Sociedade dopada por Psicotropicos! Pequenas sociedades Secretas. Todo mundo dopado, dopa-minado!

Pequenas Sociedades Secretas

Me sinto estranho às vezes, ansioso, não sei o que fazer, quero espancar as paredes” – me diz um dos meus vizinhos, ex-editor da revista PRINT, Marty Fox. Com seus 76 anos bem vividos, esse editor e também autor de teatro, é um ser extremamente ansioso.

Marty, por que você não tenta tomar Rivotril ou um outro ‘benzo’ qualquer?” Ele não quer. Não quer saber de Valium ou Frontal, Lexotan ou esses que baixam a bola.

Mas Marty parece ser um caso único.

A sociedade moderna está dopada. Ou dopa-minada. Ou minada por total! Pior que isso: está psicotropicamente congestionada. Quem dera a palavra psico-trópico tivesse sua base aqui nos lindos balneáreos caribenhos ou brasileiros, movimentos tropicalistas, mas não: mais tem a ver com o famoso livro “Tristes Trópicos” de Claude Levi-Strauss, o mais famoso antropólogo do século XX.

Falo de experiência própria: faz uns dois meses encarei uma psiquiatra em Nova York. Tudo bem. Depois de uma hora e meia de “entrevista” ela anotava algumas coisas que eu não considerava de nenhuma relevância:

1- Você tem pânico quando esta no meio de pessoas?

2- Você tem pânico quando está abrindo a porta ao sair de casa?

A vontade era a de bocejar. Tendo passado por verdadeiros mestres Freudianos e Lacanianos e tomando um poderoso Topamax + Rivotril, desde que ví, da minha janela em Brooklyn, a queda do World Trade Center naquele dia trágico (e ainda tendo que trabalhar como ‘voluntário’ no buraco- ground zero – por 21 dias) eu estava um caco, um estilhaço. Quatro dias depois de 11 de setembro eu era o próprio personagem rasgado de Beckett, com suas roupas empoeiradas…..mente em frangalhos!

Bem, voltando a tal entrevista com a tal psiquiatra: saí de lá com uma prescription (receita) de Lexapro. Primeiro eu deveria tomar 5 mg ao dia e subir para 10 mg no décimo dia.

Eu ainda me lembro de ter perguntado sobre efeitos colaterais: “Não, não terás nada. Imagine. Se, por acaso , no início, tiver algum pânico, alguma tremedeira, como muita ansiedade, quebre uma pílula de Rivotril ao meio e tome”, ela me disse.

Estranho porque, entrando no site do Lexapro, dizia-se que o medicamento era usado justamente para combater o pânico e ansiedade!!!

Tomei por 21 dias e chutei o pau da barraca! Não agüentei. Claro que por alguns dias, o mundo ficou LINDO, deu aquela fome de comer ‘fondue’ e traçar todos os queijos suíços, mas e a libido????

Assim como já havia acontecido com o Prozac, a libido foi dar uma caminhada na Sibéria. Ao contrário do Zoloft (que também experimentei por um tempo, mas abandonei porque é como uma sinfonia de Brahms: não se chega ao orgasmo NUNCA!!!!!) o Lexapro é, sim senhor, um tremendo broxante!

Curioso: faz um tempinho, um amigo muitíssimo querido, também analista, me deu um Viagra pra experimentar. Um dia experiementei. Confesso que minha visão ficou tão blurred (embassada) , tão completamente turva, que PERDI a mulher que estava na minha frente. Me deu até um pouco de náusea e… tudo foi pra baixo!

Voltando pros psicos, ou psycos (como a gente chama os loucos nos EUA), a sociedade parece mesmo não se agüentar! Só mesmo se juntando a essas pequenas sociedades secretas é que se descobre que todos os amigos também estão tomando.

Lexapro? Porra, tô com ele e não abro, já faz dois anos” Não foram duas ou três pessoas, foram mais de dez. E quem não falou do Lexapro, falou do Effexor, do Praxil, do Wellbutrin ou sei lá do quê; ESTÁ TODO MUNDO DOPADO, ou melhor, todo mundo “seratoninando” com esses SSRI!!!

Que locura! É mais ou menos como entrar em qualquer outra sociedade secreta! Terreiro de umbanda, por exemplo: caminhos sigilosos pra chegar não sei até onde…e, de repente, chegando lá: generais quatro estrelas, policias, artistas, arquitetos renomados, sorveteiros, políticos, etc. Parece o próprio “O Balcão” de Jean Genet!!!

Isso tudo me remete a uma única coisa!!! Ao meu mestre Samuel Beckett, cada dia mais montado e cada dia mais trivializado! Abro as páginas dos jornais do mundo e, dá-lhe Beckett. Desde os “Dias Felizes”, com a Fiona Shaw, até o Micha Barishnickov, fazendo os Beckett Shorts (Eh Joe) ou Peter Brook, passeando pelo Brasil e pelo mundo com seu pocket Beckett e Ralph Fiennes e Liam Neeson interpetando, entre outras coisas “First Love” (Primeiro Amor), no Lincoln Center Festival.

Gerald Thomas e Samuel Beckett

Foto: Gerald Thomas e Samuel Beckett em Paris, 1984

Ah, que saudades do Lincoln Center Festival! Eu e as Fernandas (Monetenegro e Torres) fazendo o nosso Flash and Crash Days. Eu nem sabia que, aqueles sim, eram dias…felizes. Explico: a enorme empatia entre os textos CINZAS de Beckett com os dias de hoje não são à toa! Uma maneira de sair desse tom cinza é tomando antidepressivo. O outro, é formar , ou fazer parte, como fiz por anos a fio, anos e anos, dessa sociedade (agora nada secreta) de aficcionados por textos de Samuel Beckett, que celebram o eterno lamento do berço até o túmulo (the same old moans and groans from the cradle to the grave).

Encarar a realidade custa caro: com psicotrópicos, mais caro ainda. Talvez, colocar um manto cinza e recitar no palco, dia após dia, “Imaginação Morta, Imagine”, ainda seja a farsa mais holística de encarar a vida de frente, já que sabemos como somos e quão frágeis somos perante a imensidão do desconhecido de nossas próprias mentes.

Gerald Thomas

(na edicao, obrigado: Vampiro de Curitiba)

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164 Comments

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164 responses to “Sociedade dopada por Psicotropicos! Pequenas sociedades Secretas. Todo mundo dopado, dopa-minado!

  1. caca

    lembrei de vc falando um dia no ensaio: vcs querem modificar o que se não conseguem modificar nem a si próprios? nunca esqueci isso Gerald.. é como se o todo o mundo estivesse lutando pra fora sem vencer nem a briga interna, fala-se tanto em salvar o mundo mas talvez o problema seja que o ser humano está esquecendo de que é apenas um partícula nessa imensidão, uma raça que se super valoriza até certo ponto e não aceita que também pode se extinguir por causa de seus medos, então, a partir daí, gera o caos.
    lindo texto!!!
    bjs

  2. Contrera

    concordo.
    até porque já tomei e vc sabe que hoje recuso. até o fim. prefiro pirar. minha terapeuta sabe. no máximo, tomo chá de erva de são joão. ahahah
    G: vc precisa conhecer um antigo professor meu, Julio Groppa Aquino. vcs precisam conversar. procure no google. ele dá aula na educação, usp. mas não é idiota. ahahahaha pelo menos, acho…. ahahaha afinal, faz tempo que não falo com ele.
    bj
    contrera

  3. Wilde no seu “the importance of being earnest” já reclamava que todo mundo “quer ser espirituoso… já é o mal de todos. Quem me dera que sobrassem alguns pobres de espírito”. Pois os que sobraram estão no seu texto amor! Pobres de espírito, bem dito, que não exergam a vida com os óculos ‘purple’ de Hoffman… por falar nisso “com Brahms nunca se chega ao orgasmo” é demais… hauahuahauah
    Vamos receitar Shostakovich nos consultórios, a ‘trepada de Katerina Ismailova’ com seu amante Sergei em “Lady Macbeth from Mtsensk”com os instrumentos ‘sonorizando’ o coito é melhor que qualquer Viagra… e olha que levanta hein!
    beijo

  4. ricardo brendler

    Matéria bem atual. É real e não surreal essa história de todo o mundo dopaminado. Reexame interior parece ser a solução.

  5. Sandra

    Estou eu lendo o texto compenetradíssima, pensando na barra que foi encarar aquele desastre horrível, e assim, sem mais:

    “é como uma sinfonia de Brahms: não se chega ao orgasmo NUNCA!!!!!”

    É UM DOM!!!!!!

  6. Mau Fonseca

    EU SEI BEM.

    EU CONHEÇO ISSO BEM.

    COM OU SEM É UMA MERDA.

    MAS NÃO ABRO MÃO DA MINHA DEPRESSÃO. O QUE EU FAÇO É APENAS ME BLOQUEAR E DORMIR ALGUMAS VEZES MAIS TEMPO QUE O RESTO DAS PESSOAS. NA ULTIMA PASCOA DORMI UMAS 20 HORAS SEGUIDAS.

    NO PROXIMO NATAL, QUE CULMINA COM MEU ANIVERSARIO MALDITO DOIS DIAS DEPOIS JA FAÇO PLANOS. DORMIR UMAS 40 HORAS.

    NUMA DESSAS EU NAO VOLTO. MAS TUDO BEM, TENHO PASSADO AS TARDES PATINANDO NAS ÁREAS ALTAS DA ZONA OESTE PAULISTANA, VENDO DE CIMA A MARGINAL PINHEIROS ENTUPIDA DE CARROS E CARRÕES – VINDOS DE OFFICES MULTINACIONAIS E BLINDADOS (ELES ACHAM QUE SÃO FELIZES) ESTÃO DOPADOS PELO CO2 E PELA VENDA IGNORANTE.

    EU PATINO COM O VENTO NA CARA – É BOM. DEPOIS A NOITE, DURMO FEITO UM MORTO. DESLIGO DO MUNDO E CHEGO EM MARTE (MINHA METAFORA PREDILETA) – ANTES TAMPOUCO ESTUDO MEU FRANCES BIZARRE (PORQUE VC ESTUDA FRANCES – ME PERGUNTARAM – VAI VIAJAR E MORAR NA FRANÇA)?????????????

    Q porra de França o que – brasileiro lá so se fode. Minha libido tbm ja era – apesar de mecanicamente funcionar (tradução – meu pau sobe normalmente) ahuauhahuauha

  7. Sandra

    Que foto maravilhosa!!!!!!

  8. Marcel

    É pura lógica, uma panacéia apropriada para uma sociedade tão sofisticada, no sentido amplio de sua interpretação.

  9. Mau Fonseca

    Eu havia dito aqui BECKETT IS POP BABE

    Assisti First Love no teatro Fábrica nao tem um mês…

    Se Beckett é pop, o que foi que aconteceu com o Pop dos Pops??? Pop of the Pops on the Tops …opsssssssssss

  10. gthomas

    Sandra e Contrera: vcs deveriam estar ontem no almoco que tive com o Caetano Vilela aqui: o restaurante inteiro morria de rir! Feijoada, o mestre Geraldo, meu xara aqui do….(meu hotel lar em sampa) e um falando sobre as maladias da sociedade moderna.
    O cae so tem um grave problema, alias 2

    1- Gosta demais demais demais demais da Floresta amazonica a ponto de nao conseguir mais se adaptar a civilizacao

    2 – so fala de futebol em seu blog !!!!! Ora BOLAS!
    LOVE
    G

  11. gthomas

    Pop of the Rocks Mau!
    tem que se ficar ligado o tempo todo!

