Monthly Archives: December 2007

Um OTIMO ano NOVO mesmo pra voces, SEM DEUSES, SEM HIPOCRISIA (MAS ISSO NAO SERIA POSSIVEL, SERIA?)

ALTISSIMO ASTRAL PRA TODOS
DATAS NAO SIGNIFICAM PORRA NENHUMA.
MAS ESSES ULTIMOS ANOS DERRUBARAM O MUNDO
QUE 2008 MATE MENOS GENTE
DE ODIO
DE FOME
DE CAPITALISMO
DE PETROLEO
DE ARSENAL BELICO
E DE CANIBALISMO (DES) HUMANO

GERALD THOMAS

lindo e triste comentario
Algumas significam pelo congelamento do tempo e contigo,desculpe a evocação, é sempre assim, tempo adensado: no Rio, na estréia de tua opera, a saída de Haroldo, em São Paulo, na semana de fim de Rainha Mentira, na plateia o eterno Paulo Autran, pele de pergaminho, em transito para ti: ver ouvir concluir? Mais uma vez obrigado pela generosidade Feliz Ano Novo, pois em ti, apesar da dor das perdas, ELES, se renovam, dialogam, multiplicam, assim como NOS
joao carlos do espirito santo

comentario em 1 de Jan 08 sobre Benazir
De fato é com grande pesar que recebemos a noticia do falecimento de Bhutto… E questionam se ela não sabia que hora ou outra, algum outro atentado seria cometido contra ela… Sim, com certeza ela sabia, mas como mulher do povo ela foi de peito aberto a esperar pela bala, pois sabia em uma luta como essa a sua morte poderia dar novos rumos!!! Ela sai da história agora, não como uma defensora do povo que morreu velha, em casa com uma parada cárdica, e sim como uma mártir do povo, a qual de sua morte o povo fará valer suas palavras e idéias!
Kherian Gracher

do queridissimo Contrera
discordo, Kherian (primeira discordãncia do ano, oba). o dever primeiro do mandatário popular é resguardar seu valor simbólico – e real. poderia o assassinato do allende ter sido evitado? sei lá. poderiam os assassinatos dos inúmeros candidatos à presidência dâ colômbia ter sido evitados? sei lá. poderia benazir ter se cuidado um pouco mais? sei lá. a história trabalha apenas com fatos, e horrores. por isso, ficaremos a ver
navios, sempre. poder é sempre foda.
Contrera

enfim, com saudades do…
A histótia como todos ressaltam eh cheia de mortes anunciadas. Como as nossas que tbm devem acontecer qualquer hora… BenaZir sabia o risco que corria ? Lógico , seu pai e seus irmãos foram mortos. Ingrid sabia que podia ser sequestrada na Colombia , Chico Mendes , a irmã Doroty … tentar viver sem medo , construir seu destino , ir para o campo de batalha , estar a altura dos seus ideais.. faz sentido? Hoje? Faz… Não dá pra ser pragmático sempre e pensar em consequencias pos mortem..Precisamos de heróis?è possível . Na arte temos muitos mártires … Morreram fudidos etc..Sade , Van gogh , Artaud , Handrix , tantos morreram de dor ou foram mortos.Estão vivos. Viver eh tudo e eh muito violento e já foi pior.Muita tensão para manter alguma coisa sobre controle . Explosões. Sei lá o que digo.. o ano só começa.A renovaçao do ano eh importante , algo mudou , recomeçou , desejos felizes.. Feliz Ano Novo ,Gerald !! Tudo de bom hoje e sempre.
Peter Punk

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em 4 de outubro de 2004 eu publiquei na Ilustrada

