Israel

Gerald, coloca aí um texto pra gente comentar, pô! Qualquer um. "Não quero nem saber de quem é o enterro, quero é chorar"! A gente tamos louco pra cortar, mas você não levanta a bola… Olha, se demorar muito, já vou avisando que vou começar a avacalhar com o Piauí, depois não adianta reclamar!
(O Vampiro de Curitiba)

Eh Vamp, ta dificil. Essa coisa de falar sobre Israel realmente eh muitissimo delicado. Delicadissimo. Hoje, num almoco, fiz, sem querer, obvio, uma das pessoas que mais amo, Mary Ventura, chorar, por causa de palavras mal escolhidas (minhas) sobre essa confusao que da quando se fala na constituicao do Estado de Israel e e os sobreviventes do Holocausto. Abracei a Mary e me expliquei e espero que a coluna do Mauro na revista de Domingo do Globo desse proximo fim de semana coloque finalmente os pingos derradeiros "i".

Tive muitos parentes assassinados em campos de concentracao. Isso nao me da a autoriade e nao me desautoriza a falar em nome de milhoes de pessoas que foram desterradas por causa de um demonio do terror (Hitler). Mas a discussao eh, ainda hoje interessante porque aquela area do mundo ja era muitissimo complicada antes de 48, antes da instalacao de Israel.
O problema do mundo eh que nao nascemos ontem e nem a Historia comecou na semana passada.
Meus sinceros, os mais sinceros SENTIMENTOS e SORRIES se falei algo que tenha machucado alguem.
Gerald

Advertisements

43 Comments

Filed under Sem categoria

43 responses to “Israel

  1. Sandra] [SP

    Gerald, discordo de você. O fato de ter tido parentes assassinados em campos de concentração, de ser judeu e de ter uma história de vida de trabalho ativo contra torturas e atrocidades autoriza-o sim a carregar um pouco no discurso. O que, em minha boca, poderiam ser palavras de intolerância e ódio, na sua é uma provocação, que deveria levar a um debate, acalorado que fosse. Peço ao povo judeu, reconhecido pelo seu amor à cultura e ao debate, que, caso tenha se magoado com suas provocações, que não reduzam toda sua vida a elas, e que levem em conta toda sua belíssima biografia. Uma das funções do artista é provocar, e permitir, dessa forma, que as pessoas se elevem através do debate. O nazismo cresceu onde havia unanimidade e certezas absolutas. Já disse aqui no blog que vivemos tempos de intolerância, e que se fosse em outro país, veríamos renascer aquele flagelo. Uma das razões pelas quais isso não ocorrerá é por existirem espaços de debate, como esse blog.

  2. Gloria] [Niteroi, Brasil

    Gerald
    As pessoas sabem exatamente o que levar ao pé da letra, quando querem, principalmente no nível daquela platéia. Voce é sempre polêmico: quem vai ver Gerald deve espera isso! Portanto não deu para entender toda essa celeuma sobre Israel…
    O mundo, em busca do politicamennte correto, está perdendo a leveza dos comentários, taxando tudo de preconceito e mudando o nome das coisas, como se pudesse mudar o real pêso delas! Agora temos que dizer afro-descendente, morador de comunidade e outros enfeites..
    Ou as pessoas não tem mais cultura para entender uma ironia?
    Espero que a entrevista do Mauro tenha desfeito essa confusão.
    Gloria

  3. mary] [VR/RJ

    Acho que a coluna de domingo esclareceu o mal entendido sobre israel, fico feliz que em seu disabor(gerard Thomaz) pude conhecer melhor o seu trabalho, vejo que apesar de não ser como vc ( judeu ), também sonho um dia conhecer a terra prometida(israel)!!

