Ohio e Texas eh de Hillary

Vermont é de
Obama

Texas eh de Hillary tambem e eu não estou aguentando.

Rhode
Island é de Hillary.

Sei lá.

deprimi.
GT

Como se
diz : vai ser um showdown de agora em
diante!

TUDO EH TEATRO! A tatica dela funcionou. Dias antes, ela havia estado, ao vivo, aqui em NY nos estudios da NBC no 30 Rock, aqui em Midtown pra ser a host do SNL (Saturday Night Live) (programa que sobrevive ha decadas bolado por Lorne Michaels) e que lancou nao sei quantos icones: eh "O" programa que intercala humor com bandas de rock poderosas.e eh realmente feito ao vivo.

E havia rido de si propria no programa do John Stewart – no Comedy Channel (mas que eh levado pela CNN international) onde ele dizia "And the night before these primaries YOU chose to appear on MY show: as a host! I'm delighted,,, as a citizen? I'm frightened"…(da um tempo e ela olha pra camera e responde: "I know, it's pathetic". Traducao: No dia antes das eleicoes primarias voce escolheu aparecer aqui no MEU programa. Como host do programa estou felicissimo, mas como cidadao estou apavorado" ela responde "eh verdade, eh patetico!"

ATRIZ. Atriz formada pelo Oval Office Drama School e com pos graduacao da "International School of Cynical Course for Sudden Change of Strategy", ela sera capaz de tudo. Que merda a politica. Viva o teatro de Artaud.

e um pouquinho de info sobre Mc Cain

Here's the background on the situation.

A few months ago, John McCain applied for and was approved to receive federal matching funds. Because he couldn't find enough people to fund his campaign, he was also forced to apply for a $4 million line of credit, which he secured by using the federal matching funds as collateral.

By taking the federal funding, he agreed to spend no more than $57 million until the Republican convention. But so far, his campaign has spent at least $49 million — leaving him with less than $10 million to campaign with through September.

Now that he's won the nomination and has the support of the Republican lobbyist and special interest machine, he's trying to ignore that the whole thing ever happened. He recently wrote a letter to the FEC telling them that he was backing out, even though the FEC is very clear that any request to withdraw from the agreement must be approved; you can't just change your mind and take it back — legally, you have to be given permission.

Sandra: No caso de POLITICA, fazer "stunts" teatrais eh uma merda! Como sou de teatro, odeio ver o 'teatro" sendo utilizado como "meio" pra conseguir OBTER resultados politicos!


– – –

Link para o texto do Sérgio Dávila citado nos comentários: http://sergiodavila
.blog.uol.com.br/arch2008-03-01_2008-03-15.html#2008_03-03_02_46_07-2217909-0
.

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28 Comments

Filed under Sem categoria

28 responses to “Ohio e Texas eh de Hillary

  1. O Vampiro de Curitiba

    Estamos comentando sobre tudo, menos sobre o post, he, he… Viva a liberdade de expressão! Já que é pra viajar nos personagens que ganham vida independente de seus autores, nada como Pirandelo e seus “Seis Personagens a Procura de um Autor”. Me impressionou profundamente. Faz pensar. Principalmente quando um dos personagens (o pai, se não me engano) questiona a real existência do diretor depois de ter sofrido esse mesmo questionamento por parte do mesmo. Não deixa de ter conexão com o assunto do post: Se nossas idéias, ideologias, essas certezas que antes tínhamos hoje não passam de ilusão, por que pensar que as certezas que temos hoje não serão apenas ilusões amanhã? Se são apenas ilusões, não são realidade, ou seja: Não existem. Isso mesmo: Não existimos! Já as personagens têm apenas um realidade e nunca terão outras. Os personagens, como pensava Pirandelo, possuem muito mais realidade do que nós. Putz, não havia pensado sobre isso… Agora foi eu quem depremí…

  2. Sandra

    Para quem estiver amando, de Caeiro (o heterônimo de Pessoa que tem a imensa força da “terra”):
    “Porque quem ama nunca sabe o que ama
    Nem sabe por que ama, nem o que é amar…
    Amar é a eterna inocência,
    E a única inocência não pensar…”

  3. Sandra

    Para o Mau (de Álvaro de Campos, heterônimo mais apaixonado de Fernando Pessoa):
    Todas as carta de amor são
    Ridículas.
    Não seriam cartas de amor se não fossem
    Ridículas.
    Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
    Como as outras,
    Ridículas.
    As cartas de amor, se há amor,
    Têm de ser
    Ridículas.
    Mas, afinal,
    Só as criaturas que nunca escreveram
    Cartas de amor
    É que são ridículas.

