FAREED ZACHARIA ON TRUMP’S IMPEACHMENT

FAREED ZACHARIA’s BRILLIANT COLUMN

I’ve long opposed impeaching Trump. That’s different now.

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President Trump at the White House on Tuesday. (Jabin Botsford/The Washington Post)
Columnist

October 10

I have long opposed the various efforts to impeach President Trump. Overturning an election should be a rare event, undertaken in only the most extreme circumstances. The process would create deep wounds in an already divided nation. And, as a practical matter, since it’s highly unlikely that a Republican-controlled Senate would vote by a two-thirds majority for conviction, the political effect could well be to vindicate Trump and aid his reelection.

But the events of the past few weeks have led me to support an impeachment inquiry. Trump’s efforts to pressure the new Ukrainian government, including his phone call with President Volodymyr Zelensky, were profoundly wrong. To direct U.S. foreign policy for personal political gain is the definition of abuse of power. Even many Trump defenders argue that what he did was undoubtably bad but claim that it does not rise to the level of an impeachable offense.

What has been far more troubling is Trump’s refusal to cooperate with the impeachment inquiry. Other presidents have contested a specific subpoena or request for documents. Trump is effectively rejecting Congress’s ability to hold him accountable. Even his staunch defender, the Wall Street Journal’s editorial page, conceded that Trump’s central argument, that the congressional inquiry is unconstitutional, is nonsense. “The House can organize impeachment more or less as it wants. . . . Like the president’s pardon power, the House’s impeachment power is among the least fettered in America’s founding charter.”

The rule of law has been built over centuries in the Western world, but it remains fragile because it is based on a bluff. The bluff is that, at the highest level, everyone will respect the rules, even though it might not always be possible to enforce compliance.

The rule at the heart of the U.S. system is the separation of powers. The Founders’ greatest fear was that too much power in the hands of government would mean the end of liberty. So they ensured that power was shared and that each branch would act as a check on the other. The crucial feature for James Madison , the chief architect of the Constitution, was “giving to those who administer each department, the necessary constitutional means, and personal motives, to resist encroachments of the others.” As he explained in Federalist 51: “Ambition must be made to counteract ambition.”

But the system only works if all sides respect it. Congress does not have an army or police force at its disposal. Nor does the Supreme Court. These institutions rely on the president to accept their authority and enforce their laws and rulings. When the Supreme Court held unanimously that President Richard M. Nixon could not use “executive privilege” to withhold the Watergate tapes, Nixon immediately agreed to comply, even though he knew it would mean the end of his presidency. More recently, in another place where rule of law is cherished, when Britain’s high court ruled that Prime Minister Boris Johnson’s prorogation of Parliament had been unlawful, he instantly said that although he disagreed, he would respect the ruling.

All modern U.S. presidents — both Republican and Democratic — have expanded their powers, and that expansion has been especially excessive in the past few decades. But Trump is on a different planet. He has refused to comply with wholly constitutional legislative requests for documents, information and testimony. He has diverted money toward a project clearly not funded by Congress, reportedly promised pardons for officials who might break the law, suggested that the military shoot migrants (which is unlawful) and now doubled down on his rejection of congressional oversight over him. Were Trump’s position to prevail, the U.S. president would become an elected dictator.

Democrats, meanwhile, are on firm constitutional ground but are being politically unwise. They should ensure that this impeachment inquiry looks and is fair. They should follow the precedents laid down during the last two impeachment investigations. Impeachment is a political process, which means that public support is vital. The American people may be more inclined to support impeachment after the Ukraine revelations, but they remain wary. The inquiry should be undertaken as a great act of public education, about the specifics on this case, but also about the U.S. system of checks and balances.

A democracy can turn into a tyranny not all at once, with a bang, but over time. Officials, often elected, often popular, can simply decide to weaken and then dispense with constitutional constraints or legislative checks. Liberty is eroded slowly but steadily. The Weimar Republic was a well-functioning liberal democracy that, within a few short years, using mostly legal processes, became a totalitarian dictatorship. Reflecting on that history, Yale’s Timothy Snyder wrote, “The conclusions for conservatives of today emerge clearly: Do not break the rules that hold a republic together, because one day you will need order.”


BRILLIANT

Gerald Thomas

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CHAPADO, NA CAMA, COM FERNANDA MONTENEGRO !!!!

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October 13, 2019 · 1:49 pm

Fernanda, linda Fernanda 9.0 no programa Persona em 2018. LINDA !