  12. Acho que, ao votar estes oito anos, tomamos, sem pensar, a cápsula da Matrix.
    Agora…. o pânico…

  13. eu

    Cara

    Que fundo de poco,sim? Ah,claro que aqueles foram realmente os melhores tempos de suas vidas,Com as duas fernandas e muito patrocínio,além dos jovens artistas que queria seguí-lo a todo custo. Voce realmente deve precisar de medicacao para reparar tanta tristeza que semeou em volta da sua grande companhia. Acorda.Vai trabalhar.

  14. Juno

    Acho isso, humildemente, um sinal de avanço. De alguma forma, subvertemos a teoria da evolução, e hordas de depressivos (inclusive eu!) , que sucumbiriam e desapareceriam, continuam aqui, (+ ou -) firmes e (+ ou -) fortes!
    Abs.

  15. eu

    Corrigindo:

    Sua vida(linha um)
    Queriam seguí-lo(linha dois)

    Fui.

  16. wiwi

    Bem diz o sabio que estudar demais nao faz bem…. pelo tudo que vi, ouvi e li, cheguei a conclusao que inteligente mesmo sao as pessoas simples e humildes que vivem no campo. Elas levantam cedo, comem coisas saudaveis, trabalham sem stress, vivem tranquilas numa vida sem poluicao, falsidades, mentiras, consumismo, se encontram e vivem com os familiares e amigos, conquistantos com o tempo vivido.
    Para que serviu tanto os estudos de Oscar wilde ? se morreu na sarjeta… para que serviu tanto a loucura de tantos filosofos?
    Agradeco pelo conhecimento que deixaram, principalmente pelos exemplo que deram, de como nao viver bem.
    Na verdade acho que a fé em Deus, no ideal de uma vida digna com amor, esperanca, solidariedade, paciencia, trabalho, sentido de utilidade, amizade. Tudo isso faz a vida ter valor e valer ser vivida. Viver como muitos so por dinheiro, status, ambicao, ganancia, consumismo nao ta alegria de viver verdadeira.

  17. eu

    Ai gente… agora vai ser a confraria dos depressivos aqui? Acordem.Vao procurar o que fazer.

  18. gthomas

    Meu querido “eu”
    quem parece nao ter nada o que fazer eh VOCE (covardezinha )
    eca!
    sai daqui
    procura emprego na bolsa esmola!
    ja que me parece mesmo uma desempregada! essa “eu”…

  19. Marco

    Já examinastes quel é a sua prioridade na vida??

    Estás nas fronteiras da grande mudança interna.

    É preciso desaprender tudo que aprendemos até agora, para encontrarmos o real sentido da vida.

  20. Sandra

    Está incomodado, “eu”?

  21. Sandra

    Mas voltando ao texto… muita calma nessa hora! Ninguém vai dizer a alguém que está à beira do suicídio para se virar sem antidepressivo, e nem a alguém que está conversando com as paredes e vendo jacarés andando no teto para dispensar o Haldol. Por isso, é bom seguir a orientação de um médico. O problema é que cada pessoa é diferente da outra, e não existe nenhuma receita pronta. Bem, pensando bem, graças a Deus, não?

  22. Mau Fonseca

    (EU) pau no seu cu (sem acento pq não se acentua oxítona terminadas em U) ahuauhahuauhauh

    Ja q gosta tanto da gramática

  23. Mau Fonseca

    WIWI – vc tá certa.

    Mas é preciso ter o outro lado. Aqueles que vivem no desespero como deuses do purgatório. Cada um tem sua missão – não é isso que o deus de alguém fala – MISSÃO.

    Há quem vive a simplicidade.

    Há aqueles que vivem a mediocridade (tem aparecido muitos exemplos)

    E há outros; que vivem o desespero da razão (vc citou Wilde, tem muitos outros)

  24. luis flávio

    o candomblé é pura libido. a turvidez pelo excesso. não pelo desaceleramento de conexões nervosas.

    abração, Gerald.
    adoro-te.

  25. domingos sousa

    Esses comentários refletem a visão atual da sexualidade masculina inerente a homossexualidade. O nosso país ainda percebe-se muito preconceito, principalmente quando nos referimos aos grandes centros urbanos como São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Salvador, a evidência de crimes contra homossexuais, na sua maioria esmagadora do sexo masculino, é uma triste realidade. No interior do país, naquelas cidades mais rudimentares, bem provincianas, e principalmente na zona rural, algo de grande surpresa se constata: a tolerância quanto à essa delicada questão da opção de pessoas em amar outras do mesmo sexo. Não se pode admitir como, em pleno século XXI, com Paradas Gays enormes, educação de nível superior e o nível de renda em alta, uma cidade como São Paulo demonstre em números ser a campeã em ignorância explícita com as gangs de skin-heads a cometer atrocidades contra negros, judeus e homossexuais. São fatos lamentáveis, porém, verdadeiros. Mas vamos mudar essa realidade com a aprovação da Lei de Combate à homofobia.

  26. Richard Fonseca

    “Encarar a realidade custa caro”…. …muito boa essa análise!!! Quem nunca foi discriminado no círculo de amigos por não identificar esses “remédios” ou por não possuir um analista??!!!? Quem consegue apenas recorrer ao Analista de Bagé??? Ainda assim, como é difícil suportar a dor!!! Estimulantes provisórios, mas que aliviam a dor…sei que já criticaram as citações, mas não tenho como evitar. A dificuldade de encarar a dor da realidade sem o uso de narcóticos (sejam eles Deus, remédios, arte, música etc) me lembra Nietzsche que disse mais ou menos o seguinte: “ o que nos deixa revoltados com o sofrimento não é o sofrimento em sim, mas a falta de sentido para o sofrimento….” é foda encarar por encarar…..

  27. Marden Bretas

    O comentário do Mau Fonseca está perfeito.Para falar a verdade não sou nem um pouco ligado a religião e uma vida simpes geralmente charfurda no simplismo.Ah,a frase sobre as sinfonias de Brahms,além de ser verdadeira,é o que muita gente tem medo de confessar.Niezsche escreveu algo interessante,mais ou menos sobre isto, em seu livro O Caso wagner:ele explica que as pessoas buscam em Brahms um complemento de sua própria carência.

  28. I did enjoy your text…just wrote an article talking about hard it is to cope with life and its ruthless reality, We all as you just showed tend
    to sigh for old good days…yet can´t escape today, it´s out there…face it or die.
    Luiz

  29. as debaixoda lingua

    de todos os modismos, e a qualquer ismo fabricados pela mídia., o que está mais em ocultismo é a falta de vergonhismo.

  30. Marden Bretas

    Gosto das análises do Richard Fonseca.Outro dia,fiquei muito curioso a respeito de tese dele sobre Nietzsche

  31. mauricio lobato

    não concordo com seu preconceito sob remedios que tomados como remedios , e não como drogas me ajudaram , a ter força para criar minha filha até hoje com dignidade , pois assumo ter deficiencia…. Nimguem procura um psiquiatra se esta feliz com sua vida . Tenho certeza que é melhor tomar esse psicotropicos receitado por um bom medico , que se alto medicar , com drogas passadas no morro , ou com bebidas alcolicas que são os grandes ansioliticos da humanidade deste de Cristo . lembre-se o maior preconceito sobre os negros vem deles mesmo , e de loucos e viciados tambem ……..

  32. Concordo com alguns, descordo de outros. O fato é que não tomo, nunca tomei, e jamais tomarei anti-depressivos ou drogas que alterem minha percepção do mundo. Meu anti-depressivo são meus amigos, minha família, meu trabalho, meu amor por alguém e por mim mesma. Amo viver, amo a forma como vejo a vida, com seus obstáculos perenes. Passa um lá vem outro. problemas estão sempre á espreita, sucumbir a eles depende da forma como encaramos. Hoje estou assim, com vontade sumir de um trabalho que escolhi mas que não me realiza como gostaria. Muito tranquilo. Tanto que divago por vezes na net sem rumo, chegando aos mais pessoais blogs.
    Todos temos problemas, isso eu sei, a diferença é que alguns encaram de frente e outros se dopam como fuga.

  33. Vladimir Lacerda

    Creio que pânico e depressão são os dois maiores problemas da atualidade,mas quem sabe o grande problema mesmo seja a exigência de se ser feliz 24 horas por dia sem direitos a lementações e choromingos e ai doutor isto foge à realiadade.Então o jeito é procurar o analista,o psicólógo,o tarólogos,o psiquiatra e continuar infeliz.Creio que é na simplicidade do viver,mesmo na complexidade do mundo que está a resposta para muitos dos problemas humanos.Conheço pessoas e não poucas extremamente pobres,com problemas enormes e dificuldades imensas não vou dizer que são felizes,mas com certeza não sofrem de conflitos de identidade e de vício por psicotrópicos.Vivem a vida simplesmente.

  34. Camila

    Isto é falta de Deus!

    O homem expulsou Deus Criador do mundo e de sua vida. A criatura quer tomar o lugar do Criador.

    Somos vítimas da própria soberba!

    “…quanto mais o homem se afasta de Deus, mais se aproxima do seu nada” – São Tomás de Aquino.

  35. Mara

    Loucura, loucura…. overdose existencial pós moderna, onde o excesso é o fundamento… tudo é demais, tecnologia e comunicação, quero ouvir Chaplin: mais homens e menos máquinas!!!!!

    Uau, ninguém escuta ninguém e todos falam ao mesmo tempo… droga e intelectualismo .. todos somos inteligentes? claro, Nietzsche já nasceu póstumo(ele mesmo declarou, e agora?),repensamos o repensado achando que tudo é muito original…… numa tarde chuvosa….
    Pensando em vc Thomas, minha libido vai a mil…. beijuuuus.

  36. Sandra

    Acho que cada um deve procurar seu próprio caminho. O que funciona para um não funciona, necessariamente, para o outro.

  37. a vida é a propria doença!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!.

  38. gerald, a fabi veio na valéria petri e tagarelando sobre sites e blogs descobri o seu, descobrimos os nossos e, melhor ainda, vc vai descobrir o meu.

    a conversa por lá é rock’n roll.

    http://rebloggando-requeri.blogspot.com/

    depois, quando a gente se encontrar, falamos about ….

    beijo. regina.

  39. sabe o que mais???
    sinto saudade do tempo que dava vontade de comer alguma coisa e demorava pra descobrir o que era …. alguém da publicidade, um dia, inventou que poderia ser o bis …. bons tempos aqueles!!!!

  40. Well, coming from a long line of “dopados”, I’d say that if it helps you get through the day then that’s good. I just think of what it was like when they didn’t have these drugs and people even killed themselves out of desperation. Così va la vita. Great article, Gerald

  41. everaldo

    Muito intelecto…gera confusão …e tira o tesão.

  42. everaldo

    Tenho notado que as pessoas que convivem com crianças, são um pouco mais felizes…digo…que se entregan a alguma criança.

  43. gthomas

    John dearest
    But this thing is an absolute paradox, you know? One writes an article about – or against these drugs – and the affinity for Beckett’s work as being a result of a depressed society. Yet, at the end of the day, one finds oneself completely defeated.
    Strange Tribe. Meaning, strange thing. In the days when I was dealing with the Beckett texts themselves I’d never ‘feel’ depressed or the need to EXPLOIT their depressive nature. Quite the contrary,
    I made them funny and he seemed to like that.
    Nowadays, it seems, they’re all dragging what’s already a light shade of pale to a degree of transparency which makes the obvious redundant
    LOVE
    G

  44. Eudes Jose Furtunato

    O vazio!
    O vazio?
    Sim, o vazio!

    Por não haver palavras condizentes à reflexão frente ao estado que se encontra o ser contemporâneo, prefiro me conter e apenas ouvir, ou melhor ler, pois o verdadeiro sentido dos espíritos que aqui se encontra (Gerald, vampiro, Sandra, Ana, Vilela e …(desculpe-me os não citados) os quais são incapazes de precisar sobre a verdade reinante) é o mesmo que repousa em “minhalma“.

