnias” contra a família brasileira.

    À reportagem de ÉPOCA, a família revelou que, quando se separou de Goldman, Bruna disse que tinha medo de ficar sozinha com o marido em um país estrangeiro porque, quando discutiam, ele ficava violento e dava socos nos móveis, esmurrava as paredes. Por isso teria pedido o divórcio e decidido ficar no Brasil.

    Depois da separação do casal, Goldman abriu um processo contra a ex-mulher e os ex-sogros por sequestro e violação da Convenção de Haia – que dispõe sobre as crianças levadas de um país para outro. Durante quatro anos, o pai biológico abriu mão de ver o filho para sustentar suas acusações. A família brasileira afirma que se ofereceu para pagar a vinda de Goldman ao Brasil para visitar o filho. Segundo a família, essa nunca foi uma opção para Goldman, que apareceu na porta do apartamento onde Sean vive com agentes da Polícia Federal brasileira, funcionários do consulado americano e uma equipe da rede de televisão americana NBC. O menino não foi encontrado. Passava o feriado em Angra dos Reis.

    Durante a entrevista, a família afirmou que o pai biológico de Sean teria pedido US$ 500 mil (R$ 1,2 milhão) – o que Goldman nega – para tirar o nome dos avós como “co-autores” do sequestro do menino. O acordo acabou sendo fechado em US$ 150 mil (R$ 360 mil).

    O que diz o pai, David Goldman
    | 1 | O casamento ia bem, o sexo era regular e ele mantinha o trabalho de modelo
    | 2 | O pai até hoje não entende a razão de Bruna ter deixado os Estados Unidos com seu filho
    | 3 | A família brasileira impede que o pai veja o filho
    | 4 | Bruna e Sean – nascido nos Estados Unidos – viviam bem e ele queria que voltassem ao país
    | 5 | Os US$ 150 mil que recebeu fazem parte de acordo judicial para retirar o nome dos ex-sogros do processo

    O que diz a família da mãe, Bruna
    | 1 | O relacionamento ruiu quando Sean nasceu, o sexo minguou e ela sustentava a casa
    | 2 | Bruna não premeditou ficar no Brasil e somente conheceu João Paulo seis meses depois da separação
    | 3 | A mãe e os avós maternos de Sean nunca receberam nenhum pedido de David para visitar a criança
    | 4 | A vida de Bruna e Sean – com dupla nacionalidade – seria melhor no Rio de Janeiro
    | 5 | Goldman explora a imagem da criança e teria pedido US$ 500 mil da família para retirar os avós do processo

    (na integra só para assinantes)

  13. Liz

    Luciana – 06/03/2009 – 22:54

    Eu sinto pelo pai biológico do menino. Este sim foi lesado e está sofrendo psicologicamente a falta do filho que foi sequestrado e mantido no Brasil, mesmo depois da morte da mãe. Como pode haver tanta injustiça nessa DROGA de PAÍSSSS NOJENTO!?!!? Esse homem que mantém o menino aqui é um crápula! Sean tem pai, e este está bem vivo e querendo reencontrá-lo. O menino ficará bem com o pai americano, sem dúvida!

  14. Ekran

    ATENÇÂO para esse trecho da materia da Epoca, editora Globo, que destaco do texto que postei acima:

    “À reportagem de ÉPOCA, a família revelou que, quando se separou de Goldman, Bruna disse que tinha medo de ficar sozinha com o marido em um país estrangeiro porque, quando discutiam, ele ficava violento e dava socos nos móveis, esmurrava as paredes. Por isso teria pedido o divórcio e decidido ficar no Brasil.”

    Se isso realmente procede, há outras variaveis em jogo.

    Novamente digo, por experiencia propria, tem que haver uma conciliação de interesses entre as familias e BOM SENSO em prol do garoto.

    A midia sabe explorar bem esses assuntos em forma de espetaculo e pode distorcer os fatos.

    Torço pelo garoto.

    E que cada familia saiba provar na justiça que pode cuidar bem desse menino, seja no Brasil ou nos EUA.

  15. Antonio Brivio

    Gerald Thomaz,

    Existem dois lados nessa história, é muito precipitado tomar posições antes de pelo menos ouvir os argumentos de ambos.

    No caso da advogada supostamente atacada na suiça, a imprensa e o governo imediatamente tomaram partido sem antes fazer a mínima checagem do que ocorreu.

    Não é a primeira vez que o vejo agir assim, Sr Gerald, é uma pena que uma pessoa que é considerada um intelectual haja de forma tão inconsequente.

    Peço que reflita mais e procure se informar melhor antes de tomar posição tão radical em um tema.

    Só deixo uma pergunta no ar: por que esta mãe abandonou o marido e se refugiou com sua família?

    A família da mãe, não o padrasto, tem uma história diferente a contar.

    Um grande abraço,

  16. gthomas

    Obvio que existem questoes, E muitas.
    Mas a familia do advogado esta usando insultos pra difamar o David. Ja ouvi os mesmos insultos durante Tristao e Isolda: vao desde (……) ate (…..).

    enfim, difamacao eh com a ANTI DEFAMATION LEAGUE
    AQUI EM NYC.

    SE SAO TAO CORAJOSOS ASSIM, LEAVE UP TO AN INTERNATIONAL COURT TO DECIDE.

    DIFAMAR O DAVID GOLDMAN EH SIMPLESMENTE O FIM !!! E O ULTIMO RECURSO

    MAS ENTENDO A DELICADEZA DA SITUACAO.

    o menino tem lacos afetivos em ambos os lados.

    Mas NADA, NADA NESSE MUNDO DEVERIA CORTAR O CORDAO UMBILICAL ENTRE PAI E FILHO BIOLOGICOS A NAO SER UM SISTEMA JUDICIAL COMPLETAMENTE CORROMPIDO

  17. gthomas

    ESSE SERIA UM BOM MOMENTO PARA O BRASIL CORRIGIR UM EM TANTOS ERROS COMETIDOS NO PASSADO, COMECANDO COM O RONALD BIGGS

  18. gthomas

    Antonio BREVIO
    em primeiro lugar
    saiba soletrar o meu sobrenome direito
    em segundo lugar, se de ao trabalho de ler o post abaixo

    eu sei bastante sobre o caso: sei que eh sensivel
    e ontem no programa do Larry King, tive a infelicidade de ver o irmao do advogado e viuvo da Bruna se pronunciar e usar taticas como DIFAMACAO que, por acaso, me sao muito COMUNS
    QUANDO NAO SE TEM MAIS NENHUM RECURSO

  19. Liz

    E sem essa de não separar os meios irmãos!
    A criança foi separada do pai a anos e o pai ainda sofre com isso!Cada um com a sua criança, elas se adaptam! Se não pode separar meio irmão de meio irmão, tb não se pode separar pai de filho. Sem essa de dois pesos duas medidas.

  20. santanna

    mnc!!

    Caramba! Transmimento de pensação!!!
    Acabei de deixar um coment pra vc lá no final do post anterior com um trecho do Gibran!!! Que incrível!

    beijão, boa noite!

  21. Ekran

    De acordo, Gerald.

    Há mais 46 (ou 47) casos, conforme nota da AFP, de crianças com nacionalidade norte-americana em situação irregular no Brasil.

    É a hora de ajustar todos os processos, inclusive dos brasileiros nos EUA que possuem situações similares (vistos de familiares não renovados, sem clara justificativa, há muita gente nessa condição).

    Se ambos os lados trabalharem bem diplomaticamente, será um bom exemplo para o mundo, especialmente agora que a xenofobia (Europa) anda acrescendo.

    Sobre laços biologicos, eu ainda acredito neles, mas se houver historico de violencia domestica, NO WAY. Esse tipo de agressão condena o futuro da criança de forma irreversivel.

    Abraços

  22. Espero que este pai americano, morando tão longe, tenha muita sorte, pois o meu irmão do qual eu sou a advogada, luta pela guarda do filho dele há 5 anos e o menor já tem 8 anos, e mora aqui vizinho no estado do RJ, a gente não consegue nada, nem com varios BOs, provas de todos os tipos, inclusive médicas, não tem jeito, eo que e pior a mãe ri na cara, chora na frente do juiz e da assistente social, e quando sai vai comemorar no bar. De todo coração eu espero que este pai tenha muito sucesso, porque não é facil ficar longe do filho, que é sangue do seu sangue, e nem saber o que acontece com a criança.DEUS ajude este homen, e que a justiça apesar de ser cega, comece a enchergar pelo menos um pouquinho. So quem passa por isso é que sabe. Que DEUS ajude este homem, pois pai é pai.Boa Sorte David.

  23. gthomas

    Ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente

    Mesmo que já tenha me formado há mais de 10 anos na Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica, escrevo essas linhas não como advogado militante mas como pai de duas amadas crianças, e viúvo aos 35 anos de idade. Tal razão justifica a maneira menos formal que minhas razões são apresentadas emocionadas já que não poderia funcionar como advogado sem emoção nem parte só com a razão.

    Convivi e fui oficialmente casado com Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro Lins e Silva por 4 anos e meio.

    Bruna estudou Comunicação na PUC-Rio. Após se formar foi fazer seus cursos de pós-graduação e mestrado em Moda, exatamente em Milão, Itália. No fim do seu curso final, após uma longa temporada de 4 anos, conheceu um norte-americano de nome David George Goldman, que estava hospedado do mesmo edifício onde Bruna morava, e que ali se encontrava como modelo. Logo apos alguns meses de contato, começaram a namorar, no estilo namoro por distância, já que o norte-americano morava nos Estados Unidos da América, e não tinha disponibilidade nem era mais convidado para desfilar com tanta intensidade por conta da sua idade.

    O namoro durou alguns meses. Durante este período Bruna viajou aos Estados Unidos e com seu namorado americano viajaram para o Canadá.

    Dois meses depois de seu retorno para Milão, Bruna descobriu que estava grávida do namorado norte-americano, o que teria acontecido durante a viagem ao Canadá. Bruna anunciou o fato ao namorado e à família. Por mais que o contato entre os namorados eram raros diante da distancia, e com a vontade de ser mãe se aflorando, resolveu Bruna abdicar da Europa e se mudou para New Jersey, nos Estados Unidos, com o objetivo de dar ao filho a chance de ter uma família.

    Bruna, infelizmente, não poderia imaginar o sofrimento que estava por vir.

    Passo aqui a relatar fatos muito pessoais que só um marido ou pessoas muito próximas poderiam de fato saber.

    O namoro que funcionara à distancia, até então, se tornou uma tragédia. O namorado, que viria a se tornar marido por conta da gravidez não mais tocava em sua mulher. Durante todo o período de gravidez, inclusive na lua-de-mel, que acontecera tardiamente, e com Bruna grávida, não houve qualquer relação intima entre o casal.

    Durante os últimos 3 anos de vida em comum, Bruna dormia em quarto separado de seu ex-marido. Vivia angustiada, em profunda depressão, chorando diariamente. As brigas eram comuns e assistidas pelo pequeno Sean, nascido em 2000 nos EUA mas registrado no Consulado Brasileiro e no 1o Registro Civil de Pessoas Naturais do Rio de Janeiro. Importante destacar que tal registro no Consulado Brasileiro ocorreu três meses após o nascimento de Sean, tornando-o cidadão brasileiro como todos nós, com todos os direitos e deveres de um cidadão nato, que quando completar a maioridade poderá optar por ser brasileiro ou americano. Até então permanecerá com ambas as nacionalidades, sem que uma se sobreponha a outra ou que ele seja mais brasileiro do que americano, e vice-versa.

    David, nesta altura, e por conta da idade, não mais conseguia emprego e raramente conseguia algum dinheiro. Ficava em casa praticamente o dia todo, se preocupando em construir e consertar a casa. Bruna trabalhava o dia todo dando aulas de italiano em escolas primárias e era quem abastecia a casa com a alimentação e os custos gerais. Não obstante, e sabendo da situação, a família de Bruna auxiliava enviando dinheiro para que a família pudesse ter uma vida digna.

    Até o seguro de saúde era pago por Bruna, já que seu ex-marido não auferia qualquer renda. Viviam num mundo de aparências, onde para alguns a vida era ótima, mas dentro de casa tudo era um inferno.

    A situação chegou ao máximo no momento em que Sean, com quase completos 4 anos de idade, chamou sua avó materna, muito triste, para narrar que sua mãe não gostava dele porque ficava o dia todo fora de casa, e que quem gostava dele era seu pai, porque era ele quem o cuidava. Pediu para guardar o segredo. Perguntado quem teria dito tamanha barbaridade para uma criança, Sean respondeu que tinha sido David.

    Estarrecida, a avó materna contou à filha o triste episódio. Bruna, que já se encontrava no Brasil com Sean, por conta de férias, decidiu terminar o casamento, que de fato já não existia há mais de 4 anos. Era infeliz, depressiva, tinha um marido vagabundo, que não desejava como mulher desde a gravidez, e se via obrigada a trabalhar o dia todo para exclusivamente sustentar a casa.

    Decidiu não mais retornar aos EUA e terminar seu infeliz casamento.

    Ligou para seu ex-marido, disse que estava infeliz, que não queria mais retornar, ofereceu-lhe passagem para vir imediatamente ao Brasil para conversarem e resolverem suas vidas. Nada aconteceu. O americano recusou as passagens, a estadia, e disse que no Brasil não pisaria.

    Bruna, não restando outra alternativa, procurou informações com um advogado especializado para saber sobre sua situação. Imediatamente, e ainda durante o prazo autorizado pelo americano para Bruna aqui ficar em conjunto com seu filho, requereu perante a Justiça Brasileira a guarda provisória de Sean, que foi prontamente concedida.

    O americano, por sua vez, não mais se interessou em conversar com Bruna amigavelmente. Procurou um escritório de São Paulo e através dos mesmos ingressou, meses apos a vinda de Bruna, com uma ação alegando sequestro internacional!! Como se a mãe pudesse pedir resgate ou estar em lugar não sabido. O teórico resgate viria sim, mas de uma forma inversa, como será narrado em breve.

    Neste processo perante a Vara de Família da Comarca do Rio de Janeiro, o americano devidamente contestou o pedido. Perdeu em 1a Instância e recorreu ao Tribunal Estadual. Novamente foi infeliz. Tentou um recurso ao STJ, onde não foi aceito e não mais recorreu, fazendo com que o processo transitasse em julgado.

    No processo em curso perante a Vara Federal, onde é autor o americano, este mesmo perdeu em 1a Instância, em 2a Instância e novamente o fato se repetiu perante o Superior Tribunal de Justiça, onde se entendeu que antes de qualquer lei prevalece o maior interesse do menor, e neste caso, era que ficasse no Brasil e com sua mãe.

    Neste momento é importante abrir um espaço.

    Reencontrei Bruna por uma amiga comum dos tempos de faculdade, logo apos o seu retorno dos EUA. Nesta época eu me encontrava separado do meu primeiro casamento.

    Tivemos histórias semelhantes, não fomos felizes nos nossos casamentos por alguns motivos muito parecidos, e talvez pela experiência de vida entendíamos muito bem um ao outro.

    Em menos de 6 meses após nosso reencontro já estávamos morando juntos. E nunca imaginei o quanto poderia ser feliz como fui ao lado de Bruna.

    Por alguma razão que pode ser explicada, a vida nos colocou ao lado por três vezes, sem que nas duas primeiras pudéssemos ficar juntos de fato. A última tivemos a certeza que éramos feitos para ficar juntos para sempre.

    Bruna me dizia a todo tempo que eu era o “marido que ela escolheu”. Namorávamos o tempo todo e nunca houve um momento de tristeza.

    Sean tinha uma participação mais do que especial em nossas vidas. Desde nosso primeiro contato fizemos de forma que ele aceitasse a situação. Foi ele quem trouxe o primeiro presente de Dia dos Namorados para mim, espontaneamente. Meu relacionamento com Bruna nunca ficaria acima ou seria comparado ao relacionamento entre mãe e filho, por isso administrávamos da melhor forma possível pensando no bem-estar de Sean.

    Nosso envolvimento como família era tão grande e tão natural que Sean passou a me chamar de PAI. Foi desejo dele, particular, e com muito orgulho e carinho recebi esse presente. Nossa relação, independentemente da nomenclatura, funcionava como pai e filho: sempre participei de todas as reuniões de pais na escola, fazíamos juntos os deveres de casa, colocava para dormir, atos comuns entre pais e filhos.

    E fazia por amor. Sean é o filho que não tive do meu primeiro casamento. Nossa relação sempre foi muito forte, de conversa, de carinho, de ensino, de orientação, apoio e proteção.

    Desde o primeiro dia que ficamos juntos e optamos em constituir uma família, se tornou minha exclusiva obrigação custear minha família. Me tornei responsável pelo pagamento dos custos de empregada, alimentação, moradia, estudo e lazer. Viajávamos sempre. Sean pôde conhecer a Europa do meu lado, e se encantar por Paris e a EuroDisney.

    Tivemos por longos 4 anos e meio a melhor família do mundo, onde tudo era carinho, afago, respeito. Nunca houve uma briga, um choro, um momento de tristeza.

    Bruna, que também registrara seu casamento norte-americano no Brasil, requereu o divórcio perante a Justiça Brasileira, ato em de acordo com a legislação. O americano foi formalmente citado por um Oficial de Justiça em Brasília. Bruna se divorciou e permitiu que finalmente pudéssemos nos casar oficialmente. Nosso casamento ocorreu no dia 1 de setembro de 2007.

    Na ocasião, assinaram a certidão de casamento a Bruna, eu, as testemunhas, como manda a lei, e, num ato puro de espontaneidade, Sean também pediu para assinar, fato que muito nos comoveu, e que está na certidão do cartório bem como comprovada pelas fotos da ocasião. Sean, ali, atestava e aprovava nossa união.

    Quatro meses após o casamento, Bruna novamente engravidou. Eu gostaria muito que tivesse sido antes, mas ela questionava, dizendo que dessa vez gostaria de estar grávida após casar formalmente, para não acharem que ela só casava quando engravidava.

    Bruna teve uma gravidez perfeita, sem qualquer problema aparente. Sean acompanhou o crescimento da barriga da mãe diariamente. Ficamos muito felizes com a notícia de ser uma menina.

    Com todo o seu talento, Bruna se tornou empresaria da moda infanto-juvenil e abriu um negocio de muito sucesso, uma loja para meninas chamada BISI. O sonho de ter uma menina se concretizava e ela dizia que faria as roupas pensando na filha. Em 4 anos montamos quatro lojas nos melhores pontos do Rio de Janeiro.

    Programada para nascer dia 21 de agosto de 2008, Chiara resolveu nascer no dia. O parto aparentemente ocorreu sem problemas. Infelizmente ocorreram complicações e falhas que não merecem destaque neste momento.

    Minha amada Bruna, minha vida, e mãe dos meus filhos, faleceu na madrugada do dia 22 de agosto, horas apos dar à luz a nossa filha Chiara. Me deixou com os dois maiores presentes da vida: Sean e Chiara. Bruna faleceu com 34 anos.

    Sean – CIDADÃO BRASILEIRO – encontra-se no Brasil desde junho de 2004. Encontra-se no Brasil mais tempo do que viveu fora, sem levar em conta o tempo quando é muito bebê e ainda não tem tanta referência.

    Sean encontra-se sob meus cuidados desde meados de janeiro de 2005, numa relação de pai e filho. Fala, hoje, muito pouco de inglês, e reconhece sua família – seu apoio e núcleo familiar – em mim como seu pai afetivo e sua irmã, maior referência biológica da mãe.

    Durante todos esses anos, o norte-americano não nos procurou um dia sequer. No primeiro ano de permanência no Brasil, ligou para Sean raras vezes, talvez duas, em datas como aniversário e Natal. Nos últimos dois aniversários, Sean não recebeu nenhum telefonema, sendo que em 2007 e 2008 não recebemos qualquer contato por telefone.

    Se limitava nos primeiros dois anos a enviar emails para a conta de minha mulher, em inglês, para uma criança que ainda nem estava alfabetizada em português. Recebemos umas duas vezes alguns presentes, enviados pela avó paterna, com simples carta assinada pela avó, exclusivamente.

    Durante todo o tempo o americano diz ter estado no Brasil 4 ou 5 vezes. Em nenhuma dessas ocasiões nos procurou, formalmente ou informalmente. Nunca requereu visita através da Justiça, apesar de ter contestado o pedido de guarda, de ter tomado a iniciativa judicial no Brasil. De fato soubemos da presença dele por conta de nossos advogados, que com ele estiveram no dia de julgamento.

    Soubemos também que ele esteve presente nos tribunais procurando fazer lobby com alguns desembargadores. Repito: em nenhum momento ao menos ligou para nossa casa avisando que aqui se encontrava. Preferiu visitar os julgadores a Sean.

    Logo apos o falecimento da minha amada mulher, tomei a iniciativa judicial requerendo a guarda provisória de Sean, com quem já cuidava e mantinha relacionamento de pai – filho há mais de 4 anos. Recebi a guarda provisória após concordância do Ministério Público Estadual a meu favor.

    Infelizmente não pude imaginar o que estava por vir. Logo apos a missa de sétimo dia de Bruna, recebi a notícia de que o americano se encontrava no Brasil, e que teria feito contato através dos advogados.

    Minha pergunta: TERIA ELE APARECIDO SE BRUNA NÃO TIVESSE MORRIDO???

    Pelo histórico é lógico que não.

    Mesmo sem ter feito um contato visual nos últimos 4 anos e meio, resolveu procurar o filho biológico. O pedido foi feito através do Juízo de família, que, por experiência e acompanhando o entendimento do Ministério Público negou a visita, temporariamente, tendo em vista o momento de dor da família e sua ausência depois de tantos anos. Entendeu que tal visita deveria ocorrer apos estudos sociais e psicológicos, tudo em prol do interesse de Sean.

    Após essa decisão judicial, nossa vida se tornou um inferno.

    Tal americano contratou, através de seus advogados, uma assessoria de imprensa, apesar do processo todo correr em segredo de Justiça. Começou a divulgar uma versão mentirosa à imprensa brasileira, como se a vida nos EUA tivesse sido um conto de fadas. Divulgou que teria vindo inúmeras vezes ao Brasil e que a “família teria impedido o acesso”. Chamou a Bruna de bígama, de adultera, de sequestradora de criança – mesmo apos sucessivos julgamentos – e sem que a própria Bruna pudesse ao menos se defender.

    Divulgou uma carta na internet onde acusava a Justiça brasileira de corrupta, que teríamos pago todos os julgadores, e que nossos tribunais não mereciam crédito.

    Tremendo absurdo!

    Não é só isso. No retorno aos EUA procurou a imprensa de seu país. Divulgou a matéria toda, deu entrevista contando sua versão mentirosa dos fatos. Divulgou meu nome e de minha família, me chamando de sequestrador de criança.

    Criou um site na internet onde divulga sua versão, existindo um link para onde as pessoas têm acesso ao meu email e do meu pai e que a partir dali podem me escrever me caluniando. Recebi centenas de emails, me mandando queimar no inferno, que sou bandido. Juntamente com o link, apresentou uma série de emails da Embaixada Brasileira, dos tribunais, do Poder Executivo, fazendo pressão através da opinião pública americana para que tomassem providências políticas contra mim e contra minha família, tendo como pretexto o retorno de Sean aos EUA, após 4 anos e meio sem nada fazer.

    SE NÃO BASTASSE, O AMERICANO PEDE EM SEU SITE DOAÇÕES FINANCEIRAS ONDE SE ACEITA TODOS OS CARTÕES DE CRÉDITO!!!

    Se não bastasse criou produtos com o rosto de Sean ainda aos 2 anos de idade que serve para estampar canecas, aventais de cozinha, camisetas de todos os modelos com dizeres que o Brasil não cumpre a lei, que Sean quer voltar ao pais dele etc, fatos completamente absurdos e apelativos que servem como ganha-pão para sustentar o americano que não tem emprego.

    Importante mencionar que ele diz nunca ligar porque supostamente a família não aceitaria ligações a cobrar. Como pode então querer sustentar uma criança que pouco se lembra de seu passado americano, se nem dinheiro tem para ligar para seu filho biológico?

    Alem disso, entrou no Orkut, comunidade da internet comum entre os jovens brasileiros, e na comunidade criada por crianças que apreciam a loja de minha mulher, começou a divulgar vídeos e fotos acusando a Bruna de sequestradora, enviando tais documentos para CRIANÇAS brasileiras, sem medir as consequências ou avaliar a gravidade de seu ato!

    Repare que se estivesse realmente sofrendo ou interessado não teria começado a gritar 4 anos e meio depois. Teria feito na semana seguinte da vinda de Bruna ao Brasil!!!

    O americano aparenta cheio de boas intenções. Porém não divulga à imprensa brasileira, nem à do seu país, nem muito menos no seu site, que ACUSOU MEUS SOGROS DE CONIVENTES COM UM SUPOSTO SEQUESTRO INTERNACIONAL, EM AÇÃO MOVIDA NOS ESTADOS UNIDOS, E QUE LÁ REALIZOU UM ACORDO PERANTE O JUÍZO ONDE RETIROU A RECLAMAÇÃO PELA LINDA CIFRA DE US$150.000,00 (CENTO E CINQUENTA MIL DÓLARES)!!! Tudo devidamente homologado perante um Juiz americano!

    Repito: teria aparecido o sujeito se Bruna não tivesse morrido??? NUNCA!!! Veio porque sentiu cheiro de dinheiro, tendo em vista a eventual herança que poderá Sean receber.

    É importante destacar que durante todos esses 4 anos e meio o americano não nos enviou UM CENTAVO SEQUER. Todo o custo de Sean foi bancado por mim e por Bruna. Não tomamos a iniciativa de cobrar alimentos, não há qualquer ação deste tipo. Como também não há qualquer ação visando e requerendo visitar Sean. Então porque depois de 4 anos e meio??? Só porque a Bruna morreu? Não ficou satisfeito com o acordo?

    O americano também não diz que mora numa casa que foi comprada com dinheiro da Bruna. Vive em teto que não é só dele gratuitamente. Não conta que falsificou a assinatura de Bruna em vários cheques da conta corrente para ter acesso ao dinheiro por ela deixado quando retornou ao Brasil. Nada disso divulga.

    Muito pelo contrário, faz cara de triste, de pai biológico prejudicado. Infelizmente sua atuação comoveu o governo americano, que começou a pressionar o Autoridade Central Brasileira. Motivada por razões que desconheço, a Secretaria de Direitos Humanos do MEU PAÍS forçou a União, através da Advocacia Geral da União, que é sustentada pelo nossos impostos, que tomasse uma iniciativa judicial.

    Hoje sou RÉU DE UM PROCESSO MOVIDO CONTRA A UNIÃO ONDE SE PLEITEIA O RETORNO DE SEAN E VISITAÇÃO EM FAVOR DE UM NORTE-AMERICANO!!!!! Mesmo que o pedido tenha sido feito perante o Juízo de Família e mesmo que o pedido de retorno se repete, cujo mérito já foi julgado pelo STJ!!! A União pleiteia um direito em favor PARTICULAR de UM AMERICANO CONTRA UM BRASILEIRO que vem sendo massacrado pela imprensa, que não dorme com calma, que se vê obrigado a requerer à Justiça liminares para que o assunto não seja mais divulgado mesmo que esteja protegido pelo segredo de Justiça.

    Meu país não pode agir contra um VERDADEIRO PAI BRASILEIRO, A PONTO DE INTERCEDER NUM ASSUNTO COMPLETAMENTE PARTICULAR. A QUE PONTOS CHEGAMOS???? ESTAMOS ENTÃO SUJEITOS AO INTERESSE ESTRANGEIRO ACIMA, INCLUSIVE DE DECISÕES DOS NOSSOS TRIBUNAIS?

    TERIA EU O MESMO TRATAMENTO SE O FATO OCORRESSE NOS EUA?

    Me sinto completamente desamparado. O americano, neste momento, deve estar criando artimanhas políticas para prejudicar minha família, pessoa esta que não deveria receber qualquer crédito por ter sido completamente ausente. Fazer o filho é bom, mas se responsabilizar pelo cuidado e educação requer mais do que dedicação, e meu amor por Sean não se diferencia do amor que sinto pela pequena Chiara.

    A Bruna era muito querida. Quando faleceu tivemos uma página de jornal com o anúncio de sua missa. Em seu enterro, que não fora divulgado na imprensa, tivemos do nosso lado mais de mil amigos. Bruna sempre acreditou no Brasil e aqui fez sua verdadeira família. Nesta situação nossos tribunais entenderam que o bem para o Sean era permanecer aqui. Sean hoje tem uma irmã biológica, e a União, pressionada ou não, parece querer esquecer a decisão de nossa máxima Corte e, por conta do falecimento da Bruna, pleitear com base em sequestro, o retorno de Sean aos EUA, depois de estar ele mais tempo no Brasil. Esquecem que Sean é BRASILEIRO!!! QUE MESMO QUE NÃO TENHA NASCIDO NESTA TERRA QUERIDA, AMA SEU BRASIL COMO POUCOS.

    Não por nossa culpa perdeu o vínculo com os EUA. Não por nosso descuido, não por nossa ausência. Não podemos agora nos tornar réus, acusados de sermos sequestradores, de irmos de encontro aos interesses de um norte-americano. Onde chegamos????? O quanto Sean é mais americano do que brasileiro?? Ou será que é melhor ser americano?? Até quando pressões políticas servirão de pretexto para a AGU tomar iniciativa em favor de interesses particulares de um gringo contra uma LEGÍTIMA FAMÍLIA BRASILEIRA???

    Sean, desde o falecimento da mãe, recebe acompanhamento psicológico para auxiliá-lo no momento difícil. A psicóloga Maria Helena Bartolo sempre foi categórica em afirmar que Sean, por falta de iniciativa do pai biológico, perdeu a referência de seu passado americano, por não mais praticar a língua e por ter vindo muito novo para o Brasil. Sean chegou apos recém-completar 4 anos. Se levarmos em conta que a criança tem pouca ou nenhuma lembrança de seus primeiro anos de vida, é claro entender que Sean não consiga se lembrar de fatos e pessoas – mesmo que parentes – dos EUA.

    Segundo a psicóloga, sua lembrança formal é da mãe ao meu lado, num lar feliz e agradável. Sean viveu ao meu lado praticamente 60% de sua vida, visto que completará em maio 9 anos de idade, mais tempo do que nos EUA. Quando questionado sobre sua vida nos EUA, se lembra de pequenos detalhes, incluindo discussões e brigas que ocorriam com frequência por causa de um casamento falido.

    É importante reforçar que eu, como pai sócio afetivo, só tenho interesse no bem-estar do meu filho Sean, nada mais do que isso. É massacrante ver sua imagem inocente em canecas vendidas pela internet onde a receita não se sabe para onde vai. A figura de Sean é exposta inconsequentente ao mundo, sem que meçam o mal que isso pode trazer a uma criança em desenvolvimento. O segredo de Justiça é desrespeitado diariamente, tendo em vista as fotos e colocações jogadas na mídia sem qualquer critério, com o único fim de gerar polêmica e vender jornal.

    Qual o objetivo de todos esses ataques contra sua família brasileira? Nunca houve intenção de impedir o contato e o convívio saudável. Tanto que na primeira oportunidade ocorrida recentemente, eu, como guardião, ofereci a visita já ocorrida. A psicóloga de Sean pode testemunhar o fato, e narrou que Sean se mostrou curioso, mas, após algumas horas, desconfortável. Repete em suas sessões que quer ter uma vida normal, sem aflições ou riscos de ser levado do Brasil sem que seja ouvido, que quer ficar com seu pai afetivo que tanto ama e ao lado de sua irmã, maior referência de sua falecida mãe. Obviamente que não se nega nem demonstra interesse em não manter contato com o pai biológico, mas que seja de forma equilibrada e saudável.

    Porém, existe um real temor da família, por conta de pressões políticas norte-americanas, via Consulado, para que o interesse do menor seja colocado em segundo plano. Pouco importa se o pai biológico ficou ausente por 5 anos. Pouco importa se Sean tem uma irmã biológica. Pouco importa se ele aqui é amado e quer permanecer no local onde considera como casa, onde frequenta a escola. Pouco importa que é BRASILEIRO. Estamos efetivamente correndo o risco de ver nossa lei máxima que respeita, antes de tudo, o maior interesse do menor, ser violada, rasgada, jogada por terra por interesses políticos norte-americanos. Querem usar este menino como exemplo. Exemplo de quê? Não basta ter se tornado órfão aos 8 anos, e agora, ficar na iminência de ser retirado de sua casa, de seu lar, do convívio com quem reconhece e quem o cuida há 5 anos, do convívio diário com sua irmã que tanto ama, se seus avós, tios e amigos?? Onde fica o maior interesse do menor??? Ou se trata do maior interesse dos EUA, do Embaixador Americano, de Hillary Clinton?

    Nem ao menos sabemos se a versão contada fora do Brasil é verdadeira. Os fatos são inúmeros e aqui temos milhões de papéis que provam, infelizmente, o caráter do pai biológico que nunca teve emprego fixo e foi sustentado por minha mulher durante os anos de casamento. Se utilizando da falta do segredo de Justiça nos EUA se vende como um coitado, quando na verdade o único verdadeiramente penalizado nessa historia é Sean, que está no risco de perder tudo aquilo que realmente o faz se sentir seguro. Sean nem ao menos fala inglês com segurança ou fluência como tentam apresentar!!!

    Com muito medo e no sentido de evitar que os direitos e interesses de um filho sejam efetivamente e grosseiramente violados, é que um pai sócio afetivo – que não fugiu de sua responsabilidade de sustentar um criança pela maior parte de sua vida única e exclusivamente por AMOR – clama à este Conselho para que analise e proteja os direitos de uma criança brasileira que já sofreu o bastante, e que hoje vive angustiada e sofrendo um jogo político internacional nefasto e inconsequente – cujos interesses políticos estrangeiros parecem estar acima da nossa lei, e se não bastasse, acima do interesse maior de uma criança brasileira, ÚNICA VITIMA, que virá a sofrer sérias consequências emocionais, caso não haja intervenção deste órgão.

    Rio de Janeiro, 05 de março de 2009

    João Paulo Lins e Silva – OAB/RJ 94728

  24. Ekran

    Eis a reação nos EUA para um artigo do Globo de 28/02.
    É briga de pesos pesados.
    E que vai demandar excelentes advogados para trazer a tona a verdade. O que pode demandar alguns anos pela frente.

    Segue o questionamento feito por Jackie Greenberg em 04/03.
    http://www.brazzilmag.com/content/view/10593/1/

    Brazil: Shame on You, O Globo, for Slander and Malice on Goldman Case
    Written by Jackie Greenberg
    Wednesday, 04 March 2009

    Dear O Globo Editors and Journalists, the article on the Sean Goldman case that was published on February 28th, 2009 in O Globo should embarrass each and every one of you. It is a shameless attempt at character assassination. As journalists, you have an obligation to investigate statements you publish, especially those in your article of such a slanderous and malicious nature, and report fairly.

    Here are just some of the issues with your article that make me question Globo’s journalistic integrity:

    1. Your article states unchallenged that these families were totally open to a visitation with Sean if David had only pursued it. The question you need to ask is who was going to dictate the terms of these visitations, including the one Bruna’s father so generously offered to fly David down for?

    The reason this is important is they wanted David to do things on their terms, signing away rights and dealing with local family courts where they have the greatest influence. David was wise to avoid this on the advice of his attorneys.

    It is quite interesting that you allow these families to claim they would have been so accommodating with visitations, yet the first time a court actually awarded a visitation, João Paulo Lins e Silva absconded with Sean for the weekend, after David had flown to Brazil to see his son for the first time in over four years. That clearly shows they were only ever interested in a visitation if it were on their terms.

    2. You state: “Bruna won custody of her son and remade her life.” Sure, in Brazil she did. But how about reporting that a US court (here is the original Court Order: http://www.bringseanhome.org/USOrder.pdf) declared her abduction illegal under New Jersey law, awarded custody to David, and ordered Bruna to return with Sean to the US for a joint custody hearing (which she ignored to her death)?

    You mention a document Bruna sent to the court to justify her actions, yet fail to mention documents condemning her actions from an actual Court of Law (as opposed to one person’s opinion). And even some Brazilian judges agreed the abduction was illegal. Did you bother to look through the court records?

    Any unbiased expert on the Hague Convention on the Civil Aspects of International Child Abduction would tell you that what Bruna did was a clear violation of the Convention and exactly the kind of thing it was meant to prevent. In fact, you didn’t even mention the Hague Convention, which is at the very root of the diplomatic crisis brewing between Brazil and the US. You conveniently left out all of these facts.

    3. David has received donations through the BringSeanHome website but how does that prove he’s in this only for the money, or even reasonably suggest it? The donations are to pay his legal costs associated with getting Sean back, which stand right now at over US$ 350,000. That still cost him US$ 200,000 after you subtract the US$ 150,000 settlement he received from Bruna’s parents.

    That settlement was the result of a child-snatching lawsuit, something very common in the US in these cases. Here is a document published by the National Center for Missing and Exploited Children that on page 105 describes how left-behind parents of international child abductions can use this tactic:

    http://www.ncmec.org/en_US/publications/NC75.pdf

    and the language I’m referring to:

    Child-Snatching Tort Suits

    Consider a child-snatching lawsuit against the abductor and accomplices. See “Civil-Court Remedies If Your Child Is Abducted” beginning on page 21. If the abductor has assets remaining in the U.S., consider bringing a civil child-snatching lawsuit against the abductor in U.S. courts and attaching his or her U.S. assets.

    This may serve as leverage to obtain the return of the child, and, if successful, may help finance an overseas investigation or legal battle. If the abductor has received help from friends or relatives who remain in the U.S. or have assets in this country, consider suing them as well. If you obtain a judgment against them, attach their U.S.-held assets.

    Any lawyer who did not pursue this lawsuit in US courts would be guilty of incompetence. The suggestion in your article is that a “deal was made” in exchange for US$ 150,000. Where is the proof David agreed to anything other than releasing Bruna’s parents (not Bruna) from that lawsuit, which again was a child-snatching lawsuit to help him in his battle to bring Sean back through leverage and the financing of his legal battle, having nothing to do with the ongoing Hague case with Bruna.

    It is unethical to print the slanderous allegation that David is trying to profit from this case without attempting to verify its accuracy. Nowhere in the entire process since Sean’s abduction did David ever stop fighting for Sean’s return. And that is proven in the court records.

    4. What proof is there that David has profited from selling Sean’s image on mugs, T-shirts, etc.? That is totally unsubstantiated and makes readers wonder whether you took Luca Bianchi’s word as gospel without asking for proof that this had indeed occurred. Did you click on the Internet link they’ve been sending around where they claim these items are for sale?

    Have you researched where the items were being sold and who the seller was? David has tens of thousands of supporters around the world organizing rallies, email campaigns, etc. Some of them had the idea to make some of these items for a rally to help spread awareness of the case. The bottom line is it was not done for financial gain and David had nothing to do with producing the items and never saw any money from them.

    Again, accusing David Goldman of being more interested in getting money out of this than actually winning back custody of his son is probably one of the most slanderous charges one can make of a father. Yet you allow these people to do it without challenging their statements or researching the matter yourselves.

    5. Have you bothered to investigate Maria Augusta Carneiro Ribeiro’s background? I did and it turns out she has been associated with kidnappings in the past and been in prison for her terrorist actions (see: US Ambassador Elbrick). She’s hardly a reliable source for comments on this case given her own associations with kidnapping and her kinship with a kidnapper.

    6. You quote Maria Augusta saying “there was never any attempt by the biological father to contact his son.” That is simply untrue. There were many attempts. David has taped phone conversations where he was hung up on by Bruna’s parents. And, at one point they also started sending letters and packages David sent to Sean back to David, unopened. No attempt to contact his son? Not on their terms perhaps.

    7. You never mentioned that the Special Secretariat for Human Rights of the Presidency of the Republic of Brazil, the Brazilian Central Authority for the Hague Convention, through the Attorney General, initiated legal proceedings to secure the restitution of Sean Goldman to the US.

    The Brazilian government is officially on record supporting Sean’s return to his father in the US. Don’t you think those are important facts to mention to the Brazilian people? Not as important as David and Bruna’s sex life apparently.

    8. And finally, you just purged one of your articles the other day of the names of all the Brazilian participants in this case. Why is it now okay to report those names, with the notable exception of course of Paulo and João Paulo Lins e Silva? If the media gag order was supposedly for the protection of the child, as was claimed, why is that no longer a concern of yours? I guess the need to protect the image of the Lins e Silvas and Bianchis is more important now, once you saw they were losing the battle in the court of public opinion.

    And just a brief comment about your strategy of writing a slanderous article about David Goldman and claiming you tried to contact him for his side of the story. When did you call him, the evening before you published? Presumably you had been working on this story for at least a few days. To pretend you made a sincere effort to contact David is difficult to believe.

    By publishing a one-sided hit job on David Goldman it is apparent you’re trying to turn this case into a he-said-she-said regarding David and Bruna’s marital situation. That’s tabloid journalism at its finest. This is a story about a man who wants his son back, a son who was abducted by his late wife and was never held accountable.

    That crime is being perpetuated by João Paulo and Paulo Lins e Silva, who are using their legal knowledge and influence in the Brazilian judiciary to manipulate the court proceedings and circumvent the laws they pretend to defend. How disgusting!

    One day, after Sean is finally returned home, history will look back on this case, and it will not look back kindly. Not only will people come to understand the human rights and children’s rights violations that the Lins e Silva and Bianchi families perpetrated, but also how many in the Brazilian media aided in these illegal, immoral, and inhuman acts of two corrupt and arrogant families by not reporting the facts of the case.

    Article being referenced:

    http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/02/27/disputa-por-crianca-teria-sido-motivada-por-dinheiro-754628872.asp

  25. Tene Cheba

    Bom, eu não sou assinante.Então, eu pergunto:

    a) O apartamento dos avós maternos pertencem a quem?
    b) Se o sexo tava ruim ou bom, isto é o quê?
    c) Você acha mesmo que isto é uma reportagem?
    d) Então em Goiás, a Mãe era a Mãe?
    e) Ou outras modalidades de sequestros, depende do requinte de suas adjacências?
    f)Os Estados Unidos é o seu país, o seu pai está lá, isto pode ser definido como sequestro emocional, além do físico?
    G) Sem mais perguntas.
    Meu filho minha extensão, minha busca, minha garra, meu herdeiro, sua história, nossas emoções.Somente nós dois podemos compartilhar essa estranha sinergia.Egoísmo é o nome do filme.

  26. Santanna,

    Se por acaso passar por aqui, clic em cima do meu nome: (ex.: Enviado por: Rodrigo Aguiar), isto a levará ao blog.

  27. Ekran

    Segue um questionamento feito nos EUA sobre a materia do O Globo de 28/02 acerca do caso.

    Mais do que nunca, a batalha será judicial, com a midia polarizada em versões distintas.

    – – – –
    Brazil: Shame on You, O Globo, for Slander and Malice on Goldman Case
    Written by Jackie Greenberg
    Wednesday, 04 March 2009

    http://www.brazzilmag.com/content/view/10593/1/

    Dear O Globo Editors and Journalists, the article on the Sean Goldman case that was published on February 28th, 2009 in O Globo should embarrass each and every one of you. It is a shameless attempt at character assassination. As journalists, you have an obligation to investigate statements you publish, especially those in your article of such a slanderous and malicious nature, and report fairly.