  4. Valéria] [RJ

    ( Talvez esta ‘forma’ pode ser tão polêmica e bombástica qto a sua outra maneira tocante de ser, G.. Será q a gente não encarcerou a polêmica em palavras-facas somente? Será q a tal forma, a cortante q provoca saídas, gritos e soluços, ñ seria tb maleável e assim perfurante, calante, mobilizante? O toque, o afetar, seja ele qual for, é múltiplo, mobilizante pq rico. Falo isso ñ só por conta de Israel, mas de como estamos agindo e nos ferindo no mundo. Tudo é + delicado, como vc mesmo diz Gerald, do q parece. E por q estamos sempre nos colocando neste montanha-russa emocional, imprgnados desta forma, com a dita q dá ‘certo’, a q nos tira da letargia? Sei lá, tudo isso me deixou em suspensão, num vulcão. Nem sei + o q escrevi antes! Tô expelindo, escoando…
    A gente de alguma forma tb robotiza, se en-forma em pensares unívocos.
    Bjim de interrogação e de carinho!

  5. Valéria] [RJ

    Me pergunto sobre formas de provocação… Esta palavra ‘polêmica’, incendiada e incediante, me provoca. Vezes me mobiliza vezes me imobiliza, qdo vem vestida de ideologias e radicalismo: me parece uma forma engessada e vezes mofada. Ñ me serve tanto este gesto-ato q abre diques e abismos violentos. E fico pensando no q gosto no Gerald. Ñ foi o ‘polêmico Gerald’ q me afetou: tive um berço de polemicidade e radicalismo q só me fez mal, + me afasta do q me atrai. Mas passando por esta camada fui afetada tb pelo seu imenso todo-ouvidos, sua delicadeza, abertura, sua vontade de morder e ruminar o mundo, seus olhos de ver e ouvir-se. Esta maneira ser deve atrair mta gente e as fazer pensar. Além, ÓBVIO, do talento imenso de me ‘provocar’ c/ a construção de cenas e pensamentos, de seu estar e agir no mundo. Mas a engessada forma dita polêmica de atuar será a única q nos faça pensar? Talvez esta ‘forma’ pode ser tão polêmica e bombástica qto a sua outra maneira tocante de ser, Gerald (cont.)

  6. Valéria] [RJ

    Dúvidas: Sandra diz:”Quem escolhe calar ñ pode querer impor o silêncio a todos. Quem escolhe falar, precisa ter um pouco de cuidado, pois toda aquela dor foi mto mto mto recente.” Pensando e lendo sobre este ato de criar polêmica, fico vendo q as escolhas e as formas vão direcionar pruma radicalização e cegueira ou prum debate e tentativa de pensar mudanças. Qdo Gerald diz “No caso da provovacao, teriamos tido uma discussao interessante” ou ainda: “fiz uns comentarios sobre a existencia do estado de Israel COMO UMA PIADA (a mesma que faco no espetaculo Terra em Transito): as pessoas ñ entendem que somos uma CARICATURA em CENA. Ñ somos politicos, ñ fomos eleitos com dinheiro do POVO. Temos todo o DIREITO de PROVOCAR!!!!!!!” e ainda: fiz, sem querer, obvio, uma das pessoas q mais amo, Mary Ventura, chorar, por causa de palavras mal escolhidas(minhas) sobre essa confusao”: vejo como é forte a palavra, assim como uma bomba q causa polêmica, separação, constrangimento e mortes (cont.)

  7. Mau

    Quem tiver SACO pra entender um pouco (ou desentender de vez) sobre o Holocausto leia algum livro do Norman Finkelstein (só nao leia E. Wiesel) mas leia em silencio, e guarde pra vc, pq senao vc vira “anti-semita” so de falar em voz alta.

  8. Sandra] [SP

    João, o Gerald sempre trata de assuntos polêmicos no blog. Acho que é esse assunto, particularmente, que está pegando. Gerald, sabemos que você ama a paz e respeita todos os povos do planeta. Se o assunto estiver lhe causando dor, vire a página.

  9. Sandra] [SP

    Vamp, também notei isso. E não sei se foi impressão, mas achei que o Reinaldo deu algumas indiretas.

  10. joao carlos do espirito santo] [são pauolo, santos

    Meu querido, desculpa se te reencontro por aqui, mas, se val eo cnselho, para de se sacrificar no altar destes hipocritas. Não vês que estão te usando? transformando-te num instrumento para estranhas utilidades? PÁRA, deixe que assumam seus parcos recursos e não que usem tuas palavras como abrigo – aqules que choram, os que aplaudem e os que vaiam. Poupa-te para orelhas serias.
    Um grande abraço de quem, deste lado, vê com séria preocupação a imolação que te dedicam.

