el mundo espanha – periodico

IF YOU HAVE ANY QUESTIONS ABOUT THE (SO CALLED) INCIDENT BETWEEN ME AND THE GUY, I HOPE TO HAVE A FAIR CHANCE TO RESPOND,
I KNOW THAT YOU HAVE ENTERED MY BLOG (THIS BLOG)
please write to Dryoperacompany@gmail.com.
Gerald Thomas


Qualquer question a my respeto e my background pode ser clarificada com Hugh Hudson en Londres

I SAID, IF YOU HAVE ANY QUESTIONS, PLEASE CONTACT HUGH HUDSON IN LONDON, THANKS, Gerald

Gracias

comentario
Sobre David Coimbra, em ZH um texto dispensável e boboca. Colegas leiam o professor, o grande mestre Donaldo Schuler,sobre um trabalho do Gerald, no site do fronteiras do pensamento. Vamos andar, vamos nas fontes esquecer e lembrar. Garimpar o que nos vale guardar.Boa leitura.
Vera Cardoni

[laura] [Lajeado]
Provocar também é refletir. Pensamento questiona as fronteiras, os limites. Cadê o senso de humor? Foi bizarro? Foi. Mas voltei para casa pensando e rindo. Valeu!

[Lelena]
Carlos de NY, boa parte da platéia é feita de pedantes pouco interessantes, sim. E isso não é novidade porque o Fronteiras é um evento burguês e porto alegrense e Porto Alegre tem o seu lado provinciano. Vejo sentadinhos lá gente que se leu cinco livros na vida, leu muito; mas, sabe como é, pega bem mostrar-se interessada e participante. A situação é bem show off como falou o Thomas. A questão importante é que há uma parte bacana, feita de carne e osso e neurônios, para quem os R$500,00 fazem diferença no bolso e os debates na cabeça, porque nós queremos pensar e ouvir e conversar para novamente pensar. Por isso, lamento o vazio falante do Arrabal e a falta de comunicação do Thomas com o público. E lamento mais ainda a falha do Fronteiras de alterar um acordo sem medir as conseqüências. Parece que todos falharam, principalmente, a organização da coisa.

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39 Comments

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39 responses to “el mundo espanha – periodico

  1. Contrera

    nada a comentar a mais.

  2. Carlos] [NY

    Ana, passo rápido aqui hoje, mas tentarei vir mais tarde. O Caetano criou uma poética única e pessoal, sem dúvida interessante, rica, e refinada. Ele certamente expandiu o universo da chamada música popular, assim como tantos outros deram suas contribuições. Não creio que ele tenha criado uma estética dentra da música popular, no entanto. O que critiquei outro dia foi a postura de “avant-garde” que ele discursava, o que não era real, ao menos no terreno da música. Ele nunca foi um “experimentador”, e nesse sentido seus riscos foram todos calculados, o que explica seu “acesso ao sucesso”. Você discute com os pés no chão, o que é fundamental. O que já está mais do que caduco é um questionamento pedante-acadêmico que vemos ainda aos montes nos blogs, universidades e discursos da vida. É abominável quando a pergunta em si tenta ser um jogo no vácuo. Aí concordo contigo: vira a tal masturbação, longe, muito longe do que interessa.

  3. Ana

    Já sobre a consciência da nossa temporalidade/ espacialidades: sim, é doloroso, mas muda o que reconhecimento da arte em relação a isso? Não muda nada. Nem o não reconhecimento. Aliás, a nossa temporalidade é uma grande aliada da obra: o artista vai, a obra fica. Mas pode ser até uma postura cristã (nunca tinha pensado nisso; interessante) sim, pq. é bem do pensamento cristão eleger martíres, santos, “escolhidos”, e pq. não escolhermos já nossos xamãs-canônes? Vai que eles morram? Mas ainda acho que o tempo se encarrega de imortalizar A OBRA. (Ct.)

  4. Ana

    O artista é humano, é o veículo co-participativo da obra, tem muito dele, ali, na obra, claro, mas, ele, como humano morre e se deteriora. Para quem crê na imortalidade da alma, pode-se imaginar a alma ainda permeando a obra. Mas é a obra que segue. O artista finda(-se). É à ela a máxima reverência que devemos, antes de tudo. Em segundo vem o artista. É a minha forma de pensar, que difere de muita gente, eu sei. Mas fazer o quê? Se eu negar aquilo que eu penso, aquilo que eu sou, nem poemas mais eu poderia escrever pq. já não seria eu, mas uma construção fake de mim. É isso. Beijo.