    Here are just some of the issues with your article that make me question Globo’s journalistic integrity:

    1. Your article states unchallenged that these families were totally open to a visitation with Sean if David had only pursued it. The question you need to ask is who was going to dictate the terms of these visitations, including the one Bruna’s father so generously offered to fly David down for?

    The reason this is important is they wanted David to do things on their terms, signing away rights and dealing with local family courts where they have the greatest influence. David was wise to avoid this on the advice of his attorneys.

    It is quite interesting that you allow these families to claim they would have been so accommodating with visitations, yet the first time a court actually awarded a visitation, João Paulo Lins e Silva absconded with Sean for the weekend, after David had flown to Brazil to see his son for the first time in over four years. That clearly shows they were only ever interested in a visitation if it were on their terms.

    2. You state: “Bruna won custody of her son and remade her life.” Sure, in Brazil she did. But how about reporting that a US court (here is the original Court Order: http://www.bringseanhome.org/USOrder.pdf) declared her abduction illegal under New Jersey law, awarded custody to David, and ordered Bruna to return with Sean to the US for a joint custody hearing (which she ignored to her death)?

    You mention a document Bruna sent to the court to justify her actions, yet fail to mention documents condemning her actions from an actual Court of Law (as opposed to one person’s opinion). And even some Brazilian judges agreed the abduction was illegal. Did you bother to look through the court records?

    Any unbiased expert on the Hague Convention on the Civil Aspects of International Child Abduction would tell you that what Bruna did was a clear violation of the Convention and exactly the kind of thing it was meant to prevent. In fact, you didn’t even mention the Hague Convention, which is at the very root of the diplomatic crisis brewing between Brazil and the US. You conveniently left out all of these facts.

    3. David has received donations through the BringSeanHome website but how does that prove he’s in this only for the money, or even reasonably suggest it? The donations are to pay his legal costs associated with getting Sean back, which stand right now at over US$ 350,000. That still cost him US$ 200,000 after you subtract the US$ 150,000 settlement he received from Bruna’s parents.

    That settlement was the result of a child-snatching lawsuit, something very common in the US in these cases. Here is a document published by the National Center for Missing and Exploited Children that on page 105 describes how left-behind parents of international child abductions can use this tactic:

    http://www.ncmec.org/en_US/publications/NC75.pdf

    and the language I’m referring to:

    Child-Snatching Tort Suits

    Consider a child-snatching lawsuit against the abductor and accomplices. See “Civil-Court Remedies If Your Child Is Abducted” beginning on page 21. If the abductor has assets remaining in the U.S., consider bringing a civil child-snatching lawsuit against the abductor in U.S. courts and attaching his or her U.S. assets.

    This may serve as leverage to obtain the return of the child, and, if successful, may help finance an overseas investigation or legal battle. If the abductor has received help from friends or relatives who remain in the U.S. or have assets in this country, consider suing them as well. If you obtain a judgment against them, attach their U.S.-held assets.

    Any lawyer who did not pursue this lawsuit in US courts would be guilty of incompetence. The suggestion in your article is that a “deal was made” in exchange for US$ 150,000. Where is the proof David agreed to anything other than releasing Bruna’s parents (not Bruna) from that lawsuit, which again was a child-snatching lawsuit to help him in his battle to bring Sean back through leverage and the financing of his legal battle, having nothing to do with the ongoing Hague case with Bruna.

    It is unethical to print the slanderous allegation that David is trying to profit from this case without attempting to verify its accuracy. Nowhere in the entire process since Sean’s abduction did David ever stop fighting for Sean’s return. And that is proven in the court records.

    4. What proof is there that David has profited from selling Sean’s image on mugs, T-shirts, etc.? That is totally unsubstantiated and makes readers wonder whether you took Luca Bianchi’s word as gospel without asking for proof that this had indeed occurred. Did you click on the Internet link they’ve been sending around where they claim these items are for sale?

    Have you researched where the items were being sold and who the seller was? David has tens of thousands of supporters around the world organizing rallies, email campaigns, etc. Some of them had the idea to make some of these items for a rally to help spread awareness of the case. The bottom line is it was not done for financial gain and David had nothing to do with producing the items and never saw any money from them.

    Again, accusing David Goldman of being more interested in getting money out of this than actually winning back custody of his son is probably one of the most slanderous charges one can make of a father. Yet you allow these people to do it without challenging their statements or researching the matter yourselves.

    5. Have you bothered to investigate Maria Augusta Carneiro Ribeiro’s background? I did and it turns out she has been associated with kidnappings in the past and been in prison for her terrorist actions (see: US Ambassador Elbrick). She’s hardly a reliable source for comments on this case given her own associations with kidnapping and her kinship with a kidnapper.

    6. You quote Maria Augusta saying “there was never any attempt by the biological father to contact his son.” That is simply untrue. There were many attempts. David has taped phone conversations where he was hung up on by Bruna’s parents. And, at one point they also started sending letters and packages David sent to Sean back to David, unopened. No attempt to contact his son? Not on their terms perhaps.

    7. You never mentioned that the Special Secretariat for Human Rights of the Presidency of the Republic of Brazil, the Brazilian Central Authority for the Hague Convention, through the Attorney General, initiated legal proceedings to secure the restitution of Sean Goldman to the US.

    The Brazilian government is officially on record supporting Sean’s return to his father in the US. Don’t you think those are important facts to mention to the Brazilian people? Not as important as David and Bruna’s sex life apparently.

    8. And finally, you just purged one of your articles the other day of the names of all the Brazilian participants in this case. Why is it now okay to report those names, with the notable exception of course of Paulo and João Paulo Lins e Silva? If the media gag order was supposedly for the protection of the child, as was claimed, why is that no longer a concern of yours? I guess the need to protect the image of the Lins e Silvas and Bianchis is more important now, once you saw they were losing the battle in the court of public opinion.

    And just a brief comment about your strategy of writing a slanderous article about David Goldman and claiming you tried to contact him for his side of the story. When did you call him, the evening before you published? Presumably you had been working on this story for at least a few days. To pretend you made a sincere effort to contact David is difficult to believe.

    By publishing a one-sided hit job on David Goldman it is apparent you’re trying to turn this case into a he-said-she-said regarding David and Bruna’s marital situation. That’s tabloid journalism at its finest. This is a story about a man who wants his son back, a son who was abducted by his late wife and was never held accountable.

    That crime is being perpetuated by João Paulo and Paulo Lins e Silva, who are using their legal knowledge and influence in the Brazilian judiciary to manipulate the court proceedings and circumvent the laws they pretend to defend. How disgusting!

    One day, after Sean is finally returned home, history will look back on this case, and it will not look back kindly. Not only will people come to understand the human rights and children’s rights violations that the Lins e Silva and Bianchi families perpetrated, but also how many in the Brazilian media aided in these illegal, immoral, and inhuman acts of two corrupt and arrogant families by not reporting the facts of the case.

    Article being referenced:

    http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/02/27/disputa-por-crianca-teria-sido-motivada-por-dinheiro-754628872.asp

  28. Enquanto EZIR não vem:

    Caro Christopher:
    Agradeço comunicação contando me a respeito dos esforços de David Goldman retornar seu filho, Sean, aos Estados Unidos. Eu apreciaria ter o benefício de sua analise nesta matéria.
    Como pai de duas crianças novas, meu coração tende à família de Goldman. Como sabes,o filho do Goldman, Sean, e sua esposa brasileira viajaram para o Brasil em 2004 com a família maternal. Uma vez no Brasil, sua esposa decidiu-se permanecer no país com o Sean sem consentimento do senhor Goldman e pediu o divórcio. De acordo com (ai cita uma porrada de Departamentos e não sei mais o que de proteção das crianças dos ESTADOS UNIDOS ).A embaixada dos Estados Unidos está trabalhando em conjunto com a autoridade central Brasileira para possibilitar o retorno de Sean sob a convenção de Hague nos aspectos civis da Abducão internacional da criança. Enquanto esta matéria se desenvolve você pode descansar certo que eu manterei seus interesses na mente.
    Renovo agradecimentos por sua comunicação. Por favor mantenha contato nos dias futuros.
    Sinceramente
    Barack Obama
    Senador dos Estados Unidos

  29. Ekran

    O Sean está na capa da revista Epoca:

    http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMT502-15210,00.html

    http://revistaepoca.globo.com/

  30. Pisadela no tomate.

    na tradução o que está entre parênteses não foi evidentemente escrito por barack Obama.É que eu me atrapalhei naquela parte.

    Obrigado.

    pacheco.

  31. Ekran

    Tem uma reação irada contra materia publicada no jornal O Globo em 28/02 sobre o caso:

    http://www.brazzilmag.com/content/view/10593/1/

    Brazil: Shame on You, O Globo, for Slander and Malice on Goldman Case

    Written by Jackie Greenberg
    Wednesday, 04 March 2009

    Dear O Globo Editors and Journalists, the article on the Sean Goldman case that was published on February 28th, 2009 in O Globo should embarrass each and every one of you. It is a shameless attempt at character assassination. As journalists, you have an obligation to investigate statements you publish, especially those in your article of such a slanderous and malicious nature, and report fairly.

    Here are just some of the issues with your article that make me question Globo’s journalistic integrity:

    1. Your article states unchallenged that these families were totally open to a visitation with Sean if David had only pursued it. The question you need to ask is who was going to dictate the terms of these visitations, including the one Bruna’s father so generously offered to fly David down for?

    The reason this is important is they wanted David to do things on their terms, signing away rights and dealing with local family courts where they have the greatest influence. David was wise to avoid this on the advice of his attorneys.

    It is quite interesting that you allow these families to claim they would have been so accommodating with visitations, yet the first time a court actually awarded a visitation, João Paulo Lins e Silva absconded with Sean for the weekend, after David had flown to Brazil to see his son for the first time in over four years. That clearly shows they were only ever interested in a visitation if it were on their terms.

    2. You state: “Bruna won custody of her son and remade her life.” Sure, in Brazil she did. But how about reporting that a US court (here is the original Court Order: http://www.bringseanhome.org/USOrder.pdf) declared her abduction illegal under New Jersey law, awarded custody to David, and ordered Bruna to return with Sean to the US for a joint custody hearing (which she ignored to her death)?

    You mention a document Bruna sent to the court to justify her actions, yet fail to mention documents condemning her actions from an actual Court of Law (as opposed to one person’s opinion). And even some Brazilian judges agreed the abduction was illegal. Did you bother to look through the court records?

    Any unbiased expert on the Hague Convention on the Civil Aspects of International Child Abduction would tell you that what Bruna did was a clear violation of the Convention and exactly the kind of thing it was meant to prevent. In fact, you didn’t even mention the Hague Convention, which is at the very root of the diplomatic crisis brewing between Brazil and the US. You conveniently left out all of these facts.

    3. David has received donations through the BringSeanHome website but how does that prove he’s in this only for the money, or even reasonably suggest it? The donations are to pay his legal costs associated with getting Sean back, which stand right now at over US$ 350,000. That still cost him US$ 200,000 after you subtract the US$ 150,000 settlement he received from Bruna’s parents.

    That settlement was the result of a child-snatching lawsuit, something very common in the US in these cases. Here is a document published by the National Center for Missing and Exploited Children that on page 105 describes how left-behind parents of international child abductions can use this tactic:

    http://www.ncmec.org/en_US/publications/NC75.pdf

    and the language I’m referring to:

    Child-Snatching Tort Suits

    Consider a child-snatching lawsuit against the abductor and accomplices. See “Civil-Court Remedies If Your Child Is Abducted” beginning on page 21. If the abductor has assets remaining in the U.S., consider bringing a civil child-snatching lawsuit against the abductor in U.S. courts and attaching his or her U.S. assets.

    This may serve as leverage to obtain the return of the child, and, if successful, may help finance an overseas investigation or legal battle. If the abductor has received help from friends or relatives who remain in the U.S. or have assets in this country, consider suing them as well. If you obtain a judgment against them, attach their U.S.-held assets.

    Any lawyer who did not pursue this lawsuit in US courts would be guilty of incompetence. The suggestion in your article is that a “deal was made” in exchange for US$ 150,000. Where is the proof David agreed to anything other than releasing Bruna’s parents (not Bruna) from that lawsuit, which again was a child-snatching lawsuit to help him in his battle to bring Sean back through leverage and the financing of his legal battle, having nothing to do with the ongoing Hague case with Bruna.

    It is unethical to print the slanderous allegation that David is trying to profit from this case without attempting to verify its accuracy. Nowhere in the entire process since Sean’s abduction did David ever stop fighting for Sean’s return. And that is proven in the court records.

    4. What proof is there that David has profited from selling Sean’s image on mugs, T-shirts, etc.? That is totally unsubstantiated and makes readers wonder whether you took Luca Bianchi’s word as gospel without asking for proof that this had indeed occurred. Did you click on the Internet link they’ve been sending around where they claim these items are for sale?

    Have you researched where the items were being sold and who the seller was? David has tens of thousands of supporters around the world organizing rallies, email campaigns, etc. Some of them had the idea to make some of these items for a rally to help spread awareness of the case. The bottom line is it was not done for financial gain and David had nothing to do with producing the items and never saw any money from them.

    Again, accusing David Goldman of being more interested in getting money out of this than actually winning back custody of his son is probably one of the most slanderous charges one can make of a father. Yet you allow these people to do it without challenging their statements or researching the matter yourselves.

    5. Have you bothered to investigate Maria Augusta Carneiro Ribeiro’s background? I did and it turns out she has been associated with kidnappings in the past and been in prison for her terrorist actions (see: US Ambassador Elbrick). She’s hardly a reliable source for comments on this case given her own associations with kidnapping and her kinship with a kidnapper.

    6. You quote Maria Augusta saying “there was never any attempt by the biological father to contact his son.” That is simply untrue. There were many attempts. David has taped phone conversations where he was hung up on by Bruna’s parents. And, at one point they also started sending letters and packages David sent to Sean back to David, unopened. No attempt to contact his son? Not on their terms perhaps.

    7. You never mentioned that the Special Secretariat for Human Rights of the Presidency of the Republic of Brazil, the Brazilian Central Authority for the Hague Convention, through the Attorney General, initiated legal proceedings to secure the restitution of Sean Goldman to the US.

    The Brazilian government is officially on record supporting Sean’s return to his father in the US. Don’t you think those are important facts to mention to the Brazilian people? Not as important as David and Bruna’s sex life apparently.

    8. And finally, you just purged one of your articles the other day of the names of all the Brazilian participants in this case. Why is it now okay to report those names, with the notable exception of course of Paulo and João Paulo Lins e Silva? If the media gag order was supposedly for the protection of the child, as was claimed, why is that no longer a concern of yours? I guess the need to protect the image of the Lins e Silvas and Bianchis is more important now, once you saw they were losing the battle in the court of public opinion.

    And just a brief comment about your strategy of writing a slanderous article about David Goldman and claiming you tried to contact him for his side of the story. When did you call him, the evening before you published? Presumably you had been working on this story for at least a few days. To pretend you made a sincere effort to contact David is difficult to believe.

    By publishing a one-sided hit job on David Goldman it is apparent you’re trying to turn this case into a he-said-she-said regarding David and Bruna’s marital situation. That’s tabloid journalism at its finest. This is a story about a man who wants his son back, a son who was abducted by his late wife and was never held accountable.

    That crime is being perpetuated by João Paulo and Paulo Lins e Silva, who are using their legal knowledge and influence in the Brazilian judiciary to manipulate the court proceedings and circumvent the laws they pretend to defend. How disgusting!

    One day, after Sean is finally returned home, history will look back on this case, and it will not look back kindly. Not only will people come to understand the human rights and children’s rights violations that the Lins e Silva and Bianchi families perpetrated, but also how many in the Brazilian media aided in these illegal, immoral, and inhuman acts of two corrupt and arrogant families by not reporting the facts of the case.

    Article being referenced:

    http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/02/27/disputa-por-crianca-teria-sido-motivada-por-dinheiro-754628872.asp

  32. Como o menor tem mais tempo no Brasil, e mal reconhecerá seus familiares paternos, deveria haver um período de adaptação antes de envia-lo aos EUA.

    Após este período, um acordo bilateral seria o ideial.

    Todavia, como a Justiça dos 02 países é soberana, o mais sensato seria firmar um acordo no Poder Judiciário dos 02 países designando um período de adaptação (estadia do menor nos dois países por períodos iguais e consecutivos).

    Assim com o passar do tempo, o menor poderá decidir com qual família deseja ficar, ou ainda, poderá possuir sem conflitos familiares as duas nacionalidades, e o convício pacífico com as duas familias.

    Este é meu pesamento.

  33. santanna

    Caro Christopher,

    Obrigada por contactar-me a respeito dos esforços de David Goldman para trazer de volta seu filho Sean aos Estados Unidos. É muito importante para mim a sua visão sobre esse assunto.

    Como pai de duas crianças pequenas, meu coração está com a família Goldman. Como você sabe, o filho do Sr. Goldman, Sean, e sua esposa brasileira viajaram para o Brasil em 2004 para visitar a família materna. Uma vez no Brasil, sua esposa decidiu ficar no país com Sean sem o consentimento do Sr. Goldman e pediu o divórcio. De acordo com o Department of State’s Office of Children’s Issues (Escritório para Direitos das Crianças do Departamento de Estado) e a Embaixada americana no Brasil, os Estados Unidos estão trabalhando junto ao Governo Brasileiro para conseguir o retorno de Sean baseado na Convenção Hague sobre Aspectos Civis de Rapto Internacional de Crianças.
    Enquanto esse assunto se desenrola, lhe asseguro que tenho em mente seu empenho.
    Obrigado novamente por escrever. Por favor mantenha contato nos próximos dias.

    Atenciosamente,
    Barack Obama
    Senador dos Estados Unidos

  34. santanna

    * Obrigado

  35. Onde estão os que mal avistam um norte-americano e saem gritando:

    G O H O M E.

    Sumiram?

  36. Ekran

    Sorry, postei 3 vezes a mesma nota, pois não tive como retorno a tela de “aguarde”.

    Se quiserem, podem deletar 2 delas, são redundantes.

    Abraços (e que pauta, hein? Tá pegando fogo o assunto)

  37. Tene Cheba

    Eu não sei de mais nada, essa carta enviada a OAB, chegou tarde demais por aqui. Quer saber, se for a verdade, vou ficar com um remorso filho da puta.
    Só não entendo, como os americanos que são rigorosos em suas análises, embarcaram nessa, a ponto da poderosa secretária de estado se envolver e pressionar.

  38. santanna

    * Obrigada novamente pelo contato.

  39. santanna

    * Obrigadoooo com O! pelo contato.
    É o sono!!!!

  40. SAVTAMIMI

    Sabe o que eu sinto ? Pena que a criança não seja ouvida, pena que ela não possa se manifestar…me lembro tanto do caso do Carlinhos, tantos anos sequestrado e ao ser encontrado pelos pais biológicos, mesmo tendo sido bem cuidado, acredito que até ter sido “amado”,( sic) mas ele foi sequestrado…e ESCOLHEU os pais biológicos, não foi fácil com certeza para ele…chamar de mãe e de pai dois completos estranhos, MAS ELE ESCOLHEU e pelo que soube, está feliz…não é fácil, com certeza…mas o pai biológico TEM DIREITO SIM DE LUTAR E QUE ESTE MENINO, um dia rapaz e logo um homem, TEM QUE SABER que seu pai verdadeiro está movendo montanhas e pedindo ajuda para quem está ao seu lado que deixem eles se tornarem novamente PAI E FILHO de verdade,,,que só o convívio trará os corações de volta.

  41. Tene Cheba

    É carta prá lá é carta prá cá, é muita carta para ser analisada.
    Eu vou é dormir.
    Que roubada.

  42. Ekran

    E o que saiu na revista Piaui, em Novembro/2008

    http://www.revistapiaui.com.br/edicao_26/artigo_812/A_busca_do_filho.aspx

    Questoes Familiares: A busca do filho
    DORRIT HARAZIM

    Acocorado sobre o indefectível tapete vermelho da TAM, que dessa vez teve alguma serventia, um passageiro em trânsito para o Rio de Janeiro tentava pôr ordem na bateria de documentos que lhe escapavam das mãos. Sexta-feira, 17 de outubro, saguão do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. Organizou a mochila, despachou novamente suas duas malas e rumou para o portão 7. Orientado pelos alto-falantes, entrou no vôo JJ3522 com destino ao Galeão. Instalou-se numa poltrona de corredor, sacou um livrinho de palavras cruzadas, em inglês, e mergulhou num dos problemas, já parcialmente resolvido.

    David Goldman não estava com a cara de mofo que costuma identificar quem enfrenta um vôo internacional de mais de nove horas, em classe econômica. É possível que sua ocupação anterior, quando cruzava os ares entre os Estados Unidos, Europa e Japão como modelo, o tenha inoculado para sempre contra o jet lag. Avisado de que uma repórter ocuparia o assento a seu lado e lhe faria perguntas sobre o labirinto jurídico no qual se meteu há quatro anos, Goldman não se opôs.

    “Não tenho mais nada a perder”, disse em tom neutro, enquanto guardava o livrinho de cruzadas.

    Goldman contou então que conheceu a brasileira Bruna, em 1998, quando tinham 32 e 24 anos, respectivamente, e moravam em Milão. Apaixonaram-se e ela engravidou. Decidiram cruzar o Atlântico e formar família no estado de Nova Jersey, onde Goldman tinha raízes familiares e casa própria. Ali se casaram, ali o filho nasceu cinco meses depois, e ali viveram durante quatro anos. Periodicamente, os três, ou apenas mãe e filho, viajavam ao Rio para passar férias com os avós e parentes brasileiros.

    Em junho de 2004, Bruna e o menino decolaram do aeroporto de Newark para mais uma dessas estadias cariocas. Dias depois, Bruna avisou David, pelo telefone, que o casamento deles terminara. Também lhe disse que a solução mais apropriada seria o divórcio. Avisou que ela e o filho não voltariam para os Estados Unidos, e o instou a vir ao Rio para formalizar a separação. Caso contrário, não veria mais o menino.

    Ao reter o menor no Brasil sem autorização do cônjuge, Bruna violou um tratado internacional do qual o Brasil, os Estados Unidos e 79 outros países são signatários. A Convenção sobre os Aspectos Civis do Seqüestro Internacional de Crianças, assinada na cidade de Haia, na Holanda, em 1980, fora aprovada pelo Congresso brasileiro, em 1999, e promulgada pelo Decreto nº 3.413 de 14 de abril do ano seguinte.

    Como no idioma falado no Brasil a palavra “seqüestro” é fatalmente associada ao banditismo e à violência física, uma tradução mais apropriada ao termo inglês child abduction, de que trata a Convenção, talvez pudesse ser “transferência de país e retenção ilícita de crianças”. Em boa parte dos casos esse tipo de seqüestro é praticado por um genitor, que tira a criança da companhia do outro, viaja e a retém em outro país.

    Pela Convenção Internacional, o país signatário para onde a criança foi levada se compromete a agir para providenciar o seu imediato retorno. O tratado reza também que, depois da devolução do menor ao seu Estado de residência habitual, as partes litigantes podem brigar à vontade pela sua guarda. Mas, mesmo assim, somente no foro competente: no caso, em Nova Jersey.

    Como todo tratado, também o de Haia contempla exceções e propicia interpretações discordantes. E é nesses meandros que advogados e juristas agem.

    David Goldman se retesou na poltrona e remexeu a mochila para falar sobre a perspectiva de rever seu filho pela primeira vez, desde 2004. A 16º Vara Federal havia deferido, dias antes, o seu pedido de visitação e ele embarcara em Newark no primeiro vôo no qual conseguira lugar. Pela decisão judicial, a visita começaria às oito horas da noite daquela sexta-feira atipicamente chuvosa e fria, e se encerraria às 20 horas do domingo. Seriam dois dias de, como se diz no jargão das Varas de Família, “contato não supervisionado” com o filho – que David Goldman vira pela última vez quando o menino tinha 4 anos. Agora, o garoto tem 8.

    “Não tenho como prever a reação dele ao me rever”, disse. “Não vou forçar nada. Talvez ele estranhe eu ter ficado grisalho, mas sei que vai reconhecer o jeitão do meu cabelo. Vou estar de roupas relaxadas, como as que usava nos nossos fins de semana americanos.” Goldman contou que separou dois lotes de fotos para o filho rememorar sua vida anterior.

    No primeiro lote estavam imagens banais, que poderiam figurar em qualquer álbum de um casal ainda jovem. Nas fotos mostradas e comentadas por ele, havia expedições à Disney e ao Canadá, comemorações do Dia das Bruxas, pai e filho rolando na neve, ou na folhagem do outono no hemisfério norte. Havia fotos de festinhas de aniversário com os avós paternos e maternos, brincadeiras com os primos-irmãos da mesma idade, flagrantes da primeira escolinha freqüentada por Sean – é este o nome do menino –, de sua gata pretinha, Tuey, dos dois pinheiros de Natal plantados pela família na entrada da casa, em Tinton Falls. “Sou um cara comum”, resumiu o americano.

    No segundo lote havia imagens igualmente alegres da criança, dessa vez com a mãe. “Talvez eu não mostre essas logo de cara”, ponderou Goldman. “Preciso, antes, tomar pé no estado emocional do meu menino.” O americano raciocinou mais um pouco e admitiu: “Para ser sincero, sou eu que preciso me preparar. Me preparar para a possibilidade de a visita ser abortada à última hora, por mais uma manobra jurídica da família Lins e Silva.” Antes mesmo de o vôo pousar no Galeão, o nome da família que ronda o imaginário de Goldman lhe vinha ao espírito.

    Depois de se divorciar unilateralmente no Brasil, Bruna refez a vida profissional e afetiva no Rio. Virou estilista, abriu uma butique em Ipanema e se casou com o advogado João Paulo Lins e Silva, filho do conceituado Paulo Lins e Silva e integrante do clã carioca que há mais de 130 anos, e ao longo de cinco gerações, fornece quadros jurídicos para a elite nacional. Ela adotou o nome de Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro Lins e Silva e ficou grávida. A meia-irmã de Sean, batizada como Chiara, nasceu numa quinta-feira de agosto passado. Bruna passou mal no parto. Teve complicações e morreu. Tinha 34 anos de idade.

    “Suco de mango… por favor…obrigado”, pediu o americano à aeromoça, com a pronúncia ajudada pelos anos em que viveu em Milão, e voltou ao inglês para falar de sua história. “Bruna e eu morávamos no mesmo edifício, o La Darsena, mas nunca cruzávamos um com o outro. Um dia, o proprietário nos remanejou para apartamentos vizinhos e, pronto, foi o destino. Ela fazia faculdade de moda, eu era modelo, e simplesmente nos apaixonamos.”

    O avião pousou no Rio. Goldman recolocou a batelada de fotos nos seus envelopes. Ainda se deteve numa imagem em que o filho, de bota azul e peito estufado, segura um robalo, pescado com o pai. “E pensar que a foto foi tirada um mês antes daquela quarta-feira, 16 de junho de 2004. Devo ter feito papel de bobo, acompanhando-os até o aeroporto para uma viagem que eu imaginava ser de férias. A passagem de volta estava marcada para 15 dias depois, uma quinta-feira.”

    Três meses antes, Goldman tinha assinado a autorização de viagem de Sean com a mãe, uma vez que não os acompanharia ao Rio. O documento tinha validade até 17 de julho. “Os pais de Bruna, que haviam comprado uma propriedade perto da nossa casa e estavam de visita, embarcaram no mesmo vôo. Só eles poderão dizer o quanto sabiam e participaram da decisão da filha de nunca mais voltar. Foi a última vez que vi Sean.”

    A partir desse momento, o caso do menino Sean Richard Goldman ganha combustão própria na qual se misturam a separação de uma família com a multiplicação de embates judiciais. Mas uma vez que o caso corre sob sigilo de Justiça no Brasil, apenas as partes diretamente envolvidas têm acesso aos autos.

    Só que nem os tribunais de Nova Jersey, onde corre um pedaço da disputa, nem a imprensa americana, nem o cidadão americano David Goldman podem ser enquadrados no sigilo de Justiça brasileiro, e a disputa se tornou conhecida em vários nichos da sociedade carioca, sobretudo os ligados à magistratura, escritórios de advocacia e imprensa. Tanto é assim que e-mails atribuídos a Paulo Lins e Silva, datados de outubro passado, nos quais se refere à tradição centenária de sua família nas lides do direito, acabaram achando caminho próprio, e indesejado, na rede mundial.

    “Fico invocado com a arrogância deles quando sugerem que a imprensa deveria me investigar melhor, que não tenho emprego fixo, nem saúde, nem teto próprio para manter meu filho, ou que Bruna sempre me sustentou”, disse Goldman, que usa sempre o pronome “eles” para designar ora os Lins e Silva, ora a família de sua ex-mulher – adversários, que, por invisíveis, lhe parecem ter poder de influência e mando excepcionais.

    Sentado na beira de uma das duas camas do seu quarto de hotel em Copacabana, ele respondia às perguntas à medida que desfazia as malas. Uma delas fora reservada para as coisas que trouxe para o reencontro com o filho: brinquedos novos, brinquedos usados por Sean em Nova Jersey, camisetas e bonés, miniaturas e guloseimas americanas. “Nem sei se ele ainda brinca com esse tipo de carrinho”, comentou como que para si mesmo. Mostrou, com cuidado, um objeto verde pegajoso: “Acho que fiz bem em trazer esse sapo de borracha. Sean o adorava e, se pegá-lo, pode ter uma lembrança tátil gostosa. É capaz de notar que a perna esquerda do bicho continua precisando de conserto.”

    Às 18h50, setenta minutos antes de se apresentar para o encontro com o filho no endereço fornecido por João Paulo Lins e Silva à Justiça, tocou o telefone no quarto 1420. Goldman atendeu. Era seu advogado, que havia passado cinco horas no fórum para garantir as condições da visita autorizada, com a prontidão de dois agentes federais para qualquer eventualidade. Ele tinha três notícias para David Goldman.

    A primeira era ruim: “eles” haviam entrado com um recurso de última hora, pleiteando o veto à visita. A segunda notícia, boa: o juiz indeferiu o recurso. A terceira, protelatória: o juiz adiou o encontro para as oito horas da manhã seguinte, um sábado. Assim, se evitaria expor o menor a um primeiro encontro talvez assustador, na escuridão daquela noite chuvosa e fria. “Eu não agüento mais essa montanha-russa!”, explodiu Goldman. “Acho que eles querem me enlouquecer.” Uma funcionária do Consulado americano no Rio, designada pela Embaixada para acompanhar Goldman até o ponto de encontro, se despediu e prometeu estar de volta na manhã seguinte. Tranqüila e maternal, ela contou que tem quatro filhos. “Que idades?”, quis saber Goldman. “O mais velho tem a idade do seu.”

    Já que a noite estava perdida, o americano prosseguiu a recapitulação, que começara no avião. Segundo seu relato, Bruna e Sean tinham partido há apenas três ou quatro dias naquele ano de 2004, quando ele atendeu o telefonema-choque: “David, precisamos conversar. Nossa história de amor se esgarçou. Nosso casamento também. Decidi ficar no Brasil com nosso filho.” A voz da jovem esposa lhe soou metálica, cortante, incompreensível. Bruna pedia que ele viesse o quanto antes ao Rio para assinar a papelada da separação e lhe ceder a guarda plena da criança. Queria também que David se comprometesse a não processá-la junto à Justiça de Nova Jersey. Caso não concordasse, teria vetado seu acesso ao filho. Passada a paralisia inicial, Goldman procurou uma advogada no seu estado, Patricia Apy.

    Mas Bruna foi mais ágil. Vinte e um dias após pousar no Galeão, ela entrou com um pedido de guarda e posse de Sean junto à 2ª Vara de Família do Rio. E um mês depois, o juiz encarregado do caso concedeu-lhe a tutela antecipada. Na interpretação de Patricia Apy, o juiz não levou em conta que, segundo a Convenção sobre Aspectos Civis do Seqüestro Internacional de Crianças, Sean estava retido no Brasil de maneira ilícita.

    Na ação civil de número FD-13-395-05C, aberta por David Goldman na Suprema Corte de Nova Jersey, Bruna e seus pais, citados como co-réus, foram intimados a apresentar a sua causa perante a Vara de Família da Comarca de Monmouth, até as 13h30 de 14 de setembro de 2004. Também foi determinado “que a ré/mãe fica neste ato ordenada a trazer imediatamente (dentro de 48 horas do recebimento de notificação dessa Ordem) o menor Sean de volta aos Estados Unidos, estado de Nova Jersey, município de Tinton Falls”. Diante do não-cumprimento, a mesma Corte acabou concedendo ao pai, em março de 2005, a tutela exclusiva do filho.

    Seguiram-se três anos de embates judiciais, com o menino crescendo na companhia da mãe, dos avós maternos e do padrasto. A cada nova instância em que Goldman pleiteava a busca e apreensão de Sean, para que ele fosse devolvido ao local de sua residência habitual, o pedido era indeferido pela Justiça brasileira. Na esfera federal, garante Goldman, a votação chegou a ser apertada, mas o tempo foi passando e ultrapassou rápido o temido rubicão dos 12 meses: uma das exceções previstas na Convenção de Haia sobre Seqüestro Internacional de Crianças permite, em seu artigo nº 12, que, decorrido um ano após a retenção ilícita de um criança, a sua integração ao novo meio seja levada em conta. Tradução: num país como o Brasil, onde a tradição jurídica favorece a permanência de um filho na companhia da mãe, o pleito de David Goldman se tornou bem mais complicado.

    Mais de dois séculos atrás, um pai italiano de linhagem bem mais nobre do que o americano Goldman passou por provação semelhante. Ele se chamava Alessandro Fé d’Ostiani, era conde e diplomata de carreira. Casara-se com Rita de Souza Breves, uma das filhas do comendador Breves, considerado o brasileiro mais rico de seu tempo, e cujas terras se estendiam de Itaguaí a Parati, da serra até o mar. Tiveram uma filha, Paulina, que ficou órfã de mãe aos 6 anos de idade, permanecendo sob os cuidados dos avós.

    Ao ser transferido de volta para a Itália, o conde foi proibido pela família Breves de levar a filha com ele. Precisou apelar para o imperador dom Pedro II e contou com uma escolta comandada pelo capitão Piragibe para fazer valer o mandado de busca e apreensão da filha. Tudo em vão. Piragibe e seus soldados foram escorraçados pelos homens armados da fazenda, e Fé d’Ostiani teve de partir sozinho. O comendador mandara avisar que era a última vez que o conde saía vivo de suas terras. Paulina só se reuniu com o pai quando mocinha.

    A pergunta mais freqüente feita a David Goldman é por que, ao longo dos primeiros quatro anos de afastamento forçado do filho, ele nunca ajuizara qualquer ação regulamentando o seu direito de visita. “Se invocasse meu direito de visitação, eu estaria, implicitamente, coonestando com a aberração de ter meu filho legalmente seqüestrado”, respondeu ele. “Agarrei-me à única batalha judicial que considero cabível: poder levar o meu menino de volta para casa, sustentado pela Convenção de Haia e pela decisão da Suprema Corte de Nova Jersey. Todo o resto – guarda definitiva ou compartilhada, modalidades de visitação – só deve ser discutido uma vez retificado o desvio original, e na jurisdição onde nossa família se constituiu.”

    O cordão umbilical de Sean com o pai biológico foi mantido por meio de remessas de presentes, trocas de cartões animados pela internet e conversas telefônicas, sujeitas a interrupções bruscas. “O que quer que venha a ocorrer daqui para a frente, já perdi quatro anos de vida do meu garoto”, disse Goldman. “Nunca saberei como foi a perda do seu primeiro dente de leite. Nem do segundo. Faço um esforço danado para não procurar adivinhar a imagem que ele tem de mim.”

    A cada vez que veio ao Brasil para se inteirar do andamento do caso junto a Ricardo Zamariola Jr., seu advogado paulista de 28 anos, David acumulou ansiedade e desalento. Nunca entendeu o emaranhado jurídico de uma causa que lhe parece cristalina, mas, de tanto discutir autos com o advogado, tem na ponta da língua o nome de todos os juízes, seus votos e as instâncias que o caso já percorreu. Para diminuir os sobressaltos emocionais, evita desembarcar sozinho. Na primeira vinda, trouxe um primo. Na segunda, o pai. Na terceira, retornou com o primo. A cada vez – 2005, 2006, 2007 – voltou para a casa de Tinton Falls sem Sean.

    Foi a morte de Bruna, em agosto deste ano, que misturou definitivamente os dramas das famílias Bianchi, Goldman e Lins e Silva. Ao saber que seu filho ficara órfão de mãe, o americano desembarcou do vôo Delta 121, na manhã de 7 de setembro passado, trazendo “Grandma Ellie”, a avó paterna de Sean, cuja relação de afeto com a ex-nora sobreviveu a todas as intempéries. Estava seguro que, diante do desaparecimento da figura materna, dessa vez o filho lhe seria entregue por ordem judicial, sem delongas.

    Descobriu então que João Paulo Lins e Silva, viúvo de Bruna, dera entrada na 2ª Vara de Família da capital do Rio de Janeiro com uma ação de “paternidade socioafetiva”, visando antecipar sua posse e guarda do menino Sean.

    Goldman se exalta sempre que esse capítulo volta à pauta. “Como é possível”, pergunta, “que uma pessoa sem qualquer relação de sangue com uma criança cujo pai biológico está vivo e atuante tenha reconhecida uma ‘paternidade socioafetiva’ resultante de um ato de seqüestro? O que estão querendo fazer com o meu filho? Acoplar-lhe o sobrenome Lins e Silva e apagar sua identidade original? É o absurdo dos absurdos, sendo acatado por um juiz de direito.” Pelo relato de Goldman, o mesmo juiz ainda indeferiu o seu pedido para ver o filho que acabara de perder a mãe. Outras fontes garantem que a negativa partiu dos familiares enlutados.

    Por ter estado tão perto de Sean, e novamente se ver de mãos vazias, David Goldman concordou em falar para os repórteres Uirá Machado e Cristina Luckner, da Folha de S.Paulo, que noticiou o caso em 16 de setembro. Em nome do segredo de Justiça, a 2ª Vara de Família do Rio intimou o jornal a se abster de publicar futuras reportagens sobre o caso. Dez dias depois, foi o Correio Braziliense que noticiou fartamente a disputa pela custódia do menino.

    Uma movimentação da Rede Record também levou João Paulo Lins e Silva e os pais de Bruna a ajuizarem um pedido de liminar contra a emissora. Sustentando que uma equipe tinha filmado o edifício em que as famílias Bianchi e Lins e Silva residem com Sean e a pequena Chiara, apresentaram um pedido de liminar para que a Record se abstivesse de produzir, distribuir e publicar quaisquer fatos que envolvessem o menor. A promotoria da 37ª Vara Cível do Rio, em seu plantão noturno, acatou o pedido.

    Seria ingenuidade esperar que a história de uma criança americana (Sean tem dupla nacionalidade), mantida no Brasil em violação a um tratado internacional, não aparecesse na imprensa dos Estados Unidos. Muito antes de David Goldman conceder uma entrevista ao Today Show da rede NBC – o programa matinal de maior audiência nos Estados Unidos –, ele levou o seu caso às autoridades com a obrigação civil de ouvi-lo. O único que se furtou à responsabilidade, ele diz, foi o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, o democrata Joe Biden, candidato a vice-presidente de Barack Obama. “Não conseguiria votar numa chapa que tem Sarah Palin, mas Biden me decepcionou tanto que já não sei mais se e em quem vou votar”, disse Goldman.

    Já o governador John S. Corzine, senador por Nova Jersey na época em que foi contatado por Goldman, tratou de se mexer. Em longa carta a um graduado diplomata dos Estados Unidos servindo no Brasil, enfatizou que esperava mais empenho para que o caso fosse solucionado no âmbito da Convenção de Haia. Acrescentou que, sendo o Brasil e os Estados Unidos signatários do tratado, os dois países deveriam considerar a disputa privada em torno de uma criança seqüestrada igual, em magnitude, a qualquer outra questão internacional de natureza econômica ou ambiental. E concluiu pedindo o retorno da criança.

    O Departamento de Estado, por sua vez, através do seu Office of Children’s Issues (responsável nos Estados Unidos pela aplicação da Convenção de Haia) enviou ofício à entidade brasileira que exerce as mesmas funções, e pediu que fosse obtida uma solução rápida junto aos tribunais brasileiros. O deputado democrata Frank Pallone, do alto de seus dez mandatos consecutivos, disparou petardos em várias direções, apontando a Autoridade Central brasileira como sendo relapsa na assistência devida a David Goldman.

    Simon Henshaw, quando ainda cônsul-geral no Rio, enviou cartas ao desembargador Federal Benedito Gonçalves, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, e à ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça, expressando a preocupação da Embaixada americana com as decisões judiciais tomadas até ali, por desconsiderarem a aplicação da Convenção de Haia. O próprio embaixador Clifford M. Sobel teria recorrido a canais diplomáticos para deixar explicitado que a guarda temporária de Sean obtida por João Paulo Lins e Silva violava não somente a Convenção de Haia, mas o Código Civil brasileiro, que prevê, na ausência de um genitor, a guarda automática do outro genitor.

    Na manhã do sábado, 18 de outubro, quando David Goldman teria finalmente seu encontro com o filho, ele, seu advogado brasileiro e a funcionária do consulado primeiro aguardaram por uma hora numa calçada, enquanto três oficiais de Justiça e dois policiais à paisana, acompanhados de dois funcionários do prédio, foram buscar o garoto. Como demorassem para retornar com Sean, disse David, o trio decidiu aguardar sentado dentro da van de vidros fumê que os trouxera. Esperaram por três horas – e nada.

    Sean não fora encontrado. João Paulo Lins e Silva também não. No apartamento, relataram os oficiais de Justiça, estavam apenas a pequena Chiara, os pais e o irmão de Bruna, e uma babá. David voltou sozinho para o hotel na avenida Atlântica onde imaginara que passaria a tarde com o filho.

    Em tese, a violação de uma ordem judicial é crime, ainda mais quando se trata do direito de visitação. O padrasto do menino com certeza se calçou em algum instrumento legal para impedir que Sean visse o pai. Afinal, os tempos do comendador Breves são outros. Para Goldman, contudo, “eles” podiam e tinham tudo, a começar pelo seu filho. Esperaria mais uma semana, enfurnado no seu quarto de hotel, só para não correr o risco de estar ausente quando fosse marcada a data da próxima visita. Previsivelmente, ela também não aconteceu. A única diferença é que seu advogado pôde informá-lo da negativa três dias antes. Dessa vez, exigia-se uma avaliação psicológica prévia do menino.

    Em compensação, Goldman recebeu por duas vezes visitas de oficiais de Justiça. Dos que queriam lhe entregar uma intimação às nove horas da noite, achou melhor declinar o convite, pedindo que retornassem de dia. Um dos documentos era uma notificação da 3ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude, para que prestasse declarações sobre Sean. O outro era um mandado de citação e intimação, de autoria de Paulo Lins e Silva e João Paulo Lins e Silva, para responder sobre uma suposta campanha de difamação e linchamento moral que estaria maculando a trajetória de quarenta anos dos autores da ação. Também demandavam que Goldman enviasse, no prazo de 48 horas, solicitação por escrito a todos os meios de comunicação com conteúdo considerado ofensivo aos autores, inclusive sites da internet, para que cessassem de fazê-lo. Mais: o americano deveria solicitar a todos os meios de comunicação culposos que divulgassem uma nota de retratação, esclarecendo a inexistência de seqüestro do menor Sean e a existência de uma decião judicial brasileira a respeito da guarda provisória do menor.