  4. Sandra

    Sobre Hillary, não tenho o que dizer, então escuto (Ney Matogrosso). Mas pensei no comentário da Ana e lembrei-me de algumas curiosidades: Num diálogo que Zélia Gatai teve com Jorge Amado, sobre um livro que escrevia. No livro, um rapaz namorava uma garota de uma maneira demasiadamente ousada, na opinião dela. Ela disse a Jorge Amado que iria cortar a asa do menino, mas o problema é que a menina estava gostando da investida. Jorge respondeu: Então não se meta na vida deles; De um livro de Saramago, onde aparece um mensageiro, entrega uma carta, e depois sai. O autor tem uma crise de consciência (tradução livre e de memória): a gente coloca essas personagens secundárias, sem vida, sem passado, elas fazem uma tarefa simples e somem sem rastro. Que coisa, né?; Um ator que manipulava fantoches, que dizia que o boneco tem vida independente, e até briga com o manipulador. Puxa! Do post inteiro, acho que fiquei obcecada por duas frases:
    -deprimi; -Tudo é teatro.

  5. Lílian] [Ipatinga/MG

    E eu com isso? eu sou brasileira porra…
    ( Terra em trânsito)
    Discutir política me parece sempre coisa de macho… na minha cabeça… vc me parece o Paulo Francis falando… falando… é só um delirio… E VIVA O MODERNISMO BRASILEIRO PORRA!!!! ( risos muito femininos)

  6. Gustavo] [Gainesville, FL

    Tudo é teatro. Uma pena que a peça Hillary x McCain vá acabar em tragédia.
    Mas ainda não perdi as esperanças. Que venham Mississippi e Pennsylvania, na verdade Philadelphia e os “brothers”.

  7. Mau

    Dessa vez Hillary não chorou. É uma chantagista emocional. E falaram de amor aí – o medo maior que tive foi dele, certa vez. Estou deprimido, vou escutar um tango.

  8. O Vampiro de Curitiba

    Ana, fará alguma diferença saber meu nome? Me chama de “Vamp”, tá? Sabe o que é? É que me apaixono com muita facilidade. Beijo na nuca!

  9. ana

    colo aqui o que escrevi por e-mail: “Sérgio Dávila: Virada de Hillary ensina que nunca se deve menosprezar um Clinton – Campanha de senadora democrata ganha novo fôlego após vitórias”, e pergunto o mesmo: o que está em jogo? o futuro dos EUA ou o de uma dinastia?

  10. Sandra

    Vampiro de Curitiba
    É que me lembrei de um caso ocorrido na Alemanha. Dois rapazes marcaram um encontro pela Internet, e um deles era canibal. Ele mutilou e devorou o parceiro. E foi tudo consensual. Pode ser limitação minha, mas não consigo aceitar isso, mesmo que os dois sejam adultos e não tenham prejudicado ninguém.

  11. ana

    Vampiro (qual seu nome verdadeiro?), concordo com a sua teoria, mas que com amor é infinitamente melhor, não tenho a menor dúvida! bjs

  12. O Vampiro de Curitiba

    Sandra, juro que nem pensei em canibalismo, he, he… Tudo bem que sou republicano reaça, mas não cheguei a tanto… Beijo!

  13. Sandra

    Vampiro de Curitiba
    Concordo, sim. Para mim, precisa ter amor. E gosto de casa, família, meu trabalho, vida compartilhada, nossa biblioteca (amo, amo, amo…) e nossos CDS. Mas minha vida é minha escolha. Não precisa ser paradigma para ninguém. Acho que entre duas pessoas(ou mais, ou uma) vale tudo o que for consensual e não for ilegal. O ilegal é para excluir pedofilia, canibalismo, mutilação,… Isso não aceito, mesmo que seja consensual.

  14. O Vampiro de Curitiba

    Ana e Sandra, sobre o assunto não tenho nada a acrescentar por enquanto. Quem sabe outro dia… Esse papo de política meio que já encheu, entendem? Só queria dizer que vocês duas são muitos simpáticas. Eu gosto de vocês. Das duas. Mudando totalmente de assunto: Vocês concordam com a minha teoria de que sexo sem amor não significa, necessariamente, sexo sem carinho?

  15. Sandra

    Ana e Gerald, obrigada a ambos pela atenção. Gosto muito de aprender. Mais sobre teatro do que sobre a Hillary, mas também sobre ela. As pessoas passam, mas a arte é eterna. Beijos.

  16. ana

    E pior: ela é alguém que não sabe o que significa derrota. E eu tenho um baita medo de gente assim, que não sabe perder. Ou não sabe dos ciclos de apogeu e declínio. Isso é de um positivismo sem fronteiras.

