texto de Sandra Oliveira

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35 responses to “texto de Sandra Oliveira

  1. San] [SP-Br

    @Gizele:
    O fato deu ser uma mulher bastante feminina
    tem me causado esses problemas….
    San

  2. San] [SP-Br

    @ G:
    “Enconsta sua cabecinha no meu ombro e chora….”(música do cancioneiro popular tupiniquim)
    @Gi: …cansa….
    San

  3. San] [SP-Br

    @um machão convicto:
    VOLTA PRA PIA!!!!!
    San

  4. giselle (para san)] [Fpolis/SC

    O seu email vazou lá embaixo, tentei te escrever diretamente, mas voltou, sua caixa estava cheia, espero que não esteja cheia de recados amorosos… rs*

  5. San] [SP-Br

    @ eu mesma:
    Sera que vou ser queimada na fogueira deste Blog? Que atraso!
    Agora entendo por que o Gerald vive saindo…
    San

  6. San] [SP-Br

    @ Brenda
    Não sei se você percebeu, mas este é um Blog de uma personalidade do mundo da arte.
    E falando na sua lingua, tem punhetas bem melhores que muitas trepadas. Tudo depende da uma disponibilidade lúdica com o corpo…

  7. San] [SP-Br

    @Carlos
    Você pega pesado demais! Não é necessário chingar!Eu me recuso a debater neste nível tão baixo.
    Eh uma injustiça com os homens usar você como modelo.A questão não é defender ou atacar o texto.Nem tudo é uma guerra.Você está dando uma importância pro texto que ele não tem. Não foi minha intenção tecer uma teoria científica sobre cultura grega.Foi apenas um relato “subjetivo” de uma visita a exposição. O tema do texto é relacionado com uma metáfora cênica da peça Bloco de Gelo, onde “uma atriz só faz papéis masculinos”.Fala da crise mundial numa dimensão social:a dos papéis sociais femininos.Talvez seja falho na medida em que quem não viu a peça, não acompanhou as discussões do Blog e não viu a exposição tem uma visão distorcida.Mas é válido na medida em que abre um espaço neste Blog onde qualquer um pode experimentar a criação artística.
    Não foi minha inteção ofender ninguem e sim compartilhar de minhas impressões diante do objeto artístico.
    Fiquem me paz!
    San

  8. Brenda Lee

    anjo*caido*”san”, que texto mais punheteiro… visitar museus não dá entendimento de universos masculino e feminino. não gostei. e li. pior.

  9. Bleed

    Carlos,
    vou ser bem sincero, os seus comentários mostram que vc contraria a teoria da evolução.
    Apenas minha opinião.

  10. San] [SP-Br

    @Carlos:
    Querido, não estaria você projetando sua raiva das mulheres em mim?
    Eu agradeci a todos, principalmente a você!
    Por que você não escreve um texto explicando sua tese e envia ao dono do Blog?
    Pelo que me consta ele é do sexo masculino tambem, mas parece não sentir-se ameaçado
    pela inteligência feminina.
    San

  11. Ana

    Carlos, faz parte também da estrutura de raciocínio, usar o contraponto como mote para debate. Pra mim, ok. Acho que o problema da mulher não está em lugar algum, que não seja na incompreensão dela, enquanto gênero (pessoa, no meu ver). Você, sendo homem, entende a maioria dos outros homens, mas nenhuma mulher é capaz de compreender outra. Não existe, entre nós, uma que seja igual, ainda que padrões “hormônicos-harmônicos” tentem nos enquadrar num modelo. E a grande frustração da mulher é ser incompreendida em todo seu vasto mundo interno. Agora, me diga, como o homem, acostumado a bater o olho no outro, e saber de cara o que se quer, vai compreender UMA mulher, sendo que não existe uma só igual àquela que ele tem à sua frente, como exemplo? Ufa… Ps: “Senhora” tá no céu, faz favor. Isso, se ele – céu – existir. 😉

  12. Carlos_adendo

    Senhora Ana, gostaria de responder sua questão, mas não creio que a ‘autora’ do post tem o menor interesse no assunto. À propósito, os exemplos citados pela ‘autora’ foram os exemplos que eu citei inicialmente, mais especificamente os negros. Obviamente a referida ‘autora’ respondeu a você, mesmo usando a idéia do meu comentário. Diga a ela que as conquistas das mulheres ao longo dos séculos já permite que ela se dirija ao interlocutor masculino sem o menor problema. REPITO: misturar capitalismo, tecnologia e machismo junto com a ‘incompreensão dos dilemas femininos’ é um grave erro, uma porrada nas mulheres que fazem parte, dia após dia, desse mesmo capitalismo e dessa mesma tecnologia. Mas a essa altura, DUVIDO que a autora do post entenda o que eu digo. Ela, parte fundamental do capitalismo agressivo e selvagem que ela parece querer pular fora ao associá-lo aos machos, já provou que não.