    Dois dias depois, acompanhado de outro advogado, Goldman se apresentou no Ministério Público da rua Rodrigo Silva, próximo do metrô da Carioca. “Quando me foi lido que eu fôra conivente com o aluguel de um helicóptero que sobrevoara a residência do meu filho, até os oficiais de Justiça presentes na sala riram, de tão absurdo”, contou na volta.

    Helicóptero David Goldman ainda não tem. Emprego com carteira assinada e horários fixos, também não. Ele é sócio de uma empresa de pesca turística, cuja freguesia desembolsa 600 dólares por uma expedição de seis horas. “Apesar da crise, ainda tem muito corretor de Wall Street que perdeu dinheiro, mas não o bastante para abrir mão de tudo”, explicou. Sua casa de Tinton Falls, situada num dos distritos mais afluentes de Nova Jersey, ainda está sob hipoteca.

    Durante a vida conjugal com Bruna, era ela quem tinha uma rotina profissional mais regular – dava aulas de italiano para ginasianos da escola St. John Vieri – e um plano médico mais vantajoso para a família do que o do marido.

    Goldman não faz segredo de que quatro anos de processos judiciais não estavam previstos em seu orçamento de americano de classe média. Só nos doze primeiros meses, desde que entrou na Justiça para reaver o filho, desembolsou 94 387,62 dólares em honorários para sua advogada americana – ela cobra 400 dólares a hora. Exceto esta última vinda ao Rio, toda ela custeada pelo programa noticioso Dateline, da NBC, que está preparando uma reportagem de uma hora sobre o caso Sean, as idas e vindas de Goldman ao Brasil também lhe pesam no bolso. Em outras condições, talvez tivesse evitado fazer um acordo financeiro perante a Corte de Nova Jersey (FD-13-395-05c), pelo qual recebeu a soma de 150 mil dólares dos ex-sogros, os Bianchi, em troca da retirada de seus nomes como co-réus no processo que moveu contra Bruna.

    Poucas horas antes de embarcar de volta para casa no vôo CO 92 com escala em São Paulo, Goldman contou que, na noite anterior, antes de jantar, sentara-se no bar do hotel. Fora logo abordado por um texano falante e animado, que lhe contou mil e uma histórias. Escapuliu logo que pôde, com receio de que o texano lhe perguntasse o que estava fazendo no Rio.

    “Como explicar a minha vinda ao Brasil em uma frase?”, disse. “É toda uma vida que está compactada nesta viagem. Eu até aceito que o novo marido de Bruna tenha se apegado de amor por Sean, mas o filho é meu, me foi arrancado. Agora que o padrasto se tornou pai de uma menina, ele deveria entender melhor o tamanho do horror.”

  43. [=

    Caro Gerald,

    A minha opinião sincera: o garoto Sean é azarado. Ele está destinado a não ter um lar. De toda a forma, o garoto ou se separa da irmã e da família brasileira; ou se separa do pai biológico e da família norte-americana; ou vão fazer alguma partilha amalucada.

    Quem paga pela imprudência dos homens é o Sean. Tudo indica que será um preço alto, infelizmente.

    [=

  44. Senhores,

    Por hoje é só. Preciso descansar um pouco.

  45. SAVTAMIMI

    CONVOQUEM O REI SAMOMÃO!!!!!

  46. Ronaldo Simões

    Sou brasileiro divorciado a 15 anos, tenho 06(seis) filhos 3(tres) adultos e 03(tres) adolescentes, 02(dois)adultos vivem legalmente nos Estados Unidos, somos legalista, respeitamos nossas leis e as leis de outros Países, pautamos pela verdade, se o fato ocorreu e a mãe trouxe de forma nebulosa para o Brasil seu filho esta não é a discussão, ela por fatos que ficaram na sua história, infelizmente, já partiu, e existe uma realidade, com o seu desaparecimento, quem de fato e de direito deve se responsabilizar pela educação, cuidado e amor pela criança prioritáriamente é o Pai tendo em visa a morte da Mãe, pois não existe elementos que o definam como uma pessoa desqualificada para tal compromisso, caso fosse o inverso a mãe americana e o pai brasileiro, faria igual comentário mesmo que a criana houvesse nascida no Brasil. Dê a César o que é de César. Justiça

  47. SAVTAMIMI

    CONVOQUEM O REI SALOMÃO ( SORRY)

  48. gthomas

    Eu gosto muito do Tarso Lins e Silva. Encenei pra ele o JULGAMENTO DE BRUTUS no dia do DEFENSOR PUBLICO no RJ no ano 2000, junto com Marilia Gabriela, Liszt Vieira, Evandro Andrade (Chefe de Jornalismo da TV Globo) e o Pinaud, secretario de Seguranca do estado do Rio.

    Tarso Lins e Silva sempre me pareceu uma pessoa excelente,

    Nao posso entender como, COMO pode exigir uma gag order (ordem de silencio) em veiculos como o Jornal O GLOBO e outros.

    O Tarso sempre foi, pra mim, um tremendo exemplo de maturidade, imparcialidade e FIDELIDADE A LEI.

    COMO PODE ESTAR AGORA ESTAR manipulando as redeas da lei, como me dizem as fontes aqui, ligadas a orgaos de imprensa dos USA?

    Por favor Tarso: como pai do viuvo. Acho que ja houve sofrimento demais.

    Como homem nobre que voce eh, acho que no fundo voce sabe que o Sean nao quer andar grudado na saia da avo se ele tem um pai que pode lhe oferecer uma vida organica, real assim como a vida eh e no pais em que ele nasceu
    LOVE
    Gerald Thomas

  49. gthomas

    do POST anterior (abaixo)

    O triste caso de David Goldman e Bruna Bianchi (ele americano, ela brasileira).

    Eu estava fazendo hora para mudar de canal (pra NBC, para ver um novo episódio de “Law & Order”) pois já não agüentava mais ouvir falar nesse idiota do Rush Limbaugh (mais sobre ele abaixo), quando o Larry apresentou um caso tristíssimo envolvendo a (in)justiça brasileira: uma criança ‘raptada’ pela mãe (agora estranhamente morta durante o segundo parto no Rio).

    Ihhh, é complicado!

    Começa assim: David e Bruna eram casados aqui e moravam aqui em New Jersey, pelo que me parece, com o filho de 4 anos. Um belo dia, como é normal, os pais dela vieram visitar. Ela resolve passar férias no Brasil. Ele, o David, iria buscá-la e o filho, no final das férias, e voltariam para cá.

    Mas a vida não é assim. Deus ou o diabo ou os grandes autores não querem que seja! David recebe um telefonema. Ela diz que quer se separar. Ela já tem outro cara. Outro cara aí no Brasil. Um advogado (ihhhh!). O cara aqui fica bastante desesperado por causa do filho, óbvio.

    Tenta contato. Cada vez mais o contato fica restrito. Até que vem a BOMBA: Ela já está grávida do outro.

    Ela vai parir. Ela MORRE durante o segundo parto, no Rio. E o filho do David? Bem, depois de oito viagens e tentativas, nada. Oito tentativas: como num conto de Kafka, ” O Processo” ou “Castelo”, cara na porta ou QUILOS de documentos e carimbos e selos e 350 mil dólares gastos em NADA! Sorrisos e tapinhas nas costas e mais nada. Conheço bem. Sei como é isso.

    MESMO ele sendo o pai BIOLÓGICO, a (in)justiça brasileira deu custódia ao OUTRO. Digo, ao padrasto que, agora nada tem a ver com o filho do David, uma vez que a mãe biológica está morta. Bem, aí, numa certa altura do programa, aparece um brasileiro sinistro falando de Seattle. Sim, é o irmão do OUTRO! Difama o David. Tentativa de difamação de caráter dizendo que ele não pagava pensão alimentar: ÓBVIO que NÃO: pagar pros SEQÜESTRADORES DO SEU PRÓPRIO FILHO SERIA JUNTAR KAFKA A ORWELL e ainda colocar uma pitada de Pirandello no meio!

    Juro que é triste ver o Brasil sempre envolvido em confusões assim, em misérias ou porcarias ilegais desse jeito. Acabamos de ver a tal Paula na Suíça e a não extradição do italiano mafioso… e agora esse caso (que já se arrasta há anos) e… se fôssemos investigar a fundo o sistema jurídico brasileiro, teríamos que chamar o TOM WOLFE para acender a “Fogueira das Vaidades”.

  50. Anna D.

    Duas coisas me chamam a atenção neste imbroglio todo; uma jovem brasileira que engravida aparentemente sem a menor intenção de um namorado gringo e “bonitinho”….quando viu realmente a encrenca de ser dona de casa, mãe e ainda por cima longe do conforto familiar….bateu uma depressão e fugiu rapidinho!!! (que sustentasse o marido….grande coisa! Casamento é sociedade, um dia um precisa, no outro os papéis se invertem!)
    Segunda: o fato da familia do padrasto ser abastada, ter convivencia com avós, cachorro, papagaio e periquito…torna alguem mais pai?
    Triste a vida dos dois “pais”, tragica até. Ideal que pensassem apenas no pequeno Sean.

  51. [=

    Gerald,

    Não é natural a situação de Sean, não é natural uma criança perder a mãe tão cedo. De modo que, a meu ver, não tem Justiça natural para Sean, simplesmente não existe. Sean está destinado a sofrer uma injustiça.

    É que nem o caso de irmãos siameses ( algo não-natural) em que um deles mata. Daí como punir? Como fazer o justo? Impossível. Porque, tanto no caso dos irmãos siameses como no de Sean, um inocente pagará.

    [=

  52. Ekran

    Da midia local:
    (1) houve a materia da Piaui de Novembro/08, já são 3 meses.
    (2) houve notas no jornal O Globo deste ano
    (3) agora a capa da Epoca desta semana.

    Na midia dos EUA:
    (1) NYTimes e sites de noticias com notas datadas deste ano, 2009.
    (2) CNN e Larry King agora com força total.

    E mais:
    – 4 anos de movimentações juridicas de ambos os lados.
    – embaixadas e consulados envolvidos nos EUA
    – justiça brasileira ignorando tratados internacionais
    – acusações contra a indole do pai natural
    – poder economico manifesto da familia adotiva no Brasil
    – excesso de fatos em blogs com “verdades” e “fragmentos”
    – um hiato de quase 4 anos entre a mudança da mae com o filho para o Brasil e o pai natural vir em sua direção

    Dá um filme de Hitchcock.
    Mas é a vida real, uma tragedia foi a morte da mãe no parto.
    Um achado o 2o. casamento com o advogado brasileiro, juto na hora da crise conjugal e financeira
    Uma distanciamento oceanico que impos a prova esses laços familiares
    Ele vai ter que nadar de braçada o Atlantico para buscar esse garoto. Vai ter que ter folego emocional para superar tudo, inclusive se cometeu erros durante o casamento. A verdade será testada. Ele tem um “contender” a altura. Ele não imaginou que seria tão dificil assim. Ele subestimou a capacidade dessa vida nos surpreender. Vai ter que escalar o pico de Everest sem tanque de ar. E correr o risco de não regressar ao acampamento base.

    Toda ação traz consigo uma reação proporcional.
    Se a familia carioca está abusando do poder economico, terá o governo dos EUA diante de si. Hillary e Obama na linha de passe para o “goal”. E a midia nacional sob suspeita. As organizaçoes Globo puseram na capa de sua revista semanal o garoto sorrindo no Rio. É o Brasil que dá certo, para pouquissimos.

    Tem tanta coisa em jogo nesse caso, que falar de “acasos” fica sendo quase uma ofensa.

    Que a Verdade prevaleça.
    Ou que a Justiça se faça.
    Ambas ocorrerem, pouco provavel.

  53. SAVTAMIMI

    ELE É O PAI BIOLÓGICOA MÃE MORREUELE DEVE VOLTAR PARA O PAISE VAMOS FAZER A COISA CERTA? SÓ O TEMPO E O SEAN PODERÁ DIZER…MAS NÓS ESTAMOS LUTANDO POR UMA CAUSA QUE ACREDITAMOS JUSTASABE O QUE É ISSO?ESTAMOS VIVOS,AINDA RESTA EM NÓS UM GRANDE PEDAÇO QUE NOS FAZ NOS RECONHECERMOS SERES HUMANOS, QUE VIVEMOS EM SOCIEDADE QUE QUEREMOS UM MUNDO JUSTO E MELHOR, MEU AMOR, ESTAMOS FAZENDO NÃO SÓ A NOSSA PARTE MAS DANDO A CHANCE DE DESPERTAR NO OUTRO ESSA BRISA QUE SE CHAMA VIVER

  54. SAVTAMIMI

    ELE É O PAI BIOLÓGICO
    A MÃE MORREU
    ELE DEVE VOLTAR PARA O PAI
    SE VAMOS FAZER A COISA CERTA? SÓ O TEMPO E O SEAN PODERÃO DIZER…MAS NÓS ESTAMOS LUTANDO POR UMA CAUSA QUE ACREDITAMOS JUSTASABE O QUE É ISSO?
    ESTAMOS VIVOS,AINDA RESTA EM NÓS UM GRANDE PEDAÇO QUE NOS FAZ NOS RECONHECERMOS SERES HUMANOS, QUE VIVEMOS EM SOCIEDADE QUE QUEREMOS UM MUNDO JUSTO E MELHOR, ESTAMOS FAZENDO NÃO SÓ A NOSSA PARTE MAS DANDO A CHANCE DE DESPERTAR NO OUTRO ESSA BRISA QUE SE CHAMA VIVER

  55. [=

    Gerald,

    A realidade não é linear. De duas uma: injustiça ou injustiça.

    [=

  56. gthomas

    [= prefiro a Justica.
    Voce nao prefere?

  57. gthomas

    SAVTAMMI

    excalente comentario
    Obrigado

  58. Tene Cheba

    É preciso analisar, de fato quem é David Goldman.Aquela carta não pode estar completamente infundada. A dúvida é a melhor opção.Eu li a reportagem da Piauí e a carta a OAB, tim tim por tim tim, postada pelo Ekran e Gerald Thomas, aliás o Ekran é mais uma excelente conquista deste Blog.O próximo post do Blog não poderia ser sobre o bóson de Higgis? Ou sobre esferas exóticas?
    Matéria escura, quem sabe? Pelo menos não teriam advogados, justiça brasileira, e um complicado ser chamado, criança.
    Li quase tudo, entre posts e comentários, NÂO SEI!!!
    O que está me deixando intrigado, também, é a morte da Mãe Sean, principalmente, quando se encaixa a palavra estranhamente.Ora, existe alguma dúvida sobre sua morte?

  59. O Vampiro de Curitiba

    Tirando a carga emocional, o caso não é tão complicado: A Convenção de Haia, a qual tanto Brasil como EUA são signatários, existe exatamente para disciplinar situações como essa, onde um dos pais foge com o filho.
    Se a mãe brasileira queria o divórcio, deveria ter agido com responsabilidade e feito o pedido numa corte americana, onde houve o casamento e o nascimento do filho. Certamente ganharia a guarda da criança, pois normalmente a guarda é dada a mãe, tanto no Brasil como nos EUA. Mas não, ela simplesmente viajou para o Brasil com o filho e, aqui no Brasil, comunicou o pai da criança que nem ela, nem a criança, voltariam aos EUA. Foi irresponsável ao extremo. Não bastasse isso, a mãe veio a falecer. Agora só cabe ao Brasil cumprir os tratados internacionais que assina a repatriar o pequeno Sean a seu país e seu único e verdadeiro pai, o biológico. Leis existem para serem cumpridas sempre, não apenas quando favorecem este ou aquele.

  60. [=

    Querido Gerald,

    Eu também prefiro a Justiça. Eu não tenho opinião nesse caso, porque eu precisaria observar todas as provas e etc. Mas desejo que o menino Sean tenha o melhor destino possível para a vida dele.

    Eu creio que é uma situação muito delicada. Eu sofro injustiça todos os dias, de modo que eu não creio em Justiça, ou melhor, não creio numa Justiça perfeita, linear, redonda ( cada um com o que lhe cabe). Talvez seja possível minimizar essa situação de injustiça permanente em que estamos inseridos; mas só minimizar.

    [=

  61. gthomas

    POR FAVOR, LEIAM ISSO COM CALMA E CUIDADO NOVAMENTE

    07/03/2009 – 01:37
    Enviado por: O Vampiro de Curitiba
    Tirando a carga emocional, o caso não é tão complicado: A Convenção de Haia, a qual tanto Brasil como EUA são signatários, existe exatamente para disciplinar situações como essa, onde um dos pais foge com o filho.
    Se a mãe brasileira queria o divórcio, deveria ter agido com responsabilidade e feito o pedido numa corte americana, onde houve o casamento e o nascimento do filho. Certamente ganharia a guarda da criança, pois normalmente a guarda é dada a mãe, tanto no Brasil como nos EUA. Mas não, ela simplesmente viajou para o Brasil com o filho e, aqui no Brasil, comunicou o pai da criança que nem ela, nem a criança, voltariam aos EUA. Foi irresponsável ao extremo. Não bastasse isso, a mãe veio a falecer. Agora só cabe ao Brasil cumprir os tratados internacionais que assina a repatriar o pequeno Sean a seu país e seu único e verdadeiro pai, o biológico. Leis existem para serem cumpridas sempre, não apenas quando favorecem este ou aquele.

  62. gthomas

    MANDADO PELO VAMP

    Tirando a carga emocional, o caso não é tão complicado: A Convenção de Haia, a qual tanto Brasil como EUA são signatários, existe exatamente para disciplinar situações como essa, onde um dos pais foge com o filho.
    Se a mãe brasileira queria o divórcio, deveria ter agido com responsabilidade e feito o pedido numa corte americana, onde houve o casamento e o nascimento do filho. Certamente ganharia a guarda da criança, pois normalmente a guarda é dada a mãe, tanto no Brasil como nos EUA. Mas não, ela simplesmente viajou para o Brasil com o filho e, aqui no Brasil, comunicou o pai da criança que nem ela, nem a criança, voltariam aos EUA. Foi irresponsável ao extremo. Não bastasse isso, a mãe veio a falecer. Agora só cabe ao Brasil cumprir os tratados internacionais que assina a repatriar o pequeno Sean a seu país e seu único e verdadeiro pai, o biológico. Leis existem para serem cumpridas sempre, não apenas quando favorecem este ou aquele.

  63. [=

    Querido Gerald,

    Antes de eu dormir, permita-me reproduzir essa passagem de um artigo seu que eu gosto muito:

    “Vivemos várias vidas. Não vivemos linearmente. Não pensamos linearmente. Daí a importância de Joyce, daí a importância de Pollock. Enquanto dirijo um carro, e no CD player estudo uma opera de Wagner, me emociono com uma ária qualquer, mas não perco o foco de PRA ONDE estou indo e o movimento dos carros. Tenho que frear, quando os carros freiam. Sei que estou indo visitar alguém que me importa, uma visita/appointment que me trará algo de importante: um diretor artístico de uma opera. Portanto, estou nervoso. Tenho, digamos, dois amigos no carro. Eles conversam entre si. A conversa é política. Não posso deixar de ouvir o que dizem e, portanto, “sentir” e me envolver com o que estão dizendo.

    1- emoção com a opera que está tocando

    2- atenção no trânsito

    3- tensão com o encontro

    4- prestando atenção às pessoas na rua, aos detalhes dos loucos e não loucos que atravessam a rua, aos “tipos” que me chamam atenção….

    5- a conversa que rola no carro

    6- desconforto físico, o cinto de segurança que me estrangula, misturado ao cachecol por causa do frio

    7- olhando sempre no relógio preocupado com o horário

    8- a opera no CD player está chegando a um clímax e eu subo o volume e me emociono mais: isso me traz lembranças de quando eu..(não sei mais, dirigi essa opera em, a, b, c ou d e com quem eu estava nessa época, entende as ramificações?). Ou meus pais me contando sobre essa opera em alemão ou inglês quando menino etc….”

    fonte:

    http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/2009/01/12/panico-do-mundo/#comments

    [=

  64. Tene Cheba

    Numa boa, aliás numa muito boa, se tirarmos a carga emocional, não existe a cruel dúvida.O ponto para mim reside, agora muito melhor informado, parabéns a este espaço.Quem é David Goldman e, quem é João Paulo Lins e Silva.Existem, no campo dos comentários duas informações preciosas, uma carta e uma entrevista, todas chocantes.Como já foi dito por aqui, eu sempre me precipito que merda, quem é o mocinho e quem é o bandido, neste ponto a sociedade tem que atuar e lutar pelo destino do menino. Em tese o Pai é a vítima nessa história.
    Agora, os Estados Unidos tem um poder fantástico por aqui, Hillary espirrou e todo mundo se mexeu. Um complicador será o rompimento em definitivo com a família materna, caso e, é bastante provável, o menino retorne para os USA.

  65. gthomas

    ]= obrigado pela citacao. Mas aqui nao se trata disso e sim de um sequestro de um menor e nao de viver vidas duplas. Aqui eh uma questao de ser obrigado a viver uma vida ROUBADA POR UMA OUTRA PESSOA.
    LOVE
    G

  66. santanna

    Gerald 02:06, Vamp,

    Acho que essa parte todo mundo aqui já entendeu, na verdade.
    Só que, como bons latinos e brasileiros que somos, estamos realmente levando a questão pro lado emocional, pensando no bem estar do garoto.
    Eu tenho a impressão que o que muitos aqui podem estar pensando é se esse Goldman não seria um vigarista de marca maior, interessado apenas em benefícios financeiros.
    Pq nessa hipótese, mesmo que a lei seja rigorosamente cumprida, infelizmente, pro garoto, não se terá feito justiça.

  67. gthomas

    Santanna
    se entendeu, otimo

    por uma unica vez que seja, nao vamos ficar babando diante dos computadores o dia inteiro. Escrevam pros seus deputados, escrevam pros ministros do STF, facam um ESCANDALO.

    se nao conseguiram fazer em vezes anteriores, por favor, nao deixem de fazer dessa vez. Ainda bem que entendeu

    nao vamos complicar o caso com muitos intelectualismos.

  68. santanna

    Gerald,

    Certo, entendi o teu enfoque. De fato, e concordo que os brasileiros nunca tiveram e não têm essa tradição e essa capacidade de mobilização.

  69. gthomas

    Certo Santanna: e agora seria uma otima hora de desfazer esse mito

  70. santanna

    Gerald,

    Não sei se é mito não… acho que é falta de prática mesmo, e de lideranças.
    Talvez eu possa te parecer meio “inconveniente” de vez em qdo né, mas eu acho que vc oferece aqui um excelente espaço pro debate, e é esse exercício que vai criando nas pessoas uma conscientização, uma postura de se colocar sem medo, sem “vaselina” (desculpe o termo), sabe.
    É disso que eu acho que a gente precisa, discutir os assuntos em todos os ambientes que a gente frequente, pra que isso possa se expandir pra uma escala maior…

  71. targinosilva

    Esta é uma historia dificil de opinar, de tomar partido.
    Qual é a verdade? O que diz a lei?
    Segundo um ministro do Supremo Tribunal, opinião publica não
    é fonte de direito. Vamos esperar a decisão dos tribunais.
    O Brasil tem leis, e não há nenhum interesse em criar um conflito com os USA.

  72. McWilliam

    Ola Gerald :

    Passei no La MaMa e via uma peca hoje `a noite
    Tirei umas fotos la, que posso posta-las com os comentarios que escrevi aqui
    Caso vc tenha meu email te digo da roubada que e’ ter um Michael no time.

    Parabens pelo post

  73. Joana d'Arc

    Bom,
    Escandalo, Gerald?

    De jeito nenhum.

    Pensei muito desde ontem em dois casos de pessoas que conheço.

    Uma amiga brasileira que suspeitou da traiçao do marido italiano, pegou a filha e veio para o Brasil sem avisar.Ora, o que fez o marido?
    Largou tudo, pegou o aviao, ficou 7 meses no Brasil para convence-la a voltar.

    Um outro rapaz que conheço, brasileiro, esposa inglesa.
    Ela nao trabalhava, ele dava tudo pra familia, è um broker financeiro de sucesso. A mulher tb se mandou pra Inglaterra com os dois filhos, alegando que nao achava boa a escola no Brasil etc.O que fez o rapaz? pegou o aviao foi para Londres, se certificou que os filhos estavam bem instalados, voltou, e manda todo o mes $ para a esposa.
    Isso è atitude de HOMEM. Nenhum HOMEM, serio, honesto, equilibrado vai acusar a mae do filho dele de sequestradora.
    Nenhum PAI, Serio, Honesto e Equilibrado vai colocar a foto do filho em uma canequinha pra vender…
    Nenhuma pessoa seria usa a midia como meio para atingir seus fins se tiver outras opçoes.
    Nenhum pedido de “divisao da guarda” em 5 anos?
    Coitados desse menino-padrastro e dessa criança!!!!!

    Se os moderadores quiserem lhes dou nome e telefone desses PAIS que citei ha pouco.

  74. [=

    Querido Gerald,

    ”Aqui eh uma questao de ser obrigado a viver uma vida ROUBADA POR UMA OUTRA PESSOA.”

    Eu entendo o que você diz: é retirar de uma criança a vida que ela deve ter ao lado do pai biológico, retirar ela de seu justo lugar. Bem!, eu já afirmei que eu não tenho condições de afirmar. O destino dessa criança, infelizmente ou felizmente, está nas mãos de burocratas. Eu espero que a Justiça seja feita, espero que essa criança não tenha um futuro roubado. Confesso que esses burocratas falham ( não poucas vezes).

    [=

  75. juliano

    Acho que o que move o Dr Lins e Silva é o lado efetivo mesmo,amor ao menino, não há interesse financeiro nisso, a família é tradicional e não pecisa de dinheiro.. O menino está no Brasil desde 2004, já fala português, estuda, tem laços com os avós e com o padrasto. O menino deveria realmente ficar com o pai biologico por direito, mas não seria melhor investigar se tudo o que o Dr. Lins e Silva disse é verdade? Por que ele estaria fazendo acusações tão graves contra o pai biologico? Há testemunho no blog falando sobre agressões. Sinceramente não conseguido ter posição definida nesse caso, sem uma séria investigação jamais entregaria o garoto ao pai biologico.

  76. Marisa

    Joana d’Arc,

    Se voce encontrar o link do website vendendo a famosa caneca com foto do Sean, coloca aqui, pq ate agora ninguem conseguiu encontrar!!!
    O link que estava circulando na internet era falso!

  77. Reinaldo Pedroso

    O melhor para Sean seria ficar aqui.
    Mas, a sua permanência no Brasil deve-se inicialmente ao desrespeito da Convenção sobre os Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças e, posteriormente, do Código Civil brasileiro.
    Cumpra-se.

  78. O Vampiro de Curitiba

    Eu vivi alguns anos em Foz do Iguaçu, fronteira do Brasil com Paraguai e Argentina. Lá um fato recorrente era libaneses que residiam no Paraguai engravidarem mulheres brasileiras, normalmente pessoas pobres, com o objetivo de conquistar a permanência no Brasil através do filho brasileiro. Prometiam um paraíso ás brasileiras. De um dia para o outro, sem qualquer tipo de aviso, o libanês resolve voltar para o Líbano e leva consigo o filho brasileiro. A mãe nunca mais vê o filho. Da noite para o dia essa mãe brasileira descobre que perdeu o filho. Aí ficamos todos revoltados: “Mas como? No Líbano não existem leis? Que absurdo!”
    Pois bem. Quando caso semelhante acontece aqui, ficamos inventando hipóteses para não devolver o filho americano ao pai. Assim não dá!

  79. Não dá para crer… Parece coisa de folhetim. E tem gente que pensa que estamos no BBB! É uma chatice andar por esses “blogs” e anotar este oceâno de falta-do-que-fazer…

  80. Paulo from the G Spot

    Nunca eh demais se lembrar que ninguem eh de ninguem, nem mesmo dos pais biologicos. Entramos no mundo sozinhos e saimos sozinhos… Nao ha como escapar disso. Todos os que acham que possuem o Sean estao duramente enganados.

  81. O Vampiro de Curitiba

    Eu também não queria separar os dois meio-irmãos. Mas o pai biológico não pode perder seu filho porque sua ex-esposa teve outro filho.
    Não vem ao caso se simpatizamos mais com este ou aquele. Importa é que o Brasil cumpra seus acordos internacionais e repatrie o menino americano.
    Sei que o pai brasileiro sente carinho pelo filho. Mas se fosse o contrário. Se fosse o pai brasileiro que perdesse a filha Chiara? Se sua filha estivesse em outro país, ele impedido de ver sua filha?

  82. Joana d'Arc

    Marisa,

    De qq jeito ele cedeu fotos para os jornais com a esposa que ja faleceu e colocou fotos da criança.
    Por principio nao se usa imagem de criança em intentos dessa natureza.

    Vc lembra o que o Collor fez com a filha do Lula?Vc se lembra o que o partido do Bush fez com a propria Hillary?

    Por mais razoes que se tenha, quem usa a midia com esse escopo nao pode ser bem intencionado…Tai a historia que nos mostra o tipo de gente que faz isso!

    1 mes depois que a mulher estava no Brasil ele ja pediu a guarda da criança, pelo que consta.

    Nenhuma mae normal abre mao do filho facil. Nenhum pai responsavel tenta arrancar uma criança de uma mae normal e afetuosa.

    Qto ele gastou no processo 500,000 dolares ?Com 500.000 dolares dava pra ele fazer vida de nababo no Rio, divindo a custodia com a mae.

    Acho que o filho deve ficar com o pai biologico, mas acho que as coisas tem que ser feitas devagar, dando tempo pra criança elaborar a perda da mae.

    Depois de 5 anos o cara chega aqui e arranca a criança nao me parece coisa de gente equilibrada. E’ mais um trauma para a cabecinha dela, ou nao? Cd os psicologos deste blog?

  83. Marisa

    Gerald,
    O pai do viuvo e’ o Paulo Lins e Silva, que e’ filho do Haroldo Lins e Silva.
    http://www.paulolinsesilva.com.br/

  84. Marisa

    Joana d’Arc

    Acho o caso complicadissimo mas, ate o momento, os Lins e Silva/Bianchi so’ tem apresentado argumentos (se verdadeiros forem) que justificam um divorcio mas nao a perda do direito de um pai de criar o proprio filho. Alem disso, os Lins e Silva/Bianchi estao com a credibilidade questionavel, depois de ficar espalhando por ai’ mentiras como essa historia da venda de canecas. Acho que o Joao Paulo, antes de sair pro trabalho, esqueceu de combinar com os sogros o que mentir sobre quando conheceu a Bruna. Na carta que JP escreveu e que vazou para a imprensa, ele diz que ‘reencontrou’ a Bruna pela 3a vez ao longo da vida quando ela voltou dos EUA e que ja estavam morando juntos 6 meses depois de comecarem a namorar. Ele tambem diz que o Sean encontra-se sob seus cuidados, numa relacao de pai e filho, desde meados de janeiro de 2005 (a Bruna fugiu com o Sean em junho de 2004). Ai’ vem os pais da Bruna em entrevista a Epoca falando que ela so’ *conheceu* o Joao Paulo 6 meses depois de se separar do David! Me poupe!

    Outra coisa: existem quase 50 casos semelhantes ao do David rolando na justica brasileira. O caso dele ganhou visibilidade pq a Bruna morreu, mas a historia ja estava rolando na justica desde 2004. O David nao foi a imprensa divulgar foto do filho no inicio.

  85. targinosilva

    Opinião da minha mulher.
    O advogado que fique com o filho dele
    e devolva o filho do outro.

  86. gthomas

    07/03/2009 – 09:55
    Enviado por: Monica C BRitto
    Ei, Gerald, adoro essa sua ira, acho que estamos precisando mais e mais disso pra ver se saímos dessa passividade de aceitar tanto descaramento dos homens públicos desse país. Na minha opinião, mesmo correndo o risco de sermos tachados de anti-patriotas, deveríamos mostrar ao mundo o que é o Brasil de hoje: um país corrupto ao extremo, em todas as instâncias de poder. Tá na hora da gente envergonhar mesmo a nossa imagem para, quem sabe, começar a mudar as coisas.

  87. gthomas

    Roney, do post abaixo

    O Globo foi proibido pelos lins e silva a publicar qq coisa sobre o assunto, Quem quebrou o sigilo foi a Folha.

    Se vc depende do Globo pra noticias querido, estas fudido, Perdao pela linguagem

  88. gthomas

    ASSUNTOS NAO RELACIONADOS

    PETER ALDHOUS
    DA “NEW SCIENTIST”

    Um análise cuidadosa sobre os gastos previstos em iniciativas de pesquisa nos EUA mostra que nunca tanto dinheiro havia sido repassado a cientistas. Na agenda do presidente Barack Obama para revitalizar a economia está a maior aposta em ciência e tecnologia já feita na história de um país. A atual tentativa americana de fazer frente aos problemas do país é um pedido de Orçamento recorde de US$ 3,6 trilhões para 2010. Este número se soma ao pacote de estímulo de US$ 787 bilhões que visa dar uma injeção vital na economia americana. O Orçamento e o pacote estão repletos de verbas para empreendimentos na área de ciência e tecnologia.
    Só o pacote de estímulo prevê gastos de mais de US$ 100 bilhões para pesquisa científica em áreas diversas. As verbas deverão ser gastas em dois anos, mas em alguns casos isso pode levar mais tempo. Em termos de dólares por ano, pode-se afirmar que é o maior volume de dinheiro jamais investido em pesquisas científicas. Esse fluxo de verba é maior que o dos anos do programa Apollo (viagem tripulada à Lua) e do projeto Manhattan (construção da bomba atômica). Essas empreitadas custaram US$ 200 bilhões e US$ 35 bilhões, em valores reajustados, mas foram espalhadas ao longo de 11 anos e 6 anos, respectivamente. “Ele [Obama] está comprometido com a meta de investir seu dinheiro em suas ideias -ou de investir nosso dinheiro em suas ideias”, diz Lesley Stone, da ONG Cientistas e Engenheiros pela América. Nos detalhes do pacote de estímulo de Obama estão os elementos chaves de uma agenda mais ampla, aspectos que poderiam ter sido alvo de disputa interna, se o plano não tivesse sido apresentado tão às pressas. Tomemos o caso da saúde: o pacote de estímulo inclui US$ 1,1 bilhão para pesquisas sobre a eficácia comparativa de tratamentos. É uma iniciativa ousada, em vista das organizações poderosas que lucram com o status quo, como as grandes empresas farmacêuticas. É crucial para o plano mais amplo de Obama poupar dinheiro ao abandonar tratamentos ineficazes e gastar muito estendendo a cobertura do seguro-saúde para dezenas de milhões de pessoas que não o possuem.
    Para garantir a eficiência prometida, porém, será preciso mudar o sistema que recompensa médicos e hospitais pela quantidade do atendimento prestado, e não sua qualidade. O pacote e o Orçamento também incluem grandes valores para agências que financiam pesquisa básica. Essas instituições terão, porém, de estudar as maneiras mais eficazes de gastar suas verbas. Os Institutos Nacionais de Saúde estão revendo toda sua carga passada de pedidos de verba negados.
    Essa corrida preocupa alguns. “Não acho que seja possível gastar tanto dinheiro assim, em tão pouco tempo, de modo correto e bem pensado”, diz Gail Wilensky, do Projeto Hope, ONG do setor de saúde. E uma aposta tão grande na ciência certamente trará cobrança por resultados. “Será importante que os cientistas entendam que essa é uma oportunidade que não pode ser desperdiçada”, diz Rita Colwell, ex-diretora da Fundação Nacional de Ciências dos EUA. A ciência é uma das peças da política de Obama de “apostar tudo, em todas as frentes”. “Teremos uma chance só de realizar tudo isso”, diz Glenn Ruskin, da Sociedade Química Americana. “É algo sem precedentes, mas precisa ser feito.”

  89. Joana d'Arc

    Mas quem ta dizendo que o filho nao deve ficar com o pai?

    Porem, vcs nao percebem o que esta acontecendo que è gravissimo!

    O Brasil é um pais muiiiiiiiiito heterogeneo.
    Nao se pode fazer generalizaçoes em se tratando de Brasil.

    Qdo a Justiça do seu pais è atacada pela midia internacional do jeito que estao fazendo TODOS OS CIDADAOS ficam sem garantias . Eles descubriram o caminho das pedras, agora ficou facil…

    Cada vez que um brasileiro tentar defender os seus direitos no confronto de um pais estrangeiro, vamos ser prejudicados, pq a propria midia brasileira da abertura pra que isso aconteça.

    Ate agosto o menininho estava com a MAE, educada, linda, intelegente e afetuosa.
    Lugar de criança è com a MAE, a menos que seja uma mae muito doida ou drogada, etc.

    Logo, a Justiça brasileira nao errou em dar a guarda para essa mae.

    Depois, em agosto a mae morreu, muito recente para despachar o menino no primeiro aviao para os EUA.

    Atè aqui a Justiça brasileira nao falhou, alias, se fosse assim sempre seria otimo.

    Essas maes brasileiras que o Vamp falou tem direito ao filho.

    Logico que os EUA vai alegar apesar das inumeras falhas que eles tem ali no sistema judiciario, que o sistema deles è perfeito.
    So quem mete o pau no proprio pais somos nos brasileiros. Qualquer estrangeiro conta com a gente para conseguir o que quiserr. Antes mesmo de apurar os fatos a gente detona o pais.

    Detonar o judiciario, fazer greve INTERNAMENTE, exigir mais compromisso e seriedade è uma coisa , porem apoiar sempre os estrangeiros em detrimento da nossa justiça, mesmo qdo eles estao agindo mal…

    Se a Mae fosse americana, descente e pedisse a guarda ao pai brasileiro o que vcs acham que aconteceria?

    Ah mas a mae era brasileira e entao mesmo que eu nao a conheço saio por ai falando horrores de uma pessoa que ja morreu e nao tem como se defender!!!!!Que lindo!!!!

    Acho que o filho deva ir com o pai, mas entendo que so um juiz com problema mental poe em um aviao uma criança que acabou de perder a mae!

    TODOS OS PAISES TEM JUIZOS CORRUPTOS .TODOS.

  90. Ronald.

    Gerald.
    E por aqui, fogo no petróleo.
    Outro dia fui a um hospital de Ilhabela com um espinho enfiado na garganta, não saia de jeito nenhum, após ser atendido e constatado o espinho, o médico me disse que não podia fazer nada pois não havia pinça…………., NÃO TEM PINÇÅ??????????
    Moral, lavei a mão e enfiei goela abaixo, quase arranco o coração junto.
    Pesqisa no Brasil?????????????
    hahahahahaha
    Se não for particular, é um sofrimento só.
    Já assisti a diversas reportagens sobre o quanto é difícil ser cientista e pesquisador no Brasil.
    Fogo no óleo.

  91. Ronald.

    aliás, o espinho era de peixe…..

  92. gthomas

    Joana D’arc

    A (in) Justica Brasileira Ora! Senao, o Sean ja estaria aqui em NJ onde deveria estar!

  93. gthomas

    Ronald, vc realmente nao vai comentar o caso do menino
    e vai falar de espinhas? realmente?

  94. Marisa

    Em 2005, ou seja, depois que o Sean foi levado pro Brasil, o escritorio dos Lins e Silva defendeu um pai canadense contra uma mae brasileira que havia levado o filho pro Brasil de ferias, numa situacao parecidissima com a da Bruna! Com base na Convencao de Haia, os Lins e Silva ganharam o caso e a crianca voltou pro pai no Canada!
    Que ironia! A Convencao de Haia se aplica a vida dos outros mas nao quando envolve o proprio rabo?

    O caso acima esta documentado aqui:
    http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/testeTexto/anexo/decisao1.pdf

    O David entrou com um processo com base na Convencao ainda em 2004! A justica brasileira demorou mais de um ano para analisar o caso e ai’ veio com um papo de que era tarde demais, que o Sean ja estava adaptado a vida no Brasil!

  95. Sandra

    Puxa… chegando agora para um oi rápido, e a coisa continua pegando fogo.
    Resumindo minha opinião: SE NÃO HOUVER NADA NA VIDA E NAS ATITUDES DO PAI BIOLÓGICO QUE O DESAUTORIZE À GUARDA, ele deve ficar com o garoto, pois aceitar sequestro é muito grave, e quando ocorrer conosco, teremos de manter a coerência.
    Mais a noite, acessarei os sites que você divulgou, Gerald, e deixarei essa mensagem.
    Até mais tarde! Beijos em todos!

  96. Sandra

    Joana, em alguns países do Oriente Médio, dizem que o lugar de criança é com o pai. Nesse caso, são as mães brasileirs que são as vítimas.

  97. Sandra

    Agora, saindo mesmo! Volto mais tarde!

  98. Almir

    Lá vem mais uma novela chata por aí. Pessoalmente sou a favor de que o moleque retorne para o seu pai biológico. Mas a minha opinião é o que menos interessa. Aliás, a opinião de todos os comentaristas, do simpático blogueiro e, ademais, de toda imprensa, só servirá para tornar esse caso uma novela sem absurda. Não é assunto para esse tipo de demagogia que a imprensa tanto adora.
    Sobre esse assunto, tenho duas coisas a dizer:
    1. Imaginem como estaria sendo conduzido essa disputa, caso tivesse ocorrido o oposto. Ou seja, mão dos EUA viajasse para seu país com o filho e deixasse o pai brasileiro aqui. Mãe morresse, filho fosse acolhido pelo pai adotivo e o assunto escalasse para os tribunais. Como vcs acham que as autoridades dos EUA reagiriam caso fossem interpeladas pelas autoridades brasileiras? Diriam o seguinte: “esse caso está sendo conduzido pela Justiça dos EUA. Sou solidário a sua causa, mas lhe recomento que contrate um advogado aqui no país para batalhar pela guarda de seu filho. PONTO FINAL! Somente o complexo de vira-lata de nossa imprensa para achar que as coisas possam ser diferentes por aqui.
    2. Meu segundo comentário é a essência dessa discussão, pelo menos no interesse dos cidadãos brasileiros. A justiça brasileira funciona somente para os ricos, endinheirados e influentes. Esse é um caso típico de influência do poder econômico na decisão dos nossos juízes. Esse pai adotivo conseguiu a posse do menino num estalo de dedos, o que seria uma causa de anos para um cidadão qualquer, um pobre brasileiro. Nesse caso o lado fraco da história é o do americano, que tem muito menos grana do que o pai adotivo do moleque. Essas assimetrias morais de nossa Justiça é que merecem ser discutidas em nossa trôpega democracia brasileira. O resto é novela.

  99. Joana d'Arc

    Pq ja estaria ai?
    Pq esse pai tem mais direito que essa mae?
    Visto que ali ela tinha muito mais chance de crescer profissionalmente e de dar mais atençao e carinho ao filho concomitantemente.
    As vezes ela nao confiava na justiça americana, moderna e moderninha.As vezes ela tinha medo do cara . Mulher em situaçao assim tem que ser protegida incondicionalmente pelo seu pais.
    Existem ministros e juizes serios no pais sim. Generalizaçoes sao perigosas…

  100. gthomas

    JoanaL desisto: vc nao sabe ler

    A mae morreu!

