Altas Horas amanha de noite OTIMO

NAO DEIXEM DE VER!!!!!!!!
Ficou otimo o programa, nao deixem de ver!
LOVE
G

Vamp
Não perco o Altas Horas de hoje por nada. Ahh, a Fabiana estava ótima no programa de ontem na Globo. Muito divertido!
O Vampiro de Curitiba


FINAL DA NOVELA DE MAU GOSTO BRILHANTEMENTE DESCRITA NO ZERO HORA

Evento
Línguas sem fronteiras

Performances de Fernando Arrabal e Gerald Thomas no Fronteiras do Pensamento dividem opiniões e criam polêmica

Imagine uma peça chamada Vaidade sem Fronteiras. O enredo seria mais ou menos assim:

Cena 1

Restaurante classe A de uma grande cidade à beira de um lago que todos chamam de rio, domingo à noite. Reunidos em torno de uma mesa, dois artistas trocam idéias, se vangloriam dos grandes nomes que conheceram em suas andanças pelo mundo. Ao falarem de política internacional, um dos artistas, aquele de cabelos crespos e longos, diz algo como:

– O senhor não considera o general Franco um ditador?

O outro, baixinho e puxando de uma perna, reage com violência. Levanta-se intempestivamente, pega um livro de uma mochila e o joga no interlocutor, gritando algo como:

– Meu pai foi morto pelos franquistas.

Pano rápido.

Cena 2

Sala de conferências de um hotel, segunda-feira à tarde. Barulho de repórteres, máquinas fotográficas pipocando durante uma entrevista coletiva. Perguntado sobre o outro artista, o baixinho assume uma pose blasé e ressentida:

– Não sei, nunca ouvi falar.

Sai de cena o baixinho, entra o crespo. Que define seu colega de maneira acre:

– É um sujeito famoso por apenas uma peça, ainda por cima plagiada.

Pano rápido.

Cena 3

Um grande auditório lotado, segunda-feira à noite. Primeiro, o baixinho faz sua palestra, arrancando risadas ao acariciar um pequeno crocodilo de plástico. Depois, entra o crespo, arrancando vaias da platéia ao atacar minorias, ao proclamar que o teatro morreu.

O final da peça fica em aberto, restando apenas o risco de o crespo e o baixinho se encontrarem em algum aeroporto do mundo.

O que você achou deste roteiro? Original? Chato? Frustrante? Os personagens são canastrões? Ou gênios? Você pagaria para assistir? Você entenderia isso como uma provocação ou uma palhaçada? Uma coisa é certa: o argumento não é original, ele narra de maneira fragmentada como foram os poucos dias que os dramaturgos Fernando Arrabal e Gerald Thomas passaram em Porto Alegre, como palestrantes convidados pelo ciclo Fronteiras do Pensamento, no início desta semana.

Depois de segunda-feira passada à noite, a discussão se transferiu para blogs e páginas de jornais (inclusive neste Cultura), felizmente sem conclusão. Porque assim ganhamos mais tempo para tentar definir as fronteiras entre arte e vida. Tanto Arrabal, dramaturgo reconhecido internacionalmente por textos como Cemitério de Automóveis e O Arquiteto e o Imperador da Assíria, além de filmes como Viva la Muerte, quanto Gerald Thomas, responsável por boa parte da renovação que beneficiou o teatro brasileiro nos anos 80 e 90, em montagens como Eletra Com Creta e Carmen com Filtro, são artistas respeitáveis e reconhecidamente provocadores. Tudo certo para que estrelassem uma discussão pacífica e conseqüente sobre teatro, certo? Nada mais errado.

Thomas e Arrabal têm um traço em comum, que é explosivo – ambos parecem desconhecer fronteiras entre o indivíduo e o artista. As conseqüências disso são imprevisíveis. Por um lado, são artistas que se entregam a uma expressão essencialmente autobiográfica, visceral, que condiciona a transformação de si próprios à transformação do público. E isso é muito bom, e é pura arte. Mas também são artistas que se expõem de maneira deliberada e muitas vezes exagerada, parecendo interpretar personagens de si, prisioneiros de uma imagem pública que eles mesmos ajudaram a construir.