    Camila, desculpe-me, mas deveria te acautelar a fazer precisões, pois aquilo que tu achas ser pode não ser (Para também lembrar Nietzsche, s…) OU…

    Pulando da água para o vinho,
    Este próximo é o que não mandei ontem, sinto muito pelo atrazo…

    Continuação…

    Olà senhor Gerald.
    Provai de tudo e retêem o que é bom, dizia o outro. Em que pese a definição de bom, cada um saberá colher o que lhe for aprazivel à degustação.
    De todo modo, os comentarios aqui presente, forão de grande valia e se assim não fosse, como seria demonstrado o “enorme” sucesso do blog?
    Quanto ao Daniel Dantas, já sabemos o seu fim!
    O quê Thomas?
    Você não sabe?
    Claro que sabe!

    E olha que se a Beatriz (imagino que fosse uma mulher proba, acrescendo o fato de seu nome só perder em quantidades citadas na obra para Deus, e portanto facil dela interceder ao criador)soubesse destas ações realizadas por Danta(e), sem dúvida alguma que a passagem do último pelo inferno e purgatório se tornariam eternas, mas como estamos no Brazil, desculpem, Bra$il, a sua pa$$agem será reduzida apena$ ao Parai$o, até o fim do$ $eu dia$.
    Quanto ao Pitta…Manobra politica, disse ele!(Risos)…é só o que nos resta, rir!
    Naji N… deixa pra lá vai! Já sabemos o fim!

    Voltemos a especular a existência e melhor que tudo isso, ou…

  45. gthomas

    Esse “eu” ou “euzinho” escreve da Holanda, nao eh incrivel.
    Nao eh impressionante que uma pessoa que poderia estar desfrutando as belissimas ruas de Amsterdam, Utrecht, The Hague, Rotterdam, etc, se de ao trabalho de ficar entrando varias vezes aqui pra encher el sack?
    Va catar TULIPA vagaba! Ou trabalhar nos moinhos ou nos Coffee Shops e fume sua maconha mas nos deixe em PAZ!
    Gerald

  46. André M.

    Medo!

    O blogueiro rastreia os posts!

    Mas tirando isso, vocês se acham né? Nós somos um vírus na face da terra, e nosso futuro é o a eliminação em massa, depuração total. Enquanto isso não acontece, que cada um tome, dê ou faça o que quiser. E tenho dito!

    Saudações cordiais

    PS : Tenho que concordar com o blogueiro num aspecto, uma criatura que posta (ou bosta) de amstel damm poderia estar fazendo coisa bem melhor naquela terra maravilhosa do que dando pitaco anônimo em blog daqui do sul maravilha. Alias, fiquei com INVENJA.

  47. Admirável mundo novo.. Já foi de novo..tah calor aí? Aqui calor de dia ,frio a noite..No sesc ia dar um beijo mas..estava tudo meio corrido..essa tristeza essa dorzinha os dias tem sido assim ..
    o 9/11 superou todas as teorias as mais pessimistas e penso que todas as vezes que voce volte deva ser difícil. Mas a vida sempre trás inesperadas situações, tambem as bôas.É o que te desejo meu querido.um beijo dentro desses olhos inquietos e um abraço quente. existe sim algo além dos remédios, pessôas.wl

  48. RENAN

    É o preço que se paga por anos e anos longe do ‘self’, navegando ao sabor das gritarias do ego.

    Acho mais triste ainda essa “glamourização” dos ansiolíticos, antidepressivos e afins.

    Sr. Thomas, use sua inteligência a favor da vida, e não contra ela.

    Em tempo, se vc não viu e estiver em São Paulo, assista à “Alma Imoral” com Clarice Niskier. É alentador.

    Renan.

  49. it is a depressed society, I’ll agree with you there. But then, can you really blame anyone for feeling down? The world is a fucking mess, but we’re not defeated, Gerald, not yet. We’ve got work to do, you and I.

  50. O Vampiro de Curitiba

    Eu aprendí a enfrentar (pleonasticamente) a vida de frente. Que venha porrada, “o que não me mata, me fortalece”! Ou, traduzindo para o bananês: “O que não mata, engorda.”

  51. O Vampiro de Curitiba

    É óbvio que existem casos clínicos em que a medicação é necessária, ao menos até dar uma clareada. No mais, é enfrentar de cara mesmo. Pra ser sincero, eu uso chá. Diz que é brochante. Eu uso como moderador sexual…

  52. Pancho Cappeletti

    …enquanto isso os laboratórios lucrando HORROOOOOOOOORES!!!.
    A Luciana Froes e eu estamos marcando nosso próximo encontro secreto no mesmo lugar que ontem, falou?! Formó aí!!!
    password: XXXXX

  53. O Vampiro de Curitiba

    Sejamos sinceros, né, gente: Não é qualquer blog por aí que tem comentários até de John Hemingway. Morram de inveja!

  54. Célia

    Eu que o diga como dói….mas um calmante ajuda muito, a enfrentar as decepções da vida …..Ninguém é de ferro…….
    Domingo na folha saiu uma entrevista interessantíssima com Adam Phillips, matéria:”De Perto, ninguém é normal”. Uma das coisas que ele falou sobre a Indústria farmacêutica ….
    ……..-” A indústria farmacêutica tem sido um escândalo.Tem explorado as pessoas.Suas soluções são totalmente falsas.As pessoas deveriam ter muito cuidado com a cultura da droga como solução para as dificuldades de estar vivo”………
    …aí eu penso….somos cobaia de Deus!???
    bjs.ainda tô saindo do coma……..

  55. Contrera

    G: é só convidar, querido, só convidar…
    bj
    contrera

  56. Márcio M

    Eu já tomei Rivotril, este comprimido dá um sono rápido e pesado (tanto que se deve tomá-lo antes de dormir) e a longo prazo causa secura das vias lacrimais. Mas evidentemente que para outras pessoas pode ser benéfico. Not for me.

  57. Morturário

    Que depressão o quê! A cura pra isso é só ser indiferente a tudo e ter vontade de estar sempre aprendendo algo diferente. Talvez pra isso é preciso ter genética. Viradas de ano (Reveillon) no PC e isso nada me stressa. Sou completamente sociopata. Amigos nenhum, colegas poucos, e isso nada me stressa. Mas acontece que tédio eu não sinto e nem depressão porque estou sempre ocupando a mente. Não pertenço a nenhum grupo de amigos, nem virtual. Então, por mim, eu acho que depressão é preguiça de forçar o cérebro. Cada filme massa, cada pornô massa, cada livro massa, cada blogo massa, e ainda ter tempo pra depressão? Depressão é uma ramificação da preguiça.

  58. Contrera

    ah, G. por que sugeri o Groppa, o profe: porque esse seu diagnóstico é tb dele: psicologia, psiquiatria, dopaminados, chega! e ele é psicólogo.
    contrera

  59. Tene Cheba

    A droga é um poderoso auxílio a manutenção da sobriedade, não estou afirmando que devemos consumi-las, apenas constato, que a Realidade arrasta uma pressão insuportável sobre nós. Em mil novecentos e trocadinhos, o cinema, para poucos o teatro, a tv, os jornais e o rádio despejavam suas saudáveis ondas sobre nós, suavemente, romanticamente, o mundo não rodava. Hoje, nós acumulamos em apenas um dia, quantidades de informações que antes acumulava-se em meses.Um dissipador natural é a nossa capacidade de produzir ilusões, de alterar sombrias perspectivas, apenas buscando algum acesso virtual em nossas mentes. Esta janela tornou-se pequena, muito pequena, a Realidade sufoca, nos afoga com informações, nem cagar em paz podemos mais, a porra do celular toca e tudo desperta, você se liga com ele, em uma conexão mórbida.
    Ou você se mecaniza, ou você se deprime, o banho rápido, pois o celular tocou, desligar o celular antes de entrar no cinema, teatro, livraria,aquele colega de trabalho que liga nas suas férias, o tic nervoso com o toque do celeluar, a ansiedade gerada, por não poder atender a chamada por algum motivo circunstancial. Seu cérebro quer viajar, bombardeado incessantemente, requer uma pausa, detonado você chega em casa, toma uma chuveirada, atende ao distinto informando que vai desligá-lo, mas este não desliga, nem lendo um ensaio sobre Sartre, então dá-lhe internet, informações e, de manhã o porre seco, aquela sensação de ter tomado todas.Drogas!? Quero sonhar, comer, sorrir e amar, não gosto de janelas, ainda mais quando estas estão no sétimo andar.

  60. Luiz o corvo

    Meu caro Thomas, quem me aplicou um rivotril foi um otorrinolaringologista, pois tenho uma merda de labirintite provocada por aulas de pilotagem sem equitamento correto.
    Pois bem fiquei bom da labirintite, mas tenho que tomar 1mg de rivotril todos os dias. Mudei a receita tomo durante o dia e continuo tomando meus destilados e outros mais, não interferiu no meu libido e eu vou levando, mas tiver de parar de fumar é uma pena gosto tanto de dar umas tragadas – mas nem tudo é perfeito e eu não me sinto dopado……….

  61. Guilherme

    Sociadade dopaminada? Fato.
    O pior doenças psicológicas são “inventadas” para que surjam mais remédios, que os médicos irão receitar e os grandes laboratórios vão lucrar. That’s it! e a roda continua a gira… meio capenga mas continua…

    Eu tô fora.

  62. Mau Fonseca

    HAHAHAHAHA MORTUÁRIO FOI HILÁRIO…

  63. Mau Fonseca

    ME DESCULPEM OS OUTROS, MAS HJ ESSE ARTIGO DO GERALD FOI PRA MIM…

    NA BLOGNOVELA EU ENGOLI UMA CARTELA DE RIVOLTRIL

    SOMOS RIVOTRÍLICOS

  64. Mau Fonseca

    Qto às lágrimas, sempre tive dificuldades de chorar, mas acho que o rivoltril secou as minhas como disse o rapaz acima.

    Conheci os psicotrópicos com minha ex. numa época que teatralisávamos de Rodin e Camile Claudel. Era um inferno, mas era bom. Uma borderline e um marciano. Mas não pulamos da varanda do 10.andar.

    Ontem um casal se matou em Curitiba, pulando da janela. Se tomassem rivoltril ISSO NUNCA TERIA ACONTECIDO (essa frase é do desenho do Pica-Pau)

    Adoro

  65. Marcelo

    “Sempre parecera a Antoine contabilizar sua idade como a dos cães. Quando tinha sete anos ele se sentia gasto como um homem da quartenta e nove. Aos onze tinha desilusões de um velho de 77 anos. Hoje, aos vinte cinco, na expectativa de uma vida mais tranquila, Antoine tomou a decisão de cobrir o cérebro com a manto da estupidez. Ele contara muitas vezes que inteligencia é palavra que designa baboseiras bem construidas e lindamente pronunciadas. E que muitas vezes é mais vantajoso ser uma besta, que um intelectual consagrado. A inteligencia torna a pessoa infeliz, solitária , pobre… Enquanto o disfarçe de inteligente oferece a imortalidade efemera do jornal e a admiração dos que acreditam no que lêem.”
    “A inteligencia é um erro da evolução. Está escrito no eclesiastes que quem tem a sua ciência aumentada este também tem aumentada a sua dor. Os católicos tem a sorte de serem prevenidos dos perigos do estudo. Bem aventurados os pobres de espirito”
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Martin Page – Como me tornei estúpido

    Arrasa gerald!
    bjs bjs!

  66. Mau Fonseca

    MARCELO é isso mesmo.

    Por isso é bonito ser ignorante no mundo de hoje.