    A mae esta morta, vc nao percebeu? o menino esta sendo criado pelo padrasto! POMBAS!

  101. caro obama, vc esá protegendo o bandido. Mais uma vez o governo americano era de lado numa luta entre um gigoõ amercano e um filho pelo qual nunca se interessou, fechando o caso de desqiute por míseros 150 mil dólares. Agora, vendo que o herdeiro da mãe representa um bom valor em ativos, volta a ter um amor paterno desmesurado. Enquanto não mete a mão no tesouro final, vai vendendo sua imagem e faturando na venda de camisetas com retrato do seu “filho querido”.
    Caro pesidente, não perca munição defendendo bandidos.

  102. Luciana

    Acho que tem que se ver primeiro o melhor para o menino antes de mais nada ,se for para ficar no Brasil ou EUA.É uma vida em jogo, não dá para brincar com vidas.A vida em primeiro lugar.

  103. gthomas

    Carlos Lyra: quem eh vc pra acusar o David Goldman de bandido? O que vc sabe dele? E quem eh vc?

  104. Fran

    E DAS POBRES MAES DEPORTADAS SEM SEUS FILHOS, NINGUEM FALA NADA???

    Como Nao sentir pelo pai biologico, que claramente ama o filho, Porem, me revolta a imprensa americana dando tanta atencao pro caso enquanto o governo americano separa maes latinas repatriadas, de filhos que nasceram nos Estados Unidos de pais Americanos.

    Me casei por amor, Ha 3 anos atras, com um americano que a principio, acreditei ser o homem dos meus sonhos…
    Tivemos um lindo menino de dois anos e uma linda menina de 11 meses que sao a luz da minha vida.
    Descobri muitas de suas traicoes e estou tentando me divorciar..No entanto, ele assina a separacao e me ameaca constantemente,dizendo que tomara os meus filhos…e me ameacou durante o todo meu processo de cidadania. agora felizmente terminado.

    Pensei muitas vezes em fazer o mesmo que Bruna…
    Niguem sabe, o que realmente passou entre eles, a nao ser o que ele tem contado…
    Acredito que seja um bom homem, e claro sem a mae, seu filho deveria ficar com ele…
    Mas seu caso , nao e diferente de milhares e milhares de imigrantes que tiveram seus filhos aqui,foram flagrados na ilegalidade e mandados para os seus paises de origem sem seus filhos…
    Infelizmente, essas historias, somente sao vistas nos canais hispanos,segregados e ridicularizados por essa sociedade.
    Amo esse pais e sua cultura, tenho aqui grandes e fieis amigos,mas a justica nao e para todos…aqui ou ai…
    Alguem sabe se Haia protege maes que raptaram seus filhos por medo de maltratos e abuso dos pais?

  105. Sandra

    OK, o dono do blog é americanista, pois, pois…

    Na minha opinião a criança estará muito melhor aqui no Brasil, com a família que o criou e que ele conhece como sua família. Se mais tarde quiser ir morar com o pai biológico, por vontade própria ele irá, a família brasileira não o impedirá.
    Quem diz que o pai biológico e americano é um santo pai?

  106. Luciana

    O menino Sean não está desamparado,no Brasil ele tem os avós maternos, o padrasto, nos EUA, o pai biológico .Tem que ver o caso com muito cuidado e atenção por que é uma vida em jogo.

  107. gthomas

    Atencao: essa Sandra ai de cima nao eh a Sandra aqui do Blog

    essa dai apoia o sequestro de uma crianca! incrivel

  108. Liz

    07/03/2009 – 11:50

    Enviado por: Sandra
    “Na minha opinião a criança estará muito melhor aqui no Brasil, com a família que o criou e que ele conhece como sua família. Se mais tarde quiser ir morar com o pai biológico, por vontade própria ele irá, a família brasileira não o impedirá.
    Quem diz que o pai biológico e americano é um santo pai?”

    Sandra que não é a Sandra do Blog:
    Aí fica muito fácil o menino querer ficar com a família que o criou desde pequeno, pois sua cabeça estará sendo moldada neste processo…. Muito ingênua da sua parte esta opinião.
    Quando a questão cristã que vc mencionou…nem compensa comentar.

  109. Tantas emoções demonstradas e:
    Opinadas.
    Afirmadas.
    Negadas
    Acolhidas e até as escorraçadas. Todas conduzindo alem dos debates ao:
    Nada.
    Nadinha, titica de galinha.
    Fica cada um puxando:
    Brasa pra sua sardinha.
    Certos estão os bicheiros. Que evitam conflitos. É lei no universo deles:
    Vale o que está escrito.
    Neste balaio de gatos.
    Neste grande conflito.
    O final só pode.
    Ter um veredicto.
    O X da questão.
    É chave de cadeado.
    Há tempos idos.
    Em Haia foi tratado.
    Portanto fica agora.
    Neste caso maldito.
    Pura e simplesmente.
    O dito pelo não dito.
    Quem foi trazido para a Arara.
    A águia retornará.
    Quem duvida disto.
    Não perde por esperar
    Uma cabeça pensante.
    Certamente dirá:

    Vistos e examinados os autos e ouvidas as partes ora rsolvo em nome da lei fazer cumprir o que determina e Bla Bla Bla etc e tal jabacule e picuinhas e mais papeladas.
    Para chegar finalmente ao X

    O TRATADO DE HAIA (porra é disto que estamos todos evitando falar )

    È AI QUE VÃO RESOLVER O QUE JÁ ESTÁ RESOLVIDO.

    O resto vão evitar.Senão descobrem até crimes.

    Amor, afeto e emoções existem ora bolas. Disto tudo eu sei muito bem.

    MAS A JUSTIÇA È CEGA MUDA E SURDA.

    O Sean pra ela é unidade, o pai e o padrasto também.
    Porque para ela todos são iguais.
    Os que não são certamente estão fora dela. Do seu alcance ou de suas decisões.

    Isto até é possível. Havendo corrupções.
    Mas não acontecerá neste caso.
    Simplesmente porque neste caso.
    Entraram dois presidentes.
    Sean boa viagem
    Sejas muito feliz.
    E nos que aqui ficaremos.
    Cada qual cuide aonde vai enfiar o nariz.

    Encerrada a sessão.
    Presidida pelo honorável Juiz.

    Naunshei Dinada Exeidi Tudinho

  110. juliano

    Pelo que sei de Haia é o governo americano que deve solicitar ao Brasil que o garoto volte pros EUA, não tendo a justiça brasileira competência pra analisar os fatos. É uma relação entre Estados. Ocorre que cabe ao governo brasileiro analisar se foi caracterizado o sequestro e decidir sobre isso. Não sei se o governo dos EUA fez esse pedido formalmente. Tratados no Brasil tem força de lei, mas não estão acima da constituição.

  111. Ricardo

    Exigir que a justiça brasileira faça o ´´dever de casa“ ,sem a interferência/influência de ´´poderosos“ ,chega a ser algo surreal. Talvez uma comédia de Shakespeare resumiria melhor tal situação.

  112. Joana d'Arc

    Marisa,

    Na qualidade de advogado vc tem obrigaçao de defender o seu cliente, vc faz um juramento e è pago para isso, como o advogado de Mr. Goldman fez, isso nao exclui o fato, que pais que tentam tirar a guarda da mae na Justiça estejam moralmente errados nesses casos, mesmo contrariando uma Convençao.

    Errou o pai que foi contratar um advogado para isso.

    O fato que o sistema funciona so para os mais ricos è um outro problema, roupa suja a gente lava em casa.

    Se os juizes fizeram isso por amizade e dinheiro tb nao exclui que eles tenham feito a coisa certa mesmo por linhas tortas.O juiz que julgou o caso do Canada tb deveria ter dado a guarda para mae. Atençao: Nao estou justificando os metodos.

    Em um outro post expliquei a diferença entre o sistema americano e brasileiro.

    Pode ser ,ainda, que os juizes que deram a guarda a mae nao sejam os mesmos que julgaram o caso do Canada.

    Essa Convençao precisa ser revista, pq as maes que tem maridos complicados nao estao tuteladas.O caso da brasileira no Canada so confirma o que estou falando.

    Claro que existe um esquema de sorteio de jurisprudencia favoravel, claro que existe uma justiça um tanto quanto elitista no pais.A sociedade brasileira è classista.

    Mas nao condivido a opiniao que desmoralizar a nossa justiça internacionalmente va resolver o problema, vai so dificultar o trabalho de poucos juizes que querem trabalhar honestamente.

    Acho que todo mundo tem que ser um pouco “advogado” na hora de defender a soberania do pais. e’ assim que todos os outros paises fazem.

  113. eugenio

    Ai! Que intolerância, quem sabe qual é o desejo do menino no futuro, eu sei nem pai e nem mãe, mas seguir sua trajetória sua historia sua construção de vida, então vejo q uma criança tem de ser protegida de alguma boa forma e não servir de alvo de interesse individual de um ou outro, ele esta bem cuidado?, então o pai que ponha o saco na viola e se contente em ter um rebento que vai prosperar a sua virilidade para a a eternidade… É um absurdo crianças ser objeto de desejo… de propriedade…onde esta o humanitarismo com a criança?

  114. Ricardo

    Aqui, a lógica nem sempre prevalece. É notória a interferência de pessoas que não correspondem aos fatos. Temos um ministro da justiça e um ministro das relações exteriores que não servem nem para síndico de um conjunto habitacional.

  115. Oi, Gerald e pessoal.

    O vídeo é ótimo, muito comovente, todo apoio ao David. Agora, não entendo de justiça o suficiente para saber se ele vai conseguir. Deixar de pagar pensão no Brasil dá cadeia e realmente deve ter atrapalhado no andamento do processo.

    No vídeo ele fala muito no laço de sangue, mas realmente a justiça brasileira não leva muito isso em conta, olhando mais a relação socioafetiva. Sei disso porque adotei tb um filho de outro relacionamento de minha mulher e consegui colocar o meu sobrenome na certidão, inclusive.

  116. Sandra (a do blog)

    Um oi rápido antes do almoço!
    Eugenio, acho que o bem-estar da criança deve ser considerado, tanto que se for mostrado que o pai biológico não é qualificado para cuidar da criança, ela não deve ser devolvida.
    Mas, imagine se roubam seu filho. Você fica no maior desespero, procurando por ele. Então descobre que a criança está sendo criada por uma outra família, e perfeitamente adaptada a ela. Até pode ser que, numa generosidade ímpar, você decida que a criança deve permanecer na família atual. Só que você estará pondo em risco seus outros filhos.Virarão alvos de sequestro. Vai ter de fazer como vi muitas mães fazendo quando eu era criança: andar com as crianças na rua presas a você com corda e corrente. Por Deus que eu vi muitas fazerem isso, pois era uma febre roubar crianças brasileiras e vendê-las em outros países. Até que encontraram uma menina e devolveram aos pais brasileiros. Mais pobres que a família atual. Separados. O que não queria dizer que eram maus pais. A menina estava muito bem adaptada, não se lembrava da família brasileira e nem falava mais português. Mas, a partir daí, passou a ser mal negócio comprar crianças brasileiras.
    A justiça tem de ver tudo isso.

  117. Fabio Justice

    É natural o Pai de uma criança poder criar seu filho e assim deve ser, como tb os avós maternos da criança ter contato regulares com o neto.

    O bom senso e o Amor deve prevalecer, amor que foi renunciado através do divórcio e a extinção de um casamento, de uma família.

    Milhares de crianças no mundo sofre com esse câncer chamado Separação dos pais. A Fidelidade dos nossos avós até o fim da Vida, nem mais é citada, lembrada e Amada.

  118. Sandra (a do blog)

    Joana, precisamos defender o que acreditamos, independentemente das nacionalidades das pessoas.

  119. gthomas

    Lucio: ja foi explicado mas vou explcar de novo:

    pagar pensao pra quem? pra uma mae que SEQUESTROU?

    OU PRA UM PADRASTO que mantem o menino a revelia?

    como assim, pagar a pensao pra quem?

    SURREAL ISSO?

    por que nao pagar direto umas cervejinhas ao MInisterios quaisquer?

  120. Marisa

    Joana,

    Nao e’ uma questao de guarda de menor!

    O Brasil e’ signatario da Convencao de Haia. O David entrou com um pedido na corte de Nova Jersey e a crianca tinha que ter sido devolvida para os EUA, para a questao da guarda e do divorcio ser decidida por la’! A Bruna tinha que ter entrado com pedido de divorcio e guarda da crianca la’ em Nova Jersey, onde ela casou e onde a familia morava! Mas, nao, ela optou pelo caminho mais facil, que foi fugir com o filho para o Rio!

  121. Sandra (a do blog)

    Saindo de novo. Alguém quer esfiha?

  122. Sandra (a do blog)

    Pedante esse “a do blog”, não? Vou voltar ao Sandra.

  123. gthomas

    Sandra: hoje eh um dia muito triste
    depois te explico porque
    LOVE
    G
    obrigado pela esfiha

  124. Fabi Gugli

    Como eh dificil emitir uma opiniao sensata sobre esse assunto. Imagino que deva ser dificilimo para pais separados, e que vivem em paises diferentes, terem que acordar sobre a guarda de um filho.
    Talvez realmente no caso de Sean nao haja mais uma saida justa, ou uma solucao razoavel, talvez so exista agora uma menos pior.
    Esta na hora de pensar no lado da crianca e no seu bem estar a longo prazo.

  125. 1. 07/03/2009 – 12:09 Enviado por: juliano
    Pelo que sei de Haia é o governo americano que deve solicitar ao Brasil que o garoto volte pros EUA, não tendo a justiça brasileira competência pra analisar os fatos. É uma relação entre Estados. Ocorre que cabe ao governo brasileiro analisar se foi caracterizado o sequestro e decidir sobre isso. Não sei se o governo dos EUA fez esse pedido formalmente. Tratados no Brasil tem força de lei, mas não estão acima da constituição.
    Usando o comentário do Juliano acima:

    A justiça americana determinou em atendimento ao pai biológico o retorno.
    Munido desta certeza o pai veio buscar o filho.
    A ordem foi alterada.

    Ai está o X de tudo.
    O início da confusão.
    Agora espalham que:

    O pai não ligou pra o filho por cinco anos.
    Mas como?

    É só o que ele tem feito nos últimos cinco anos. tentar levar o filho de volta.
    Alias ainda esta tentando.

    Considere ainda que o menino ao sair não fosse impedido pelo pai.
    E porque seria uma vez que a esposa não lhe disse na ocasião que não voltaria.
    Isto ele só soube depois e por telefone.
    Por telefone. por telefone.
    Algo frio, impessoal, distante.

    Concordo que possam existir atenuantes de parte a parte. Podem até existir agravantes.
    Mas o assinado é claro.
    O que existe fica para ser resolvido depois que o tratado for cumprido.
    Então embora todos nos certos em nossas opiniões e aumentando pouco a pouco nossos conhecimentos não podemos nem devemos nos esquecer de detalhes do inicio.

    O Menino foi trazido condicionado ao regresso no conhecimento do pai.
    A determinação da mãe em impedir seu retorno caracteriza o que?
    O direito do pai participado após o fato consumado onde está.
    Pulando…
    Por infelicidade morre a mãe.
    O pai vem buscar e não consegue levar.
    Munido de documentação legal vem buscar novamente.
    Encontra documentação de encontro a que portava.
    O que vale agora. qual documento é certo.?
    O primeiro?
    Então porque apareceu o segundo.
    Se o segundo vale.
    Então o primeiro não vale nada?

    No post passado eu disse:

    Brincamos com coisa séria e somos severos com brincadeiras.
    Alem deste caso e com os acontecimentos que temos visto (senado, políticas-corrupções, juízes ladrões. justiça comprada e vendida).

    Deus permita que Sean volte pra casa com o pai.
    Depois com calma o justo será resolvido.
    O resto e fora disto me parece lero lero.
    Embora tantas emoções e sentimentos existam.

    É o que penso.

    Obrigado.

    Pacheco.

  126. Fran

    Se ele realmente perdia o controle nas discussoes, nao e tao dificil de entender porque a Bruna o fez…
    Nos Brasileiros somos tao familia, compreensivel que Bruna tenha decidido optar pela protecao e conforto dos pais…
    Porque ele nao se mudou pro Brasil, arrumou um emprego por la e ai sim… poderia ver seu filho regularmente e participar de sua vida…Como tantos e tantos imigrantes o fazem…
    Engracado, meu marido faz o mesmo comigo, me deixa marcas no corpo todo meus filhos presenciam nossas brigas e eu nao tenho niguem aqui…Toda a minha familia mora no Brasil.
    Penso diariamente em fazer o mesmo que Bruna, a diferenca e que ele nao me da autorizacao pra viajar com os meus filhos, me Trae constantemente e meus pais nao fazem ideia do que acontece,,Tambem vivemos de aparencias porque nao quero preocupar os meus no Brasil…
    No meu caso, o que eu faco?
    DEixo aqui meus filhos pra esse maniaco?Ou vivo a vida inteira aqui… depressiva e infeliz…
    Me empatizo e muito com Bruna e sua familia…Ela nao me parecia nenhuma desequilibrada…
    Sera que a NBC Vai fazer reportagem comigo sobre a prisao em que eu vivo?

  127. leo guerra

    depois que o moleque tiver noção das coisas ele decide com quem quer ficar

  128. Sandra.

    espera…não saia…espera…EU ADORO ESFIHA.

    MAMA MIA ,

    Que chance perdida.

    O Chefe hoje está numa boa hem.

    Esfiha e zap na TV.

    O amigo dá um tempo pra Sandrinha.
    De repente ela quer assistir o Donald.

    Rsrsrs.

    Lar doce lar.

    Deus os protja.

    Abraços.

    Pacheco.

    Mais tranquilo agora sabendo que a Sandra era outra.

  129. Lu

    Perdão

    Eu não tenho dúvidas de que o “governo” ( ??) brasileiro ja o teria empurrado pors EUA ha muito tempo. Haja hipocrisia.

  130. Lu

    Se o garoto estivesse com uma família sem recursos ( leia-se pobre) ……… .Eu não tenho dúvidas de que o “governo” ( ??) brasileiro ja o teria empurrado pors EUA ha muito tempo. Haja hipocrisia.

  131. gthomas

    ESSA MENSAGEM DO PACHECO PRECISA SER LIDA E RELIDA
    07/03/2009 – 13:19
    Enviado por: Jose Pacheco Filho
    1. 07/03/2009 – 12:09 Enviado por: juliano
    Pelo que sei de Haia é o governo americano que deve solicitar ao Brasil que o garoto volte pros EUA, não tendo a justiça brasileira competência pra analisar os fatos. É uma relação entre Estados. Ocorre que cabe ao governo brasileiro analisar se foi caracterizado o sequestro e decidir sobre isso. Não sei se o governo dos EUA fez esse pedido formalmente. Tratados no Brasil tem força de lei, mas não estão acima da constituição.
    Usando o comentário do Juliano acima:
    A justiça americana determinou em atendimento ao pai biológico o retorno.
    Munido desta certeza o pai veio buscar o filho.
    A ordem foi alterada.
    Ai está o X de tudo.
    O início da confusão.
    Agora espalham que:
    O pai não ligou pra o filho por cinco anos.
    Mas como?
    É só o que ele tem feito nos últimos cinco anos. tentar levar o filho de volta.
    Alias ainda esta tentando.
    Considere ainda que o menino ao sair não fosse impedido pelo pai.
    E porque seria uma vez que a esposa não lhe disse na ocasião que não voltaria.
    Isto ele só soube depois e por telefone.
    Por telefone. por telefone.
    Algo frio, impessoal, distante.
    Concordo que possam existir atenuantes de parte a parte. Podem até existir agravantes.
    Mas o assinado é claro.
    O que existe fica para ser resolvido depois que o tratado for cumprido.
    Então embora todos nos certos em nossas opiniões e aumentando pouco a pouco nossos conhecimentos não podemos nem devemos nos esquecer de detalhes do inicio.
    O Menino foi trazido condicionado ao regresso no conhecimento do pai.
    A determinação da mãe em impedir seu retorno caracteriza o que?
    O direito do pai participado após o fato consumado onde está.
    Pulando…
    Por infelicidade morre a mãe.
    O pai vem buscar e não consegue levar.
    Munido de documentação legal vem buscar novamente.
    Encontra documentação de encontro a que portava.
    O que vale agora. qual documento é certo.?
    O primeiro?
    Então porque apareceu o segundo.
    Se o segundo vale.
    Então o primeiro não vale nada?
    No post passado eu disse:
    Brincamos com coisa séria e somos severos com brincadeiras.
    Alem deste caso e com os acontecimentos que temos visto (senado, políticas-corrupções, juízes ladrões. justiça comprada e vendida).
    Deus permita que Sean volte pra casa com o pai.
    Depois com calma o justo será resolvido.
    O resto e fora disto me parece lero lero.
    Embora tantas emoções e sentimentos existam.
    É o que penso.
    Obrigado.

  132. Fran as 13 23

    Se de fato o que comentas é verdade lamento, mas tenho que dizer inicialmente:

    QUEM GOSTA DE APANHAR CALADA È MULHER DE VAGABUNDO.

    Evidentemente que você já deveria ter procurado autoridades do local onde vives.
    Até para o caso de um possível marido violento são previstos apoios necessários por qualquer policia de qualquer parte do mundo.
    Reaja.
    Procure seus direitos.
    Quem procura acha.
    Lute na justiça americana pelo teu direito de sair do pais e vir com teus filhos para o Brasil.
    Faça contato com a embaixada brasileira ai nos Estados Unidos.
    Relatar tua agonia aqui no blog só te dará nossa estima e consideração.
    Faça barulho.
    Estou certo que não só nós, mas inclusive a CNN te apoiaremos.

    Obrigado.

    Pacheco

  133. José

    Criança não é coisa. Criança é pessoa, que tem direitos e interesses próprios. Qualquer disputa envolvendo criança deve ser decidida tendo por base o superior interesse da criança. O Barack e a Clinton não tem nada a ver com isso.
    Esse menino brasileiro nato (ler o art. 12, I, c, da Constituição brasileira) deve ter reconhecido o direito de viver no local e com as pessoas que melhor atenderem ao interesse dele. As brigas do pai e da mãe não devem contaminar a decisão que envolve direitos do menino.
    Vai se informar seu Gerald.

  134. gthomas

    Jose

    em qual momento eu digo que crianca eh coisa rapaz?
    e essa campanha toda trata o Sean como ‘coisa”?
    Vc nos trata como imbecis? Por que?

    Vc acha que isso chegou a nivel de Secretaria de Estado por que?
    porque eh coisa?

    OU PORQUE EH UMA VIDA HUMANA SENDO MANIPULADA POR INTERESSES???? OIU SEJA, ‘COISAS”

    VA SE INFORMAR VOCE!

  135. Marisa

    Tenho cada vez mais medo de parte da imprensa brasileira!

    O 1o comentario que eu deixei no site da Revista Epoca, que hoje traz o Sean na capa, foi deletado por eles! Ja tentei deixar mais 2 comentarios e parece que meus dados foram bloqueados pq os comentarios simplesmente nao entram no site, apesar de eu receber uma mensagem dizendo que foram enviados com sucesso! Eles nao estao filtrando tudo mas parece que esta rolando uma selecao de comentarios!

    Gerald, concordo 100% em relacao a mensagem do Pacheco!

  136. gthomas

    Presidentes e Secretarios de Estado tem TUDO A VER COM ISSO QUANDO EXISTE UMA DISPUTA ENTRE PAISES E TRATADOS INTERNACIONAIS E CONVENCOES INTERNACIONAIS QUE NAO SAO RESPEITADOS OU QUEBRADOS,

    Sr Jose, o desinformado.!

    Respeitosamente
    Gerald Thomas

  137. jsp722

    Está certo o brasileiro. O menor não foi seqüestrado, pois veio para o Brasil com o consentimento do pai. Além disso o pai sempre pode visitar o filho, mas recusava-se a fazê-lo para dar a impressão de que se tratava de um seqüestro (como ele próprio repetidamente confessou). A mãe pediu o divórcio porque o pai era um inútil, que queria viver às custas da mãe (como agora quer viver às custas do filho). Além disso matratava e humilhava a mãe. Trata-se de um problema de guarda de menor e não de seqüestro. Logo, nada tem a ver com a Convenção de Haia e é assunto para a brava e experiente Justiça brasileira, não para a corrupta justiça americana, onde os juízes são eleitos e financiados por sindicatos do crime. E o menor está entrosado há muitos anos com seu irmão de sangue e com sua nova família, que o acolheu antes e depois da trágica morte de sua mãe.

  138. Luiz

    [Duas coisas me chamam a atenção neste imbroglio todo; uma jovem brasileira que engravida aparentemente sem a menor intenção de um namorado gringo e “bonitinho”….quando viu realmente a encrenca de ser dona de casa, mãe e ainda por cima longe do conforto familiar….bateu uma depressão e fugiu rapidinho!!! (que sustentasse o marido….grande coisa! Casamento é sociedade, um dia um precisa, no outro os papéis se invertem!)
    Segunda: o fato da familia do padrasto ser abastada, ter convivencia com avós, cachorro, papagaio e periquito…torna alguem mais pai?
    Triste a vida dos dois “pais”, tragica até. Ideal que pensassem apenas no pequeno Sean.]

    A impressão que surge nisso tudo é que a felicidade reside totalmente no dinheiro. E aliás achei um bom comentário, pois mostra que muitas mulheres pensam que o casamento, com um estrangeiro ou não, é um mar de flores… doces iludidas…

  139. gthomas

    jsp722….
    a “corrupta justica americana”??????
    ha ha ha ha!
    ha tempos que alguem nao me fazia rir assim
    Quem eh vc? Amigo ou irmao do Marcos Valerio? Ou do Ze Dirceu? Ou do Roberto Jefferson? Ou de todos eles?

  140. gthomas

    Esta ficando engracado.
    mas nao eh pra ficar

    essa nao eh uma guerra territorial

    nao se trata das MALVINAS

    INGLATERRA CONTRA A ARGENTINA

    E SIM

    de um menino sequestrado

  141. jsp722

    Engana-se o articulista em seu comentário acima. Secretários de estado e ministros não se metem em assuntos de competência exclusiva e soberana da Justiça. Obama e Clinton, que são políticos em busca de agradar a opinião pública, estão querendo seqüestrar a soberania da Justiça brasileira, mas Lula, que não é bobo, dirá que nada pode fazer, porque se trata de matéria de competência exclusiva e soberana da Justiça brasileira. Até porque, como se viu, o assunto nada tem a ver com a Convenção de Haia, mas é um simples caso de guarda de menor, regido pela lei civil de família brasileira.

  142. gthomas

    jsp722 (com medo de revelar nome e identidade, TIPICO)

    erro seu, pois o caso foi levado AQUI PRA WASHINGTON DC PELO SEU QUERIDISSIMO CELSO AMORIM

    QUEM COMECOU COM A TRANSACAO INTERNACIONAL FOI O SR AMORIM, cumpanheiro do LULA

  143. gthomas

    DA TRADUTORA OFICIAL DO BLOG, A EZIR

    E-mail do Barack Obama
    DE: “Senador OBAMA”
    PARA: XXXXXXXXXX@comcast.net
    ENVIADO:QUARTA-FEIRA, 29 OUTUBRO 2008 2:29:30 TARDE, GMT -06:00 US/Canada Central
    ASSUNTO: Mensagem do Senador Barack Obama
    PREZADO SR. Christopher:

    Obrigada por me contatar a respeito dos esforços do Sr. David Goldman para retornar seu filho, Sean, aos Estados Unidos da América.È uma satisfação poder apreciar seu ponto de vista sobre este caso.

    Como pai de dois jovens filhos , meu coração se solidariza com a família GOLDMAN.Como o SR. sabe,, o filho do Sr. Goldman, Sean, e a esposa brasileira dele
    viajaram para o Brasil em 2004 para visitar a família materna.Uma vez no Brasil, a esposa dele decidiu permanecer no país com o SEAN sem o consentimento do pai, sr. Goldman, e pediu divórcio. De acordo com o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e Adolescente e a Embaixada Americana no Brasil,os EUA estão acompanhando de perto as autoridades centrais brasileiras para que se efetive o retorno de SEAN ao seu lar, respaldado pela CONVENÇÃO DE HAIA sobre os Aspectos Civis de Desaparecimento e Sequestro de Crianças.À medida que o processo se desenvolve, o sr. pode ter certeza de que me manterei informado sobre o andamento de tudo.

    Grato novamente por me escrever. Por favor , mantenha contato para que possamos acompanhar o caso.

    ATENCIOSAMENTE,
    Barack Obama
    Senador dos Estados Unidos da América

    —————————————
    Tradução :Ezir Paiva/mar/09

  144. gthomas

    Obama, na epoca ja eleito presidente dos USA, ainda tinha que assinar SENATOR Barack OBAMA

  145. jsp722

    Ora gthomas, a corrupção sistêmica da justiça norte-america é notória. Esta semana mesmo dois juízes confessaram que aplicavam penas de prisão absurdamente longas a menores acusados de infrações, apenas para beneficiar o sistema prisional privado (que fatura dinheiro público em proporção ao número de internos), do qual os juízes recebiam vultosas quantias e apoio eleitoral. A suprema corte norte-americana neste instante está discutindo se alguém pode ser julgado por um juiz que recebeu 3 milhões de dólares da parte contrária para sua eleição (o que foi admitido por todas as instâncias inferiores), e a maioria dos juízes jś disse que sim. Os casos de condenação à morte de inocentes são inúmeros e comprovados, sempre a serviço da ideologia (também corrupta) de vingança que a rege. Essa corrupção institucionalizada, sistêmica, tira qualquer credibilidade da justiça norte-americana, que, com relação à brasileira está na idade da pedra. E é notável que quando você fala de corrupção da Justiça brasileira não aponta o único caso em que esta ficou patente, o da proteção imoral do banqueiro e bandido Daniel Dantas — o que mostra de que lado você está.

  146. Estamos fazendo uma “leitura” de matérias publicadas, que envolvem “as duas partes”. Saímos, finalmente, daquela postura unilateral. Guerra psicológica, emocional? Yes! MIDIÁTICA!

    Arre!!! “Torcemos” para que justiça seja feita – pelo bem, BEM MAIOR, do garoto Sean! O pai afetivo, viúvo, jovem e com duas criancinhas órfãs sob seus cuidados. Ele é “culpado” por ser rico; e pertencente a família de tradicionais juristas brasileiros?

    Esqueça, da convenção de Haya, por enquanto, por favor. Aguardemos …

    CONCEITOS: PAI BIOLÓGICO: sêmen, liquido seminal, esperma
    CONCEITOS: PAI AFETIVO: amor, carinho, dedicação, cumplicidade, responsabilidade, etc…

    Fico me perguntando quais seriam os critérios que a opinião publica dos USA adota para definir um e outro. Aqui, no Brasil, idem! Estamos falando na “força midiática”? Analisemos …

    Por exemplo:
    Pai biológico. O astro “pop” Michael Jackson …

    Acusado por familiares de suas supostas “vítimas de abuso ao menor” (10 acusações, 4 delas de pedofilia, lembram-se?) foi absolvido, lá na Califórnia, em 2003 ou 2004, não me lembro.

    JUSTIÇA E JURADOS (12 a 8, me parece – também não me lembro – unanimidade???) decidiram que o suposto “réu” era inocente. Um pai sendo acusado de abusar dos filhos dos outros e a opinião pública? Atrás do “ídolo? Paparazzis e fanzocas mil!!!

    O “show midiático” que se promoveu antes do julgamento do astro-pop clamava por JUSTIÇA ÀS VÍTIMAS (crianças) desse suposto pedófilo? Não, pelo que todos vimos.

    Essa mesma mídia, inclusive, divulgou que o astro-esquisitóide “calou a boca” dessas famílias indenizando-as com
    somas astronomicas, para “consertarem” suas vidinhas anonimas e sem nenhum glamour e/ou flashes. Chegaram a retirar, da Corte, as “acusações contra o astro” – “dizem”.

    Gravou, a posteriori, uma música de nome “One more chance”, de autoria de um outro “acusado de pedofilia”.

    A opinião pública, composta por mães e pais, daquele país, mobilizou-se para, pelo menos, fazer campanha publicitária de apoio e solidariedade à essas vítimas (crianças)?

    Não, pelo que sabemos! O excentrico e bizarro (segundo a mídia) pai biológico continua com sua vidinha e seus filhinhos. Vidinha … de “pai”. Alguém está “preocupado” com suas criancinhas”? Espírito humanitário com criancinhas? Não sabemos.
    Está voltando … à “midia” …

    Outro “astro popular”, esse conhecido mundialmente também – o “maior atleta de futebol (soccer) do século passado”. Pai biológico de uma moça que faleceu há uns dois anos atrás!

    Essa, lutou a vida inteira pelo “pai afetivo” que nunca teve – e que se negou, pelo que se sabe (mídia) a ir visitá-la já no leito de morte.

    O astro do futebol, no seu segundo casamento, quis, talvez num gesto de egocentrismo, dar seu sobrenome à garota. O pai biológico, ex-marido da mãe da criança, contestou e ponto! Resolvida a questão, sem maiores estardalhaços! Discreto!!!

    Apresentadora de televisão, ex-modelo internacional teve um filho com famoso roqueiro, ingles. Ela, pelo que se vê, através da mídia, coloca pai e filho em contato. Casou-se com outro poderoso do mundo televisivo. Não tem filhos. Ele os tem, de casamento anterior.

    Suponhamos que, por uma intercorrencia qualquer, viesse a falecer. Será que esse pai biológico do garoto (que, parece, tem mais uns 5 ou 6 filhos) recorreria à Justiça para requerer sua “guarda”? Parece que mamãe, padrasto e garoto vivem muitíssimo bem e todos gozam de excelente saúde.

    Que pais são esses? Qual o conceito de “paternidade”? Quem ama, cuida – inclusive da imagem que “vende ao mundo” como tal? Como pai? Como “astro televisivo” … da “hora”?

    Caso Goldman: Patrocinadores??? Família dele? Avós paternos, tios, primos, etc. do garotinho Sean? Tem ou não tem? Acredito que esses dados sejam muito importantes, você, não?

    Um beijão a todos! Tchau!
    Susan

    Os Presidentes, nosso e do país dêle? A agenda de ambos prevê outros assuntos a serem tratados, principalmente o “nosso” e o “deles” bio-combustível. PARCERIA, NÃO-ADVERSIDADE, será o mote do encontro – pelo que está sendo divulgado.

  147. Luiz

    Não mas não são engraçadas mesmo. Um fato que deve ser levado em conta é que casamento é um estado civil que uma pessoa jura respeitar o próximo em dificuldades ou nas facilidades. Tá, eu sei que é um bla bla bla, mas todos sabem que o casamento virou algo banalizada pela sociedade através de fatos como a separação e etc. Uma coisa que não pode haver é a quebra abrupta desses laços chamado casamento , assim como ocorrer um casamento repentino e sem um cálculo planejado das consequências que virão disso tudo. Medindo tudo isso, a única conclusão que se tira é que a felicidade reside no dinheiro, única e exlcusivamente, até porque a mulher teve um filho com um homem de uma família abastada e influente depois de alguns anos, mas quando esteve em uma situação financeira nada agradável, ela simplesmente recusou esse papel de esposa mantenedora da casa. Só acho isso um pouco patético quando se refere ao caso da mulher ou do próprio ser humano: a falta total de um pensamento a longo prazo e um interesse profundo em algo chamado dinheiro.

  148. gthomas

    jsp722
    esse eh o teu numero de presidiario? Eh por isso que vc eh obcecado por leis e juizes?

    Recomendo que leias Franz Kafka: Processo, Castelo, Metamorfose, Contos, Carta ao Pai (alias, bem pertinente nesse caso),etc

    tchau!

    PS: essa ideia de “estar de um lado ou de outro eh ridiculo” – coisa da epoca da GUERRA FRIA. MORREU COM A QUEDA DO MURO DE BERLIN, JA OUVIU FALAR????

  149. jsp722

    Ora gthomas, não se descontrole! Quem está obcecado com a justiça brasileira é você e não eu, vejá o título de seu artigo!

  150. jsp722

    O Brasil Virou o Paraíso da Bandidagem Judicial. Logo, quem está obcecado com justiça e juízes e você, queridinho.

  151. Fran

    Muito Obrigada Pacheco!
    Eu ja tomei essa atitude sim, O processo contra violencia domestica esta correndo…
    Aqui em Ohio…
    Se ele for a cadeia, eu fico integralmente com as criancas…
    Do contrario…vejo mais briga pela frente…

  152. gthomas

    Quem acha o Kafka um idiota nao tem espaco nesse Blog
    Vamp, corta esse imbecil daqui, please.
    ele tinha que baixar o nivel. Putz…quando os argumentos nao bastam, apelam pra palavrao…

  153. Paulo Fonseca,adv

    Há muito que venho acompanhando essa matéria, pouco divulgada, no nosso país, através de outro site como o Consultor Jurídico, onde exerci alguns poucos comentários .
    Tenho certeza que o saudoso ministro, com quem tenho fotos no calçadão do Leme, não aprovaria o posicionamento dos seus consanguíneos.
    Creio, também, que o STF aplicará a Convenção de Haia em favor do cidadão estadunidense.

  154. Paulo Fonseca,adv

    gthomas:
    não seria Técio ao invés de Tarso?

  155. Joana d'Arc

    A metamorfose: O pai que quis virar um monstro?

    Marisa,
    Curiosidade:
    Como vc teve acesso a esta peça?

  156. Ronald.

    Gerald.
    Sobre eu comentar este caso, carramba, é lógico que eu fiquei indignado com tudo isso.
    Esta é a bagunça chamada Brasil.
    Eu nem sei mais o que pensar.
    Este país vive o avesso da justiça, a todo instante vemos casos na imprensa de compra de senteças, em todos os assuntos que aqui são publicados voltamos a escrever sobre (in)justiça, governo, direito e tudo o mais, as v ezes me sinto como um cachorro correndo atrás do rabo; este pai e seu flho cairam na babilônia, pisaram no país errado, talvez com tanta repercursão algo aconteça a favor dos dois, o que me dói muito são os milhares de casos que acontecem diariamente em todos os cantos deste país, casos de descohecidos, do sujeito que ninguém ouve, do cidadão comum, que tem os mesmos direitos de qualquer cidadão, que fica 20, 30 anos esperando uma solução que as vezes nunca chega. Ouj morre ates de ver a mesma
    É o país do absurdo.
    Este caso já está com repercuçåo internacional, Hilary Clinton, blogs….., tenho um pressentimento que tudo dará certo, com a ajuda de todos os envolvidos, não tão rápido, mas para não queimar o tal do filme.

  157. gthomas

    Ronald
    Obrigado por responder e comentar
    LOVE
    G

  158. gthomas

    Sim, eh Tecio Lins e Silva

  159. gthomas

    Paulo Fonseca: sim, ele eh sobrinho do Tecio, grande advogado, pra quem eu fiz um evento no ano 2000, dia do DEFENSOR PUBLICO: A DEFESA DE BRUTUS

    O Tecio eh uma pessoa muitissimo legal.

    Entao nao sei o que esta se passando.

    Tenho certeza que o STF vai devolver o Sean ao Pai e tudo ficara certo. Tenho certeza de que um advogado nobre como o Tecio nao poderia pensar de outra forma

  160. Sandra

    Susan, é verdade que nem todo o pai biológico é pai de verdade, mas há algo que pese contra o pai biológico do menino que indique que seria esse o caso, ou ele só não foi um pai afetivo por ter-lhe sido tirada a oportunidade para tanto?

    E não é verdade que o Brasil privilegia as relações afetivas e o bem-estar da criança. Aqui vale a regra: a pior família é melhor que a melhor instituição. Um outro dia, vi uma entrevista duma menina que cresceu num abrigo. Ela conta que ficava muito triste, pensando na razão de nunca ninguém ter desejado adotá-la. Então descobriu que umas três pessoas tinham tentado, mas que a adoção não tinha sido permitida pela família biológica. Ficam tentando consertar a família, e, às vezes, nem retiram a criança dela. Ela fica sofrendo maus-tratos ou no abandono.

    E o Brasil lutou e conseguiu a guarda de crianças sequestradas e muito bem adaptadas aos novos países e às novas famílias. Se quebrar a lei QUE JÁ O BENEFICIOU, não poderá mais fazer uso dela. Todas as nossas crianças virarão potenciais vítimas de sequestros.

  161. Sandra

    Fran, se o pai biológico do menino for um monstro como a pessoa sobre a qual você falou, é lógico que não deve ter a guarda da criança. Mas, não está parecendo ser esse o caso. Não podemos fazer todos os pais biológicos pagarem por aqueles que não merecem o título de pais.

  162. Sandra

    “é assunto para a brava e experiente Justiça brasileira, não para a corrupta justiça americana”

    Isso foi ironia, não?

  163. gthomas

    Sandra: (estou de saida) mas…..nao foi ironia nao.
    Existem esses imbecis mesmo. A gente, depois desse tempo todo de blog ainda nao se acostumou. Impressionante.
    LOVE
    G

  164. Sandra

    Pacheco, é só vir em casa! Avise quando vier a Sampa.

    O Gerald só sei que verei em NY. Em Sampa ele é mais disputado que macarronada às quintas.

  165. Sandra

    Beijos Gerald! Eu também estou saindo! Hoje estou mais nômade que você!

  166. Ekran

    Sobre o possivel “mal estar” com as ineficiencias da justiça dos EUA, aos “brazucas” de plantão eu gostaria de lembrar que é a Casa Branca (o executivo e não o judiciario) que está atuando agora no caso. No jornal O Globo de hoje menciona-se que a questão “Sean” pode atrapalhar a pauta do encontro de Lula com Obama.

    Tem uma materia muito oportuna no sempre oportuno New Yorker sobre o inicio desse governo Obama e o que ele significa em relação a gestão “W” Bush.

    Se estivessemos em dias de BushAmerica, eu temeria a intervenção da Casa Branca, mas agora considero essencial que os presidentes de ambos os paises façam a mediação diplomatica que este caso requer, abrindo espaço para outras mediações de casos semelhantes.

    Obama em seu primeiro discurso sinaliza que terá como prioridade a vida do cidadão norte-americano e não o seu status como empresario ou investidor da bolsa. O caso “Sean” diz respeito a todas as familias nos EUA que podem passar pelo mesmo problema, seja no Brasil, seja na Europa ou num pais do Oriente Medio.

    Se o Brasil souber aproveitar a oportunidade, poderá se diferenciar em relação aos demais paises que ignoram convenções e tratados internacionais, como o Irã , o Paquistao e
    a Coreia do Norte.

    O Brasil pleiteia espaço para questionar protecionismos na OMC e acordos bilaterais que nos prejudicam, eis o momento do “quid pro quo”.

    Antes fazer isso com Obama e Hillary (apesar do “smart policy” dela que eu questiono) do que com um bando de congressistas radicais que invocarão o nome de Deus ou diante de um juiz de uma corte dos EUA que também não vai pensar em normas internacionais e vai fazer justiça “a moda local”.