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FERNANDA MONTENEGRO 9.0 (PROGRAMA PERSONA). Eu falo, ela fala e nós dois nos emocionamos

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Entrevista dada a Lu Lacerda a respeito do meu novo livro: “Desenhos para amanhã ou depois”, publicado e prefaciado por Jardel Dias Cavalcanti e apresentado por Ronald Polito:


Leia na integra no link abaixo: 

Seis perguntas para Gerald Thomas: “Não acredito em políticos ou em política de países que não têm historia”

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“SIR FERNANDA MONTENEGRO”, 90 anos no dia 16; minha musa, ex-sogra, companheira de palco e grande amor

FERNANDA MONTENEGRO

Sir Fernanda Montenegro

(um dos capitulos mais importantes da minha vida; um dos capitulos mais importantes da minha autobiografia “Entre Duas Fileiras”)

Um dos momentos mais emocionantes da minha vida foi encontrá-la no palco pela primeira vez. Cheguei a passar mal na noite anterior, pensando cá com os meus botões: “Como é que se dirige Fernanda Montenegro? Dizer o que para ela? Como dizer o que para ela?”

Para mim, ela não era somente a maior atriz do mundo. Era também, ao contrário da maioria dos atores com quem já trabalhei, a atriz mais lúcida do mundo.

E assim, lúcida, amorosa, intelectual e instintiva como um animal faminto, ela transformou o ritual diário do ensaio e da representação teatral num exercício de extremas emoções e alegrias, com uma facilidade praticamente inimaginável.

Não sei mais como chamá-la. Já perdi as contas. “Minha melhor companheira de palco?” “Minha maior musa?”Minha eterna ex- -sogra?” “Minha grande e enorme amiga?” Tudo isso junto? É. Tudo isso junto e muito mais.

Não sei! Quando ela foi indicada ao Oscar, a Folha me pediu um artigo, e eu achei um título que ainda cabe: “Sir Fernanda Montenegro”. Claro, essas coisas de títulos jamais revelam a pessoa em si, e quase nunca chegam perto da figura pública. Em se tratando desse monstro, existem umas 3 mil entidades entre o que é publico e o que é pessoal, e os trinta tons de cinza são de difícil definição.

Durante os ensaios de The Flash and Crash Days, “clicamos” de cara, e… o resto do elenco nos olhava meio pasmo. Fernanda e eu ría- mos e ríamos, só de olhar um para o outro — às vezes por 45 minutos. Motivo? Nenhum. Quero dizer, sim. Sabemos o divino e o ridículo que é a seriedade com a qual se encara essa monumentalidade que é o teatro, e usamos o riso como aperitivo, porque, caso contrário, os nossos estômagos não nos deixariam em paz. Morreríamos de úlcera no terceiro ato! Então, rimos.

Metade santa e metade palhaça, Fernanda Montenegro tem a medida exata do sublime e do ridículo que é representar a vida num palco.

É impressionante. Toda maquiada e de figurino passado, ela aparecia em pé na entrada do palco, morrendo de rir do seu personagem e da situação insólita que essa arte ao vivo oferece.

Pois quem acha que Fernanda Montenegro é um show a cada vez que a cortina sobe não imagina a delícia que é vê-la na coxia, se prepa- rando ou mesmo disputando com os outros atores um espaço naquele pequeno vão na cortina, pelo qual se vê o público.

Mas existem os acidentes. Eles não são tão engraçados. E foi com a Fernanda que eu aprendi e experimentei e chorei os piores acidentes no teatro, nessas quase quatro décadas, desde a perna que ela quebrou (e, mesmo assim, entrou engessada), desde o olho que ela furou (e, mesmo assim, entrou com um tapa-olho)… e desde um ensaio que nem era o dela, mas sim o da filha, Fernanda Torres, na época, minha mulher, em Saints and Clowns, uma peça desastrosa, que encenamos em plena Kampnagel Fabrik, em Hamburgo, quando a minha sogra se sentou na escuridão de uma imensa plateia vazia, escorregou e caiu no chão. E lá ficou. E não deu um pio.

— “Eu não quis atrapalhar o ensaio, meu filho. O teatro é mais importante.

É tão importante que beira o sacro. Mas, olhem vocês! Minutos antes do sinal que dá a partida ao espetáculo, ela brinca com todos, conversa livremente sobre qualquer assunto (de preferência algo sobre a vida prática), ri de si própria e ainda tenta combinar alguma mudan- ça de cena de última hora. Ah, e pede um frango de padaria, dois de preferência, que devora como um imperador romano, ossos pra todos os lados! Coxia do teatro, uma “ossada Montenegrada”!