    E aí temos aquelas frases feitas de todos os dias

  67. Tene Cheba

    Do alto da minha janela fico vendo pessoas levarem seus cachorrinhos para passearem, não sei se felizes, mas os cachorrinhos estão. Deus, como queria levar um cachorrinho para passear, deve ser muito bom, todos levam, mas eu não consigo, sou incapaz disto. Não devo ser normal. Será que passear com os cachorrinhos, nos humaniza, ou nos caniniza, nunca saberei, pois nunca terei um cachoriinho para paasear. Mulheres, crianças, homens, todos felizes, em uma caretice sarada e impertinente, com aqueles olhos de felicidade olimpica, como quando se ganha uma medalha, de tão vibrantes, que inveja.Enchem os pets para comprar comidas para seus cachorrinhos, nossa que zelo. Troque seu retrovil por um cachorrinho abandonado.

  68. Caro Gerald
    Se a mente esta bem, a pessoa não precisa de drogas, até entendo o uso delas (não concordo), em situações fora de controle, porém o melhor remédio é buscar o equilíbrio, manter a mente focada no que te faz bem. E a Gal, não canta mais?
    Good way for you

  69. Contrera

    paulo: o que é “precisar”, meu caro? em que medida a necessidade não é ditada pela vontade ou pela norma, simplesmente? flw
    mau: finalmente discordamos. o martin page não se aplica a nós. ele vale apenas para aqueles que sabem e não podem. no geral, nós não sabemos nem podemos.
    ps: acabo de terminar minha outra peça: apenas uma nova prova de amor. agora dedico-me à ópera-rock: born to lose, live to win – a ópera.
    bj
    contrera

  70. Valéria

    Ai! Li todos os comentários tudo muito rapidinho, tô na pressa, mas não queria dizer OI!

    Bacana falar disso, Gerald, muito bom o texto.

    Nunca tomei, conheço pouquíssimo esta sociedade secreta.

    Acho que deve ser brabo ficar tomando estes remédios mesmo. Mas deve haver pessoas e situações em que seja necessário, não sei. Até poder tentar outras coisas, dependência deve ser uma coisa braba, seja do jeito que for.

    Fiz terapia, não psicanálise, e foi a MELHOR COISA QUE EU JÁ FIZ NA MINHA VIDA, E A MAIS DOLOROSA TAMBÉM.

    Agora há terapeutas e terapeutas…

    Eu tive muito sorte! Ele é uma das pessoas mais importantes da minha vida, jamais vou esquecê-lo. O amor e a percepção, a presença e a entrega das duas partes é uma coisa maravilhosa de se vivenciar. Mas entra-se em coisas dolorosíssimas, não é festa, é encontro consigo, comoutros, e vivências brabas e depois a mexida, a leveza, as mudanças, tudo é bom e assustador ao mesmo tempo. Falo isso porque tem gente que não acredita nisso, então eu dou meu testemunho ha hah ah

    Caramba, tava lendo umas passagens ontem do livro O primeiro amor…
    bjim

  71. Sandra

    Chorar… Puxa… Tenho dificuldade em chorar. Quando perdi as pessoas que mais amei na vida, senti uma dor infinita e uma vontade de morrer, mas fui chorar dias depois… E anos depois, quando finalmente aceitei essas mortes.

    A primeira vez que chorei lendo um texto foi nesse blog, com um artigo magnífico de 16/4. Chorei sem parar. Um choro intenso, de soluçar… Depois disso, alguma represa se rompeu, e chorei com outros textos, com músicas,…

    Eu lhe sou muito grata, Gerald.

  72. Valéria

    não: eu queria pelo menos dizer oi! e dado uma olhadinha por aqui!

  73. Valéria

    lindo isso que escreveu, Sandra!

    Eu fui chorar em terapia, chorar mesmo, e depois não parei mais. Pra rir muito tem que chorar também. Mas a tristeza e a dor também vêm sem lágrimas. Hoje deixa minhas tristezas, medos, raivas, alegrias bem mais à flor da pele; não quero não sentir, aprendi a não me controlar tanto, a qualificar mais o q sinto, e isso é bom pra mim e pros outros.

    O Gerald também mexeu muito comigo, porque em teatro, acho que há mais falso afeto do que afeto. E o olhar do Gerald, a maneira como ele chega, toca, fala foi uma surpresa, vindo isso do teatro e do Gerald, o tal diretor polêmico. Ele pode ser até oba-oba também, como todo mundo é um pouco, mas o tom de voz, a maneira como toca e olha é de alguém presente, que busca o inacessível que a gente é, e toca fundo. E isso me fez chorar dias e mais dias, de emoção, de felicidade, de poder achar pessoas afetivas neste meio. De poder presenciar essa coisa linda que ele tem,esse amor.

    E foi um choque porque eu não esperava isso nunca, aliás, como não esperava nada. E falar disso ainda hoje me causa emoção.

    As pessoas, o encontro mostrando todas as fragilidades e coragem, são os meus remédios,os melhores. E o que me deixa triste é o olhar de interesse, é aquele sorriso gelado e cristalizado no rosto das pessoas, a violência a troco de nada, isso me deixa mal, um horror.

    com carinho, Valéria

  74. Mau Fonseca

    Contrera – finalmente vc me discordou..ahuauhauha

    Essa Opera vai ter Motorhead, Manowar, harley davidson, loiras peitudas fazendo o sinal do diabo com a lingua de fora ????

  75. Sandra

    Lindo seu comentário, Valéria.
    Às vezes, uso a racionalidade como fuga. Fuga das emoções, da dor…
    Você tem razão. Quem foge da dor, foge também do riso.
    Tenho muito o que aprender.

  76. Clareza

    Claro, não poderia passar em branco. Achei ótimo, descreveste muito bem. Mas vou lhe ensinar uma lição que aprendi enquanto tomava psicotrópicos e, essa é bíblica: basta a cada dia o seu mal. S. Mateus 6:34. Com essa lição aprendi a enfrentar os meus medos, ansiedades, desejos, sonhos, e etc.

  77. BRINCANDO DE ESCREVER O ABSURDO…

    ( Lailton Araújo )

    Os minerais, vegetais e animais – incluindo os seres humanos – foram dizimados. Calma… Minerais dizimados (diga-se triturados) viram energia. Se a energia se transforma, os minerais não movem a vida? Como? Se a ciência não explica… A escrita edita o absurdo. Viva a liberdade de escrever. Mesmo sem coerências e métricas. Viva a trituração das palavras.

    A vida e não vidas são criações de um único ser supremo? Sabe-se que a maioria das religiões comenta esse assunto! Talvez por falta de liberdade em questionar, ou medo em provocar. Assim, qualquer dano ao cérebro humano será mera coincidência. A humanidade precisa repensar o segredo da solidariedade… Esse dia chegará? Aleluia irmão! Oxalá seja!

    No mundo globalizado, cada moeda – em real, dólar ou euro – gasto de forma irracional, será pago por um contribuinte morador do belo planeta Terra. Existem alguns que não moram… São os excluídos da sociedade! É hora de usarmos a inteligência: “a ambição e o egoísmo” já não podem conviver de forma harmoniosa. Viva os medíocres e não medíocres! São filhos de Deus! Viva os que escrevem e que não escrevem… São amantes da comunicação. Estamos no mesmo barco! Somos minerais, vegetais e animais. Aleluia irmão! Oxalá seja!

    Com a internet à vista, os homens e mulheres que não sabem repartir o capital e o conhecimento, perdem tudo. Não existem espaços para as atuações de egoístas e ambiciosos! Masturbação mental é crime! Crime contra a procriação do conhecimento. É o Universo em encanto para alguns e desencanto para outros. Viva a vida… Viva ou morta! É arte… É literatura!

    Abraços.

    Lailton Araújo

  78. gthomas

    Mau, tens razao! De tanto que a gente brinca de falar em Rivotril aqui nesse blog (e no outro ) e no teu, acabou dando nisso.

    Vou trazer a BlogNovela de volta por mais um capitulo. Mas com o patrocinio da Roche!
    LOVE
    G

  79. ghfurh

    Every little thing that you say or do, I hung up… I hung up for you… Come Madonna! You need to full this depressive world of GT with your inteligence and Dolce & Gabanna… Kant, Rousseau, Wilde, Woolf… who cares? We need glamour! Just look the GT’s picture… it is a biba, a biba… mulherona. He love to dance at Splash here in NYC… a biba, a biba!!!

  80. ghfurh

    he love, no…. he loves to dance, darling!

  81. Ana

    O capitalismo produz o mal estar. Nao conheço a saida para isso, mas percebo o mal provocado pelo vazio do consumismo, o valor de mercadoria das pessoas, (por sinal baixo valor) e o grande ganho dos laboratorios e seus medicos distribuidores que dao continuidade ao extremo capitalismo. Entopem o individuo de drogas. O indivíduo acredita que o medico detém o saber sobre sua saude e até sua vida e se expoe ao continuismo dessa prática desumana de tratamento.
    O que falta são pessoas honestas e capacitadas para exercer a funçao médica, que ao que me parece, está cada vez mais raro. O remedio tem suas funçoes, mas nao uma aplicaçao ampla como vem acontecendo.
    Nao aceitar passivamente os tratamentos se torna uma necessidade para nao se tornar um moribundo ambulante.

  82. jackbar

    O remedio é mais facil e da dinheiro q é o q importa no modelo capitalista, e remedios so deveriam ser receitados a doenças de ordem biologicas o q não é caso da depressão, panico, stress, entre outras pois fatores externos é q a causam, ja viram pessoa do interior ter algum desses males, o melhor remedio é a natureza e muito amor, ninguem nasce louco mais querer corresponder as expectativas dos outros pode deixar, faças o q queres.”quem tem medo ja sofre por antecipação” Montaigne.

  83. Valéria

    então é assim que se escreve rilvotril…

    mas retrovil é bem interessante também.

    Rivoltril parece com: vi, vim e venci ou algo assim: ri, vou e triu? Preciso dormir!

    Mas: não d-existam!

    bjim

  84. Bárbara Prateado

    Pensar contra o nosso tempo é um ato de heroísmo. Mas dizê-lo é um ato de loucura…
    Eugène Ionesco

    e dá-lhe rivotril!

    Mergulha, sem limites, no espanto e na estupefacção; deste modo podes ser sem limites, assim podes ser infinitamente.

  85. Amigos do blog GT.
    Bom dia a todos.
    Inicio teclando e com um angustiante receio de estar ainda em terreno desconhecido. Portanto meio perdido e desorientado. Vamos indo e ver no que vai dar. Vou teclando e as coisas se ajeitam por si.
    Primeiro vou logo afirmando que desconheço estes medicamentos aqui mencionados. De remédios felizmente só faço uso diário do Moduretic (diurético)50 gramas. É para controlar a pressão.Tem me mantido como um jovem.Mas um observador poderia me intitular de velho mijador.Causa do citado medicamento que em sendo diurético me leva a procurar um local para urinar com assiduidade.E me obriga a certos cuidados,como por exemplo: só bebo cerveja em local que tenha mictório com livre e fácil acesso.É tomar dois copos e pronto.Caminho do WC para despejar.No final é gostoso.Quem não aprecia uma boa mijada?!Aida mais a que alivia um aperto?Tipo,ou acho um local ou sai nas calças mesmo?!
    Não é só de remédios que tenho desconhecimento. De teatro sério e adulto tudo ignoro. O pouco que sei e até participei de teatro foram os momentos escolares dedicados a isto. Coisa infantil e de boas e distantes recordações. Lendo tudo que os amigos me escreveram me assusto mais ainda. Existe entre vocês uma dialógica(me parece que existe)completa e participativa.Falam e aceitam ou rejeitam os psicotrópicos com conhecimento de causa e feito.O mesmo fazem de teatro e citações de pessoas das quais ,eu se quiser comentar terei que partir par consultas ao meu velho e bom amigo Google que me orienta aonde eu devo buscar informações do que desejo.Leio tudo que vocês escrevem e fico até maravilhado.Ali Kamel,Vampiro,Marden Bretas,Fantasma do Rio de Janeiro,Tene Cheba(maravilha)Contrera e finalmente Vampiro.Os que não foram citados são também maravilhosos.Os que foram foi devido terem me impressionado com o que li dos escritos que enviaram.Do Vampiro destaco que seu apoio inicial me deu coragem de enviar comentário para este blog.Do Contrera aguardo resposta lá na seção que comentamos a Dercy Gonçalves,Da(será)Tene Cheba espero ler mais coisas bem escritas como as que li.Finalmente do senhor GT o qual eu erroneamente tinha uma primeira impressão toda equivocada e hoje aos poucos bem modificada a medida em que vou conhecendo cada dia um pouco mais a respeito.Poe isto me sinto meio perdido.è como se eu estivesse no blog errado.Mas como sou teimoso vou continuar por aqui.Gosto de desafios e já encaro assim.Dou por explicado que não tenho intenção de desfiar a ninguém senão a mim mesmo.Desafio a minha capacidade.Capacidade de entender de tudo que falam e opinam.Capacidade de descobrir se poderei ser aceito por todos vocês.Portanto aqui fica meu pedido de ajuda.Quando eu teclar porcaria me avisem.Tomarei Semancol e farei correções.Boto a viola no saco e tomo outro destino.Se esta for a minha conclusão e vontade de Deus.Acredito firmemente que tudo vem Dele.A capacidade de vocês escreverem e a minha de ler.E Ele certamente me ajudará.Disto eu tenho certeza.Acreditem em mim.Ou continuem acreditando no tal Rivoltril(Rs,Rs,RS,).Sem querer ofender a ninguém.Se o fiz peço desculpa.E fiquem todos com Deus.Obrigado.
    Pacheco.