    Sem diplomacia, esse caso não se resolve.
    Obama está aberto a isso, é o que parece.
    Abraços

    Segue o trecho em destaque na materia sobre Obama e o link para o conteudo na integra:

    Comment
    Taking The Job
    by Hendrik Hertzberg / New Yorker
    March 9, 2009

    “For some thirty years, the American political conversation has been dominated by a strain of ideological conservatism that wields market fundamentalism as a sword and cultural populism as a shield. In this speech, the President began to take up the task of reintroducing the public to what once was called, and one day may again be called, liberalism. He would have been perfectly within his rights to focus blame for the nation’s condition on his predecessor and his predecessor’s party, but he made a different choice. (The closest he came was when he said, “A surplus became an excuse to transfer wealth to the wealthy instead of an opportunity to invest in our future.”) Instead, he spoke of “we”—of a common responsibility for the past and the future alike. He was able to anticipate and soothe the reflexive emotions of his opponents while explaining, in undogmatic yet value-laden terms, why the times demand a decisive departure from an essentially amoral exaltation of individual success. “Dropping out of high school is no longer an option,” he said. “It’s not just quitting on yourself, it’s quitting on your country.” That admonition, which won applause from both sides of the aisle, was not directed solely, or even primarily, at the young and underprivileged. It was a metaphorical call to duty and a redefinition of patriotism.”

    http://www.newyorker.com/talk/comment/2009/03/09/090309taco_talk_hertzberg

  167. Maxwell

    Não quis comentar nada até agora osbre esse caso, pois ele é muito polêmico. O que a gente lê é q

  168. Sandra.

    Sobrou esfiha.Tentei pedir lá por cima.

    Raridade de ser encontrada onde estou.

    A noticia aumentou a vontade.

    Bom apetite inclusive nas sobras.

    Gosto mais quando requentadas.

    Capricha ai nas do Chefe.

    A outra Sandra andou me assustando.Ainda bem que fiquei na minha.calado e aguardando.

    Agora só falta aparecer um Pacheco.

    Pior e entram de Donald.

    Rsrsrsrs.

    Abraços gerais.

    Pacheco.

  169. BIQUEI

    Quanto MELHORES são os dados DIVULGADOS pela PETROBRAS, no volume recorde de produção e de faturamento, MENOR é a possibilidade da população ver BAIXAR a gasolina nossa de cada dia.
    Sequer é ventilada a possibilidade de BAIXA de um centavo por litro, isto no governo do trabalhador que nunca trabalhou.
    Como se pode verificar sempre é melhor um DITADOR do que um TRAIDOR.
    Contra la crisis, restaurantes Chávez
    Primero fueron los celulares baratos. Ahora, al presidente Hugo Chávez se le ha ocurrido otra idea para ayudar a los venezolanos en estos tiempos de crisis: “Restaurantes Chávez”

    http://WWW.EL UNIVERSAL.COM.SÁBADO 07 DE MARZO DE 2009
    CARACAS (Agencias).— Primero fueron los celulares baratos. Ahora, al presidente Hugo Chávez se le ha ocurrido otra idea para ayudar a los venezolanos en estos tiempos de crisis: “Restaurantes Chávez”.

  170. Maxwell

    Por ser um caso polêmico, isso acaba dando ênfase às mazelas da nossa justiça.
    O caso é de dificil desfecho jurídico, haja vista a quantidade de coisas podres que lemos em jornais de grande porte sobre o pai da criança. Já li que ele não gosta de trabalhar, que até já recebeu grana, inclusive com recibo assinado por ele, da familia da mãe.

    Se eu fosse o pai, lógico que eu queria ter o filho junto a mim.

    Pai é pai e já que a mãe morreu, até prova em contrário, o filho teria que ficar com ele.

  171. Fran

    Sandra,

    Acredito que nao seja o caso do David…
    Ele me parece sim um ser humano muito digno, e certamente teria que estar com o filho.
    Apenas entendo a Bruna, se ela estava se sentindo sozinha e receosa de alguma explosao de temperamento que ele pudesse ter.

    Ninguem imagina que meu marido faz comigo o que faz.Ele e cortez,inteligente, atraente, e vende-se muito bem…
    Gracas a internet e ao celular que eu comecei a registrar as suas desculpas e fotos apos me violentar e consegui comprovar o que ele faz…
    So assim que eu estou conseguindo me libertar…
    Ninguem espera passar por isso…

    O Joao Paulo sim que deveria devolver a crianca, e o David precisa ser maior que o mundo e permitir a visitacao dos avos se ele nao quiser aniquilar ainda mais o coracao do pobre Sean que provavelmente ama a todos nessa historia…
    Peace… we all need…
    By the way…
    I hate Flags, Borders, Nation Conventions…
    All of that makes no sense at all!!! Aren’t we all HUMAN BEINGS??????????????

  172. Sandra.

    Estando o caso do Goldman no STJ e com a repercussão que existe eu não duvido que o menor vá sair legalmente com o pai.

    Mas a decisão final será dada depois que o caso for finalmente julgado lá onde tudo teve inicio.

    Concordo quando afirmas que a prioridade deve ser o Sean, mas feliz ou infelizmente só me parece existir esta saída como a mais provável de atender e resolver mediando todas as partes.

    Acredito que se o menor fosse devolvido ao Goldman quando ele veio munido de determinação da corte americana tudo estaria resolvido ha tempos.

    O complicador está justamente nas diversas manobras e escapes encontrados para evitar a determinação inicial.

    Se não der este resultado ao menos eu terei a certeza de que a justiça: não é tão cega como dizem, comprou um aparelho de surdez esta aprendendo a falar.
    Inclusive depois que eu vi e assisti o Renan Calheiros rindo no senado ao lado do Collor desconfio que em breve ela vá comprar um par de muletas.
    Meu medo maior é que em pouco tempo ela resolva procurar o Doutor beleza para uma plástica GERAL. Pior ainda se ela cisma de completar tudo com roupas da Daslu.

    Quem vai pagar a conta?

    Adivinha?

    Obrigado.

    Pacheco.

  173. fhorylka

    Aí vai a tradução do texto do email do presidente Obama. Caso David… A tradução não é muito boa, tirei do tradutor do Google… Mesmo assim dá pra entender.

    Tradução: inglês » português

    E-mail do Barack Obama
    “From: “Senator Obama”
    To: XXXXXXXXXX@comcast.net
    Sent: Wednesday, October 29, 2008 2:29:30 PM GMT -06:00 US/Canada Central
    Subject: Message from Senator Barack Obama

    Dear Christopher:

    Thank you for contacting me regarding David Goldman’s efforts to return his son, Sean, to the United States. I appreciate having the benefit of your perspective on this matter.

    As a father of two young children, my heart goes out to the Goldman family. As you know, Mr. Goldman’s son, Sean, and his Brazilian wife travelled to Brazil in 2004 to visit with the maternal family. Once in Brazil, his wife decided to remain in the country with Sean without Mr. Goldman’s consent and filed for divorce. According to the Department of State’s Office of Children’s Issues and the U.S. Embassy in Brazil, the United States is working closely with the Brazilian Central Authority to pursue Sean’s return under the Hague Convention on the Civil Aspects of International Child Abduction. As this matter develops, you may rest assured that I will keep your concerns in mind.

    Thank you again for writing. Please stay in touch in the days ahead.

    Sincerely,

    Barack Obama
    United States Senator”
    E-mail do Barack Obama
    “De:” O senador Obama ”
    Para: XXXXXXXXXX@comcast.net
    Enviadas: Quarta-feira, 29 de outubro de 2008 2:29:30 GMT -06:00 EUA / Canadá Central
    Assunto: Mensagem do senador Barack Obama

    Caro Christopher:

    Obrigado por entrar em contato comigo em relação David Goldman’s esforços para retornar o seu filho, Sean, para os Estados Unidos. Aprecio ter o benefício de sua perspectiva sobre este assunto.

    Como um pai de dois filhos pequenos, meu coração vai para a família Goldman. Como sabem, o Sr. Goldman do filho, Sean, e sua esposa brasileira viajou para o Brasil em 2004 para visitar com a família materna. Uma vez no Brasil, sua esposa decidiram permanecer no país com Sean sem o consentimento do Sr. Goldman e arquivados para o divórcio. De acordo com o Departamento de Estado do Gabinete de Assuntos da Criança e os E.U. Embaixada do Brasil, os Estados Unidos está a trabalhar estreitamente com a autoridade central brasileira para prosseguir Sean o retorno ao abrigo da Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis do Rapto Internacional de Crianças . Como esta questão desenvolve, você pode estar certo de que irá manter as suas preocupações em mente.

    Obrigado novamente por escrito. Por favor fique em contato nos próximos dias.

    Atenciosamente,

    Barack Obama
    Estados Unidos Senador ”

    Abraço.

  174. Partes em litígio se insultam reciprocamente.

    Inventam umas das outras.

    Nem tudo que é publicado ou dito necessariamente corresponde à verdade.

    A verdade sempre aparece.

    A mentira tem pernas curtas.

    Podemos mudar de assunto?

    Ou vamos ficar repetindo:

    O QUE VAI SER CONSIDERADO É O PORQUÊ UMA ORDEM JUDICIAL NÂ FOI CUMPRIDA UMA VEZ QUE EXISTE UM TRATADO.

    NENHUM JUIZ NORTE AMERICANO IRIA ASSINAR UM DOCUMENTO DESTA IMPORTANCIA SE NÂO FOSSE MATÉRIA DEFINIDA EM LEI.

    E por mim é ponto final

    Aguardo nova postagem.

    Enviando ao Sean e ao Goldman uma boa viagem.

    Obrigado.

    Pacheco.

    O pior é que está virando moda. O Donald mandou me avisar que está pensando em não voltar.
    Pato tratante. Quando partiu nada indicava que não voltaria.
    Desconfio que ele esteja premeditado.
    Espero que ele não diga aos seus amigos e compatriotas que eu o tratava mal.
    Ir morar lá com ele é quase impossível.
    Vou trabalhar aonde?
    Viver de que?
    Porque será que ele não me avisou do que pretendia fazer?
    Não gostava mais de mim?
    Se eu soubesse disto não o deixaria ter ido tão facilmente.
    Afinal nos éramos muito chegados e tínhamos compromissos.
    Estou meio perdido..????

    Esperem… Acho que já vi este filme. O negócio é contratar logo um advogado.

  175. Aqui neste blog não sou necessário.

    Tá sobrando tradutor.

    Quem foi que me chamou?

    Quem paga a corrida do taxi.?

    Aprendi a lição.

    Onde tem Ezir tradutor não bica.

  176. Ezir.

    Bela tradução.Parabens.

    Eu chego lá.

    Oras pois,pois.

  177. mineiro

    Estes somos nós brasileiros. Quando é que vamos tomar jeito?

  178. Paulo Fonseca,adv

    gthomas:
    By the way, o saudoso ministro trata-se do
    probo Evandro Lins e Silva.

  179. Maxwell

    Justiça há de ser feito, e falaremos do assunto enquanto for necessário. Eu não acho que os jornais estejam só mentindo não, tem um fundo de verdade. Parar de falar do assunto só porque está repetitivo, não vejo motivo de parar de falar do caso.

  180. mnc

    Ola saudações tds,
    Uha estou aki desde depois d almoço, esmiuçando todos os dados expostos neste post…
    Por partes…
    Santana, certo que foi sincronismo da esteira mental, que fez a gente trazer o mesmo poema do Gibran de lá do inconsciente coletivo…
    Caso Goldman,,,colocar se no lugar da Bruna…Estou em Milão, mestrado de moda, bem sucedida.
    Por destino ,como mesmo relata, eles se conhecem
    ..etc…David modelo em fim de carreira, desavisado n sabia que essa carreira tem prazo de validade,o sem noção n se preparou p esse dia,…Visualisa Bruna, um baú…vão p USA, nasce um filho, David n é muito chegado no trabalho tem cara de quem já nasceu cansado…quem tem… que ralar é ela, a sensação de cavala de raça puxando carroça, vira professorinha de Italiano, David de dia Maria, a noite não virava João nem p gigolô serve, perdeu o interesse sexual por ela..ainda por cima o camarada começa a ter chiliques e calundus, esmurrando móveis e esbravejando. quem em sã consciência suportaria esse calvário…

    O casamento foi registrado na embaixada brasileira
    O menino tem dupla cidadania, brasileira e americana, assim que ele nasceu foi registrado na embaixada brasileira.
    A lei brasileira reza, processos envolvendo menores correm em segredo de Justiça.
    A Justiça brasileira é soberana.
    Não há fato jurídico que configure Hague.
    Tem parental travel consent nos autos.
    O David sabia perfeitamente onde seu filho estava,
    Após quatro anos aparece uma semana depois da morte trágica, deve ter sido eclampsia pós parto, imagina não esperou nem a família guardar seu luto, e assimilar a perda avassaladora.

    È evidente que o filho p ele é sua galinha dos ovos de ouro, um business…
    Já levou cento e cinqüenta mil verdinhas, e a casa que era de Bruna, é pouco, com a custódia vai virar tutor e colocar as mãos na herança de Sean e daí p frente em muita grana, do jeito que a coisa tá, essa crise…largar esse osso nunca.
    Fora a notoriedade virou celebridade.

    Ah o sapinho verde da perna quebrada, que esqueceu de consertar, nem presente sabe dar ao filho, me poupem…um menino de nove anos não se interessa mais por sapinhos de borracha com perna quebrada, o distraído nem se toca que o menino está pre adolescendo…

    No You tube…

    Ele até que decorou o script, mas é um péssimo ator.
    Postura, olhos sempre b baixo a direita.
    Mãos entrelaçadas, conversa p dentro…
    As palavras podem mentir, mas os olhos, gesto, inflexão de voz não.
    Não precisa ser neurolingüista p perceber.

    Fran solidarizo c vc, imagino sua imensa dor, sinceramente espero que DEus lhe dê coragem e abra todos os caminhos p vc .

    Abraço fraternal.

  181. mnc

    Em tempo,
    Ainda na matéria um dia na vida de David.
    O David deixou subtendido que não votou em Obama, porque o vice Joe na época senador não o apoiou em sua causa…
    Veio aqui com um senador republicano…

  182. Maxwell

    Viram a foto delle sorrindo, explicando que “volta ao poder com os pés no chão”, mas sem dizer onde vão estar as mãos.

  183. rubens corte rteal de carvalho

    é impossivel acreditar em tanta injustica para um unica familia agora que o presidente americano se posiciona publicamente porque o nosso presidente brasileiro não abre asua caixinha de frases prontas para se posicionar tambem pois o caso e de envolvimento de estados. Estou envergonhado de ouvir tanta injustiça por parte do comando ( vamos chamar assim) judiciario

  184. Maxwell

    Estranho foi a secretária Hillary Clinton pressionando Lula para que ele interceda em favor do pai americando que reinvidica a posse do filho da mãe brasisleira. O problema é que o desfecho dessa história, altamente polêmica, depende da justiça brasileira, e só a ela cabe decidir. Alguem deveria ter perguntado à ex-primeira dama dos EUA se na sua terra é comum o Executivo interferir em decisões do Judiciário.

    Apesar do nosso judiciário.

    Se o Lula interceder o Gilmar Mendes manda decapta-lo.

  185. Maxwell

    Será que os meninos gêmeos da menina de 9 anos teríam o direitor de viver, mesmo em detrimento da vida da garota?
    O estrupo para igreja católica não vem ao caso. O arcerbispo de Olinda excomungou a mãe da menina que aturizou o aborto e os médicos que realizaram.
    Em nome da vida, ele queira obrigar a menima correr o risco de morte.

  186. Oi, Gt e pessoal.

    Comentei sobre a pensão, mas concordo com vc: se vc não concorda com a ida da criança e a separação e quer processar por sequestro, pagar pensão seria surreal.

    A minha história é bem diferente. O pai biológico nunca tinha tido contato com a criança e queria criar caso para assumir. Como eu já estava casado com minha mulher, fui à justiça e assumi eu mesmo, ignorando-o.

  187. Reinaldo Pedroso

    07/03/2009 – 11:50
    Enviado por: Sandra

    Legalista como és, negas o cumprimento da Convenção de Haia e do Código Civil brasileiro? E mais, discordas do Gerald?!
    Concordo contigo, o melhor para o Sean seria ficar no Brail.

  188. Tene Cheba

    João foi para o parque, brincou meu Deus, João pois a pipa no alto, João suspirou, João comeu Medéia, abandonou João.
    Deixou-lhe um filho, que não era seu, deixou-lhe um brinde que não era seu.Mas seu sobrenome se mantinha, se manteve, e neste David quero Sean, meu pai, meu destino.
    Foda-se as razões, descarreguem as cargas, que se vá Sean, que fique a saudade, que fique no teu coração, os Joãos de Deus.Tem a Chiara, e eu supostamente não tenho nada, que se vá Sean, este país não te acolhe, nem na sua opção, mas coma açaí, bate valente, nas aletas cegas, ou congeladas com mais sabor, naquele gosto de terra, o ferro abundante que enterra as nossas terras. Vá Sean.

  189. Reinaldo Pedroso

    Se já decorreram os 12 meses previstos em uma exceção do Tratado de Haia, se afetiva e materialmente o guri ficaria melhor no Brasil, se o David aceitou 150.000 dólares dos avós de Sean, não interessa.
    “Lei é lei.”

  190. Sandra

    Reinaldo, só para esclarecer, essa Sandra a quem você responde não é a que comenta usualmente nesse blog.

  191. Tene Cheba

    Limos , musgos, lamas.
    Pedras, mitos, macas, areias,
    minhas vidas, minhas relvas,
    mascadas.
    Muros, males, impetuosidades.
    Miscas, anzóis sem iscas.
    Meclas, macras, micras.
    Fodam -se o mundo, foda-se todos.
    Pecados das almas que não pulsam,
    eu, meu primário ser, não vou te ver.
    Pedras, britas, rochas detonadas.
    Meu privado ser, minha candura, sou o ser expandido, mínimo,
    ilustrado, a caricatura da loucura, a esquizofrenia, mentes sem mentes que não mente.

  192. gthomas

    Rubens Corte Real
    QUE BOM te ver por aqui

    Mais tarde comento os comentarios.

    Entrei rapidinho

    depois explico quem eh o Rubens!

    Amanha nao percam entrevista com o David Goldman no Fantastico.
    LOVE
    Gerald

  193. Luciana

    Como podemos saber qual o melhor lugar para o Sean, só ele pode saber, ninguém mais.

  194. Luciana

    Ele tem duas pátrias.Duas famílias, os avós maternos e o pai biológico.Com seus avós e familia materna certamente ele está em boas mãos, como também com o pai biológico.Será que não seria do caso de entrarem num acordo onde os dois lados ficassem bem.

  195. Tene Cheba

    Este mundo de Deus, eleva sobre ti, a corrupção.
    Este mundo importante não lhe importa.
    As vezes penso nas terras de Abraão, mas o grande muro, deslamenta a minha presença, então eu choro, suplico a gratidão.
    E eu, noturno, penso, nas várias faces do poder.
    Não sei, é tão duvidoso, não sei se de peperonni ou margueritha, qual a mussarela, a mortadela.Não sei qual a minha latitude, se meu coração explode, implode, ou bate igual ao surdo.
    Mas, afinal, não sei.

  196. Luciana

    O Sean é um menino de sorte apesar da morte prematura da mãe, ele tem duas pátrias, e tem família, mesmo que não seja com os pais juntos, ele tem os avós, deve ter tios,primos do lado da mãe, e do pai também.

  197. mnc

    Maxwel,
    Um no sense…
    Na Doutrina da Igreja Católica tem cada coisa do arco da velha…
    Mastubação é peccado maior do que assassinato.
    O crápula do padrasto n foi excomungado, porque estupro n é configurado na excomhnão.
    A mãe e médicos sim excomungados, aborto é razão para tal…
    Ainda sim sou católica, filtro estas mazelas, Jesus n tem nada que ver com essas picunhas do Bispo…alias uma vez teve um o Sardinha que virou refeição.
    Tome tenência seu Bispo.

    Como ja foi em outro coment, é a Opus Dei dando as cartas…
    Jesus me abana…

  198. Maxwell

    As coisas estão degringolando
    A pistola não para de funcionar
    Almas partem todos os dias para o alem
    Filhos órfãos
    Balas perdidas
    Crimes sem punição
    Polícia violenta, cidadãos arredios
    Estado omisso
    Estado violento
    Não há medida para a vida
    O homem é lobo do homem
    Homo-bio prevalesce sobre o homo-sapíens
    No plano baixo
    O home rasteia
    O homem semeia sem saber
    A sua própria destruição

  199. João Pedro

    É muito estranho que este pai apareça somente após a morte da mãe. Por que será que ele não apareceu antes? Não iniciou esta mesma campanha à época da separação?
    Ele deve sim, estar de olho na gestao dos recursos do garoto, herança da mãe, deve ser um bom vagabundo…
    E ainda por cima, trambiqueiro, coletando dinheiro em um site, aproveitando a imagem do garoto para se dar bem.
    NENHUM APOIO A ELE!!!!!!! Vamos ouvir o outro lado, OK? Deve ter muita coisa por trás que ainda não se soube.

  200. Luciana

    Realmente fanatismo de qualquer origem é uma praga para a humanidade.

  201. Maxwell

    mnc,

    Acho que o estado tem que ser laico. Religiões não tem nada que dar pitaco nas coisas de estado.
    Lembra das cruzadas medievais.
    Matavam-se em nome de Deus.
    Também não tem nada de religião oficial. No Brasil dizem que o catolocismo é a religião oficial, não concordo. Somos um país de inúmeras religiões, e não temos que eleger uma oficial.

  202. Tene Cheba

    Não chore, esse país não é ilustre,
    Por lá tem Miame, não tem mame, mas tem New York Time.
    Oh Sean, pense bem, que tal babe, João ou Johnny, David ou Golias?
    Por aqui as ruas estreitas, os mares sem cristas, o Sol de janeiro.
    Por aqui tem cajá, não tem maçãs, mas tem caju. Por aqui a relva é rala o mundo é raso, mundo menor.

  203. Maxwell

    Uma das coisas mais pífias da igreja católica é a infabilidade papal. Como podemos conceber tal coisa, se todos nós somos passíveis de erro. Este é apenas um dos dogmas da igreja católlica.
    Mesmo não concordando com os dogmas, mas este é o mais contra mão de todos.

  204. Edward

    Agora, Gerald, fale deles!

  205. Edward

    sem generalizações,claro. só tô postando para todos nós ter um idéia de que há sangue ruim e sangue bom em qualquer lugar. Ainda não vivemos totalmente no inferno e nem no céu.

  206. mnc

    Todas as Marias, Madelenas, Evas e Sofias que orbitam nesse blog, um feliz dia nosso.
    Vou me dar o sonhado pic nic,,,
    Deeem a si mesmas um dia de luz e festa.
    Abraço grande meninas e força na peruca.

    Luciana,
    Uma boa noite p vc.
    Fique bem menina.
    Acho vc uma peça rara.
    Aproveite o domingo p espairecer.

  207. Edward

    agora, o que é a policia alemã, hein? É um exemplo de policia para todo o Brasil. no video, acho que eles já sabia qual era o limite da brincadeira, regada a um bebidinha, até quando a coisa pediria uma intervenção policial. acho que me fiz entender.
    aqui, no Brasil, os policiais querem nem saber o que é diversão, brincadeira de mal gosto ou briga mesmo, cairia mantando e até atirando. Aqui no Brasil, uns policias se acha a lei, o juís e o juri. Aí nas europas, tipo na alemanha, pode se levar a arma para casa o policial? aqui no Brasil pode. (…)

  208. Maxwell

    Más notícias não faltam na pauta do noticiário brasileiro, eis algumas:

    – casal friamente atirado de um penhasco no rio de janeiro;
    – castigo imposto aos assaltantes pelos traficantes, agindo como justiceiros;
    – juíza com indiciamento pedido pelo STJ por corrupção e formação de quadrilha fora promovida a desembargadora por unanimidade pelo Tribunal Regional Federal, onde está a voz do Supremo, que gosta tanto de manifestar fora dos autos sobre todas as coisas?;
    – funcionário do senado dono de uma casa de R$ 5 milhões, humilhando com a nossa capacidade de poupar, 250 funcionários demonstrando admiração pelo adquirido, sem importar como;
    – Igreja católica condena o aborto da menina de 9 anos, vitima de estupro do padrasto e uma gravidez de gêmeos de alto risco, arcebispo de Olinda excomunga médicos e mãe da garota;
    – Hillary Clinton pressionando Lula pra interceder em favor do pai americano, que reivindica a posse do filho com uma brasileira, o caso é polêmico, e só depende da justiça brasileira e só a ela cabe decidir;
    – A “volta de Collor ao poder com os pés no chão”, mas sem dizer onde vão estar as mãos.

    Isso mostra um pouco a crise moral e de costumes que, entre outras caracteriza o cinismo, a inversão de valores e a afronta ao bom senso em nosso país.

  209. gthomas

    EIS O LINK DO FANTASTICO QUE VAI AO AR AMANHA

    http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM978415-7823-VEJA+NO+FANTASTICO+GUARDA+DE+MENINO+VIRA+DISPUTA+DIPLOMATICA+ENTRE+BRASIL+E+EUA,00.html

  210. Tene Cheba

    Mecas, micas e mucas, muitas mínimas, poucas máximas, pinas, sinas mistas.Nenhum muro caiu, falsas ilusões, Berlin sitiada, pequena Berlin. Mas minha Jerusalém não tem muros, Berlin não está cercada, Hitler não existiu, os dinossauros não foram extintos, um cometa não caiu.Não implore pela hipocrisia, não importe o amiúdo.

  211. Carol

    Amanhã todos vendo Fantástico! (mas acho que as opiniões já estão formadas não?)

    Acho que ele volta pro pai mesmo, é isso aí…mesmo se o pai não for “lá essas coisas” (tipo meio cafajeste, não maníaco ok?)é pai, tem direitos.
    Se é bom ou não pro menino….outra história que ninguém aqui vai saber, talvez nem os envolvidos…nem tem o que discutir

    Se o cara é tão sacana e quer faturar grana, não é vendendo canequinha né?
    Escreve um livro , vende os direitos pra Hollywood ….ou o caso acaba sendo copiado numa novela por aqui mesmo…

  212. Ekran

    Alberto Dines, no Observatorio da Imprensa

    CASO SEAN
    O reverso da xenofobia

    Por Alberto Dines em 6/3/2009
    Comentário para o programa radiofônico do OI, 6/3/2009

    O maior mistério que envolve o caso do menino cujo pai americano quer a sua guarda nada tem a ver com a disputa judicial em si. O que intriga e preocupa é a cortina de silêncio que envolve o caso aqui no Brasil, há mais de quatro anos.

    Este embargo continuou vigorando na imprensa brasileira mesmo depois que a jornalista Dorrit Harazim contou toda a história na edição de novembro passado da revista piauí. Só agora, quando a pressão da mídia americana levou a secretária de Estado Hillary Clinton a tocar no assunto com o seu colega brasileiro, Celso Amorim, é que a imprensa brasileira finalmente despertou. Mas de forma bastante contida, diga-se.

    E porque razão a mídia americana trata o assunto com toda a naturalidade e a mídia brasileira o colocou no index de assuntos proibidos? Simplesmente porque o padrasto do menino pertence à aristocracia advocatícia do Rio de Janeiro, onde tem um dos maiores escritórios de especializado em direito de família.

    Quem tem amigos tem tudo e não apenas no Congresso, também nos bastidores da imprensa. Enquanto no caso da advogada Paula Oliveira, supostamente agredida por neonazistas na Suíça, nossa imprensa reagiu afoitamente contra a xenofobia européia, neste caso, os legítimos apelos de um pai biológico americano são simplesmente erradicados do noticiário… porque o padrasto é brasileiro.

    http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=527CID007

  213. Ekran

    E no Observatorio, outra nota a respeito

    IMPRENSA & DIPLOMACIA
    O fim do silêncio no caso Sean

    Por Ligia Martins de Almeida em 3/3/2009

    O caso do menino americano seqüestrado pela mãe e mantido no Brasil há quatro anos finalmente virou notícia: capa do caderno “Cidades” e página interna do Estado de S.Paulo de domingo (1/03) e matéria em Veja (nº 2102, de 4/3/2009). Tudo porque, num encontro preparatório da visita do presidente Lula aos Estados Unidos, agora em março, os defensores do pai do menino prometem manifestação em frente à Casa Branca.

    Tratamos do assunto neste Observatório (“Uma história que não comoveu a mídia”, 10/2/2009). Até aquela data, as notícias eram raras. Nem a longa matéria da revista piauí, nem o noticiário das TVs americanas foi suficiente para fazer o resto da imprensa se mexer. A Folha de S.Paulo registrou o assunto sem dar o nome dos envolvidos e o Estadão deu uma nota pequena, quando David (o pai) conseguiu ver o filho por algumas horas, em visita feita ao Brasil na companhia de um congressista americano.

    Mas agora que o caso do menino Sean virou assunto diplomático, a grande imprensa parece se sentir na obrigação de tratar do assunto. “Disputa por garoto de 8 anos vira saia-justa diplomática para o Brasil”, é o título da matéria do Estadão (1/3/2009), com direito a cronologia, a partir do ano 2000. A grande novidade da matéria é a palavra da família brasileira do menino e as acusações contra o pai: “Esse cara visa ao dinheiro. Queria sempre se dar bem em toda situação. Tem uma família desestruturada”, disse ao Estadão Luca Bianchi, tio do garoto por parte de mãe.

    Do lado de cá do balcão

    A revista Veja informa que a família de Bruna (a mãe de Sean, que morreu depois de dar à luz a uma menina) “não fala publicamente do caso porque corre sob segredo judicial”. Segundo a revista, a família tem insinuado que Goldman é um aproveitador: “Enquanto eram casados, Bruna sustentava a casa dando aulas de italiano e a vida sexual do casal era um deserto.”

    Agora, que o caso virou manchete porque se tornou o primeiro embate diplomático do Brasil com o novo governo norte-americano, a imprensa resolveu tirar a auto-imposta “mordaça” de que falaram as TVs americanas. E acaba provando que o problema não era de mordaça, mas de pura insensibilidade ou falta de clareza para ver uma pauta que vá além da baixaria. De uma hora para a outra, a vida sexual do casal entra em discussão e até a saúde do pai é debatida. A família brasileira do menino, apesar de ter cedido uma foto dele com a irmã (publicada por Veja), continua se reservando o direito de não falar, embora encha os jornais e revistas de insinuações sobre o pai e o casamento dele com a brasileira.

    E a imprensa acaba preferindo publicar fofocas a tratar o assunto com a seriedade que ele merece. Desta vez estamos do lado de cá do balcão. Mas e as crianças brasileiras levadas do Brasil para outros países? Quem vai falar delas?

    Propositalmente ignorado?

    E, o mais importante, quem vai falar aos leitores sobre como funcionam esses mecanismos legais que permitem – num processo que se arrasta há cinco anos – que a custódia do menino tenha sido rapidamente cedida ao pai adotivo? Veja conta:

    “Temendo que Goldman pudesse pegar o filho de volta com a morte de Bruna, Lins e Silva, seis dias depois do falecimento da mulher, pediu à Justiça a guarda do menino alegando paternidade sócio-afetiva. Com agilidade incomum, a Justiça atendeu a seu pedido no mesmo dia,”

    Seria interessante que a própria Veja e os jornais fizessem um levantamento sobre as crianças na mesma situação (estrangeiros ou brasileiros seqüestrados por um dos pais) e mostrassem porque a Justiça brasileira é tão lenta. Será que os pais e mães vítimas precisam ter dinheiro ou influência para tornar a Justiça mais ágil?

    Paralelamente, a mídia poderia fazer uma autocrítica e explicar se o caso Sean – divulgado pela TV americana e que rendeu uma excelente matéria na piauí, em novembro do ano passado – foi propositalmente ignorado pelo resto da imprensa ou se chegamos ao ponto de só noticiar histórias apimentadas ou fatos que envolvem o governo.

    http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=527CID001

  214. gthomas

    Peco, ou melhor, imploro, que vcs nao publiquem aqui, colunas de outros comentaristas ou blogueiros do IG.
    Por favor.
    LOVE
    G

  215. Tene Cheba

    Poemas, lírios e flores, meus mundos imundos,
    marcos eternos, mares turbulentos, rimas pobres.
    Rimas sem rimas, rumos copiados, mares secos, desertos.
    Mundo imundo, meu coração bate acelerado, válvula ínfima, minima porção, além da alma, o rústico ser, místico sobre mitos, mantos imantados.

  216. Ekran

    No site da Epoca estão as imagens de 2 cheques em que “David Goldman falsificou a assinatura de Bruna”.

    Detalhe: ontem não havia essas imagens no site.

    Os cheques são de Bruna, do Wachovia Bank, de Dezembro/2004.

    Mais uma peça no xadrez desse caso.

    http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63217-15227,00-COMO+VIVE+SEAN+GOLDMAN.html

  217. Sandra

    Uma passadinha para um boa-noite. Beijos em todos! Até amanhã!

  218. S u e

    Boa Noite ,

    Mar.08.2009 – Sunday

    **Dia Internacional da Mulher **’

    Aproveito para deixar a todas as *MULHERES** , fortes , lutadores , vencedoras….aqui participam…

    GRANDE FORCA ,

    Parabens pelo NOSSO dia , dia internacional da mulher…..

    Beijos

    Sue

    PS: Carinho especial a Sandra e Sra *Pachequita* , digo a Baiana….

  219. S u e

    Uma coisa aprendi…Em tribunais , *cortes* casos …de disputas de custodia…em especial quando se trata de filhos e criancas….
    existem sempre tres lados…

    – O MEU (lado do pai)
    – O SEU (lado da mae)
    – E A VERDADE !!!

    Prioridade quando os dois (pai e mae) sao do **BEM** e ficarem com a mae , no caso de mae falecida…o pai BIOLOGICO sempre prioridade….

    Nao tem dinheiro que pague….e visitas ao resto da familia..(avos, tias , tios , etc etc )

    Bjs

  220. Ekran

    Pra quem tiver paciencia, segue um caso similar em que o escritorio dos Lins e Silva advogou a favor da parte (pai) que solicitava o repatriamento de uma criança canadense em situação irregular aqui no Brasil (com a mãe viva).

    http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/testeTexto/anexo/decisao1.pdf

    PODER JUDICIÁRIO
    JUSTIÇA FEDERAL
    SEÇÃO JUDICIÁRIA DO RIO DE JANEIRO
    Sentença tipo A Processo n.º 2005.51.01.009792-9
    Processo n.º 2005.51.01.009792-9
    AÇÃO ORDINÁRIA DE BUSCA E APREENSÃO

    “a autora (UNIAO) pede a busca e apreensão do menor L.B.L. (A CRIANÇA), qualificado nas fls. 06/07, para ser posteriormente encaminhado ao Canadá.

    Como causa de pedir, a UNIÃO sustenta que, em outubro de 2004, o referido menor foi ilicitamente subtraído à guarda paterna, e trazido ao Brasil, pela ré, uma situação que alega estar tipificada na Convenção da Haia sobre os Aspectos Civis da Subtração Internacional de Crianças – promulgada, no Brasil, com os Decretos n.º 3.413/2000 e 3.951/2001 –, e que, enseja o retorno do menor ao País de residência habitual, in casu, o Canadá.”

    MEU COMENTARIO: Trata-se de outro caso, não é Sean, mas uma criança canadense, que foi amparado nas convenções internacionais, como segue:

    “De previsão cada vez mais freqüente, em tratados ou convenções internacionais de natureza contratual, essa última modalidade de cooperação jurídica tem por característica a adoção, pelo país signatário, de iniciativas no âmbito de seu próprio território – como a propositura de ações judiciais –, tendentes a efetivar obrigações assumidas com outros países – e dispensada, por isso, a existência de ato jurisdicional estrangeiro prévio.

    Essa é, justamente, a modalidade de cooperação judiciária em exame, resultante da disciplina da Convenção da Haia sobre os Aspectos Civis da Subtração Internacional de Crianças, promulgada, no Brasil, com o Decreto Presidencial n.º 3.413/2000.

    É elucidativa a exposição da eminente Professora Nádia de Araujo, a respeito do tema:

    “O Direito Internacional Privado sempre foi considerado o locus adequado para tratar do tema da cooperação interjurisdicional, ou cooperação jurídica internacional. Significa, em sentido amplo, o intercâmbio internacional para o cumprimento extraterritorial de medidas processuais provenientes (…) de um Estado estrangeiro. Presentemente, observa-se maior cooperação jurídica entre entes administrativos, mediante uma nova modalidade de cooperação, a assistência direta ou auxílio direto. (…) novidade cada dia mais freqüente é a utilização de autoridades centrais, uma criação da Conferência de Haia para o Direito Internacional Privado, que se espalhou pelas convenções mais modernas e procura assegurar que o intercâmbio se faça de maneira rápida. (…) No âmbito do direito de família, há dois exemplos marcantes dessa nova modalidade de cooperação: o primeiro resulta da Convenção de Nova York sobre execução e reconhecimento de obrigações alimentares. Nesse caso, a autoridade central é o Ministério Público Federal, e os pedidos vindos do exterior são a ele endereçados. Em seguida, o pedido de alimentos, promovido pelo MPF, é feito diretamente a um juiz federal. O segundo exemplo, é a convenção de Haia sobre os aspectos civis do seqüestro internacional de crianças. O pedido do exterior é enviado à autoridade central, que poderá dar início a um procedimento requerendo a volta do menor, também diretamente ao juiz federal do local onde este se encontra. Em ambos os pedidos, o requerimento é feito de forma direta, ao juiz local, pela autoridade central encarregada da Convenção no Brasil.” (Araujo, Nadia. Direito internacional privado. Teoria e prática brasileira. 3ª ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2006, pp. 265-271).”

    MEU COMENTARIO: Ou seja, os Lins e Silva conhecem TODAS as normas legislativas vigentes para esse caso, uma vez que já atuou no sentido de cumprir FAVORAVELMENTE com a ação de retorno do menor canadense ao país de origem.

    O que me faz pensar que DEVE HAVER agravantes no caso Sean que não são de nosso conhecimento.

    O solicitante da guarda de Sean (o pai natural) pode se transformar em REU caso sejam apresentados elementos que indiquem ações que ele tomou (como no caso de cheques falsificados) não condizentes com as normas da lei dos EUA.

    Como coloquei em post anterior, ontem NAO estavam no site de Epoca as imagens dos cheques de Bruna falsificados por David.

    Ele terá que proceder com a defesa de sua reputação, seja aqui, seja lá.

    O caso toma outras possibilidades, contra a hipotese de David ser capaz de assumir a guarda da criança. Isso sobreporia o direito patrio, uma vez que há riscos a integridade da criança.

    Em ultima instancia, David teria que responder a essa acusação de fraude nos EUA. O Wachovia Bank poderia confirmar a integridade dos registros bancarios dos cheques de Bruna.

    Já tive cheques falsificados no Brasil, o procedimento é relativamente simples. Aqui, seria qualificado de estelionato.

  221. Ekran

    Se David é inocente, ele tem que contra-atacar e acusar de CALUNIA e DIFAMAÇÂO a familia Lins e Silva e os orgãos de imprensa que divulgaram as peças acusatorias.

    Não há meio termo.

    Acordos agora me parecem quase impossiveis, depois dessas acusações.

  222. Ekran

    Eis um exemplo de declarações que estão pipocando no site de Epoca acerca do caso, incluindo pessoas – supostamente- proximas a familia e que poderiam testemunhar a favor dos Lins e Silva:

    ” Heloísa Nabuco (heloisa_nabuco@yahoo.com.br) | RJ / Rio de Janeiro | 07/03/2009 13:28
    PAI PERVERSO

    Cheguei a conhecer Bruna Bianchi, dona da loja infantil Bisi, pois meu filho estuda com Sean. Para todos aqueles que tiveram o prazer de conhece-la é impossivel acreditar em uma historia dessas. Já chegamos a conversar uma vez sobre o pai biológico de Sean e Bruna alegou que ele nunca quis saber do menino, e sim do dinheiro deles. O engraçado é que esse pai resolveu investir no filho logo após a morte da mãe com HERANÇA. engraçado não!? Está ÓBVIO para quem quiser saber, que João Paulo e os avós estão sendo julgados por uma coisa que não tem culpa, e eu aposto tudo que tenho, que se perguntado com quem quer ficar Sean ficará com certeza com quem lhe deu amor a vida inteira! “

  223. Ekran

    Outro caso similar, dramatico, relatado nos comentarios deixados no artigo do site da Epoca.

    Fico imaginando quantos “Sean” estão nessa situação.

    “Heloisa” (vicemcp@hotmail.com) | PR / Curitiba | 07/03/2009 12:48
    Situacao quase semelhante
    Estou passando por uma situacao parecida circunstancialmente, mas com algumas diferencas. Me casei no Brasil, e mudei-me para os EUA com marido BRASILEIRO. Tivemos dois filhos com dupla cidadania, e apos separacao por adulterio da parte dele, me vi prisioneira das circunstancias. Dentista formada no Brasil, nao podia exercer a profissao nos EUA. Com historico de cancer, com o divorcio dificilmente conseguiria fazer um plano de saude por cause de condicao pre-existente, e o ex alegando estar prestes a perder o emprego como presidente de uma empresa brasileira. Constantemente ameacada por ele, com invasao de email, saques em minha conta corrente, telefone grampeado, ameacas, me vi obrigada a retornar ao Brasil. Meus filhos foram impedidos de me acompanhar. Hoje estou brigando pela guarda de 2 criancas que foram totalmente criadas por so por mim e que hoje encontram-se sob a guarda do pai que viaja constantemente e sendo criadas e educadas pela amante do pai. A justica, na sua morosidade costumeira esta criando uma situacao, que nao seria de estranhar, pode leva-la a conceder ao pai a guarda alegando que as criancas ja estao ambientadas no convivio do pai e de sua companheira. Portanto, uma mae que passa a mao nos filhos e foge, eh considerada uma sequestradora, independente de seus motivos, por outro lado, se usa a justica, esperando justica, perde anos do convivio de seus filhos. O que fazer entao….so resta gritar por socorro, e esperar ser ouvida por Lula ou Hilary Clinton! “

  224. Ekran

    MEU DEUS, isso é uma peça de teatro, tragica, com personagens reais!

    Se a imprensa está manipulando isso, seja nos EUA, seja aqui no Brasil, desejo sinceramente que aqueles que estão distorcendo os fatos paguem pelas suas ações vergonhosas.

    É Dantesco!
    Por hoje, chega…vou olhar para os meus flhos e a minha enteada e rezar pelo garoto, que ele tenha paz e amor nessa vida.

  225. Maxwell

    Mundo imundo, saga dos ladinos
    Covil dos lobos
    Lágrimas de crocodilo
    Fundo do poço
    Fedor de mijo
    Imbecilidade humana
    Guerras por ambição
    Filhos da desgraça
    Ladinos do amor
    Roubastes a coisa mais sagrada
    A paz entre os homens
    Feristes a boa alma
    Igualastes às ultrajadas
    As que estão no caminho
    No caminho perdição
    Ao longo da estrada
    Que não vai dar a lugar nenhum
    Caminhantes do desepero
    Pés na areia do deserto
    Dunas escaldantes
    Desespero agonizante
    Apenas uma miragem
    Ainda não chegou a hora
    A hora do juizo final

  226. Tonaldo

    Acho que o Thomas está prestando solidariedade incondicional ao Goldman por fazerem parte do mesmo time.Aliás, que papelão sensacionalista a mídia americana está fazendo em relação a este caso.