  5. Ana

    Cont: Como Caetano: eu amo. Está acima da média naquilo que faz, e outro dia li num blog de um escritor “na época em que eu achava o Caetano um gênio”. Quer dizer, o cara não acha mais. Acha que cresceu o suficiente para continuar admirando Caetano, como se Caetano, por ter começado jovem e já estar na casa dos 60, tivesse que ser obrigatoriamente descartado por cabeças descoladas em função do novo. Me perdoe(m), mas ele se renova sempre.

  6. Ana

    Lilian, sempre vão existir pessoas com qualidades, naquilo que fazem, acima da média. Não os chamaria de arautos. Mesmo na literatura, as pessoas estranham o fato de alguns autores não terem um cânone. Só que nem sempre o reconhecimento cobre a pessoa acima da média. Eu acho Gerald acima da média, mas nem todo mundo acha. A questão da unanimidade ser burra é correta, pq. há gente “de menos” unânime, e “gente de mais” sem o reconhecimento merecido, o que não é, sob hipótese alguma, o caso de Gerald. Gerald tem reconhecimento, e digo pelo Brasil: não há uma pessoa que eu conheça que não tire o chapéu para ele, para as suas peças, textos, e para a sua cultura.

  7. Ana

    Lilian: prometo que amanhã/hoje respondo. Estou que não aguento em pé, que dirá sentada… quase dormindo sobre o teclado. Amanhã, a gente leva o papo adiante. Bj.

  8. Lilian] [Ipatinga / MG

    Mas Ana… acho tão doloroso ter consciência de nossa /temporalidade/espacialidade…você não Acha meio cristã esta “escolha-reconhecimento” de eleger alguns como arautos – chamãs em tempos de rodas/redondas/raiadas/riscadas/risadas ?

  9. Ana

    Lilian, desculpe: você falava de reconhecimento, e acabei respondendo ao Carlos. Desculpe. O reconhecimento vejo como sadio. Mas não necessário. Se não rolar, o artista em si para si, não deixa de ser artista. E tem muita gente boa sem o devido reconhecimento, então dá pra sentir que “procede”. :))

  10. Ana

    Lilian, para mim arte deveria existir sem logística. Pq.? Porque qualquer aspecto comercial sobre a arte já determina posse. De pensamento, idéia, ideais. Mas a gente sabe que nada vive sem logística, então se encara, rezando para a posse ser mínima ou reduzida a quesitos que não interfiram na alma da arte. Enfim, não sei. Donations for art? Como política, campanha? Até Obama precisa de dinheiro para dar ao povo dele dignidade e confiança (coisa que deveriam buscar sozinhos). Eu não acredito mais no homem pq. ele se tornou monetário. O bom seria o fluído monetário passar pelo homem sem danificar nenhuma parte. Aí a arte seria livre, que é o que ela tenta demonstrar, acima de tudo.

  11. Lilian] [Ipatinga MG

    Ana , me explica melhor a dobradinha arte e reconhecimento …
    bjs

  12. Lilian] [Ipatinga MG

    PARA MEU VAMPIRAO expressar (DO) plenamente sua intenção,
    melhores intenções (DO) sobre si e sobre o mundo
    aquela diferença entre o que foi pretendido (DO)
    diferença entre a intenção (DO) e a realização (REDO)
    o não-expresso mas pretendido (DO) e o não intencionalmente expresso (UNDO).
    que precisa ser “refinado (DO)
    da mudança (DO) da matéria inerte para uma obra de arte é que a verdadeira transubstanciação REDO)
    papel do espectador é o de determinar (DO) o peso
    externo ao decifrar (DO) e interpretar (REDO) seus atributos internos

    (agora levando em consideracao a parte do outro na historia veja se melhora…) beijo estalento vampirao…

  13. Sandra

    Não tenho nada contra o entretenimento, o que detesto é música feita para tocar no rádio, filme formatado para ganhar Oscar e peça com medo de magoar e de espantar. Mas, pessoalmente, prefiro a Arte que atormenta.

  14. Márcio West] [Porto Alegre !

    O que mais se comenta… ‘ele saiu do palco e foi vaiado’.
    Acho que ainda vale mencionar e é como sempre respondo aos colegas, diferente dos jornais daqui, foi vaiado SIM. MAS FOI APLAUDIDO TAMBÉM !
    O dia que todo público gostar da mesma coisa e estiver contente com tudo, estamos perdidos.
    LEMBREMOS:
    A UNANIMIDADE É BURRA.
    seja ela em vaias ou aplausos.
    o mais interessante de todo é que tu podes ter teu reconhecimento com APLAUSOS e VAIAS. um só deles, seria ruim.
    ABRAÇO! MW

  15. Carlos] [NY

    Ana, Lelena, Sandra que debateu o assunto: agradeço pela conversa. Valeu. Só que é um tópico que se torna vulnerável facilmente, no entanto. Vocês sabem do que falo. O poderzinho medíocre de algumas palavras aliado com a dupla ignorância/arrogância acabam esvaziando e desprezando o trabalho de inúmeras pessoas ao longo dos séculos. Entendo quando Gerald Thomas se diz de saco cheio. E particularmente quanto ao Brasil, a gente vê tanta arrogância, tanta gente com pedras nas mãos prontas pra atirar…mas fazer mesmo…??? Pouco, muito pouco…Pois bem, minha cota de hoje valeu por uns dias…Um abraço e até breve.