TANTO BUSH quanto GIL ODEIAM o TEATRO

Gerald

comentario do JS

O Ministério da Cultura liberou em 29/7/7 o filme "O doce veneno do escorpião", baseado no livro autobiográfico da ex-garota de programa Bruna Surfistinha, para captar R$ 3.998.621,65 por meio de mecanismo de renúncia fiscal. A decisão foi publicada no Diário Oficial de 16/7/7. O longa-metragem será dirigido por Marcus Baldini, produzido pela TV Zero e terá roteiro de Karim Aïnouz (diretor de "Madame Satã" e "Céu de Suely") e da escritora Antonia Pellegrino. Em seu blog, Bruna Surfistinha, cujo nome verdadeiro é Rachel Pacheco, deixou o seguinte comentário sobre a liberação: "Fui surpreendida pela notícia. Show de bola, hein?". Gerald, acho melhor eu nem comentar nada… Já que quando comento acabo ultrapassando todas as barreiras da indignação e exagerando… Abração, Jorge Schweitzer
jorge schweitzer

da Luciana Tomie
Falando em Bush, vocês já assistiram esse short-film: "Getting Through To The President"??? http://current.com/pods/rant/PD03250
Lulu

comentario legal
Acredito que os freqüentadores deste blog têm bagagem suficiente pra saber que qualquer tema pode resultar num bom produto, dependendo de quem toca. Nas mãos de Geraldo Thomas resultaria num teatro de primeira. Quem já viu os filmes de Karim Aïnouz citados aqui sabe que ele produz cinema de qualidade. Então, o MinC não autorizou um projeto para a Bruna Surfistinha, mas para quem comprou os direitos de contar a sua história. Qual o problema então? O nome da garota? O tema, prostituição? Ou será que todos, de vez em quando, dão uma escorregadinha no preconceito?
Luiz Lago

mais um comentario bem legal
Sei lá… mas concordo com o Luiz Lago: nas mãos de Karim Ainouz, a história da Bruna Surfistinha pode ser contada de uma maneira bacana.
Roberto Bueno Mendes

do Mau Fonseca
O filme pode ficar bom, mas é muito dinheiro pra um filme sobre uma prostituta que transa com gente famosa e anonima. Quatro milhões no brasil se faz meia dúzia de filmes e bons ainda.
Mau

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obrigado querido.

Querido Thomas, Desejo do fundo do coração que você seja um homem feliz; um homem que sinta a vida em toda a sua plenitude, em toda a sua fragilidade; um homem que compreenda o valor das coisas simples: um gesto, uma palavra de afeto e solidariedade. Obrigado pela tua sensibilidade, compreensão e inconformismo. Feliz natal e muitas vitórias para 2008. Daquele que o reconhece como um artista fundamental. Alexandre Vargas
Alexandre Vargas

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QUANDO O COMPUTADOR DELETA NOSSA ALMA

New York – Faltam poucos minutos para o fechamento dessa coluna. Eu já havia escrito uma antes, inteirinha, início meio e fim, mas esse MacBook deletou, apagou, jogou pra fora de seu hard drive por culpa da minha insistência em não ficar salvando o tempo todo, tudo, cada parágrafo escrito. Deu no que deu: congelou e quando voltou era mais ou menos como a imagem de uma cidadezinha destruída numa guerra: algumas pessoas não estão mais lá, sumiram, desapareceram, estão mortas em algum lugar ou em lugar algum.

Minha alma está mais ou menos como essa cidadezinha. De certa forma o computador deve ter agido subconscientemente a meu favor, já que deletando a coluna, talvez quizesse deletar o meu estado de mau humor e mal estar com o mundo também.

Antes fosse o caso. No dia em que nosso laptop "curar" o nosso amor, ou nos substitiur socialmente ou sexualmente (bem, para alguns, ele ja faz isso…..mas que doenca!), nossa validade estará com os dias contados mesmo. Será a "Desinvenção do Humano", só para encher um pouco o saco de vocês aqui mais uma vez e citar Harold Bloom.

Não, não farei nenhuma menção a morte do compositor Karlheinz Stokhausen. A coluna anterior era sobre ele e sobre essa chatice de música serialista ou a "escola de Darmstadt" …e traçando comparações com o maravilhoso Philip Glass, hoje considerado pela comissão do Nobel como um dos 100 gênios vivos no planeta.