Na noite de segunda-feira, frente ao sisudo público do Fronteiras do Pensamento, eles foram fiéis a si mesmos, agiram de improviso e sem pensar nos resultados. Arrabal, eternamente convencido de que os paradoxos podem ser uma ferramenta da arte conseqüente, atuou como um artista que não tinha nada a dizer de importante. Não foi ele mesmo que disse que provocação e humor se confundem? Thomas, e isso é forçoso anotar, em confessa fase depressiva e de profundo autoquestionamento, apelou para o papel de enfant terrible, vestindo dolorosamente uma persona que talvez o ajudasse a enfrentar um compromisso público quando ele talvez desse a vida para estar só. O pacifista Thomas engatilhou sua metralhadora giratória e mandou bala. Mesmo sendo judeu, e tendo praticamente toda a família morta em campos de extermínio nazistas, criticou o Estado de Israel. Mesmo (ainda) artista, decretou a morte do teatro (e nisso ele não foi nada original).

Um dos efeitos colaterais mais nefastos da performance de Thomas e Arrabal foi atiçar uma acusação que paira sobre os artistas, tachados como pessoas que sobrevivem apenas pela exibição orgulhosa dos próprios egos. Bobagem: até para escrever uma coluna ou um comentário em um jornal é necessário que se exponha o ego – e que este esteja bem vitaminado, senão será destruído pelo primeiro pigarro na platéia.

Um dos melhores efeitos da performance foi a de constatar que a uma obra interessante e brilhante (caso dos dois artistas) não corresponde necessariamente um criador interessante e brilhante (pelo menos, não o tempo todo, pelo menos não com horário e local marcados). Na verdade, a dupla Arrabal/Thomas (xi, capaz de eles brigarem para inverter a ordem dos nomes) interpretou personagens que talvez todos nós quiséssemos interpretar: sarcásticos, irreverentes, infantis, onipotentes. Que inveja, né? Ser ator e interpretar a si mesmo.

Dá vontade de vaiar. Ou aplaudir.
RENATO MENDONÇA

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50 Comments

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50 responses to “Altas Horas amanha de noite OTIMO

  1. Contrera

    Carlos: obrigado pelo elogio. deixe-me só dizer que não busco agradar ou alcançar concordância por quem quer que seja. abraço

  2. Sandra] [SP

    Contrera, não tenho nada contra a Arte que diverte, embora eu prefira a que perturba.

  3. Contrera

    tudo bem, sandra, o ivaldo acerta, mas veja bem, essa é realmente NOSSA situação, ou estamos aqui é mais para nos divertir mesmo? na boa, a maioria de nós não liga mesmo.

  4. Marina S.

    quem sabe na Grécia o teatro existiu…

  5. Valéria] [RJ

    Cadê vc, Gerald? Aí é que a gente vê q isso aqui é um lugar que já tá dentro do coração, este multitransblogoteco… pô, tô curiosa com o que vem por aí e tô saudosa de vc, Gerald!
    E por que não pode criar um Estado lá no Piauí, gente??? E a questão não é essa, e a Sandra já tentou explicar…
    Pô, Vamp, joga uma bomba auí… he he he
    bjim

  6. Stace] [ES/Brasil

    você disse no programa que o TEATRO está em coma, moribundo quase, e respira por aparelhos.. achei sensacional, mas.. que aparelhos são estes? e como isso funciona? Quando, pra você, o TEATRO teve sua força e existiu de per si? Falei merda?

  7. O Vampiro de Curitiba

    Gerald, coloca aí um texto pra gente comentar, pô! Qualquer um. “Não quero nem saber de quem é o enterro, quero é chorar”! A gente tamos louco pra cortar, mas você não levanta a bola… Olha, se demorar muito, já vou avisando que vou começar a avacalhar com o Piauí, depois não adianta reclamar!

  8. Sandra] [SP

    Alguém viu a entrevista de Ivaldo Bertazzo no Roda Viva? Achei muito lindo o que ele disse sobre Arte: que ela eleva o ser humano acima de suas necessidades básicas, e não é um privilégio de quem já as tem resolvidas; você pode estar morando na rua e fazer um desenho, e isso já coloca a pessoa acima daquela situação.

  9. Sandra] [SP

    Colegas piauienses, o preconceito não está em suas cabeças? Se, em vez de Piauí, Gerald tivesse dito: -Cria o estado de Israel em São Paulo ou no Rio de Janeiro – os paulistas e cariocas sentiriam-se ofendidos? Acham que Gerald diminuiu o Texas? Por que vocês se incomodaram tanto? Mesmo que Gerald quisesse dizer que o Piauí é uma região de clima seco, no que isso diminui os piauienses?