  17. ana

    Sandra, essa também não é a minha praia, e como você, as minhas dúvidas também são todas, não digo sinceras, mas genuínas. Pelo pouco que sei, um bom ator deve saber se distanciar do personagem no momento que é pra se distanciar. Já um AUTOR não consegue isso. Talvez porque a personagem seja sua cria direta. No caso do ator, a personagem é só a personificação da cria. Quem criou Hillary? Ela? Ela se auto-personifica? Ela atua? Ela é autora de si, ou atriz de si mesma? Aí é que entra a questão. Eu acho que ela é ambas, e por isso conseguiu essa reviravolta eleitoral. Ela cria, acredita no que cria, e vive o que cria. No caso, ela é (seria) uma péssima atriz. Mas desde quando o norte-americano vai parar pra prestar atenção nesse tipo de coisa? Tudo o que eles querem é alguém que faça a coisa dar certo. E tudo o que Hillary quer é fazer com que achem que (ela) pode dar certo. Pra mim, ela não passa de uma republicana com vestimenta de democrata. (ct)

  18. Sandra

    Ana, será que um ator consegue não encarnar, não “ser” a personagem? Consegue distanciar-se dela? E consegue convencer quando se distancia? Talvez, não sei,…Lembro-me de que quando LI Esperando Godot, fiquei uma semana MUITO mal. Na época, pensei: Se eu tivesse que encenar essa peça, cortava os pulsos. Acho que é até bom, para a saúde emocional de qualquer um, manter uma distância segura do que representa. Nem vou palpitar, nem julgar, pois essa não é minha praia. Minhas dúvidas são sinceras.

  19. ana

    Sandra, não entendi sua colocação. Teatro é encenação. Falso ou sincero são termos que não coadunam com a encenação. Agora, fantasia, invenção, criação, re-criação, e mitificação, sim. É óbvio que do ponto de vista da realidade, o teatro não passa de uma mentira. Doutra forma, Gerald – por exemplo – teria caixas e mais caixas de rins guardadas consigo. Ou seria o Nanini? Sem contar todo o resto da bagagem. Ora, essa.

  20. ana

    Tales, na boa: só queria ver os americanos vivendo nosso multi-partidarismo enlouquecedor, que mais divide cabeças fracas do que une as fortes. Quero ver se eles agüentam essa escala multi-cromática de enganos, engodos, e toda a sorte de vertentes que INEXISTEM, ou melhor: se redundam. Em todo caso, se eles querem experimentar da cachaça, na boa. É toda deles. Depois não reclamem da confusão provocada pelos efeitos colaterais. A baderna institucionalizada que atravanca o congresso, e faz o legislativo discutir que o resultado de um um pode até ser dois, dois e meio, três, ou mesmo quatro, desde que NÃO seja um denominador comum.

  21. Sandra

    Gerald
    “TUDO EH TEATRO!”
    E o que é teatro? É ser falso ou sincero?

  22. ana

    existem mais atores sobre a face da terra do que sonha nossa vã direção. sobre “McQuem?” nada de novo no reino da Dinamarca. sequer a frase. é a mesma. e funciona de forma global. sobre fundos e lobbies: não é mais ou menos o que se faz no resto do mundo quando se precisa que algo dê certo? olha, sinceramente, Obama pode até não ter preparo, ou ser um político fabricado pelas cabeças jurídicas do mais alto escalão norte-americano, mas seria um direito de cada um descobrir isso. mas me parece – lembrando das urnas da Flórida – que direito aí, como no resto do mundo, não passa de um princípio inafiançável.

  23. Tales

    Gerald, lê a última coluna do Sérgio Dávila na Revista da Folha. Tá muito boa. Ele acha que a ascensão de Mccain e Obama é sinal da saturação do bipartidarismo americano, que os eleitores não se identificam mais com esse modelo. Daí, a profusão de eleitores independentes. No final, ele arremata que o EUA vai ter o seu primeiro presidente cinza, diferente da tradicional oposição binária entre pretos e brancos. Que tal?

  24. Sérgio] [São Paulo, SP, Brasil

    That´s wrong, my friend !
    Hillary faturou as três e agora embolou tudo.

  25. Bruno Presado] [Maceió, Alagoas, Brasil

    Na moral, eu acho que a Hilary devia ganhar, pena que os jovens do futuro não percebem, que ela tem mais experiencia!

  26. Sandra

    Gerald, se você se deprime com isso, como encara encenar Esperando Godot?

  27. O Vampiro de Curitiba

    Somos formado por uma maioria analfbeta funcional mas achamos que sabemos votar. Os americanos é que não sabem, aquele povo atrasado. São do “Mal”. Querem sempre estar por cima, como disse alguém no post abaixo. Nós, com nossa moral escrava, sabemos que ser do “Bem” é querer estar por baixo, né? Como diz minha polaca braba (sim, com “b” mesmo): Me poupem! Até o reino mineral sabe que o melhor para o Brasil, para os EUA, enfim, para o mundo, é uma vitória Republicana. Beijos!

  28. ana

    porque existe essa divergência da mídia, e do próprio povo norte-americano, quando Obama mostra claramente o erro de ambos os lados (republicanos e democratas)? porque esse medo de uma possível “desestruturalização”? é um temor moral? que povo é esse que tanto teme a mudança? eu sinceramente não compreendo isso. essa coisa de uma base segura ser melhor do que qualquer vôo procede? se sim, porque os EUA combatem tanto o modus Islã, então? lá, também uma base segura procede sobre qualquer transformação… ou estou errada? bjs

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