Pois é. Última coluna do ano. O humor esta péssimo. Digo, eu estou de péssimo humor. É que antes de escrever a coluna, recebi uma notícia péssima. Aliás, as notícias têm sido péssimas.

Então serei curto, mas não grosso, isso jamais: desejo aos leitores um ótimo final de ano e um Feliz 2008 (se bem que não acredito em felicidade, isso é papo pra vender um deus qualquer ou uma mercadoria qualquer, além do mais, dessa vez a minha crença no ser humano foi pro beleléu mesmo!). Mas seja lá o que eu escrevi na frase anterior, esse é um problema meu e somente meu.

Aos leitores do DR e do Blog: VIVA! Obrigado por toda a correspondência e até o ano que vem.

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a morte de Stockhausen

NY – Por favor, editores e leitores brasileiros, nao esquecam da relacao pessoal que ele teve com Haroldo de Campos. O coro de criancas de Tokyo (ou Kyoto, nao me lembro) eh uma homenagem a arte moderna Brasileira (depois de Haroldo apresentou o Sr Karlheinz a obra da Tomie: nao tenho certeza de Tomie Othake e ele se conheceram, mas o Ricardo e o Ruy devem saber, ou Lenora tambem.

Nao estou particularmente triste. Dirigi operas "delegadas" por ele. E ele se transformou num "culto", desses que andam com duas mulheres atras anotando ( a mao ) cada palavra que ele dizia (ao inves de gravar ).

Mas lhe sou eternamente grato pois a trilha de All Strange Away, a premiere de Beckett que fiz aqui em NY em 84 tinha sua trilha: trechos de Syrius.
Gerald

PS: Ah, e leiam os 4 ultimos comentarios do Contrera no post abaixo. (Contrera e Ana: sai dai correndo pois tenho aqui em NY…..depois escrevo por email..)

do Carlos
Lamento ter deixado uma nota tão negativa neste post que é uma despedida do blog ao Stockhausen. Por isso vamos ao que de fato interessa: teria ele agora voltado pra Syrius? de uma certa forma acho que sim. Vamos e viemos de onde queremos crer. Ele criou um pouco da sua nativa Syrius aqui mesmo na Terra e viveu isso intensamente. Pena que as entrevistas dele são raras, porque ali estava alguém que sabia como "inventar", no sentido amplo da palavra, de Inventio. Stockhausen, saudações pra Syrius então. *******************Abaixo está uma frase copiada do Memorial booklet que está na sua website: "My life is extremely one-sided: what counts are the works as scores, recordings, films, andbooks. That is my spirit formed into music and a sonic universe of moments of my soul." (K. Stockhausen 25. Sept. 2007)
Carlos

PS do Gerald pro Carlos: saudades do tempo quando vc vinha aqui nesse boteco aqui em baixo e, infelizmente davamos de cara com um outro compositor bebado que tentava atrapalhar a nossa conversa. Saudades de Odradek. Saudades da epoca promissora e que poderia ter se alastrado mais se Um Circo de Rins nao tivesse consumido os orgaos e outros instrumentos que o tempo cenico determina. Foi-se Stockhausen, um homem limitado mas que – justamente por causa disso -constriuiu um templo pra si mesmo . Nao eh a toa que nao dava muitas entrevistas: nao tinha muito a dizer.

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Eh isso!

Gostaria de me endereçar a todos os que entram nesse blog ou em qualquer outro dizendo que o Brasil não tem consciência de si mesmo, que é um país cujas origens são dispersas demais, perdidas, que é um país sem uma identidade, etc, etc, etc. Parem com esse discurso ingênuo e boboca de uma vez por todas. Hoje Renan Calheiros foi absolvido mais uma vez pelo Senado. O relator do processo, Jefferson Peres, deu entrevista dizendo que é "dia de finados", o que é outra bobagem enorme. Não é dia de finados coisa alguma, é dia de comemorar nossa brasilidade porque não há nada mais brasileiro do que a absolvição de Renan Calheiros. Hoje o Brasil é mais Brasil ainda. O escândalo teve todos os componentes que caracterizam essa Nação, incluindo a playboy com a amante, o presidente que não viu, e tudo aconteceu dois dias depois do rebaixamento do Corinthians, fato que deverá ser referência pra tudo que acontece no país a partir de agora. Saudações a todos e parabéns pra nós.
Carlos