Eu tremia enquanto uma van do teatro nos levava para o Hospital da Universidade de Hamburgo. Permaneci a noite inteira lá com ela. Sentávamos juntos entre um exame e outro, e eu sabia a extensão da dor que passava. Mas ela não dava um pio.

Vou começar pelo fim ou, ao menos, pelo meio, já que a minha história com essa fascinante mulher começou em 1990 e dura até hoje. Somos cada vez mais íntimos, cada vez mais calados, cada vez mais… Não, não há termos que nos definam.

Mas existem algumas cenas em nossas vidas e turnês… que nos definem:

Estávamos em cartaz com The Flash and Crash Days, em Copenhaguentalvez a cidade que mais frequentemente nos chamava de volta —, e, nos dias de folga, eu alugava um carro e íamos pela costa leste até Helsingor (onde fica o tal castelo de Kronborg, que Shakespeare usou como “locação” para o seu Hamlet). De repente, a minha eterna ex-sogra diz:

Pare aqui, meu filho.

Parei. Encostei o carro, ela desceu, tirou os sapatos, pediu pra que nós (Nanda, Fernando) ficássemos no carro esperando e seguiu por um declive tortuoso, uma descida até preocupante para o mar em frente ao museu de arte moderna, o Louisiana Museum of Modern Art.

Lá de cima e de fora do carro, eu fiquei olhando aquele ser pequeno e frágil entrando na água, molhando os pulsos, as canelas, jogando um pouco da água do mar nórdico sobre a cabeça e fazendo o que me parecia ser uma espécie de oração. Abaixada, com a palma da mão encostada na água, ela era uma miragem de algo sublime, impossível de descrever. Essa cena jamais deixará a minha memória. Não me atrevo a imaginar o que ela pensava. Mas foi lá que eu a chamei, silenciosa- mente, pela primeira vez, de Sir Fernanda Montenegro. Foi lá que a vi pequena, sozinha, vulnerável, mística. Acho que foi lá que entendi sua relação com Deus, a humildade e extrema gratidão por sua existência. Aquele momento mudou a minha vida.

Lentamente, ela voltou, silenciosa como sempre, e disse:

— A gente faz isso, meu filho, quando quer voltar sempre a um lugar maravilhoso como esse.

Segurei as lágrimas por um tempo, mas não deu. Percebi que, no carro, a Nanda chorava também.

— Ih, olhe aquele ali. Parece um dos coveiros!!! — sussurrava ela, com a mão encobrindo a boca, como se quisesse esconder o riso sapeca. Eufórica e até um pouco encabulada, como uma criança, Fernanda apontava para um escandinavo velho, desdentado e corcunda, envolto numa manta marrom, que parecia ser uma sentinela do castelo de Hamlet.

Estávamos no Castelo de Kronborg, aquele que serviu de inspiração a William Shakespeare para a maior peça de todos os tempos.

— Vamos embora, meu filho, antes que ele resolva nos enterrar! — brincou ela, rindo.

Foram oito países, mais de trinta cidades em quase quatro anos de vida em comum. E, em cada um dos mais de cem espetáculos, eu vibrava, morria de rir e chorava, sempre como se fosse a primeira vez. Agachado no canto escuro da coxia esquerda, nunca deixei de pensar: “Meu Deus, essa aí é a Fernanda Montenegro… veja você!”

Até hoje seguro as lágrimas, sabendo que ela não segura as dela porque… ah, não importa. Porque… o tempo corre, o tempo é uma merda, o tempo corrói tudo quando estamos em plena forma e sabendo de tudo. E aí? E aí vem essa merda dessa tempestade, essa merda desse Flash, essa merda desse crash, e nos derruba numa cova, assim como derrubou o Yorik, e mesmo assim, sabendo disso tudo — vinte e cinco anos mais que eu —, em meio a uma emoção incontrolável, ela estará sempre completamente lúcida e consciente de todo o processo, sem jamais se lamentar. Sem jamais reclamar.

Obrigado, minha sogra. Muito obrigado por tudo.

FELIZ 90 anos. Um super – super feliz e pensante e intelectualmente devorador 90 anos minha querida!

Gerald Thomas

NYC – Oct 9, 2019.

 

 

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GT- Nudes renewed October 2019

Hard on Virginia Beach OCT 2019

Hard on Virginia Beach OCT 2019

Hard on Virginia Beach OCT 2019

From JULY https://geraldthomasblog.wordpress.com/2019/07/03/hidden-and-not-so-hidden-nudes-gerald-thomas-at-65

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