  13. Carlos

    Em primeiro lugar, o post original rendeu alguma discussão graças principalmente aos meus comentários. Exatamente os comentários que foram ridicularizados pela tal Giselle. Mostra o quanto irônico é o universo da comunicação entre as pessoas. E comprova que são poucos os preparados para o debate. Minha análise é do TEXTO, não da pessoa. Ao chamar-me de MACHISTA, a senhora faz um ataque pessoal, num grave erro, baixo, leviano, colocando meu comentário como o padrão masculino, numa simplificação assustadora, mas coerente com a sua falta de comentários sobre o que indaguei. Ou seja, a senhora foi incapaz de defender seu próprio texto, ao invés disso, apenas usou do mecanismo mais superficial de colocar o outro como padrão de um comportamento do homem tosco. Dirigiu-se ao dono do blog, mas não ao interlocutor, revelando arrogância, pretensão, egocentrismo pueril. Sim, agora ficou ainda mais claro essa sua ‘faceta’. Mas espero que existam outras, quem sabe preparadas para o debate.

  14. Ana

    San, não se trata de proteção, mas da tentativa de um entendimento entre as partes (todas). Essa coisa de um dos lados levarem sempre as mesmas culpas… sei lá… aí, fica patente o porque de existirem mitos. O lance é quebrar isso, reconstruir – nem o novo, nem o velho, mas reconstruir apenas. Bjs

  15. Ana

    Ainda, Carlos: concordo que nada do que acontece à mulher (e a todos, nos exemplos citados por Sandra, aqui nos comentários) seja fato exclusivo da era capitalista. Se o erro de comparação se encontra nisso, não seria bem erro de comparação, concorda? Outro abraço. Ana

  16. Ana

    Carlos: E sem mitos, nos refletiremos no quê? E ainda: nosso tempo não servirá para compor mitos, futuramente? Explique melhor as falhas na comparação da Sandra. Abraço

  17. San] [SP-Br

    @ Gerald:
    Mais uma vez:obrigado por abrir este espaço para meu “experimento literário”, mesmo no contexto do 11 de Setembro!
    Estar na “berlinda” é assustador, sempre!(todos precisam experimentar isso!)
    Me deu um enorme PRAZER lançar no vento virtual minhas criações!Foi emocionante!
    O Carlos fez uma protagonização
    super autêntica. Me senti meio “espinafrada”. (Obrigado Ana, Vera e Gi pela proteção)Seu discurso foi “machista”, mas reconheço que é expressão do pensamento “padrão” maculino dominante. E essa é a “realidade”, né Ana?
    Love a todos!
    San

  18. San] [SP-Br

    @ Ana
    Muitas interpretações são possíveis. Mulheres, crianças, negros, homossexuais são algumas das singularidades que o sistema capitalista simplesmente “deleta” reduzindo tudo a um mesmo padrão de comportamento dominante.
    @Gi:Você é muito “zen”…
    San

  19. Carlos

    Senhora Sandra Oliveira, a definição de ‘arquétipos’ diz (em inglês, simplesmente porque é o dicionário que mais uso): “An original model or type after which other similar things are patterned; a prototype. A palavra PATTERNED denota padrões. Portanto a sua reclamação não faz sentido. Em tempo: a mídia não é mais nada além do reflexo da sociedade e vice-versa. Você parece pular da Grécia antiga para o canal de TV do século XXI. O problema do seu texto é que é historicamente equivocado. É talvez poético, mas falha nas comparações finais, justamente na conclusão de tudo. Absurdo você antepor os ‘dilemas femininos’ da sociedade capitalista…você acredita na ‘virgem Maria’ também? Veja que dilema criaram pra vocês, não é? O puro Cristo da pura mãe. Oras, o capitalismo não é muito ruim se comparado a ‘esse mal’ inventado. Sobre os gregos: eram bons pra criar mitos e cartografar coisas, como você diz. Isso enquanto a cambada de escravos comia grama. Chega de mitos. Avancem os ponteiros.

  20. Ana

    Vera, mas e o caso do garoto histérico, que veio antes do de Anna O.? Explique, please. Eu entendo que a histeria veio da frustração humana diante de um mundo em início de industrialização. É que sempre foi mais “feio”, homem dar pití, no entanto eles enfartam bem mais cedo, por isso… Bj.

  21. Ana

    Gisele: cansa nada. Se cansar, a pessoa não tá preparada nem para o descanso, que, a propósito, nunca acontece antes da derradeira. É isso.