  16. Ana

    Em todo caso: arte e entretenimento: ambos entretêm. A diferença é que um só entretem. O outro reflete, cria espelhos, define uma geração, enfim… é papo “pra mais de bloco”.

  17. Ana

    Sim, Carlos, infelizmente tem o tal aspecto logístico. Digo infelizmente, pq. ele arruina muito com o artista. Antigamente os poetas viviam da côrte. Não sei até que ponto tudo isso de mecenas é bom. Se for atrofiar a arte, a alma da arte, melhor nem existir. A arte é compatível com o sistema capitalista quando ele mesmo se diz muito democrático. Se é, então tem que engolir seu contraponto atual: a arte. Em outras épocas, a arte fazia o contraponto de outras épocas. Digo da arte verdadeira; não da vendida. Sempre que você se vende (e a sua arte) por algo, algum ponto de vista, ela pode até ser maravilhosa, mas já perdeu muito da verdade, pq. passa a estar atrelada aos interesses de quem a comprou. A capacidade de gerar trabalho, na arte, é fazer a arte. Se isso vai render dividendos, é outra coisa. Mas se você é livre para fazer sua arte com total liberdade, tendo apoio logístico, vc ganhou na mega-sena.

  18. Ana

    Discordo, Lilian. Arte não é igual ao exercício do máximo de nossa estupidez pessoal. Para isso não precisamos dela, a arte. E quando é reconhecida é ótimo e não é a desgraça do artista que buscava a si. O artista busca a si, mas quer que sua arte dialogue com outros “em busca”. Muito abrupto de sua parte, tudo isso. Não é pq. o artista primeiro agrada a si que não quer reconhecimento. A arte não isola apesar da definição “alvo-seta”. Se isolar não é arte; é frescura. Bjs.

  19. O Vampiro de Curitiba

    Lelena, não vamos falar mais sobre isso. Fale-me sobre você!

  20. O Vampiro de Curitiba

    Lilian, estou aqui, em cima de você. No bom sentido, por enquanto… Adorei sua definição de arte. Mas você não acha que a arte só se dá mesmo com o conhecimento do outro? Não digo reconhecimento. Não acho que exista arte, por exemplo, em um livro escrito antes dele ser lido por alguém. Ahh, sei lá… Na verdade não estava pensando nisso. Estava pensando em você!

  21. Lilian] [Ipatinga / MG

    Para Ana : ARTE = exercício (DO) máximo de nossa pessoal estupidez ou “razão estúpida” e quando justifica a estupidez dos outros é a chegada do famoso “reconhecimento” (sucesso) e a DESGRAÇA do artista que buscava a si e não os outros (fantasmas).
    Cadê o vampirão ????

  22. Sandra] [SP

    Ah! Uma xará! Os comentários das 20:48 e das 20:39 são de outra Sandra.

  23. Sandra

    Na minha opinião, a arte, hoje em dia,está perdendo muito de sua vitalidade.Não sei se estou sendo crítica demais mas com todas essa coisas acontencendo sinto que o artista está sufocado com algo que não consigo explicar o que é.E esse encontro foi para quebrar um pouco isso tudo que vigora ao redor da arte.Mas as pessoas estão ávidas também por saber mais sobre tudo.E isso também é positivo.

  24. Sandra

    Li sobre o que aconteceu no encontro ,fronteiras do pensamento, e acho que as performances dos dois diretores devem ter sido muito teatrais e engraçadas.Não entendendo nada de teatro , vi algumas peças, aqui e acolá, até uma peça do Gerald Thomas, imaginem só.Não pderia avaliar direito o que aconteceu pq não estava lá.Mas as pessoas gostam de uma polêmica.Então o prato estava cheio.