  11. O Vampiro de Curitiba

    Já falamos aqui que este blog está pautando a imprensa, não falamos? Adivinhem qual é o tema do pod cast do Mainardi?

  12. O Vampiro de Curitiba

    Gerald, você leu a Lilian, né? Pois é, estamos ansiosos por outro texto. A Lilian merece.

  13. Sandra] [SP

    Ilíada, pelo que entendi, um garoto ensinou-lhe tais palavras e disse: Fala isso para todo mundo na hora do recreio. Se foi o caso, a resposta para suas perguntas: “Culpa de quem? Ignorancia de quem?” é: do garoto, que foi intolerante, e da direção da escola, que não esclareceu a situação.

  14. Sandra] [SP

    Sérgio, nos territórios onde Israel saiu, os palestinos estão se matando. Na verdade, não são os palestinos, mas os grupos terroristas antagônicos que estão lutando por eles, assim como as FARC lutam pelos bolivianos, como as organizações criminosas lutam pelo direito dos oprimidos dos morros cariocas, como os talibans lutaram pelos afegãos.

  15. Sérgio] [São Paulo, SP, Brasil

    Lilian de Ipatinga, boa idéia !
    Acho que podemos escolher entre vários temas : novela das 8, programa de auditório, tablóides…com certeza vai dar mais ibope, afinal os assuntos espinhosos são muito chatos de se discutir, né ?

  16. iliada

    e eu tenho uma pergunta. Aos 8 anos fui estudar numa escola israelita/judaica numa cidade mineira por que era a escola que ficava mais perto da minha casa. Um menino da minha classe no terceiro mês que eu estava lá pediu para eu repetir no recreio duas palavras alemãs que eu não sabia o que eram.(as proferidas pelo terror nazista). Infelizmente
    fui condenada a aprender amargamente e direto na alma o que as palavras significavam. Perdi amigos e sofri um mal.
    A primeira lição de traicao e a primeira vez que descobri que eu não sabia nada. Tinha 8 anos,sem religião,em Minas Gerais, 30 anos depois do holocausto, inocente, fui queimada por palavras que vieram parar no meu ouvido através do tempo. Culpa de quem?Ignorancia de quem?

  17. Lilian] [ipatinga / MG

    Vamp, cobra o Gerald pra mudar o texto de novo ?

  18. Sérgio] [São Paulo, SP, Brasil

    Sandra, eu sei que no Brasil houve terrorismo, e nem eu estou dizendo que o “Irgum” representa hoje a coletividade judaica.
    Tenho amigos judeus que respeito, mas só não posso concordar com a linha sionista do tal alegado princípio de “auto-defesa”, porque baseia-se em um princípio de não legitimidade.
    Por isso procurei dar um histórico da formação de Israel, em que os palestinos que ocupavam originalmente a região acabou tornando-se um povo em fuga e sem maiores opções do que a briga, mesmo.
    E quis dizer, também, que existe extremismo para os dois lados, e é certo que, em vista dos atual território conquistado de Israel (ilegalmente), não se pode esperar que haja uma solução diplomática da questão, em função do extremismo e do radicalismo, e também que essa questão não é de hoje, ou seja,
    que, se hoje as agressões terroristas a Israel chocam (e como as quais não concordo), deve-se, ao mesmo tempo, haver disposição efetiva para promover a paz, se é que ela ainda é possível!

  19. Sandra] [SP

    Aos povos do Oriente Médio: “Woke up this morning/ Singing an old, old Beatles song/ We’re not that strong, my lord/ You know we ain’t that strong/ I hear my voice among others/ In the break of day/ Hey, brothers/ Say, brothers/ It’s a long long long long way” (Caetano Veloso)

  20. Sandra] [SP

    Sérgio, terrorismo já existiu até no Brasil. Se aprendemos algo disso é que ele atrapalha quem se propõe defender.