  10. Marianne] [Teresina-PI

    Que infeliz colocação sobre o Piauí no Altas Horas…Pessoas sensíveis como você deveriam conhecer e respeitar nosso país como uma unidade, valorizando cada estado, cada crença, cada valor, cada pessoa.

  11. Lelena] [Porto Alegre

    “…A civilização mecanizada produz também a solidão da linha de montagem …”

  12. Sandra] [SP

    Gerald, cadê o artigo-bomba: Israel “ser ou não ser” baseado em Einstein e outros? Estou tentando provocá-lo, mas você está muito em estado de bem!

  13. angelo] [São Paulo/Bra

    Que droga, hem Gerald?! Tipo: me desculpem… Eu mandava todos pqp!
    Você é mais que eles todos juntos! E tenho dito!

  14. Valéria] [RJ

    Obrigada, Fábio! É a Dolly, muito fofa, aquele olinho colorido e saltitante! Um píon?
    Contrera, vc deve ser um ótimo síndico, além de tudo.
    Afinal, vcs leram ou não a entrevista da Judith???
    bjim

  15. Sandra] [SP

    Por mim, poderíamos trazer Israel para São Paulo. A gente se aperta aqui. Sempre cabe mais um nesse caldo.

  16. Sandra] [SP

    Gerald, como você me lembra Chaplin. A grande maioria das pessoas não consegue ter, ao mesmo tempo, tantas emoções conflitantes, e com tanta intensidade, e mostrá-las com tanto brilho. A alma é seu mar. Você consegue navegar por ela sem bússola e de olhos fechados. Beckett, lá do Céu, deve ter muito orgulho desse seu aluno brilhante.

  17. Carlos] [NY

    Valeu Sandra, obrigado! Contrera: tempos atrás fomos campeões de discordâncias. Mas já faz um certo tempo que não consigo criticar uma vírgula do que você escreve. Conciso e consciente.

  18. Sandra] [SP

    Gerald, ou você é criticado por deixar suas peças serem levadas pela emoção, ou é acusado de querer negar essas emoções, e querer discutir quando deveria estar em crise. Talvez uma aula de divisão de polinômios agradasse a todo o mundo.

  19. fabio] [são paulo

    Valéria…o nóme da peixinha do filme “NEMO”, da pixxar..é: “DÓLLY”.
    E esse carinha de “ESPERALTINA”, do Piaui, que disse sobre “respeitar prá ser respeitado”..!O Gérald não faltou com respeito com seu estado NÃO,..AMIGO. Ele citou o deserto de NEVADA E o PIAUÍ, COMO LUGARES distantes e sêcos, como comparação com a PALESTINA..só isso!Não fique enxergando chifre em cabeça de cavalo, amigo.JÁ NÃO BASTA A PÔRRA DA MÍDIA, FAZENDO ISSO o dia inteiro, prá ter AUDIÊNCIA E AGORA VOCÊ TAMBÉM.Gérald, assisti agóra a noite domingo, de novo a tua entrevista, SUPER LEGAL, mesmo. Você tava com o MAIOR ASTRAL e o SÉRGINHO TAMBÉM.Fiquei mó orgulhoso de tí.

  20. Sandra] [SP

    Carlos, o “ser chinês” veio de uma resposta do Gerald a uma menina que perguntou o que ele teria a dizer a uma mãe que desaconselha o filho a fazer teatro. Gerald respondeu que diria que a mãe faz muito bem, para aconselhar o filho a fazer algo sério, como … e não achou nenhuma outra carreira. Um dos meninos sugeriu: Que tal político? E Gerald respondeu: NÃO!!!!! QUER SER CORRUPTO???? Daí ele concluiu que uma boa carreira é ser… CHINÊS!

  21. Sandra] [SP

    Gerald, você o o Serginho batem um bolão juntos!

  22. Sandra] [SP

    Fábio, sei que não é você! Valéria, amei a comparação!