  86. COUTO

    EM PRIMEIRO LUGAR MEDICAMETOS SÃO UTILIZADOS PARA SUPRIR ALGUMA DEFICIENCIA DO ORGANISMO E NÃO PARA
    FICAR FAZENDO TESTES,EXISTE UM PERIODO MINIMO QUE DEVE SER RESEITADO PARA QUE O MEDICAMENTO CUMPRA A SUA FUNÇÃO.

  87. léo

    Mas Gerald, que fotinho mais meiga é essa aí no seu perfil, meu filho!?

  88. St' Clair

    Fique tranqüilo Gerald, mais um tempo isso tudo fica que nem o café, alcool e o açucar, coisa comum

  89. Cláudia Freire

    Considero a matéria acima importantissima para se iniciar um debate sobre essa “dopação” nacional. As pessoas vivem pra lá de estressadas e percebem que toda essa correria não faz sentido, não traz felicidade a ninguém, não realiza nada, somente destrói a saúde física e mental. Vejo meu marido, toda noite pra dormir toma essas porcarias, é verdade que o humor dele melhorou mas fico pensando na saúde, na dependência… Acho tudo muito mascarado, viver numa realidade que mata as pessoas lentamente e as obriga a aceitar tudo isso dopadas.

  90. José Maurício de Oliveira Neto

    Interessante seu ponto de vista, no entanto só pode ser considerado nesse seu mundinho. Não podemos generalizar “todo mundo dopado”. O mundo é muito maior e cada um se dopa de uma maneira diferente.

  91. gthomas

    leo: que bom que vc gostou da foto meiga (meu filho!) !!!!!

    ghfurth: as for your English spelling and wording altogether – poor idiot” (darling”,) it’s so appalling, you’d better stop dancing at night and take some lessons FAST and I mean FAST – or else…HOMELAND SECURITY will come and GET YOU and DEPORT you beauty queen!
    Gerald

  92. Luana

    Achei simplesmente ridículo o comentário sobre o terreiro de Umbanda. Toda e qualquer manifestação religiosa, artistica ou cultura, no Brasil, tem e deve ser respeitada.
    Não é pq vc é um “dopado”, que o mundo seja….
    Talvez esteja precisando de uma dose a mais desses Lex da vida, pra ir dormir e desencanar de escrever, pois como cõlunista é fraquissimo de conteudo, tampouco imparcial.

    Luana

  93. Marcus

    Carl Sagan – Pale Blue Dot
    ria de recomendar o video YouTube “Carl Sagan – Pale Blue Dot
    “, Ele mostra a nossa realidade como espécie.
    Se nossa forma de sociedade não mudar, fatalmente caminhjaremos para o caos. Digo isto muito embora confie em um futuro brilhante para a humanidade.

  94. Claudia

    Acho que nínguem, faz mas questão de “esconder” …Tenho grandes amigos que sabem mais de remedios do que sabem sobre si mesmos. Insistimos em procurar bem sentir e bem estar nas farmacias, nas lojas, nos livros….ou procuramos respostas que nunca teremos, procuramos um real sentido da vida, das situações, dos relacionamentos que talvez também nunca teremos…
    As sociedades já não são, tão secretas assim…a maioria sempre sabe oferecer, um bom médico, ou um bom remedinho!

  95. Luiz o corvo

    Esse comentário vai para a Ana e o jackbar, a análise de vocês e simplista, o capitalismo e globalização não são os vilões dessa história, não estou defendendo o consumo maluco, mas com ou sem consumismo uma boa parte da humanidade gosta de se dopar – é só olhar a hitória com mais atenção, qualquer sociedade por mais antiga e mais primitiva já produzia e consumia algum tipo de bebida ou mascava e fumava algumas ervas e ficavam numa boa até com a desculpa de encontrar o sagrado e ai vai antiguidade, id. media, moderna e hoje a coisa aumentou como aumentou a população e a tecnologia para fabricar os dopantes e é claro que o capitalismo não ia ficar fora dessa. Acho que é o ser humano que tem um defeito de fabricação e fica com crise e mais crise por qualquer coisa que lhe perturbe e vai continuar se dopando para todo e sempre.
    Não quis ofender voces um abraço do corvo.
    (LEIAM O ADIMIRAVEL MUNDO NOVO).

  96. Pseudônimo

    Vou bom ler este texto. Me faz sentir ñ estar sozinho (Tb pudera num planeta com 6 bi de criaturas) Ñ comento nem rebato nada já faz tempo, mas desta vez senti vontade de desabafar; ainda mais q percebi q vc lê os comentários.

    Outro dia acordei e num pipocar de lucidez me senti virar uma geléia. Não tinha força nem pra me sentir mal. Tinha que reagir pensei, tenho filhos q dependem de mim, no mínimo financeiramente. Consegui ir à um “especialista” e saí de lá com uma receita de ansiolítico e outra de retenção de serotomina. Ok, funcionou, já não me sinto mais uma geléia, a libido foi embora (ótimo eu já não como ninguém mesmo). E agora? O mundo continua a mesma merda e piorando. A minha empregabilidade está abaixo de zero nesta nova economia. Amizade, solidariedade, lealdade… o que é isso? Gente p´ra conversar? Só nos botequins se vc estiver embriagado, mas eu parei de beber.
    Acho q se eu conhecesse Samuel estaria pior ainda. Eu me sinto rodeado de idiotas, alienados, hipócritas e desonestos, ñ necessáriamente nesta ordem. Onde estão aquele q pensam? Em Paris, N. York, na Internet? PQP se já é difícil encarar a existencialidade, imagine sem emprego, sem dinheiro, sem ninguem q te respeite, adimire ou tema. Já ñ culpo mais ninguém. Incorporei ser normal viver num país q quer manter no poder um demagogo analfabeto só pq pode ser igual aos outros mas na hora H não vai deixar o povão na mão.

  97. Marcus

    Gostaria de recomendar o video YouTube “Carl Sagan – Pale Blue Dot
    “, Ele mostra a nossa realidade como espécie.
    Se nossa forma de sociedade não mudar, fatalmente caminharemos para o caos. Digo isto muito embora confie em um futuro brilhante para a humanidade.

  98. Juliana

    E até agora…ninguem postou ainda…que VIVA A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA!!!! Enriquecendo mais e mais e mais…e sempre mais…a custas…disso tudo aí em cima!
    Bom…alguem tem que ficar rico!!!!

  99. erika

    brilhante!!! já tomei essas merdas.parei. estou ótima!!! melhor que antes. sabe o que rola? um dia tá bom e outro tá ruim. é só isso! é só aprender a conviver com tristezas e frustações! mas a macacada pelada relamente tem uma enorme dificuldade de encarar a vida de frente …

  100. Sílvio Alves

    Esse niilismo não pode ser superado. As pessoas são vazias de experiência para poderem entender que a angústia ou a depressão fazem parte de sua essência, e que são a sua parte mais interessante.

    A ansiedade advinda desse niilismo tem um desejo voraz. Traduz a relação com o mundo na busca da “felicidade comprada”. Todos precisam ser felizes imediatamente e podem encontrar esse clichê à venda em alguma farmácia, em alguma loja, em algum lugar. Pode-se encontrar isso, seja lá o que isso for, contanto que não tenhamos de encarar nossos conflitos e frustrações.

  101. Fábio Zuccolotto

    Serotonina

    Vida, vida, vida às vezes fazes em mim despertar
    Um cínico desejo, simples vontade de contigo encerrar
    Todos os maus negócios, os frios desamores
    As belas canções e os raros lampejos de alegria

    Jurei contigo que para sempre iria
    Enfrentar o rio das dores
    Os desafios do sentimento, dos rancores
    E crer cegamente que no fim teria a resposta

    Tu, que sempre me prometestes o mundo
    Agora me sacodes, mostras o que não és
    O que não serás, me destrói a fé
    Desencantas meus ritos, estilhaças meus mitos
    Tiras o chão daquele que mal sabe andar

    Me corrompes, solapas meu sonho, pões a mim de castigo
    Na frente dos que ingenuamente juram amar
    A ti, contigo

    És egocêntrica, megalomaníaca e sedutora
    Só que a mim não encantas mais, tu errastes nisto
    Descobri que és pequena, agora queres me isolar
    Resisto, pego máscaras, as visto
    Sou mais um na multidão, finjo, insisto
    Aos conhecidos, que és ridícula
    Pequeno átomo, simples ponto de estímulos

    Minha parte em ti não vou enforcar
    Para não oferecê-la as pompas de vencedora
    Aos outros, em mim, serás o que sempre foras
    Minhas máscaras me defenderão, e os dias desfilarão
    Soberbos e previsíveis, como capítulos repetidos

    E eu sentirei todos os dias o prazer,
    Ainda que escondido
    De me deliciar com a única coisa que em ti é pra valer
    O ser, viver em si, única e soberana, Serotonina

  102. Sílvio Alves

    Gostei desse poema, Fábio Zuccolotto!

    Quem é o autor?

  103. O seu Thomas continua achando que é o maior sabido, e que no Brasil só tem otário- não está tomando remédio algum, isso é falta de assunto – acho que o uso de psicotrópico está sem alteração – o que está crescendo é a população. ô perdão, a comunnicação, aliás a população….

  104. Rio Maynart

    NUM CYBER ( Só meia hora. Tenho mto o q fazer hj…):

    E eu que NUNCA tive depressão. Eu queria conhecer a depressão… Dizem que é CHIC ter depressão…. Deve ser mesmo… Acho o Gerald tão estética e psiquicamente CHIC!!!…
    Gerald, como é estar na deprê?!!!´Como é fazer parte dessa secreta sociedade de dopados?!!! Isso perece tão Underground!!!… Como é viver meio desvairada e tão lucidamente os efeitos dos rivotris, lexotans, lexapros etc?!!! Isso se parece c/ o quê?!!! … Com os mesmos efeitos dos ácidos lisérgicos daquela turma do “Hair” no meio do Central Park (Foi o Central Park???) gritando: Aquarious, Aquarious…?

    Como é SER, digo, ESTAR na deprê, Gerald?!!!…

    Meu tempo acabou. Tenho q sair agora… Qdo der, volto p/ ler sua resposta.
    Bjo. Gerald
    Bjo. a todos.