  227. S u e

    Nao eh sensacionalismo nao…e *parte* da lei !!! O pai resolveu correr atras dos seu direitos…
    E conseguir apoio de *pessoas tambem influentes…que possam lutar`de igual para igual…ja que no Brasil a justica nao esta andando sozinha…e sim os conchavos….

  228. S u e

    Ah um caso bem parecido…O casal mora em NYC(tem dois filhos…). Marido sai de casa para se casar com amante(Feb 2006) , sem deixar muitas (guase nenhuma) condicao financeira para seguir com mesmo padrao de vida para as criancas…A mae pede para o pai das criancas autirizacao para retornar ao Brasil com os filhos….o mesmo(o pai) entra nesse meio tempo com urgencia pedindo a guarda das criancas…..
    A ame se desespera vai buscar informacoes nos advogados e no Consulado Brasileiro,afinal as criancas sao Brasileiras….
    RESPOSTA: Mae voce pode ate ir para o Brasil sem autorizacao do pai…POIS USA nao precisa de autorizacao dos pais para criancas viajarem…mas saiba que com tempo , e muito dinheiro…o pai facil facil consegue a repatriacao das criancas (Volta das criancas para USA)…pois TODA CUSTODIA tem que ser discutida…no pais aonde as criancas viveram os ultimos seis meses…

    *****

    So por ai…esta tudo errado…ja….

    ****
    A mae nao foi embora , enfrentou processo de custodia…que o pai nao ganhou…Enfim…existe uma lei que em caso de separacao de casal com filhos de dupla nacionalidade (no caso Brasileiro e Americano) , se o pai nao permite a ida da crianca com a mae para o Brasil, pode-se pedir uma autorizacao ao Juiz , provando por A + B que para a crianca o melhor…e ir para o pais A + B…

    A mae esta com custodia das criancas , o pai cumpre visitacao e divisao de feriados….e as criancas ate hoje nao puderam mais deixar os USA para qualquer outro pais,pois para isso precisa-se de autorizacao do pai e mae (mesmo de ferias) o que por causa dessas divergencias nunca aconteceram…

    A CONCLUSSAO nessa historia toda…eh que se CUMPRINDO-se as leis …sempre *todos* saem prejudicados…imagina fazendo as coisas a *revelia*…

    Esses casos de Heloisas , Marias , Patricias…acontecem de ficarem longe dos filhos…por nao se cumprir a lei ao *pe da letra*…

    No caso Sean…a mae tinha prioridade na guarda…agora ela estando morta/falecida….

    Nao resta duvida…o caso tem que ser julgado no pais aonde crianca vivera com os pais nos ultimos seis meses antes da separacao…

    Tudo sempre eh muito dificil e maior prejudicado sempre sera os *filhos* (as criancas)
    *****

  229. S u e

    Mudando um pouco de assunto:

    *cultura Inutil*….

    Hoje comeca HORARIO DE VERAO nos Estados Unidos….a diferenca de horario agora de USA para Brasil eh de uma hora (Iuiipii…estaremos guase em tempo real USA / BRA)…
    Os dias por aqui ficam mais claros…e mais longos…podemos comecar a nos preparar esquentar para noites de primavera / verao…lindas , estreladas…..Aproveitando mais os dias` claros…..

    Beijos a todos e boa noite!!!
    Amanha outro dia…lua tras…ventania…..

    Sue

  230. Isabel

    Este caso devia fazer todos pensarem. Imaginem que um dia se separam do seu companheiro/a, pai ou mãe dos seus filhos e estes vão embora para outro país com eles. Pouco depois vão viver junto e acabam por casar com um/a advogado/a rico de familias abastadas e proeminentes. O padrasto ou madrasta se afeiçoa aos seus filhos, seu ex-parceiro/a morre.

    Você ama seu filho, mas não é advogado/a, não vem de familias abastadas. Até pode ou não estar desempregado. Isso significa que nunca mais tem direito a estar com o seu filho? Que outra pessoa tenha o direito de apagar o seu nome da certidão de nascimento do seu filho e colocar o dele/a? Pensem bem.

    HOje é David Goldman. Amanhã pode ser você. Basta o novo marido/mulher ser bem mais rico que você.

  231. Reinaldo Pedroso

    07/03/2009 – 21:04
    Enviado por: Sandra
    “Reinaldo, só para esclarecer (…)”

    Claro, claro, não poderia ser mesmo.
    Reinaldo

  232. Dia da Internacional
    da Mulher
    Clara Zetkin, uma ativista do movimento feminista alemão propôs, na Primeira Conferência Internacional de Mulheres, realizada em Copenhagen, que o dia 8 de março fosse consagrado como o Dia Internacional da Mulher.
    Em todo o mundo, as mulheres são lembradas, neste dia, de forma especial, porém a maior parte das comemorações não interferem, de fato, na dura realidade dessas mulheres.
    Vejamos alguns exemplos aqui no Brasil:
    – As mulheres constituem, hoje, 30% “dos” chefes de familia,
    mas ganham, em média apenas 65% do valor dos salários dos homens.
    – A situação das mulheres negras é ainda mais grave, pois chegam a receber salários que representam a metade do valor recbido pelas mulheres brancas.
    – Além dessas condições a que estão submetidas, muitas mulheres enfrentam a dupla jornada de trabalho, porquanto assumem, além do emprego fora de casa, a responsábilidade integral pelas tarefas domésticas e o cuidado aos filhos.
    – Ocorrem 4 milhões de abortos por ano, dos quais 10% das mulheres que o fazem, morrem em consequência das precarias condições nas quais os mesmos são realizados.
    – A cada 4 minutos uma mulher é vítima de algum tipo de agressão em distintas classes sociais.
    São fatos como esses que fazem desse dis um dia de luta, para que a diferença biológica que destingue um homem de uma mulher não seja justificativa para a intolerância, a opressão, a desigualdade de direitos e diferentes formas de violência a que as mulheres são submetidas.
    http://sorria.cidadeinternet.com.br/mensespeciais/mulher/diamulher2.htm
    Copiei a matéria acima.
    E hoje vou preparar um almoço especial.
    Daqueles que a homenageada fica com vontade de se preparar para dormir como se estivesse se preparando para casar.
    Pode ser que hoje seja também a noite da melhor produção da Walt-checo.
    Um grande e sincero beijo a todas mulheres.
    Obrigado.
    Jose Pacheco Filho.

  233. Joana d'Arc

    Sue,
    Mas para essa mae, talvez fosse mais conveniente os EUA.
    No caso da mae de Sean acho que nao, por isso que acho que essa convençao deve ser revista de alguma forma.

    O que vc acha dessa peça que colocaram aqui?(=)

  234. Minha homenagem as mulheres formidáveis do blog e as que não são do blog também.

    Receita do prato que farei hoje:

    Frango Zeca Pagodinho.

    Material necessário:

    Um frango CAIPIRA de bom peso.
    Temperos a gosto.
    Dois pc de caldo de galinha.

    Em panela (eu uso de barro) grande leve os pedaços do frango já todos bem revirados em todos os temperos que você gosta.
    Detalhe: caso você não saiba escolher temperos pode parar agora mesmo porque cozinhar não é tua praia.
    Em pouco óleo bem quente vá dourando o frango em fogo baixo.
    Fique de olho e adicione água aos poucos pra não secar muito.

    Pronto é só isto.

    Sirva com arroz puxado no alho e se gostar misturado com milho.
    Batata palha e picadinho de alface também melhoram o conjunto.

    E porque o nome Zeca Pagodinho?

    Ora bolas.
    Estando eu no sul da Bahia (em caravelas agora na casa da sogra) e com o calor atual
    Ainda mais pilotando um fogão a lenha, o que é que o distinto ou distinta acha que eu fico fazendo?
    Eu, gosto, quase todo mundo gosta e o Zeca Pagodinho um ótimo pagodeiro toma todas e até faz propaganda da:

    C E R V E J A.

    Se beber não dirija.

    Obrigado.
    Bom apetite.

    Pacheco.

  235. Reinaldo Pedroso

    O melhor para Sean é permanecer no Brasil.
    Mas, se a Justiça decidir que deve ficar com o pai biológico – o espermatozóide era dele – cumpra-se a decisão.
    Mesmo que o caso tenha se tornado uma guerra de poder EUA X Brasil.
    Mesmo que o guri venha a ficar traumatizado, a lei não pode ser aplicada segundo a conveniência.
    “Lei é lei.”

  236. Paulo from the G Spot

    “After acquiring enough money from handouts, an inhabitant of the Bowery decided to take his refreshment at one of Wall Street’s better drinking establishments.

    “A financial tycoon seated next to him was visibly appalled at the appearance and odor of the down-and-outer, so much so, in fact, that he turned to the man and pointedly said, ‘Cleanliness is next to godliness – John Wesley.’ His words were ignored.

    “A few minutes later, the financier again intoned loudly, ‘Cleanliness is next to godliness – John Wesley.’ Still he was ignored.

    “Finally, the visibly irritated financier shouted in the man’s face, ‘Cleanliness is next to godliness – John Wesley!’ “To which the skid-row denizen calmly replied, ‘Screw you! – Tennessee Williams.’”

  237. santanna

    Mulherada amiga do blog,

    FELIZ DIA da BELEZA, da HARMONIA, da PAZ! FELIZ DIA DA MULHER!
    Comemoremos todas com MUITO ORGULHO!!!
    beijos para todas e beijão muito especial para Susan!!

    Deixo com vcs a linda arte de uma doce guerreira:

    O cântico da terra / Cora Coralina

    Eu sou a terra, eu sou a vida.
    Do meu barro primeiro veio o homem.
    De mim veio a mulher e veio o amor.
    Veio a árvore, veio a fonte.
    Vem o fruto e vem a flor.
    Eu sou a fonte original de toda vida.
    Sou o chão que se prende à tua casa.
    Sou a telha da coberta de teu lar.
    A mina constante de teu poço.
    Sou a espiga generosa de teu gado
    e certeza tranqüila ao teu esforço.

    Sou a razão de tua vida.
    De mim vieste pela mão do Criador,
    e a mim tu voltarás no fim da lida.
    Só em mim acharás descanso e Paz.

    Eu sou a grande Mãe Universal.
    Tua filha, tua noiva e desposada.
    A mulher e o ventre que fecundas.
    Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor.

    A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu.
    Teu arado, tua foice, teu machado.
    O berço pequenino de teu filho.
    O algodão de tua veste
    e o pão de tua casa.

    E um dia bem distante
    a mim tu voltarás.
    E no canteiro materno de meu seio
    tranqüilo dormirás.

    Plantemos a roça.
    Lavremos a gleba.
    Cuidemos do ninho,
    do gado e da tulha.
    Fartura teremos
    e donos de sítio
    felizes seremos.

  238. Está certissimo o Reinaldo as 07 23

    Lei é lei.

    Exatamente por isto ou melhor por fugir disto é que temos que aturar tantas politicagens absurdas atulmente.

    Obrigado.

    Pacheco.

  239. Ti rim trim. TIM chamando… t:
    – Alo
    -Pacheco?
    -Pois não!
    -Aqui é.
    -Sei quem é, manda.
    -Cara, estou lendo a receita no blog.
    -Ótimo. Vai fazer?Sei que a tua mulher vai gostar muito. Lembro que quando fizemos churrasco ai em Belmonte ele só pedia asas de frango
    -Foi mesmo
    -E o Otávio está bem?
    -Está. Sempre pergunta pelo vô Pacheco.Porra ele fica me pedindo para contar estórias sempre que lembra de quando íamos na tua casa.
    -Pois eu sempre te disse que crianças gostam de ouvir estórias
    -É mesmo. Mudando de assunto notei que você não falou mais do caso do Sean no blog.
    -É porque tudo já foi dito. está um balaio de gatos e não tenho mais nada a acrescentar.
    -É verdade.
    -Escuta meu,eu sei que você Le o blog há muito tempo,porque não participa comentando?
    -prefiro só ficar lendo.
    -OK janeleiro Rsrsr
    -Pacheco na verdade a razão de eu ter telefonado foi para tirar uma duvida.
    -E qual é?
    -A Sue do Blog conhece a Edleuza?
    -Não. nada disto.Ela disse baiana porque eu mesmo dei pistas em comentários.
    -Então porque ela disse Baiana.
    -Ora bolas simplesmente porque eu não disse que o apelido é Baby.
    -Então porque não diz logo.
    -E o que você pensa que eu vou fazer?Adivinha?
    -Vai publicar nossa conversa?
    -Claro por isto eu gravo.
    -Vixi então estragou a surpresa do almoço.
    -por quê?Não entendi.
    – A Yara também é janeleira do blog. Le todos os dias.
    -Esta eu não sabia.
    -Bem, meu comandante o papo está bom, mas tenho de ir comprar pão.
    -Lembranças a Dona Norma da padaria.
    -Serão dadas. Até uma próxima.
    -Até Laércio.

  240. Gerald Thomas.
    It could order the message below saw Eagle.
    I opted to the way blog so that it is for all.
    I ask for the favor of you say Mrs. Ellen:
    In the undersigned ones in homage to the day of the mothers we want to deliver a virtual rose to it.
    For that it represents you that it can be summarized in a word:
    Love.
    All its life and fights was in function of this.
    Pass-in.
    THERE La Mama Pleace will remain.
    Kisses of:
    ALL.

  241. Cristina

    Em minha opinião a mulher brasileira faz filhos de uma maneira irresponsável, a mãe do Sean ficou grávida sem querer, por acaso, nem conhecia direito o pai, quando engravidou . Há uma quantidade enorme de filhos de brasileiras que são filhos do acaso, e não do amor, são filhos de relações sexuais circunstanciais e não de casamentos estabelecidos. Não é algo fora do comum uma brasileira ficar grávida numa única relação sexual. E a brasileira não aborta, apesar de no Brasil acontecer “um verdadeiro holocausto de vidas embrionárias” segundo o bispo pernambucano que excomungou o médico que abortou os gêmeos na menina de 9 anos estuprada pelo padrasto. A mulher brasileira ou é burra ou é muito picareta, não é possível que em pleno século XXI a mulher não saiba evitar a gravidez indesejada, e a brasileira é voluntariosa, é dona do filho. Uma vez que a mãe morreu, Sean deve ir morar com o pai nos Estados Unidos, não pode ficar nem com os avós maternos e nem com o padrasto, poderia ficar com os avós se o pai permitisse, mas ele quer o filho.

  242. E a que horas eu vou sair desta mederação?

    Que saco.

    Tenho que ir e iniciar meu farngo a Zeca Pagodinho.

    Já estou na segunda….isto é na terceira cerveja ( latinha e daqui ha pouco deixo a meda do frango de lado e fico só com as latinhas.

    Acorda Vampiro.

    É hora de liberar.

    Fique bem explicado.

    Liberar os comentários do blog.

    Para o Garganta não querer mudar o que eu digo.

    Rsrsrsr.

    E saiba que fumar logo de manhã é muito prejudicial.

    Espere sempre ao menos até tomar um café.

    Se possivel não use este.Ele é o que puxa o bloco dos outros que irão te f..durante o dia.

    Abraços.

    Pacheco.

  243. Quarta latinha aberta agora.

    Algo está errado.

    Liberaram pela amanhã e depois pararam.

    Espero que nada de grave tenha acontecido.

    Vou encerrar e mais tarde confiro.

    Até lá latinhas em Stand By.

    Cuidarei do frango depois.

    Abraços.

    Pacheco.

    Sue.

    Tem recado pra você no telefonema que esta em cima.
    boa primavera quando chegar.
    Cheire uma rosa pensando no Brasil.Por aqui as coisas não andam cheirando bem.
    Principalmente onde deveriam estar.
    Na outrora Casa do Povo.
    No antigo Senado.
    Que hoje parece um .
    semnada .
    manipulado,
    avacalhado por semdores.
    No lugar aode deveriam estar:
    SENADORES ( espécie em extinção ).

    abraços amiga Sue.
    semnada

  244. S u e

    Joana d’ark

    Nao era nao , nem eh melhor os Estados Unidos…..pois a familia toda dela enfim…tudo esta no Brasil…a escolha de ficar nos USA eh para cumprir a lei e nao perder os direitos que foram bem claros…se levasse os criancas ao Brasil…ela estaria **rapitando as criancas , e o pai poderia traze-las de volta e conseguir a guarda das mesmas…

    Mas volto a escrever…so *ter justica , sem **jeitinhos …que o Sean…com cereza voltara para o pai…eh uma questao..*Simples*….(??????)

  245. claudio

    When I was just a little boy I told my mother what I would be
    I will be clever ! I will be free ! Here’s what she said to me:
    Oxalá, oxalá, Whatever You’ll be, will be
    The future’s yours, you’ll see, Oxalá, oxalá ….

  246. Alo pagodeiros do Brasil.

    Fico aliviado em notar que o blog esta rolando.

    Estive preocupado de esperando sair da mder moderação.

    Estva tomando latinas de ou melhor estava tomando cerveja e começamdo a estragar um frango e quase queimo o dedo por distração e ai eu drramei um poço de cerveja no rango rsrsrsrs e ninquem percebeu

    J´s cumprimentei a mulherada e sai beijando tudo que é mulher daqui de perto de onde estou que é em Caravelas que foi em homenagem porque aqui estiveram as caravelas portuguezas que é por cauda disto que aqui se chama também de costa do dsecobrimento que
    Um minuo que o frango pode queimar,,,,,,,,

    Voltando eu acho que hoje no Fausrçao o que é …? A tá certo baby então co mo eu ia dizendo hoje no Fntastco vai aparcer o caso do larri king que a Hilary que também ficou brava por causa de um certo cha…o que é? De novo.
    ? Estou bom. Não é meia dúzia de cervejas que vai fazer eu falar merda no blog.

    Ta bom eu paro.

    Só porque é teu dia baby,

    E deixa esta lata aqui mesmo pois ainda tem met….

    Olha o frango queimando.

  247. Claudio.

    Tou contigo.

    muito bem

    acabo de queimar um pato que eu ops um frango que eu estav embriagando na panela de barro.
    vou largar tudo e oxlar por ai.

    Agora baby veja como estou escrevendo tudo certinho.
    ninquem notou nada do que voce disse que eu esccrvi errado meu bem.
    Segura as pontas que eu vou no bar do Indio e trago um frango assado.
    E quando eu voltar te que ter as 6 latinas que faltam eu tomar.

    ….paera ai…deixa ao menos eu envi……ar esta,,,,,,,

  248. Ekran

    Na Folha de S.Paulo, hoje.

    CARLOS EDUARDO LINS DA SILVA
    ombudsman@uol.com.br

    A Justiça e a liberdade de expressão

    Caso de criança cuja guarda é disputada por pai americano e padrasto brasileiro mostra como a Justiça tem sido instrumento de cerceamento

    NO DIA 16 de setembro do ano passado, a Folha publicou uma reportagem intrigante e dramática sobre o caso de um garoto, filho de pai americano e mãe brasileira, trazido ilegalmente por ela ao país em 2004.

    Os dois disputaram na Justiça de seus países a guarda da criança. A dos EUA decidiu que ela deveria voltar para lá; a do Brasil, que ficasse aqui.

    O episódio ganhou contornos ainda mais comoventes porque a mãe morreu em agosto de 2008 e o padrasto pediu à Justiça do Rio que o nome do pai biológico fosse substituído pelo seu na certidão de nascimento do menino.

    O texto tinha tons misteriosos por avisar que todos os nomes citados eram fictícios, mas não explicar explicitamente o porquê, embora indicasse que a razão era o caso correr em “segredo de Justiça”, alegada pelos advogados de mãe e padrasto para não falar ao jornal.

    A história voltou a aparecer em 20 de setembro, quando o pai foi impedido pela Justiça do Rio de visitar o filho, de oito anos, a quem não via desde que partira dos EUA com a mãe.
    Em 27 de setembro, outra nota pequena informava que a Advocacia Geral da União ajuizara ação na Justiça Federal do Rio para pedir que o garoto fosse devolvido ao pai. Depois, silêncio na Folha.

    Em novembro, a revista “Piauí” abriu tudo: nomes reais dos personagens, fotos de vários deles, detalhes. E revelou que o caso havia se tornado um sucesso na grande mídia americana e na internet e podia ganhar dimensões de Estado, já que o governador de Nova Jersey, senadores e o embaixador americano em Brasília se mobilizaram em favor do pai.

    A Folha, no entanto, não voltou mais ao tema, exceto por uma curtíssima nota em 12 de fevereiro que informava que o Superior Tribunal de Justiça decidira que o caso passaria a ser julgado pela Justiça federal.

    Nas últimas semanas, circularam informações por diversos meios de que o presidente Lula seria alvo de protestos devido ao caso em sua visita a Washington na semana que vem e de que o presidente Obama o interpelaria sobre ele.

    Nesta quinta, após a secretária de Estado Hillary Clinton pronunciar-se publicamente a respeito, o jornal afinal retomou o assunto com destaque e com os nomes reais dos personagens da notícia.

    Na sexta, depois de o pai do garoto ter aparecido no programa de Larry King, na CNN, o jornal publicou entrevista com seu advogado.

    Perguntei à Secretaria de Redação por que, após ter dado um furo, o jornal o abandonara, apesar de saber do interesse que ele despertava. A resposta foi: “Há uma decisão da Justiça do Rio, do final de setembro, que proíbe a Folha de se referir aos fatos contidos no processo da Justiça estadual, que corre em sigilo. A Folha recorre”.

    Ao jornal, como a todos, cabe cumprir decisões da Justiça, embora possa (e deva), em circunstâncias excepcionais (não me parece que este caso se encaixe no conceito) praticar desobediência civil.

    Este relato é apenas um exemplo de como a Justiça tem sido com frequência no Brasil recente um instrumento de cerceamento da liberdade de expressão e de imprensa.
    São diversos os episódios em que instâncias judiciárias impõem censura prévia, apreendem edições, retiram sites do ar, coagem jornalistas por razões muitas vezes casuísticas, de interesse pessoal dos magistrados ou totalmente absurdas.

    Carlos Eduardo Lins da Silva é o ombudsman da Folha desde 24 de abril de 2008. O ombudsman tem mandato de um ano, renovável por mais dois. Não pode ser demitido durante o exercício da função e tem estabilidade por seis meses após deixá-la. Suas atribuições são criticar o jornal sob a perspectiva dos leitores, recebendo e verificando suas reclamações, e comentar, aos domingos, o noticiário dos meios de comunicação.

  249. Ekran

    Mais um caso familiar “entre paises”

    A jornada de Anna
    comentário de TANIA BRITTO AMARAL, do Colorado
    04.12.08

    Nascida nos EUA, Anna He viveu a maior parte da sua vida em Memphis, Tennessee. Hoje, com nove anos de idade, Anna mora na China e se sente uma estranha pois não fala chinês.

    Anna foi o centro da maior disputa de custódia da história dos Estados Unidos que durou de 2000 até 2007, quando a menina voltou para a guarda dos seus pais biológicos.

    Desde que mudou para a China, Anna já freqüentou três escolas em duas cidades. Seus pais se separaram e a mãe matriculou a menina e seus dois irmãos em um colégio interno. “Não gosto de morar na escola”, diz Anna em voz baixa em inglês.

    Após nove meses na China, Anna não tenta se comunicar porque “ninguém entende mesmo”. Em inglês, ela conta sua história, “Eu gostava da América, e gostava de ir à escola. Gostava de matemática e de ciências. Eu tinha muitos amigos”.

    E quais são três coisas que você gosta na China? “Bem, deixa eu pensar, eu tinha uma amiga mas ela mudou… Uma coisa, agora, a segunda coisa que eu gosto na China. A segunda coisa, é… não sei… tem muito carro, e muita gente fuma. Eu odeio isso”.

    Anna deveria estar na quarta série mas teve que entrar para a terceira série por não falar chinês. “Odeio balé, mas gosto de piano… gosto de música, tira os problemas da minha cabeça”.

    Você tem muitos problemas? “Tenho”. Que tipo de problemas? “Ahh, não gosto de escola”. O que você gostaria que acontecesse? “Que todo o mundo falasse inglês”, ela responde rindo.

    Quando perguntada sobre seus pais americanos, Anna cobre o rosto com as mãos e diz que esqueceu tudo que aconteceu antes dela voltar para seus pais biológicos. “Nem me lembro se era feliz ou não”.

    http://blog.estadao.com.br/blog/brasileirosnaamerica/?title=a_jornada_de_anna&more=1&c=1&tb=1&pb=1

  250. Ekran

    No site de O Globo (no jornal de hoje, não é mencionado o caso Sean, mas uma “série” de casos que envolvem crianças entre pais separados em paises distintos)
    – – – – –
    A carta de Lins e Silva
    Por Mauro Ventura

    Como já disse antes, falta-me conhecimento de causa para tomar partido na disputa por Sean, filho da estilista brasileira Bruna com o ex-modelo americano David.

    Não conheço ninguém ligado a nenhum dos dois lados, mas confesso que fiquei de má-vontade com os Lins e Silva quando soube que eles tinham entrado com liminar proibindo a imprensa de noticiar o caso. Lei da mordaça me causa arrepios. Além do mais, em tese, depois da morte de Bruna, imagina-se que a custódia deva ir para David, já que é o pai biológico.

    Mas, como jornalista, acho relevante publicar algo que consegui: a carta que o advogado João Paulo Lins e Silva, viúvo de Bruna e padrasto de Sean, enviou hoje ao Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente) expondo sua versão dos fatos.

    Entre outras coisas, ele escreve que, como David não tinha emprego, Bruna se desdobrava em trabalhos para conseguir pagar as contas. “A situação chegou ao máximo no momento em que Sean, com quase completos 4 anos de idade, chamou sua avó materna, muito triste, para narrar que sua mãe não gostava dele porque ficava o dia todo fora de casa, e que quem gostava dele era seu pai, porque era ele quem o cuidava. Pediu para guardar o segredo. Perguntado quem teria dito tamanha barbaridade para uma criança, Sean respondeu que tinha sido David”, diz um trecho.

    Lins e Silva também acusa David de falsificar a assinatura de Bruna em vários cheques.

    A briga está cada vez mais dramática. Leia aqui a íntegra da carta de João Paulo Lins e Silva ao Conanda.

    http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/dizventura/post.asp?t=a-carta-de-lins-silva&cod_Post=166241&a=296

  251. S u e

    Pacheco querido , obrigada e beijos na *Baby…
    Hum rosas…nao sao tao faceis de achar nos jardins por aqui….e sim Tulipas nos jardins do Central Park e da Park Ave…
    Mas lembrarei do que voce me escreveu….

    Beijos

    Feliz dia da Mulher….

  252. Prezado Gerald:

    Como brasileira residente em Washington e mar, quero agradecer voce pelo apoio que esta dando ao David Goldman. Nos no site http://www.bringseanhome.org estamos contentes com seu apoio e esperamos que tenha ressonancia no Brasil. Sei que Sean tera uma boa vida em NJ com seu verdadeiro pai, se adaptara muito rapidamente e fara amigos, como aconteceu com minha filhas.

    Um abraco,
    Grace

  253. Gerald, quero tambem lembrar a todos que sabado, dia 14 de marco, estarei junto a um grande grup (muitas mae brasileiras) na frente da Casa Branca protestando pelo modo que a Justica brasileira esta tratando este pai. Vamos trazer a midia. Lula, nao nos faca envergonhados de sermos brasileiros!

  254. Bom dia (tarde) a todos!

    Passagem rapidíssima: DIA UNIVERSAL DA MULHER!!!

    Parabéns a todos nós – mulheres e homens! Afinal, já que não existe o Dia Internacional do Homem, não podemos nos esquecer que cada um de nós tem um pouquinho do outro.

    Hormonios e neuronios em ebulição total, aqui (rs). Com quem ficará o garoto? Aguardemos … aguardemos ….

    Beijão a todos! Ótimo domingo!!!
    Susan

    PS.: Programa Fantástico, da Rede Globo e … obrigada pela gentil sugestão que nos foi dada!!!

  255. Juliana Williams

    David Goldman renuncia a heranca de Bruna
    http://txt.jt.com.br/editorias/2009/03/08/ger-1.94.4.20090308.10.1.xml
    Pai de S. renuncia à herança
    Americano diz que quer apenas recuperar a guarda do filho, que vive no Rio com o padrasto
    O americano David Goldman vai renunciar, nesta semana, à herança deixada por sua ex-mulher Bruna Bianchi para o filho S.G., de 8 anos. Quem afirma é o advogado de Goldman, Ricardo Zamariolla, que defende na Justiça a devolução da criança ao pai.
    O americano luta na Justiça para recuperar a guarda do garoto, que vive no Rio com o padrasto. Bruna morou com o americano nos Estados Unidos por quatro anos, veio para o Brasil com o menino para passar férias, decidiu ficar aqui e informou Goldman, por telefone, da separação. Ela se casou depois com o advogado João Paulo Lins e Silva. Ele cria o garoto há quatro anos e meio, desde que conheceu e se casou com Bruna. Ela morreu em agosto do ano passado, após o parto da filha do casal.
    Segundo Goldman, sua decisão de renunciar à herança pretende derrubar os argumentos da família materna do menino e do padrasto – segundo eles, Goldman estaria atrás de dinheiro. O americano diz que quer só a guarda do garoto.
    Em carta enviada anteontem ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Lins e Silva diz que Goldman entrou na Justiça após a morte de Bruna “porque sentiu cheiro de dinheiro, tendo em vista a eventual herança que S. poderá receber”.
    O advogado do americano contesta. “O David entrou na Justiça quatro meses depois de a Bruna sair de casa, nos Estados Unidos, e decidir ficar no Brasil (ela comunicou a separação a David por telefone). Depois do início do processo, os avós e a mãe impediram que ele falasse com o filho e chegaram a mandar de volta um presente que ele enviou pelo correio no aniversário de S.”, disse Zamariolla.

  256. BIQUEI

    Tudo o que á Veja publica é mentira?

    Tudo que o Protógenese afirma é verdade.

    Tudo o que á Veja,afirma é para beneficiar Daniel Dantas.

    Tudo o que o corajoso Juiz Fausto De Sanctis julga é a verdade?

    Putz! que nojo.

    Não é mais imprensa é torcida organizada.

    Opinião financiada, de jornalistas em fim de carreira,só poderia terminar assim.

  257. BIQUEI

    Qualquer semelhança não é acaso é necessidade de mudar?
    http://www.El Universal.com.
    ¿Qué opinas de las pugnas en los partidos políticos por las candidaturas en las próximas elecciones?
    Este mes se realiza la elección interna en cada partido para definir a sus candidatos a jefaturas delegacionales y diputaciones locales. ¿Qué opinas de las pugnas en los partidos políticos por las candidaturas en las próximas elecciones?

    COMO HIENAS Y BUITRES TRAS LA CARROÑA, ESTA BOLA DE INEPTOS, INEFICIENTES, CORRUPTOS, RATEROS VAN CON TODO PARA QUEDARSE CON LA MAYOR CANTIDAD DE DINERO EN SUS BOLSAS. RATAS AZULES QUE ERAN ROJAS, AMARILLAS QUE ERAN AZULES, LA MISMA ASQUEROSIDAD RONDANDO Y CONSOLIDANDO EL FRACAZO POLÍTICO DE MÉXICO. Y DE TODA LA BOLA DE POLITIQUILLOS NO HAY UNO SOLO QUE PUDIERA VALER LA PENA, ¡TRISTE SITUACIÓN DE MÉXICO!

    La pugna entre los partidos polítícos, es realmente para con servar el dinero que hay de por medio,o acaso Monreal se cam- bio de Partido por convicción de ideas, lo hizo para que no se perdiera el registro del Partido y asi poder seguir pegado de la ubre del Becerro de Oro,a ellos solo les interesan sus intere$e$$, en lo absoluto acatan o escucha lo que el Pue- blo siente o quiere, ademas ellos hacen sus arreglos en lo obscurito. Sí realmente les interesara el Pueblo, entonces por que renuncian a un puesto para obtener otro, por sacrifi- cio?, claro que no, por conveniencia, donde está el dinero ahi estáran ellos. A otro perro con ese hueso…

  258. Até estou gostando de notar esta pausa nos comentários por enquanto.

    Domingo e dia de homenagear mães, esposas namorada s outras é de se imaginar que esta pausa tem causa devida estarem todos ocupados em cumprir prazerosamente as festividades que não deveriam ser somente de hoje, mas de todos os dias,
    Mulher sempre digo que é o nosso principio e o fim.
    Resumindo mulher é foda.
    E este fora tem conotação elogiosa vou logo avisando.
    Como se fosse uma afirmativa de que com elas ninguém pode.
    Pela manhã tentei brincar para espairecer um pouco a seriedade do assunto do menino Sean.
    E por aqui paro porque francamente nada mais posso acrescentar ao tudo que já foi dito.
    O empenho do Ekran em nos fornecer artigos selecionados deve ser destacado porque tem sido útil. Assim como os demais que enviam noticias.
    Sue eu não sabia que rosas não são fáceis de serem encontrado ai nos States. Aqui onde estou agora,na casa que estou em Caravelas ,na parte de espaço entre o muro da rua e a parede da varanda tem rosas sobrando e caindo no chão.Rosas brancas e vermelhas.muitas mesmo.Em diversas outras casas idem.Aquela passagem da carta do caminha onde ele falou que : em plantando tudo dá é valida até os dias atuais.
    Nossa desgraça é que plantaram também pés de sem-vergonhice, mudas de ladrões e a erva daninha dos maus políticos foram tão deixadas à vontade que estes não param de aparecer e crescer assustadoramente.
    Agora vou te contar um fato para que vejas como são as noticias em varias partes deste imenso mundo.
    Antes do almoço, próximo ao meio dia, eu dei uma passada no bar que existe próximo da casa da mãe da Baby. estavam lá vários residentes vizinhos.Todos me conhecem e foi logo aquele negócio de :olha quem apareceu,vamos tomar uma e coisa e tal.para não me fazer de rogado aceitei participar de uma rodada de cerveja e para puxar conversa perguntei: O que vocês acham que vai acontecer no caso do menino americano que o pai quer de volta?
    – ???????????.
    – Vocês não sabem do que eu estou falando?
    – ???????????

    Sue, ninguém sabia mesmo.
    Veja como são as coisas, Claro que em outro bairro e outras pessoas sabem. estou falando de uma parcela da cidade.gente mais humilde.Todos pescadores artesanais.ou extrativistas de caranqueijos dos mangues.gente que luta para garantir o sustento.gente parte do nosso Brasil.
    Todos possuem em suas casas aparelhos de TV. Mas a vida os leva a dormirem cedo. No dia seguinte acordam com os galos.E com os galos dormem também.
    Certamente que por isto é que tem tanta mulher sempre barriguda e meninos em profusão. tantos que quando um grita ; o seo Pacheco está contando estória na varanda.aparecem logo bem uns vinte ou mais.
    O que me deixa muito feliz.
    Mas no intimo eu fico preocupado porque tem algo errado com a política de ensino ou e também com o programa de bolsas família.
    Mas isto é outra estória que fica para outra vez.
    Sue um grande abraço Black-vhite para você,
    Permita aqui uma correção.
    Existem rosas ai por certo.
    As rosas são vocês brasileiras que suportam um puta frio e irão sair sorridentes na primavera.

    Bye bye.

    Pacheco.

  259. 06/03/2009 – 10h58
    Mecânico russo morre após fazer sexo por 12 horas seguidas
    colaboração para a Folha Online
    Um mecânico russo morreu após ingerir um frasco de Viagra, medicamento utilizado para disfunção erétil, para ajudá-lo a participar de orgia sexual com duas mulheres por 12 horas.

    Segundo o jornal “The Daily Telegraph”, as mulheres haviam apostado U$ 6.000 (cerca de R$ 14.000) com Sergey Tuganov, 28, que ele não seria capaz de participar de “maratona sexual” de meio dia com elas.

    A polícia russa informou que Tuganov morreu de ataque cardíaco minutos após ganhar a aposta.

    Uma das mulheres disse ao jornal que elas chamaram o resgate mas era tarde e que não havia nada que pudessem fazer.

    FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u530415.shtml

  260. Tene Cheba

    Quer um conselho de amigo? Não vá mais lá, eu parei e me sinto muito melhor, aquilo lá é doentio, contaminado, infestado de mentiras. E o dono do pedaço é muito cafona, puta que me pariu, aquela relação forçada entre família, comentaristas zumbis, idiotizados, é pior do que velório de sogra. Fala sério, Ig.

  261. Tene Cheba

    Me refiro ao comentário do Biquei, bem dito.
    E aí chegaram a alguma conclusão?
    Eu viajei na minha mente tenebrosa, e já defini o meu posicionamento em relação ao garoto: NÃO SEI, e vou morrer não sabendo.

  262. Tene Cheba

    Por isso nunca teremos um inverno nuclear aqui na Terra, não, se ninguém me contratar para operar o sistema de defesa.
    Todo mundo saindo de fininho com relação ao tema, bom, defino isto como o silêncio perante as incertezas. Lá fora, nós brasileiros estamos mais sujos do que pau de galinheiro, Óoó.

  263. Tene Cheba

    Esse negócio de chá das cinco, está acabando com a tradição brasileira de jantar.Só falta agora, imitar a tradição inglesa com relação ao sexo, segundo publicações, claro, não sei de nada, ou lulinha e ordinária, apenas li nos mais conceituados jornais desse país.Um mundo quase desabitado.Uaaaau!!!

  264. Tene Cheba

    Projeto Kepler foi para o espaço, vai tentar buscar em alguns lotes de estrelas planetas semelhantes ao nosso, para em seguida avaliar, ou inferir por parâmetros se existe a tal da Vida em outros mundos. Não creio que exista, o Universo já testou por aqui e viu que não deu muito certo, o relógio para extinção deste tipo de matéria estranha já foi disparado, do que sobrar até lá, claro.
    Mas do jeito que Obama é sortudo, é capaz que exista, que descubram, e que, portanto, a era do Obama, será conhecida como a Era das Eras.

  265. Da serie filosofia de botequim.

    ‘Acho que estou com anorexia: Não estou comendo ninguém

  266. Tene Cheba.

    Por falar em sortudos brevemente os dois irão se encontrar.

    Não posso imaginar qual dos dois saira com mais sorte do encontro.

    O Obama que se cuide.

    Já andam espalhando que o temporão vai ensinar como é o nosso sitema de saude.

    Pelo que eu tenho visto em locias que passo mais o que os noticiarios mostram se os norte americanos implantarem sistema igual ao nosso….é capaz do fidel pedir o cargo de volta para o irmão.
    E o …..
    Bem deixa eu ficar calao porque o assunto que nestamos esperando ainda é o Sean.

    Abraços.

    Pacheco.

    temporão ensinan…Rsrsrsr

  267. Tene Cheba.

    Vida existe em outro mundo sim.

    Pelo menos os nossos senadores acreditam nisto.

    Eles vivem em outro mundo.

    Por isto não tomam conhecimentos do que se passa neste aqui.

    Pesolvem o mundo deles e cagam e andam para o nosso.

    Até sistema judiciario de outro mundo eles tem.

    Caso contrário a maioria estaria presa e bem presa.

    Obrigado.

    Pacheco.

  268. Ao notar que o Criador colocava no Brasil um pouco de tudo que criava no mundo,um seu auxiliar proximo perguntou:
    -Senhor,porque colocas de tudo que existe no mundo neste enorme pedaço que vai se chamar Brasil.

    Sem vacilar o Criador respondeu:

    – Espere e verás o povinho FDP que eu vou colocar la dentro.

    Pano bem rápido.

    Enviar? não enviar?

    ops,

  269. Minha posição desde o início foi a de que a ordem inicial da Corte de New Jersey deveria e tem de ser cumprida. Pelo tratado inclusive é previsto que a questão de o menino ficar com quem será ainda resolvida.Ponto.

    Agora eu pergunto:

    Você percebeu como este caso abafou o assassinato dos seguranças recentemente cometido pelos sem-terra?

    Às vezes um manto encobre tanta sujeira que os que desejam abafar a sujeira aumentam o manto. Ponto.

    E chega por enquanto.

    Vou me preparar para ver o Fantástico.

    Obrigado.

    Pacheco.

  270. ronald

    07/03/2009 – 15:49
    Enviado por: gthomas

    Gerlad, fiquei longe da NET .
    Vorrrrtei.
    É um prazer.
    Valeu.
    Abraços.

  271. Isabel

    Thank you for your support to bring Sean Goldman back home to NJ and reunite him with his father forever.

  272. Tene Cheba

    José Pacheco.
    Do jeito que é invejoso, eu espero que o Senhor Presidente, não chupe o sangue do outro, na tentativa de melhorar o seu.Ou, que não seja levianamente oportunista, como foi em diversas vezes com o Bush e nenhuma com o Hugo.Temos um presidente que morre de medo do Evo e do Hugo, chupadores do sangue alheio, que manipulam o nosso país.
    Eu não sei a razão desta apressada visita, só pode ser secura e lobby por holofotes e Dilma. Agora todo mundo quer passar a mão na mão do Obama, antes, torciam para o MacCain, como eu.
    O Itamarati está se tornando o mictório do mundo, só leva mijada.

  273. ronald

    Realmente o OBAMA tera que caminhar sobre as águas, abrir o mar vermelho, dar rasteira em saci, e muito mais.

    08/03/2009 – 13h33
    Americanos ficam US$ 16,5 trilhões mais pobres

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    da Folha Online
    Os norte-americanos estão enfrentando um súbito processo de empobrecimento que já destruiu cerca de US$ 16,5 trilhões da riqueza disponível entre as famílias nos últimos 15 meses. Os números são do IIF (Instituto de Finanças Internacionais), que reúne 380 grandes bancos, e foram divulgados em antecipação a dados semelhantes a serem publicados pelo Fed (o banco central dos EUA) nos próximos dias.

    A informação consta em reportagem de Fernando Canzian, repórter especial da Folha em Nova York, publicada neste domingo (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

    O valor de US$ 16,5 tri equivale a mais do que tudo o que os EUA produzem em um ano e a quase 13 PIBs do Brasil. Só de setembro para cá, as famílias ficaram US$ 9,5 trilhões mais pobres.

    O motivo é porque duas das principais fontes de poupança dos norte-americanos, seus imóveis e as aplicações na Bolsa de Valores, estão entre as que mais perderam valor nos últimos meses.

    Embora os preços dos imóveis continuem a cair sem parar nos EUA há quase três anos, a velocidade da queda diminuiu nos últimos meses. O impacto maior e direto da “destruição da riqueza” das famílias está concentrado na Bolsa, onde fica a poupança líquida que pode ser sacada a qualquer hora.

  274. ADNET

    Gerald Thomas,

    Qual é o plano? Amarrar o garoto, que vai estar berrando porque ele não é pequeno como aquele cubano, arrasta-lo até o avião, e manda-lo pra New Jersey? Pra aquele ICEBERG SOCIAL?
    Da até pra fazer uma dessas peças suas né? Meio esquisitas, estilo Michael Jackson, com garotos e tal. Já compraram anestesia e injeção? Essa viajem vai durar décadas.