  23. Valéria] [RJ

    Caramba, vc não passou no Altas horas, vc perpassou! Foi muito engraçado, foi muito vc, e pouco todo vc, mas vc tava a jato lá. Com o batuque do coração no pé. E naquela hora q vc deitou na dor, era a dor mesmo, de luto, de lenço no chão. Gostei de ver vc e o Serginho juntos, do carinho entre vcs; eu só vi este programa umas duas vezes e cheguei na hora da sua entrada, que loucura! Isso depois de muita pizza de aniversário! Mas não vou ser chinesa não, viu?
    Gerald, saiu uma entrevista com a Judith no segundo caderno, vc podia colocar aqui, né Gerald? Os olhinhos de ‘visão fontana’ dela brilham.
    Açaí sem rivotril, Mau! E sambar a dor.
    Só me preocupei com a sua voz, é avião ou falação demais??? Ralação?
    Sandra, não sei por quê, mas sempre q te leio lembro daquela amiga do peixe Nemo! Eu adorei aquela peixinha e vc me diverte também! Só não lembro o nome dela. Acho q é o tom de como te leio na tripa! Vai entender!
    bjim

  24. Contrera

    “Bobagem: até para escrever uma coluna ou um comentário em um jornal é necessário que se exponha o ego – e que este esteja bem vitaminado, senão será destruído pelo primeiro pigarro na platéia.” Não, meu caro, você – aqui – erra (embora quem sabe acerte no resto – o que não é pouco, e merece deveras elogios). O ego descontrolado só entra numa discussão quando a razão começa a desfalecer e a vontade começa a se desnortear pela ausência de objeto e objetivo. Pode-se – não facilmente – ampliar sobremaneira o alcance do ego por meio da temperança – algo que contudo não tem nada a ver com a derivação religiosa. digamos, melhor, da seguinte forma: quando o ego surge fagueiro, é de bom tom deixar-se comedido a assistir o circo das paixões. Na discussão respectiva, ambos deixaram a desejar. A imprensa por sua vez só quer ver mesmo o circo sempre pegar mais e mais fogo.

  25. Ismael Sandro de Carvalho] [Esperantina-PI

    Gostaria de convidá-lo para conhecer as belezas do Piauí. Nosso Estado é rico, por que temos um povo educado e respeitador. Sugiro não fazer mais a mesma comparação grotesca que tive o desprazer de ouvir no Programa Altas Horas. Respeite para ser Respeitado.

  26. Carlos] [NY

    Tô pegando o bonde andando: qual foi a tirada sobre ser chinês?

  27. Syl] [Campinas SP

    Gerald Thomas deu um show, vaidade á parte! ele é brilhante!!!

  28. fabio] [são paulo

    Sandra, esse tal de “fabio kwoslb…sei lá o que”….não sou eu não…nóssa que baxaria..!meu.

  29. dudi] [Floripa

    Adorei o nome da “peca”: Vaidade sem Fronteiras. Mas a sua é sempre deliciosamente provocadora. bjs. Dudi

  30. Vera] [POA

    A atuação do Serginho também foi de um baita cara! Me abri mais ainda para a competência dele.

  31. Vera] [POA

    Então, aguentei o final do filme Sexto Sentido, pela enésima vez, cochilei vendo a moça da novela, acordei com a banda tocando Tropa de Elite e morri de rir do espaço para a platéia reclamar. Já tava suando frio, uma dor na barriga esperando a hora G. Já passava das duas da manhã. Te achei tão bem, mais encorpadinho. Que que era aquele lenço amarrado no braço? Entre o riso, o choro e a perplexidade, tô aqui pensando até agora.Sinto sempre essa mistureba. Tive vontade de te dar aquele conhecido “tapa na cara” quando focaste a câmera e pediste desculpas e quando provocaste o riso, tive vontade de chorar, te vendo atirado no chão e entrar na tv, te pegar no colo e beijar, beijar. Ah, sim, essa fui eu. Você?Tente ser chines! O teatro está em coma!Show! Suei mais gelado ainda.

  32. Mau

    Ah, esqueci de falar da lembrança do Serginho do Wander Taffo o Steve Vai brasileiro (ao menos na fase solo dele) como bom ex guitarrista – tinha de ser lembrado, ate pq ele foi um gde cara alem da guitarra ajudava muita gente e hj nessa coisa de informaçao avassaladora as pessoas especiais morrem e sao esquecidas por numeros e novas informaçoes – AÇAI CONGELADO com RIVOLTRIL 2G ????? Samba Gerald

  33. Sandra] [SP

    Não é Rivotril, Mau! É açaí congelado!