  105. Oi, GT e pessoal. Vcs precisam ver a animação dos irmãos Spiredelli, da produtora JibJab, que postei lá no meu blog (cliquem no meu nome aí em cima). Dizem que é uma febre nos EUA. Bela paródia de Bob Dylan, resumo do que é a campanha eleitoral lá e aqui: “falamos o que você quer ouvir, depois te botamos no bolso…”

    Aqui em Minas são todos aliados: Aécio/Lula/Pimentel.

    Quem quiser conhecer o verdadeiro Aécio é só assistir ao filme feito pelo documentarista Daniel Florêncio, para a Current TV. Já foi exibido nos Estados Unidos e Inglaterra. Norte-americanos e ingleses puderam conhecer um pouco melhor do Aécio que não chega até nós pela imprensa mineira. Tem um flagra que o jornalista pegou do Vanderlei Luxemburgo ameaçando um jogador: “ou você me come ou te encho de porrada”. Impressionante.

    Os endereços são:

    Aécio Neves: O dono da voz
    http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1033

    Aécio Neves – Liberdade essa palavra – Parte 1

    Parte 2

    Parte 3

    Como se percebe o negócio tucano é chegar a 2010 e pegar de volta a chave do cofre. E haja agências reguladoras para dona Denise propinar e comprar charutos cubanos.

    Abraços do Lúcio Jr.

    Aí não vai ser jantar, vai ser banquete.

  106. alex

    Nem deuses nem demônios, apenas remédios. E incluídos no antigo aforismo: a diferença entre o veneno e o remédio está na dose.
    É duro aceitar que o humor, o tesão, a criatividade e tudo que julgamos dons divinos se resuma a reações químicas, aperfeiçoadas pela seleção natural.
    A neurobiologia está tirando o encanto místico da felicidade.

  107. Fábio Zuccolotto

    Sílvio Alves

    Escrevi há um tempinho atrás. Obrigado.

  108. Sandra

    Acho que as pessoas estão esperando demais dos psicotrópicos. Eles não vão trazer uma pessoa que elas perderam, emprego, fortuna, felicidade e a paz mundial, mas podem ajudá-las a sair de um buraco tão fundo, que nem iniciativa para tomar alguma atitude elas têm. E num mundo pré-Haldol, as pessoas acabavam nos manicômios. Mas é claro que existe um limite entre a necessidade real do remédio e o abuso, e esse limite depende de cada pessoa, além de ter contornos muito difusos. O psicotrópico não elemina a necessidade de autoconhecimento. E um bom médico sempre ajuda.

  109. Lulli

    Entorpecer e perder a ternura. Lágrimas secam.

  110. Helena

    Quanta gente idiota nos comentários: um queria ter depressão!!???? Quer ter PÂNICO. GENTEÉ A PIOR coisa que tem, nunca queiram passa por isso. O remédio nesses casos é uma bênção. Ofato de diminuir a libido passa a não ter a menor importância. Agora, quem toma para não ter dor “existencial” aí é caso de internar mesmo.
    Muito boa reflexão, Gerald, nenhum futurólogo havia previsto essa realidade, concorda?

  111. Sandra

    Luana, onde foi que o Gerald desrespeitou a umbanda? Só disse que, chegando nos terreiros você encontra gente que nem imaginaria estar ali. Além do mais, ninguém precisa concordar com nenhuma religião, e nem mesmo gostar delas. Se não concordo com a igreja católica proibir camisinha ou não permitir que mulheres celebrem cultos, posso muito bem dizer isso e escolher outra religião com a qual me identifique, ou não escolher nenhuma. Por que não posso dizer que não gosto de umbanda? Quem gosta dela que a siga. Ou a umbanda é tão frágil que precisa de unanimidade para não se sentir ameaçada?
    E, repetindo, o Gerald não disse NADA contra a umbanda.

  112. EU

    Ah, então quando um bando de baba-ovos te elogia e fica puxando o seu saco murcho e vazio (assim como a sua cabeça), está ótimo, tudo bem, my love e tal. Quando alguém discorda de suas idéias pseudo-modernosas e intelectualóides, aí essa pessoa é vagabunda, desempregada, não tem o que fazer. Fique sabendo que ser desempregado não é defeito de caráter, não. Mas ser soberbo e se achar o “foda” certamente é.
    Vai se fuder, ô babaca.

  113. Sandra

    E, deixe-me ver se compreendi a cobrança de imparcialidade do Gerald:
    -se ele gosta de rock, também deve gostar de bolero;
    -se ele gosta de Kafka, também deve gostar de novelinha água com açúcar;
    -deve gostar de todos os políticos, e votar nulo, já que uma opção por algum deles significaria ser parcial.

    É Gerald! Acho que você não é imparcial!

  114. Sandra

    Mas eu já discordei do Gerald e ele não me chamou de nada disso, “eu”. Pode ver nos artigos sobre o papa, sobre tortura, sobre Obama, sobre a geração 68… Aliás, eu e um bocado de gente. Por que será?
    Ah! Vai ver que é:
    – porque dissemos no que discordávamos dele;
    – dissemos qual a nossa opinião, embasada no que considerávamos bons argumentos;
    – adorávamos quando ele contra-argumentava, enriquecendo o debate com referências bibliográficas e experiências pessoais.

  115. Sandra

    E alguém ser soberbo e se achar “foda” não me incomoda nem um pouco. No que isso o prejudica?

  116. ana peluso

    Rio, menina.. o que é isso?

    depressão é um estado de conspiração da alma.

    se apenas depressão (mistura exata de angústia e ansiedade que leva à entropia) (cortisol de menos e superatividade demais) (mercúrio em aríes com marte em peixes… (sacanagem…), é o mesmo que O Veredicto, de Kafka, “in andante”. ( você acha isso chique?)

    se com pânico, se assemelha à uma tropa de choque.

    se em eletroconvulsoterapia, é a própria bomba de Hiroshima. – mas dizem que se volta bem.

    é melhor fazer arte: jogar tudo o que tem na cozinha na parede. sem surras. afinal um deprimido nem sempre é um vero artista mas geralmente é adulto.
    criança deprimida é Índigo.
    beijo

  117. ana peluso

    essa Ana (25/07/2008 – 03:22 Enviado por: Ana) não sou eu, mas concordo com ela.

  118. Mau Fonseca

    ATÉ PRA DISCORDAR É PRECISO CLASSE

  119. Mau Fonseca

    Rio Maynart como nunca teve depressão ???

    Não acredito nisso…

    A depressão é um dom da razão meu bem.

    Claro que vc teve.

    Eu já tô assim fazem 28 anos…ahuahuahu

    Passei de um estágio de sóciofóbico regular pra austero.

  120. ana peluso

    mudando um pouco o enfoque: “MST invade fazenda de Daniel Dantas no interior do Pará”.

    tãaaaao simplessssss. chega um cara ontem e diz: olha, aquela terra ali tá liberada, podem entrar. – na boa? – na boa.
    o mesmo cara avisa a mídia.
    a polícia é ativada.
    e o povo, SEM ENTENDER PORRA NENHUMA COMO SEMPRE, volta pra casa…. (???????????????)

  121. ana peluso

    Mau! Eu tentei o austero. Não adianta. Sai fora. Tentei por uns 8 anos. Sou mais feliz hoje: sociofóbica sincera!
    beijo!!

  122. ana peluso

    melhor, sociofóbica confessa, e por isso sincera!

  123. ana peluso

    só agora entendi o sentido do austero.

    achei que era na mostragem, sorry…

  124. claudia

    Silvio
    Adorei. Realmente, hoje em dia parece que existe um culto ao tarja preta. Eu estou de fora dessa sociedade secreta.

  125. Liz

    hmmm… Com certeza encarar a realidade custa caro! Custa nossa própria saúde, e pior, no afã de reconquistá-la, nos perdemos em miligramas de ansiolíticos, estabilizadores do humor, antidepressívos, anticonvulsivos, e tantas outras coisas, como remédios para o estômago tb, não é fácil digerir tudo isso… rsrs, haja doença mental para tanto remédio!
    Analisando a coisa por uma outra ótica, agora estou mais atenta às variantes que às definições redutoras dos phycos doctors à serviço do caosmos.

  126. Mau Fonseca

    Ana, sincero tbm sou.

    Mas é preciso explicar antes que as pessoas pensem que eu e vc saímos dando PATADAS por aí.

    Somos antisociais mas não ignorantes e mal educados.

    Ahh, vou patinar e respirar o ar seco e poluído de SP…

    Au revoir

  127. Liz

    “phyco” = psychooooooooo….. my god é mais uma síndrome: a dos dedos alienígenas!

  128. ana peluso

    Mau, eu não sou anti-social, só sociofóbica. Ou seja, meu problema não é o destino, mas o caminho. Tem muita gente. Dá falta de ar…

  129. Paloma Franceschi

    querido Gerald, a banalização dos psicotrópicos é tema recorrente em discussões acadêmicas, não é exclusiva desse blog. Culpados? Sei lá, Huxley já dizia lá em 1932 no seu genial Brave New World, e hoje temos a teoria psicanalítica versus industria farmacêutica. Temos que confiar nos profissionais sérios da área, que sempre irão buscar o melhor para os seus pacientes.Faça isso.
    O seu texto é incrível, é quase um grito de socorro, muito mais do que um desabafo, fala de uma intimidade que pouca gente tem coragem de expor. Não quero instalar aqui uma discussão tecnica sobre sanidade, mas deixo aqui a questão: Bartleby, de Melville,nos dias de hoje seria melhor tratado de que forma?pela psicanálise ou pela psicofarmacologia?
    beijos
    P

  130. Ana Buarque

    Te admiro ao maximo Gerald, mas nao podes falar do nivel de Ingles dos que tentam te satirizar em seu blog. Seu nivel de escrita na lingua do tio Sam e terrivel (e voce sabe disso – voce sabe quem sou e ja conversamos varias vezes sobre isso). Alias, em gramatica portuguesa voce tambem nunca foi muito bom. Com este bendito blog agora e da maneira como todos escrevem quando do uso da internet… Os erros de concordancia em seus comentarios sao medonhos, mas “vaidade das vaidades”… voce e Gerald Thomas (com passaporte ou green card, qualquer coisa). Me telefona. Estou em Nova Iorque. PS: Ele nunca foi meu preferido tambem, mas nao ha discussao, aceitemos ou nao – Barack Obama e o proximo presidente.

  131. Sandra

    Gerald, esse artigo pegou fogo, querido. Parabéns!!!

  132. gthomas

    Sandra! Me ajuda com esses loucos e loucas!
    Agora entra uma tal de Ana Buarque ai em cima. Se diz intima. Nunca ouvi falar. Diz “me telefona” . Como ligatr pra impostor ou impostora? Sinceramente, me aparece cada uma!

    Melhor mesmo sera aplicar o tal filtro de comentarios de novo.
    So entra depois de aprovado pra evitar essas fraudolentas e FRAUdolentos! Jesus!
    Gerald

  133. Sandra

    Gerald, há vários comentários que parecem ser de uma pessoa só. Pelo menos o estilo é bem parecido. Não é nada original. Veja só:
    -ele(s) tenta(m) intimidar outros comentaristas com insultos;
    -colocam alguns elogios como: te admiro, viva Gerald, e fazem uma série de insultos, alguns cheio de ódio, como dizendo que você é o judas que todo mundo gosta de malhar. Isso acho que dava até um belo processo, pois é uma incitação ao ódio. Outras imbecilidades como: “fora judeu”… dá para identificar o canalha? Se der, joga um processo em cima do infeliz.
    Mas, honestamente, acho que você deveria fazer isso mesmo: comentários só entram depois de aprovado. Uma laranja podre estraga o cesto, e o seu blog está MUITO MUITO MUITO MUITO legal. E essa gente é que nem piolho: precisa do hospedeiro para existir.