  275. Beatriz Santos

    .Resposta da Advogada de David a Carta de Lins e Silva
    Memorando em Resposta a carta enviada ao Conanda e publicada pela Imprensa Brasileira

    Eh de meu conhecimento que correspondencia fora adiantada a Imprensa Brasileira, escrita por Joao Paulo Lins e Silva com o proposito de ser sua versao para acontecimentos ligados ao caso Goldman.

    A vasta maioria do que foi representado contem depoimentos que nao sao apoiados pelos fatos, e sao apenas hearsay (conversas ocorridas), e portanto nao eh necessario responder a tais acusacoes, principalmente porque nao irrelevantes as determinacoes feitas de acordo com a Convencao de Haia.

    A Convencao de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Criancas eh uma investigacao limitada: Se uma crianca fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residencia e por um dos pais que tinha custodia, ou que obteria custodia, para remocao ou retencao? Se a resposta for sim, o retorno da crianca eh obrigatorio.

    Entretanto, sera sem duvida util para a avaliacao de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente a entender este caso, a avaliar os varios pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentacao provenientes de ambas as partes nas cortes dos EStados Unidos, o que contradizem esta carta.

    As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade nao so eh errado como diminui a importancia do Governo e Judiciario Brasileiros que agora apoiam a aplicacao [de Haia] para o retorno da crianca aos Estados Unidos. Seus comentarios podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair [as pessoas] das obrigacoes do Tratado. Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondencia uma linha temporal que pela primeira vez contem admissoes que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sordida historia, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman em entrar com o seu processo judicial em Agosto de 2004.

    Processo Original de Custodia no Brasil

    Sr. Lins e Silva descreve as alegacoes como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna “decidiu” nao retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele eh cauteloso ao dizer que ela fez esta decisao somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparicoes que ela fez a Vara de Familia Brasileira ela contou outra historia, que fora uma separacao planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisao, como o seguinte:

    “Em junho, apos uso do poder de persuasao, a solicitante pode vir ao Rio de janeiro na companhia de seu filho…continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separacao”

    A historia dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Familia Brasileira no caso em New Jersey e anexou a traducao das decisoes da corte brasileira as suas peticoes nos Estados Unidos, varios meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil ha apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas “continuou com o acordo que ela havia iniciado”. Tal linguagem tinha apenas o proposito de falsamente representara ao juiz no Brasil de que sua presenca era apenas o resultado de separacao conjugal planejada por ambas as partes.
    O Sr. Lins e Silva agora confirma a estrategia que Bruna empregou em seus processos “durante o periodo de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho…apareceu perante a corte brasileira e pediu a custodia de Sean, que foi rapidamente dada”. Neste breve “periodo autorizado”, os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na “Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentacao anexada e totalmente adaptado:. Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisao apos chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora “matriculado” na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a crianca a um dos muitos psicologos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participacao do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos, e rejeitados perante as cortes de New Jersey.

    Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo nao poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte oficialmente, e tambem por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data qme que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondencia ja era esperado, o r. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissao do proprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamacoa de custodia nao havia sido servida ate 22 de dezembro de 2004). Ja fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente nao fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era obvio que as alegacoes que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.
    Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva
    As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança, de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um “funcionário judicial em Brasília”. Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos, continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.

    Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava “sob o seu cuidado” desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que “em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos”. Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta, quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão, estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estavisse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em Outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta. O facto que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como “Papai”, de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman o “americano” foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.

    Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente “foi incapaz de localizá-lo”, isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data.Se a Sra. Goldman e sua família tivessen sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então porque eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004 é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.
    Petição Haia
    A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seraim imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil. O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução. Apesar do Sr. David Lins e Silva descrever David como ter ” perdido repetidamente”, ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean, tinha sua residência habitual efectivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean. No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.
    O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que “ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe” desmente o facto do Sr. Lins e Silva, e seu pai , que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil. A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente order do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal o acesso foi bem fundamentada, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações. Sr. Lins da Silva está correcto em descrever que imediatamente após a morte de sua esposa ele decidiu “tomar uma iniciativa jurídica …”, na verdade, ele aplicou, novamente em segredo, para ter o nome de David Goldman retirado da Certidão de Nascimento brasileira de Sean, bem como os nomes dos avós paternos.

    Mr. Goldman então incluiu Sr. Lins e Silva em sua petição de Haia para afirmar a continuação da retenção indevida de Sean, somente quando se tornou claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não iria honrar com as ordens dos tribunais dos Estados Unidos seus direitos como o pai de Sean e retornar a custódia de Sean para seu pai. Mr. Goldman foi consistentemente aconselhado a confiar no processo judicial internacional na aplicação da Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis de sequestro da criança por parte do governo e do judiciário no Brasil. Confiando no conselho das autoridades centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não iniciou nenhuma das sanções penais disponíveis nos Estados Unidos, nem procurou contactar qualquer mídia em relação a este caso, enquanto o assunto permaneceu pendente nos tribunais brasileiros. Mr. Goldman nunca contratou um consultor de imprensa. Uma vez que Bruna morreu, e o segredo e os esforços inadequados contenciosos foram expostos, Mr. Goldman concordou relutantemente para iniciar o árduo processo diplomático, e para permitir a sua estória a ser contada em público, quando ele descobriu sobre a morte de Bruna e a retenção de Sean por Sr. Lins e Silva.

    Não estando mais sobrecarregado pelas deturpações de Bruna Goldman e de sua família, ou da influência secreta do Sr. Lins e Silva, espera-se que o Tratado Internacional de Direito, nos quais ambos os países contam para com o bem-estar e proteção de todos os seus cidadãos não será mais utilizada erroneamente.

    Patricia E. Apy
    Advogada de David Goldman
    7 de Março de 2009

  276. Samuel Bueno

    Uma das figuras mais estranhas e curiosas que sempre existiu na Humanidade é a do “corno-relógio”, aquele indivíduo que toma a mulher de um outro cara e, por ciúmes do que ela fez com o primeiro que possuiu, procura por todos os meios se “vingar” do antecessor, ferindo-o de todas as maneiras que estiverem a seu alcance.

    Não estou dizendo que este seja o mesmo caso em tela, mas já estudei as histórias de alguns “cornos-relógios” que foram tão além em sua perseguição ao que os “chifrara” presuntivamente, às vezes sem conhecê.los, que, no final, ficou evidente que, na verdade, estavam a fim do cara. Ou seja, um indício de puro homossexualismo latente e recolhido.

    O Dr. Joseph Goebbels foi um típico “corno-relógio”, pois sua mulher, a fogozíssima Magda, antes de conhecê-lo, fora amante do intelectual judeu sionista Haim Arlozoroff, que hoje é nome de rua em Tel-Aviv, uma transversal da Ben Yehuda, Ao que consta, Magda Goebbels nunca esqueceu a cicatriz da brith de Alozão e, insatisfeita, chegou até mesmo a lançar seus encantos adúlteros sobre o Fuehrer (este, ao que dizem, era impotente, monocórdico e coprófago, no que a Eva Braun o ajudava, ingerindo suas chucrutes…). Magda odiava os judeus e, juntamente com seu galhudo, foram inspiradores das medidas mais anti-semitas mais repugnantes do III Reich. Mulher com paixão recolhida é vingativa….

    Mas deixemos de fofocas hstóricas e vamos ao ponto: uma pessoa que se aposse de uma criança que não é seu filho biológico e é natural de um outro país, do qual o infante tem a nacionalidade originária, poderá ser processada por sequestro na legislação brasileira?

    É apenas uma perguntinha técnica, inocente, nada tem a ver com o caso…

  277. gthomas

    Desculpe (mais uma vez) na longa demora na aprovacao dos comentarios. Sorry.

    Samuel Bueno: Bom ve-lo por aqui,

    Bom ver (ler) os outros tambem.

    Todos aguardando ansiosamente a entrevista do Fantastico no Brasil hoje (quem tem a Globo international ou online podera assisti-lo, I assume

    LOVE
    G

  278. gthomas

    08/03/2009 – 19:11
    Enviado por: Beatriz Santos
    .Resposta da Advogada de David a Carta de Lins e Silva
    Memorando em Resposta a carta enviada ao Conanda e publicada pela Imprensa Brasileira
    Eh de meu conhecimento que correspondencia fora adiantada a Imprensa Brasileira, escrita por Joao Paulo Lins e Silva com o proposito de ser sua versao para acontecimentos ligados ao caso Goldman.
    A vasta maioria do que foi representado contem depoimentos que nao sao apoiados pelos fatos, e sao apenas hearsay (conversas ocorridas), e portanto nao eh necessario responder a tais acusacoes, principalmente porque nao irrelevantes as determinacoes feitas de acordo com a Convencao de Haia.
    A Convencao de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Criancas eh uma investigacao limitada: Se uma crianca fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residencia e por um dos pais que tinha custodia, ou que obteria custodia, para remocao ou retencao? Se a resposta for sim, o retorno da crianca eh obrigatorio.
    Entretanto, sera sem duvida util para a avaliacao de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente a entender este caso, a avaliar os varios pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentacao provenientes de ambas as partes nas cortes dos EStados Unidos, o que contradizem esta carta.
    As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade nao so eh errado como diminui a importancia do Governo e Judiciario Brasileiros que agora apoiam a aplicacao [de Haia] para o retorno da crianca aos Estados Unidos. Seus comentarios podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair [as pessoas] das obrigacoes do Tratado. Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondencia uma linha temporal que pela primeira vez contem admissoes que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sordida historia, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman em entrar com o seu processo judicial em Agosto de 2004.
    Processo Original de Custodia no Brasil
    Sr. Lins e Silva descreve as alegacoes como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna “decidiu” nao retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele eh cauteloso ao dizer que ela fez esta decisao somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparicoes que ela fez a Vara de Familia Brasileira ela contou outra historia, que fora uma separacao planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisao, como o seguinte:
    “Em junho, apos uso do poder de persuasao, a solicitante pode vir ao Rio de janeiro na companhia de seu filho…continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separacao”
    A historia dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Familia Brasileira no caso em New Jersey e anexou a traducao das decisoes da corte brasileira as suas peticoes nos Estados Unidos, varios meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil ha apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas “continuou com o acordo que ela havia iniciado”. Tal linguagem tinha apenas o proposito de falsamente representara ao juiz no Brasil de que sua presenca era apenas o resultado de separacao conjugal planejada por ambas as partes.
    O Sr. Lins e Silva agora confirma a estrategia que Bruna empregou em seus processos “durante o periodo de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho…apareceu perante a corte brasileira e pediu a custodia de Sean, que foi rapidamente dada”. Neste breve “periodo autorizado”, os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na “Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentacao anexada e totalmente adaptado:. Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisao apos chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora “matriculado” na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a crianca a um dos muitos psicologos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participacao do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos, e rejeitados perante as cortes de New Jersey.
    Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo nao poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte oficialmente, e tambem por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data qme que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondencia ja era esperado, o r. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissao do proprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamacoa de custodia nao havia sido servida ate 22 de dezembro de 2004). Ja fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente nao fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era obvio que as alegacoes que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.
    Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva
    As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança, de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um “funcionário judicial em Brasília”. Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos, continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.
    Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava “sob o seu cuidado” desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que “em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos”. Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta, quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão, estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estavisse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em Outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta. O facto que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como “Papai”, de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman o “americano” foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.
    Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente “foi incapaz de localizá-lo”, isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data.Se a Sra. Goldman e sua família tivessen sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então porque eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004 é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.
    Petição Haia
    A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seraim imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil. O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução. Apesar do Sr. David Lins e Silva descrever David como ter ” perdido repetidamente”, ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean, tinha sua residência habitual efectivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean. No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.
    O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que “ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe” desmente o facto do Sr. Lins e Silva, e seu pai , que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil. A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente order do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal o acesso foi bem fundamentada, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações. Sr. Lins da Silva está correcto em descrever que imediatamente após a morte de sua esposa ele decidiu “tomar uma iniciativa jurídica …”, na verdade, ele aplicou, novamente em segredo, para ter o nome de David Goldman retirado da Certidão de Nascimento brasileira de Sean, bem como os nomes dos avós paternos.
    Mr. Goldman então incluiu Sr. Lins e Silva em sua petição de Haia para afirmar a continuação da retenção indevida de Sean, somente quando se tornou claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não iria honrar com as ordens dos tribunais dos Estados Unidos seus direitos como o pai de Sean e retornar a custódia de Sean para seu pai. Mr. Goldman foi consistentemente aconselhado a confiar no processo judicial internacional na aplicação da Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis de sequestro da criança por parte do governo e do judiciário no Brasil. Confiando no conselho das autoridades centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não iniciou nenhuma das sanções penais disponíveis nos Estados Unidos, nem procurou contactar qualquer mídia em relação a este caso, enquanto o assunto permaneceu pendente nos tribunais brasileiros. Mr. Goldman nunca contratou um consultor de imprensa. Uma vez que Bruna morreu, e o segredo e os esforços inadequados contenciosos foram expostos, Mr. Goldman concordou relutantemente para iniciar o árduo processo diplomático, e para permitir a sua estória a ser contada em público, quando ele descobriu sobre a morte de Bruna e a retenção de Sean por Sr. Lins e Silva.
    Não estando mais sobrecarregado pelas deturpações de Bruna Goldman e de sua família, ou da influência secreta do Sr. Lins e Silva, espera-se que o Tratado Internacional de Direito, nos quais ambos os países contam para com o bem-estar e proteção de todos os seus cidadãos não será mais utilizada erroneamente.
    Patricia E. Apy
    Advogada de David Goldman
    7 de Março de 2009

  279. gthomas

    RESPOSTA DA ADVOGADA DE DAVID GOLDMAN

    08/03/2009 – 19:11
    Enviado por: Beatriz Santos
    .Resposta da Advogada de David a Carta de Lins e Silva
    Memorando em Resposta a carta enviada ao Conanda e publicada pela Imprensa Brasileira
    Eh de meu conhecimento que correspondencia fora adiantada a Imprensa Brasileira, escrita por Joao Paulo Lins e Silva com o proposito de ser sua versao para acontecimentos ligados ao caso Goldman.
    A vasta maioria do que foi representado contem depoimentos que nao sao apoiados pelos fatos, e sao apenas hearsay (conversas ocorridas), e portanto nao eh necessario responder a tais acusacoes, principalmente porque nao irrelevantes as determinacoes feitas de acordo com a Convencao de Haia.
    A Convencao de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Criancas eh uma investigacao limitada: Se uma crianca fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residencia e por um dos pais que tinha custodia, ou que obteria custodia, para remocao ou retencao? Se a resposta for sim, o retorno da crianca eh obrigatorio.
    Entretanto, sera sem duvida util para a avaliacao de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente a entender este caso, a avaliar os varios pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentacao provenientes de ambas as partes nas cortes dos EStados Unidos, o que contradizem esta carta.
    As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade nao so eh errado como diminui a importancia do Governo e Judiciario Brasileiros que agora apoiam a aplicacao [de Haia] para o retorno da crianca aos Estados Unidos. Seus comentarios podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair [as pessoas] das obrigacoes do Tratado. Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondencia uma linha temporal que pela primeira vez contem admissoes que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sordida historia, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman em entrar com o seu processo judicial em Agosto de 2004.
    Processo Original de Custodia no Brasil
    Sr. Lins e Silva descreve as alegacoes como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna “decidiu” nao retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele eh cauteloso ao dizer que ela fez esta decisao somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparicoes que ela fez a Vara de Familia Brasileira ela contou outra historia, que fora uma separacao planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisao, como o seguinte:
    “Em junho, apos uso do poder de persuasao, a solicitante pode vir ao Rio de janeiro na companhia de seu filho…continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separacao”
    A historia dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Familia Brasileira no caso em New Jersey e anexou a traducao das decisoes da corte brasileira as suas peticoes nos Estados Unidos, varios meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil ha apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas “continuou com o acordo que ela havia iniciado”. Tal linguagem tinha apenas o proposito de falsamente representara ao juiz no Brasil de que sua presenca era apenas o resultado de separacao conjugal planejada por ambas as partes.
    O Sr. Lins e Silva agora confirma a estrategia que Bruna empregou em seus processos “durante o periodo de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho…apareceu perante a corte brasileira e pediu a custodia de Sean, que foi rapidamente dada”. Neste breve “periodo autorizado”, os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na “Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentacao anexada e totalmente adaptado:. Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisao apos chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora “matriculado” na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a crianca a um dos muitos psicologos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participacao do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos, e rejeitados perante as cortes de New Jersey.
    Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo nao poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte oficialmente, e tambem por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data qme que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondencia ja era esperado, o r. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissao do proprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamacoa de custodia nao havia sido servida ate 22 de dezembro de 2004). Ja fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente nao fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era obvio que as alegacoes que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.
    Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva
    As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança, de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um “funcionário judicial em Brasília”. Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos, continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.
    Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava “sob o seu cuidado” desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que “em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos”. Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta, quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão, estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estavisse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em Outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta. O facto que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como “Papai”, de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman o “americano” foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.
    Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente “foi incapaz de localizá-lo”, isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data.Se a Sra. Goldman e sua família tivessen sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então porque eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004 é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.
    Petição Haia
    A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seraim imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil. O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução. Apesar do Sr. David Lins e Silva descrever David como ter ” perdido repetidamente”, ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean, tinha sua residência habitual efectivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean. No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.
    O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que “ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe” desmente o facto do Sr. Lins e Silva, e seu pai , que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil. A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente order do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal o acesso foi bem fundamentada, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações. Sr. Lins da Silva está correcto em descrever que imediatamente após a morte de sua esposa ele decidiu “tomar uma iniciativa jurídica …”, na verdade, ele aplicou, novamente em segredo, para ter o nome de David Goldman retirado da Certidão de Nascimento brasileira de Sean, bem como os nomes dos avós paternos.
    Mr. Goldman então incluiu Sr. Lins e Silva em sua petição de Haia para afirmar a continuação da retenção indevida de Sean, somente quando se tornou claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não iria honrar com as ordens dos tribunais dos Estados Unidos seus direitos como o pai de Sean e retornar a custódia de Sean para seu pai. Mr. Goldman foi consistentemente aconselhado a confiar no processo judicial internacional na aplicação da Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis de sequestro da criança por parte do governo e do judiciário no Brasil. Confiando no conselho das autoridades centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não iniciou nenhuma das sanções penais disponíveis nos Estados Unidos, nem procurou contactar qualquer mídia em relação a este caso, enquanto o assunto permaneceu pendente nos tribunais brasileiros. Mr. Goldman nunca contratou um consultor de imprensa. Uma vez que Bruna morreu, e o segredo e os esforços inadequados contenciosos foram expostos, Mr. Goldman concordou relutantemente para iniciar o árduo processo diplomático, e para permitir a sua estória a ser contada em público, quando ele descobriu sobre a morte de Bruna e a retenção de Sean por Sr. Lins e Silva.
    Não estando mais sobrecarregado pelas deturpações de Bruna Goldman e de sua família, ou da influência secreta do Sr. Lins e Silva, espera-se que o Tratado Internacional de Direito, nos quais ambos os países contam para com o bem-estar e proteção de todos os seus cidadãos não será mais utilizada erroneamente.
    Patricia E. Apy
    Advogada de David Goldman
    7 de Março de 2009

  280. [=

    Caros Gerald e Vampiro,

    Sinceramente não tenho nada de pertinente para comentar. Tem amigo meu ( eu às vezes) que liga para falar m… nenhuma. Apenas liga. Mando essa mensagem desejando uma ótima semana para todos, desejando também que Sean tenha um destino feliz!(pois é!, isso é mais que m… nenhuma)

    Abraços!

    [=

  281. Oi, Gt e pessoal.

    Esse post é off-topic, podem cortar se quiserem. Achei importante pois toca numa história curiosa sobre as torres gêmeas que deveria ser tocada:

    Glauber, penso o mesmo sore Raul. Ele conversava comigo nesses termos. Conto em Verdade Tropical. Mas não quero chamá-lo de “tropicalista” porque podem pensar que sugo tudo para dentro da turma que TomZé rejeitou. Marcelo Nova poderia chiar. E seria talvez mal interpretado: o aspecto principal, isto é, que Raul, por ser roqueiro (entre outras coisas), nadou mais e melhor do que qualquer um nas águas tropicalistas, poderia sumir na cabeça coletiva. Seria injusto. Até porque ele era muito mais do que isso.

    Gil, não estou tão inteirado quanto seu xará. Falei aqui somente porque temo controle da net por países fechados. Mas considero sua luta e seus argumentos oportunos e importantes (por isso pedi que me ajudassem a entender e, caso usássemos algo no lançamento de zii e zie, saber o que seria melhor). Tenho horror da vocação brasileira de ficar de fora, atrasado, mesmo que seja pelos mais simpáticos motivos. Sinto que você não responde aos pontos fortes dos seus oponentes nem estes aos seus. Mas discussões são assim. Até parirem algo. Continuo firme e forte na campanha pelo respeito ao sinal de trânsito. É uma lei simples e deveria ser modelo para a obediência às leis em geral. Legislar sobre uso da inetrnet é difícil. Li Lessig, ouço Hermano, Gil, Ronaldo – e, por outro lado, Brant, Bastos e você. Nada me enche as medidas. E resta muita coisa que não entendo. Sou burro pra isso. Às vezes a discussão entre você e Glauber não é sobre legislar, mas sobre criar uma cultura ética a respeito. Parece que você diz que os investidores de países habituados a prosperar vêm criando bases de rentabilidade no mundo digital/informático que sugerem legislação adequada – e que nós estamos só no romantismo. Parece que Glauber diz que os garotos que cresceram baixando (e uploading) coisas na internet não devem ser criminalizados, mesmo porque foi essa cultura que criou o Youtube onde se vê John Cage e Fantasmão. Vamos avançando devagar.

    Barbara and Heloisa, forgive me for telling you the joke my American friend made. She knows I love Barbara’s English and style. The point was to annoy me, saying MY English is stilted. She was also pretending to be jealous. I understand it may have sounded rude, but that was not her intention. Nor mine. I – as Bess would say to Porgy – loves you.

    Gente, eu leio a Veja só quando viajo de avião. Vi a “nota grossa” mas não vi as amarelas com Camille. Eu adoro o que ela diz sobre Daniela em geral. Adoro o interesse dela pela brasileira. Que bem o merece.

    Luedy, Luedy… eu queria que você visse os cordeiros do Psirico. Achar trabalho já não é coisa ruim. Divertir-se no trabalho então… E detesto esse papo de discrimanação racial pelos blocos. Não é visível. Quando eu era moço, preto não entrava no Baiano de Tênis. Não era oficial (felizmente não somos americanos nem sulafricanos) mas era sabido e dito pelos sócios do clube. No final dos anos 80, a Festa da Beleza Negra foi no Baiano de Tênis. Vejo todas as multidões de todos os blocos da Bahia. Procuro o racismo de que os demagogos falam e não encontro. Quanto aos gulags, o que é conservador é repetir sempre as queixas contra os EUA, o capitalismo, Israel e nunca reclamar dos horrores de países comunistas ou muçulmanos. Hordas de garotos e garotas me repetem o que você escreveu aí – e o mesmo fazia o pessoal da minha geração. Surgiu uma fresta crítica contra os regimes fechados – mas isso nunca se tornou dominante nem na imprensa, nem na academia, nem no folklore jovem. É chato. A utopia socialista é bonita? É o que as utopias têm de ser. E eu detesto pensamentos reacionários. Mas é muito ruim cegar-se. O interessante de Zizek é que ele afirma os descalabros, não fecha os olhos para eles. Mas o resultado é igual: apóia os regimes ditatoriais “de esquerda”, o apedrejamento de adúlteras, a execução de homossexuais em praça pública e o terror. Um homem público (que era do PT) me contou que em Porto Alegre algumas autoridades brindaram COM CHAMPAGNE a derrubada das torres do World Trade Center e, portanto, a morte de milhares de civis inocentes. O que há de bom nisso? Só Zizek explica. Bush foi o pior representante da fase iniciada por Reagan. Mas os EUA são um país revolucionário que ainda vive sua revolução. Eu fiz uma canção contra a prisão de Gantánamo. Sempre fui contra. Mas a gente não se deve fingir de bobo.

  282. Ekran

    Essa carta da advogada de David Goldman está disponivel em ingles no Facebook:

    http://www.facebook.com/topic.php?uid=35278616563&topic=8381

    **OFFICIAL RESPONSE TO LINS E SILVA’S LETTER**

  283. O honoravel juiz Naun Sheidi Nada Exeiditudo mentalmente me garante que posso ficar tranquilo porque a unica saida legal para todo o rolo armado com o caso Goldman x lins será resolvido simplesmente fazendo cumprir a ordem inicial que determinava o regresso do Sean ao solo de onde saiu para depois ( ai sim) ser raptado , retido,impedido ou que outro eufemismo queiram rotular uma caso de pegar o que é dos outros no grito.

    Esta unica saida possivel tem de ser realiada.
    depois claro haverá um julgamento mais detalhado caso o senhor lins ainda demonstrar amar tanto o menino em tela.

    Não creio que tenham a coragem de tornar publicas as diversas manobras e artimanhas praticadas para evitar por todos os meios possiveis o cumprimento da lei em um caso no qual tudo esta previsto de solução desde o inicio.

    Embora pessoas fiquem afirmando que isto não é um caso para que sejam envolvidos presidentes eu acho justamente o contrário.O tratado foi assinado em nome das Nações.
    O representante maximo de cada nação é o presidente.E portanto eles resolvem o que desejarem resolver.
    Pode ser que este caso depois de bem resolvido abra caminho para que outros similares que estão na espera tenham uma referência.

    Nos todos lucramos com tudo isto.

    E vamos espera o Fantástico para depois coversarmos melhor.

    Obrigado.

    Pacheco

  284. Sean, um menino muito amado

    Li a matéria da revista Época (07/03/09) sobre o menino Sean Goldman. Achei que a matéria não foi imparcial. Mostrou que a participação da mãe na vida de uma criança é a única que importa. Então, o pai que tem seu filho afastado de seu convívio, tem que simplesmente pensar na criança? Tem que deixar a mãe decidir se o filho terá pai ou não, como se o filho fosse propriedade dela? E se fosse o contrário? Se o pai fosse embora e levasse a criança para o país de origem, será que ficaria por isso mesmo? Pensariam nos anos de convívio e laços afetivos formados, ou todos lutariam para devolver a criança para a mãe tão sofrida? Uma pena que ainda pensem que um filho precisa apenas da mãe e o pai pode ser apenas um fornecedor de espermatozóides. A matéria deixou claro que, uma vez que a mãe foi embora do país com a criança, o pai poderia compreender, pelo bem do filho, que seria melhor ele pegar um avião e vir gentilmente ao Brasil para ver o filho. Quem sabe a cada quinze dias. Se o pai viesse ao Brasil para conviver com o filho, estaria de acordo com a mudança feita pela mãe e perderia então, a chance de conviver com seu filho, pois vamos lembrar que ele mora em outro país. O pai veio rapidamente ao Brasil depois que a mãe morreu, pois tinha certeza de que nada o impediria de levar o filho dessa vez. Parecia óbvio, a mãe morreu, resta o pai. Ele encontrou caminhos para ter dinheiro para custear advogados e viagens e isso foi muito criticado também. A mãe não faria o mesmo no lugar dele? Por que se uma mãe movesse montanhas para arrecadar dinheiro estaria lutando por um filho e o pai é só interesseiro? Ele é o pai da criança e independente da mãe ter ido embora do país de má fé, ou não, não faz alguma diferença. O pai teve algum direito de opinar a respeito dessa decisão? O pai pode ter sido um péssimo marido, mas não deixa de ser o pai que esse menino tem. Qual é o problema da mulher trabalhar e o pai ficar em casa cuidando da criança? Então a criança gosta menos de um pai ou de uma mãe que trabalha fora? Ele era um pai presente, tanto é que ficava com o filho enquanto a mãe saia para trabalhar. Ele era o cuidador na maior parte do tempo e foi afastado sem ninguém pensar em vínculo sócio-afetivo naquela ocasião. Nada consta sobre o pai ser agressivo ou perigoso. Depois que temos filhos, nem sempre temos a mesma liberdade de ir e vir de antes. Ao menos não deveríamos ter. A mãe estava infeliz, quis ir embora, mas pensou apenas nela e não se importou que o filho não teria mais um pai presente. Tenho certeza de que o padrasto e os familiares maternos são excelentes pessoas, bons cuidadores, pessoas que o Sean ama e com quem vive bem. A avó perdeu a filha, ajuda a criar a neta que não tem mãe. Tudo isso é muito triste. Se ficar longe do neto será uma tristeza maior ainda. Mas por que não é uma tristeza para o pai estar afastado do filho? Sou madrasta e sei que é perfeitamente possível passar a amar uma criança aos 4 anos, mas por que o amor do padrasto é tão fiel e o amor do pai e tão desvalidado? Para manter, mesmo à distância, um vínculo da criança com o pai, não seria importante manter a língua inglesa? Mas fazem questão de dizer que o menino pouco se lembra da língua paterna, para ser mais um fator que poderia dificultar a mudança da guarda. Agora alegam que muito tempo se passou e o contato sócio-afetivo está todo no Brasil. Isso é golpe baixo. Pois é óbvio que toda a vida do menino está estruturada no Brasil e levá-lo embora imediatamente não é o mais adequado. Porém, Ele tem 8 anos e será capaz de se adaptar muito bem à mudanças desde que não seja pressionado por quem não quer que ele vá embora. Se o pai receber o direito de levá-lo embora, eu serei totalmente a favor de que eles tenham a oportunidade de viverem juntos nos Estados Unidos para resgatar a relacão e formar um vínculo afetivo. O menino viria ao Brasil passar as férias escolares com os familiares maternos. Depois de um tempo, se o filho quiser voltar a morar no Brasil, tudo bem se o pai concordar e então passariam a conviver nas férias escolares. Ao menos teriam a oportunidade de conviver, apesar da brusca separação anterior. O menino está muito bem no Brasil. Tem uma família amorosa, um padrasto atencioso, excelente escola, mas tudo isso não pode ser mais importante do que ter um pai presente. O pai preferiu seguir o caminho da lei para ter o filho de volta ao país de origem, mas os anos se passaram e agora o menino tem seus laços afetivos no Brasil. Nesse caso o pai passa a ser o vilão, o culpado por querer mudar a vida do menino. Os familiares brasileiros estão desvalidando o pai. E isso é bom para a criança? Dizer que o pai não trabalha, que era péssimo parceiro sexual, que só está interessado no dinheiro do filho. Isso é para o bem da criança? Li no Estado de São Paulo (08/03/09) que o pai vai abrir mão da herança que o filho tem direito. Até isso ele precisa fazer. Por que as pessoas não podem acreditar que um pai pode querer ser pai? Por que só mãe é vista como quem realmente luta por um filho e não tem outros interesses? Depois de tantos anos, a volta desse menino para o país de origem precisa ter uma passagem gradual. Caso o pai tenha o direito de levá-lo, o ideal seria que ele ficasse no Brasil alguns meses, convivendo diariamente com o filho para formar um vínculo, desde que ao mesmo tempo o menino não estivesse sofrendo pressão das pessoas que querem que ele fique. Certamente os famliares maternos não fariam isso. Pensariam apenas no bem estar da criança, já que seguiriam a decisão da justiça que decidiu que o menino voltaria aos Estados Unidos com o pai. Eles querem que o pai entenda que agora o filho já está no Brasil, já está acostumado. Simples assim. Vamos ver se entenderão se a justiça permitir que o pai o leve de volta.
    Roberta Palermo
    Terapeuta Familiar
    http://www.robertapalermo.com.br

  285. Dri

    Sei que o Sean esta apegado com a familia materna dele e o padastro, mas sabemos a forma q ele foi levado pro Brasil, a forma de como o processo esta sendo feito, a forma de como a familia materna vem se posicionando, agindo de ma fe, mentindo, e isso nao foi feliz da parte deles. Entao, mesmo sabendo q o Sean vai sofrer por voltar para os EUA ( eh realmente o q eu espero), com o tempo ele vai lembrar de todo o amor q o pai sempre teve por ele, e continua tendo! Ele vai se ver fefliz com o pai, vai entender toda a verdade quando estiver maior, e aih quero ver como a familia materna vai se sentir, se ele os desprezar, como eles estao fazendo com o David agora!
    Sean, seu pai te ama, ele sempre lutou por vc, ele sem quis o melhor pra vc! Nunca esqueca disso!

  286. Ekran

    Outras repercussões do caso Sean:

    Enviado por Eduardo de Oliveira –
    4/3/2009-20:09

    http://oglobo.globo.com/blogs/brasilcomz/post.asp?t=caso-goldman-verdade-sobre-os-us-150-mil&cod_Post=165923&a=569

    Caso Goldman: A verdade sobre os US$ 150 mil

    Sabe por quê a NBC entrevistou Hillary Clinton, ou por quê David Goldman conversa com Larry King na CNN hoje à noite? Porque gente comum – como você e eu – que acredita na democracia e no direito de um pai biológico, não se calou.

    Não importa que David seja americano ou amarelo, mas que a verdade apareça.

    Agora, precisamos respeitar a privacidade do menino. A voz de cada um de nós é mais ouvida quando ela carrega respeito às partes. Respeito aos avós maternos – respeito esse que deve ser do mesmo tamanho daquele apresentado aos avós paternos.

    Vamos esclarecer a verdade sobre os tão falados US$ 150 mil. Quem solicitou o acordo foram Raimundo Ribeiro Filho e Silvana Ribeiro, os pais de Bruna. Isso porque a Corte Superior de Nova Jersey os responsabilizou, junto com a filha Bruna, pela retirada do menino dos EUA. Com isso, todos os bens da família nos EUA foram bloqueados.

    Duas estratégias são comuns. 1) Os acusados sempre tentam ganhar a vítima no cansaço, ou seja, causando danos materiais para que ela desista do processo; 2) É por isso que em casos de custódia, a Justiça americana bloqueia os bens para forçar o “sequestrador” a devolver a criança.

    “Só não imaginaram que David não desistiria do caso e levaria essa batalha até o fim,” me disse um amigo brasileiro do David, que apesar de anônimo está ajudando bastante ao pai americano.

    Os US$ 150 mil foram resultado de um acordo entre os Ribeiro e David Goldman, que aceitou retirar o nome dos avós da ação movida, mas continuou processando Bruna Bianchi Goldman. O dinheiro foi usado para pagar despesas legais.

    Você pode ler na íntegra o documento da Corte de Nova Jersey (em inglês).

    O leitor pode até comemorar a entrevista que o “Fantástico,” disseram amigos, deve fazer amanhã com David. Agora dá para dizer que o grande público brasileiro vai conhecer este caso.

    No entanto, não é quando a Justiça brasileira der a ordem de retorno do garoto para os EUA que este caso terá desfecho. Só quando o menino, agora com 8 anos, pisar em Nova Jersey é que o brasileiro poderá dizer: a Justiça funcionou no Brasil.

    Eduardo de Oliveira mora nos EUA há 8 anos. É colunista do Nashua Telegraph, repórter da Universidade de Massachusetts e colaborador da Rádio WSRO

  287. ezir

    ESTIMADO PACHECO, UMA DAS VOZES MAIS MADURAS DESTE ESTIMADO BLOG do Sr. Gerald Thomas:
    Gostaria de comentar cada comment seu aqui de hoje e os outros passados tb..
    Obrigada por apreciar minhas traduções e pontos de vista etc. via meus “comments”.
    PACHECO :
    seu INGLÊS É UMA GRAÇA DE ENGRAÇADO.Você conseguiu criar um jeito de falar ingles MEIO DO AVESSO E FAZENDO SENTIDO AO MESMO TEMPO …QUE INCRÍVEL!!! Voce é inimitável!!!

    Compartilho com VOCÊ DAS SAUDAÇÕES À MRS. ELLEN STEWART por TUDO QUE ELA CONQUISTOU NAS ARTES DO TEATRO MODERNO E COSMOPOLITA nesta 3 ou 4º maior METRÓPOLE DO MUNDO, E A MAIOR TENTAÇÃO CONQUISTADA DE TODAS AS MEGA-CIDADES CONTEMPORÃNEAS por TEREM CONSEGUIDO CRIAR O 1º METRÕ DO MUNDO …E TEREM INVENTADO O ESPÍRITO NOVO DE TODAS AS AMÉRICAS DESTE NOSSO “NOVO MUNDO” falado POR TODOS OS ESCRITORES-TESTEMUNHOS DAS CIRCUNNAVEGAÇÕES : O “AMERICAN WAY OF LIFE”.
    Em REVOLUTION REVISITED , o cineasta HUGH HUDSON que tive O ECRÃ DE CONHECER NA PALESTRA DA MOSTRA DE CINEMA , no ARTEPLEX ,e até CONSEGUI TRAVAR UMA CONVERSA MULTI-LINGUAL COM ELE MOSTROU muito BEM este PONTO DE MUTAÇÃO NA HISTÓRIA DE “MAN-HA-A-TAN “ com OS IMIGRANTES travandoA GUERRA DE VIDA OU MORTE AOS DÉSPOTAS-BUROCRATAS INGLESES-GEORGIANOS que NÃO SE CONTENTAVAM COM A MAIOR PARTE DO BOLO…E PASSAVAM POR CIMA DE QUALQUER SER HUMANO para MANTER UMA IDÉIA DE “DINASTIA INGLESA” que JÁ há MUITO TEMPO APODRECIA NOS MODOS E MANEIRAS , COMPORTAMENTOS completamente COMPULSIVOS…uma IMITAÇÃO GROTESCA …às vezes, “DESEQUILIBRADA” DO CARÁTER E DA MODA E COSTUMES DA VELHA E VICIOSA CORTE FRANCESA.

    Então, ACHEI SEU GESTO DE CUMPRIMENTOS À GRANDE MAMA “ELLEN STEWART” de uma beleza GESTOS GESTUAL E-M-B-L-E-MÁ-T-I-C-A
    os quais SINTO ESTARMOS RESGATANDO AQUI …nesta nossa INTERAÇÃO VIRTUAL com este BLOG,que só tem me feito VOLTAR e FAZER NOVAS INTERLOCUÇÕES ( apesar de algumas VISITAS q o sr. Thomas comenta serem “ATÍPICAS”).

    Então, bem, adorei SUAS PIADAS …super CRIATIVAS E BELOS !DROPS ” tipo de ALMANAK…E suas RECEITAS : bem, NÃO TOMO CERVEJA …exceto A ESCURA. Reconheço o ZECA PAGODINHO como uma das FIGURAS CENTRAIS DA MÚSICA DA CULTURA DE MASSA CARIOCA OU DO RIO DE JANEIRO.Sempre assisto ELE e suas entrevistas.Mas, SOU UMA AMANTE ARRAZOADA…E AUSENTE DO CLUBE DOS VINHOS, OU DOS ENÓLOGOS que vivem dando NOTÍCIAS E CONVITES DE DEGUSTAÇÕES lá no Rio, SP, BR inteiro …e ADORO ficar SABENDO DAS FOFOCAS …E DAS RECEITAS , é claro!!!
    UM SUPER DOMINGO PRA VOCÊ …e a ANA LUISA , NETINHOS…E TODO MUNDO !!!

    Um MEMORÁVEL TCHAU NESTE DIA …O PRIMEIRO DIA INTERNACIONAL DA MULHER , depois DE ANOS QUE COMEMORO , até INDO NAS PASSEATAS COM AS MULHERES E AS FEMINSTAS aqui de São Paulo…a 1º CELEBRAÇÃO em que INCLUO …E TENHO…D-U-A-S MULHERES-NOVAS-MODELOS INTERNACIONAIS: A E-L—L-E-N STEWART E A J-U-D-I-T-H M-A-L-I-NA. SUPER SAUDAÇÃO Á ELAS POR TODOS OS FEITOS DELAS NA LINGUAGEM DO NEO-TEATRO INTERNACIONAL como do GRUPO “LIVING THEATRE”, um DOS TRONCOS CONCEITUAIS E EMBRIONÁRIOS DO “T-E-A-T-R-O T-R-ANS-SE-M-I-ÓTICO” DO SR. Gerald Thomas.

    !!!!!….SUPER SALVA DE PALMAS À estas NOSSAS NOVAS MUSAS-RAINHAS – MULHERES MODELOS DE CIDADÃS DO MUNDO, CONQUISTADORAS DO NEO-TEATRO OCIDENTAL DESTA NOSSA ERA DE SÉCULO XXI…novos MODELOS em que PODEMOS , DE VERDADE, ESPELHAR … DE VERDADEIRAS MULHERES REALIZADORAS P-A-S-S-A-D-O-R-A-S DA NEO-CULTURA NOVA que CONSTRUIMOS.
    Muito OBRIGADA ao Sr. Gerald Thomas POR ME TER APRESENTADO À ELAS…E PODER SABER QUE EXISTEM NOVAS MULHERES NAS ARTES TEATRAIS COSMOPOLITAS, …SIM!!!Saudações de Ezir.

  288. Tene Cheba

    Eu li a carta da advogada, entendo que Mister Goldmam, foi duplamente golpeado.Isto lhe custará muito caro. A lógica de uma obsessão.

  289. O Vampiro de Curitiba

    Boa noite!
    Vamos passar para o post novo lá em cima?

  290. Tene Cheba

    Apaga.
    Eu li a carta da advogada, entendo que Mister Goldmam, foi duplamente golpeado.O advogado brasileiro, dono de um sobrenome poderoso, terá um custo alto a pagar por sua obsessão.
    Tá feio o negócio para muita gente boa.