  22. Ana

    San, entendi o seu “anjo caído” como a mulher que se percebeu superior ao homem, já que na mitologia grega, a que podemos chamar de a mulher mais masculina é Diana, pela caça. E ainda assim: anjo caído denota um erro, uma frustração, uma falta de forças diante de deuses “maiores”, enfim… Mas é válida sua leitura do anjo em relação à arte, e aí vou te dizer uma coisa: crie no chão. Não espere levantar. Quem alça vôos é a obra, nós, que mexemos com ela, vivemos no chão. Bj

  23. giselle (para san)] [Fpolis/SC

    Ai… cansa né?
    rs*

  24. San] [SP-Br

    @ana
    Essa imagem do jardim da infãncia foi incrível. (rsrsrs). Anjo caído é um termo que pode ter muitas conotações. Falei mais pelo lado artístico! Cair faz parte do vôo!
    Depois a gente se recupera e volta a criar!
    San

  25. San] [SP-Br

    @Vera
    Sou meio anti-psicanálise, mas que linda essa imagem do homem diante da mulher ferida! Nunca tinha pensado nisso!
    San

  26. San] [SP-Brasil

    @Carlos
    Padrões? Do que você está falando Carlos? Eu estou falando de “arquétipos” não de padrões. A mídia transformou isso em padrões.
    Os “achados” deveriam ser criações nossas, de cada um. Vá ver a exposição e faça suas próprias conexões!
    Seria um ótimo exercício de pensamento para você!
    De qualquer forma que bom que você voltou e se manifestou. Eh um começo!
    San

  27. sanoli@uol.com.br] [São Paulo

    Giselle: é incrível!Com poucas letras você consegue expressar tudo que é necessário neste limitado campo virtual!
    Love-San

  28. giselle] [Fpolis/SC

    Vixiiii… ele voltou mesmo…(risos na platéia)

  29. Carlos

    não pretendo adentrar muito na questão, mesmo porque o mundo virtual é cheio desses julgamentos ‘à la Giselle’, ou seja, um universo preconceituoso demais e cheio de julgamentos cegos (ou será que ela me conhece? não creio). Mas como você perguntou: os negros andavam atrás dos ônibus até há poucos anos, portanto as distorções da história da humanidade não são ‘privilégio’ das mulheres. Até há pouco tempo uma mulher no governo era coisa totalmente excepcional. A questão dos salários a mesma coisa. E sendo assim, é fato que latinos ganham menos nos EUA, muçulmanos ganham menos na Europa (França com certeza) e por aí vai. As distorções são imensas, mas só posso dizer que a coisa vem de longe. Seja Bíblia, seja Alcorão, seja o diabo que for, nesses textos seguidos por bilhões de pessoas o papel da mulher é sempre regado com muita passividade. A minha crítica ao texto da senhora Sandra foi justamente referir-se isso como um fenômeno da contemporaneidade.

  30. ana

    Carlos, na boa, houve a tal busca pelos direitos iguais, ponto pacífico. Agora me explique porque uma mulher que ocupa o mesmo cargo de um homem, em uma mesma empresa, ganha menos… Pagar bem à uma mulher desequilibra o universo masculino? Os homens temem as mulheres? Consideram-nas inferiores? Por que?

  31. ana

    San, você não é um anjo caído. Mulher alguma é. Os homens usam da força bruta para controlar o mundo, porque sabem que se o deixarem ao encargo das mulheres, muitas das “farras” que (os) (e)levam às batalhas, perderiam o sentido, dada a sabedoria feminina. Como tudo aquilo que (re)solve a dureza, nós, mulheres, somos relegadas a segundo plano, por ser patente o fato, de que se estivéssemos em primeiro, a zona do jardim de infância acabaria. Nem todos são dessa form, claro. Mas falo da massa masculina uniformizada, sem peculiaridades que pertencem apenas ao universo feminino. Beijos

  32. Carlos

    Não Giselle, não se preocupe, estou de turista mesmo. Abandonei a efemeridade dos blogs pra vivê-la somente no mundo real. E também não quero me confrontar com pessoas tão sábias e relevantes como você, por exemplo. Dito isso, tenho certeza que muitos aguardam humildemente e ansiosamente pelas suas opiniões a cerca do que foi escrito pela Sandra.

  33. giselle] [Fpolis/SC

    Vixi… o Carlos voltou…

  34. Vera] [Porto Alegre

    San,são tantas conexões… Este sábado assisti o filme Mediterrâneo, e em um dos diálogos, um personagem italiano, em uma das áridas e pedrosas ilhas, disse que até o mar era grego em sua origem. Bem, mas o que eu queria compartilhar é a idéia de que a psicanálise nasceu do encontro de um homem com um corpo de mulher, um corpo que “falava” de sofrimento. Os estudos sobre a histeria são o marco inicial da psicanálise.beijo

  35. Carlos

    Sandra, essas personagens da mitologia foram criadas justamente para espelhar características humanas que, dá pra perceber, cruzam milênios. Aliás, sem querer desromantizar o seu ‘achado’, o mesmo vale pros homens também. Portanto tais ‘modelos’ servem tanto pra agora como pra ontem, como pra semana passada, como pra década passada, etc,etc, assim como pra amanhã, depois de amanhã. Se existe ou não televisão, Madonna, Lara Croft, silicones, isso é irrelevante, o modelo se encaixa em qualquer período. Agora, seria ótimo evitar tamanha mistureba. Como é? “Natureza feminina tão incompreendida neste mundo capitalista”?? Frase bonita, mas totalmente incompatível com a própria história recente da mulher e sua busca por direitos iguais, liberação sexual, etc.

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