  134. Valéria

    caramba, tá cheio de clone por aqui!
    Ana, Gerald, nem sei mais quem! Olha a hora que eu tô vindo aqui, loucura…
    PUxa, tomara que dê pra moderar mesmo! Ou já liberar uns conhecidos, tipo carteirinha ha ha ha
    bjim,

    e vou ver se ainda consigo dar uma lida no Vamp e a frase da semana!
    inté

  135. joão carlos do espirito santo

    Meu querido mais uma vez a tua lucidez dolorosa toca o cerne da cultura seu mau estar, seu mal estar, da cultura, enfim, propondo antidoto; Beckett.
    Conta comigo
    Grande abraço

  136. gthomas

    Que pena termos nos encontrado
    te ligo querido
    LOVE
    G

  137. eu

    Bolsa esmola? Como asssim Gerald? Some daqui? Como some? Nao conheces a democracia virtual? Todos estao em toda parte,meu bem. E todos entram sem convites vips. soh o Frias poderia controlar isso.Mas apenas se ele quisesse,entendeu?E voce nao pode nos controlar com suas verdades perfeitas.Sofra sua depressao,tome seus remédios,siga em frente.Mas nao tente criar modinha.Porque seu tempo jah foi. Precisamos de algo realmente novo e nao de alguem que vah na Alemanha e finja que reinventou a roda. Acorde. As pessoas estao masi espertas e ilustradas. Voce nao pode mais vender farsa como vanguarda. E pode me odiar. Nenum problema a respeitod e te dizer a verdade. Beijos.

  138. Sílvio Alves

    Cláudia,

    eu não estou me referindo só aos tarjas-pretas. Minha tese é de que, por falta de uma experiência original, que realmente constitua a identidade do indivíduo, usa-se algo para preencher esse vazio. Nesse sentido, os tarjas-pretas podem ser as drogas, o consumismo, as relações pessoais, o amor.

    Enfim, é estabelecida uma relação de coisifacação com tudo o que está em sua volta, visto que não se tem essência para atribuir a si mesmo e aos outros algum valor. Penso que a possível causa seja a falta de uma narrativa válida para a vida, ou seja, a desmitologização do mundo.

    Construi algumas considerações sobre esse fenômeno. Se você se interessar por esse assunto, podemos conversar.

    Um abraço,

    Sílvio

  139. Sandra

    Por outro lado, “eu”, a gente conhece o Gerald, e não você.

  140. Sílvio Alves

    Gerald Thomas, Sandra, Valéria,

    Estou participando pela primeira vez do blog. Talvez, se fosse colocado algum filtro, algum controle, eu não teria tido essa oportunidade de interagir com essas pessoas.

    Achei o assunto levantado pelo Gerald Thomas muito interessante, aliás sempre pertinente e atual, pois se trata de um problema que envolve a natureza humana. Além disso, curti muitos comentários: a poesia do Fábio Zuccolotto, alguns da própria Sandra, da Ana, entre vários outros. A cláudia gostou do meu comentário e talvez outros mais tenham se identificado.

    Além dessa minha impressão positiva dos “colegas virtuais”, penso que a dirvergência e a controvérsia podem ajudar a enriquecer o debate. Aliás, esses estados emocionais que foram colocados em pauta: a depressão, a tristeza, a dor, não são conflitos que podem ajudar no nosso autoconhecimento?

    E viva a divergência e o diferente!

  141. eu

    Voce censura minhas mensagens? Tem medo de quem nao te venera? de que nao te puxa o saco? Medo da crítica? Medo de quem nao tem nada a perder(o que nao eh os eu caso). Medo de quem nao patrocina nem eh patrocinado? Cara,voce fez muitos acordos. Voce se vendeu muito.Mostrou demais o seu traseiro. E agora voce quer apoiar o Barak Obama? Comos e voce fosse bløack american e pah? Acorda. Voce fez fama no Brasil.Tudo bem que voce se inscrevia em todas as brechas que existiam para diretores gringos na Europa. Mas voce era brasileiro,dependendo de verba brasileira. Embora rolassem uns festivais e tal. Outra coisa: sem a Daniela Thomas voce decaiu e decaiu. Acho que seu melhor tempo foi mesmo Frash and Crash com as fernandas. Bem… resuscista-te,baby!

  142. Sandra

    Sílvio, sempre temos discussões acaloradíssimas no blog do Gerald, inclusive com ele, e sempre fomos ouvidos. Mas, como disse o Mau “ATÉ PRA DISCORDAR É PRECISO CLASSE”.

  143. Sílvio Alves

    Bom, não sei se é ter CLASSE ou bom gosto, mas acho que é questão de bom senso. Não se pode dar tanta atenção a alguém que não a merece.

    Algumas pessoas têm a necessidade de se afirmar pela negação vazia. Se elas acham o tema ou os comentários são ruins não precisam participar. No entanto, outras pessoas, que têm interesse somente no debate, e não em questões pejorativas, políticas, pessoais ou difusas, não podem ser penalizadas.

    É por isso que afirmo que o conflito PODE ser interessante. Além disso, comentários difusos não geram conflitos que sejam pertinentes e só fazem eco se dermos atenção.

  144. Límerson

    ótimo texto, Gerald. não tenho comentários ou opiniões sobre ele, pois condiz em (in) exatidão as minhas reflexões mais atuais. só fez com que me aprofundasse mais neste assunto do entorpecimento, narcisonarcose. não há alimento.
    (comentário fora de contexto)

  145. eu

    Olá líder e discípulos

    Até onde vai a democracia tao defendida neste espacinho? Quem aceita o papel de blogueiro está sujeito a tudo.Nao perdi tempo aqui.Simplesmente mostrei que se você discorda,se você tem opinião contrária,pode ser expulso,perseguido e chamado de vagabundo e ou maconheiro.Eu discordo de voce, Gerald Thomas. Acho voce um saco. E daí? Vai mandar a veraneio vascaína me prender e torturar?Infelizmente a mentalidade de muitos pseudo-gênios brasileiros ainda é ditatorial e mesquinha.Querem ouvir apenas o que lhes agrada e nao entendem que web 2.0 é isso mesmo: todo mundo entra,opina e vai embora. Se nao guenta pra que veio?
    Mas voce tem razao, caro Gerald, andar pelas ruas da Europa é melhor do que ler seu blog. Sendo que nao moro na Europa. Seu rastreador foi falho.Procure um mais eficaz. Bjssssss.

  146. Sandra

    Sílvio, acho que as duas situações têm vantagens e desvantagens. Respeito qualquer decisão do Gerald.

  147. Aconselho aos senhores bloguistas, a riscarem do mapa as supostas ofensas de ordem racial ou religiosa – os blogs a meu ver são uma das maiores descobertas dos ultimos anos.O titular, se de vida pública, se expõe francamente nesses debates,que podem descarná-lo, o que até certo ponto é util ,para uma perda da personalidade.Mas existe a ética acima de tudo – nós obedecemos a uma ética internacional.Para os que não sabem, a moderna ciencia por exemplo,já espancou a questão do conceito de raça , para o desgosto de ofensores e ofendidos, pois esses ultimos, inclusive a propria Igreja Católica, faz ganha pão , por 2000 anos- o problema é exclusivamente de ordem religiosa, e ao se lançar mão de supostas ofensas baseadas em segregacionismo, o autor, está ao alcance de Leis, que vetaram esses atos, ademais, perde terreno para os titulares de blogs, geralmente pessoas bastante esclarecidas e atualizadas culturalmente, como é o caso do seu Thomas.Os argumentos devem ser objetivos e coerentes, com a realidade politico-social do mundo- o blog é fascinante , entre outras coisas por isso : é livre, democrático, mas ao mesmo tempo é privado.Só se deve entrar no blog de alguem, se subjetivamente houver uma especie de ressonancia, entre o estranho e o titular. A intromissão se torna implicita, vamos dizer, é uma intromissão consentida, mas por vezes até escrupulosa- aí está uma face extraordinária dos blogs.Recomendo aos preconceituosos incautos ,que leiam, a respeito de questões raciais, o livro “Os Khazares (origens do judaismo moderno) de Arthur Koester traduzido por Klabin, Ed. Relume.Ao se tentar ofender gratuita e indevidamente as pessoas, por problemas de raça côr ou credo, além de se colocar ao alcance dos dispositivos legais em vigor ,perde-se tempo e terreno para argumentações , pois tais argumentos são facilmentes banidos pelos titulares, que como disse acima,são bastante esclarecidos buscando normalmente , um nivel de discussão regular e coerenteDesculpem a intromissão.

  148. Luana

    Sandra, sinto muito mas não vou discutir religião com vc, pois nem sabe quem sou, nem sabe o que sei sobre elas, e nem rpeciso provar nada a ng.
    Só disse que TODAS, merecem serem respeitadas. E o que posso e quero dizer é q antes de qq coisa, sou jornalista e como tal sei mto bem o que ele quiz dizer nas entrelinhas. É comum isso nesse tipo de texto.
    Concorco com vc que cada um segue o que quer, mas tentou me provocar ao questionar sobre a fragilidade de tal….rs. Misericordia senhor, eles não sabem o que falam….
    Não é a religião que salvará o mundo nem essas porcarias de remedios e sim a união de todos os povos em prol do amor pelo Divino e pela Terra. Não quero nem pretendo criar discordias, apenas pedi respeito àqueles que nem estão aqui para se defender.

    Namastê.

  149. Sandra

    Luana, volto a afirmar que não vi nada de desrespeitoso no texto do Gerald. E eu não disse que umbanda é frágil, mas que, se ela não for, aceitará que alguém diga que não gosta dela, pois sobrarão milhares que gostarão. O que eu não aceito é ódio.

    Dizer coisas como: fora umbandistas, morram católicos, linchemos os judeus, exterminemos os mulçumanos, e pérolas dessa natureza É ÓDIO!

    Dizer: não gosto da roupas da umbanda, não gosto do fato catolicismo aceitar santos, não gosto de rituais com animais,… é justamente o que faz com que uma pessoa escolha uma religião em vez da outra. Se eu gostasse de tudo na umbanda seria umbandista, se eu gostasse de tudo no catolicismo seria católica. Eu, por exemplo, fiz minha opção pela dúvida, mas cada um que escolha seu caminho.

    E eu não tenho a mínima idéia do que salvará o mundo.

  150. claudia

    Silvio Alves

    Obrigada por sua resposta. Achei interessante a sua tese. Falei em tarja preta porque parece que todos a minha volta estão nessa, e falam com tremendo orgulho. Podemos conversar sobre issso, sim, se quiser.
    Abraço
    Claudia

  151. Juliana

    Mais marketing que saúde.

    Livro conta como fabricantes de medicamentos “criam” doenças, patrocinam pesquisas e fazem lobby milionário para vender cada vez mais remédios aos consumidores americanos.

    O suíço Daniel Vasella, presidente da Novartis, é um dos expoentes da indústria farmacêutica mundial. Médico de formação, ele decidiu abandonar o consultório em 1988, aos 35 anos de idade, para trabalhar na área de vendas da fabricante de medicamentos americana Sandoz. Vasella fez, então, uma carreira rápida e bem-sucedida e, em 1996, assumiu o comando da Novartis, empresa resultante da fusão da Sandoz com a Ciba-Geigy e uma das cinco maiores do mundo no setor. Anos atrás, durante uma entrevista, Vasella foi perguntado sobre como sua empresa conseguia criar os medicamentos de sucesso exigidos pelos investidores. Sua resposta foi tão direta quanto surpreendente. “Você cria um desejo”, afirmou ele, como se estivesse falando de um produto de consumo como qualquer outro.