  291. ezir

    SR. LÚCIO jR: queria comentar aquele COMMENT seu sobre o temperamento do nosso fundador da nossa TRADIÇÃO MODERNA : O ESCRITOR PAULISTANO “OSWALD DE ANDRADE”. Tenho um artigo NO PRELO que escrevi sob recomendação e encaminhamento de minha MAIOR MUSA DA SEMIÓTICA DA LITERATURA DE TODOS OS TEMPOS NO BRASIL E NO MUNDO , A DRA. PROFA. mARIA Rosa Duarte de Oliveira , PÓS-GRADUAÇÃO LITERATURA E CRÍTICA DA PUC-SP, escritora de ” GOULART: de PERSONALIDADE À PERSONAGEM” …E DO MAIOR DE TODOS OS ENSAIOS sobre MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS ” A SEMIÓTICA DE MACHADO DE ASSIS”…I-M-P-E-R-DÍ-V-E-L!!!! para A GENTE RE-ORDENAR NOSSO EIXO DE VISÃO DENTRO DA FONTE DE TODAS AS LITERATURAS E LETRAS : A LINGUAGEM DA MEMÓRIA DO INCONSCIENTE ..OU DA POÉTICA DE NOSSO INCONSCIENTE E CONSCIENTE. LÚCIO JR. sei que VOCÊ É UM FILÓSOFO ARTICULADÍSSIMO NA NOSSA CULTURA MUNDIAL e BRASILEIRA , bem à moda DOES ESCRITORES-RESENHISTAS linha bem praticada NOS EU DA AMÉRICA. E, por sso , adoro SUAS SELEÇÕES …E ME ATUALIZO SOBREMANEIRA COM ESTAS SÍNTESES E ATUALIZAÇÕES QUE você VAI NOS TRAZENDO AQUI DAS FONTES DESTA NOSSA TRADIÇÃO DA NEO-MODERNIDADE ou TRADIÇÃO SEMIÓTICA DA INVENÇÃO ou da PROTO-ESTÉTICA ( como marcaram O PROFR. DE INGLÊS FRANCÊS “STEPHANO DE MALLARMÉ” em “LANCE DE DADOS” ). Mas, acho que AJUDARIA DEMAIS pela PRÓPRIA UTILIDADE DO MATERIAL que VOCÊ NOS APRESENTA aqui enquanto UM “MARCADOR” DE NOSSO “FIO”…ajudaria DEMAIS se você colocasse da FONTE DAS REFERÊNCIAS porque COITADO DO NOSSO FUNDADOR MAIS AMADO INVESTIDOR DA NOSSA ARTE DE FALAR E DE VISÕES DE SÍNTESES DE ALTA TEMPERATURA NOVA “Oswald de Andrade”. Quem FALOU AQUELAS coisas sobre ele , e disse QUE ELE NÃO CONSEGUIU PUBLICAR NADA EM VIDA , só O MARCO ZERO …sinceramente , NÃO SE DEU NEM AO TRABALHO DE BUSCAR A “BIBLIOGRAFIA” DELE, principalmente em TODOS OS LIVROS DELE publicados GENEROSAMENTE pela EDITORA GLOBO , UM DELES , PROVA CABAL DO QUANTO ELE , OSWALD , PUBLICAVA TUDO DESDE SUA MAS TENRA IDADE LITERÁRIA quando COMECOU ESCREVENDO …sim SENHOR !!! NUMA COLUNA SOBRE “TEATRO E ARTES NA CIDADE DE SÃO PAULO” fazendo resenhas e críticas DE PEÇAS DE TEATRO naquele momento de início de sua carreira quando ainda ESTUDAVA “DIREITO” NA São Francisco E FAZIA MATÉRIAS para JORNAIS sobre T-E-A-T-R-OOOOOOO.Daí, a grande experiência e ENTRADA TRIUNFAL DELE comoAUTOR DE PEÇAS como o “rei da VELA” etc.etc.etc. A mais COMPLETA BILBIOGRAFIA que MOSTRA TUDO QUE ELE PUBLICOU EM VIDA , você PODE ACHAR EM SEU PRIMEIRO E ÚNICO LIVRO AUTO-BIOGRÁFICO ( que aliás , TENHO EM CASA , além do “DISCRETO COZINHEIRO DAS ALMAS DESTE MUNDO , sempre prefaciado PELO NOSSO PAI-AVÔ DA NEO-MODERNIDADE “Haroldo de Campos”)…o LIVRO , acho que O ÚLTIMO QUE ESCREVEU ..e que ele DEIXOU INTERMINADO …mas , PARECE BEM ACABADO …COM ESTA VISÃO SEMIÓTICA DE SUAS MEMÓRIAS VERBAIS E NÃO -VERBAIS SABIAMENTE…ESPECIALIZADAMENTE REGISTRADAS via SUA NOVA FORMA DE REGISTRAR E ESCREVER desde a nossa FONTE-EIXO DE VISÃO ESCÓPICA, DE SINCRONIAS E DIACRONIAS SOBRE AS COISAS E AS PESSOAS, FENÔMENOS ao NOSSO REDOR bem ASPECTADAS E FISIOGNOMICAMENTE SINTETIZADAS NO PRESENTE DINÃMICO DE NOSSOS ATOS como OBSERVADORES MÓVEIS, ou ‘SHIFTERS”.
    Achei super interessante este seu novo comment-NOTICIÁRIO CURTO DO PESSOAL DA “CONTRA-CULTURA” E DA “TROPICÁLIA”, mas precisava entender melhor de que REFERÊNCIAS , VOCÊ PARTE , entende?SAUDAÇÕES e minhas boas-vindas pelos novos contatos tão dentro de MEUS DESEJOS E VERDADEIRAS PAIXÕES NA NEO- LITERATURA E NEO-CULTURA BRASILEIRAS. SUper NOITE DE DOMINGO neste DIA TÃO LOCALMENTE ACLAMADO E INTERNACIONALMENTE OFICIAL DAS MULHERES E DOS HOMENS NOVOS …COM CERTEZA!!! de Ezir

  292. Reinaldo Pedroso

    07/03/2009 – 23:31
    Enviado por: Tene Cheba
    “Mecas, micas e mucas (…) >>>> Micos, micos e micos.

  293. ezir

    O LIVRO AUTO-BIOGRÁFICO ÚNICO E INACABADO do OSWALD DE ANDRADE é justamente “UM HOMEM SEM-PROFISSÃO”.I-M-P-ERDÍVELLLLL!!!, EDITORA GLOBO .e de LEITURA QUE FLUI ENSINANDO COMO É A VISÃO DE UM HOMEM SEMIÓTICO, DE CULTURA NOVA, GENUINAMENTE BRASILEIRO…E A HISTÓRIA DIÁRIO DA VIDA DELE …SOB O PONTO DE VISTA DELE ..e PONTO!!!
    Ezir

  294. Reinaldo Pedroso

    08/03/2009 – 08:11
    Enviado por: Jose Pacheco Filho
    “Está certissimo o Reinaldo as 07 23
    Lei é lei.(…)”

    Estou certíssimo, né, Pacheco?!
    Foda-se o Sean, “lei é lei.”
    Se o guri não for devolvido ao pai biológico – o espermatozóide era dele – que os Marines, a U.S. Navy, venham tomá-lo na marra. A Marinha Brasileira não é páreo para eles.
    Reinaldo

  295. magna

    realmente é uma historia triste,o sangue corre nas veias,pai é pai e o lugar do sean é do lado do pai…enfim espero que essa historia se resolva da melhor maneira possivel.

  296. eduarda

    o garoto TEM PAI biologico !!!

    Que a justiça seja feita ….que essa familia pague em desgraça !
    achei ridicula a entrevista da avo ….o motivo os irmaos …mais o que fez a filha dela ???? roubou o filho do pai …e esse padrasto que fdp é esse cara …..sacanasssssssssssss

  297. Oi, GT e pessoal.

    O comentário do Samuel Bueno foi demais mesmo e ficou na minha cabeça! Eva, comendo os cocôs de Hitler…

    Sobre a questão psicológica de Sean, vejamos o que o Calligaris escreveu sobre o Elián em 2000 (GT, linque o blog do Calligaris aqui):

    Elián González é o menino cubano que perdeu a mãe no naufrágio do barco que o levava à Flórida. Os parentes e a comunidade cubano-americana de Miami querem que ele fique nos EUA. O pai quer que ele volte a Cuba.

    Passei por várias fases. Uma fase pró-cubanos de Miami, na qual desconfiava do pai. Pedindo o filho de volta e falando para a pátria ultrajada, ele não estava sendo coagido por Fidel?

    Depois, houve a fase indignada com o pós-feminismo: parecia-me evidente que, se fosse o inverso, ou seja, se o pai tivesse se afogado e a mãe estivesse em Cuba pedindo o filho de volta, o rapaz já estaria no avião para casa.

    Houve a fase legalista: respeitemos as leis americanas de imigração. Elián, sendo menor, nem pode pedir asilo. O resto é politicagem. Deixei essa fase para a proposta tanto de Bush quanto de Gore: por decreto, outorguem direito de residência a Elián, assim a questão de saber com quem ele fica sairá do direito de imigração e irá para a vara de família, onde prevalece o interesse da criança. Mas qual é o interesse da criança?

    Aí outra fase pró-cubano-americanos, simplesmente porque tenho alergia a todo regime que impede seus sujeitos de viajar livremente. Lembro-me dos 63 civis desarmados que tentavam emigrar de Cuba em 1994 e foram assassinados por agentes do governo cubano. Havia 12 crianças entre eles. Por que Elián voltaria para isso?

    Por outro lado, um cubano de Miami levanta este cartaz: “A liberdade antes da paternidade”. Ou seja, ser livre é mais importante do que ter um pai. É uma versão da regra moderna: crescer não é se conformar aos pais. Mas estamos dispostos a desconsiderar os laços de família por ideais políticos? O que diríamos de uma criança que, em Cuba, denunciasse as simpatias subversivas dos pais seguindo o mesmo princípio?

    Imaginei uma solução: devolvam Elián para o pai e autorizem que ele volte para os EUA mais tarde, quando ele quiser visitar seus tios ou mesmo para ficar -só para dizer que americano não rejeita criança que naufragou. Feito. Vamos cuidar da vida.

    Mas a figura de Elián segue reinando na imprensa americana e nas conversas sociais. Por quê? A luta ao redor de Elián é uma parábola que propõe uma explicação de quase meio século de nossa história.

    Uma comentadora teme que, de volta para Cuba, Elián passe por uma lavagem cerebral. Outros perguntam então como a gente chama a reeducação americana pela qual Elián está passando agora pelas mãos de seus parentes de Miami. Não é lavagem também?

    Elián é a derradeira aposta da Guerra Fria. A batalha pela sua guarda e sobretudo pela sua alma é que justifica a Baía dos Porcos, o Vietnã e a Coréia.

    A luta é e sempre foi, de fato, entre Mickey Mouse e Fidel Castro ou entre Stakhanov e o Pato Donald. Nessa luta, o Che foi o campeão da esquerda, mas não tinha como ganhar -mais sozinho contra Hollywood do que contra o Exército boliviano.

    Eis que Elián volta de sua primeira visita a Orlando, onde foi beijado pessoalmente por Mickey. Na primeira página dos jornais, Fidel, em Cuba, rivaliza e beija a testa do irmãozinho de Elián. Quem beija com mais carinho: Fidel ou Mickey?

    Sempre soubemos que a Guerra Fria era sobretudo cultural. Graças a Elián, aparece enfim que, de fato, era uma competição onírica para ver quem conseguiria encarnar o sonho das crianças.
    Pouco importa quem organiza melhor a produção, pouco importa quem é mais rico e quem é mais justo, já que, afinal -considerando o lugar extraordinário das crianças e dos jovens no imaginário ocidental moderno-, a questão derradeira é: com quem e com o que sonham as crianças? Pois para lá iremos ou, no mínimo, irão nossos corações.

    Os EUA sempre se definiram como a terra das oportunidades. Ora, as crianças e os jovens, para nós modernos, são exatamente isso: os depositários das oportunidades que desperdiçamos. Logo, os EUA são o campo dos sonhos dos jovens. Não deu outra. Os jovens podem contestar o projeto hegemônico americano, discordar, opor-se. Mas seus sonhos são americanos. Assim foi perdida a Guerra Fria, a golpes de rock and roll, calça Levis e batata Pringles (por exemplo).

    Provavelmente Elián voltará para a ilha junto com o pai dele e sob o olhar atônito da comunidade cubana de Miami, que não entende como esse homem possa querer voltar para casa.

    Vejo a acumulação de brinquedos no pátio de Elián em Miami. Surpreendo o brilho no olhar de Elián sorrindo para os manifestantes na frente de casa: está gostando de seus 15 minutos de celebridade. Constato, por outro lado, a estética austera do outdoor que o governo cubano começou a desdobrar em Cuba: “Devolvam Elián à sua pátria”, dizem.

    Só falta que, na volta para Cuba, Elián tenha de escutar um discurso de Fidel de três horas. Vai acabar pulando no mar à procura de sua mãe e da Flórida.

    Um oficial republicano da guerra da Espanha inventado por Hemingway, observando seus aviões indo para mais uma batalha perdida, dizia: “Como sempre, estamos fodidos”. E olhem que, ao ser inventado, ele nem sabia que Hemingway era americano.

  298. Francisco

    É um absurdo isso que está acontecendo. David é o pai poxa!!!! Essa criança tem de voltar aos EUA imediatamente.

  299. MARI HELENA CORREA PIRES

    Osr. David Goldman, tem a prepotencia natural dos americano e, mesmo se comportando de forma pouco ética, vide assunto cheques com assinatura falsificada, venda de camisetas e outras ¨lembranças¨com a imagem do menino Sean, pensa que pode insultar a justiça brasileira.
    Terá este cavalheiro escopo moral para criar uma criança? De que vive ? Pq retira-la de sua familia depois do trauma da morte estupida de sua mãe?E a relação com sua irmazinha e avós, não conta?

  300. Renato Gabriel

    O pai é um grande FDP mas não tem problema.O espermatozóide é dele então o garoto não tem direito a escolha.Todos tem opinião A ou B ou se referem a lei C ou D mas ninguém está realmente interessado no que ele(filho) realmente quer.O foco é Brasil X EUA ou padrasto x pai.Será mesmo que é melhor pra ele?Se você tivesse a idade dele iria querer mudar de escola,casa,família porque uma lei fala isso ou aquilo?
    Há,eu também faria cheques falsos porque não tenho emprego nem renda fixa e vender camisetas com a imagem no meu filho também não é problema.Afinal a causa é nobre e eu sou santo.Nunca fiz nada de errado na vida e minha mulher me abandonou ‘naoseiporque’,’comofaz’.
    Moral e princípios ou você tem ou não tem e para o resto , aceito todos cartões de crédito.
    Vamos mandar o garoto de volta e respeitar o tratado de “Naia”(Serio Naia)antes que decidam que o Brasil tem armas de destruição em massa.
    Só não reclamem quando chegarem lá, cambada de corno manso.Pensando em vistar o Mickey e forem tratados pior que Osama Bin Laden e enviados de volta no voo seguinte.Refiram-se a qualquer tratado internacional pra ver se vai resolver alguma coisa seus toscos.E não se esqueçam que a Amazonia é área internacional sob a responsabilidade dos EUA porque somos um povo primitivo,fantoche de leis internacionais que só precisam ser cumpridas quando EUA são as probres vítimas, e não temos condição de tomar conta da Amazonia.
    A MARI HELENA CORREA PIRES mencionou um ponto importante.
    1º Porque se esse pai amasse tanto a família,esposa e principalmente o filho,como diz,teria vindo ao Brasil imediatamente quando informado da decisão da mãe de não voltar pra tentar reatar com a mãe ou ter contato com o filho.
    Eu não tava sabendo de nada e quando me falaram não fui lá tomar satisfações.Fala serio.
    Nossa complicado mudar de país?Parece bastante pouco diante de um amor que diz mover montanhas.
    2ºQuem ama de verdade não coloca o filho na situação que ele está colocando após a morte da mãe.Refiro novamente a principios e moral que o sujeito ou tem ou não tem ou adota : fins justificam os meios.
    3ºEx-modelo que não arruma mais emprego e caindo no anonimato, parece estar numa posição bastante interessante na mídia dando entrevistas na TV todo santo dia,sendo reconhecido,Larry King e o diabo,apoio de Hilary Clinton e Obama.Estou com a nítida impressão de além da grana ele quer ser celebridade.
    4ºEssa advogada dele é bem sambanga confundindo informações do tipo “ela decidiu não mais voltar ao Brasil”.Calma lá tia,assim a senhora perde a causa.Suporte do professor Pasquale também se faz necessário.Isso foi traduzido?Sinceramente deu medo das regras gramaticais de chat.Só faltou os emoticons.

    Resumindo ambos os lados tem interesses que vão muito além do simples ‘o que é melhor para a criança’ e vai ser dificil ficar descobrindo a cada desenrolar que está esticando mais o ponto que conta ou quem está sendo mais FDP tentando manipular isso ou aquilo a seu favor.
    Portanto uma solução que leve apenas em consideração a criança é necessária.Entre feridos e sobreviventes nessa estória nem o Rex,mascote da família é inocente.

    Uma fase de adaptação,reencontro para que ao final a criança decida se quer ficar ou ir embora com o pai biológico e se quiser ir,que vá com Deus e seja feliz que pelo que entendi grana pra visitar a irmã não seria problema.
    E se ele decidir ficar que parem de ficar pintando esse p. desse pai de santo que o único santo que já veio a terra já foi mandado de volta ao local de origem por esses mesmos sentimentos de EU SEI QUEM ESTÁ CERTO/ EU ME VEJO NO DIREITO DE DECIDIR PELA VIDA DOS OUTROS

  301. Os argumentos da família de Bruna sao pobres e nao apresentam provas concretas de nada, só jogo de palavras para ver se assim influenciam aqueles que nao tem acesso a mais detalhes e nao querem se dar a tal trabalho.

    Para quem nao sabe o que é viver no exterior, se alguma dessas “denúncias” de que David era violento com a senhora em questao, ela simplesmente iria a uma delegacia dar queixa dele e o garoto estaria na guarda dela LEGAL e IMEDIATAMENTE.

    A vida sexual do casal Goldman nao me interessa minimamente, e nao deveria interessar a ninguém mais. Qualquer acusacao dos Bianchi serve apenas para justificar um DIVÓRCIO, nunca um SEQUESTRO. Se nao concorda que o caso é um sequestro chame entao de RETENCAO ILEGAL DE MENOR EM PAÍS ESTRANGEIRO. Mudou o nome, mas o crime continua o mesmo.

  302. Alguém precisa explicar ao senhor Gerald algumas coisas básicas. É claro que um país tão socialmente injusto como o Brasil não poderia ter uma justiça perfeita. Basta observarmos os atos dos ministros da nossa suprema corte se mobilizando para defender o banqueiro ladrão Daniel Dantas e esconder as falcatruas do governo FHC. Agora ficar aqui usando como exemplo de retidão a justiça americana só pode ser ingenuidade ou ma fé. Como pode haver justiça num pais onde a tortura é legal ? Como pode haver justiça num pais que mantém pessoas presas durante anos sem processo legal, sem contato com advogados ? Que justiça é essa que não processa um presidente que engana toda uma nação a fim de declarar uma guerra motivada por interesses economicos ? Que justiça é essa que ainda não condenou o ex-vice presidente, apesar de todas as acusações que pesam sobre ele ? Basta olhar o infindavel processo do assassinato de Kennedy para se constatar que la, como em muitos outros lugares, a justiça é cega quando chega perto de poderosos.
    Acrescentando ao que disse um comentarista, pergunto ao senhor Gerald como o seu protegido, naturalmente americano, pretende levar essa criança para os EUA, caso ganhe na justiça. Aplicando uma injeção de anestesico no menino? Usando uma camisa de força ? Esparadrapo na boca ? Amarrado com cordas? Ou talvez numa daquelas jaulas para transporte aereo de animais ? Afinal lei é lei e tem que ser cumprida, não interessa o querer e o bem estar de uma criança. Não interessa tambem que o menino possa, como milhares de outras crianças pelo mundo, preferir conviver com seus avos.
    Sr. Geraldo: o que os brasileiros lhe fizeram de tanto mal, para o senhor odiar tanto o Brasil ? Me desculpe a observação e a intimidade, mas as vezes me parece um pouco de masoquismo as sua vindas ao pais, já que tem tanto desprezo pelo povo, por seus costumes, suas instituições, sua cultura. Eu, por acaso, prefiro muito mais um povo, como o senhor insinuou, desocupado, que fica dançando o carnaval, do que outro que se vangloria do poder de suas armas, de invadir e bombardear nações longínquas.

  303. Alex

    O Brasil eh o pais dos poderosos. A premissa basica da justica; que somos todos iguais perante a lei nao se aplica aqui e isso eh o cancer desse pais. Salve a America com todos seus defeitos, tedio, falta de alegria. Onde poderosos vao pro xadrez, e se faz cumprir a lei e a etica.

  304. Luciane

    Uma pergunta para o David…

    David:

    Qdo vc conseguir a guarda de Sean, quantos milhoes de dolares ira pedir para a familia de Bruna para devolver Sean a eles?
    Ou vc vai preferir que paguem por visitas feitas ao neto?

  305. Luciane

    Forgot David does not speak Portuguese!
    David, if Bruna was happy, why she left you?
    David, what is the price you will charge for leaving Sean with the grandparents?
    And as a good father, you can visiting him in Brazil

  306. Paulo Fonseca,adv

    Disputa envolve lei brasileira, americana e tratado

    Por Alessandro Cristo
    Alessandro Cristo é repórter da revista Consultor Jurídico

    Para julgar quem é a verdadeira família do garoto Sean Goldman — disputado pelo pai americano e pelo padrastro brasileiro —, as Justiças do Brasil e dos Estados Unidos terão que resolver um impasse jurídico, que mistura as legislações do Brasil, dos Estados Unidos e os tratados internacionais. Estão em jogo leis que tratam do sequestro internacional de menores, da consanguinidade, da paternidade socioafetiva e da proteção psicológica e emocional da criança, entre outras. Os elementos a serem considerados no caso são tão complexos que dividem opiniões até mesmo de especialistas que trabalham juntos no mesmo escritório.

    Os advogados Julian Abdo e Estela Franco, do escritório Abdo, Abdo & Diniz Advogados Associados, são um exemplo disso. Especialista em Direito Internacional, Julian Abdo aposta que o pai biólógico, o americano David Goldman, deve ficar com a criança. “O direito do pai é consanguíneo, ninguém pode tirar isso dele”, afirma. Além disso, o fato de a falecida mãe do garoto, Bruna Bianchi, ter sequestrado a criança em 2004 e a trazido ao Brasil sem o consentimento do pai, exige a análise do caso à luz da Convenção de Haia, que qualifica o crime.

    A especialista em Direito de Família Estela Franco discorda. Ela acredita que o garoto Sean já tem no padrastro, o advogado João Paulo Lins e Silva, a figura paterna, e que tirá-lo desse contexto poderia causar danos psicológicos. “O Direito de Família e da Infância brasileiros, desde a promulgação da Constituição Federal em 1988, vem primando pelo interesse superior da criança e pelo princípio da dignidade”, diz.

    Apesar de sua posição, Julian Abdo afirma ser próximo dos avós maternos de Sean. “Muitos ficaram surpresos com o que penso, mas sou pai e defendo o que é justo”, afirma. Para ele, nem mesmo o pior tipo de processo que um pai pode sofrer — uma ação de destituição de pátrio poder, que tira do genitor a responsabilidade pela criança — tem o poder de anular a paternidade. “É por isso que muitas mães presas criam os filhos no presídio”, explica.

    Até o pedido de indenização feito por David Goldman contra a família no Brasil tem uma explicação para Abdo. Como o valor pedido teria sido baixo para os padrões americanos nesse tipo de ação — Goldman pediu US$ 150 mil, quando são frequentes processos de mais de US$ 2 milhões nesses casos —, a intenção seria a de forçar que Sean fosse levado aos EUA, onde uma medida cautelar expedida no país poderia dar ao pai a guarda do filho. “Esse valor só cobriria o custo judicial. Foi uma ação estratégica”, diz. A tática poderia dar certo, já que, em território americano, não dependeria de uma chancela da Justiça brasileira, mas a suposta tentativa não vingou e terminou em um acordo.

    Hoje com oito anos, Sean já passou três com o padrasto. Esse tempo, segundo a advogada Estela Franco, foi o suficiente para criar laços socioafetivos entre os dois. “Por esse motivo, uma mudança radical seria marcante para o garoto, que tem uma rotina, uma língua e vínculos afetivos como referenciais”, explica. Para ela, analisar o caso apenas do ponto de vista da consanguinidade é um retrocesso. “A socioafetividade é uma construção baseada na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente. Não é um pai que a criança procura, mas uma figura paterna”, diz.

    A questão criminal, no entanto, ainda pode prejudicar as intenções da família brasileira, segundo a advogada. “Pela Convenção de Haia, essa criança estaria irregular no Brasil.” Porém, como há um conflito de normas, o caso pode parar nos tribunais internacionais. “Algo tem que ser feito rapidamente, caso contrário a criança será retirada do país devido a um requisito formal”, alerta. A advogada lembra, porém, que é contraditório os EUA falarem sobre a convenção. “Eles não assinaram acordos sobre adoção, por exemplo.”

    Quem é o pai

    Sean nasceu em 2000 nos Estados Unidos, onde David Goldman e Bruna moravam. Em junho de 2004, Goldman autorizou Bruna e o filho a passarem férias no Rio de Janeiro. A passagem de volta estava marcada para 11 de julho de 2004. Dois dias depois, ela ligou dizendo que não retornaria com o filho aos EUA e disse que o pai só veria a criança novamente se aceitasse o divórcio na Justiça brasileira. Bruna entrou então com uma ação na Justiça do Rio para ter a guarda do filho e contratou o advogado João Paulo Lins e Silva para conduzir o processo. Casou-se com ele em 2007, mas morreu durante o parto da filha deste casamento no final de 2008.
    O pai biológico moveu então um processo judicial pela guarda da criança, já que, com a morte da mãe, seu direito como pai seria líquido e certo. Ele também registrou o sequestro do filho nos termos da Convenção sobre os Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças, de 1980 — a Convenção de Haia. Por esta convenção, o Brasil deve localizar a criança e promover sua devolução para que o caso seja julgado pela Justiça do país onde o menor morava antes. É por força dessa convenção que a União atua no caso e defende que Jean volte a morar com o pai nos Estados Unidos.

    O padrasto também entrou com uma ação, pedindo o reconhecimento da paternidade afetiva e a substituição do nome do pai biológico pelo seu na certidão de nascimento de Sean. O advogado conseguiu a guarda provisória do menor, além de obter uma liminar na 13ª Vara Cível do Rio proibindo o jornal Folha de S.Paulo e o site criado por David, Bring S. Home, de veicularem qualquer coisa sobre o caso.
    Brecha internacional

    Esse tipo de disputa internacional é mais frequente do que se pensa, como diz o advogado Jamil Abdo. Só no escritório são conduzidos mais de 20 casos semelhantes. A maioria é de pais que, propositalmente, levam os filhos sem o conhecimento do companheiro para países onde a lei não considera o sequestro do filho uma contravenção. “O mais comum são os Emirados Árabes Unidos. Tenho sete casos envolvendo sequestros para lá”, conta. Por considerar a autoridade do homem superior à da mulher, a Justiça do país não concede pedidos de busca de menores feito por pais em outros países.

    Na Alemanha, a dificuldade é a falta de assinatura da Convenção de Haia. Em um caso defendido por Abdo, uma mãe brasileira pedia à Justiça a devolução do filho levado pelo marido. Mesmo sendo a apreensão de menores considerada prioridade no mundo todo, como não havia acordo firmado entre os países nesse sentido, a ação acabou arquivada. “Depois que cresceram, as meninas voltaram ao Brasil e hoje moram com a mãe”, conta o advogado.

    Um dos casos que ainda dão trabalho ao escritório é o de um pai que viajou em férias para os EUA, levando os três filhos, todos menores. Ao desembarcar, uma discussão deu início a uma guerra judicial entre ele e a mãe das crianças. Mesmo tendo assinado uma autorização permitindo a viagem dos filhos — exigência legal internacional —, a mãe denunciou à polícia que eles haviam sido sequestrados pelo pai. A Justiça gaúcha mandou o pai trazer as crianças de volta, mas ele recorreu aos tribunais americanos, que rejeitaram a ordem brasileira, alegando soberania. No entanto, a mãe conseguiu o que queria. “Autoridades policiais daqui abordaram as crianças nos EUA na casa do pai durante sua ausência e as trouxeram sem passaporte, o que é irregular. Foi tipicamente um sequestro”, afirma Abdo. O caso ainda tramita no Judiciário.

  307. Luciane

    Dona Silvana
    Mesmo David ganhando a guarda do Sean, ele podera ir passar as ferias escolares com a familia no Br.
    Como David ama muito o filho(espero que ele entenda que love para filho eh diferente de love pizza) vamos esperar que ele queira ver o filho feliz e o deixe passar as ferias no Brasil.
    E que cada um suporte o outro por amor ao Sean!!

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  309. brasileiro orgulhoso

    A anos q moro fora do Brasil. E ate este caso de Sean Goldman nunca tinha lido blogs brasileiros. Confesso q dei boas risadas! Nao exite humor como o nosso brasileiro… foi bom p amenisar a tristeza deste caso q como disseram alguns brasileiro de uma maneira ou outra, injustica sera feita.
    Eeeee ainda adoro este Brasil!

  310. Jeni

    O menino deve ficar com o pai biológico. E com certeza se ficar no Brasil vai jogar na cara do avós e do padrasto a separação que teve do pai biológico depois da perda da mãe.

  311. Luna

    O padrastro e familia brasileira jah estao apelando para a baixaria!

    E se eles realmente nao tivessem mais relaçoes sexuais… O que isso tem a ver???? Isso da o direito a ela de levar o menino embora pra sempre????

    Acham crueldade separar da meia irma (que tem 6 meses) mas separar do pai, depois de quatro anos de convivencia diaria, foi perfeitamente normal.

    A avo tem a cara de pau de dizer que o pai nunca procurou, sendo que o homem esta com o passaporte carimbado por oito vindas ao brasil… eles acham que ele veio pra que??? Pra ver copacabana beach? Se ele eh pobre como dizem, acho que nao poderia se dar a esse luxo.

    Ainda por cima o padrasto disse que David e Bruna tiveram um relacionamento a distancia antes de casarem!!!! Ah claro, a distancia de uma parede, jah que eram visinhos e moravam no mesmo predio.

    Honestamente, achei essa carta a maior baixaria, tipica das brigas judiciais de familia brasileiras. Levantou um monte de questoes que nao tem nada a ver pra fazer as pessoas perderem o foco.

    Se essa familia brasileira realmente ama esse garoto e se preocupa com ele, buscariam uma soluçao pacifica para o caso, permitindo visitaçao do pai (a principio) e junto com o garoto e o pai, decidir o que eh melhor pra ele. Afinal, nao ha duvida de que Bruna sequestrou o garoto e que tirou proveito ilicito de proximidade com a justiça para conseguir decisoes ultra rapidas (coisa que eu nunca vi no brasil antes) e ao meu ver ilicitas, ate a luz das lais brasileiras (segundo a LİCC, a justiça brasileira nao seria competente para jungar esse caso haja vista que o casal teve a primeira residencia comum nos EUA — algum advogado de plantao: me corrija se eu estiver errada).

    Gostaria que a (IN)Justiça Brasileira fosse punida pelos danos causados por suas aberraçoes juridicas.

  312. Geovanna

    Bom, inicialmente eu fiquei a favor de Goldman, mas conhecendo e aprofundando mais na história do pequeno Sean, fiquei bastante divida, como dizem as informações Bruna não estava mais gostando do casamento.. Será que ele agredia ela mesmo?! Ela deveria ter ficado com medo de que ele batesse nela, Mas acredito também que não teria sido motivo pra levar o filho sem a ‘permição’ do pai, aliaz ela não fez Sean sozinha… É, Goldman não ajudava na casa, ela trabalhava e bancava tudo sozinha, Com relação a morte de Bruna, sinto muito pelo filho e pela filha dela, os dois filhos foram quem mais sairam prejudicados. Mas, isso é o que dizem, ninguém garante nada… Pra ser franca, esse assunto é muito delicado, se trata da vida de uma ser humano, de um garoto de apenas 8 anos de idade, Acho que cabe somente á JUSTIÇA ver o que é melhor pro Sean.. Sejá lá qual for a escolha… Quero o bem!

  313. Flávia

    Essa situação é completamente surreal. Só no Brasil, um pai biológico disputa com um padrasto de sobrenome “influente” a guarda de SEU PRÓPRIO FILHO!!! O pai biológico é o PAI da criança! Não importa se o padrasto é bonzinho etc e tal! O pai biológico fica com o filho! Me revolta esse país dos desmandos onde quem tem dinheiro suborna e consegue o que quer! Gente essa história é kafkaniana!!!!! Todo apoio ao David Goldman!!!!

  314. Flávia

    Bem se vê que essa família brasileira tem um amor neurótico e possessivo por esse menino. Se fosse um amor saudável, o garoto já estaria morando com o pai, lógico! Isso é o normal!!! Nas férias e outras oportunidades, eles se encontrariam! Isso é o normal! Já julgo como deformado o amor da família brasileira por esse menino, pelo simples fato deles negarem o garoto ao pai!

  315. Mariana

    É doloroso ver a maneira como a justiça Brasileira tem acolhido este fato. Independete de haver ou não casos semelhantes em grandes quantidades, não podemos justificar nossas falhas por este motivo, devemos mostrar nossa idignação diante a cada acontecimento não resolvido dentro deste pais.
    Devemos lutar por algo que, posteriormente, possa vir a fazer parte de nossas vidas, afinal, ninguém esta fora de risco.
    David é pai, e como a nossa propria constituição nos ensina, todos são inocentes até que se prove o contrario, sendo assim não a evidencias de que David seja um individuo de ma fé, o qual não merece a guarda de seu proprio filho.
    Muitos de nós sofremos por falta de amigos, algum relacionamento afetivo que foi interrompido contra sua propria vontade, e isso nos afeta de maneira brutal, chegando a ser inexplicavel e apenas seu proprio interior realmente sabe a intencidade disso. Quantas vezes em via publica, estabelecimentos, locais de trabalho, brigas com desconhecidos, ou até mesmo, com conhecidos não somos julgados de maneira errada, ou somos mal interpretados com nossas palavras que muitas vez nao conseguem dar o real sentido aos nossos sentimentos.

    David tem o direito, e acima de tudo é uma pessoa merecedora, após tanta luta,ter seu filho de volta.
    Tenho certeza que todos ja acordaram em meio a madrugada preocupando-se com alguem que nao esta presente, porém deveria estar….angustia…afliçao…saudade…medo…talvez raiva… e mais ainda a humilhante posição de um homem que não pode ter ser filho atravez de sua força!

  316. Giba

    O menino deve voltar, e nisso acho que todos concordamos…só não vejo utilidade alguma o pai americano ficar indo em programas de TV criticar junto a uma apresentadora estúpida a justiça brasileira (….” ora, quer dizer que eles estão quebrando as leis americanas”…). Ele deve buscar o apoio de brasileiros, não de americanos. Inteligência Mr. Goldmam, tá faltando inteligência.

  317. Pingback: Popular People » Blog Archive » Todo O Apoio a David E Sean Goldman : a JustiÇa Brasileira Tem De …

  318. O Brasil, está perdido com este sistema Judiciário totalmente corrompido, pelo dinheiro e posição social. Façamos justiça com vidas, pois o dinheiro fica sempre de herança para alguém. Afeto , amor , carinho , não se compra nem se vende. David Deus estará contigo, eu tenho a certeza disto. Sean voltará aos seus braços de alguma forma que ele proverá !!!

  319. Ricardo Alkmin

    concordo plenamente, quem garante ao sean que teu “pai” biologico, nao esta somente querendo aproveitar da situaçao.
    Para arrecadar unas verditas a mas,vendo que quem começou este balaio de gato foi ele, pois ate ai ele poderia ser apenas um pai que visitaria seu filho no seio materno!!!
    Penso que o lugar de todo filho e no colo daquela que o carregou,o amamentou etc….!! But , como a mesma nao se encontra ,cabe a justiça proteger a criança de aproveitadores e oportunistas de plantâo,para depois nao ser mais um marginal ,revoltado na qual a justiça vai ter que recondiconar depois coisa que neste pais nao se faz bem!!!!!!!!

    bjs e abraços

    Ricardo Alkmin

  320. targinosilva

    Louro. Da o pé louro.
    Não acredito.
    Não é o que estou pensando.
    De certa forma é o que seu estou pensando.
    Você esta defendendo os louros.
    As loiras foram varias vezes ultrajadas aqui com piadinhas infames
    e você não falou nada, agora vem em defesa dos louros?
    Qual é a sua, que time você torce.
    Que pais você vive?
    Recentemente um figuraço inglês disse que os negros são retardados.
    Você não fez um edital.
    Mudando o sentido das coisas você não conseguir convencer ninguém.
    Acho desnecessário explicar as palavras do Presidente num dos paises
    mais racista do mundo. Foram eles que colonizaram a África do Sul.
    Não queira ser chamado de louro. Louro é papagaio.

  321. Maria

    Olhe e veja, veja se foram os negros americanos que se regalaram no bom uso do dinheiro. E a crise foi provocada pelos brancos, sim meu companheiiro.

  322. nomade

    Geraldo (prefiro em português mesmo):
    Posso não concordar uma vírgula com vc, mas isso não impede que diga que a Veja deveria lhe dar um espaço para sua manifestação. Não sei se escreves “chapado” ou se és baitola (acho que não), mas sua cabeça teria muito a dizer naquela única tribuna moderna que temos neste Brasil (com “z” soa melhor?) ou Brassil (como querem os argentinos).
    É isso. Lhe aplaudo.
    Em tempo: A posição oficial do Vaticano veio depois. O bispo botou o carro além dos bois. Mas, como disseste (não se querendo aproveitar da Gení da vez) ele queria ser coerente, equivocadamente, com seus postulados católicos. Por outro lado, não sei sua insistência em se dizer ateu judeu, louro de olhos azuis (ariano?), é uma declaração à la Baudelaire ou quer apenas se mostrar superior. Vc está começando a se parecer um Lula às avessas. Francamente…

  323. Brasileiro de de cor-ração

    Legal, imaginem se eu numa loucura impensada chegar em praça pública e dizer uma inverdade como: A culpa da submissão dos negros é oriunda dos próprios negros, pois estes vendiam para escravos seus irmãos aos europeus.
    Creio eu que se não fosse linchado, almenos preso seria. Agora imaginem um mal educado chegar no pais dos outros que tem na sua maioria louros e de olhos azuis ofender tais características raciais? Imaginem se ao contrário fosse, ou seja, o Gordon no Brasil ofender almenos os morenos?
    Presidente, a culpa pelo egoísmo mundial é de toda humanidade, inclusive minha e sua que falamos muito e fazemos muito pouco, com uma grande diferença, eu nada posso e o Senhor pode alguma coisa.

    È doloroso.

  324. Basbaque

    Um país de retardados! Por que não podemos evoluir? Pela primeira vez na vida fico realmente feliz por não ter herdado os olhos do papai…. Senão, mais uma culpa pro meu saco de culpas cristãs, todo o mundo na m*%$# e a culpa tb seria mea maxima culpa… e se ser branco fosse assim tão culposo a indústria de clareadores de pele não faria os milhões q faz! Menos, Mr. Lula, bem menos…Antes q alguém se ofenda, retardados referindo-se a “atrasados”, ta?
    E quanto ao “Goldman files”: Bem tendo nascido no subúrbio do Rio, pobre e cheia de conhecido (a)s bandido(a)s, viciado(a)s e malandro(a)s (vá lá, tb tinha muita gente boa!) vi tanta gente realmente se livrar de crimes com uma ajudinha da mesma “justiça brasileira” q irá decidir o caso Goldman; vi tb gente dura, lógico q mais dura q o Mr. Goldman, penar na cadeia por delitos menos graves pq eram POBRES! Pera aí, não sejamos hipócritas, A GENTE SOMOS INÚTIL!!!! A propósito, recebi email me convidando para a famigerada passeata q houve para manter o Sean no Brasil e fiquei indignada! Não sou dessa turma: Estou desempregada(ou seja, sem QI de quem indica), estudei em escola pública toda a vida e sem querer consegui estudar numa universidade federal(era a única suburbana). Já fiquei na fila da defensoria pública para conseguir atestado de pobreza; já fui mal-atendida no tribunal de justiça, já fui a audiência com advogado “por-favor” pq não tinha dinheiro pra pagá-lo e só vou a Ipanema de ônibus! E esse povo tem coragem pensar q eu vivo no mesmo Brasil q eles!? No Brasil deles arrogância é lei, no meu é babaquice e boiolice; no país deles eles fazem o q querem até comigo, no meu, eu faço o q eles querem, pq eles são os “chefes da nação”… Dá um tempo neguinho, libera o filho dos outros e o meu anjo-da-guarda tb! Retardados!!!!

  325. Basbaque

    Mr.Thomas,
    Achei muito bom esse post; o título é MARAVILHOSO:
    “O filho é dele, mas o dono sou eu”. Algo como ser perna-de-pau mas ser o dono da bola faz do moleque titular no time! Clever, hã?
    Check it out:

    http://syleide.blogspot.com/2009/03/comentario.html

    João Paulo Lins e Silva
    Publico aqui um comentário que foi feito por Alfredo Aguiar no site de Barbara Gancia e também no vi o mundo de Carlos Azenha.
    enviado por Alfredo às 02h21 em 26 de Mar de 2009

    Parece irreal, é surrealista!

    O filho é dele mas o dono sou eu

    Se ouvíssemos essa frase vinda de um índio de alguma tribo silvícola, quem sabe de algum desses países de cultura tão estranha a nossa em que as leis seguem critérios tão curiosos quanto insólitos, não pareceria impossível de ser dita por alguém que não tenha tido acesso a cultura ou educação mínima adequada, mas pasmem vem de uma pessoa que não somente tem formação didática e jurídica sobre o tema mas que escolheu pautar sua vida profissional em luta contra essa monstruosidade.

    Tento, e não consigo graças a Deus, imaginar o que passa na cabeça daquele que é pai mas não pode ser o “dono”, não sei se eu como pai resistiria, me fluem instintos animais que preferiria não saber existirem dentro de mim, confesso que a primeira coisa que me passa pela cabeça é mandar o padastro ir ter uma conversa ao pé do ouvido com o coisa ruim, com passagem só de ida. Eu não conheço o Sr. paulo lins & silva mas quando ouço seus “argumentos”me dá ánsia de vomito. Também não conheço o Sr. Goldman, mas me parece que deva ter recebido transfusão do sangue de algumas baratas em alguma parte de sua vida, só isso para explicar tanta paciência com as piadas que a justiça brasileira lhe conta a cada decisão. Só uma força sobrenatural para entender ser tão achincalhado pelo algoz de seu filho!

    Fico imaginando como no mundo atual se possa aceitar a tentativa judicial de tentar tomar o filho amado de outra pessoa, só o ensaio já deveria ser um escarnio prontamente rejeitado pelo judiciário, mas eureca, não só aceitaram como deram ganho de causa ao meliante, não que a justiça brasileira seja conhecida por ser justa, mas perecia que existiam alguns limites em seus atos, não existem mais, é a Sodoma e Gomorra institucionalizada.

    O que a justiça brasileira vem fazendo, com o apoio de setores da sociedade e do vergonhoso senado é dar um papel de propriedade sobre uma criança para esse Sr. lins & silva, algo que parecia ter desaparecido com a abolição da escravatura, a justiça acaba de abolir o exame de DNA e aceitar o extrato bancário como determinante de paternidade, nem Maquiavel em dia inspirado teria atrevimento de escrever tal comédia.

    É isso? Não, não é só isso, existem defensores, porque um manicômio não seria completo sem os loucos. As teses? As mais diversas – o bom colégio, – o sobrenome lins & silva e a mais estúpida – o tempo que o menino está em “poder” do padastro, em que a justiça os defensores se apóiam? Imagino que paternidade com data vencida, quem sabe uso capião, talvez direito adquirido! Nada pegava, então inventaram o termo: Convivência Sócio Afetiva!!! Maravilhoso termo!!!! Juizes, senadores e toda casta de socialites se rendem a ele, até eu pensei em pegar aquele carrão da minha vizinha e “conviver” com ele na garagem por algum tempo, mas pensei que poderia não dar certo, um carro é um bem muito valioso, não é como um moleque qualquer. Você já imaginou que se pegar um simples urso de pelúcia e esconder em seu quarto um juiz pode lhe prender e você terá que inegavelmente devolve-lo , mas você pode se apropriar do filho de outra pessoa com consentimento da justiça se o seu sobrenome tiver algum peso monetário?

    E querem que nós humanos normais entendamos isso como natural?

    E justo?

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