  25. Lelena] [Porto Alegre

    Caro Carlos de NY, sem dúvida alguma faltou um mediador. Se eu fosse o Thomas, eu não teria participado. O convite foi para participar de um debate e não para dar uma palestra. De certa forma, o Thomas foi generoso. Tentou nos oferecer alguma coisa. Não deu certo. Ele tem fama e um jeito belicoso; a platéia já chega armada. Dá no que dá. Uma pena e não porque aconteceram vaias e não aplausos. Uma pena porque nem sempre é tão fácil sair de casa em uma segunda-feira à noite. A gente tem filho pequeno e todo aquele blablablá. Anyway, sigo achando que o Fronteiras errou e muito mudando o que havia sido combinado. Um abraço. Lelena

  26. Sandra

    “Eh OBVIO que terei que escrever algo a respeito” (sobre Israel). Consegue? Então ARRASE!

  27. Carlos] [NY

    (cont) Simplificando um pouco: diversão hoje significa trabalho amanhã!! Dou-lhe circo hoje pra que amanhã você trabalhe pra mim sem reclamar. Pronto, está justificado o entretenimento na sociedade. Mas e a Arte? Complicação hoje significa mais complicação ainda amanhã. Dou-lhe complicação hoje e amanhã você me questiona porque você trabalha pra mim. E arte é isso: complicação, é frustração, é desconhecer, é estar cego, etc,etc,etc. Ou seja, qual a “capacidade de gerar trabalho” (como no caso do entretenimento) da arte? Nenhum. Por isso ela passa a ser um minúsculo enfeite numa enorme árvore de natal.

  28. Carlos] [NY

    Ana, só pra adicionar um ponto: quando eu escrevi separar e depois juntar, era sobre essa necessidade de ter que separar o aspecto “logístico” em volta da arte (a questão da sobrevivência e do lado burocrático). Esses dias assisti ao filme “Hunger”, baseado num livro de Knut Hamsun (que não conheço), sobre um escritor perdido no tempo e no espaço, faminto, incapaz de conviver com a sociedade, em direção à insanidade. O paradoxal e curioso é que no DVD há comentários do Paul Auster, escritor premiadíssimo, vive no Brooklyn aqui em NY, deve ter muita grana, tem uma filha deliciosa que agora é cantora pop (desculpe, esse último comentário não tem nada a ver). Pois então, sabe-se que na França o governo dá um tipo de pensão pros artistas e muitos vão vivendo assim e produzindo seu trabalho. Nos EUA isso é impensável. No Brasil idem. A Arte é compatível com o sistema capitalista?? O que a arte pode gerar pra sociedade??Não é por nada que o entretenimento toma conta de tudo. (cont)

  29. Ana

    Perdão: entidade. — Identidade da entidade. E por aí iria. Mas tenho trampo e ele não tem nada a ver com arte. Melhor, indiretamente tem. E deixa eu ir pra lá, senão estoy frita. Bjs.

  30. Ana

    Carlos, concordo com vc. Vontade é uma coisa, talento é outra. Já sobre “o papel da arte”, isso, SIM, também se refere às questões políticas, sociais, culturais. Eu não vejo a arte como identidade intocável. Dessa forma, ela não estabeleceria diálogo nem com o criador nem com que o observador. Sobre separar, juntar, não entendi. Você diz das máfias? Elas nada tem a ver com a arte, em específico, ainda que a manipule a seu bel prazer. Para mim, um artista resistente, resiste também às máfias. Como faz Judith, como fez Hanon, Julian Beck, e o próprio Beckett, quando preferia o silêncio e a solidão aos holofotes e um prêmio Nobel. Há de se ter culhão. Mas ele teve. Não que os prêmios sejam mal vistos ou que isso empobreça o artista. Mas sempre penso que a arte é grande demais para o artista se preocupar com qualquer outra coisa que não seja ela.

  31. Carlos] [NY

    ANA: acho que dá pra dividir as coisas e acho que você concorda com o que estou escrevendo. Não se faz arte apenas com “vontade”. Isso é fundamental, mas da forma como eu leio a frase “o papel da arte na sociedade”, isso se refere também a questão política, social, cultural, etc. Tem aquele conto do Camus que o artista se tranca no sótão da casa e no final escreve em letras minúsculas “solidão”…Eu questiono essa imagem da arte como entidade intocável. Sabemos o que rola por detrás de tudo, sejam as dificuldades desse meio, sejam questões políticas, sejam econômicas, sejam máfias pra todo lado. Agora, isso não impede que a gente possa”usufruir” e se conectar com a arte de uma forma bem pessoal. Ou seja, separar pra depois juntar, ou vice-versa…ou tudo junto…