por Ana:
Carlos, acho que hoje o Brasil é mais emergente do que nunca. Onde já se viu distribuir bolsa-família para 11 MILHÕES de famílias, em vez de fazer a reforma agrária? Só por aqui, o país do jeitinho, do deixa pra depois, do "eu não vou dar a minha cara à tapa", do "nós devemos, nós obedecemos", da bancada de plano de saúde que toma conta do congresso, do plenário que acaba de votar a proibição de INVESTIGAÇÃO da POLÍCIA por parte do MP. Eis o retrato de um país emergente, que se perdeu na história por nunca saber de qual lado está, e cujos legisladores quando sabem escrever e ler, criam emendas que sustentem suas bundas sentadas na câmara. Eu sinceramente acho que só uma coisa resolve o problema desse país. Vendê-lo. Melhor, entregá-lo, né? Porque vendido ele já está faz tempo.
Ana Peluso

da Marina
Os "dotores" entendem sim. mas ninguém se interessa por nada a não ser dinheiro. O Brasil não se interessa pelo Brasil. O Brasil não se interessa pelo mundo. E talvez nós mesmos não nos interessemos pelo Brasil. O sentimento de impotência é tamanho que talvez só o esquecimento nos permita continuar vivendo. vivendo? Soterrados até a alma pelas bundas, gols, lamas de corrupção e pelo medo de sair na rua. por aí vai. E leio num jornal já não sei mais aonde que, diferentemente, da Venezuela nós aqui TEMOS SIM uma democracia. estou cega. não consigo enxergar aonde ela está.
Marina S.

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O GOL NA PRIMEIRA PÁGINA

São Paulo – Uma voz simpática de uma atriz do sul me liga. Ela surge do nada, não a conheço. Ela se apresenta: "tenho um grupo de teatro e sei que você acaba de aterrissar no Brasil e queria muito falar com você. Sou apaixonada pelos textos de Heiner Mueller".

Fico mudo desse lado do telefone, mas reflito. "Heiner Mueller?", penso eu…..Sim, o bom e velho Heiner, cuja premiére americana eu fiz em 1985 e depois, de novo, no Brasil, com Tonia Carreiro e Sergio Britto, e depois mais uma vez com o Ney Latorraca e Didi Botelho. Heiner Mueller… quem diria ! Agora se monta Heiner Mueller por aí, assim como se monta Beckett, ou Moliére. Ele virou feijão com arroz dentro do mundo "cult" no país do futebol e da burrice institucionalizada.

Enquanto escrevo, bombinhas estouram do lado de fora do hotel. O Brasil deve estar marcando algum gol. Ah, me dizem que o Corinthians foi rebaixado para a segunda divisão. Não sei muito bem se isso é motivo de alegria ou funeral. Pelo que tenho lido dos jornais brasileiros online, é de se ficar horrorizado com o baixo nivel da idiotização que rege a imprensa, portanto, a demanda do leitor.

Já houve épocas em que não era assim.

Na capa de qualquer jornal brasileiro, o "gol" do dia tem um espaço fenomenal, monumental. Some-se a isso as novelas em todos os canais…..É de chorar. Para que e para quem então montar Heiner Mueller? Para quem já conhece, é claro! Para quem vai cultivar o seu culto. É o mesmo que ir lecionar Tupi Guarani para uma tribo de índios.

É triste, cada vez mais triste aterrissar aqui e constatar que os jornais e grandes portais fazem o "resumo das novelas". Da vontade de reverter a frase famosa de Helio Oiticica para "seja burro, seja herói".