    Quem fez a pergunta a Vasella foi a jornalista Melody Petersen, ex-repórter do The New York Times, especializada na cobertura da indústria farmacêutica. Depois de vários anos nesse privilegiado posto de observação, Melody decidiu revelar os meandros do bilionário mercado de saúde. O resultado está no recém-lançado Our Daily Meds — How the Pharmaceutical Companies Transformed Themselves into Slick Marketing Machines and Hooked the Nation on Prescription Drugs (numa tradução livre, “Os remédios nossos de cada dia: como as empresas farmacêuticas se transformaram em máquinas de marketing escorregadias e viciaram a nação em drogas prescritas”). Para Melody, os tempos quase românticos em que a indústria farmacêutica era movida por cientistas e médicos interessados em pesquisar a cura de doenças graves ficaram inexoravelmente para trás. Agora, o setor — fundamental para o bem-estar e para a longevidade — é dominado por marqueteiros. “Vender remédios, e não inventá-los, tornou-se a obsessão”, diz ela.

    As empresas parecem estar triunfando nessa nova missão. Em 2005, os americanos gastaram 250 bilhões de dólares em remédios vendidos sob prescrição médica — mais do que consumiram com fast food ou gasolina, por exemplo. Se comparado a outros países, esse volume é ainda mais impressionante. Os Estados Unidos gastam mais com remédios que Japão, Alemanha, França, Itália, Espanha, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, México, Brasil e Argentina — juntos. Em 2006, um americano tomou, em média, 12 remédios prescritos por médicos — em 1994, a média foi oito. Entre a população idosa, o índice chega a 30 drogas anualmente. Graças a essa epidemia, entre 1995 e 2002, a indústria farmacêutica foi o setor mais lucrativo da economia americana. Em 2004, segundo dados da revista Fortune, a cada dólar vendido pelas farmacêuticas, 16 centavos se transformavam em lucro — ante a média de 5 centavos dos outros setores.

    Para alcançar esse resultado fabuloso, é preciso investir muito dinheiro. Uma das mais importantes frentes de batalha das companhias farmacêuticas é travada em Washington. Entre 1998 e 2004, a indústria farmacêutica gastou mais em lobby do que qualquer outro setor. Em 2004, o número de lobistas trabalhando para as farmacêuticas instaladas nos Estados Unidos somava o dobro de representantes do Congresso americano. Para a autora do livro, o efeito desse corpo-a-corpo é imediato. Os Estados Unidos são o único país desenvolvido que não controla o preço dos remédios vendidos sob prescrição. Além disso, são um dos raros países no mundo que permitem propaganda de remédios prescritos para consumidores (a Nova Zelândia é a outra exceção).

    Com o caminho livre, as empresas investem fortunas para propagandear seus produtos. Segundo Melody, cerca de 25% do preço de um medicamento prescrito corresponde a gastos com marketing — a soma é maior que os investimentos em pesquisa e desenvolvimento, por exemplo. Um dos maiores exemplos da força dessa máquina foi o lançamento do Detrol, no final dos anos 90. Fabricado pela Pharmacia (que viria a ser comprada pela Pfizer), o Detrol surgiu para curar uma doença até então desconhecida dos americanos e batizada pelo fabricante de “bexiga hiperativa”. Uma das preocupações iniciais dos executivos da Pharmacia foi que a doença não fosse confundida com a já conhecida incontinência — um mal que, para muitos médicos, não poderia ser tratado com medicamentos e que faria parte do processo natural de envelhecimento. Para isso, o primeiro passo foi arregimentar médicos. A Pharmacia organizou dois simpósios em Londres, em 1997 e em 1999, e bancou praticamente todas as despesas dos participantes. Alguns doutores chegaram a entrar na folha de pagamentos da empresa, como consultores ou palestrantes — prática amplamente utilizada pela indústria.

    Nesses dois encontros, os médicos definiram os sintomas do novo mal (um deles é ir ao banheiro mais de oito vezes em 24 horas). Uma vez criada a doença, era hora de torná-la conhecida do grande público. Além do boca-a-boca dos médicos, a Pharmacia contou com uma campanha publicitária que incluiu anúncios em revistas de circulação nacional e até a contratação da atriz Debbie Reynolds. A protagonista do filme Dançando na Chuva fazia questão de declarar em entrevistas que depois que começou a tomar o Detrol sua vida na estrada — ela ainda fazia turnês pelo país — tinha ficado muito mais fácil. (Debbie só não falava que alguns pacientes medicados com Detrol começaram a ter alucinações…).

    Usar a imagem de gente famosa para promover remédios prescritos, aliás, tornou-se um dos expedientes mais usados pela indústria. A Bristol-Myers Squibb, por exemplo, contratou o ciclista Lance Armstrong. Vítima de câncer aos 25 anos de idade, ele venceu a doença e sagrou-se o maior campeão de todos os tempos da Volta da França, a prova ciclística mais tradicional do planeta. A Bristol tornou-se uma das principais patrocinadoras da Live Strong, ONG que Armstrong mantém para ajudar vítimas da doença — e o atleta começou a creditar sua recuperação a um remédio do fabricante. Depois de uma das vitórias do ciclista, a farmacêutica veiculou um anúncio em que dizia: “Este milagre foi trazido a você pela Bristol-Myers Squibb”. A verdade, porém, não era exatamente essa. O tal milagre fora resultado de uma pesquisa da Michigan State University, feita com dinheiro do governo — e não uma descoberta da Bristol. À empresa farmacêutica coube apenas licenciar o produto e colocá-lo à venda.

    O efeito colateral dessa avalanche de medicamentos é perturbador. Especialistas estimam que 100 000 americanos morram todos os anos por problemas decorrentes do uso de remédios. Feitas as contas, são cerca de 270 vítimas diariamente — o dobro das mortes causadas por acidentes com automóveis. “Os remédios com prescrição matam mais americanos que o diabetes ou o mal de Alzheimer”, diz Melody. Para piorar, mesmo entupidos de remédios, os americanos não estão conseguindo aumentar sua expectativa de vida. Segundo a autora, em 1980 uma americana de 65 anos de idade tinha expectativa de vida maior do que quase todas as mulheres nascidas em outros países do mundo. Em 2002, numa avaliação da longevidade da população da qual participaram 30 países, as senhoras americanas ficaram com uma modesta 17a posição. A expectativa de vida dos homens nos Estados Unidos também caiu — um americano de 65 anos corre hoje o risco de morrer mais cedo que um mexicano da mesma idade.

    Embora o livro tenha um quê de teoria conspiratória (lembra o estilo de País Fast Food, publicado pelo jornalista Eric Schlosser em 2001, que tinha como alvo a indústria de alimentação rápida dos Estados Unidos), parte da crítica feita por Melody começa a ser, de algum modo, reconhecida. Em junho, algumas das maiores companhias americanas, como Merck e Pfizer, concordaram em fazer uma espécie de moratória e suspender por seis meses a veiculação de anúncios de novos medicamentos vendidos sob prescrição médica. Além disso, elas vão reavaliar a participação de médicos em suas propagandas. Pode ser o começo de sua reabilitação.
    Fonte: EXAME

  152. luana, a jornalista:

    intrometida sou, sim, e me regalo em tal condição. sem a mínima intenção de criar desavenças, preconceituosas ou não, lego-me o direito de intervir por exclusiva paixão à escrita do português brasileiro … correto.
    sigo dizendo … jornalista e formador de opinião estão intimamente ligados, portanto, luana seu pequeno texto precisa ser revisto quanto aos erros de grafia e concordância – e não venha dizer que profissionalmente não os comete, pois, não acreditarei.

    abaixo, seu texto seguido das minhas considerações:

    Sandra, sinto muito mas não vou discutir religião com vc, pois nem sabe quem sou, nem sabe o que sei sobre elas, e nem rpeciso provar nada a ng.
    Só disse que TODAS, merecem serem respeitadas. E o que posso e quero dizer é q antes de qq coisa, sou jornalista e como tal sei mto bem o que ele quiz dizer nas entrelinhas. É comum isso nesse tipo de texto.
    Concorco com vc que cada um segue o que quer, mas tentou me provocar ao questionar sobre a fragilidade de tal….rs. Misericordia senhor, eles não sabem o que falam….
    Não é a religião que salvará o mundo nem essas porcarias de remedios e sim a união de todos os povos em prol do amor pelo Divino e pela Terra. Não quero nem pretendo criar discordias, apenas pedi respeito àqueles que nem estão aqui para se defender.

    Namastê.

    agora, eu:

    a frase … merecem serem – deve ser substituída por, merecem ser;
    quiz – deve ser substituída por quis – um professor de português dizia quanto à inserção da letra z em 3 verbos: você pode querer pôr, mas não deve. portanto, para que não paire dúvidas, os verbos pôr e seus derivados, poder e querer, não aceitam a letra z.

    os outros erros são, nitidamente, erros de digitação, pressa ou quetais.

  153. lá no comecinho … eu escrevi e colo com data e hora:

    24/07/2008 – 16:51

    Enviado por: regina claudia

    sabe o que mais???
    sinto saudade do tempo que dava vontade de comer alguma coisa e demorava pra descobrir o que era …. alguém da publicidade, um dia, inventou que poderia ser o bis …. bons tempos aqueles!!!!

    era tudo bem mais simples e mais velado. dizia-se pouco sobre muito.
    os mal amados continuavam assim, os mal comidos também, e nem reclamavam, não existiam barreiras para o preconceito, e era horrível isto, em suma, havia o mínimo possível de controle de qualidade sobre tudo.

    hj não como tanto bis e sou bem mais feliz … perdão pela rima idiota.

  154. Luana

    Obrigada Regina.
    É mto bom ver aprender sempre um pouco mais com pessoas que comprovam os erros.
    Obrigada, mesmo.

    Agora o seu último texto postado esta corretissimo né? rs

  155. Luana

    Ah sorry, coloquei esse ver, antes de aprender…. ficou sem sentido. E não da mais para apagar. Só pra avisar.

  156. meu último texto postado onde???
    tenho explicação pra tudo … rsrs … mostre a cobra morta, ou o pau que a tombou … rsrs … e a gente conversa.
    se houverem erros, uma coisa é certa, não uso placa de jornalista. se vc não levantasse a sua, seu texto teria passado ileso.

    quanto ao ver e ao aprender, mera falha de digitação, pouco relevante e perfeitamente compreensível. o que não prestou foi o quiz e o merecem serem … se é que vc me entende???

    legal que tenha respondido, pois, é sempre bom contribuir com a cultura.

  157. sociedades dopada p

    sociedade dopada psic

  158. Fran

    Liberdade de expressão existe??

    Francamente…Sem respeito vira um caos!!

    Quanto a esse exagero de medicamentos onde vc pode escolher se quer melhorar na base de efeitos colaterais ou continuar na mesma loucura é interessante pensar…mas…
    No meu ver, se o sujeito quer melhorar mesmo tem q parar de ser tonto,iludido por essas drogas todas. É ser mto imediatista sem tomar nota da consequencia. Deve procurar meditar, ou coisa assim. Não custa nada. Ou vc é um escravo dopado??

    Consciência é como uma flor rara. Todo mundo fala mas mto poucos viram de verdade.
    Das duas uma: vc procura a flor sozinho ou vc anda por ai tomando droga quem nem todo mundo se afastando cada vez mais da flor.

    Ser louco,sim. Mas consciente.

  159. realmente o remedio é bom, ajuda sim, no processo de depressão, mas, não há relação com preguiça, não, quanto a libido a merd,, e frieza pura, broxante , vc não goza nunca, então que ser por um periodo, ou então vira um eunuco….

  160. realmente o remedio é bom, ajuda sim, no processo de depressão, mas, não há relação com preguiça, não, quanto a libido a merd,, e frieza pura, broxante , vc não goza nunca, então que ser por um periodo, ou então vira um eunuco….não , não disse estou entrando pela primeira vez, ok,,,

  161. a medicação ajuda muito, e deve ser feita por um psiquiatra competente – quanto aos efeitos colaterais são reais – cabe persistir e usar por periodo menor possivel – mas realmente interfere negativamente na vida sexual do homem , que o meu caso.

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