  21. Mau

    Ser ou nao ser judeu é um problema. A literatura do Holocausto é repleto de fraudes e nao fraudes – desde o polones Kosinsk e sua obra famosa – Paited Bird (q depois virou fraude) ou do suiço B. Wilkomirski que depois virou outra fraude, por nao ser judeu e nao ter vivido Auschivits. Aí o nomearam como um autor de ficção sobre o holocausto – vem a questao – pra se falar ou escrever sobre o Holocausto precisa-se SER JUDEU OU DESCDENTE, ou nao. (de certo eu escrevi tudo errado esses nomes alemaes, poloneses e etc)

  22. Sandra] [SP

    Se eu tivesse que escolher entre o domínio de Israel ou de Hamas, Hezbollah, Talibans, FARC, MR-8 e outros tantos que lutam pela justiça para os povos oprimidos, escolheria Israel. Acho que a maior parte dos povos do Oriente Médio querem Israel ali.

  23. Sandra] [SP

    Vamp, não conheço mesmo o Sul. Mas, por indicação sua, incluo Curitiba na lista de opções.

  24. Sandra] [SP

    Gerald, a única maneira de não magoar ninguém e não se magoar é vivendo numa redoma. Amizade e amor superam isso.

  25. Vera] [POA

    Profundo e dolorido. Em lugar nenhum e lá. Dó, ré, mim. Eternamente, shaná habaá be Yerushalaim.

  26. Sabrina Denobile] [sp sp br

    Tb falo palavras mal escolhidas…sempre aliás, mas ñ percebo.Como sei se ñ percebo? através dos inúmeos “toques” que recebo de olgeas e amigos…luto pelo certo sim e tenho boas ideias, e ñ acredito q elas sejam utópicas ñ (ainda ñ pelomenos:/) .. o problema é como eu as coloco (ja na defensiva…praticamente atacando como uma pessoa q se considera algo ñ consgue ve isso..ou compreender aquilo..e em vez de explicar e ser + “política” acabo repreendendo ela ainda mais.Senso rs o q significa isso hj em dia?
    por favor ñ publique bjos e me desculpe se escolhi as palavras erradas no ultimo comentario q fiz..(se vc o leu) tchau Gerald

  27. O Vampiro de Curitiba

    Sandra, você disse “Quanto a Israel, eu se fosse judia não moraria ali de jeito nenhum. Moraria em New York, no Bom Retiro, Higienópolis,”. Isso porque você ainda não conhece Curitiba!!!

  28. O Vampiro de Curitiba

    Denis, você deveria falar isso praqueles lunáticos terroristas islâmicos…

  29. O Vampiro de Curitiba

    Iliada, isso que você narrou não é terrorismo, é a própria visão do inferno!

  30. O Vampiro de Curitiba

    Mau, você está enganado. O objetivo do Lula é queimar a Amazônia para plantar cana. “Nunca antes neste país…”

  31. Ana

    Quando a gente acredita de verdade naquilo que a gente expressa, a gente pode acabar mesmo magoando quem mais amamos. Sobre a questão de Israel, ela devia ser holográfica, já que não é reconhecida mesmo. Aliás, para aqueles que crêem na “Terra Prometida”, ela já é. Não importa muito o ponto do Globo quando se habita um Globo. O que difere é a intenção. E essa acompanha o homem à sua (do homem) maneira. Quiçá o dia das belas intenções, todas diacrônicas, afinal consenso é algo avassaladoramente cruel pelo tédio que impõe. Mas o extremo oposto disso também é avassaladoramente cruel pela estupidez que expõe. Às vezes o silêncio é uma prece. Noutras, a prece é a canção de um povo. Shalom. O mundo serve a todos. E todos servem ao mundo. Um beijo.

  32. Sandra] [SP

    Mau, parece estranho, mas acho a analogia perfeita. Imagine Israel na Amazônia, servindo de anteparo entre Brasil e as FARC, e ainda servindo de bode expiatório para todos os problemas que sempre existiram na região.

  33. Denis] [Floripa

    Gerald vamos viver a multiplicidade, aprendemos o que significa dividir entre esses e aqueles. Dividir brancos, pretos, judeus, mulçumanos, amarelos é negar a realidade, viemos todos de uma raça negra da antiqüíssima Àfrica.
    Aproveito para convidá-lo para visitar nosso website cultural Sunrise Musics que apresenta uma multiplicidade de gêneros da música pop ocidental:
    http://www.sunrisemusics.com

  34. Mau

    Que é isso, o mundo precisa de guerras. Vamos derrubar um pedaço da Amazonia e por Israel lá.