Trouxe um exemplar do New York Times de quinta feira comigo, não sei por quê, devo ter esquecido ele na bolsa. Na primeira página há uma foto lindíssima onde aparecem (de costas, em silhueta) Bush, Olmert (de Israel) e Mahmoud Abbas, líder palestino, saindo da Casa Branca. Ao lado, a notícia sobre o final da greve dos contra-regras da Broadway. E ainda informação sobre linha de crédito, algo sobre finanças. No meio do corpo da pÁgina, como se fosse literalmente o coração do jornal, um artigo imenso sobre como as mulheres são mais afetadas pelo cigarro, "a killer" , e uma tripa do lado resume o debate dos republicanos que a CNN patrocinou em St. Petersburg, na Flórida. E ainda na primeira página vai-se para o Paquistão, Musharraf e seu "poder reduzido", e além disso a foto de um jogador de futebol Americano caído no campo, com a cabeça fraturada.

Na página 2 tem dezenas de pequenas notinhas sobre isso e aquilo, na página 3, uma enorme e qualificada análise dobre Putin (e as subsequentes eleições na Rússia). A página 5 é dedicada ao Sudão, a 6 a Hugo Chavez e a 7 fala de Ruanda e Sri Lanka. Ou seja, a seção "mundo" vem em primeiro lugar e não em último.

Bom, não vou descrever o jornal inteiro. Mas o brasileiro, que adora criticar o americano por ter os olhos virados para dentro, e para dentro somente, deveria se olhar no espelho de vez em quando. Heiner Mueller não escreveu peças propriamente. Escreveu manifestos. Descreveu a "máquina" que move o conflito dramático, seja em "Mediamaterial", seja em "Hamletmachine", ou seja nos enormes "bifes" de Quartett, baseado no romance epistolar de Cloderos de Laclos que quase levou a Tonia e o Sergio pro hospital, por causa de uma turbina de avião que coloquei na coxia do pequeno teatro Laura Alvim, no Rio.

Vim para cá com uma triste missão. Heiner Mueller adaptou um texto de Buechner, baseado numa "missão", a de Danton. A França de Danton era sangrenta. A França de hoje está em chamas. Um dia eu conto sobre o que vim fazer aqui, essa minha missão, mas não quero chatear o leitor com lamúrias pessoais. Mas valeu ! O Brasil me deu muita alegria, muita vida, muito valor e muitíssima esperança nesses 23 anos de trabalho contínuo no teatro brasileiro.

Não vou embarcar em nostalgias: ao contrário. Assim como a matéria sobre o cigarro no coração do New York Times, a influência brasileira no meu trabalho é inegável. Inegável. Mas o "gol" do dia me deixa pasmo assim como as novelas, e somente as novelas me derrotam. E vivam com isso.

Eu não! Heiner Mueller, coincidentemente, escreveu um texto chamado "Germanias": é para lá que o meu teatro e minha ópera – vira e mexe – me chamam, talvez por infelicidade do destino, já que amo o Brasil.

Ah, e obrigado por tudo. Agradeço com emoção. Emoção mesmo!

Gerald, do diretodaredacao.com

comentario:
Sabe o que é melhor nesta história "corinthiana"? O azar danado que o Lula tem. Tudo o que o cara "toca" se destrói: é o time do coração, o padre "preferido"… é sintomático que só agora o Corinthias caia para a segunda divisão depois de anos de uma administração corrupta, perdulária e espertalhona (querendo fazer negócio com os "russos" e parecerem mais espertos do que eles! Só brasileiro suburbano – que nunca passou por uma Guerra imagina tapear um russo com o famoso "jeitinho"). Junto com o time cai também, só que aos poucos, o partido do presidente, coincidentemente pelas mesmas falhas. O Campeonato Brasileiro têm regras bem claras para a ascensão dos times para a primeira divisão, ao contrário das regras eleitorais, então, quem "sobe" primeiro? "Saudações tricolores" amor! (pra vc que é "mezzo brasileiro", isso significa que eu torço para o São Paulo e o meu time foi o Campeão deste Campeonato!)
Caetano Vilela

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