  32. Carlos] [NY

    Respondendo a LELENA: nessas ocasiões de fato existe um formato e existem as expectativas. E desculpo-me se fiz uma generalização. Dito isso, uma coisa é certa: numa situação dessa, quem dá as cartas é a pessoa que foi convidada e nesse caso a platéia tem várias opções. Que eu saiba essas opções foram exercidas: uns levantaram, uns vaiaram, outros aplaudiram, outros escreveram, etc. Não estou entendendo todo esse fuzuê. Pelo que li, a fala do Arrabal foi medíocre, mas o povo curtiu. Dá próxima vez deveriam chamar o Silvio Santos que aí o “auditório” vai ficar mais sorridente ainda. Talvez tenha faltado um moderador, alguém que fizesse um link entre a platéia e o “palestrante”. G.T. não seguiu o formato, e se estava puto ou de saco cheio, ou frustrado com o que acontecera na noite anterior, tanto o público bacana como as “minhas (e meus) colegas de auditório” puderam julgar a experiência que tiveram. Isso não é matemática. E nem tudo na vida tem que acabar numa salva de palmas, certo?

  33. Vera] [POA

    Sobre David Coimbra, em ZH um texto dispensável e boboca. Colegas leiam o professor, o grande mestre Donaldo Schuler,sobre um trabalho do Gerald, no site do fronteiras do pensamento. Vamos andar, vamos nas fontes esquecer e lembrar. Garimpar o que nos vale guardar.Boa leitura.

  34. Leo Moreti] [Santa Maria - RS

    … Ainda sobre a repercussão, na editoria de esportes de Zero Hora – nesta quarta-feira(14), a questão sobre judeus e Israel é o de menos… Acredito, sim, que nada mais apropriado do que alguém do t-I-a-t-r-o criticando e desconstruindo, martelando, as noções ensimesmadas de t-I-a-t-r-o. Por isso, não compreendi a análise do jornalista D. Coimbra.

  35. Leo Moreti] [Santa Maria - RS

    A propósito: quando em P-O-A, por experiência própria, nem ouse criticar (1)Beatles, (2)Mário Quintana e (3)Ramones.

  36. Leo Moreti] [Santa Maria - RS

    … mas os escutamos melhor. Para me expressar mais com mais exatidão ainda: jamais somos compreendidos – e é disso que provém nossa autoridade.
    Estes são tempos de rebanhos… tempos de polícia do pensamento.

    Saúde e fratenidade, G.
    beijão e abraço!
    L.

  37. Leo Moreti] [Santa Maria - RS

    … Pela reação do público e organizadores, pela reação de parte da imprensa “gauche” (de “sinistra” mesmo!), acredito que as tais “Fronteiras do Pensamento” já estejam delimitadas de antemão: “-Nós, os pós-modernos, só iremos até ali…”… Pois é… esse pessoalzinho com suas moralidades não ultrapassam as esquinas de suas casas… Sobre o espanhol… bem… eu não conheço aquele senhor, realmente!… e nunca me faltou. Mas conheço – ou imagino conhecer – alguma coisa de ti e basta-me para, então, ser teu partidário nesta peleia… o “Bonde do Gerald” rapaziada!!!…rsrs… vamos rir de tudo isso, oras. Agora, talvez por conveniência ao momento, lembrei-me de duas “máximas e ditos jocosos”, em Crepúsculo dos Ídolos – ou COMO FILOSOFAR A MARTELADAS – de F.W. Nietzsche: (14)Como? Procuras? Desejarias duplicar-te? Centuplicar-te? Procuras adeptos? – Procuras zeros!… e(15)Os homens póstumos – eu, por exemplo – são menos compreendidos que aqueles que são conformes à sua época, mas os es

  38. Leo Moreti] [Santa Maria - RS

    Querido e estimado e caro, G…
    Quando, ao final da semana passada, soube que tu irias participar deste enfadonho evento… tive vontade de ir ao teu encontro. Escutá-lo. Discutir. Enfim… quando soube do xabú que rolou…nossa!!!… Eu realmente não deveria ter perdido este momento grandioso – e único – de um respiro de lucidez… Não há mais espaços para o contraditório, para a diferença, seja no Sul, seja em P-O-A, seja na Casa da Mãe Joana. Nosso Estado Democrático e de Direito é uma lobotomia massificada e massificante. Mesmo não tendo participado deste teu momento trágico, sei que foi f-o-r-m-i-d-á-v-e-l (bem no sentido de “Formidas”… o rei medonho) e que reinastes absoluto sobre a medíocridade da maior parte daquela platéia. Putz! Se nem mesmo um judeu pode questionar a formação/instalação/manutenção do que se chama hoje por Estado de Israel, então estamos fudidos dolorosamente e mal pagos (não sei se posso usar palavrões aqui!…). Pelo visto, pela reação do público e

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