  35. Sandra] [SP

    Gerald, às vezes o choro está preso dentro da gente, e, de repente, uma música triste, uma palavra ou uma lembrança arrebenta a represa. E, em geral, é muito bom. Não se culpe tanto, querido.

  36. Sandra] [SP

    “aquela area do mundo ja era muitissimo complicada antes de 48” Puxa! Como eu gostaria que aqueles povos se entendessem…

  37. Sandra] [SP

    Gerald, cada um tem uma maneira diferente de exorcizar aquele demônio. Pode ser falando ou calando. Quem escolhe calar, não pode querer impor o silêncio a todos. Quem escolhe falar, precisa ter um pouco de cuidado, pois toda aquela dor foi muito muito muito recente.

  38. Sandra] [SP

    Eu, pessoalmente, acho que, quanto menos estados, quaisquer estados, melhor. Por exemplo, a Tchecoslováquia nem estava em guerra civil. Por que dividi-la? Os bascos querem independência. Isso é mesmo necessário? É vantajoso? Quanto a Israel, eu se fosse judia não moraria ali de jeito nenhum. Moraria em New York, no Bom Retiro, Higienópolis, em paz e felicidade. Mas, para sorte daquela região, há gente disposta a fazer isso. Eu não conseguiria imaginar o Oriente Médio sem Israel.

  39. Sandra] [SP

    Gerald, o Oriente Médio precisa de Israel, e o mundo precisa dos judeus, cristãos, mulçumanos, budistas e ateus, e também os da religião= raiz(20%)judeus+ raiz(20%)cristãos+ raiz(20%)mulçumanos+ raiz(20%)budistas+ raiz(20%)ateus, ou outra combinação.

  40. iliada

    Não, terrorismo é ter que sair do Capão Redondo pro Jardins (lavar e passar cuecas, dobrar meias, arrumar bibelos e dvds pros caras sejam eles legaizinhos ou não) percorrer 30 kilometros em 3 horas (na ida e na volta)e não ter tempo nem pra respirar. Terrorismo higienizante da Cambada de Comedores de perna de pato. Vamo comer BODE. Vamo comer BODE com Champinhons da Floresta Amazonica QUEIMADA E HIGIENIZADA

  41. O Vampiro de Curitiba

    Sinceramente, Gerald? Acho que deveríamos nem falar mais sobre Israel. Concordo que o local da criação do Estado não poderia ter sido pior. Mas o fato é que Israel está lá e não tem mais como voltar atrás. Depois, o assunto envolve religião e tal…as pessoas se ofendem… sei lá, eu não tenho nenhum problema com o assunto, não tenho religião alguma, não me ofendo com nada. Mas acho que o melhor é não tocar mais nesse assunto. É o típico assunto que quanto mais mexe mais fede. E aí, vamos meter o pau no Piauí?

  42. Sérgio] [São Paulo, SP, Brasil

    De fato,a questão é complicadíssima,e não é de hoje.
    Israel hoje ocupa o antigo território da Palestina,em que os ingleses expulsaram os turcos após a 1a.Guerra e a Liga das Nações colocou como protetorado britânico, provisoriamente, para então devolvê-la (parte) aos judeus. Quando em 46 terroristas judeus atacaram os ingleses, o problema foi entregue à ONU, e a partir daí decidiu-se a divisão da Palestina em duas nações independentes, uma árabe, a outra judia, aprovando a resolução de 48. A Inglaterra puxou o carro e as guerras entre as duas partes se iniciou.
    Com a vitória militar dos judeus, criou-se Israel, engolindo grande parte da Palestina. Tentou-se mediar com o conde Bernadotte, assassinado por terroristas judeus. Depois disso, diversos conflitos, a Guerra dos Seis Dias, que acabou por tomar praticamente toda a região.
    E todos os tratados de paz posteriores, patrocinados por Carter e Clinton, fizeram água com o assassinato de Rabin por radicais judeus.Terrorismo é só árabe?

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s