  34. Sandra] [SP

    O Vamp tem razão, Gerald! Você estava com um olhar e um sorriso luminosos! E você não conseguiu dizer aos meninos para não serem atores! E muito menos: É isso aí, o negócio é ser corrupto! GENIAL!!! Quando meus alunos dizem que vão ser políticos corruptos, eu dou a maior bronca: Vão p…orcaria nenhuma!!! Vão ser gente do bem!!! Me orgulhem!!!

  35. Lu

    Foi hilário! A cena do Gerald no Altas Horas foi sensacional, mas eu pagava pra ver a atuação de ambos naquele jantar! hahahaha… aplausos, aplausos… e uma pequena vaia pra apimentar… beijos

  36. O Vampiro de Curitiba

    Ahh, para quem não assistiu ou para quem quiser ver de novo, o “Altas Horas” reprisa hoje, no canal Multishow, às 21:15hs e amanhã às 16:00 hs.

  37. Paulo Faria] [Guarulhos, SP.

    Quero agradecer a minha amada esposa, Letice, (amanhã, 19, 18 anos de casamento)por ter me acordado, logo após ter caído nos braços de Orfeu, no momento em que Gerald entrou no Altas Horas. Obrigado Letice!

  38. O Vampiro de Curitiba

    Maravilhoso, Gerald! Eu sabia que você daria um show, mas não esperava tanto, he,he… Será que o Arrabal viu? Deve ter ficado muito puto, hahahah… Cara, quanto mais eu te conheço mais eu gosto de você! Parabéns, brilhante!

  39. Sandra] [SP

    Gerald, achei muito fofo o: médico também não dá, engenheiro também não, político NÃO!!!!,… Paixão é fogo, não?

  40. Ana

    Deu mais saudade. Você tava muito bem! Livre, leve & solto! Um beijo

  41. Ster Loureiro] [Terra Do Nada

    Ei, Gerald…
    Você é um charme!

  42. Ster Loureiro] [Terra Do Nada

    Ei, Gerald…uhuuuuuu!
    Sabia que você é tudo de bom?
    Te adoro viu!

  43. Sandra] [SP

    Seu senso de humor é finíssimo!

  44. Mau

    Gerald do Ceu, passa a formula do Ritrovil q vc toma, pq o q eu tomo nao é o mesmo – tu foi muito bem no ALTAS HORAS (que so faz entrevista chata fofoquete com ator global da novela das OIto – chatos) – ser chines foi a frase do ano (Seja chines)

  45. Leon Korkes

    Não sei dizer quem tem razão ou não… (Thomas X Arrabal).
    Não sei dizer se o teatro, de fato, esta morto.
    Não sei se Israel poderia ter se estabelecido no Piaui ou em Nevada.
    O que sei, com certeza, é que o Gerald é um cara AUTÊNTICO demais, engraçado (um tanto) e MALUCO c/ certeza absoluta…
    uhahuahuahua
    e só..
    L>K

  46. Sandra] [SP

    Pois é, Fábio. Mas o Gerald incomodou-o suficientemente para que você se desse ao trabalho de escrever aqui no blog.

  47. fabio] [são paulo

    ..Gérald, foi um SARRO, no Sérginho..!ahahahahaha..!aquéla do arrabal sambando foi muito BOA!..só achei que ia passar uns vídeos com alguma coisa das péças, né! seria legal, também, mas mesmo assim sem as péças, foi ótimo!

  48. Sandra] [SP

    Foi muito legal, Gerald! Mas, cara, chinês é uma carreira mais concorrida que teatro, medicina e engenharia!

  49. Gustavo] [Gainesville, FL

    Totalmente fora do assunto. Gerald, vi REDACTED, filme do De Palma. Um filme sobre o Iraq. Um filme que os EUA deveriam ver, mas se recusam. Imperdível.

  50. Tales

    O texto do Mendonça aí está sublime mesmo. Puta, e nada mais óbvio do que montarmos um roteiro como esse! A idéia foi também assaz original (rs!!) Acho que os respectivos dramaturgos levaram até o fim a indistinção entre vida e arte. Assim como a vida foi o principal material a partir do qual Montaigne fez seus ensaios e Bolaño, aquele escritor chileno, criaram obras edificantes. Aí está a fragilíssima diferença entre uma vida que pode se tornar um pastiche kistch ou algo que possamos olhar com perplexidade.

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